Página 6 de 46« Primeira...45678...203040...Última »

Navios das Marinhas dos EUA, Brasil, México e Argentina navegam em formação para um exercício de fotografias no fase atlântica da UNITAS 52.

Tagged with:
 

Enfim, o UH-15 está em casa

No dia 18 de abril o Poder Naval/Trilogia de Defesa esteve presente na Base Aérea Naval de São Pedro de Aldeia (BAeNSPA) para cobrir a chegada do primeiro helicóptero EC725 da Marinha do Brasil, o UH-15 N-7101.

Os editores Alexandre Galante e Luiz Padilha voaram respectivamente em aeronaves UH-14 Super Puma (HU-2) e  IH-6B Jet Ranger  (HI-1), para fotografar a chegada do novo UH-15 Super Cougar à Macega.

Pudemos conversar com os operadores do UH-15 Super Cougar e saber detalhes técnicos e operacionais muito favoráveis. Fomos informados de que a chegada dos futuros helicópteros da versão de ataque naval (UH-15A), demandará a construção de um novo hangar e a criação de um novo esquadrão.

O UH-15A receberá o mesmo radar de busca AN ∕ APS-143(V) do MH-16 Sea Hawk, que equipará o Esqd HS-1. A versão de ataque do Super Cougar empregará mísseis Exocet Block 2 Mod 2 para ataque antinavio.

Para nós foi uma honra poder cobrir a chegada do novo equipamento e  compartilhar deste momento festivo para as tripulações que vão operar a aeronave.

Agradecemos à Marinha do Brasil, ao Comandante da ForAerNav , Contra-Almirante Liseo, aos comandantes do HU-2 (CF Octacilio) e HI-1 (CF Fabio) pela atenção e apoio na produção das imagens, bem como a todos os militares dos esquadrões envolvidos, pela cordialidade e colaboração.

(Clique nas imagens para ampliar)

BATE-PAPO ONLINE: Converse com os editores e outros leitores sobre a chegada do UH-15 e outros temas navais, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

Tagged with:
 

‘Making of’ da chegada do UH-15 ao HU-2

No dia 18 de abril, Alexandre Galante e Luiz Padilha do Poder Naval/Trilogia de Defesa estiveram na BAeNSPA para registrar a chegada do UH-15 ( EC-725) ao Esquadrão HU-2. O tempo ajudou e fizemos imagens muito boas e justamente por isso, resolvemos trazer para vocês como foi o nosso trabalho neste dia tão importante para a MB.

 

 

Tagged with:
 

Operation Tomodachi

FOTOS: US Pacific Fleet – US Navy

NOTA do EDITOR: Tomodachi significa amigo em português.

 

Saudade dos CTs?

Em fotos feitas pela US Navy, os ex-contratorpedeiros Mato Grosso (D34) e Maranhão (D33) atracados no AMRJ em 1990, logo após suas desativações.

Nas duas últimas fotos, o CT Sergipe (D35), no mesmo ano, ainda na ativa, a contrabordo do Dique Flutuante Afonso Pena (G25).


Comentários de ex-tripulantes:

Servi no CT Marcilio Dias de 1987 até 1991. Tenho saudades e acho que se tivesse presenciado seu afundamento pelo submarino tamoio em 1994 eu choraria. saudades dos tempos antigos.
FIZ MUITA FAINA EM CHEGADA DE PORTOS. EU O LAVAVA COMO SE FOSSE MEU CARRO, OU SEJA, COM MUITO CARINHO. TENHO COMPANHEIROS INESQUECIVEIS DESSA ÉPOCA, CABO EL SENA, CABO EL MELO, CABO EL RANGIFO, SGT EL VILEIDE, SGT CP SERGIO, CABO EL MAIA, TENENTE PAMPLONA ETC. – Rogerio de Souza

Meu Pai tambem ,viajou muito nos DD ,inclusive foi buscar o Maranhão Alagoas ,Piaui ,sta Catarina e as Niterois pois a Mb não tinha o quadro de informatica na epoca para os radares entao mandaram os ET cursarem informatica no Reino Unido. Mas apos a chegada ele voltou para os Ct na oficina do Gretarge como Sup de Eletronica , mas ele gostou mesmo do tempo a bordo do Alagoas e Belmonte. Sempre dizia os que os DD são melhores que as Niterois em tudo, apenas com a defasagem do tempo. – Celso

O que tinha o Sea Cat era o D – 34 ato Grosso. Apesar de nunca ter viajado no CT Santa Catarina, os militares que serviam nele se gabavam na época por sua velocidade, era conhecido na frota por isso, trabalhei também num delineamento do CT Paraná que não foi feito o PNR por conta da situação das chapas de fundo que estavam em estado lastimável. Eu era civil e trabalhava na Base Naval de Aratú, esses navios foram escolas maravilhosas para mim que formei em Metalurgia. Era muito bom também ir sempre para o Arsenal de Marinha do Rio, bons tempos.

Um deles que não passou pelo FRAM mas que me traz boas recordações e muito pouco se fala foi o CT Mato Grosso. No início da década de 80 embarquei nele lá em Belém do Pará com o intuito de fazer um delineamento para o PNR, depois ele veio para a Base Naval de Aratú, onde ficou por dez meses e saiu novinho em folha. Existem poucas fotos dele mesmo na época em que ele era o USS Compton. – Roosevelt

Saudades da antiga força de CT´s. Aquilo era Marinha de verdade. Muita faina e dificuldade com muita união e camaradagens verdadeiras. Lembro-me dos MN “espermatozóides” – não tinham armários e então moravam no “saco” de roupas. Que os destroyers/CT´s possam voltar a nossa marinha. – Marlige

Que saudade do D25. Me lembro das viagens e dos amigos que serviram comigo nos anos de 89 a 91, época que fui marinheiro fiel da aguada do quadro de máquinas, junto do neguinho Araújo e do Tingo.
Bons tempos! Abraços aos colegas da época. – Andrade

Otimo trabalho, parabéns.
Senhores, tive a sorte de fazer faina neles, estava servindo no deposito de material comum da marinha, era muto bom.
Pena q não fico um para museu, estive também no Minas Gerais, coisa grande, enorme, como um estadio de futebol. não ficou para museu.
Hoje temos estas fragatas q ao meu ver o primeiro impacto derrete pelo calor, da mesma forma q ocorreu com as fragatas inglesas nas malvinas, destruidas pelos argentinos.
Abraço a todos. – Mauro

Tive o prazer de tambem servir no D25 no ano de 1989 a 1991 oriundo da Eamce. turma Golf ll. Às vezes lembro de muitos amigos q ficaram na lembrança. Trabalhava como mensageiro da estação rádio, lembro-me de alguns nomes como o sgt Araujo depois foi AA ,dos cb Mauricio ,cb edmilson, mn laercio,mn adriano ,mn Valverde ,mn sales (todos da estação rádio). Não sei se o Andrade recorda eu era o MN Amaral de Belem do Pará lembro-me perfeitamente ndo mn Araujo e do tingo e de outros,afinal são mais de 20 anos… hoje moro em Belem, sou oficial do corpo de bombeiros. – Luiz Claudio Arraes do Amaral

Servi à Marinha por seis anos e um dos primeiros navios que embarquei foi o CT Mariz e Barros, em 1971…..as fotos acima me levaram de volta ao passado….gostaria de ver alguma foto do Mariz (o antigo)…
Fui da Turma Juliet (EAMBA) e sinto muita saudade dos tempos de Marinha….Abraços – José Carlos

Realmente bateu a saudade, foram bons cinco anos a bordo do valente D25 CT Marcilio Dias, quando vi essa foto já me vi correndo pelo convés guarnecendo posto de combate. – Fernandes

Sou filho de um sargento da reserva da Marinha , apaixonado por navios de Guerra da Marinha do Brasil . Quando meu pai estava na Marinha fui muitas vezes dormir nos navios , quando ele estava de serviço. E por isso , comecei a despertar em mim uma atividade muito importante , comecei a criar réplicas e hoje dedico algumas horas fazendo réplicas , principalmente contra-torpedeiros e em breve colocarei em um site a venda ! Este site deveria conter mais fotos desses navios . – Aldrin

VEJA TAMBÉM:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

Tagged with:
 

No dia 8 de fevereiro, ocorreu o primeiro pouso de uma aeronave da Armada Espanhola no BPE Juan Carlos I (L 61), que foi entregue para marinha espanhola no dia 30 de setembro de 2010.

O piloto da aeronave, o Capitão-de-Corveta Emilio Aceña Medina, Comandante da 5ª Escuadrilla, pousou no spot n° 3  com o MORSA 08 (SH-3D Sea King).

Depois deste primeiro pouso, outros helicópteros pertencentes a 6ª Escuadrilla (Hughes 500) e a 3ª Escuadrilla (AB-212), também realizaram pousos a bordo.

As operações fazem parte do processo de Certificação Aeronaval do navio, cujo próximo passo será a operação embarcada dos caças Harrier AV-8B Plus da 9ª Escuadrilla.

O convés de voo do Juan Carlos I foi projetado para realizar operações aéreoas diurnas e noturnas, com os aviões AV-8B Harrier II Plus e os helicópteros AB-212 e SH-3D Sea King.

Possui capacidade para operar até 30 aeronaves entre helicópteros médios e pesados, quando configurado para operações anfíbias, ou entre 10 e 12 aviões AV-8B, mais um número similar de helicópteros médios, quando configurado como porta-aviões.

Desde a sua entrega à Marinha, em cerimônia presidida pelo Rei Juan Carlos, o navio vem realizando uma série de testes para a sua avaliação operacional.

FONTE e FOTOS: Armada Espanhola

A Royal Navy realizou uma Fotex que vai ficar para sua história, as duas últimas Type 22 B3 em deslocamento operacional, HMS Cumberland e HMS Cornwall, patrulhando juntas o Golfo de Omã.

Esta é a última vez que os dois navios estarão juntos em uma missão, pois ambos deverão ser retirados de serviço após o seu regresso a Plymouth, no Reino Unido.

FONTE e FOTOS: RN

Fotex realizada pela Marine Nationale, durante manobras navais realizadas com a Marinha indiana.

FOTOS: MN

Marinha Real dá adeus ao HMS Chatham

-

HMS Chatham, última das quatro fragatas Type 22 Batch 3 a ser comissionada, é a primeira a deixar o serviço

-

A Marinha Real (Royal Navy) informou que na última terça-feira, 8 de fevereiro, a tripulação da fragata Type 22 Batch 3 HMS Chatham deu adeus a seu navio. A cerimônia de descomissionamento do navio, que prestou mais de 20 anos de serviço, ocorreu na Base Naval de Devonport, sob chuva.

O Almirante Sir Ian Forbes, que foi o primeiro comandante da fragata, fez o primeiro discurso da cerimônia, e o bolo comemorativo do descomissionamento foi cortado por um dos marinheiros com mais tempo de serviço a bordo.

O Comandante Simon Huntington, o último da Chatham, destacou os feitos do navio nos últimos 20 anos, sua confiabilidade e sucesso. A fragata participou de operações e conflitos ao redor do globo, assim como de comissões antipirataria, antinarcóticos e humanitárias. Numa das mais recentes, no ano passado, o HMS Chatham esteve por sete meses servindo na costa da Somália, onde foi o navio líder da Operação Ocean Shield, da OTAN.

Outros destaques do informe da Marinha Real sobre o descomissionamento são: missão huminitária no Sri Lanka após o Tsunami de 2004, operações ativas na guerra civil de Serra Leoa em 2000 e na costa do Iraque em 2003. Quando Hong Kong passou para a China, em 1997, a Chatham também estava presente.

As outras três fragatas da classe, HMS Cornwall, HMS Cumberland e HMS Campbeltown continuarão a apoiar operações no Oriente Médio e em águas britânicas até o final do ano. Com o descomissionamento delas, dezenove navios de escolta permanecerão em serviço (devido aos cortes no orçamento de defesa do Reino Unido) incluindo os novos destroyers de defesa aérea Type 45 e as fragatas Type 23.

O HMS Chatham teve sua quilha batida em 1986, nos estaleiros  Swan Hunters Shipbuilders Ltd. Lançada em 1988, foi a última das Type 22 Batch3 a entrar em serviço. Foi também o sétimo navio da Marinha Real a ser batizado com esse nome. Como curiosidade, um de seus predecessores transportou o corpo do Almirante Lorde Nelson do HMS Victory para o Hospital de Greenwich Hospital, antes de seu funeral na Catedral de St Paul.

FONTE / FOTOS: Royal Navy (Marinha Real Britânica)

VEJA TAMBÉM:

  • Mudanças na frota de superfície da RN
  • Prováveis cortes na Royal Navy por causa da Strategic Defence Review
  • Desativação programada das fragatas Type 22 Batch 3
  • Desativação programada das fragatas Type 23
  • Type 26: a substituta da Type 22 e 23
  • HMS “Chatam” chega ao Golfo de Aden
  • HMS Cornwall: depois do calor da Somália, de volta à cinzenta devenport
  • Escolta antipirataria no Golfo de Aden
  • HMS Cumberland prepara-se para voltar ao Golfo
  • Royal Navy: usando e abusando de suas Type 22 B3
  • Type 22 Batch 3
  • Type 22 B3 em operações antipirataria: a vez do HMS Chatham
  • Nottingham: nothing more
  • O novo e o velho na Marinha Real
  • Fim de uma era na Royal Navy: último PMG de um Tipo 42
  • Fooooorça RN! Lançado o quinto Type 45
  • Royal Navy em exercícios com o Kuwait
  • Tagged with:
     
    Página 6 de 46« Primeira...45678...203040...Última »