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Destróieres Tipo 42 e Ark Royal aguardando destino, após desativação

Reparar, na foto de cima, que as torretas dos canhões de 4,5 polegadas Mk8 foram retiradas dos navios vistos mais à frente, que deram baixa da Marinha Real Britânica (Royal Navy). Já a torreta do recém desativado Gloucester, visto na foto logo abaixo, ainda está instalada. Mas o indicativo do casco não aparece mais.

Atrás do ex-Gloucester, aparece o também desativado navio aeródromo Ark Royal. Há notícias de que este último poderá ser adquirido por um comprador privado chinês, que diz pretender utilizar o navio como um espaço para exposições. Se bem que um navio aeródromo russo foi comprado, no passado, com uma desculpa muito parecida. E não foi exatamente esse o seu destino…

FOTOS Piet Sinke via Maritime Press Clippings

Como é tradição em operações prolongadas de navios-aeródromo, os tripulantes do Charles De Gaulle formaram para fotos o nome da operação HARMATTAN no convoo, em letras gigantes.

O CdG já alcançou a marca de 220 dias de mar em 9 meses de operação, o que representa 80% do tempo desde que voltou a operar em outubro de 2010.

Veterano da Guerra do Golfo dá baixa da Marinha Real Britânica

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HMS ‘Gloucester’, destróier Tipo 42 creditado com primeiro abate de míssil por outro míssil, deixa o serviço na Royal Navy

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Após 29 anos de serviço, que incluiu uma histórica participação na Guerra do Golfo, o destróier Tipo 42 HMS Gloucester foi descomissionado da Royal Navy (Marinha Real Britânica).

Entre os destaques da carreira do navio, está a participação na chamada Primeira Guerra do Golfo, em 1991. No ano anterior, em 30 de agosto, o Gloucester deixou o Reino Unido para apoiar o embargo das nações unidas contra o Iraque. Em 17 de janeiro de 1991, já na região do Golfo Pérsico, o destróier escoltou os primeiros navios dos EUA a lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk contra o Iraque. Nas primeiras horas da manhã de 25 de fevereiro, enquanto escoltava o encouraçado USS Missouri, da Marinha do EUA que realizava operações de bombardeio com seus canhões de 16 polegadas, próximo à costa do Kuwait, o navio empregou seu sistema Sea Dart em combate.

 

Um míssil iraquiano Seersucker foi disparado contra o Missouri e, em menos de 90 segundos, o Gloucester destruiu o míssil com o disparo de dois mísseis antiaéreos Sea Dart, no que foi creditado como o primeiro engajamento bem-sucedido, num combate marítimo, de um míssil por outro míssil.

O Poder Naval faz uma homenagem a esse veterano com uma seleção de fotos de sua carreira, incluindo uma interessante sequência de municiamento de seus mísseis  Sea Dart, protagonistas do engajamento daquela manhã de 25 de fevereiro de 1991.

FONTE / FOTOS: Royal Navy

USS Fanning escoltando o USS Enterprise, durante o Raide de Doolitle, em 1942.

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O quase cinquentão e o bebezão

O mais novo navio-aeródromo de propulsão nuclear da Marinha dos EUA (USN), o USS George H.W. Bush (CVN 77), passa pelo mais velho, o USS Enterprise (CVN 65).

À esquerda da foto, uma história de pouco mais de dois anos de operações desde o comissionamento, em 10 de janeiro de 2009. À direita, uma história que deverá completar 50 anos desde que o primeiro CVN da Marinha dos EUA foi comissionado, em 25 de novembro de 1961.

O Enterprise é, segundo a USN, o seu mais antigo navio de guerra em atividade. Estima-se que meio milhão de marinheiros já tenham servido a bordo nessas quase 5 décadas de história. Em 2015, o CVN 78, cuja construção foi iniciada em 2009, deverá entrar em operação para substituir o velho CVN 65.

A foto acima, tirada no Mar Vermelho no último 21 de junho, mostra o CVN 77 passando pelo CVN 65 no estreito de Bab el Mandeb. O George H.W. Bush chega à área de responsabilidade da 5ª frota dos EUA para assumir as operações que o Enterprise vinha levando a cabo.

FOTO E FONTE: USN

VEJA TAMBÉM:

Um dia em Kiel

Em Kiel é realizada todos os anos a “Kieler Woche” (em alemão); é um evento em que a base naval, a segunda maior da Alemanha depois de Wilhelmshafen, é aberta para o público em geral.

Além de navios do país anfitrião, muitos países amigos também enviam pelo menos um representante.

Na cidade existem várias atividades como shows de música, competições de regata e além é claro, de muitos comes e bebes!!

Este ano o “Poder Naval” esteve presente pela segunda vez; a primeira vez foi em 2006.

Infelizmente, o tempo de visita foi muito curto; somente das 13h30 às 16h00 era possível entrar num navio; além disso, o número de entusiastas era muito grande, o que resultava em filas para visitar alguns navios; mas o pior de tudo mesmo era a chuva forte!

Pelo lado positivo, conta a organização típica alemã: em todos os piers havia sanitários, stands de informações das forças armadas dos países visitantes e muitas barracas para matar a fome e a sede.
O número de navios abertos e a variedade era muito interessante; o que deixou a dúvida cruel de qual navio visitar. Como o tempo era curto, tivemos que me concentrar nos “exóticos” ou “raros”.

O maior inimigo foi mesmo a chuva: chovia forte a cada 15 minutos. Nesse tempo, corríamos para uma das barracas, e como ficava feio usar a barraca mas não consumir, pedíamos uma pequena cerveja, o menor caneco era o de meio litro! Assim que a chuva passava, visitávamos um navio por uns 45 minutos e voltávamos para uma barraca. E assim foi a tarde toda… no último navio já estávamos meio bêbados.

Para o texto não ficar muito longo: quem quiser informações detalhadas de algum navio, é só procurar na internet. Aqui mesmo vai só o básico.

Em homenagem ao amigo Wagner, fã nr. 1 dos russos, visitamos por primeiro o navio de desembarque “Minsk”, da classe “Ropucha”, construída na Polônia.
O próximo seria a fragata alemã “Schleswig-Holstein”, mas havia uma longa fila e chovia forte. Seguimos em frente e fomos visitar o navio dinamarquês “Absalom”, uma mistura de navio de desembarque com controle de área.

Como já eram quase 16 horas, tivemos que decidir pelo último e havia a possibilidade de visitar o USS Philippine Sea CG 58 ou o USS Mount Whitney LCC 20. Como já havíamos visitado o último em 1991 em Portsmouth, Inglaterra, decidimos pelo cruzador!

De acordo com um oficial, essa era a primeira vaz que um navio americano estaria aberto ao público geral durante uma visita ao exterior, desde setembro de 2001! Sinal dos tempos de um mundo sem Osama Bin Laden. :-)

Além disso estavam presentes a fragata holandesa “De Ruyter” F 804, o também navio tanque holandês ”Zuiderkruis” A 832, o submarino polonês “Kondor”, a fragata francesa “Le Herminier”, entre vários outros menores.

Reportagem e fotos de Coral Sea, Junho de 2011

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Fotos do primeiro navio-aeródromo chinês Shi Lang (ex-Varyag), deste mês. Elas mostram uma versão aperfeiçoada do CIWS Type 730, o lançador de mísseis antiaéreos HQ-10 (FL-3000N), radares 3D Sea Eagle instalados e vários equipamentos de guerra eletrônica. (Clicar nas fotos para ampliar).

Abaixo, o diagrama mostrando a posição das armas e dos sensores.

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PA ‘Foch’ demonstrando poder de fogo

Quando a MB conseguirá fazer uma foto parecida com suas aeronaves e o NAe São Paulo?

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‘Big E’ no Golfo de Aden

O porta-aviões USS Enterprise (CVN 65) fotografado no dia 7 de junho, no Golfo de Aden. O navio realiza operações de segurança marítima na área de responsabilidade da 5ª Frota.

O Enterprise foi o primeiro porta-aviões nuclear do mundo e entrou em serviço em 25  de Novembro de 1961.

FOTOS: US Navy

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