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O Submarino Tupi (S 30), foi o terceiro navio e o segundo submarino a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao guerreiro e a nação Tupi.

Foi ordenado em fevereiro de 1984, junto ao estaleiro Howaldtswerke Deutsche Werft (HDW), em Kiel, na Alemanha.

Teve sua quilha batida (casco 197) em 8 de março de 1985, foi batizado e lançado em 28 de abril de 1987, tendo como madrinha a Sra. Heloísa Fonseca, esposa do ex-Ministro da Marinha Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca.

Foi entregue pela HDW em 20 de dezembro de 1988, ficando a partir dai como “navio isolado”, assumindo a função de Encarregado das Provas, Testes e Adestramento do Submarino, o Capitão-de-Fragata Paulo Sérgio Silveira da Costa.

Depois de realizar provas de mar e treinamento da tripulação no Báltico, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado a Armada em Kiel, Alemanha, em 6 de maio de 1989, segundo a Portaria n.º 1055 de 20 de dezembro de 1988, neste mesmo dia, passou a subordinação do Comando de Operações Navais.

A cerimônia de incorporação contou com a presença de autoridades civis e militares, brasileiras e alemãs, dentre elas o Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Henrique Sabóia, o ex-Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano da Fonseca e sua esposa, que foi madrinha do navio, o Chefe de Gabinete do MM, VA Jelcias Baptista da Silva Castro, que presidiu o ato de incorporação representando o Chefe do Estado-Maior da Armada, e o Coordenador do PRM, CA (EN) Armando de Senna Bittencourt.

Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Paulo Sérgio Silveira da Costa.

Seu atual Comandante é o Capitão-de-Fragata Gilberto Carlos Salles dos Santos.

FOTO: Edson Lucas, via NGB

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história do Tupi, acessando o NGB no site Navios Brasileiros

A Fragata Rademaker (F49), ex-HMS Battleaxe (F89), é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald.

Foi construída pelo estaleiro Yarrow Shipbuilders Ltd., em Scotstoun, Glasgow, na Escócia. Incorporada na Royal Navy em 28 de março de 1980.

O contrato de compra da Rademaker, de suas três irmãs e três Varredores da classe River, no valor de aproximadamente US$ 170 milhões (£ 100 milhões), foi assinado entre o Governo Brasileiro e o Ministério da Defesa Britânico em 18 de novembro de 1994, com as transferências ocorrendo a medida que foram dando baixa da Royal Navy.

A F49 foi incorporada a Marinha do Brasil em 30 de abril de 1997, na Inglaterra, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada e contou com a presença do Embaixador do Brasil no Reino Unido.

Seu atual Comandante é o CF Marcelo Ribeiro de Sousa.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da Rademaker acessando o NGB no site Navios Brasileiros.

FOTO: US Navy

Enfim, o UH-15 está em casa

No dia 18 de abril o Poder Naval/Trilogia de Defesa esteve presente na Base Aérea Naval de São Pedro de Aldeia (BAeNSPA) para cobrir a chegada do primeiro helicóptero EC725 da Marinha do Brasil, o UH-15 N-7101.

Os editores Alexandre Galante e Luiz Padilha voaram respectivamente em aeronaves UH-14 Super Puma (HU-2) e  IH-6B Jet Ranger  (HI-1), para fotografar a chegada do novo UH-15 Super Cougar à Macega.

Pudemos conversar com os operadores do UH-15 Super Cougar e saber detalhes técnicos e operacionais muito favoráveis. Fomos informados de que a chegada dos futuros helicópteros da versão de ataque naval (UH-15A), demandará a construção de um novo hangar e a criação de um novo esquadrão.

O UH-15A receberá o mesmo radar de busca AN ∕ APS-143(V) do MH-16 Sea Hawk, que equipará o Esqd HS-1. A versão de ataque do Super Cougar empregará mísseis Exocet Block 2 Mod 2 para ataque antinavio.

Para nós foi uma honra poder cobrir a chegada do novo equipamento e  compartilhar deste momento festivo para as tripulações que vão operar a aeronave.

Agradecemos à Marinha do Brasil, ao Comandante da ForAerNav , Contra-Almirante Liseo, aos comandantes do HU-2 (CF Octacilio) e HI-1 (CF Fabio) pela atenção e apoio na produção das imagens, bem como a todos os militares dos esquadrões envolvidos, pela cordialidade e colaboração.

(Clique nas imagens para ampliar)

BATE-PAPO ONLINE: Converse com os editores e outros leitores sobre a chegada do UH-15 e outros temas navais, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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HMS ‘Campbeltown’ entra pela última vez em Plymouth

Durante a cinzenta tarde de 1º de abril, entrou pela última vez em Plymouth a fragata Type 22 B3 HMS Campbeltown, que retorna para seu descomissionamento após participar de ações antipirataria no Oceano Índico.

“Um dia emocionante para todos os envolvidos” disse Cdr Keri Harris, último comandante da F86, que se junta ao HMS Ark Royal e HMS Chatham, recentemente descomissionados e que em breve serão seguidos das demais unidades da Type 22 B3, HMS Cumberland e HMS Cornwall.

Ao cruzar o Royal Citadel fort, a HMS Campbeltown disparou uma salva de tiros cumprindo as formalidades cerimoniais para comemorar seus 22 anos de serviço na Royal Navy.

FONTE e FOTOS: RN

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A Fragata Constituição (F-42), é o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil.

Foi a terceira unidade da classe Niterói a ser construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra.

Teve sua quilha batida em 13 de março de 1974, foi lançada e batizada em 15 de abril de 1976, tendo como Madrinha a Sra. Stella de Oliveira Campos, esposa do Embaixador do Brasil na Inglaterra Dr. Roberto de Oliveira Campos.

Entre 31 de outubro e 15 de dezembro, realizou suas primeiras saídas para o mar a fim de realizar a provas de casco, maquinas e sistemas a cargo do estaleiro construtor e nessa ocasião, foram navegadas 3.175.5 milhas e feitos 14.5 dias de mar.

Em 10 de março, iniciou as provas finais de aceitação.

Depois de realizar as provas de mar, foi aceita e incorporada em 31 de março de 1978, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Heitor Alves Barreira Júnior.

Seu atual Comandante é o CF Armando de Moura Ferraz, que assumiu o posto em 14.07.2010.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história do “Urso” acessando o NGB no site Navios Brasileiros.

A Corveta Frontin (V-33), ex-Almirante Frontin, é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Pedro Max Fernando de Frontin, comandante da Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG) em 1917-18.

A Frontin é a quarta e última unidade de uma série de 4 corvetas da classe Inhaúma.

Foi autorizada em novembro de 1981 e o Contrato n.º 510/066/86, foi assinado em 9 de junho de 1986, sendo construída no estaleiro Verolme Estaleiros Reunidos do Brasil S.A., em Angra dos Reis, RJ.

Teve sua quilha batida em 15 de dezembro de 1987, foi lançada e batizada em 6 de fevereiro de 1992, tendo como madrinha a Sra. Glória Maria de Frontin Muniz Freire Pereira de Souza, sobrinha-neta do Almirante Frontin, em cerimônia presidida pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra, Mario César Flores e que contou com a presença do ex-MM, AE Henrique Sabóia, entre outras autoridades civis e militares.

Depois de realizar as provas de mar, foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada à Armada em 11 de março de 1994, em cerimônia realizada no estaleiro EMAQ-Verolme.

Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Luis Fernando Carvalho dos Santos.

FOTO: Rogério Cordeiro/Santos Shiplovers

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história do ”O Carrasco dos Mares” acessando o NGB no site Navios Brasileiros.

SAIBA MAIS SOBRE AS CORVETAS CLASSE INHAÚMA:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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Dia Internacional da Mulher

Para não deixar passar em branco, uma homenagem àquelas que tornaram a Marinha mais bonita.

A Fragata Defensora (F-41) é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, o primeiro foi a corveta Defensora construída em 1828.

A Defensora foi a segunda de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970, como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a segunda construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra.

A construção da Defensora foi iniciada em 13 de setembro de 1972, tendo a quilha batida em 14 de dezembro, foi lançada e batizada em 27 de março de 1975, tendo como madrinha a Sra. Zazi Aranha Correia da Costa, esposa do Embaixador Sérgio Correia da Costa.

Fez-se ao mar pela primeira vez em 27 de setembro de 1976 para verificação de dados táticos e provas de máquinas e casco, que se estenderam até o dia 9 de novembro.

Neste período foram navegadas 4994,8 milhas e feitos 15.5 dias de mar.

No período de 10 a 13 de dezembro de 1976 realizou as provas finais de mar sendo aceita e incorporada em 5 de março de 1977.

Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Haroldo Basto Cordeiro Júnior.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da ” A Deusa” acessando o NGB no site Navios Brasileiros.

Passagem de Comando do Esquadrão HU-2

Por Guilherme Wiltgen

Ocorreu no dia 28 de janeiro a cerimônia militar de Passagem de Comando do 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2), no hangar do Esquadrão na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia.

O Capitão-de-Fragata Paulo Renato Rohwer Santos recepcionou todos os convidados ao portaló do HU-2,  e com a chegada do Contra-Almirante Liseo Zampronio, teve início a cerimônia militar de Passagem de Comando.

Assume o HU-2 o CF Octacilio Egger Neto, oriundo do 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), em substituição ao CF Paulo Renato Rohwer Santos, que foi destacado para servir no Comando da Força Aeronaval.

A cerimônia militar foi presidida pelo CA Liseo Zampronio (Comandante da Força Aeronaval) e contou com a presença do CA Cardoso Gomes (DAerM), do Alte. Fernando (ex-ComForAerNav), além de diversas autoridades, civis e militares, e convidados.

TÁ CONTIGO!

Com este diálogo típico dos Aviadores Navais, o CF Rohwer encerrou o seu emocionado discurso de despedida, após seus 606 dias a frente do HU-2, passando para o CF Octacilio os comandos do Pégasus e  também para que este fizesse uso de suas palavras de agradecimento e de boas vindas à Ordem dos Escudeiros do Pégasus.

Ao final da cerimônia, o Comte. Rohwer foi presenteado com a sua Flâmula de Comando, presente este que também nos encheu de orgulho, pois a foto que ilustra o quadro, foi realizada pelo Poder Naval durante a Fotex do UH-15 Super Cougar, do qual tivemos a oportunidade de participar do voo de formatura sobre a cidade do Rio de Janeiro.

Ao final da cerimônia militar, os conviadados participaram da confraternização no Clube Casa da Praia, no Complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia, onde os Comanadantes substituto e substituído receberam, de suas esposas e filhos, suas respectivas Estrelas de Comando.

Ordem dos Escudeiros do Pégasus

NOTA do EDITOR: BRAVO ZULU CF Rohwer!

Agradecemos ao amigo Rohwer, que durante o seu período a frente do HU-2, possibilitou ao Poder Naval mostrar um pouco do dia-a-dia da nossa Aviação Naval. Agradecemos a amizade e parceria que se estenderá nesta nova etapa de trabalho junto a Força Aeronaval.

Ao Comte. Octacílio, nossos votos de bons voos e a certeza que poderá contar com o Poder Naval para continuar divulgando as ações do Pégasus e da nossa Aviação Naval.

Uma parada áerea em 12.02, com mais de 180 aeronaves antigas e modernas, corou mais um evento alusivo ao centenário da Aviação Naval, desta vez, na Naval Air Station North Island em San Diego, California.

17° Aniversário do Esquadrão HU-3

Na manhã do dia 01 de fevereiro de 2011, foi realizada no hangar do 3° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral a cerimônia militar alusiva ao 17° Aniversário de ativação do Esquadrão “TUCANO”.  A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, bem como de familiares da tripulação do Esquadrão.

Pioneiro por natureza, sendo oriundo do Destacamento Aéreo da Flotilha do Amazonas, o Esquadrão “TUCANO” foi a primeira unidade na história da Aviação Naval a ser estabelecida fora do estado do Rio de Janeiro e há 31 anos representa “AS ASAS DA MARINHA NA AMAZÔNIA”, atingindo a significativa marca histórica de 38.000 horas de voo e 17.000 pousos a bordo.

Seja em missões de esclarecimento, vigilância, escolta e ataque, operando a bordo dos navios da Flotilha do Amazonas; seja em missões de reconhecimento, transporte, infiltração e operações especiais, com os Fuzileiros Navais do Batalhão de Operações Ribeirinhas; ou ainda realizando a nobre missão de levar atendimento às localidades onde a profundidade dos rios impede a chegada dos navios que levam cidadania e esperança às desvalidas e escassas populações ribeirinhas da região, o Esquadrão “TUCANO” esteve, está e estará sempre pronto, a fim de assegurar que estas águas, este solo, esta floresta e este céu azul continuem sendo, acima de tudo, brasileiros.

NO AR, OS HOMENS DO MAR!!!

SOBRE RIO, SELVA E MAR….TUCANO!!!

Passagem de Comando do Esquadrão HU-1

No dia 24 de janeiro, foi realizada a passagem do cargo de Comandante do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), no Hangar Almirante-de-Esquadra José Maria do Amaral Oliveira.

A cerimônia militar foi presidida pelo Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Liseo Zampronio, e contou com a presença de várias autoridades civis e militares.

O Capitão-de-Fragata Alberto Barbosa Nascimento passou o comando do HU-1 e agora regressa ao Rio de Janeiro para servir na Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM).

Assume o HU-1 o Capitão-de-Fragata José Vicente de Alvarenga Filho, que regressa a São Pedro da Aldeia após 4 anos no Rio de Janeiro, quando serviu na Escola de Guerra Naval e no NAe  São Paulo.

O HU-1 foi a primeira unidade aérea de asa rotativa da Marinha do Brasil, sendo criada em 1961. O esquadrão possui um vasto leque de tarefas que incluem apoio aos navios e aos Fuzileiros Navais. Sua frota é composta por aeronaves Esquilo Mono e Bimotor (UH-12 e 13).

Os helicópteros do HU-1 são empregados em tarefas de ligação e observação, esclarecimento, lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate, transporte de tropa, serviços hidrográficos, guarda de aeronaves em porta-aviões, busca e salvamento, apoio às atividades no Continente Antártico, além de apoio humanitário, como recentemente aconteceu em Nova Friburgo.

Há 50 anos em Cabo Frio

Nael. Minas Gerais (A-11)

No dia 02 de fevereiro de 1961, o meu tio então 2T Wiltgen, registrou o Nael. Minas Gerais (A-11) em Cabo Frio, onde se concentrou a Esquadra Brasileira antes de seguir em parada naval escoltando a nova nau capitânia da MB até a sua entrada pela baía da Guanabara, que ocorreu neste mesmo dia.

No convoo é possível observar um Westland Widgeon WS-51 (HUW1) e três Westland Whirlwind WS-55c (HUW2), pertencentes ao 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1).

 

O Cruzador Barroso (C 11), ex-Almirante Barroso, ex-USS Philadelphia (CL 41), foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas.


O Cruzador Tamandaré (C 12), ex-Almirante Tamandaré, ex-USS St. Louis (CL 49), foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha.

O Barroso foi construído pelo estaleiro Philadelphia Navy Yard, na Philadelphia e o Tamandaré pelo estaleiro Newport News Shipbuilding & Drydock Co., em Bremerton, Washington.

Ambos foram transferidos sob os Termos da Lei de Assistência Mútua, sendo submetidos a Mostra de Armamento em 29 de janeiro de 1951.

O Barroso foi incorporado em 21 de agosto de 1951, em cerimônia presidida pelo Dr. Maurício Nabuco, Embaixador do Brasil em Washington e  contou ainda com a presença do Contra-Almirante Gérson de Macedo Soares, presidente da Comissão de Recebimento dos Cruzadores e representantes do Departamento de Estado e da Marinha dos EUA.

Em 6 de fevereiro de 1952 foi a vez doTamandaré, também realizada na Base Naval da Philadelphia.

Assumiram o comando do Barroso e do Tamandaré, respectivamente, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Raul Reis Gonçalves de Sousa e o Capitão-de-Mar-e-Guerra Paulo Bosísio .

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história dos dois Cruzadores, acessando o site Navios de Guerra Basileiros.

Em 18 de janeiro de 1911, ocorreu o primeiro pouso a bordo de um navio da US Navy.

O Aviador Eugene B. Ely pousou a bordo do  USS Pennsylvania, que se encontrava fundeado na baía de San Francisco, Califórnia.

Após este pouso bem sucedido, Ely decolou do USS Pennsylvania e regressou para o seu ponto de partida, em Tanforan Field, San Francisco.

FOTOS: NHHC Photograph Collection

NOTA do EDITOR: Interessante observar que há 100 anos, o princípio básico de pouso enganchado é muito similar aos dos dias atuais. Observe na foto maior do pouso, os cabos passados sobre o convoo, esticados e presos por sacos de areia, para ser pego pelo gancho instalado na aeronave.

 

18 de janeiro de 2001, NAeL Minas Gerais (A-11) a aproximadamente 30 milhas de Cabo Frio, o  sonho da retomada das operações embarcadas com aeronaves de asa-fixa  na Marinha do Brasil, tinha um novo e glorioso capítulo escrito por jovens Aviadores Navais.

Exatamente as 17:26hs, a aeronave AF-1 N-1014 (Falcão 14) do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), realiza o primeiro pouso a bordo do ‘Minas‘ pilotado por um Aviador Naval brasileiro, o então Capitão-Tenente Fernando Souza Vilela, hoje imediato do VF-1, enganchou o cabo nº 5.

Na sequência deste mesmo dia, as 18:29hs o Falcão 18 pilotado pelo CT Marcos Antônio Araújo, enganchou o cabo nº1 e as 18:54hs o Falcão 13 pilotado pelo CT José Vicente Alvarenga Filho, que enganchou o cabo nº2.

“Falcão Cinza, torre do Minas, vento zero, zero, zero, com vinte e cinco nós, livre decolagem!”

No dia 16 de janeiro de 2001, começava uma nova etapa da Aviação Naval Brasileira, pela primeira vez o A-4KU Skyhawk (AF-1 N-1006), codinome “Falcão Cinza” , pilotado pelo Comte. Cannin, decolava do convoo do saudoso NAeL Minas Gerais, fazendo ressurgir na Marinha do Brasil a operação embarcada com aeronaves de asas-fixa.

Este capítulo se inicia em 13 de janeiro as 15:52hs, à 19 milhas de Cabo Frio, quando o Falcão 06 realizou o primeiro pouso enganchado no NAeL Minas Gerais (A-11), pilotado pelo piloto de teste da Kay, Capitão-de-Corveta (USN Ret.) Danny G. Cannin, que engachou o cabo nº5, orientado pelo LSO da Kay, Capitão-de-Fragata (USN Ret.) Curtis Francis.

Neste pouso a aeronave pesava 14.500 Lbs, vento real de 080 graus, 20 nós de intensidade, mar com força 4 e foi realizado após uma única passagem baixa e um único toque e arremetida.

No dia 17 ainda foram realizados mais quatro pousos e três catapultagens com o AF-1 N-1008.

FONTE: O Voo do Falcão Cinza – Pedro Lynch

FOTOS: SRPM via Navios de Guerra Brasileiros

 

1° voo sem escala entre EUA e o Havaí

No dia 10 de janeiro de 1934, a US Navy realizou o primeiro voo sem escala dos EUA até o território havaiano.

O feito foi realizado por seis aeronaves Consolidated P2Y-1 do Patrol Squadron (VP-10), que decolaram de San Francisco, Califórnia.

Após voarem 2.399 milhas em 24 horas e 35 minutos, os P2Y-1 pousaram na NAS Ford Island em Pearl Habor, Havaí, no dia 11 de janeiro.

FOTOS: NHHC Naval Aviation History

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