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O Poder Naval traz em primeira mão , os nomes e indicativos dos novos NaPaOcs da Marinha do Brasil. ‘Amazonas’ será o nome do 1º NaPaOc  que a MB receberá ainda neste 1º semestre. O seguinte, será o P121 ‘Apa’ que chegará no final do 2º semestre, ficando o 3º e último da Classe, P122 ‘Araguari’ previsto para o 1º semestre de 2013.

Foto Montagem: Prick

 

A Austal informou na terça-feira, 10 de janeiro, o lançamento do segundo navio de combate litorâneo (LCS – Littoral Combat Ship) para a Marinha dos EUA (USN), o “Coronado” (LCS 4). Antes disso, foi feito o “roll-out”, termo normalmente reservado a apresentação de aeronaves que saem do hangar pela primeira vez,  que marcou o segundo uso de um inovador sistema modular auto-propulsivo para transferir o navio de seu pátio de montagem final à doca seca, para o lançamento. O sistema foi usado pela primeira vez, segundo a empresa, em setembro do ano passado, no lançamento do USNS “Spearhead” (JHSV 1 – fotos ao final da matéria)

A Austal e a USN colaboraram no projeto de um novo conjunto de suportes de quilha para apoiar o navio durante a construção e facilitar sua transição da baia de montagem. Os sistemas auto-propulsados modulares de transporte (self-propelled modular transporters – SPMTs) da Austal suplementarm os Berard Transportation da New Iberia, Los Langeles, para permitir uma capacidade de carga de 3.800 toneladas em 104 linhas de eixo.

Segundo a Austal, foi um processo em três fases, em que os SPMTs levantaram todo o navio e os suportes de quilha levantaram o Coronado a aproximadamente um metro (três pés) e o moveram para a doca seca atracada, mantendo quase 2.000 toneladas na manobra, que não teve incidentes. O novo método de “roll-out” economizou horas do processo de transferência, servindo como marco no esforço da Austal para reduzir custos e tempo requeridos em próximas entregas de LCS.

Após a manobra, o LCS e a doca seca foram rebocados rio abaixo para o estaleiro BAE Systems de Mobile, onde o navio foi finalmente posto a flutuar livre de seus apoios de quilha, sendo manobrado para fora da doca. O navio foi então rebocado de volta, rio acima, para as instalações da Austal, onde vai passar pela fase de acabamento e ativação, antes de suas provas de mar e entrega à USN.

O casco, do tipo trimaran, tem 127 metros de comprimento e é a plataforma para os sistemas de missão e de armas do LCS. Segundo a Austal, esse tipo de casco permite melhores características marinheiras e de emprego de aeronaves, devido às formas de seu maior casco central e menores cascos laterais , chamados de “amahs”. A configuração também permite um grande convés de missão com alta capacidade de carga, além de um enorme convoo capaz de conduzir operações duplas de helicópteros H-60. Ainda segundo a empresa, o convoo está localizado mais alto que qualquer navio de combate à exceção de navios de desembarque anfíbio ou porta-aviões.

A empresa trabalha em parceria com uma unidade de negócios da General Dynamics, a General Dynamics Advanced Information Systems, nos programas LCS e JHSV. O lançamento do “Coronado” (LCS 4) foi precedido há pouco tempo do batismo do USNS “Spearhead” (JHSV 1) de 103 metros de comprimento e a cerimônia de batimento de quilha do “Choctaw County” (JHSV 2). Os JHSV são embarcações projetadas para rápido transporte de tropas e equipamentos militares dentro do teatro de operações (abaixo, fotos do batismo do JHSV 1 e de sua construção).

A construção modular do JHSV 3 e do “Jackson” (LCS 6) também já foram iniciadas.  A Austal também tem os contratos para o “Montgomery” (LCS 8 ) e os JHSV 3 a 7.

FONTE / FOTOS: Austal

Assinado acordo entre Navantia e MTU, relativo a motores navais

A Navantia e a Tognum informaram na terça-feira, 10 de janeiro, a assinatura de um acordo estratégico de cooperação entre a Unidade Produtiva de Motores da Navantia e a multinacional alemã de fabricação de motores e sistemas de propulsão MTU Friedrichshafen GmbH (empresa do grupo Tognum). Segundo os informes, o acordo permitirá incrementar as oportunidades de negócios de ambas as companhias, que já trabalham de forma conjunta há quarenta anos.

O acordo envolve a concessão de licenças para comercialização, engenharia, fabricação e apoio ao ciclo de vida dos motores, regulação da atividade pós-venda para fortalecer a oferta da Navantia, geração de maior carga de trabalho com a utilização das instalações de motores da Navantia-Cartagena, além da realização de jornadas técnicas que permitam otimizar os sistemas e adaptar aos requisitos de cada navio. Também está incluído no acordo a implantação, nas instalações de motores em Navantia-Cartagena, de um Centro de Formação em Motores MTU, que será explorado de forma conjunta e integrado à rede mundial de centros de formação da multinacional alemã.

Segundo a Tognum, já existem acordos de licença para a comercialização e manufatura dos motores marítimos MTU Seriés 396, 956 e 1163. Entre os navios construídos pela Navantia (fotos logo acima) que são equipados por motores MTU estão a classe espanhola Meteoro de OPV (offshore patrol vessel – navio-patrulha oceânico) e os navios-patrulha das classes Guaicamacuto e Guaiquerí da Venezuela, que utilizam o  MTU Série 1163 para propulsão principal (foto abaixo), geradores principais Série 2000 e auxiliares (standby power) Série 60.

FONTES / FOTOS: Navantia e Tognum - MTU

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A Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e o Estaleiro Ilha S/A (EISA) assinaram, no dia 16 de dezembro, no Rio de Janeiro, o Termo Aditivo para a construção de mais um Navio-Patrulha de 500 toneladas, o 5º Navio do 2º lote, que corresponde ao 7º Navio-Patrulha da Classe “Macaé”.

Essa Classe de navios se destina ao patrulhamento das Águas Jurisdicionais Brasileiras, cabendo executar diversas tarefas, dentre elas: efetuar patrulha para a vigilância e defesa do litoral, de áreas marítimas costeiras e das plataformas de exploração/explotação de petróleo no mar e contribuir para defesa de porto; promover a fiscalização que vise ao resguardo dos recursos do mar territorial, zona contígua e Zona Econômica Exclusiva; repressão às atividades ilícitas (pesca ilegal, contrabando, narcotráfico e poluição do meio ambiente marinho), contribuindo para a segurança das instalações costeiras e das plataformas marítimas contra ações de sabotagem; e realizar operações de busca e salvamento na área de responsabilidade do Brasil.

A decisão pela construção em estaleiro privado nacional se coaduna com a política governamental de incentivo à construção naval e de geração de empregos, bem como da necessidade estratégica da capacitação e fortalecimento do parque industrial de tecnologia militar.

O EISA foi selecionado para a execução dessa obra por meio de concorrência pública pautada nos ditames da Lei n° 8.666/1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. A construção será realizada nas instalações do estaleiro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e fiscalizada pela DEN, segundo mecanismos gerenciais e técnicos estabelecidos no Contrato de Construção, vinculados ao Edital de Licitação, baseados na boa prática da engenharia e conduzidos por uma equipe formada por profissionais com vasta experiência em construção naval militar.

Os navios em questão fazem parte de uma série de 27 navios, dentro do preconizado pela Estratégia Nacional de Defesa, a partir de um projeto desenvolvido pela empresa francesa Constructions Mécaniques de Normandie.

O primeiro navio da Classe, construído na Indústria Naval do Ceará (INACE), Navio-Patrulha “Macaé”, foi transferido para o Setor Operativo da Marinha do Brasil. O segundo, Navio-Patrulha “Macau”, foi incorporado à Força e deverá se transferido para o Setor Operativo no início do primeiro semestre de 2012.

O contrato assinado com o estaleiro EISA, que, após a assinatura do Termo Aditivo supracitado, perfaz um total de cinco Navios-Patrulha 500 toneladas, tem prevista a prontificação do primeiro navio para dezembro de 2012, e dos demais navios, em sequência, um a cada seis meses.

FONTE: Marinha do Brasil

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Brasil compra navios de patrulha

Londres, Reino Unido: A Marinha do Brasil assinou um contrato no valor de 133 milhões de libras esterlinas com a BAE Systems para o fornecimento de três Navios de Patrulha Oceânica e serviços auxiliares de apoio. O contrato inclui, também, Licença de Fabricação, que permite a construção de outros navios da mesma classe no Brasil.

Os três navios de 90 metros, originalmente construídos para o governo de Trinidad e Tobago, proverão a Marinha do Brasil com capacidade marítima reforçada no curto prazo, enquanto se aguarda a aquisição futura de navios no âmbito do programa PROSUPER (atual plano de aquisição de navio de superfície do Brasil). Os dois primeiros navios serão entregues em 2012 e o terceiro no início de 2013.

Como parte da Licença de Fabricação, será fornecido um Pacote de Informação de Projeto contendo informações relevantes sobre o projeto e fabricação, que permitirão à Marinha do Brasil construir outros Navios de Patrulha Oceânica aqui, dando suporte ao programa de reequipamento naval do país e fortalecendo a capacidade industrial marítima do Brasil.

“Este é um passo significante para o nosso relacionamento com o país. Os Navios de Patrulha Oceânica são embarcações altamente capazes e tenho certeza de que serão um ativo extraordinário para a Marinha do Brasil”, disse Andrew Davies, Diretor Administrativo da Divisão Marítima da BAE Systems.

“Estamos ansiosos para trabalhar juntos e espero que este seja o início de uma parceria de longo prazo com o Brasil no setor marítimo”.

“A aquisição destes três Navios de Patrulha Oceânica da BAE Systems será uma importante contribuição tanto para nossa habilidade em prover segurança e proteção para as Águas Jurisdicionais brasileiras quanto para a entrega dos nossos compromissos com a Autoridade Marítima Brasileira”, disse o Contra-Almirante Francisco Deiana, Diretor de Engenharia Naval da Marinha do Brasil.

“Esta aquisição não muda o escopo do PROSUPER, nosso programa de aquisição futura de navios que também inclui outros cinco Navios de Patrulha Oceânica de 1.800 toneladas a serem construídos no Brasil”.

Os Navios de Patrulha Oceânica são capazes de ultrapassar a velocidade de 25 nós e pesam 2.200 toneladas quando totalmente carregados. Com um canhão de 30mm e duas metralhadoras de 25mm, bem como convés de voo para operar helicóptero e um bote inflável rígido, os navios são ideais para a realização de funções de segurança marítima nas águas territoriais do Brasil. Projetados para acomodar uma tripulação de até 70 pessoas, com acomodação adicional para 50 tropas embarcadas ou passageiros e amplo espaço de convés para armazenagem de contêineres, as embarcações também são eficazes para busca e salvamento e operações de socorro.

Os navios foram originalmente construídos pela BAE Systems para o governo de Trinidad e Tobago sob um contrato assinado em 2007. Este contrato foi encerrado no final de 2010 e BAE Systems, desde então, tem oferecido os navios para países interessados. O primeiro navio foi construído nas instalações da BAE Systems de Portsmouth e os outros dois em seu estaleiro no Clyde.

FONTE: Gaspar e Associados Comunicação Empresarial

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Depois de construídos pelo estaleiro INACE e entregues pelo Brasil à Marinha da Namíbia, essas embarcações antes tão comentadas estão agora em plena vida operativa, como mostram essas fotos de autoria do Capitão Hilmar Snorrason, Comandante do Navio-Escola Saebjorg, da Associação de Busca e Salvamento da Islândia, feitas em Walvis Bay.

Na primeira foto, as LP Terrace Bay (HPB 20) e Möwe Bay (HPB 21), atracadas em Walvis Bay em 19 de outubro de 2011. Essas embarcações foram incorporadas no dia 3 de novembro de 2011 e são da mesma classe da nossa “Marlim” (classe “Meattini” na Itália).

Na segunda e na terceira fotos, o NPa Brendan Simbwaye (P 11), que pertence à mesma classe dos nossos “Grajaú”, de projeto da Vosper Singapore e construídos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, no INACE e no estaleiro Peeneweft, na Alemanha.

Na última foto, apenas para completar, temos um quarto navio, que foi transferido pela Marinha do Brasil dentro do mesmo pacote, a Corveta Lt Gen Dimo Hamaambo (C 11), ex-Purus (V 23), feita em 26 de outubro de 2011.

Notar a presença de um segundo radar da marca Furuno na Brendan Simbwaye e o brasão de armas dos navios, que tem como inspiração os usados pelos navios da Marinha do Brasil, apenas com a substituição da Coroa Naval pelo Gavião-do-Mar, que é parte do Brasão de Armas da República da Namíbia.

 

A Marinha do Brasil contratou a Fundep (Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa) para prestar serviços técnicos de engenharia para apoiá-la nos estudos preliminares de desenvolvimento de um torpedo leve nacional.

Dispensa de Licitação com fundamento no art. 24, inc. XIII,da Lei nº 8.666/1993; Favorecido: FUNDAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DA PESQUISA – FUNDEP; Objeto: Serviços técnicos especializados de engenharia para apoio nos estudos técnicos e no planejamento preliminar do desenvolvimento de um Torpedo Leve (TL); Vigência do Contrato: 12 (doze) meses: Processo: 63128.002278/2011-66; Cobertura Orçamentária: PA/2011, Ação Interna V–2203.72.00, FR 0100000000, PTRES 007712, Gestão 00001, ND 449039, UO 52131, aprovados no Orçamento 011-058/2011-00; Valor : R$ 242.753,00 (duzentos e quarenta e dois mil setecentos e cinquenta e três reais); Autorização: em 20/12/2011, por CMG (RM1-T) EDSON DE QUEIROZ RIBEIRO, Ordenador de Despesas; Ratificação: em 20/12/2011, por C. Alte (EN) MAURILLO EUCLIDES FERREIRA DA SILVA.

Segundo o livro “História Naval Brasileira” de Hélio Leôncio Martins, no capítulo “Indústria Militar-Naval, nos anos 50, a Marinha do Brasil chegou a construir uma “ Fábrica de Torpedos” quando em 19 de outubro de 1954 chegou-se a testar no mar uma série de torpedos de concepção norte-americana, o modelo MK XV-Mod. III. Um ano depois, em 1955, foram a fabricados dez torpedos deste modelo num primeiro lote, planejando-se um segundo lote igual, no entanto, somente dezessete unidades chegaram ao estágio operativo.

Muito mais tarde, houve um total desinteresse pela atualização desta arma naval e sua fabricação nacional.

FONTES: DOU- 22/12/2011-Seção 3-Pag.21 / Livro História Naval Brasileira de Hélio L. Martins.

 NOTA DO EDITOR: Saiba quanto tempo levou e quais recursos foram necessários para a China conseguir copiar o torpedo leve americano Mk.46, clicando aqui.

 

Contrato da estatal com o Estaleiro Atlântico Sul para 10 petroleiros subiu de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,7 bilhão em cinco anos

O balanço apresentado pelo governo federal da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) indica que a encomenda pela Petrobras Transporte (Transpetro) de dez petroleiros ao Estaleiro Atlântico Sul (EAS) já está cerca de US$ 500 milhões mais cara. Além disso, aponta que o atraso da primeira entrega, o navio João Candido, já chega a um ano. O atraso prejudica o cronograma das obras das demais embarcações. Em janeiro de 2007, quando o EAS e a Transpetro assinaram o contrato para a construção de dez petroleiros, o valor do pacote era de US$ 1,2 bilhão. Agora, de acordo com o balanço dos ministérios envolvidos no PAC 2, já atinge US$ 1,7 bilhão.

O relatório governamental demonstra preocupação com o desenvolvimento da construção do João Candido, lançado ao mar em maio do ano passado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela, à época, pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, em festa que parou o município de Ipojuca, Pernambuco, sede do EAS. Apesar do lançamento, o navio voltou ao estaleiro para reparos que já duram um ano e sete meses. Os motivos de atraso tão grande nunca foram devidamente esclarecidos nem pelo EAS nem pela Transpetro.

De acordo com nota divulgada pelo estaleiro, o “João Candido” será entregue à Transpetro este mês, mas a data ainda não foi marcada. Ao tratar da questão da Transpetro, o relatório do PAC 2 recomenda “atenção” com os trabalhos desenvolvidos pelo EAS. Uma frase faz o alerta: “Atrasos sucessivos na entrega do primeiro navio – João Cândido”. O texto identifica como fator agravante o fato de que, como os navios são construídos em sequência, o atraso do primeiro atrapalha a produção dos outros. Os dez petroleiros deverão ser entregues à Transpetro até setembro de 2014, prazo que, hoje, é considerado inviável pelos especialistas do setor. O segundo petroleiro do lote de dez é o “Zumbi dos Palmares”, cuja construção já foi iniciada pelo estaleiro. Mas o EAS calcula que o navio será entregue em julho ou agosto, enquanto a Transpetro espera recebê-lo até março do ano que vem, conforme a recomendação do relatório do PAC 2.

O documento recomendava que o João Cândido fosse submetido ao teste de mar até a última quarta-feira (dia 7), com entrega à Transpetro até o último dia do ano.

Greve. Em nota, o EAS credita o atraso no apronto do João Candido a uma greve de funcionários ocorrida em setembro. “A entrega estava prevista para o final de outubro deste ano.

O novo prazo se deve aos atrasos que o acabamento do navio sofreu ao longo do mês de setembro passado, e que foram provocados por um movimento paredista conduzido por um grupo minoritário de funcionários, à revelia da campanha salarial da categoria dos metalúrgicos e do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco”, diz o comunicado. Ainda segundo a nota, “esse movimento, como é de conhecimento público, resultou em violência contra os trabalhadores da própria empresa, impedimento ao direito de ir e vir no Complexo de Suape (litoral de Pernambuco), depredação do patrimônio público e privado e na instauração de um clima de terror, ameaças, constrangimento e boatos no estaleiro”.

“Essa situação impactou fortemente as atividades da empresa, afetando as suas operações e prejudicando sobremaneira a finalização do navio”, conclui o EAS. A nota não fala no atraso na entrega, mas em “uma extensão do cronograma da sua primeira embarcação, como é rotineiro, no mundo”. O estaleiro EAS começou a ser construído simultaneamente ao João Candido, O navio seria o primeiro do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro, que encomendou 49 navios a estaleiros nacionais – 22 deles ao EAS. A demora foi tanta que a segunda embarcação prevista para entrar em operação, o “Celso Furtado”, construído pelo Estaleiro Mauá (Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro), ficou pronto antes e já está navegando.

A Transpetro se manifestou sobre o assunto por meio de um comunicado sucinto. De acordo com a nota da subsidiária da Petrobrás, os contratos do Promef “estipulam penalidades para atrasos não justificados na entrega das encomendas”. A Transpetro não revela quais são as penalidades previstas. “Não houve aditivos de valor no contrato do navio João Cândido”, esclarece ainda o comunicado.

FONTE: O Estado de S.Paulo / Sergio Torres

A construtora naval russa Seymash iniciará, a partir de 2012, a modernização do cruzador nuclear Almirante Pavel Nakhimov, conforme informou o diretor-geral do estaleiro, Andrei Diachkov. O engenheiro explicou que a modernização é necessária para adaptar as instalações do navio ao transporte dos novos mísseis balísticos russos.

Em entrevista à agência de notícias RIA Novosti, Diachkov afirmou que antes do final de abril os projetos dos designers serão concluídos. Ele acrescentou que a demanda do arsenal de mísseis é muito grande.

O principal objetivo da ação é substituir os antigos sistemas de mísseis Granit por novos complexos navais universais e de última geração, podendo ser transportados junto com diversos tipos de mísseis, desde mísseis antissubmarinos a mísseis de cruzeiro de longo alcance.

FONTE: Diário da Rússia

NOTA DO BLOG: o Admiral Nakhimov (ex-Kalinin)é um dos quatro cruzadores da classe Kirov construídos. Atualmente somente o Pyotr Velikiy encontra-se na ativa, tendo visitado a Venezuela no final de 2008. Veja mais detalhes nos links abaixo.

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Ontem, a DCNS iniciou, no seu centro de Cherbourg, a última junção das seções do primeiro submarino Scorpène para o Brasil. A soldagem das seções 3 e 4, que vai permitir reconstituir a parte dianteira do submarino, é um símbolo forte em termos de transferência de tecnologia

 

Os 12 soldadores da equipe franco-brasileira começaram esta manhã em Cherbourg as últimas operações de junção das seções do primeiro Scorpène para o Brasil. As próximas montagens serão realizadas no Brasil. Serão necessários 4 dias para a realização desta etapa que consiste em montar por fusão de metal os anéis que constituem a parte dianteira do submarino. Uma estrutura de cerca de 6 metros de diâmetro, 24 metros de comprimento e uma massa de 200 toneladas que vai posteriormente receber, entre outros, a central de operações, os torpedos e os auxiliares da plataforma (água, gás, eletricidade, etc.). Durante o primeiro semestre de 2012, serão adicionadas a este casco as caixas e as grandes estruturas mas também a vela, os tanques de lastro, o compartimento de acesso e a cúpula de ar fresco.

Os soldadores brasileiros receberam, no âmbito da transferência de tecnologia, uma formação de 3 meses que permitiu a aquisição das qualificações necessárias. De fato, o contrato incide sobre a concepção e a realização em transferência de tecnologia de quatro submarinos convencionais. O centro de Cherbourg recebe atualmente 36 estagiários brasileiros, o que eleva este número a 115 desde o início do contrato.

Bernard Planchais indicou: “Esta etapa é um novo marco bem-sucedido para a realização deste programa ambicioso. Ela demonstra a capacidade da DCNS em implementar uma parceria humana e tecnológica ao serviço de uma marinha internacional.”

Este contrato para o Brasil incide também na assistência para a concepção e a realização da parte não nuclear do primeiro submarino brasileiro de propulsão nuclear e o apoio à realização de uma base naval e de um estaleiro de construção naval. O primeiro dos quatro submarinos convencionais deverá entrar em serviço ativo em 2017. Esses quatros submarinos possuem propulsão convencional (diesel-elétrica). Com um comprimento de cerca de 75 metros, seu deslocamento na superfície é de 2. 000 toneladas. São operados por uma tripulação de 30 a 45 pessoas.

Os quatros submarinos convencionais respondem às especificações particulares da Marinha do Brasil. Estão perfeitamente adaptados às necessidades de proteção e de defesa dos 8.500 quilômetros de litoral brasileiro. São submarinos oceânicos polivalentes concebidos para todos os tipos de missões, incluindo a luta contra os navios de superfície, a guerra antissubmarina, os ataques em profundidade, as operações especiais e a coleta de informações.

FONTE/FOTOS: DCNS

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O OPV L’Adroit, primeiro da classe “Gowind”, atracou no dia 24 de novembro na base naval de Toulon no Mediterrâneo, seu porto base, apenas 18 meses após o término da construção no estaleiro Lorient da DCNS no Atlântico.

Construída com financiamento da própria DCNS, esta plataforma de segurança marítima está agora emprestada à Marinha da França por um período de três anos. Nos próximos meses, o L’Adroit vai demonstrar suas excepcionais capacidades.

O OPV classe “Gowind” lidera os esforços da DCNS para conquistar uma fatia maior do crescente mercado de navios de superfície de pequeno e médio deslocamento.

Nos próximos três anos, a Marinha Francesa vai testar as capacidades do navio nas atuais e emergentes missões que vão desde a pesca,  policiamento, interdição de drogas, proteção ambiental e ajuda humanitária para busca e salvamento no mar.

Com duas equipes em rotação a cada quatro meses, a alta confiabilidade do projeto está prevista para oferecer nada menos que 220 ​​dias de disponibilidade operacional no mar por ano.

Inovador pelo design
Com um comprimento de 87 metros, o OPV L’Adroit oferece três semanas de persistência em águas azuis, com alance de 8.000 milhas náuticas, velocidade máxima de 21 nós e um helicóptero / UAV no convés de vôo. O projeto também dispõe de plena provisão para a tripulação reduzida 30 pessoas e espaço para 30 passageiros.

As inovações e capacidades de especial interesse para o comando naval e as forças de guarda costeira incluem um passadiço panorâmico de 360​​° oferecendo visibilidade, um único mastro fechado oferecendo com 360° de visibilidade para os sensores, o lançamento discreto de barcos commando rápidos em menos de 5 minutos e provisão completa para veículos aéreos e de superfície não-tripulados (UAVs e USVs).

A família “Gowind” também se beneficia da vasta experiência da DCNS em sistemas de informação de comando. Esses navios podem ser facilmente adaptados para vigilância de área ampliada e, quando se trabalha em conjunto com os centros de controle em terra e outros navios em rede, para a detecção automática de atividades suspeitas por navios e outras embarcações.

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Foto: Luiz Padilha

RIO — A presidente Dilma Rousseff prometeu nesta sexta-feira que o forte desenvolvimento da indústria do petróleo no Brasil, principalmente com a produção do pré-sal, não vai resultar em exportação de empregos. No discurso, durante solenidade de entrega do navio petroleiro Celso Furtado, no estaleiro Mauá, em Niterói, a presidente reafirmou que vai lutar pelo aumento do conteúdo nacional nas encomendas de plataformas e de navios da Petrobras, que serão feitas nos próximos anos.

Depois, Dilma seguiu para cumprimentar os operários do estaleiro. A presidente fez um discurso rápido, de apenas 16 minutos, e foi bastante aplaudida pelas autoridades e trabalhadores presentes.

— Eu não vou permitir que a encomenda de navios e plataformas represente a exportação de empregos. Lutarei pelo conteúdo nacional. A entrega deste navio é um exemplo da capacidade da indústria nacional — afirmou a presidente.

O navio Celso Furtado é o primeiro navio construido no Brasil nos últimos 14 anos, e faz parte de uma encomenda total da Petrobras de 49 navios junto à indústria nacional.

Fundo da Marinha Mercante libera R$16 bilhões

O conselho do Fundo Nacional de Marinha Mercante em reunião realizada na quinta-feira aprovou o financiamento para 284 projetos da indústria naval do país, com investimento total de R$ 16 bilhões . O anúncio foi feito nesta sexta-feira pelo presidente do Sindicato da Indústria Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, durante solenidade de entrega do navio petroleiro Celso Furtado à Transpetro, no estaleiro Mauá em Niterói.

FONTE: O Globo

Foto: Luiz Padilha

 

 

Guilherme Serodio

Rio – O Brasil pode obter a transferência de tecnologia dos softwares do submarino nuclear que vai construir em parceria com a França. A afirmação é do presidente do Serviço federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni. A transferência da tecnologia não está prevista no acordo, mas, segundo Mazoni, os diálogos “estão indo bem nesse sentido” e o Brasil deve obter o acesso aos códigos fonte que controlam o equipamento. “É certo que [o Brasil] consegue”.

Mazoni afirma que o Serpro só entrou na discussão acerca da transferência da tecnologia dos softwares utilizados no submarino no ano passado, quando houve as primeiras reuniões de cooperação técnica com a França na área de supercomputação. A partir daí, os técnicos brasileiros passaram a dar atenção à questão dos softwares do submarino. “Eles dizem que o produto é aberto, nós queremos ver o produto, transferir conhecimento”, diz Mazoni.

Ter acesso ao códigos dos softwares, afirma o presidente do Serpro, é fundamental para saber como o submarino funciona. Os militares brasileiros, diz Mazoni, estão preocupados com a transferência de conhecimento de softwares dos equipamentos que adquire. “Nós temos uma boa parceria com o Ministério da Defesa e, hoje, a própria marinha e o Exército brasileiros estão bastante avançados, inclusive no [uso] de software de código aberto”, diz.

Esse tipo de preocupação na área de segurança não é exclusividade do Brasil, afirma Mazoni. Um exemplo, diz ele, é o exército alemão, que só compra equipamentos eletrônicos com softwares de código aberto. “[Na Alemanha] as Forças Armadas não usam produtos vindos dos Estados Unidos”.

Para Julio Neves, assessor da presidência do Serpro, “software livre também é soberania”. Ele exemplifica a importância de se ter livre acesso aos códigos de equipamentos militares com um caso da Guerra do Golfo, ocorrida na década de 90. Durante o bombardeio do Iraque por forças americanas, um vírus instalado nos sistemas de radares de defesa iraquianos apagou as telas dos equipamentos. Sem conseguir ver os aviões inimigos nos radares, os militares iraquianos ficaram sem defesa contra o bombardeio. Segundo Neves, acredita-se que “os equipamentos já foram comprados com o programa”.

Outro caso famoso ocorreu durante a Guerra das Malvinas, entre a Argentina e o Reino Unido. No conflito que durou de abril a junho de 1982 os militares argentinos atacaram as embarcações inglesas com o míssil anti-navio francês Exocet. Após o primeiro afundamento, a França entregou aos ingleses o código que permitia que os mísseis fossem guiados por ondas de rádio, diminuindo a eficiência dos ataques argentinos.

O acordo entre Brasil e França para a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da marinha, orçado em € 6,7 bilhões. Além do equipamento nuclear, o programa prevê a construção de quatro submarinos com tecnologia francesa. Os equipamentos serão fabricados no Brasil com supervisão francesa. O acordo prevê transferência de tecnologia.

Com a construção do equipamento, o Brasil entrará no restrito grupo de países capazes de projetar, construir e operar submarinos de propulsão nuclear. Atualmente, apenas Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França e China têm tal capacidade.

Sobre os planos do governo brasileiro em adquirir 36 novos caças para a Força Aérea, Mazoni assegura a cooperação do Serpro: “Vamos estar juntos”. O presidente do Serpro participou do Cyber Security International Forum, realizado ontem no Rio.

FONTE: Valor Econômico, via MB

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A NUCLEP recebeu, no dia 22/11/11, a visita do Almirante Bernard Rogel, Chefe do Estado-Maior da Marinha Nacional da França, acompanhado de sua comitiva, e do Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, Comandante da Marinha do Brasil, também acompanhado de sua comitiva. Os visitantes foram recebidos pelo Presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e pelo Diretor Industrial da NUCLEP, Liberal Zanelatto.

FONTE: NUCLEP

Evento ocorrerá no Centro Cultural da Marinha

 

O Estaleiro Aliança realiza amanhã, quinta-feira, 24 de novembro, a cerimônia de batismo e entrega do PSV CBO Atlântico à Companhia Brasileira de Offshore (CBO). O evento será realizado no Centro Cultural da Marinha, no Rio de Janeiro. A embarcação é a décima nona da frota da CBO e vai operar para a Petrobras.

Com 76,3 metros de comprimento e 3.200 toneladas de porte bruto, a embarcação tem boca de 16 metros e calado máximo de 6,3 metros. O financiamento é do Fundo da Marinha Mercante, através do BNDES. A madrinha do navio será Ana Carla Abreu, esposa do presidente da Cedae, Wagner Victer, que foi secretário estadual de Energia, Indústria Naval e Petróleo de 1999 a 2007.

Inovação tecnológica – Além deste PSV, a CBO também está construindo no estaleiro Aliança outros cinco navios de apoio marítimo. As embarcações incorporam inovações tecnológicas a partir do formato do casco X-Bow, projetado pela norueguesa Ulstein. Segundo a CBO, o formato da proa propicia melhor comportamento em mar agitado, melhorando o desempenho no apoio marítimo a plataformas de petróleo em campos distantes da costa.

A companhia destaca também que a série de embarcações tem sistema híbrido de transporte de carga, que permite o transporte de drill cuttings, material retirado durante operações de perfuração no solo submarino. Os navios também serão dotados de sistema de propulsão diesel-elétrico, proporcionando maior flexibilidade no uso do conjunto de motores, principalmente nas aplicações que exigem muitas manobras. Segundo a CBO, as embarcações também contarão com sistemas de comunicação de dados e de voz via satélite e sistemas de posicionamento dinâmico com redundância, o que possibilita maior segurança das operações. (Da Redação)

FONTE: Portos e Navios

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Uma empresa norte-americana está finalizando os estudos de viabilidade técnica para a instalação de um estaleiro de reparos na região do Porto de Paranaguá, no Paraná. Há um ano a empresa McQuilling Services está fazendo estudos para averiguar qual região do Brasil seria a ideal para receber um empreendimento deste tipo. O empreendimento, orçado em R$ 500 milhões, estará pronto para entrar em funcionamento em 2015 e gerará mil empregos diretos e mil empregos indiretos.

O estaleiro terá duas docas, 1.800 metros de cais e será instalado numa área de 850 mil metros quadrados. Uma vez pronto, será o maior estaleiro do Brasil e uma de suas docas – a de maior porte – será a maior de toda costa leste americana.

“Considerando diversas variáveis, acreditamos que o Paraná seria o melhor local para receber o estaleiro em função da localização geográfica privilegia e mão de obra qualificada”, explicou David Saginaw, diretor comercial da empresa que fez a apresentação do projeto.

O secretário de estado de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Airton Maron, o capitão dos portos do Paraná, José Henrique Rabello, diretores e engenheiros da Appa, além de técnicos do Instituto de Engenharia do Paraná, assistiram à apresentação. “É importante que diferentes atores do nosso sistema estejam reunidos para conhecerem o projeto e verificar como cada um pode ajudar para que ele seja implementado. Um estaleiro deste porte trará muito desenvolvimento para o Paraná”, afirmou o secretário José Richa Filho.

FONTE: A Tribuna On-line

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Um consórcio formado pela Odebrecht Óleo e Gás (OOG) e a francesa Technip ganhou um contrato de US$ 1 bilhão da Petrobras, válido por cinco anos, para construir e operar dois navios com equipamentos capazes de lançar e conectar dutos e linhas flexíveis entre a plataforma e os poços perfurados no fundo do mar, a uma profundidade de até 2.500 metros, o que indica que serão usadas nos campos do pré-sal da bacia de Santos. Por ficarem embaixo da água, alguns no leito submarino, essa gama de equipamentos é classificada como “subsea” no jargão do setor.

A primeira embarcação contratada pela Petrobras ao consórcio OOG-Technip está prevista para começar a operar no quarto trimestre de 2014. E a segunda entra logo depois, no primeiro trimestre de 2015. Cada uma vai carregar um guindaste capaz de suportar uma tensão de até 550 toneladas na ponta do guincho, o que será um recorde no mundo.

As embarcações, do tipo PLSV (Pipe Laying Support Vessel), serão construídas no estaleiro da Daewoo Shipbuilding and Marine Engeneering (DSME), na Coreia do Sul. Elas serão afretadas para a Petrobras inicialmente por cinco anos, mas o contrato pode ser prorrogado pelo mesmo período.

As embarcações, do tipo PLSV, serão construídas no estaleiro da Daewoo Shipbuilding and Marine, na Coreia do Sul

Jorge Luiz Mitidieri, diretor superintendente de Serviços Integrados da Odebrecht OOG, explicou que o contrato representa uma importante etapa para consolidação de uma empresa brasileira na curta lista de companhias capazes de prestar esse tipo de serviço no Brasil.

“A Odebrecht entrou no mercado de subsea em 2009 e nesses dois anos nos capacitamos. Hoje temos uma equipe com experiência e capacidade de fornecer esses serviços sozinha. Mas a associação com a Technip é estratégica porque traz grandes sinergias, experiência e permite mitigar riscos”, disse Mitidieri ao Valor.

Em 2009 a OOG começou a prestar serviços para o mercado subsea. Na época se associou à Subsea7, outra empresa internacional com experiência no setor. Na época as duas ganharam um contrato, também da Petrobras, para construção e instalação do gasoduto Sul-Norte Capixaba.

Sem contar com os dois navios lançadores que serão construídos na Coreia em consórcio, a OOG tem atualmente uma frota de embarcações para operações no mar. São sete unidades de perfuração – dos quais quatro são navios e três são plataformas semi-submersíveis -, duas plataformas flutuantes de produção, armazenamento e transferência (FPSO) já prontas e outra em construção e que vai ser conectada aos campos Tiro e Sidon, na bacia de Santos no segundo semestre de 2012.

FONTE: Valor Econômico/Por Cláudia Schüffner | Do Rio

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