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Desafio Aeronaval

Identifique as aeronaves da foto acima.

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Na foto acima, em 1948. Na foto abaixo, depois da modernização FRAM, com configuração idêntica à dos “Gearing” que serviram à Marinha do Brasil.

SAIBA MAIS:

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Guerra Antissubmarino

Documentário sobre Guerra Antissubmarino produzido pela US Navy, na década de 1960. Várias aeronaves clássicas e navios aparecem no filme: Grumman S-2 Tracker, Neptune P2V, USS Randolph (CV-15), USS Sarsfield (DD-837), USS Blandly (DD-943), USS Cony (DD-508) e o submarino USS Sirago (SS-485).

 

O USS ‘Halsey’, ontem e hoje

USS Halsey (CG 23)

USS Halsey (DDG 97)

Tivemos uma grata surpresa na semana passada quanto estávamos em Natal-RN cobrindo o Exercício CRUZEX V. Encontramos o leitor assíduo do Poder Naval (até então desconhecido por nós) Jaime Haroldo de Azevedo, no Aeroporto Augusto Severo.

Jaime fez parte da primeira tripulação da fragata Niterói (F40) e nos forneceu um ótimo material com a lista da primeira tripulação do navio e outras informações importantes.

Jaime nos contou que a Niterói nos testes na Inglaterra no Mar do Norte (foto abaixo) chegou a fazer 33,5 nós de velocidade, tornando-se a mais rápida de todas as fragatas da classe, graças ao trabalho de sua equipe de máquinas.

Na foto acima, Jaime ao lado de sua esposa, acompanhados do editor do Poder Naval Alexandre Galante, na Base Aérea de Natal, durante os portões abertos do dia 13/11.

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Novo site do NGB e NMB

Comunicamos a todos os amigos e colaboradores que desde o inicio deste mês estamos com os projetos NGB – NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS e NMB – NAVIOS MERCANTES BRASILEIROS em nosso próprio domínio em:

Em 10 anos hospedamos no Geocities do Yahoo, HPG do IG e por duas vezes estivemos juntos com o site Poder Naval, seguimos agora nosso próprio rumo mantendo vivo o ideal de lembrar dos “nossos” navios e das almas que a eles dão vida.

Peço a todos que divulguem o nosso novo endereço aos demais amigos que acompanham o nosso trabalho.


Cordialmente,
José da Silva
Santos – SP

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Seacat na EAMES

Um lançador triplo de mísseis Seacat, preservado na Escola de Aprendizes Marinheiros do Espírito Santo. O rapaz da foto é o leitor e colaborador do Poder Naval, Edgard Eler.

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Uma unidade área singular na Aviação Naval britânica

Por Guilherme Poggio

‘Do alto nós atacamos’, este é o lema do esquadrão nº 847 da Royal Navy. O 847 é uma unidade singular em vários aspectos. Sua missão é específica, suas aeronaves são únicas na Aviação Naval britânica e seus pilotos são, em grande parte, oriundos dos quadros dos Royal Marines. Como se não bastasse isso tudo, a manutenção é feita por militares do Exército Britânico.

O Poder Naval teve a oportunidade de conhecer de perto um destacamento desse esquadrão e presenciar,  durante a ‘Passex Ocean 2010′,  algumas ações simuladas em apoio aos Royal Marines.

Histórico

As origens do Esquadrão 847 remontam ao período da II Guerra Mundial, quando o mesmo foi formado como uma unidade de bombardeiros torpedeiros, em 1943, na base naval de Lee-on-Solent. Posteriormente, em junho de 1944, o mesmo foi absorvido pelo Esquadrão 810 e transferido para o território do Ceilão (atual Sri-Lanka). O esquadrão foi dissolvido no final da década de 1950, quando voava aviões Fairey Gannet.

Em 1963 formou-se um esquadrão com aeronaves de asas rotativas com o propósito de apoiar as ações dos Royal Marines. Essa unidade recebeu a designação Esquadrão 848, sendo baseada em RNAS Culdrose e equipada com helicópteros Westland Whirlwind HAS Mk 7 (posteriormente Wessex HU.5). Porém, no ano seguinte, a unidade foi dissolvida.

Dois Westland Wessex do 847 sq a bordo do HMS Intrepid em 1968

A partir de 1968, o apoio aéreo direto aos Royal Marines passou a ser feito por uma unidade conhecida como ’3 Commando Brigade Air Squadron (3CBAS qv)’. Por ocasião da Guerra das Falklands/Malvinas, o Esquadrão 847 foi recriado às pressas. Sua tripulação foi recrutada entre os pilotos de Westland Wessex HU.5 da marinha, baseados em Yeovilton. Despachados para o Atlântico Sul a bordo de navios mercantes, os primeiros helicópteros chegaram a San Carlos no dia 1º de junho e o restante no dia 9. Naquele período, as tropas britânicas estavam a cerca de 10 milhas da capital da ilha e as aeronaves voavam praticamente o dia todo, e até mesmo após o por do sol, para o esforço final do assalto a Puerto Argentino (atual Port Stanley). O esquadrão permaneceu no Atlântico Sul até o mês de setembro, sendo novamente dissolvido assim que voltou para o Reino Unido.

A história recente do 847 começou no dia 1º de setembro de 1995, quando a unidade foi recriada, mas agora a partir do 3CBAS qv. Grandes mudanças táticas e logísticas foram implementadas. Assim como ocorria no 3CBAS qv, as tripulações continuaram sendo formadas por Royal Marines e alguns pilotos navais, mas as aeronaves foram cedidas pelo Corpo Aéreo do Exército britânico, que também responde pela sua manutenção por meio do REME (Army’s Royal Electrical & Mechanical Engineers). As aeronaves passaram a exibir as marcações “ROYAL MARINES” ao invés do tradicional “ROYAL NAVY”.

As aeronaves

No ano de 2005 o esquadrão aposentou os seus Gazelle AH Mk 1 e, desde então, passou a voar exclusivamente com o Westland Lynx na sua versão AH Mk 7. Atualmente, a frota do esquadrão é composta por seis aeronaves desse modelo.

A versão AH Mk 7 faz parte de uma longa linhagem de helicópteros Lynx de uso terrestre, surgida em 1971 para atender às solicitações do Exército Britânico. A grande diferença externa desses helicópteros, em relação aos modelos navais, é a existência de esquis fixos no lugar do trem de pouso de rodas triciclo.

Por meio de um acordo franco-britânico estabelecido em 1967, a Aerospatiale fabricaria 30% da aeronave e o restante seria feito pela Westland. O “Lynx terrestre” deveria equipar inicialmente os exércitos britânico e francês e, em troca, o Reino Unido compraria helicópteros Gazelle e Puma. O Reino Unido adquiriu os dois modelos, porém, a França cancelou a compra e o Exército Britânico passou a ser o único operador militar do Lynx terrestre (mas vale lembrar que a polícia do Qatar adquiriu três aeronaves semelhantes).

A versão AH Mk 7 surgiu a partir das modificações e dos testes executados com a versão AH Mk 5. A grande maioria dos AH Mk 7 é, na verdade, formada por modelos AH Mk 1 reconstruídos. Embora exista uma versão mais moderna, denominada AH Mk 9 (e sua variante AH Mk 9A), a maior parte dos Lynx terrestres continua sendo da versão AH Mk 7, e perto de uma centena destes permanece em operação.

Podemos destacar, dentre as características da versão AH Mk7 , a troca do motor original (um Gem 2 de 600 HP) pelo Gem 41-1 ou Gem 42, estrutura reforçada, aviônica modernizada, caixa de transmissão melhorada, substituição do rotor de cauda por um novo de material composto (girando no sentido oposto) e pás do rotor principal com BERP (British Experimental Rotor Programme) nas pontas.

Em ação

Todas as aeronaves podem ser equipadas, nas laterais, com duas metralhadoras de emprego geral de 12,7mm. Também possuem capacidade de executar ataques com mísseis anti-carro TOW (até oito mísseis por aeronave). Os Lynx do esquadrão 847 são bastante versáteis e executam desde missões de transporte de carga e pessoal, até missões de reconhecimento armado, escolta e combate a veículos blindados.

O esquadrão é comumente empregado em várias missões por todo o planeta, participando de exercícios militares com forças armadas de países amigos, missões sob o mando da ONU e combates diversos. A folha de serviço dos últimos 15 anos inclui ações no Kosovo, invasão do Iraque (fotos acima) e apoio à guerra ao terror no Afeganistão. O evento mais trágico aconteceu em maio de 2006 quando um dos helicópteros foi abatido sobre a cidade de Basra, ao Sul do Iraque. Na queda, cinco militares faleceram.

Conclusão

O Esquadrão nº847 esteve presente no Brasil com duas aeronaves Lynx AH Mk 7 (matrículas XZ192 e XZ177). Ambas apresentavam camuflgem em dois tons (cinza/verde) idêntica ao padrão adotado pelo ‘Arm Air Corps’ do Exército Britânico.

Durante o período em que as tripulações do Esquadrão nº847 estiveram no Brasil, demonstrando parte das suas capacidades, alguns aspectos chamaram a nossa atenção. Em primeiro lugar, é notório ver que uma força com metade do tamanho do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil possui “asas próprias”.

Mesmo que o esquadrão seja uma unidade pequena, ele possui capacidades e características que não são encontradas entre as demais aeronaves existentes na Royal Navy. Assim, o esquadrão acaba por complementá-las. A capacidade de empregar mísseis anti-carro TOW, inexistente na versão naval do Lynx, amplia o número de ações e aumenta o apoio ao fuzileiros em solo.

Também merece destaque a capacidade de cooperação entre as diferentes forças armadas que trabalham, juntas, para o sucesso do esquadrão. Não é fácil juntar numa só receita um modelo do Lynx, com funções bastante específicas e que não é operado por outros esquadrões da aviação naval, com a operação dessa aeronave por fuzileiros navais e com a sua manutenção feita por militares do exército. Talvez esta seja a grande lição que podemos tirar do Esquadrão 847: uma lição de parceria entre as forças armadas britânicas que vem ocorrendo nos últimos 15 anos, extraindo o melhor de cada uma, num contexto de recursos cada vez mais escassos.

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Militares da Força Aérea Brasileira (FAB) já estão em Maceió para a operação de remoção das minas encontradas no município de Maragogi. Os militares chegaram à capital alagoana nesta segunda-feira, 4, e seguem nesta terça-feira, 5, para iniciar o processo de desativação e explosão dos artefatos bélicos, que deverá ser finalizado até o final do mês de outubro.

Foram encontradas seis minas, espalhadas entre o Centro da Cidade e a praia de Antunes. Durante a operação, os moradores terão que deixar a região de forma temporária e a área será interditada em um perímetro de 150 metros, no sentido de evitar acidentes. A região será isolada pela Polícia Militar. Para o trabalho, foram enviados dois mergulhadores, 10 militares do Batalhão de Engenharia, um médico do Hospital Naval de Recife e cinco homens da Capitania dos Portos de Maceió.

As minhas serão neutralizadas e conduzidas a um local distante para que seja acionada.

Em um trabalho de saneamento nas ruas da cidade, operários acabaram encontrando um artefato que flutuava durante as escavações, o que levou especialistas a entenderem que os artefatos são provenientes da 2º Guerra Mundial.

FONTE/FOTO: altemporeal/gazetaweb

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Durante a Segunda Guerra, 36 navios brasileiros foram torpedeados, entre 1942 e 1944, por submarinos do Eixo, na área do Oceano Atlântico que vai desde a Filadéfia, nos Estados Unidos, até Santos, no Brasil, além do extremo sul da África (Boa Esperança).

O balanço total foi de 1.074 mortos e 1.686 sobreviventes. Dois pequenos navios torpedeados não foram identificados, mas por terem sido afundados em região junto à costa, concluiu-se que eram navios brasileiros, provavelmente veleiros. Dos navios torpedeados, somente o Cabedelo não teve sobreviventes.

O Brasil perdeu, ainda, dois outros navios na Segunda Guerra Mundial, ambos da Marinha de Guerra. A Corveta Camaquã afundou, virada pelo mar grosso, em 21 de julho de 1944, morrendo 23 tripulantes. O Cruzador Bahia foi a pique no dia 4 de julho de 1945, por acidente em exercício de tiro real que atingiu uma das de suas bombas de profundidade. Morreram no naufrágio 333 homens.

A tragédia do Cruzador Bahia

Após o término das hostilidades da Segunda Guerra no Atlântico, coube à Marinha do Brasil uma última tarefa: controlar as aeronaves aliadas, que retornavam com tropas no trajeto Dakar-Natal, e apoiar, com eventuais socorros, as que se vissem em dificuldades. Os navios eram mantidos em locais específicos, “estações” em alto-mar, controlando por rádio as passagens dos aviões. Nessa missão, um avião B-17, do Exército americano acidentou-se, em setembro de 1945, e teve 14 militares salvos pelo Contratorpedeiro Greenhalgh, comandado pelo capitão-de-fragata Ari Rongel.

Neste contexto, na manhã de um sábado, 30 de junho de 1945, o Cruzador Bahia, após trinta dias de preparativos, suspendia de Recife com destino à Estação 13, distante cerca de 500 milhas. Na manhã do dia 2 de julho, uma segunda-feira, rendia, no posto, o Contratorpedeiro-de-Escolta Bauru. No dia seguinte, foi realizada, a bordo, com bom tempo, a tradicional festa pela Passagem da Linha do Equador. A expectativa do retorno ao Rio de Janeiro e ao convívio familiar, logo após o cumprimento daquela tarefa, prevista para dez dias, animava a tripulação.

Ao completar o segundo dia na missão, em 4 de julho, o navio preparava-se para exercício de tiro de superfície a curta distância, com as sete metralhadoras Oerlikon de 20mm. Às 0900h, parou máquinas para o lançamento do alvo flutuante e, minutos após, 0910h, ouviram-se disparos imprevistos de uma das metralhadoras. No 5 ou 6 disparo, conforme o relato do então primeiro-tenente Torres Dias, na ocasião, de serviço no Camarim da Máquina, uma forte explosão sacudiu o navio. A rajada da metralhadora havia atingido as bombas de profundidade localizadas no tombadilho.

O quadro que se seguiu foi trágico. Conforme o relato: “densos rolos de fumaça (…) corpos dilacerados, destruição total e os gemidos dos feridos, que mal se arrastavam pelo convés”, e a área de ré destruída e em chamas. Apenas três minutos após a explosão , o navio começou a afundar a popa, com uma rapidez impressionante.

Quatro baleeiras haviam sido destruídas pela explosão e duas outras pendiam dos turcos, impossibilitadas de serem arriadas pela grande inclinação tomada pelo navio. Apenas 17 balsas salva-vidas haviam sido poupadas pela onda destruidora que varrera o navio”, sendo rapidamente lançadas ao mar.

Atos heróicos e de extrema solidariedade foram registrados, como a persistente tentativa do 1° Sargento Enfermeiro João Morais de Lima, o Sargento Lima, de levar da enfermaria para uma balsa, em meio aquele horrendo cenário, o Comandante, capitão-de-fragata Garcia D’Ávila Pires e Albuquerque, que, gravemente ferido, o havia ordenado para deixá-lo e salvar-se. Ambos “foram tragados pelo mar quando o navio submergiu”.

Em cerca de cinco minutos, o navio mergulhou de popa, elevando a proa no ar, e, com a quilha em posição vertical, afundou. A surpresa, a rapidez com que se desenrolou o acontecimento, somadas às dificuldades técnicas das comunicações da época, não permitiram que qualquer pedido de socorro fosse emitido de bordo.

Comprimindo-se nas pequenas 17 balsas, 271 homens, muitos dos quais feridos, queimados ou agonizantes, enfrentariam extenuantes e mortais privações. Para os que sobreviveram, o martírio durou quatro longos dias.

Na primeira noite, as balsas, que eram mantidas juntas, se dispersaram, ficando apenas seis no grupo chefiado pelo Tenente Torres Dias. Falta de água e alimentos, o frio noturno e o calor diurno insuportáveis, desespero, ataques de tubarões, a insolação, fadiga, delírios, alucinações e a morte foram as companhias desses bravos marujos, até a chegada do Cargueiro Balfe.

Um Grupo-Tarefa da Marinha, especialmente mobilizado para as buscas, recolheu, posteriormente, apenas mais oito sobreviventes do grupo cujas balsas haviam se desgarrado.

Estavam a bordo do Bahia 372 pessoas: no primeiro choque, e no soçobro, morreram 101 militares, incluindo quatro marinheiros norte-americanos empregados nas comunicações com os aviões em trânsito. Dos 271 homens que alcançaram as 17 balsas, morreram 230 no mar e mais cinco no Balfe. A oficialidade foi a categoria que mais baixas sofreu, em razão de suas acomodações se localizarem na popa, local da explosão. No total, morreram 17 oficiais, 15 suboficiais, 42 sargentos, 224 cabos e marinheiros, 29 taifeiros, cinco fuzileiros navais e quatro marinheiros norte-americanos, num total de 336 mortos. Salvaram-se: um oficial, um suboficial, quatro sargentos, 29 de cabos e marinheiros e um taifeiro, num total de 36 sobreviventes.

Perdas navais brasileiras na Segunda Guerra Mundial

Navio / Tonelagem Beligerante Data / Posição Danos e vítimas
1 - Buarque – 5152ton U-432 15.02.1942 / 36º35’N 75º20’W Torpedeado, um morto
2 - Olinda – 5085 ton U-432 18.02.1942 / 37º30’N 75º00’W Bombardeado ou torpedeado, 46 mortos
3 - Cabedelo – 3557 ton Torelli (ita) 25.02.1942 / 16º00’N 49º00’W Torpedeado, toda tripulação perdida, 54 mortos
4 - Arabutan – 7874 ton U-155 07.03.1942 / 35º15’N 73º55’W Torpedeado, um morto
5 - Cairu – 5152 ton U-94 09.03.1942 / 39º10’N 72º02’W Torpedeado, 53 mortos
6 - Parnaíba – 6692 ton U-162 01.05.1942 / 10º12’N 57º12’W Torpedeado, 07 mortos
7 - Cmt Lira – 5052 ton (b) Barbarigo (ita) 18.05.1942 / 02º59’N 34º10’W Torpedeado, 02 mortos
8 - Gonçalves Dias – 4996 ton U-502 24.05.1942 / 16º09’N 70º00’W Torpedeado, 06 mortos
9 - Alegrete – 5970 ton U-156 01.06.1942 / 13º40’N 61º30’W Torpedeado, toda tripulação perdida, 64 mortos
10 - Paracuri – 300 ton U-159 05.06.1942 / 17º30’N 68º34’W Torpedeado, sem informações
11 – Não Identificado (*) U-159 Sem informação Torpedeado, sem informações
12 - Pedrinhas – 3666 ton U-203 26.05.1942 / 23º07’N 62º34’W Torpedeado, sem vítimas
13 - Tamandaré – 4942 ton U-66 26.06.1942 / 11º34’N 60º30’W Torpedeado, 04 mortos
14 - Piave – 2547 ton U-155 28.07.1942 / 12º30’S 55º47’W Torpedeado, um morto
15 - Barbacena – 4772 ton U-66 28.07.1942 / 13º10’N 56º00’W Torpedeado, 06 mortos
16 - Baependi – 4801 ton U-507 16.08.1942 / 11º50’S 37º00’W Torpedeado, 270 mortos
17 - Araraquara – 4871 ton U-507 16.08.1942 / 12º00’S 37º09’W Torpedeado, 131 mortos
18 - A. Penévolo – 1904 ton U-507 16.08.1942 / 11º41’S 37º21’W Torpedeado, 150 mortos
19 - Itagibe – 2055 ton U-507 17.08.1942 / 13º20’S 38º40’W Torpedeado, 36 mortos
20 - Arará – 1075 ton U-507 17.08.1942 / 13º21’S 38º49’W Torpedeado, 20 mortos
21 – Não identificado (*) U-507 17.08.1942 / 13º31’S 38º36’W Torpedeado, sem informações
22 - Jacira – 89 ton U-507 19.08.1942 / 14º30’S 38º40’W Torpedeado, 06 mortos
23 - Osório – 2370 ton U-514 28.09.1942 / 00º13’N 47º47’W Torpedeado, 05 mortos
24 - Lajes – 5578 ton U-514 28.09.1942 / 00º13’N 47º47’W Torpedeado, 03 mortos
25 - Antonico – 1243 ton U-516 28.09.1942 / 06º17’N 52º35’W Torpedeado, 16 mortos
26 - Porto Alegre – 5187 ton U-504 03.11.1942 / 35º27’S 28º02’W Torpedeado, um morto
27 - Apalóde – 5766 ton U-163 22.11.1942 / 13º11’N 54º39’W Torpdedado, 05 mortos
28 - Brasióide – 6076 ton U-518 18.02.1943 / 12º38’S 37º57’W Torpedeado, sem vítimas
29 - Afonso Pena – 3539 ton Barbarigo(ita) 02.03.1943 / 16º14’S 36º03’W Torpedeado, 125 mortos
30 - Tutoia – 1125 ton U-513 01.07.1943 / 24º40’S 47º05’W Torpedeado, 07 mortos
31 - Pelotaslóide – 5228 ton U-590 04.07.1943 / 00º27’S 47º36’W Torpedeado, 05 mortos
32 - Bagé – 8235 ton U-185 01.08.1943 / 11º29’S 36º58’W Torpedeado, 28 mortos
33 - Itapagé – 4965 ton U-161 26.09.1943 / 11º29’S 35º45’W Torpedeado, 22 mortos
34 - Cisne Branco – 299 ton U-161 28.09.1943 / costa brasileira Torpedeado, 4 mortos
35 - Campos – 4.663 ton U-170 23.10.1943 / 24º07’S 43º50’W Torpedeado, 12 mortos
36 - Vital de Oliveira – 1300 ton (f) U-861 20.07.1944 / 22º29’S 45º09’W Torpedeado, 99 mortos
37 – Corveta Camaquã 21.07.1944 / Fernando Noronha Virou devido ao mar agitado, 33 mortos
38 – Cruzador Bahia 04.07.1945 / costa brasileira Acidente em exercício de tiro real, 333 mortos

(*)Adimitidos como brasileiros, visto que navegavam bastante próximos à costa, apesar de não identificados.

Notas

  • a) Ver localização no mapa acima;
  • b) Embora torpedeado, não afundou;
  • c) O submarino U-159, depois de atacar com artilharia o veleiro Paracuri, atacou, na mesma área, um veleiro menor (150t), pondo-o a pique também a tiros de canhão. Como se tratava de um navio costeiro, a velas, e a região achar-se junto à costa, só poderia se tratar de um navio brasileiro;
  • d) O submarino U-513 foi afundado 18 dias depois desta ação por um avião Mariner do Esquadrão UP-74, operando de tênder, ao largo de Florianópolis;
  • e) O U-161, após torpedear o navio Itapagé, avistou o veleiro Cisne Branco a grande distância e junto à costa. Perseguiu-o e o atacou a tiros de canhão. Este foi o último ato de guerra do U-161 — no dia seguinte foi afundado por um avião Mariner do Esquadrão UP-74, baseado em Aratu, Bahia;
  • f) Navio Auxiliar da Marinha de Guerra
  • g) As posições 37 e 38 do mapa correspondem aos dois últimos navios que o Brasil perdeu na guerra. A Corveta Camaquã afundou, virada por mar grosso, a 21 de julho de 1944, às 9:00h, morrendo 33 tripulantes. O Cruzador Bahia (38) foi à pique às 9h10min do dia 14 de julho de 1945, a 30 graus Oeste, sobre o Equador, por acidente em exercício de tiro real que atingiu uma de suas bombas de profundidade. Morreram 333 homens no naufrágio, inclusive o seu Comandante, Capitão de Fragata Garcia D’Ávila Pires de Carvalho e Albuquerque;
  • h) De todos os submarinos atacados pela aviação brasileira, o único que se tem certeza de ter sido afundado foi o U-199. A ação deu-se a 31 de julho de 1943, tendo a embarcação sido atingida por um avião norte-americano ao se aproximar da área do Rio de Janeiro. Convocados pela FAB, um avião A-2 Hudson e um Catalina localizaram o submarino navegando à superfície.

FONTE: Revista Marítima Brasileira (RMB) nº 1/3 v.117 jan/mar 1997; Nomar n° 671

O site Poder Naval em 1998

Essa era a home-page do site Poder Naval em 1998. O site foi criado em 20.7.1997 no extinto Geocities e dizia: “Como nossas páginas são intensivamente gráficas, aconselhamos o uso de um modem de no mínimo 33.600bps e uma boa conexão.” Havia botões para download do ICQ e o navegador Netscape.

Abaixo, parte da seção de notícias, que era atualizada mensalmente e não diariamente como hoje. Naquela época era tudo em HTML e dava muito mais trabalho do que hoje para editar.

Tínhamos a Lista de Discussão do Poder Naval que ainda existe no Yahoogroups, mas acabou sendo superada pelo Blog Naval, que começou a funcionar em 2007.

Ainda existe um arquivo na internet com antigas mensagens de 1999, da Lista de Discussão Naval que começou na Virtualand. O arquivo pode ser acessado aqui. Os mais atentos vão perceber que alguns dos comentaristas atuais participavam desta antiga lista.

Abaixo, a cara do site em 2001, que não durou por muito tempo.

Se você acessava o site nesta época, deixe seu comentário.

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Davi e Golias

Nobuyoshi Koremoto, um ex-capitão do JDS Amatsukaze da JMSDF, que participou da Operação RIMPAC 1980, escreveu na revista Ship of the World de agosto de 2010 que no referido exercício, uma esquadrilha de A-4G Skyhawks do navio-aeródromo australiano HMAS Melbourne, conseguiu atacar com sucesso o navio-aeródromo americano USS Constellation. O HMAS Melbourne operava como força inimiga e o USS Constellation foi considerado “seriamente avariado”.

Esta não foi a primeira vez que navios-aeródromo ligeiros conseguiram obter vantagem tática sobre os “super navios-aeródromo”. Por causa da curvatura do planeta, o combate naval além do horizonte fica dependente de informações obtidas pelo esclarecimento marítimo feito por aeronaves.

Porém, táticas de navegação e de despistamento eletrônico podem fazer navios de guerra virtualmente “desaparecer” em meio ao tráfego mercante, principalmente nos períodos noturnos e em condições meteorológicas adversas.

Na foto, o HMAS Melbourne ao lado do navio-aeródromo USS Enterprise, em outro exercício.

LEIA TAMBÉM:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com os editores e outros leitores sobre este e outros temas, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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