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No dia 4 de junho de 2011, às 10h, os Aspirantes integrantes da Turma “Almirante Felinto Perry” prestarão o solene juramento à Bandeira Nacional incorporando-se à Marinha do Brasil.

Após o período de adaptação à Escola Naval (EN), em que foram submetidos a uma intensa preparação militar-naval inicial, os Aspirantes do primeiro ano terão seus esforços recompensados ao receberem o almejado Espadim, símbolo do Aspirante.

Nesse dia, 219 Aspirantes, sendo 169 provenientes do Colégio Naval, 47 do Processo Seletivo de Admissão à Escola Naval, 02 Aspirantes namibianos e 01 boliviano, receberão o Espadim.

A Escola Naval, Instituição de Ensino Superior mais antiga do Brasil, tem por propósito formar Oficiais de Marinha para os Corpos da Armada (CA), Fuzileiros Navais (FN) e de Intendentes da Marinha (IM). Atualmente, possui um efetivo de 853 Aspirantes.

O ensino ministrado na EN acompanha a evolução tecnológica no desenvolvimento de seus cursos, objetivando o melhor desempenho técnico-profissional dos futuros Oficiais de Marinha, tanto a bordo dos navios como nas demais Organizações Militares.

Além da formação militar-naval inerente à carreira, a Escola Naval, por meio das diversas atividades por ela proporcionadas, aprimora os aspectos cívico-culturais, de modo a assegurar que os Aspirantes estejam plenamente preparados para exercer as funções atribuídas aos Oficiais de Marinha. Somos uma nação marítima e, como tal, jamais poderemos prescindir de uma força naval eficiente, para a garantia da utilização dos mares em proveito de nosso desenvolvimento. “Nós somos os Sentinelas dos Mares”.

HISTÓRIA DA ESCOLA NAVAL

Localizada na cidade do Rio de Janeiro, a Escola Naval (EN) foi instituída em Lisboa, por Decreto de 14 de dezembro de 1782, com o propósito de formar Oficiais hábeis e instruídos para o serviço da Marinha. Organizada militarmente sob a forma de uma Companhia de Guardas-Marinha.

Em 1796, oficializou-se o nome de Academia Real dos Guardas-Marinha, funcionando em Portugal até 1807, quando foi trazida para o Brasil junto com a Família Real Portuguesa, a bordo da “Nau Conde D. Henrique”. Desembarcou no Rio de Janeiro em março de 1808, com o corpo docente, alunos, biblioteca e material escolar.

Desde sua criação, registra-se a passagem da Escola Naval por diversas acomodações, a saber:

  • 1782 : Casa das Formas do Arsenal de Marinha de Lisboa, em Portugal;
  • 1807 -1808: Nau Conde D. Henrique;
  • 1808-1832: A Academia Real de Guardas-Marinha instala-se no Mosteiro de São Bento, sua primeira sede, onde vive os dias da Independência.
  • 1832-1833: passa a funcionar no Largo de São Francisco, onde, atualmente, se encontra o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ;
  • 1834-1839: A Academia Real de Guardas-Marinha, comumente chamada de Academia de Marinha, retorna ao Mosteiro de São Bento;
  • 1839-1849: passa a ter como sede a “Nau Dom Pedro II”, fundeada na Baía de Guanabara, onde permaneceu por dez anos;
  • 1849-1867: instala-se no prédio do Largo da Prainha, atual Praça Mauá. Em 1858, a Academia de Marinha passa por importantes reformas e passa a ser denominada Escola de Marinha;
  • 1867-1882: a Escola de Marinha passa a funcionar a bordo da “Fragata Constituição”. Neste mesmo período, é criado o Colégio Naval, que funciona como curso preparatório para o ingresso à Escola de Marinha;
  • 1882: a Escola de Marinha instala-se no Arsenal de Marinha, período este em que os Aspirantes passam a ficar aquartelados nos navios;
  • 1883-1914: passa a funcionar na Ilha das Enxadas, onde hoje se localiza o Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW). Em 1886, a Escola de Marinha recebe o nome de Escola Naval, denominação que mantém até os dias atuais.
  • 1914-1920: funciona na enseada Batista das Neves, Angra dos Reis, no edifício em que se encontra, atualmente, o Colégio Naval, no recanto denominado pitorescamente a “Tapera”;
  • 1920: regressa ao Rio de Janeiro e instala-se na Ilha das Enxadas, onde permanece até 1938; e
  • 1938: transfere-se para Ilha de Villegagnon, onde se encontra até os dias de hoje.

Evento: Cerimônia de Juramento à Bandeira e Entrega de Espadins
Dia: 4 de junho de 2011 ( sábado)
Início da cerimônia: 10 horas – Local : Escola Naval
Av. Alte Sylvio de Noronha s/nº , Ilha de Villegagnon –Castelo RJ

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Trailer do documentário ‘Oceanos’

Quem ainda não viu, pode alugar este documentário na locadora mais próxima ou comprá-lo assim que possível, pois vale a pena.

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Um livro e um evento para guardar sempre na memória

No início da noite de terça-feira, 24 de maio, os editores Alexandre Galante e Fernando “Nunão” De Martini, do Poder Naval, compareceram ao lançamento do livro “A Construção Naval Militar Brasileira no Século XX”, de autoria do engenheiro Eduardo Câmara.

 

O público presente lotou o saguão do Museu Naval, no centro do Rio de Janeiro, e fez fila para receber o autógrafo do autor. Mas o melhor sempre fica para o final: nossa equipe, assim como o editor da Alide, Felipe Salles, teve a oportunidade preciosa de conversar longamente com o engenheiro Câmara e com duas pessoas que incentivaram e apoiaram bastante sua obra: o Vice-Almirante (Ref-EN) José Carlos Coelho de Sousa, conhecido por presidir a Comissão de Construção de Navios da Marinha quando foram construídas as fragatas classe Niterói, e o Vice-Almirante (RM1-EN) Armando de Senna Bittencourt, Diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

A conversa avançou pelas horas, e praticamente “fechamos” o Museu Naval junto com o Vice-Almirante Bittencourt. Um bate-papo com muitas histórias para não esquecer, assim como a história que conta o livro do engenheiro Câmara. A obra surpreende ao mesmo tempo pela abrangência e pelo detalhamento com que trata cada classe de navio (até mesmo as que não “vingaram”) construída para a Marinha do Brasil ao longo do século XX. Um livro bastante cuidadoso e muito bem elaborado,  do qual voltaremos a falar em breve, e que não pode de maneira alguma faltar na estante de quem se interessa pelo assunto.

A distribuição do livro “A Construção Naval Militar Brasileira no Século XX”, vendido no evento a 35 reais, está a cargo da Sobena – Sociedade Brasileira de Engenharia Naval.

SAIBA MAIS:

 

No último Domingo, dia 22 de maio, o jornal ‘O Fluminense’ de Niterói (RJ) publicou uma reportagem sobre as oportunidades nas carreiras militares. A matéria saiu com chamada na base da primeira folha e foi tema principal da seção “Empregos & Negócios”.

O site ‘Poder Naval’ teve a satisfação de poder colaborar com a reportagem. Parte do texto pode ser conferido abaixo (clique para ampliar).

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A Diretoria de Portos e Costas (DPC), órgão da Marinha do Brasil representante da Autoridade Marítima para a Segurança do Tráfego Aquaviário, publicou o Edital relativo ao Processo Seletivo à Categoria de Praticante de Prático/2011,disponível em www.dpc.mar.mil.br.

O Processo Seletivo destina-se a ocupar, inicialmente, 81 (oitenta e uma) vagas de Praticante de Prático em 17 (dezessete) das 22 (vinte e duas) zonas de praticagem (ZP) do País, número de vagas que, conforme regras do Edital, poderá aumentar, inclusive vindo a englobar todas as ZP. As inscrições estarão abertas a partir das 12:00 horas do dia 25 de maio e encerram às 16:00 horas de 13 de junho de 2011, sendo R$ 200,00 o valor da taxa de inscrição.

Praticante de Prático é o aquaviário selecionado exclusivamente por meio de Processo Seletivo conduzido pela DPC, aspirante à categoria de Prático. O Prático, por sua vez, é o profissional aquaviário que assessora o Comandante quando navegando em regiões (zonas de praticagem) onde as peculiaridades locais dificultam a livre e segura movimentação de embarcação, como em portos, baías, rios e canais.

Para tornar-se Prático, não basta ao candidato apenas lograr êxito no Processo Seletivo. Depois de selecionado e devidamente certificado como Praticante de Prático, é obrigado a cumprir, com sucesso, um programa de treinamento, com duração de 12 a 20 meses, na ZP para onde foi distribuído e ser aprovado em exame de habilitação aplicado pela Capitania dos Portos com jurisdição sobre a ZP.

O Praticante de Prático e o Prático não são militares ou servidores/empregados públicos, assim como não exercem função pública. O Prático trabalha na iniciativa privada, normalmente de forma individual ou em sociedade, sendo sua remuneração basicamente dependente dos serviços realizados para as empresas de navegação.

São requisitos para participar do Processo Seletivo:

  • a) Ser brasileiro (ambos os sexos), com idade mínima de 18 (dezoito) anos completados até 20 de março de 2012;
  • b) Possuir curso de graduação (nível superior) oficialmente reconhecido pelo Ministério da Educação e concluído até 16 de fevereiro de 2012;
  • c) Ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4 (quatro), Prático ou Praticante de Prático até 16 de fevereiro de 2012; ou pertencer ao grupo de amadores, no mínimo da categoria de Mestre-Amador, até a data de encerramento das inscrições (13 de junho de 2011), inclusive conforme a correspondência com as categorias profissionais estabelecida nas “Normas da Autoridade Marítima para Amadores, Embarcações de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Náuticas (NORMAM-03/DPC);
  • d) Não ser militar reformado por incapacidade definitiva ou civil aposentado por invalidez;
  • e) Estar em dia com as obrigações militares, para candidatos do sexo masculino (Art. 2º da Lei nº 4375/64 – Lei do Serviço Militar);
  • f) Estar quite com as obrigações eleitorais (Art. 14º, § 1º, inciso I e II da Constituição Federal);
  • g) Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
  • h) Possuir documento oficial de identificação com fotografia;
  • i) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição; e
  • j) Cumprir as normas e instruções para o Processo Seletivo.

O Processo Seletivo estabelece a realização de uma prova escrita objetiva, prova de títulos, prova prático-oral, seleção psicofísica, teste de suficiência física e apresentação de documentos.
O conteúdo programático para as provas escrita e prático-oral e a bibliografia sugerida para o estudo constam do Edital, sendo fundamental que o candidato detenha sólidos conhecimentos da língua inglesa,escrita e falada, capacitação imprescindível para a prestação de serviços de praticagem.

(Rio de Janeiro, 24 de maio de 2011) – - A segurança dos portos brasileiros é destaque na agenda da ConMar – Conferência Nacional de Segurança e Proteção Marítima, que a Clarion realiza no Rio de Janeiro entre os dias 7 e 9 de junho. O evento terá a participação de oficiais da Marinha Brasileira e de representantes da Secretaria de Portos, ABTP, ANTAQ, Conportos e Autoridades Portuárias, entre outros.

Para abrir o debate sobre segurança portuária a Clarion convidou a Secretaria de Portos, que deve atualizar os participantes sobre projetos como o VTMS – que prevê o controle e monitoramento eletrônico de embarcações. Complementa a discussão a palestra sobre a melhoria da segurança marítima nos portos e em suas proximidades, conduzida pelo diretor técnico da ABTP – Associação Brasileira de Terminais Portuários, Luis Fernando Resano.

A atuação da Autoridade Marítima na garantia e regulamentação do tráfego aquaviário no Brasil será tema da palestra do Vice-Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, diretor de Portos e Costas da Marinha. Em seguida, o Vice-Almirante Luiz Augusto Correia falará sobre a atuação e a missão do Tribunal Marítimo Brasileiro, entidade que preside desde 2006.

A Conportos – Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis falará sobre os benefícios reais das auditorias das normas de ISPS Code nas instalações portuárias e sistemas de segurança, além de mostrar como será o modelo de auditoria adotado. Das 241 instalações portuárias brasileiras, atualmente 75% delas possuem a declaração de cumprimento do ISPS Code, e mais de 15% estão com o termo de aptidão, que funciona como uma declaração provisória.

Estão programadas para o dia 9 de junho as apresentações do diretor da ANTAQ, Thiago Pereira Lima, sobre o papel da agência na supervisão e fiscalização dos portos, e do delegado da Polícia Federal Luiz Carlos de Carvalho Cruz, sobre o Plano Nacional de Segurança em resposta a incidentes de proteção de navios, plataformas e instalações portuárias.

Ainda sobre segurança portuária, merece destaque na agenda da ConMar  o painel sobre a importância das Guardas Portuárias no cenário da Segurança Pública Nacional com a participação do Comandante Celso Simonetti Trench Junior, Superintendente da Guarda Portuária do Porto de Santos – CODESP. Este painel terá a presença do Delegado da Polícia Federal Luiz Carlos de Carvalho Cruz, além de representantes de outras instituições convidadas.

A ConMar – Conferência Nacional de Segurança e Proteção Marítima é promovida pela Clarion com o patrocínio da AEL Sistemas, G4S, L3 Communication e McJee, e apoio institucional da ABIMDE e ABTP. Mais informações sobre o evento e inscrições no site www.confmaritima.com.br ou pelo telefone 11-3893-1300, ramal 231.

AGENDA

ConMar – Conferência Nacional de Segurança e Proteção Marítima
De 7 a 9 de junho de 2011.
Local: Hotel Windsor Barra – Rio de Janeiro, RJ
Organização: Clarion Events
Informações: 11-3893-1300 ramal 231
www.confmaritima.com.br

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Hoje tem lançamento

Hoje, 24 de maio, às 18h30, haverá o lançamento do livro “A Construção Naval Militar Brasileira no Século XX” de autoria do engenheiro naval Eduardo G. Câmara e com distribuição pela SOBENA (Sociedade Brasileira de Engenharia Naval).

O livro, que teve sua “quilha batida” em 2001 e foi produzido com recursos do próprio autor, será lançado no Museu Naval do Rio de Janeiro - Rua D. Manuel, 15 – Centro. O Poder Naval estará presente!

Foto do alto via NGB

SAIBA MAIS:

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Lançamento do livro “A Construção Naval Militar Brasileira no Século XX” de autoria do engenheiro naval Eduardo G. Câmara, será em 24 de maio de 2011, no Museu Naval – Rio de Janeiro

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Há pouco mais de dez anos, o engenheiro naval Eduardo Gomes Câmara residia e trabalhava na Noruega. Um lugar onde os sete meses anuais de inverno fazem as noites começarem muito cedo, o que acaba “prendendo” as pessoas em casa por longas horas. Felizmente, para todos que se interessam pela construção naval no Brasil, especialmente a militar, esse tempo “livre” foi muito bem aproveitado.

A ideia que surgiu naquele inverno de fevereiro de 2001 acabou levando a anos de pesquisas em arquivos: primeiro os pessoais, repletos de raridades, depois os de diversos estaleiros pelos quais o engenheiro Câmara passou ou manteve contato desde quando era estagiário do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, no início dos anos 1970.  E agora, em 2011, chegou a hora de lançar esse livro de 240 páginas, repleto de fotos, desenhos exclusivos e uma história que começa em 1890, com a construção do monitor fluvial Paraguaçu, e chega praticamente até os dias atuais.

O livro vai além de mostrar as construções mais conhecidas, como a dos contratorpedeiros lançados nos anos 1940 (como o Greenhalgh, que escolhemos para ilustrar o alto desta matéria, em imagem via NGB que mostra outro ângulo da bela cena da capa do livro) e das fragatas e corvetas lançadas desde os anos 1970 e 1980. Isso porque a obra também aborda os navios auxiliares e até embarcações fornecidas ao Exército Brasileiro, projeto por projeto, destacando a origem histórica e os aspectos importantes da engenharia naval dos navios militares construídos no Brasil ao longo do século XX.

O livro, produzido com recursos do próprio autor e distribuído pela SOBENA (Sociedade Brasileira de Engenharia Naval) será lançado dia 24 de maio de 2011, às 18h30, no Museu Naval do Rio de Janeiro - Rua D. Manuel, 15 – Centro. RSVP até 18/5: (21) 2283-2482 / sobena@sobena.org.br.

O Poder Naval estará presente no lançamento. Marque em sua agenda!

Corveta Frontin
Local: Armazém 32 – Porto de Santos
Data: 14 e 15 de Maio de 2011
Horário: das 14:00h às 17:00h

FOTO: Cinquini

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Depois de três semanas de testes de mar, a Aquitaine, primeira fragata multimissão da classe FREMM, retornou ao porto. Os testes foram a primeira oportunidade para demonstrar as qualidades marinheiras impressionantes do navio. Sua manobrabilidade e performance do sistema de propulsão atenderam as altas especificações do cliente.

A tripulação da Aquitaine foi formada de pessoal da Marine Nationale, representantes dos clientes, empregados da DCNS e seus parceiros. O principal objetivo da missão foi demonstrar as qualidades marinheiras da fragata e outras qualidades náuticas, além de validar o desempenho da sua propulsão e de navegação.

“Esses testes iniciais no mar da primeira da classe Aquitaine foram realmente muito bem”, disse Vincent Martinot-Lagarde, gestor do programa FREMM . “Os objetivos deste primeiro período de testes no mar foram atingidos, com mais de cem testes bem sucedidos. Os testes de propulsão e manobra foram executados exatamente como tínhamos previsto e em linha com as expectativas do cliente.”

Estes primeiros testes no “ambiente natural” do navio focaram realmente em dois elementos-chave de seu desempenho: propulsão, manobrabilidade e sistema de navegação. Mais de 100 testes foram realizados com sucesso. O sistema de propulsão híbrido de alta performance no estado-da-arte (CODLOG: Combined Diesel eLétrico ou a gás) atendeu às expectativas. A Aquitaine foi levada à sua velocidade máxima de 27 nós. Nessa velocidade, ela ainda tinha uma quantidade considerável de energia de reserva. Durante os testes de manobrabilidade, o navio também se comportou em conformidade com os requisitos do cliente. Em particular, seu diâmetro tático e distância de parada foram melhores do que a especificação.

Para DCNS, estes primeiros testes de mar foram um sucesso duplo. Não só a DCNS ultrapassou os objetivos iniciais da missão, como a campanha também serviu para validar o método de trabalho global previsto para o programa FREMM, incluindo as instalações terrestres de integração de sistemas de exploração de navios de guerra. Este recurso simula a navegação e gerenciamento da plataforma e fez uma contribuição significativa para a boa execução dos ensaios. Além disso, ele também desempenhou um papel importante para ajudar a tripulação da Marinha francesa plenamente se familiarizar com o navio antes de se fazer ao mar.

“Estes primeiros resultados são extremamente positivos e vão nos ajudar a oferecer aos nossos clientes de exportação elevados níveis de desempenho”, disse Vincent Martinot-Lagarde. “Ao demonstrar a alta qualidade do nosso trabalho, todo o processo foi validado.” Um marco importante foi alcançado com estes testes bem sucedidos, que são mais uma prova de que a fragata FREMM da DCNS é uma solução extremamente promissora e competitiva.

Um grande programa para a DCNS e parceiros

No âmbito do programa FREMM, a DCNS vai construir 12 navios: 11 para a Marinha Francesa e um para a Marinha Real Marroquina. As fragatas FREMM são os navios mais tecnologicamente avançados e com preços competitivos no mercado mundial. Estes navios de guerra fortemente armados estão sendo construídos pela contratada principal DCNS para transportar armas e sistemas no estado-da-arte, incluindo o radar multifunção Herakles, mísseis de cruzeiro MdCN, mísseis antiaéreos Aster, mísseis Exocet MM40 anti-navio e torpedos MU90.

As fragatas FREMM multimissão são projetados para responder a todos os tipos de ameaças com inigualável flexibilidade, interoperabilidade e disponibilidade. Como demonstrado pelo contrato de exportação com a Marinha Real Marroquina, eles também são projetados para atender às necessidades e expectativas das marinhas de clientes internacionais.

Dados técnicos da FREMM:

  • Comprimento: 142 metros
  • Largura: 20 metros
  • Deslocamento: 6.000 toneladas
  • Max. Velocidade: 27 nós
  • Tripulação: 108 (incluindo pessoal de helicóptero)
  • Alojamento: 145 homens e mulheres
  • Alcance: 6.000 milhas náuticas a 15 nós

FONTE: DCNS

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