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Em cerimônia realizada no dia 30 de setembro, a Força Aérea Brasileira apresentou a primeira aeronave de patrulha marítima P-3AM Orion a entrar em serviço no Brasil. No evento estiveram presentes o Ministro da Defesa Celso Amorim, os Comandantes das Forças Armadas, oficiais e autoridades convidadas. Veja matéria completa no Poder Aéreo, clicando aqui.

O Congresso Nacional aprovou em 29 de setembro de 2011 o envio de um navio da Marinha do Brasil, a Fragata União, que partirá da Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ – Ilha de Mocanguê – Niterói) no dia 06 de outubro de 2011, às 11:30 horas (haverá despedida dos parentes a partir das 10h00) , a fim de integrar a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL). O navio fará escalas em Recife, de 13 a 17 de outubro, Las Palmas (Espanha) e Nápoles (Itália), com atracação prevista no porto de Beirute em 14 de novembro.

A Fragata União será o principal meio de um grupo multinacional, composto de três navios da Alemanha, dois de Bangladesh, um da Grécia, um da Indonésia e um da Turquia.

A UNIFIL foi criada em 1978 com o propósito de manter a estabilidade na região, durante a retirada das tropas israelenses do território libanês. Atualmente, possui um contingente de aproximadamente 13.500 pessoas, entre militares e civis de mais de 30 países (entre eles o Brasil) e se encontra sob o comando de um general espanhol.

A FTM-UNIFIL (componente naval da UNIFIL), estabelecida em 2006, é a primeira Força-Tarefa Naval a ser criada para tomar parte de uma Missão de Manutenção de Paz da ONU. Essa Força multinacional é comandada pelo Contra-Almirante LUIZ HENRIQUE CAROLI, Oficial da Marinha do Brasil, que conta, para o desempenho de suas atribuições, com um Estado-Maior composto por quatro Oficiais e quatro Praças brasileiros.

A presença do navio na região tem como propósito contribuir para o cumprimento das seguinte tarefas atribuídas àquela Força:

- Assistência ao Governo do Líbano no exercício da autoridade estatal no território sob sua jurisdição;

- Garantia da paz e da segurança no Sul do Líbano;

- Apoio às Forças Armadas do Líbano; e

- Auxiliar o Governo libanês no reforço da segurança das fronteiras de modo a evitar o ingresso ilegal de armas e materiais correlatos no país.

Para tanto, a Fragata contará com uma aeronave orgânica AH-11A Super Lynx, um Destacamento de Mergulhadores de Combate, para a realização de Operações Especiais; e um Destacamento de Fuzileiros Navais, para prover a segurança orgânica do navio. O efetivo embarcado é de cerca de 300 militares.

Assim sendo, a presença da Fragata União, além de contribuir para o cumprimento das tarefas atribuídas à UNIFIL, proporcionará, em face dos recursos de Comando e Controle disponíveis a bordo, maior apoio e autonomia ao Almirante Caroli, Comandante da FTM-UNIFIL; reforçará a liderança do Brasil no ambiente marítimo da UNIFIL e, em um sentido mais amplo, ratificará o compromisso do país em contribuir para a promoção da paz no Oriente Médio.

O término da missão no Líbano e o retorno da Fragata União ao Rio de Janeiro está previsto para JUN/2012.

Fonte: Comando da Força de Superfície

 

O Brasil terá no ano que vem seu primeiro grande navio oceanográfico. A compra está sendo finalizada em um estaleiro chinês por um consórcio formado por governo, Vale e Petrobras, e deve ser anunciada em breve pela presidente Dilma Rousseff.
O barco, de cerca de 80 m de comprimento, terá capacidade para 90 pessoas e autonomia para ficar até três meses seguidos no mar.
O brinquedo é caro, mas responde a uma necessidade antiga do país: a de ter uma plataforma de pesquisa oceânica capaz de explorar o Atlântico Sul, a porção de mar menos conhecida do planeta. Hoje quase não há navios totalmente dedicados à pesquisa no país.
“Com 4,5 milhões de quilômetros quadrados de mar, um navio é pouco. Precisamos de dúzias”, disse à Folha o almirante Ilques Barbosa Junior, secretário de Ciência e Tecnologia da Marinha.
A conta trai um dos objetivos por trás da compra: 4,5 milhões de km2 é a área de mar sobre a qual o Brasil se autoconcedeu soberania econômica, na chamada plataforma continental. Trata-se de uma área maior que a Zona Econômica Exclusiva, que soma 3,5 milhões de km2.

FRONTEIRA

Essa fronteira marítima, declarada pelo Brasil no âmbito da Unclos (Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar), é uma extensão geológica do pré-sal e provavelmente contém reservas ainda desconhecidas de petróleo, gás e minérios.
Para exercer plenos direitos sobre a plataforma continental, porém, o país precisa fazer pesquisa. E até agora não está equipado para isso.
Daí o interesse da Petrobras e da Vale, que aceitaram o pedido do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, para que bancassem a parte do leão da compra do navio.
“Há muita pesquisa básica que é de interesse estratégico das empresas”, disse o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa do ministério, Carlos Nobre.
A Marinha também tem interesse em ocupar a zona do pré-sal, e manter navios oceanográficos na região é uma forma de fazer isso.

O ministério realizou uma consulta a oceanógrafos sobre os equipamentos que eles gostariam de ter no barco. A resposta foi uma “lista de compras” com 48 itens, que inclui até uma broca para coletar amostras de rocha.
“A gente participa como coadjuvante de vários grandes programas, porque temos instrumentação, mas não temos plataforma [navio] para entrar no clube”, afirma Carlos Eiras Garcia, diretor do Instituto de Oceanografia da Furg (Universidade Federal de Rio Grande).
Segundo Nobre, o governo estuda a aquisição de um segundo navio oceanográfico, em 2014, a ser produzido por um estaleiro nacional.
Garcia afirma que a comunidade científica está animada com o navio, mas ainda não foi chamada para conversar. “A longo prazo, o que precisamos é de um instituto oceanográfico nacional, nos moldes do que têm os EUA.”

Fonte: UOL

 

No dia 15 de setembro de 2011, o 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral realizou, na raia de tiro da Marinha em Velho Airão – AM, adestramento de tiro com armamento axial misto para qualificação e requalificação dos pilotos do Esquadrão.

Na ocasião, foram utilizadas duas aeronaves modelo UH-12, sendo a aeronave N-7080 configurada com armamento axial misto e a aeronave N-7058 empregada no transporte de material e pessoal. O apoio logístico do exercício ficou a cargo do NAsH Oswaldo Cruz, que transportou o material para o local do adestramento bem como realizou o reabastecimento das aeronaves.

O exercício permitiu a qualificação e a requalificação de quase 50% dos pilotos do Esquadrão HU-3, contribuindo para a manutenção da capacidade de guarnecimento da Força de Emprego Rápido (FER), bem como para o aprimoramento do emprego do binômio Navio-Aeronave, na área sob jurisdição do Comando do 9º Distrito Naval.

No dia 6 de setembro, o Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval promoveu o Ciclo de Conferências Internacionais “Poder Marítimo no século XXI: desafios para uma Força Naval moderna”, no auditório da instituição, no Rio de Janeiro.Entre os palestrantes, destaque para o editor-chefe da Revue de Defense Nationale, Contra-Almirante Jean Dufourcq, e para o Comandante do Centre d’Étude Supérieures de la Marine, Vice-Almirante Jean-Louis Vichot.O público foi composto por almirantes e oficiais superiores em cargo de comando e direção na área Rio. Militares reformados e da reserva também participaram da conferência, como o Almirante-de-Esquadra (Ref°) Henrique Octavio Aché Pillar, o Almirante-de-Esquadra (Ref°) Rayder Alencar da Silveira e o Almirante-de-Esquadra (RM1-FN) Alvaro Augusto Dias Monteiro.

FONTE/FOTO: MB

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A Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) entregou, no dia 31 de agosto, 21 Lanchas Escolares para o Governo do Estado do Pará. Com a entrega, a BNVC atingiu a marca de 212 embarcações produzidas e entregues, cumprindo o cronograma de produção estabelecido.

Mais de mil alunos da rede estadual, moradores de 38 ilhas próximas à Belém, serão beneficiados pelo programa “Caminhos da Escola” do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As Lanchas facilitarão o transporte das crianças até as unidades de ensino.

Em 14 de setembro, as Lanchas Escolares foram expostas em Brasília, no evento “Gestão de Compras Governamentais – A Experiência da Educação”, que ocorreu no Hotel Royal Tulip. A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Educação com direção do FNDE em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também estiveram em exposição ônibus escolares, equipamentos médicos, consultórios itinerantes e uniformes.

A Marinha do Brasil participou com duas lanchas escolares produzidas pela Base Naval de Aratu. Fruto de uma parceria realizada entre o FNDE e a Marinha, o projeto visa construir 600 lanchas escolares para contribuir com o acesso e permanência dos alunos na escola, em especial, às comunidades que margeiam os rios da região amazônica.

A Base Naval de Aratu já entregou, aos municípios contemplados pelo projeto, 55 lanchas escolares, de um total de 100 unidades a serem produzidas por ela.

FONTE: Marinha do Brasil

A equipe do Poder Naval formada pelos editores Alexandre Galante, Guilherme Wiltgen e Luiz Padilha embarcou por 3 dias a bordo do Navio-Aeródromo São Paulo, nau-capitânia da Esquadra brasileira. Na foto acima, os três vestidos com EPI (Equipamento de Proteção Individual) sem o qual não é permitido o acesso ao convoo do navio-aeródromo.

Pudemos conhecer um pouco mais deste grande navio e de sua tripulação, que começa uma nova fase de operações.

No embarque, que ocorreu do dia 5 a 7 de setembro, fizemos mais de 3.000 fotos e 3h de vídeo das operações aéreas com helicópteros da Força Aeronaval e voamos nos helicóperos Esquilo do HU-1 e no Super Lynx do HA-1 para a realização de fotos aéreas do navio.

Traremos nos próximos dias imagens e informações do embarque e informações sobre o maior navio de guerra do hemisfério sul e os planos para o futuro.

Na edição número 3 da revista Forças de Defesa traremos reportagem completa, com muitas surpresas. Aguardem.

Na foto abaixo, Guilherme Wiltgen, capitão de corveta Parracho (RP do A12) e Alexandre Galante no NAe São Paulo.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este post no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

O Plano Estratégico de Fronteiras, iniciativa instituída por decreto presidencial, estabelece, pela primeira vez, uma coordenação conjunta e consensual para atuar em pontos estratégicos dos mais de 16 mil quilômetros de fronteiras brasileiras. Além das Forças Armadas, as operações envolvem a participação da Secretaria da Receita Federal (SRF), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), bem como Órgãos das Secretarias de Segurança Pública dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Os objetivos centrais do Plano Estratégico de Fronteiras são a redução dos índices de criminalidade e o enfrentamento ao crime organizado. Entre os crimes fronteiriços mais comuns estão o tráfico de drogas, armas e ilícitos ambientais e fiscais, como o contrabando e o descaminho.

Além da atuação integrada entre órgãos dos Ministérios da Defesa e da Justiça, está prevista também a participação de órgãos estaduais e municipais de segurança nas operações. Numa segunda etapa, o plano prevê ações de cooperação com os países que fazem fronteira com o Brasil, no sentido de intensificar a fiscalização nessas regiões.

No mês de agosto, as atividades relacionadas à Operação Ágata 1 na região Norte do Brasil foram executadas para prevenir e reprimir ilícitos transnacionais na região amazônica.

Durante a Operação Ágata 2, em curso nas fronteiras Sul e Centro-Oeste, estão sendo realizadas ações de interdição de pistas de pouso irregulares, atracadouros clandestinos, patrulha naval nas calhas dos rios, bloqueio e controle de estradas, reconhecimento especializado de fronteira, revista de veículos, embarcações, interceptação de aeronaves suspeitas e ações cívico-sociais nas comunidades carentes.

Durante a operação, populações carentes de diversas localidades serão atendidas nas ações cívico-sociais promovidas, que servirão para fortalecer a presença do Estado e das Forças Armadas na região. Essas ações levarão atendimento médico e odontológico à população local. Serão empregados navios de assistência hospitalar da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da Força Aérea, que atuarão utilizando a estrutura de saúde das localidades envolvidas.

A Operação Ágata 2 baseia-se no aumento da presença e do impacto das forças envolvidas em pontos focais da faixa de fronteira, envolvendo aproximadamente 7 mil homens das Forças Armadas e do uso de meios como embarcações, aeronaves e outros veículos militares.

Nesta Operação, a Marinha do Brasil empregará o Monitor “PARNAÍBA” (U17), os Navios-Patrulha “BENEVENTE” (P61), “POTI” (P15) e “PIRAJÁ” (P11); o Navio de Assistência Hospitalar “TENENTE MAXIMIANO” (U28), o Navio de Apoio Logístico Fluvial “POTENGI” (G17), o Aviso de Transporte Fluvial “PIRAIM” (U29), a Agência Escola Flutuante “Esperança do Pantanal”, as Lanchas de Apoio ao Ensino e Patrulha “ANHUMA”, “SARACURA”, “MUTUM”, “CORVINA”, “PIAVA” e “PIRAÚNA”, dentre outras Lanchas e Flex-Boats. Serão utilizados ainda os Helicópteros Esquilo UH-12 e Bell Jet Ranger IH-6B.

Outras informações podem ser obtidas junto à Assessoria de Comunicação Social do Comando do 5º Distrito Naval. Contato: Primeiro-Tenente (RM2-T) Elise, nos telefones 53. 3233-6134 e 53. 8419-9164.

VISITE: www.agata2.defesa.mil.br

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Começa amanhã o XIV Simpósio de Pesquisa Operacional e Logística (SPOLM) que acontecerá na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de setembro. O tema será “a Pesquisa Operacional na Amazônia Azul”.

O evento conta aproximadamente com mil inscritos e já está sendo considerado como um evento importante neste campo no Brasil, bem como na América Latina, segundo o site da DCNS GROUP.

Os participantes vão ter a oportunidade de compartilhar informações, identificar sinergias para a execução de projetos de desenvolvimento tecnológico, formar parcerias e captação de recursos humanos qualificados e contribuir para a divulgação do  estado-da-arte da ciência e da tecnologia.

No dia 15 de setembro, já estão confirmados na Sessão Plenária os palestrantes Contra-Almirante Marcos José de Carvalho Ferreira, Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar; o Contra-Almirante Jair Alberto Ribas Marques, Assessor do LEPLAC da Diretoria de Hidrografia e Navegação; José Luiz Marcusso, Gerente Geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da PETROBRAS; e a Professora Doutora Ana Isabel Barros, Netherlands Defence Academy/Netherlands Organization for Applied Scientific Research (TNO).

Haverá minicursos sobre Modelagem e Simulação Computacional, com José Karam Filho, Doutor e Professor-pesquisador do Laboratório Nacional de Computação Científica; Problemas de Clusterização em Otimização Combinatória, com Luiz Satoru Ochi, Professor titular no Instituto de Computação da UFF (IC-UFF) e pesquisador do CNPq; e Análise Decisória Entrópica Multicriterial, com Nelson Hein, Professor do Departamento de Matemática da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

O Workshop de Logística terá a presença da Profa. Dra. Branca Terra, Professora adjunta da UERJ e   líder do grupo de pesquisa Inovação e Sociedade; Prof. Dr. Eduardo Siqueira Brick, coordenador adjunto do Núcleo de Estudos Estratégicos (NEST) da UFF; Prof. Dr. Kleber Fossati Figueiredo, Diretor do COPPEAD e Coordenador do Centro de Estudos em Gestão de Serviços de Saúde; Engº Paulo Augusto Vivacqua, Presidente da Academia Nacional de Engenharia; Prof. Dr. Alexandre Medeiros Rodrigues, do COPPEAD/UFRJ; e Sr Ricardo Mota da Costa, analista sênior dos CORREIOS. Também serão realizadas a mesa redonda de aplicações militares e apresentação de artigos científicos selecionados.

Todas as informações e a programação completa do XIV SPOLM podem ser acessadas no site http://www.casnav.mar.mil.br/spolm/.

Outras informações e credenciamento da imprensa:

Assessoria de Comunicação Social do CASNAV

1T (RM2-T) Crislane Lima – Tel: (21) 2197-7479 – crislane@casnav.mar.mil.br

Babitonga em Paranaguá

O Porto de Paranaguá estará aberto à visitação pública neste feriado de 7 de setembro. Além de conhecer o Porto, será possível visitar o navio Babitonga, da Marinha do Brasil, que estará aberto ao público também nesta terça-feira (6), das 14 às 17 horas.

O navio está em Paranaguá para participar de exercícios no mar para o aprimoramento das tripulações, atendendo missões de socorro e salvamento, operações de defesa de porto, patrulha e inspeção naval.

Nesta terça-feira, como é dia de expediente normal no Porto, as visitas poderão ser feitas somente no navio, das 14 às 17 horas. Mas, na quarta-feira (07), os visitantes poderão conhecer o navio e o cais do Porto de Paranaguá. Um ônibus da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) estará disponível para levar os visitantes ao cais.

O Porto de Paranaguá é um dos únicos portos do Brasil aberto a visitação turística. As visitas podem ser feitas todo fim de semana e não precisam ser agendadas. Monitores acompanham os turistas ao cais, num ônibus próprio.

No passeio, os visitantes conhecem a estrutura e a movimentação de um dos maiores portos brasileiros e ficam sabendo um pouco mais sobre a história do Porto. Visitas a bordo de navios só podem ser feitas quando há navios da Marinha atracados no cais.

FONTE: AE Notícias

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No dia 23 de agosto de 2010, nosso coeditor Guilherme Wiltgen teve a oportunidade ímpar de fazer um voo com o Esquadrão VF-1 da Marinha do Brasil. Clique aqui para ler a matéria exclusiva.

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