QG Airsoft

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Clicando na foto acima, pode-se ver os navios da Frota do Mar do Sul da Marinha Chinesa (PLA Navy). Os gastos militares chineses aumentaram 14,5% este ano e a construção de navios-aeródromo foi anunciada pelo Governo. A China deseja ter porta-aviões pelas seguintes razões: prestígio, projeção do poder nacional, proteção das linhas de comunicação marítimas e futuras necessidades estratégicas.
Na foto aparecem, da esquerda para a direita, os seguintes navios: SSBN 094, escoltas 052C, 054A, 052B  e o LHD “Yuzhao” (Type 071).

 

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mapgreeceturkeyA maior operadora de submarinos IKL-209 é a Turquia, com 14 unidades na ativa. São seis navios da classe “Ay” (U209-1200), quatro da classe “Preveze” (U209-1400) e quatro “Gür” (U209-1400 Mod), estes últimos muito parecidos com o Tikuna brasileiro.

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Boa parte dos submarinos turcos foi construída localmente, com pacotes de materiais e assistência fornecidos pela Alemanha. Os últimos oito IKL-209/1400 são equipados com o míssil antinavio Sub-Harpoon.

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A Grécia, tradicional rival, também possui 8 submarinos 209s e está construindo localmente três Type 214. A Turquia, por sua vez, também encomendou 6 unidades do 214, em 2006.

 

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A Marinha dos EUA ressaltou seu compromisso de adquirir 55 navios de combate litorâneo (LCS), mas com cortes nos custos de produção.
Um serviço de pesquisa do Congresso Americano estima que o Programa LCS e seus pacotes de missão custarão quase US$ 30 bilhões, bem além do que foi calculado incialmente.
Cada LCS foi estimado em US$220 milhões, mas tanto o LCS-1 da Lockheed e o LCS-2 da General Dynamics custaram cerca de US$ 550 milhões cada um.

 

Um gigante de costas para o mar

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A sociedade brasileira está de costas para o mar. Fomos colonizados por Portugal, que tem uma sólida tradição marítima, mas nossa mentalidade continua continental, ao longo dos séculos.
A vocação natural do Brasil é negada, pois não temos uma governança costeira e as ações governamentais para o mar são fragmentadas.

As duas Guerras Mundiais do século passado mostraram ao Brasil sua vulnerabilidade, com o afundamento na última, por submarinos do Eixo, de pelo menos 35 navios brasileiros e a morte de mais de 1.400 brasileiros. A Marinha do Brasil perdeu três navios e 486 homens.
A dependência do Brasil em relação ao mar cresceu exponencialmente desde então, com a exploração do petróleo em alto mar e o imenso avanço no comércio marítimo de exportação.

No entanto, a cada ano vemos o declínio do Poder Naval brasileiro e a inércia dos governos democráticos para reverter a situação de precariedade da Marinha do Brasil.
O gigantismo nos lucros da Petrobras e os investimentos na área do Pré-Sal não redundaram em investimentos na Esquadra, que continua com seus royalties do Petróleo bloqueados pela União, desde o Governo FHC.

Os últimos anos de crescimento da economia brasileira também não foram suficientes para que o Governo se sensibilizasse e liberasse os royalties para aliviar a situação de penúria das forças navais brasileiras.
Desde o Comando da Marinha anterior que se aguarda uma decisão do Governo sobre a aprovação do Plano de Reaparelhamento de apenas R$ 6 bilhões, para ser empregado ao longo de 20 anos pela Força Naval.

Agora que se sabe que crise econômica e financeira mundial não é apenas uma “marolinha”, os planos de reequipamento da Marinha e a recém-divulgada Estratégia Nacional de Defesa estão no “paredão”.
O acordo sobre os submarinos assinado com a França está sob ameaça, pela dificuldade de se encontrar financiamento para o negócio, de R$ 8,5 bilhões.

Mas, como diz o adágio popular, “há males que vêm para bem”. A Estratégia Nacional de Defesa, primeiro documento do tipo no Brasil, prioriza na parte naval a negação do uso mar, através dos submarinos, em detrimento do controle do mar.
Seria uma versão brasileira das estratégias da Marinha Alemã na Segunda Guerra e da Marinha Soviética, na Guerra Fria, que investiram pesadamente em submarinos, em detrimento de navios-aeródromo e escoltas.

Adotar essa estratégia naval significa abrir mão do controle do mar no Atlântico Sul, deixando para outras potências navais essa tarefa (4ª Frota?).
Essa estratégia vai contra todo o esforço de administrações navais anteriores que queriam o Brasil dotado de uma “Marinha de Águas Azuis”, apta a realizar ações de controle do mar.

Talvez a atual crise forneça tempo para que a Estratégia Nacional de Defesa seja melhor discutida pela sociedade e que alguns pontos sejam revistos.
O Brasil não pode continuar de costas para o mar e ainda, quando começa a voltar-se para ele, pensar em apenas ficar sob as ondas. O Brasil precisa de uma Marinha que seja capaz também de garantir nossa segurança sobre o mar, pois as crises mundiais, econômicas e energéticas, sempre existirão e, conseqüentemente, os conflitos também.

 

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A Casa Branca pretende cortar de 6 a 8 grandes programas de Defesa, no QDR deste ano. Alguns cortes estão sendo considerados ao mesmo tempo em que o Secretário de Defesa Robert Gates prepara o orçamento de 2010.
Enquanto alguns grupos tentam proteger determinados programas, a Marinha dos EUA estaria disposta a abrir mão de um navio-aeródromo e de sua ala aérea embarcada.
Com a desativação do Kitty Hawk e o adiantamento da desativação do Enterprise, em 2012, a US Navy ficará com 10 NAes, mas aplicando-se a “regra do 1/3″, segundo a qual um terço dos navios sempre está indisponível (por reparos, reabastecimento, treinamento ou trânsito), os EUA poderão contar com apenas 6 NAes o tempo todo.

 

RIO – O comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto, defendeu ontem a Estratégia Nacional de Defesa das críticas feitas por generais em um documento apresentado anteontem na reunião do Alto Comando do Exército. Embora tenha dito que só teve conhecimento da carta assinada por três integrantes da alta cúpula do Exército por meio da imprensa, Moura Neto discordou e classificou o plano como um “alento” para os militares. Para o comandante da Marinha, ao contrário do que argumentam os generais, não faltou consenso para a aprovação do plano, que, segundo ele, “foi exaustivamente discutido” com as três Forças Armadas.
“Esse documento (o plano) não foi feito à revelia (dos militares). Foi feito com a participação das três Forças, que discutiram muito e houve grandes mudanças desde o primeiro documento até o definitivo”, disse Moura Neto, durante a apresentação do novo navio hidro-oceanográfico da Marinha, no Rio.
O comandante refutou a ideia de que o plano nacional de defesa tenha sido imposto pelos ministros Nelson Jobim (Defesa) e Mangabeira Unger (Secretaria de Assuntos Estratégicos). “Absolutamente não. Isso foi feito num grupo de trabalho. Tudo foi muito discutido no âmbito das Forças Armadas”, afirmou.

FONTE: O Estado de S. Paulo.

 

Exibido em 24/01/2009, o Globo News Painel, apresentado pelo jornalista William Waack, tratou sobre a END – Estratégia Nacional de Defesa, com a participação do Professor Dr. Salvador Raza, jornalista Roberto Godoy e o cientista político Luciano Dias. Acesse os vídeos do debate no Blog ForTe:

http://www.forte.jor.br/

 

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Com diversas partes do navio já em construção há três anos, a Índia finalmente deverá realizar a cerimônia de batimento de quilha de seu primeiro Navio-Aeródromo construído localmente, no estaleiro de Kochi. Segundo o comandante da Marinha Indiana, Almirante Sureesh Mehta, a quilha será batida neste sábado, dia 28 de fevereiro.

As estimativas são de que o navio, com deslocamento de 40.000 toneladas, deverá ser lançado em 2011, após mais dois anos de trabalho. Segundo o The Times of India, a Marinha Indiana espera contar, por volta de 2015, com três porta-aviões operacionais.

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Fonte: The Times of India

Nota do Blog: confirmando-se a intenção revelada pelo The Times of India, de que a Marinha Indiana pretende contar com três porta-aviões operacionais em 2015, pode-se especular que o atual INS Viraat, ex-HMS Hermes, vai ser mantido em atividade por mais alguns anos após a incorporação do INS Vikramaditya (ex-Admiral Gorshkov) e deste primeiro NAe construído localmente, o INS Vikrant. Vale lembrar que Vikrant é o mesmo nome do primeiro NAe operado pela Índia,  hoje um navio-museu (ex-HMS Hercules, da classe Majestic – similar à classe Colossus do nosso saudoso Minas Gerais). Outra leitura possível é de que um segundo NAe planejado para ser construído localmente seja terminado já em 2015, recebendo o mesmo nome do atual INS Viraat. Mas a previsão inicial para esta segunda hipótese tem sido divulgada como 2018.

Clicando nas imagens abaixo, você pode comparar os futuros INS Vikrant e INS Vikramaditya com alguns de seus congêneres.

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A foto acima mostra o HMS Bulwark deixando sua base em Devonport para capitanear uma das maiores forças-tarefas da Royal Navy (Marinha Real Britânica) dos últimos anos, a Taurus 09. Conforme noticiado pela RN no último dia 18 de fevereiro, a operação requereu um ano e meio  de planejamento, e visa manter a capacidade do Reino Unido de operar junto a seus principais parceiros e aliados da OTAN e de outros países, em missões de segurança marítima, guerra antisubmarina e anfíbia.

A primeira fase da operação será no Mediterrâneo, incluindo um exercício de desembarque anfíbio em Chipre. Na segunda fase, parte da força de 12 embarcações (oito da Marinha Real, além de um destróier da U.S. Navy, uma fragata francesa e dois submarinos nucleares) seguirá pelo Canal de Suez com destino a um exercício multinacional nas selvas de Brunei, incluindo operações fluviais a serem conduzidas em conjunto com a Marinha de Bangladesh, na primeira interação do tipo em mais de uma década. Na soma total, mais de 3.300 militares tomarão parte nas diversas operações, e espera-se que a força-tarefa navegue 20.400 milhas náuticas. O retorno ao Reino Unido é esperado para Agosto deste ano.

As seguintes unidades britânicas compõem a força:

HMS Bulwark -  Landing Platform Dock – LPD (navio de desembarque-doca)
HMS Ocean - Landing Platform Helicopter – LPH (navio de assalto anfíbio  com convoo para helicópteros)
HMS Argyll
- fragata Type 23
HMS Somerset – fragata Type 23

Navios de apoio:
RFA Mounts Bay
RFA Lyme Bay
RFA Wave Ruler
RFA Fort Austin

Demais unidades (fuzileiros, mergulhadores, esquadrões aeronavais, esquadrões da RAF, apoio):
40 Cdo Royal Marines
539 Assault Squadron Royal Marines
820 Naval Air Squadron
847 Naval Air Squadron
857 Naval Air Squadron
Fleet Diving Unit

Commando Helicopter Force
RAF Support Helicopter Force Chinooks

Fonte e foto: Royal Navy

 

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) planeja enviar uma nova frota militar nos próximos meses para combater a pirataria ao largo da Somália, informou ontem a aliança atlântica.
Em novembro, a Otan enviou quatro navios às águas da Somália e ao Golfo de Áden para reprimir os piratas, que estavam sequestrando navios mercantes, numa das rotas marítimas mais utilizadas do mundo.

Fonte: Agência Estado

 

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O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) está preparando uma espécie de “PAC das hidrovias” com investimentos de até R$ 18 bilhões. Segundo o diretor-geral do órgão, Luiz Antonio Pagot, estão sendo feitos estudos para ampliação e instalação de três grandes hidrovias. Esses documentos deverão ser apresentados à ministrada Casa Civil, Dilma Rousseff, até o final do próximo mês.

A principal obra, avaliada entre R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões, é a ampliação da Hidrovia Tietê-Paraná. Segundo Pagot, a ideia é ampliar o trecho navegável dos atuais 800 quilômetros para 2 mil quilômetros em um prazo de 4 anos. “Para isso, teremos que fazer 12 eclusas e a capacidade de transporte de carga aumentaria de 5 milhões para 30 milhões de toneladas por ano, sem dizer que a hidrovia terminaria a uma distância de 150 quilômetros do Porto de Santos”, disse Pagot.

Atualmente, um carregamento transportado pela Tietê-Paraná tem de percorrer, pelo menos, 310 quilômetros para chegar ao cais santista.

A segunda obra que está sob análise é a ampliação da Hidrovia do Tocantins. Atualmente, o DNIT está construindo nesta hidrovia a eclusa de Tucuruí, que dará ao rio 700 quilômetros navegáveis. O novo projeto, além deste que está sendo executado, prevê a futura construção de mais três eclusas, elevando a distância navegável para 2,2 mil quilômetros.

Segundo Pagot, o investimento para essas três novas eclusas é estimado em R$ 2,1 bilhões. Com as novas obras, a capacidade de transporte subiria de 300 mil toneladas por ano para algo entre 3 milhões a 5 milhões de toneladas anuais.

O terceiro projeto trata da implantação da hidrovia Teles Pires-Tapajós, que demandaria investimentos de R$ 5 bilhões para ampliar a navegabilidade do rio de 300 quilômetros para 1,5 mil quilômetros.

Fonte: Agência Estado, via Santos Export Foto: Nunão – rio Tietê, próximo à cidade de Barbosa, Noroeste do estado de SP. Poucos quilômetros rio abaixo encontra-se a represa Nova Avanhandava e,  mais algumas dezenas de quilômetros adiante, fica o encontro com o Rio Paraná.

Nota do Blog: a continuidade da integração do transporte fluvial ao marítimo é fundamental para o desenvolvimento e traz reflexos ao grande “guarda-chuva” que abriga as diversas aplicações do Poder Naval. Apenas um questionamento, no caso da Tietê-Paraná: é realmente factível um prazo de 4 anos para quase triplicar a extensão navegável atual?

 

Petrobrás terá US$ 10 bilhões de banco para exploração na bacia de Santos

A negociação para a concessão de empréstimo de US$ 10 bilhões da China para a Petrobrás deverá ter um capítulo decisivo amanhã, com a chegada ao Brasil do vice-presidente Xi Jinping, que trará em sua comitiva o representante do China Development Bank (CDB), a instituição financeira dona do dinheiro do provável financiamento.
O embaixador da China no Brasil, Chen Duqing, disse que o acordo entre a estatal e o CDB poderá constar de um dos memorandos de entendimento que serão assinados entre os dois países durante a visita de Jinping.
Mas caso o negócio seja realmente aprovado – como tudo leva a crer – os detalhes finais só serão anunciados durante a visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará a Pequim em maio.
A Petrobrás e o banco chinês negociam a concessão do empréstimo desde novembro. O principal objetivo da linha de crédito é financiar a exploração das reservas de petróleo na camada pré-sal, na Bacia de Santos.
Segundo maior consumidor de energia do mundo, o país asiático receberia o pagamento por meio da entrega de petróleo. As principais divergências entre as partes, de acordo com informações obtidas pelo Estado, dizem respeito às taxas de juros que incidirão sobre o financiamento.
“Neste momento crítico de crise mundial, países em desenvolvimento como o Brasil e a China têm que cooperar para superar as dificuldades”, ressaltou Chen.
Não é apenas no Brasil que a China busca garantir suprimento de energia. Ontem, a Rússia anunciou que receberá financiamento de US$ 25 bilhões do CDB e que entregará em troca 300 mil barris de petróleo por dia pelos próximos 20 anos.
Além do memorando de entendimentos com a Petrobrás, o presidente do Conselho de Administração do CDB, Jiang Chiaoliang, vai assinar acordos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Itaú, pelo qual o banco privado brasileiro vai repassar uma linha de crédito de US$ 100 milhões da instituição chinesa.
Roberto Dumas Damas, representante do Itaú na China, disse que o documento que será assinado amanhã define os “termos e condições” do acordo e que a liberação dos recursos ainda depende da análise de documentos, que deverá estar concluída em seis meses.
Esses recursos serão destinados a projetos que tenham alguma relação com a China, afirma Damas. Atualmente, o tipo de operação que o banco percebe o maior volume de demanda é a importação de máquinas e equipamentos da China. As taxas de juros serão as cobradas pelo mercado e o prazo dos financiamentos será de 10 anos.

BANCO GIGANTE
O CDB é a versão chinesa do BNDES, com a diferença de que tem um volume de crédito muito superior ao do banco brasileiro. No fim de 2007, o valor dos financiamentos concedidos pelo CDB alcançava US$ 325 bilhões, cifra que supera o Orçamento anual do governo brasileiro. Desses recursos, apenas 0,92% eram destinados a operações fora da China.
Xi Jinping faz parte do restrito grupo de nove dirigentes que integra o Comitê Permanente do Politburo e detém o poder na China. Em 2007, ele foi apontado como provável sucessor do presidente Hu Jintao em 2012. O Brasil é a última etapa de sua viagem à América Latina, que incluiu México, Jamaica, Colômbia e Venezuela.
Na sexta-feira, na Cidade do México, Xi Jinping fez um ataque surpreendente aos estrangeiros que criticam seu país em razão da situação dos direitos humanos e usou um tom tão exaltado que suas declarações foram censuradas pela imprensa oficial de Pequim.
Em discurso durante encontro com a comunidade chinesa no México, Jinping afirmou que os outros países não têm por que se queixar da China. “Em primeiro lugar, a China não exporta a revolução, em segundo, não exporta fome e pobreza e, em terceiro, não cria problema para vocês. O que mais vocês podem dizer sobre nós?”, perguntou, em referência aos estrangeiros.

FONTE: O Estado de S.Paulo/Cláudia Trevisan, PEQUIM

 
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