Quem vai substituir o “velho” Parnaíba?

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O Monitor Parnaíba é o navio mais antigo da Marinha do Brasil, tendo sido incorporado em 1938. O navio foi completamente modernizado em 1998/99, recebendo inclusive um convés de vôo capaz de operar helicópteros do porte do Esquilo e do Jet Ranger.

Talvez por falta de conhecimento sobre o navio e sobre o ambiente onde ele deve operar, muitos aqui no Blog e em outras páginas na Internet “malham” constantemente o Parnaíba, em seus comentários sobre a obsolescência dos equipamentos militares, a falta de recursos e o descaso com as nossas Forças Armadas.

Então vamos às perguntas:

  • Quem vai substituir e como deve(m) ser o(s) substituto(s) do Parnaíba?
  • O que você espera de uma navio desse tipo?
 

Pará, o último destróier da MB

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Na última enquete de 2008 do BlogNaval, perguntamos: Se o recém desativado Contratorpedeiro Pará (D27) fosse transformado em museu, qual seria a melhor localização para o navio?

A cidade de Santos recebeu 22% do total de 1.863 votos; o Rio de Janeiro ficou com 21% e Belém do Pará, 19%.

 

Vox blog, vox Dei: S-3 Viking

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Na nossa última enquete perguntamos aos leitores: Qual seria a melhor opção de aeronave AEW/COD para a Marinha do Brasil?
47% votaram no S-3 Viking, 33% no S-2T Turbo Tracker e 10% em helicópteros Sea King adaptados. 9% votaram no helicóptero russos Ka-31.
Nas fotos, um S-3 Viking em detalhe. Notar o estado de conservação do avião.

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… segundo a opinião de 1.111 leitores do Blog Naval, que votaram na última enquete. O Rafale recebeu 42% dos votos, o F/A-18E 28%, o Su-33 10%, o F-35B 7%, o MiG-29K 4% e o Tejas Naval 3%. Somente 6% dos leitores votaram pelo fim da aviação embarcada de asa fixa na MB.

Dois protótipos do Rafale operaram no PA Foch (hoje NAe São Paulo), na fase inicial de testes (na foto acima, o avião decola da catapulta de vante do Foch).
O protótipo M01 realizou os primeiros testes a bordo em 1993, com o primeiro pouso ocorrendo no dia 19 de abril daquele ano. A primeira decolagem ocorreu no dia seguinte.
O protótipo M02 realizou operações no Foch no período de 27 de janeiro a 4 de fevereiro de 1994, junto com o M01, na segunda fase de testes.
A terceira fase de testes a bordo foi realizada somente pelo M02, começando no dia 17 de outubro de 1994 e compreendendo 3 semanas no total. Foram realizados 28 lançamentos do Rafale, incluindo 2 à noite.
O peso de decolagem do avião foi limitado a 16.500kg para lançamento a partir do Foch. O peso máximo de operação é de 21.500kg.
Para resolver o problema do pequeno comprimento das catapultas do Foch (50m contra 75m dos NAe americanos) foi instalado um mini ski-jump com 1º 30′ de inclinação, na extremidade da catapulta, possibilitando uma compensação de velocidade de 20 nós (37km/h) ou 2.000kg de carga extra.

 

Vox blog, vox Dei

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A última enquete do Poder Naval perguntou aos leitores: “Qual deverá ser o futuro navio-aeródromo da MB?”.
33% votaram na opção “Dois navios de 20.000t com jatos STOVL e helicópteros” e 27% em “Um navio do porte do São Paulo, com aeronaves CTOL”.
22% escolheram “Nenhum. Não temos orçamento para operar um navio-aeródromo”.
O NAe São Paulo, ausente da Operação Atlântico, ainda está em reparos no AMRJ, esperando a recolocação de um de seus eixos propulsores.
Quase todos os seus aviões A-4KU Skyhawk, operados pelo Esquadrão VF-1, também estão parados à espera de motores.
A falta de recursos da Marinha para manter sua aviação embarcada, está colocando a perder todo o investimento inicial feito nos pilotos, treinados na US Navy, ao custo de quase US$ 1 milhão cada um.
A opção por construir-se dois navios-aeródromos menores de 20.000t (mesmo porte do antigo NAeL Minas Gerais), evitaria o problema de depender de apenas um navio-aeródromo, que pode estar parado justamente quando mais se precisa dele.

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Guarda Costeira

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Terminamos mais uma enquete do Poder Naval, com a pergunta: “O Brasil deveria criar uma Guarda Costeira, deixando a Marinha com as tarefas eminentemente de combate?”.
Até o fechamento deste post, foram 600 votos, sendo 75% deles a favor da criação de uma Guarda Costeira para o Brasil e 25% contra.
Na década de 1980, o então Ministro da Marinha Alte. Maximiano, propôs a criação da Guarda Costeira, pois tinha convicção de que o poder de polícia no setor marítimo, fluvial e lacustre vinha sendo exercido pela Marinha de forma precária.
A controvertida tentativa do Alte Maximiano não obteve êxito: seus sucessores e com eles a maioria esmagadora da Marinha, se opuseram ao projeto, que foi retirado do Congresso para “novos estudos” e, a partir daí, esquecido.
Sendo assim, a Marinha continua empregando seus minguados recursos, que poderiam ser usados na modernização de seus navios de guerra e aeronaves, na construção de mais navios-patrulha, que têm pouquíssimo valor militar.

 

Vox populi, vox Dei: FREMM e Barroso

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Na segunda enquete do Poder Naval, que perguntou aos leitores “Qual deverá ser a futura classe de escoltas da MB?”, a classe franco-italiana de fragatas FREMM venceu, com mais de 50% dos votos, vindo a “Barroso melhorada” em segundo lugar, com 17% dos votos.
Tomara que Ministério da Defesa e o Comando da Marinha tenham a mesma opinião… ;-)

Abaixo, um vídeo das FREMM italianas:

 

Democracia: o submarino nuclear venceu

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Encerramos hoje a primeira enquete do Poder Naval que teve início no dia 24/8, com a seguinte pergunta: “Qual deveria ser a prioridade de investimentos da MB?”
Do total de 572 votos de leitores do Poder Naval, 217 foram para o submarino nuclear nacional, 99 para submarinos convencionais com AIP, 98 para novas escoltas de 6.000t, 57 para o navio-aeródromo São Paulo e seus A-4, 61 para navios-patrulha com mísseis e 40 para mais Barrosos.
Agora demos início a outra enquete sobre a futura escolta de 6.000t da MB. Leia os textos que foram publicados sobre cada classe candidata e vote na sua preferida!