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‘Big E’ quase pronto para o retorno

O navio-aeródromo USS Enterprise (CVN 65), fotografado na semana passada navegando no Atlântico, em treinamento para as tripulações. O mais velho porta-aviões da Marinha dos EUA está fazendo os preparativos para a sua vigésima primeira comissão.

FOTOS: US Navy

Chegou a Portugal no dia 2 de agosto, o NRP Tridente, primeiro submarino U209PN adquirido pela Marinha Portuguesa.

O moderno submarino de projeto alemão vai substituir quatro submarinos franceses da classe “Albacora” (Daphnè), adquiridos nos anos 1960.

O U209PN na verdade é um Type 214, que reúne as características da classe Type 212 e Type 209. É dotada de propulsão independente da atmosfera (AIP), que aumenta sobremaneira a autonomia e a discrição do submarino, sem a necessidade de usar esnorquel.

SAIBA MAIS:

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O porta-aviões americano USS Harry S. Truman (CVN 75) continua apoiando operações de segurança marítima, na área de responsabilidade da Quinta Frota da Marinha dos EUA. Fotos feitas anteontem.

SAIBA MAIS:

Fotos enviadas pelo leitor Vitor Cardoso, do NAe São Paulo visto do escritório da empresa onde trabalha.

FOTOS: Vitor Cardoso

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O navio-aeródromo francês Foch (R99) da classe “Clemenceau” executando uma curva de alta velocidade, durante o exercício Distant Drum, em 19 de maio de 1983.

Onde estou e que navio da MB movimentei: resposta

Como indica a placa fixada no local, trata-se de um dos hélices do Contratorpedeiro Mariz e Barros (M1 / D 26), da Marinha do Brasil, construído no Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro, sendo a sua quilha batida em 8 de maio de 1937, com lançamento e  batismo em 28 de dezembro de 1940 e incorporação em 29 de novembro de 1943.

O hélice está exposto na Praça “Heróis da Força Expedicionária Brasileira”, ao lado do PAMA-SP (no quadrilátero formado pelas avenidas Brás Leme e Santos Dumont, e ruas Voluntários da Pátria e Aviador Gil Guilherme), em Santana, Zona Norte da cidade de São Paulo.

Apesar de praticamente todos os materiais e equipamentos do mesmo terem sido importados (vale lembrar que a grande siderurgia e a indústria de base no Brasil ainda estava por ser implantada com a construção da CSN em Volta Redonda, no âmbito das negociações Brasil – EUA ligadas à Segunda Guerra Mundial), a construção do Mariz e Barros e dos outros dois “Marcílios”, ou classe “M”, de projeto norte-americano (classe Mahan), representou grandes avanços na construção naval militar no país.

Esta vinha sendo retomada nos anos 30, com as grandes obras na Ilha das Cobras (na Baía da Guanabara – Rio de Janeiro) para o estabelecimento do novo Arsenal (antes restrito ao continente, “apertado” entre o Mosteiro de São Bento e o mar) e a construção dos primeiros navios para a MB, como o monitor fluvial Parnaíba (ainda na ativa) e os navios mineiros (depois corvetas) classe Carioca – ambos projetos nacionais, mas relativamente simples.

Os classe “M” eram muito mais complexos, representando projetos atuais, pois os Mahan ainda estavam sendo incorporados à Marinha dos EUA no final dos anos 30, implicando no aprendizado de modernas técnicas de construção naval, no que se destaca a solda elétrica na maior parte do casco – vale lembrar que essa técnica ainda era nova nos anos 30, e a substituição das estruturas rebitadas pelo emprego generalizado da solda seria o grande marco da construção naval em série na época da Segunda Guerra Mundial, especialmente nos EUA.

Embora o hélice da foto acima seja um equipamento importado, faz uma justa homenagem à primeira classe de navios de guerra realmente modernos (no contexto de sua época) construídos no Brasil no século XX. Uma pena que nenhum navio dessa classe, nem da classe “A” de contratorpedeiros, que lhe sucedeu nas carreiras do AMRJ, tenha sido preservado.

Para saber mais sobre o contratorpedeiro Mariz e Barros, que também se destaca por ter sido  modernizado na década de 1960, incorporando o primeiro lançador de mísseis antiaéreos da força, clique aqui para acessar seu histórico no site “Navios de Guerra Brasileiros” – NGB.

FOTO DA PLACA: Poder Naval (Nunão). FOTOS DO NAVIO via NGB

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Onde estou e que navio da MB movimentei?

Pra quem repara em monumentos colocados em praças e nas suas placas, em meio ao caos das grandes cidades, essa é fácil. Para quem não souber, resposta amanhã (segunda-feira), ao meio dia.

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Dois Super Hornets, dois Jaguar e dois Sea Harriers, sobrevoam o navio-aeródromo indiano INS Viraat, durante a operação Malabar 07. O Viraat é o ex-HMS Hermes, que participou da Guerra das Malvinas quando ainda era da Royal Navy.
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Bons tempos do USS ‘Kitty Hawk’

Foto tirada na comissão de Shakedown do USS Kitty Hawk em 1962, no Caribe, com 12 bombardeiros A-3 a bordo.

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