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Na foto histórica de 1 de outubro de 1987, cinco navios do USS Midway (CV41) Battle Group navegando lado a lado. Da esquerda para a direita, as fragatas USS Kirk (FF 1087), USS Francis Hammond (FF 1067), USS Lockwood (FF 1064) e USS Knox (FF 1052) e o destróier de mísseis guiados USS Towers (DDG 9).

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Nosso NAe São Paulo daqui a 10 anos poderá ser 1/3 desse navio, com uma pequena diferença no espaço de tempo de 50 anos.

Realmente os americanos tiravam água de pedra desses “Essex” que mesmo apertadinhos andavam apinhados nesses dias de Vietnã.

Coisas legais nesse vídeo:

  • Um AGI (traineira disfarçada) coletando inteligência acompanhando o navio;
  • O Sea King já com pintura cinza de baixa visibilidade que começou a se espalhar em 1980 pela Esquadra (10 anos depois);
  • O helicóptero embarcado preferido do Zéeeeeeeeeehhhhhh, o SH-2, logo atrás do Sea King decolando;
  • Uma Garcia chegando em velocidade pela proa do navio, mas parece que tem uma antena ali que a transforma numa “Brooke”;
  • Reparar a rapidez da seqüência de lançamento dos Crusaders. Muito bom para um navio desse porte;
  • A trilha sonora escolhida a dedo pra mim;
  • Época em que as aeronaves tinham as pinturas mais bonitas e todo o Esquadrão recebia a mesma, não só a aeronave do comandante;
  • Notar o Sidewinder com aquelas fitas de inspeção ainda sem ser retirada e o Crusader quase pronto para ser lançado.

  • A rapidez com que o defletor é rebatido
  • O A-7 retornando com munição
  • O “Trackerzão” voltando

  • Não me lembro de já ter visto isso: A-3 operando de um classe Essex
  • Aparece a Davidson (CT PARAÍBA)

COLABOROU: José da Silva

Rumores da vinda do HMS ‘Campbeltown’ para o Brasil

Sino do navio foi enviado para a cidade homônima

  O sino da fragata  HMS Campbeltown voltou para a cidade homônima no último 21 de junho, depois que o navio foi descomissionado da Royal Navy.

O primeiro navio a ostentar este nome foi um contratorpedeiro da classe Town, transferido da US Navy para aRN em 1940. O antigo HMS Campbeltown foi destruído no ataque ao dique seco Normandie, localizado em St Nazaire, na França ocupada. A inutilização do dique impediu que os nazistas docassem grandes navios, como o Tirptz, na costa atlântica da Europa.

O sino foi salvo do navio durante o ataque e percorreu diversos destinos antes ornamentar o novo HMS Campbeltown.

Agora, uma comissão formada por membros da cidade escocesa de Campbelltown procura levantar fundos para construir um local permanente para o sino.

Após sua retirada de serviço a HMS Campbeltown deverá ser desmontada. Há rumores de que o navio seria vendido para a Marinha do Brasil.

FONTE: pennlive.com

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A família Schürmann encontrou nesta quinta-feira, no Litoral Norte de Santa Catarina, o submarino alemão U-513, naufragado em 19 de julho de 1943. Ele foi encontrado a 75 metros de profundidade. Foram dois anos de buscas até encontrar a embarcação nazista conhecida como Lobo Solitário.

O comunicado foi feito via satélite na noite de quinta-feira direto do veleiro Aysso pelo velejador e capitão da expedição, Vilfredo Schürmann. A família deve chegar em Itajaí nesta sexta-feira, quando irá mostrar imagens e aprofundar as informações.

Desde a 2ª Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra, pelo menos 10 submarinos alemães afundaram na costa brasileira. Apenas este foi encontrado. Ele pertencia ao capitão Friedrich Fritz Guggenberger, condecorado por Adolf Hitler com a Cruz de Ferro por ter abatido um porta-aviões inglês — e capturado pelos aliados justamente em Santa Catarina.

FONTE: Zero Hora

Vitórias do Sea Harrier nas Malvinas

Date Target Pilot Aircraft Unit
1 May, 1982 Mirage IIIEA Barton (RAF) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
1 May, 1982 Mirage IIIEA * Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
1 May, 1982 Dagger A Penfold (RAF) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
1 May, 1982 Canberra B.62 Curtiss (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 May, 1982 A-4C Blissett (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
21 May, 1982 A-4C Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
21 May, 1982 Dagger A Frederiksen (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
21 May, 1982 Dagger A Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 May, 1982 Dagger A Thomas (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 May, 1982 Dagger A Ward (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
21 May, 1982 A-4Q Morell (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
23 May, 1982 Dagger A Hale (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
24 May, 1982 Dagger A Auld (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
24 May, 1982 Dagger A Auld (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
24 May, 1982 Dagger A D. Smith (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
1 Jun, 1982 C-130E ** Ward (RN) Sea Harrier FRS.1 801 Sqn
8 Jun, 1982 A-4B Morgan (RAF) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
8 Jun, 1982 A-4B Morgan (RAF) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn
8 Jun, 1982 A-4B D. Smith (RN) Sea Harrier FRS.1 800 Sqn

FONTE: F-16.net

Na Guerra das Malvinas, em 1982, a Aviação Naval Britânica derrotou a Fuerza Aerea Argentina muito mais poderosa numericamente, graças ao jato STO/VL Sea Harrier.

Embora supersônicos, os Mirage/Dagger não foram páreo para o pequeno jato subsônico inglês, que era muito mais manobrável e estava equipado com radar Blue Fox e mísseis AIM-9L Sidewinder.

OUTRAS MATÉRIAS SOBRE AS MALVINAS:

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Veterano da Guerra do Golfo dá baixa da Marinha Real Britânica

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HMS ‘Gloucester’, destróier Tipo 42 creditado com primeiro abate de míssil por outro míssil, deixa o serviço na Royal Navy

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Após 29 anos de serviço, que incluiu uma histórica participação na Guerra do Golfo, o destróier Tipo 42 HMS Gloucester foi descomissionado da Royal Navy (Marinha Real Britânica).

Entre os destaques da carreira do navio, está a participação na chamada Primeira Guerra do Golfo, em 1991. No ano anterior, em 30 de agosto, o Gloucester deixou o Reino Unido para apoiar o embargo das nações unidas contra o Iraque. Em 17 de janeiro de 1991, já na região do Golfo Pérsico, o destróier escoltou os primeiros navios dos EUA a lançar mísseis de cruzeiro Tomahawk contra o Iraque. Nas primeiras horas da manhã de 25 de fevereiro, enquanto escoltava o encouraçado USS Missouri, da Marinha do EUA que realizava operações de bombardeio com seus canhões de 16 polegadas, próximo à costa do Kuwait, o navio empregou seu sistema Sea Dart em combate.

 

Um míssil iraquiano Seersucker foi disparado contra o Missouri e, em menos de 90 segundos, o Gloucester destruiu o míssil com o disparo de dois mísseis antiaéreos Sea Dart, no que foi creditado como o primeiro engajamento bem-sucedido, num combate marítimo, de um míssil por outro míssil.

O Poder Naval faz uma homenagem a esse veterano com uma seleção de fotos de sua carreira, incluindo uma interessante sequência de municiamento de seus mísseis  Sea Dart, protagonistas do engajamento daquela manhã de 25 de fevereiro de 1991.

FONTE / FOTOS: Royal Navy

 

No início do mês, o grupo DCNS informou que a agência francesa para compras de defesa (DGA) encomendou o terceiro submarino de ataque de propulsão nuclear da classe Barracuda, destinado àMarinha Francesa.

A encomenda faz parte do contrato concedido ao grupo em dezembro de 2006, compreendendo um total de seis submarinos nucleares de nova geração, a serem entregues entre 2017 e 2028. A classe Barracuda deverá substituir os seis submarinos nucleares de ataque da classe Rubis (foto abaixo), atualmente em serviço. Entre os armamentos que equiparão a nova classe, estão os torpedos pesados F21, de nova geração, mísseis antinavio SM39 e mísseis de cruzeiro do tipo MdCN.  Os novos submarinos deverão estar totalmente equipados para missões com forças navais da OTAN e para operações especiais.

Os dois primeiros submarinos da classe, o Suffren e o Du Guay-Trouin, estão atualmente em construção no estaleiro do grupo DCNS, em Cherbourg (França), com o apoio de unidades do grupo espalhadas pelo mundo.

FONTE / IMAGENS: DCNS

NOTA DO EDITOR: o nome do segundo submarino da classe Barracuda, Du Guay-Trouin, já foi dado a diversas belonaves francesas ao longo da história. Ele foi um comandante e corsário francês (no século XVIII, ambas as funções normalmente se sobrepunham) que, em 1711, comandou uma esquadra que realizou uma espetacular entrada na Baía de Guanabara, ocupando a cidade do Rio de Janeiro, numa expedição punitiva após saber-se da derrota da expedição de Du Clerc, realizada no ano anterior. A serviço do Rei da França, Du Guay-Trouin chegou a Comandante-Geral da Armada e Comendador da Ordem Real e Militar de São Luís.

A história da bem-sucedida invasão francesa ao Rio de Janeiro comandada por Du Guay Trouin pode ser lida em dois livros que recomendamos: “O Corsário: uma invasão francesa no Rio de Janeiro”, traz as memórias escritas pelo próprio Du Guay-Trouin em 1740, e publicadas em português em 2002 pela Editora Bom Texto. Outra obra tida como “clássica” sobre essa e outras expedições francesas é a de Augusto Tasso Fragoso, “Os Franceses no Rio de Janeiro”, publicada em 2004 pela Bibliex (as primeiras edições, também da Biblioteca do Exército, são de 1950 e 1965).

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Malvinas 82: governo brasileiro subestimou britânicos

Marcelo de Moraes

Documentos confidenciais mostram que o governo brasileiro superestimou as chances de a Argentina se sair bem no confronto com a Grã-Bretanha pela soberania das Ilhas Malvinas, em 1982. Os papéis secretos e inéditos, aos quais o Estado teve acesso, estão no Arquivo Nacional, em Brasília, e deixam claro que a ditadura confiou demais no governo militar argentino, que propagava um poderio bélico que não se confirmou no conflito.

O choque entre os dois países, iniciado com a ocupação das Malvinas pela Argentina, em abril, terminou dois meses depois com a retomada britânica do arquipélago. A guerra acabou com um saldo de centenas de mortos do lado argentino, sendo mais de 300 no afundamento do cruzador General Belgrano.

De quebra, a derrota desmoralizou politicamente a ditadura militar argentina. Batido pelos britânicos, o general Leopoldo Galtieri, líder da junta que governava o país, renunciou. Os militares se mantiveram no poder por pouco tempo e a Argentina se redemocratizou, em 1983, com a eleição de Raúl Alfonsín.

Nos documentos, o serviço de inteligência brasileiro se baseia em informes obtidos pelos contatos mais constantes com os argentinos. A proximidade territorial e a identificação com o governo vizinho – também comandado por militares, como o Brasil – fazia com que a inteligência nacional desse mais credibilidade às informações recebidas diretamente dessa fonte. E os argentinos aproveitaram a situação para tentar vender sua força militar.

“Apesar de sua evidente superioridade qualitativa e quantitativa, a esquadra britânica encontrará dificuldades para sobrepor-se à Armada argentina, caso haja confronto entre as forças dos dois países em virtude da superioridade aérea local argentina”, cita o Sumário Diário de Informações nº 8-E2.1, produzido pelo Estado Maior do Exército do Brasil, em 15 de abril de 1982.

Conflito vizinho. O documento, classificado como confidencial, faz parte de um lote de 59 informes produzidos diariamente pela inteligência militar brasileira, a partir de abril de 1982, como forma de manter o governo atualizado sobre os desdobramento da guerra entre os dois países.

Com esses diários brasileiros da Guerra das Malvinas, o governo queria se prevenir contra um conflito que se desenrolava na vizinhança do território nacional, que poderia ter consequências graves.

No entanto, as avaliações brasileiras custaram a detectar a situação real da guerra. Nos primeiros informes, previram dificuldades de operações que a Grã-Bretanha acabou não tendo.

“No caso de uma batalha naval, devem ser consideradas as grandes dificuldades logísticas para abastecimento da esquadra inglesa, em contraposição à facilidade de apoio com que poderá contar a Armada argentina, em face da proximidade das Ilhas Malvinas do continente”, diz o texto, que chega a classificar como “remota” a hipótese de um desembarque britânico nas ilhas.

A evolução das operações da Grã-Bretanha e a falta de acordo diplomático fizeram com que os militares brasileiros começassem a mudar de tom e passassem a admitir que a situação argentina era muito difícil.

O Sumário Diário de Informações nº 19-E2.1, do dia 3 de maio, ainda tenta reconhecer algum tipo de vantagem para os argentinos nas batalhas, mas se rende à evidência do poderio britânico.

“Os combates do dia 1.º de maio, sábado, duraram de 4h40 às 21 horas, com interrupções. Houve um saldo favorável aos argentinos, já que conseguiram abortar três tentativas de desembarque britânico nas ilhas”, diz o texto.

Fogo amigo. No entanto, o mesmo informe, também classificado como confidencial, se rende à impotência militar argentina diante da supremacia dos adversários.

“Apesar dos meios de que dispõe, a FAA (Força Aérea Argentina) infligiu apenas o que podem ser considerados pequenos danos às forças britânicas”, reconheceu a inteligência brasileira, que narra até mesmo incidentes de fogo amigo envolvendo as manobras militares da Argentina para rechaçar os adversários.

“Os argentinos ressentiram-se da falta de um adestramento mais adequado e de experiência em combate. Um Mirage chegou a abater um Dagger da própria FAA”,
cita o documento.

O afundamento do General Belgrano também pesou nessa mudança de enfoque das observações feitas pelos militares brasileiros. “O torpedeamento do General Belgrano acentua a disparidade de forças navais existentes entre os dois países, além de significar um sério golpe moral e psicológico para a Armada argentina”, diz o informe.

Derrota iminente. No dia seguinte, um outro informe especial, chamado Apreciação nº 002, produzido pelo Estado Maior do Exército brasileiro e classificado como secreto, já não tinha dúvidas sobre a derrota argentina, que se confirmaria mais tarde, em junho.

“Militarmente, os argentinos poderão obter êxitos em combates isolados e mesmo, efetuando-se um desembarque nas Malvinas, impor severas perdas aos britânicos. No entanto, o governo argentino não pode esperar uma vitória militar final nessa disputa, especialmente considerando a decisão do governo americano de apoiar militarmente a Grã-Bretanha”, diz o texto.

Os diários ainda chamavam a atenção para o esforço argentino para não fazer alarde em relação aos mortos de suas fileiras para evitar uma queda de moral de suas tropas.

FONTE: O Estado de São Paulo

 
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