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Clique na imagem para ver a reprodução do desenho de perfil dos dois tipos de fragatas da classe “Niterói” (Vosper Mk.10), a A/S (antissubmarino) no alto e a E/G (emprego geral, embaixo. Essa era a configuração original dos navios quando chegaram ao Brasil. (Mais tarde, a modernização ModFrag igualou os sistemas de armas na década de 90).

Esse desenho foi feito por Alexandre Galante quando tinha 16 anos de idade, para um poster da revista Segurança & Defesa, número 7, de 1985.

Os perfis foram feitos em grande formato, com muitos detalhes e levaram cerca de um mês de trabalho direto, desenhados a nanquim. Foram usadas fotos de perfil das fragatas para referência no “olhômetro”. Anos mais tarde pudemos comparar os desenhos com um perfil de engenharia do Navio-Escola Brasil e constatamos que as proporções estavam quase idênticas.

A classe “Niterói” já era bem conhecida da turma do Poder Naval desde 1981/82, pois morávamos em Santos-SP e naquela época os navios estavam quase sempre abertos à visitação pública, devido ao elevado número de exercícios que eram realizados na área Rio-São Paulo.

Desenhar os navios foi ao mesmo tempo uma honra e um desafio, pois era o primeiro trabalho “profissional” que faríamos usando caneta nanquim.

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Sabaton – Wolfpack

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Em 2012, a Guerra das Malvinas fará 30 anos. Neste conflito em que forças aeronavais britânicas e argentinas disputaram o domínio daquele arquipélago, muitas lições foram aprendidas, paradigmas foram quebrados e doutrinas foram revistas.

A conflito ocorreu bem perto do Brasil, e nosso país chegou a se envolver indiretamente em alguns acontecimentos.

A Guerra das Malvinas mostrou que o nosso continente, embora “pacífico”, não está livre de conflitos convencionais e que poderemos voltar a tê-los no futuro.

Por ter sido travada eminentemente em ambiente marítimo, aquela guerra ensina muito ao Brasil e deveria ser objeto de estudo obrigatório tanto para militares quanto civis.

O Poder Naval trouxe desde o início matérias sobre as Malvinas, justamente para colaborar na disseminação de informações em língua portuguesa sobre o conflito.

Seguem os links das matérias mais importantes já publicadas pelo Poder Naval e Poder Aéreo sobre o tema. Recomendamos a todos os novos leitores que querem compreender mais o papel das forças navais e aeronavais na realização de objetivos político-estratégicos:

NOTA DO EDITOR: Temos notado que a maioria dos leitores que frequenta os bate-papos da Trilogia de Defesa sabe muito pouco sobre a Guerra das Malvinas e fica repetindo velhos mitos sobre o conflito. Precisamos fazer a “lição de casa” para não sermos injustos e repertimos, no futuro, os mesmos erros dos nossos irmãos argentinos.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre a Guerra das Malvinas no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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Há 50 anos em Cabo Frio

Nael. Minas Gerais (A-11)

No dia 02 de fevereiro de 1961, o meu tio então 2T Wiltgen, registrou o Nael. Minas Gerais (A-11) em Cabo Frio, onde se concentrou a Esquadra Brasileira antes de seguir em parada naval escoltando a nova nau capitânia da MB até a sua entrada pela baía da Guanabara, que ocorreu neste mesmo dia.

No convoo é possível observar um Westland Widgeon WS-51 (HUW1) e três Westland Whirlwind WS-55c (HUW2), pertencentes ao 1° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1).

 

Growler centenário

Um Boeing E/A-18G Growler do esquadrão VAQ-129 ‘Vikings’, baseado em NAS Whidbey Island (Washington) chegou à NAS North Island (California) para participar da Parada Aérea sobre a Baía de San Diego, dando início a uma série de eventos comemorativos dos 100 anos de aviação naval nos Estados Unidos.

A pintura apresentada acima em três tons homenageia o ‘Air Group 85′, que operava a bordo do NAe USS Shangri-La (CV 38) por volta de 1944.

Um Prowler do mesmo esquadrão (foto acima) recebeu a pintura histórica utilizada pelas aeronaves que lutaram a a Batalha do Mar de Coral (1942).

 

O Cruzador Barroso (C 11), ex-Almirante Barroso, ex-USS Philadelphia (CL 41), foi o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas.


O Cruzador Tamandaré (C 12), ex-Almirante Tamandaré, ex-USS St. Louis (CL 49), foi o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha.

O Barroso foi construído pelo estaleiro Philadelphia Navy Yard, na Philadelphia e o Tamandaré pelo estaleiro Newport News Shipbuilding & Drydock Co., em Bremerton, Washington.

Ambos foram transferidos sob os Termos da Lei de Assistência Mútua, sendo submetidos a Mostra de Armamento em 29 de janeiro de 1951.

O Barroso foi incorporado em 21 de agosto de 1951, em cerimônia presidida pelo Dr. Maurício Nabuco, Embaixador do Brasil em Washington e  contou ainda com a presença do Contra-Almirante Gérson de Macedo Soares, presidente da Comissão de Recebimento dos Cruzadores e representantes do Departamento de Estado e da Marinha dos EUA.

Em 6 de fevereiro de 1952 foi a vez doTamandaré, também realizada na Base Naval da Philadelphia.

Assumiram o comando do Barroso e do Tamandaré, respectivamente, o Capitão-de-Mar-e-Guerra Raul Reis Gonçalves de Sousa e o Capitão-de-Mar-e-Guerra Paulo Bosísio .

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história dos dois Cruzadores, acessando o site Navios de Guerra Basileiros.

A melhor turma de Marinheiros que a Marinha do Brasil já formou: Turma Echo II, da Escola de Aprendizes Marinheiros de Santa Catarina (EAMSC), de 1986.

O jornalista Alexandre Galante, editor do Poder Naval, fez parte dela e orgulha-se muito disso.

Em 18 de janeiro de 1911, ocorreu o primeiro pouso a bordo de um navio da US Navy.

O Aviador Eugene B. Ely pousou a bordo do  USS Pennsylvania, que se encontrava fundeado na baía de San Francisco, Califórnia.

Após este pouso bem sucedido, Ely decolou do USS Pennsylvania e regressou para o seu ponto de partida, em Tanforan Field, San Francisco.

FOTOS: NHHC Photograph Collection

NOTA do EDITOR: Interessante observar que há 100 anos, o princípio básico de pouso enganchado é muito similar aos dos dias atuais. Observe na foto maior do pouso, os cabos passados sobre o convoo, esticados e presos por sacos de areia, para ser pego pelo gancho instalado na aeronave.

 

18 de janeiro de 2001, NAeL Minas Gerais (A-11) a aproximadamente 30 milhas de Cabo Frio, o  sonho da retomada das operações embarcadas com aeronaves de asa-fixa  na Marinha do Brasil, tinha um novo e glorioso capítulo escrito por jovens Aviadores Navais.

Exatamente as 17:26hs, a aeronave AF-1 N-1014 (Falcão 14) do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1), realiza o primeiro pouso a bordo do ‘Minas‘ pilotado por um Aviador Naval brasileiro, o então Capitão-Tenente Fernando Souza Vilela, hoje imediato do VF-1, enganchou o cabo nº 5.

Na sequência deste mesmo dia, as 18:29hs o Falcão 18 pilotado pelo CT Marcos Antônio Araújo, enganchou o cabo nº1 e as 18:54hs o Falcão 13 pilotado pelo CT José Vicente Alvarenga Filho, que enganchou o cabo nº2.

“Falcão Cinza, torre do Minas, vento zero, zero, zero, com vinte e cinco nós, livre decolagem!”

No dia 16 de janeiro de 2001, começava uma nova etapa da Aviação Naval Brasileira, pela primeira vez o A-4KU Skyhawk (AF-1 N-1006), codinome “Falcão Cinza” , pilotado pelo Comte. Cannin, decolava do convoo do saudoso NAeL Minas Gerais, fazendo ressurgir na Marinha do Brasil a operação embarcada com aeronaves de asas-fixa.

Este capítulo se inicia em 13 de janeiro as 15:52hs, à 19 milhas de Cabo Frio, quando o Falcão 06 realizou o primeiro pouso enganchado no NAeL Minas Gerais (A-11), pilotado pelo piloto de teste da Kay, Capitão-de-Corveta (USN Ret.) Danny G. Cannin, que engachou o cabo nº5, orientado pelo LSO da Kay, Capitão-de-Fragata (USN Ret.) Curtis Francis.

Neste pouso a aeronave pesava 14.500 Lbs, vento real de 080 graus, 20 nós de intensidade, mar com força 4 e foi realizado após uma única passagem baixa e um único toque e arremetida.

No dia 17 ainda foram realizados mais quatro pousos e três catapultagens com o AF-1 N-1008.

FONTE: O Voo do Falcão Cinza – Pedro Lynch

FOTOS: SRPM via Navios de Guerra Brasileiros

 

No dia 10 de janeiro de 1934, a US Navy realizou o primeiro voo sem escala dos EUA até o território havaiano.

O feito foi realizado por seis aeronaves Consolidated P2Y-1 do Patrol Squadron (VP-10), que decolaram de San Francisco, Califórnia.

Após voarem 2.399 milhas em 24 horas e 35 minutos, os P2Y-1 pousaram na NAS Ford Island em Pearl Habor, Havaí, no dia 11 de janeiro.

FOTOS: NHHC Naval Aviation History

Mistura no convoo

Aeronaves da USN e da RN juntas no convoo do antigo HMS Ark Royal, em 1976. Abaixo, Crusaders e Skyhawks da USN a bordo do HMS Victorious em 1967.

 
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