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No dia 27 de novembro, o Poder Naval Online teve o prazer de visitar o International Maritimes Museum Hamburg.
O grande museu de 9 andares começou com o hobby de um garoto de seis anos, Peter Tamm, que ganhou um pequeno modelo de navio cargueiro de sua mãe. Hoje, aquele modelo faz parte de uma coleção de 36.000 pequenas maquetes e 900 grandes modelos, 5 mil fotos, 120 mil livros e 50 mil planos de construção de navios, numerosos documentos, armas, equipamentos náuticos, etc.
Graças à coleção do Prof. Peter Tamm, hoje a Alemanha possui um dos mais importantes museus marítimos do mundo.
Abaixo seguem fotos de uma pequena parte das miniaturas, que são um interessante exercício de reconhecimento de navios. Em próximos posts, seguirão mais fotos de outras  peças do museu.

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NOTA DO BLOG: Esse post é uma homenagem ao amigo Marcelo “Ostra” Lopes, editor do NMB, que está passando por um momento difícil de sua vida. O Marcelo é um “Peter Tamm” brasileiro, pois em sua casa existe um verdadeiro “museu marítimo”, com muitas maquetes e uma imensa biblioteca naval. Amigos Marcelo e esposa Fabiana, não desistam, estamos com vocês, mesmo distantes!

 

Submarino esnorqueando

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Atendendo a um pedido de um leitor deixado nos comentários, aí vai uma foto mostrando um submarino holandês da classe Walrus, usando o snorkel (ou esnorquel) para recarregar suas baterias. O snorkel é o quarto mastro que aparece da esquerda para a direita na foto. Segue a definição de “esnorquel” (na letra E) encontrada no glossário do Poder Naval:

“Componente comum num submarino diesel-elétrico, tem como objetivo a entrada de ar sem que haja a necessidade do submarino vir à superfície para renová-lo, além de recarregar as baterias do sistema propulsor elétrico. Os equipamentos atuais possuem sensor do tipo MAGE que permite alertar o submarino quando este estiver sendo detectado por radares.”

Observar a fumaça produzida pelos motores diesel.

 

Navios russos em manobras com a Venezuela

O cruzador Peter Velikiy e o destróier Admiral Chabanenko, em operações conjuntas com a Marinha e Força Aérea da Venezuela.

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A classe “Nakhoda Ragam” (F2000) de navios-patrulha offshore (OPV) foi construída para a Marinha Real de Brunei pela BAE Naval Systems. São três navios:

  • KDB Nakhoda Ragam 
  • KDB Bendhara Sakam
  • KDB Jerambak

O contrato foi adjudicado à GEC-Marconi em 1995 e os navios foram lançados em janeiro de 2001, junho de 2001 e junho de 2002, no estaleiro Scotstoun, da então BAE Marine Systems.
Mas na data da entrega, o cliente se recusou a aceitar os navios e os contratos passaram a ser objeto de litígio e colocados sob um Tribunal Internacional de Arbitragem.
Vários são os motivos apontados para a recusa dos navios, entre eles divergências sobre o preço final, número insuficiente de marinheiros para operá-los na Marinha de Brunei e a falta de preparo do pessoal para operar alguns equipamentos de bordo.
Quando a disputa foi resolvida, os navios foram entregues à Royal Brunei Serviços Técnicos, em junho de 2007. A Marinha Real de Brunei ainda tenta vender os navios, em vez de comissioná-los. A Malásia quase os comprou, mas o alto preço impediu o negócio. Outras marinhas também demonstraram interesse, mas alguns equipamentos a bordo necessitam de licença do Governo Britânico para venda.
Na parte eletrônica, os navios são bastante sofisticados. Possuem um sistema de comando e controle Nautis II, MAGE Cutlass 242 (ESM), ECM Jammer Scorpion, lançadores Super Barricade de chaff/flare, alça eletroóptica Radamec 2500, sonar de casco de média freqüência Thales Underwater Systems TMS 4130C1, radar de busca combinada 3D BAE Systems Insyte AWS-9 3D, dois radares de direção de tiro BAE Insyte 1802SW, radar de busca de superfície Thales Nederland Scout e radar de navegação Kelvin Hughes Type 1007.
Os navios são armados com mísseis MBDA Exocet Block II e mísseis antiaéreos MBDA Seawolf VLS. Como armamento de tubo têm um Oto Melara 76 milímetros, levam também dois tubos triplos de torpedos anti-submarino de 324mm e possuem um convôo para operação de um helicóptero.
As “Nakhoda Ragam” deslocam 1.940t, têm comprimento de 95m, boca de 12,8m e fazem 30 nós de velocidade, movidas por 4 motores diesel e dois eixos.

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Hora do banho

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As fotos mostram o sistema de aspersores (sprinklers) em funcionamento a bordo do navio-aeródromo USS Ronald Reagan (CVN 76). Os sprinklers entram em ação para lavar o convés de vôo, depois de um ataque nuclear ou biológico.

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A classe “Houbei” (Tipo 022) (a pronúncia do nome da classe talvez tenha a ver com a fama chinesa de copiar sem licença) de navios patrulha rápidos lança-mísseis é a mais nova da PLAN (Marinha do Exército de Libertação Popular) da China. O primeiro navio foi lançado em abril de 2004, pelo estaleiro Qiuxin em Xangai. Estes navios incorporam características stealth e casco catamarã.

Assim como várias marinhas estão se preparando para lutar em teatros litorâneos, a China desenvolveu essa classe para a mesma tarefa, para atuar no estreito de Taiwan.

Segundo algumas fontes, o design da classe “Houbei” teve auxílio da empresa  AMD Marine Consulting da Austrália, muito experiente em projetos de catamarãs para transporte.

O uso de um grande número destes pequenos navios, em um ambiente saturado por guerra eletrônica, pode por em risco navios inimigos muito maiores, por causa da sua grande mobilidade e da capacidade de lançar mísseis antinavio em salvas, contra uma força-tarefa hostil.

  • Deslocamento: 220 toneladas full load
  • Comprimento: 42,6 m
  • Boca: 12,2 m
  • Calado: 1,5 m
  • Velocidade: 36 nós
  • Armamento:
    • Mísseis antinavio: 8 C-801/802/803
    • Mísseis antiaéreos: 12 MANPAD
    • Canhões: um KBP AO-18 de 6 canos de 30 mm (AK-630) ZEERI
  • Propulsão: 2 motores diesel de 6.865 hp com 4 propulsores waterjet da MARI
  • Sensores:
    • Busca de superfície: um Type 362
    • Navegação
    • Alça Eletroóptica: HEOS 300

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Salvamento aéreo em submarino

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As fotos mostram um exercício arriscado de treinamento, para resgate de tripulantes do submarino canadense HMCS Windsor, Type 2400, por um helicóptero CH-124 Sea king.

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Vikramaditya na água

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Fotos do navio-aeródromo INS Vikramaditya (ex-Admiral Gorshkov), de 45 mil toneladas, feitas no dia 25/11. A promessa agora é entregar o navio até 2011. Os pilotos navais indianos já estão treinando no MiG-29K na Rússia.

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Agulha no palheiro

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A foto da Royal Navy mostra os periscópios de um submarino aparecendo rapidamente em alto mar.
Em operações de ataque a alvos de superfície, os modernos submarinos podem realizar ataques somente usando o sonar passivo, mas muitas vezes a confirmação via periscópio é necessária.
Pelo periscópio é possível estabelecer o curso exato do alvo, a distância e o ângulo do alvo (aspecto). E isso tudo num piscar de olhos, sem que seja possível à presa detectá-lo a tempo, já que os periscópios possuem um sistema MAGE (ESM) de alerta radar, acoplado ou num mastro auxiliar.
Ultimamente também têm sido incorporados mastros optrônicos, dotados de telêmetro laser, sensores IR e de TV, que permitem a gravação digital das imagens.

 

O “Minas” nos seus tempos de glória

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A rara fotomontagem acima mostra o NAeL Minas Gerais com os P-16A Tracker do 1o. GAE da FAB. A foto nos foi enviada por Jacilene Oliveira , cujo tio, Jacio Luiz Ferreira da Silva, serviu no querido NAeL e teve sua carreira interrompida prematuramente, por causa de um acidente.
Agradecemos à Jacilene e publicamos a foto, em homenagem ao glorioso NAeL Minas Gerais e ao seu tio.

NOTA DO BLOG: Essa foto nos faz lembrar que a MB já teve um dia um navio-aeródromo que funcionava…

 
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