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Parada Naval em despedida ao CEMA

vinheta-exclusivoPor ocasião do retorno da Passex 2010, com o USS ‘Carl Vinson’ e USS ‘Bunker Hill‘, foi realizada no dia 04.03.10, nas proximidades da cidade do Rio de Janeiro, uma parada naval para o AE Álvaro Luiz Pinto, Chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), que assume o cargo de Ministro do Superior Tribunal Militar.

Parada Naval 1 Parada Naval 2 CA Sidonio

Fragata Liberal (F-43) CEMA e ComenCh

Ainda em alto mar as Fragatas, ‘Liberal’ (F-43) e ‘Defensora’ (F-41), o Navio Tanque ‘Alte. Gastão Motta’ (G-23), a Corveta ‘Jaceguai’ (V-31), o Rebocador de Alto Mar ‘Alte. Guilhobel’ (r-25), o Navio Oceanográfico ‘Antares’ (H-40) e os Submarinos ‘Timbira’ (S-32) e ‘Tapajó’ (S-33), se juntaram a ‘Independência’ (F-44), ‘Niterói’ (F-40) e ‘Constituição’ (F-42) e ao Submarino ‘Tikuna’ (S-34).

F44_04.03.10_PII 118 Constituição (F-42) e Antares (H-40) F44_04.03.10_PII 244

Participaram também uma aeronave AH-11A Super Lynx N-4009 e o P-95A 7057 Bandeirulha, da Força Aérea Brasileira.

AH-11A Super Lynx N-4009 F44_04.03.10_PII 102 P-95 Bandeirulha

A parada naval iniciou-se na praia da Barra, percorrendo as praias da zona sul do Rio, vindo a fundear nas proximidades da Escola Naval.

F44_04.03.10_PII 241 Alte Gastão Motta (G-23) Timbira (S-32)

Parada Naval Liberal (F-43) salvas de canhão Defensora (F-41)

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FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

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Exposição fotográfica Fernando Bergamaschi
Iate Clube do Rio de Janeiro
5 a 12 de abril de 2010

Na exposição Design de Imagem que o fotógrafo Fernando Bergamaschi estará apresentando no Iate Clube do Rio de Janeiro de 5 a 12 de Abril próximos, serão expostos trabalhos produzidos durante sua trajetória profissional de 40 anos de atividade como fotógrafo de indústria e publicidade.

A exposição Design de Imagem também marca seu retorno à capital carioca após ter atuado com pleno sucesso nas décadas de 70 a 90. Fernando Bergamaschi exibirá trabalhos produzidos para importantes mídias públicitárias, empresas nacionais e internacionais.

Fernando Bergamaschi – berga@photoindustrial.com

Photography/Illustration Fernando Bergamaschi

Contato:

  • Porto Alegre: +55 51 40638131 – Fax51 32220786 – Cel.51 97116543
  • Rio de Janeiro: +55 21 40627499
  • São Paulo: +55 11 40633213

motorboat aerial

Sites:

Expo Fernando Bergamaschi 5-12 de abril Iate Clube do RJ - foto 3

 	Saar-4-class-fast-attack-craft-Angamos-and-Casma

Duas FAC (fast-attack craft) da Marinha Chilena da classe Saar 4, Angamos e Casma, escoltando o USS Carl Vinson em sua passagem pelo Estreito de Magalhães.

FOTO: US Navy

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HMS Triumph após refit - foto RN

Renovado e mais poderoso, após um período de manutenção de seis anos, o submarino nuclear de ataque HMS Triumph volta ao mar

A Marinha Real  (Royal Navy) informou que o submarino nuclear de ataque HMS Triumph voltou ao mar para provas, (que deverão durar três meses) após um período de manutenção e reabastecimento que durou seis anos, realizado em parceria com a Babcock.

Segundo a Marinha Real, entre as melhorias implementadas incluem-se a instalação do mais recente sistema de sonar e de um novo sistema de comando e controle, além da modernização no sistema de mísseis de cruzeiro Tomahawk. Uma nova rede de computador em figra óptica foi instalada, assim como um sistema melhorado de comunicações via satélite. Instalou-se também uma bomba adicional para esvaziamento mais rápido dos tanques de lastro, assim como realizou-se diversas outras melhorias nas capacidades de segurança e combate a incêndios.

O custo dos trabalhos foi de aproximadamente 300 milhões de libras (por volta de 800 milhões de reais), envolvendo 1.000 pessoas e totalizando 2,75 milhões de horas-homem.  Segundo o informe, trata-se do último período de manutenção e reabastecimento realizado por um submarino da classe Trafalgar, da qual o Triunph é o último dos sete construídos (comissionamento em outubro de 1991).

Características da classe Trafalgar:

  • Deslocamento submerso: 5.200 toneladas
  • Comprimento: 85,4 m
  • Boca: 9,8 m
  • Tripulação: 130
  • Armamento: 5 tubos capazes de disparar torpedos Spearfish e mísseis Tomahawk.

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FONTE / FOTOS: Royal Navy

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Cobertura exclusiva do Poder Naval a bordo da fragata ‘Independência’

vinheta-exclusivoDurante a madrugada chuvosa do dia 1° de março no Rio, enquanto nos dirigíamos para a Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ), na ilha de Mocanguê, da perimetral e depois da Ponte Rio-Niterói, era impossível não ficar hipnotizado por aquele número setenta iluminado na baía da Guanabara.

Começava aí o primeiro embarque do Poder Naval em uma unidade de nossa Marinha, a Fragata Independência (F-44), carinhosamente apelidada de “Léo Pirata” e que seria o nosso lar pelos próximos quatro dias.

Pontualmente as 8h30, o Grupo Tarefa (GT) 138.0 suspendia da BNRJ e começava a operação denominada Passex 2010, a parte brasileira da Southern Seas 2010, que consiste na viagem do USS Carl Vinson e do USS Bunker Hill de Mayport (Florida) para San Diego (Califórnia).
F-42 Constituição BNRJ CF Tito (Imadiato) e CF Wieland (Comandante) USS Banker Hill

USS Carl Vinson USS Carl Vinson USS Carl Vinson

Capitânea do GT, embarcara na fragata Independência o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra (COMDIV1), o CA Cesar Sidonio Daiha Moreira de Souza e seu Estado-Maior, chefiado pelo CF Ferraz (CEM COMDIV1).

CF Wieland e CA Sidonio

O GT 138.0 era formado ainda pelas fragatas Niterói (F 40) e Constituição (F-42), duas aeronaves AH-11A Super Lynx e um UH-12 Esquilo, embarcados respectivamente nas F 40, 44 e 42, e pelo submarino Tikuna (S-34), que representaria o figurativo inimigo no teatro de operações.

Submarino Tikuna “afunda” USS Carl Vinson

No primeiro dia de manobra, no período noturno, entramos em trânsito sob ameaça submarina. Todos os navios seguiam sob silêncio rádio e sem qualquer iluminação. Só era possível observar ao horizonte, as luzes de anti-colisão de um par de SH-60F Sea Hawk, que caçava insistentemente o inimigo. Enquanto uma das aeronaves seguia “dippando” com o sonar de imersão, a outra orbitava nas  próximidades para realizar o ataque com torpedos.

Apesar de todo o esforço do GT, o Tikuna lançou com êxito, de forma simulada, dois torpedos Mk 48 mod 6, “afundando” o USS Carl Vinson.

USS Bunker Hill vai à forra, mas

Durante os dois dias que se seguiram as manobras de guerra ASW, na terça-feira o USS Bunker Hill conseguiu detectar e “afundar” o Tikuna, porém, na quarta-feira, novamente, o Tikuna conseguiu driblar o GT e mais uma vez disparou dois torpedos contra o USS Carl Vinson, atingindo-o mais uma vez.

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Pousando no “Vinson com o Super Lynx

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No segundo dia de embarque, houve a visita do COMDIV1 ao USS Carl Vinson e, pela terceira vez, o Poder Naval esteve a bordo do CVN 70, sendo que agora pousando a bordo com o Lince 01 (AH-11A Super Lynx N-4001).

AH-11A Super Lynx na final para pouso AH-11A Super Lynx pousando Convoo do USS Carl Vinson

Durante o período que estivemos a bordo, pudemos observar a movimentação frenética das aeronaves. Tão logo tocamos o convoo, já observamos o lançamento de um E-2c Hawkeye pela catapulta de vante e ao nosso lado, com a aeronave rotacionando, um F/A-18E Super Hornet já iniciava seu taxi até a catapulta, enquanto que um F/A-18F, aguardava a sua vez.

Observar pela primeira vez um NAe nuclear norte-americano, ao vivo e a cores, é algo que nos parece surreal, na verdade não se sabe para onde olhar, são Hornets decolando, Hawkeyes e Greyhounds estacionados no convoo e a todo momento uma dupla de Sea Hawks passando ao largo do navio em formatura.

F44_02.03.10_PII 071 F/A-18F Super Hornet F/A-18F Super Hornet

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No terceiro dia de manobra,  nosso navio foi alvo de um ataque aéreo realizado por dois AF-1 Falcão, pertencentes ao 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1). Durante este ataque, o navio simulou um dano na sala de máquinas 1, entrando em estado de alerta BRAVO UNO. Rapidamente, a equipe de combate a incêndio corria pelos corredores já com seus equipamentos e mangueiras na tentativa de debelar o incêndio a bordo.

F44_32.03.10_PI 037 Sala de controle em postos de combate Equipe de combate a incêndio

Durante todo o período de embarque, a aeronave AH-11A Super Lynx N-4001 (Lince 01) teve uma longa jornada de voos em proveito da missão, realizando QRPB (Qualificação e Requalificação de Pouso a Bordo) e diversos voos de esclarecimento e ataque diurno e nortuno.

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O DAE (Destacamento Aéreo Embarcado) da fragata Independência contou com a presença do atual comandante do HA-1 (1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque) CF Montenegro, acompanhado do futuro comandante, o CF Muller, do qual tivemos a oportunidade de voar e realizar um pouso a bordo do CVN 70.

F44_02.03.10_PI 036 AH-11A Super Lynx N-4001 realizando QRPB F44_01.03.10 144

No terceiro dia, já com o tempo sensívelmente melhor, acompanhamos as operações aéreas do VF-1 com Vinson, que mesmo sem haver aproximações com “toque e arremetida”, este tipo de exercício é de suma importância para o Esquadrão e seus pilotos, visando o breve retorno as operações aéreas no NAe São Paulo.

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A Passex 2010 encerrou-se na noite de quarta-feira (03.03), quando o USS Carl Vinson e USS Banker Hill partiram para realizar exercícios com as marinhas do Uruguai e Argentina, antes de participar novamente de uma ação de ajuda humanitária, desta vez no Chile por ocasião do terremoto que atingiu este país.

Ainda na noite de quarta-feira, durante o jantar oferecido na Praça d’Armas, fomos gentilmente presenteados, pelo CA Sidonio, com um exemplar do livro Poder Naval e uma camiseta da 1ª Divisão da Esquadra, seguido pelo CF Wieland, Comandante da fragata Independência, com um belo boné da F-44 e uma camiseta com a inscrição FINDEP F 44.

Poder Naval MB Dedicatória CA Sidonio

CF Tito, Wiltgen e CF Wieland

Na manhã seguinte, retornamos ao Rio de Janeiro em Parada Naval, por ocasião da despedida do serviço ativo na Marinha do VA Álvaro Luiz Pinto (CEMA) e que contou com a presença do VA Eduardo Monteiro Lopes (ComemCh), ambos a bordo da Fragata Liberal (F-43).

A Parada Naval contou com os seguintes meios da Esquadra: NT Alte Gastão Motta (G-23), Fragata Independência (F-44), Fragata Niterói (F-40), Fragata Constituição (F-42), Corveta Jaceguai (V-31), Navio Hidrográfico Antares (H-40), Rebocador de Alto Mar Alte Guilhobel (R-25) e os submarinos Timbira (S-32), Tapajó (S-33) e Tikuna (S-34), além da Fragata Liberal (F-43).

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao CA Sidonio (COMDIV1), pela atenção dispensada com este “marujo de 1ª viagem”, ao CF Ferraz (CEM COMDIV1) que não poupou esforços para a realização desta cobertura, ao CF Wieland (Comandante) e CF Tito (Imediato) pela paciência e hospitalidade que nos receberam a bordo do “nosso” navio, ao CC Coelho Rangel e a todos os oficiais e praças, que não mediram esforços em esclarecer as dúvidas e a atender as mais diversas solicitações para fotografar todas as fainas realizadas durante o embarque. Agradecemos também ao editor do site Rota Aérea, Rafael Sayão, pela parceria.

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sistemas lançadores MK 41 - foto Lockheed Martin

Assinado com a Lockheed Martin, o contrato envolve sistemas para navios da Marinha dos EUA e outras, podendo chegar a US$ 104 milhões.

Nesta quarta-feira, 10 de março, a Marinha dos Estados Unidos (U.S. Navy) concedou à Lockheed Martin um contrato no valor de 17 milhões de dólares para serviços de projeto de engenharia referentes aos sistemas de lançadores verticais de mísseis (VLS) MK41, que equipam as classes Ticonderoga de cruzadores e Arleigh Burke de destróieres.

O contrato combina compras para a Marinha dos EUA e oito marinhas aliadas sob o programa FMS (Foreign Military Sales), e inclui integração de mísseis, desenvolvimento de software, integração de lançadores em novos navios, engenharia de sistemas, atualização técnica e apoio ao ciclo de vida. O contrato inclui opções que, se exercidas, podem elevar o valor para 104 milhões de dólares em 4 anos, com trabalhos a serem realizados nas unidades da Lockheed Martin de Baltimore e Ventura, nos EUA.

Segundo a empresa, mais de doze mil células do sistema MK 41 já foram entregues ou estão encomendadas, envolvendo 12 marinhas do mundo e 186 navios de 19 classes diferentes.

FONTE / FOTO: Lockheed Martin

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HMS Astute - emersão após primeiro mergulho - foto RN

Na sexta-feira passada, 5 de março, a Royal Navy (Marinha Real) divulgou fotos de provas de mar que estão sendo realizadas pelo HMS Astute, o primeiro de uma nova classe de submarinos nucleares de ataque britânicos. Na foto acima, de 18 de fevereiro, o submarino é visto emergindo em área de exercício da Escócia, após realizar seu primeiro mergulho (foto abaixo). A  RN não informou mais detalhes sobre o mergulho e esta nova série de provas, apenas que foram iniciadas com a saída do submarino da base de Clyde Faslane, em 16 de fevereiro, e que contam com o apoio do HMS Montrose (fragata Tipo 23).

HMS Astute - primeiro mergulho - foto RN

FONTE / FOTOS: Royal Navy

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Esse é o Contratorpedeiro de Escolta USS Bradley (DE 1041), reclassificado como Fragata (FF 1041) em 1975.

Poucos, a não ser os mais aficionados, sabem que a Bradley foi a primeira unidade a receber o BPMDS (Basic Point Missile Defense System), na forma de protótipo. O BPMDS é a primeira versão do sistema de lançamento de mísseis Sea Sparrow, versão superfície-ar embarcada do já famoso Sparrow. O sistema foi instalado no navio em fevereiro de 1967 e submetido a testes entre maio e setembro, quando foi desembarcado.

O BPMDS tornou-se o sistema padrão de defesa antiaérea dos porta-aviões de ataque (classes Enteprise, Saratoga, Kitty Hawk/John F. Kennedy e Nimitz), dos navios de assalto anfíbio e de comando (classes Iwo Jima, Tarawa e Blue Ridge) e nas fragatas da classe Knox, no lugar do Sea Chaparral (cancelado) antes dos navios receberem o Phalanx Mk-15.

Veja mais fotos do navio quando ainda servia a U.S. Navy na página do Pernambuco (D 30)/USS Bradley (FF 1041) no NGB.

 

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No último dia 22 de fevereiro, na área Oeste do Mar do Caribe, o USS Freedom (LCS 1) realizou sua primeira apreensão de drogas. Segundo informe da Lockheed Martin, após localizar um barco rápido suspeito de carregar drogas ilícitas, o navio lançou seu helicóptero MH-60S Sea Hawk, que fez a interceptação. O barco então despejou o carregamento de drogs na água e entrou em águas colombianas. A partir daí, a Marinha da Colômbia (Armada Nacional de Colombia) encarregou-se da missão de perseguição.

Logo depois, em coordenação com um navio patrulha e uma aeronave de patrulha da Colômbia, foram retirados 72 quilos de cocaína da água. A droga foi apreendida como evidência pela Guarda Costeira dos EUA (U.S. Coast Guard).

A operação ocorreu apenas uma semana após o navio deixar Mayport, na Flórida, para sua primeira comissão nas áreas de responsabilidade do U.S. Southern Command e do U.S. Pacific Command, que foi realizada com dois anos de antecedência em relação ao cronograma, segundo a Lockheed Martin (veja mais sobre a antecipação do cronograma nos links ao final desta matéria).

Na última foto desta matéria, pode ser visto o MH-60S Sea Hawk, designado para o Helicopter Sea Combat Squadron (HSC) 22 e operando a partir do USS Freedom, mantendo posição sobre o ponto em que foi despejada a carga de drogas. Abaixo, duas pequenas embarcações, a da esquerda com tripulantes do Freedom e pessoal da Guarda Costeira dos EUA, e a da direita com marinheiros colombianos.

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FONTES / FOTOS: Lockheed Martin e U.S. Navy (Marinha dos EUA)

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Segura o Bush!

CVN 77 George H W Bush em manobra - foto USN

Na foto de 27 de fevereiro, o USS George H. W. Bush (CVN 77), o irmão caçula da família “Nimitz” à qual pertence o USS Carl Vinson (CVN 70 – que no momento visita o Rio de Janeiro), inclina-se fortemente para boreste ao guinar para bombordo, em provas de manobras em alta velocidade realizadas no Atlântico.

FOTO: USN

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