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Durante a Operação “ASPIRANTEX”, na área marítima do litoral do Rio Grande do Sul, os Aspirantes da Escola Naval (EN), embarcados no Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia”, planejaram e conduziram o exercício de manobras táticas com os navios do Grupo-Tarefa (GT) comandado pelo Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

Os Aspirantes reuniram-se, sob a supervisão dos Oficiais instrutores da Escola Naval, do Estado-Maior do Comando-em-Chefe da Esquadra (ComemCh) e do NDCC “Almirante Sabóia”. Após isso, os alunos planejaram e executaram formaturas e manobras táticas com os navios do GT.

Participaram do exercício o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia”, o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”, as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói”, a Corveta “Barroso”, e uma Aeronave UH-13 “Esquilo”, que realizou o evento FOTEX.

Durante a realização do evento, os Aspirantes assumiram o controle da manobra, as comunicações – através da linha Principal de Manobras Táticas e Alarmes (PMTA), por onde determina-se aos navios do GT o cumprimento das ordens de formatura – e tiveram a oportunidade de dar ordens de rumo e velocidade ao navio onde estavam. Além disso, viram e sentiram a reação dos navios executando todas as formaturas e dispositivos planejados com os subsídios e conhecimentos adquiridos nas salas de aula da Escola Naval. No Passadiço do navio, durante o evento, os Aspirantes contaram com a orientação dos Oficias Instrutores. Foi a primeira vez que esses Aspirantes tiveram a oportunidade de participar de um exercício como esse.

A Operação “ASPIRANTEX” termina dia 01 de fevereiro e os navios ainda passarão pelos portos de Montevidéu (Uruguai), Mar Del Plata (Argentina) e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, fazendo parte do Estágio de Verão do Ciclo Escolar dos Aspirantes da Escola Naval, futuros Oficiais da Marinha do Brasil.

Fonte: MB

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No dia 13 de janeiro, suspendeu da Base Naval de Mocanguê, no Rio de Janeiro, o Grupo Tarefa (GT) que compõe a Operação “ASPIRANTEX-12”. A primeira operação do ano da Marinha começou a ser planejada pela Esquadra em outubro de 2011, durante a “TROPICALEX” (que aconteceu do Rio de Janeiro até Natal) e prepara navios e suas equipes para o ano que começa.

A Operação acontece até o dia 1º de fevereiro deste ano, na área marítima que compreende o Rio de Janeiro e a cidade de Mar Del Plata, na Argentina. Além da prática de exercícios militares no mar para o desenvolvimento e preparação continua dos meios da Esquadra e aperfeiçoamento do Poder Naval, a “ASPIRANTEX“ conta com a participação dos aspirantes que iniciarão o terceiro e o quarto ano da Escola Naval embarcados nos meios que compõem o GT. Eles acompanham e realizam operações de ataque, antissubmarino, de esclarecimento e de apoio logístico móvel, incluindo ações de superfície, aérea, de submarinos, de guerra eletrônica, além de patrulha naval. E vivenciam, ainda, o dia-a-dia do oficial a bordo de um navio, percorrendo todos os setores a fim de conhecer como serão suas vidas a bordo dos meios navais da Marinha do Brasil.

Essa rotina possibilita ao aspirante, que iniciará o terceiro ano, a escolha do Corpo onde quer atuar (Armada, Fuzileiros Navais ou Intendentes da Marinha), e também na seleção de sua habilitação na Armada (Mecânica, Eletrônica e Sistemas). E ao aspirante que começará o quarto ano, a prática da habilitação que escolheu.

 

Aspirantes formados no NDCC “Alte Sabóia”

No primeiro dia da Operação, os aspirantes embarcados presenciaram a simulação de desatracação sob ameaça assimétrica, quando os navios ficam prontos para neutralizar as ações de embarcações civis que podem se aproximar com intenções hostis, como, por exemplo, ataque terrorista; operações aéreas de qualificação e requalificação de pouso a bordo – QRPB – diurno e noturno (em que são orientados sobre como o navio deve se preparar para receber uma aeronave) e de abastecimento em voo do U-14 – “Super Puma”, que decolou da Base Aérea Naval de São Pedro D’Aldeia (RJ), além de exercícios internos de postos de combate e postos de abandono (quando a tripulação precisa abandonar o navio devido a uma situação de grande risco que não pode ser combatida) e de navegação astronômica.

O GT da Operação “ASPIRANTEX” envolve cerca de 1700 militares e é formado pelos seguintes meios: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25); Fragatas “Niterói” (F40); “Liberal” (F43) e “Greenhalgh” (F46); Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23); Corveta “Barroso” (V34); Corveta “Frontin” (V33); duas aeronaves AH-11A – “Super Lynx“; e uma aeronave UH-12/13 – “Esquilo“.

A Diretoria de Abastecimento da Marinha (DAbM), representada pelo Centro de Controle de Inventario da Marinha (CCIM), apoia a “ASPIRANTEX“ com um container, contendo diversos itens dos sobressalentes mais utilizados nas operações anteriores pelos meios da Esquadra, chamado de “Plano de Prontidão Permanente do Sistema de Abastecimento da Marinha”. No decorrer da Operação, haverá, ainda, em apoio aos exercícios, a participação do Submarino “Tamoio” (S31); Submarino “Timbira” (S32); Rebocador de Alto-Mar “Tritão” (R21), do Comando do 5º Distrito Naval; Navio Patrulha “Gurupá” (P46), do Comando do 1º Distrito Naval; uma aeronave P-95 e duas aeronaves A-1 da Força Aérea Brasileira.

Os navios da Esquadra participantes atracarão, no dia 19 de janeiro, nos seguintes portos:

- Cidade de Mar Del Plata na Argentina: Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25), Fragatas “Niterói” (F40) e “Greenhalgh”(F46);

- Cidade de Montevidéu no Uruguai: Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), Corveta “Barroso” (V34) e Submarino “Tamoio” (S31); e

- Rio Grande – RS: Fragata “Liberal” (F43) e Corveta “Frontin” (V33).

No dia 23 de janeiro a Força-Tarefa suspenderá, atracando no dia 27 de janeiro nos seguintes portos:

- Itajaí (SC): Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia” (G25), Fragata “Greenhalgh” (F46), Corveta “Barroso” (V34) e Submarino “Tamoio” (S31); e

- Paranaguá (PR): Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), Fragatas “Niterói” (F40) e “Liberal” (F43) e Corveta “Frontin” (V33).

Os navios permanecerão atracados até o dia 30 de janeiro, quando suspenderão com destino ao Rio de Janeiro, onde atracarão em 1º de fevereiro, encerrando a Operação.

FONTE: NOMAR

 

O Comando do 2° Distrito Naval realizou, no período de 24 a 28 de outubro de 2011, a Operação RETREX LE II, em Aracaju-SE.

O exercício foi simulado na plataforma PCM-2, localizada na Bacia Petrolífera de Camorim, disponibilizada pela PETROBRAS.

O adestramento culminou com a retomada da plataforma e o resgate de pessoas ilegalmente submetidas a confinamento em suas dependências, por meio de negociação e ação de choque com o emprego de força.

A operação foi conduzida por uma Força-Tarefa composta por um destacamento do Grupamento de Fuzileiros Navais de Salvador, Corveta Caboclo, Navio-Patrulha Gravataí, um destacamento de Mergulhadores de Combate (GERR-MEC), proveniente do Rio de Janeiro e militares e lanchas da Capitania dos Portos de Sergipe (CPSE), bem como integrantes do Comando do 2º Distrito Naval, que atuaram como Grupo de Controle (GRUCON) e Figurativo Inimigo (FIGIN), totalizando cerca de 200 pessoas.

Nos cinco dias de exercício, foram testadas técnicas de negociação, levantamento de dados de inteligência, interdição de área marítima, isolamento terrestre e ações de retomada de instalações e resgate de reféns, proporcionando uma excelente oportunidade de adestramento dos meios e tripulações envolvidas.

Vale ressaltar o apoio recebido da PETROBRAS, do Exército, da Força Aérea e do Corpo de Bombeiros de Sergipe, que serviu para demonstrar o estreito relacionamento da Marinha do Brasil na Região.

FONTE: Ascom 2° DN

Entre os dias 1º e 18 de novembro de 2011, a Esquadra brasileira e o Comando do 4º Distrito Naval participarão da Operação “VIGIAR ATLANTICO 2011”, empregando meios navais e aeronavais na área marítima compreendida entre o Estado do Amapá e o Estado do Maranhão.

Essa Operação tem o propósito de realizar Patrulha Naval nas Águas Jurisdicionais Brasileiras, implementar ações de presença nessas áreas marítimas e importantes pontos de nossa Amazônia Azul, e incrementar o adestramento em ação de Interdição Marítima.

O Grupo-Tarefa 710.2, responsável pela execução da Operação, será composto pela Fragata Independência (F-44), subordinada ao Comando da Força de Superfície e sediada na Base Naval do Rio de Janeiro; e pelos Navios-Patrulha Bocaina (P-62) e Guanabara (P-48), subordinados ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte e sediados na Base Naval de Val-de-Cães.

O Grupo-Tarefa 710.2 contará, ainda, com um helicóptero Super Lynx (AH-11A), orgânico à Fragata Independência.

O Grupo-Tarefa 710.2 será comandado pelo Contra-Almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, Comandante da 2a Divisão da Esquadra (ComDiv-2).

Durante a patrulha da Fragata Independência, em períodos pré-alocados, serão realizados, também, exercícios com os navios: Fragata Edinburgh (D-97) e Navio-Tanque Wave Ruler (A-390) pertencentes a Marinha do Reino Unido, em trânsito pela Área de Operação, visando ao incremento da interoperabilidade com aquela Marinha.

No período destinado à Operação, a Fragata Independência visitará os seguintes portos:
-Natal (RN) – 26 a 29 de Outubro;
-Belém (PA) – 01 a 07 de Novembro;
-Itaqui (MA) – 18 a 21 de Novembro; e
-Fortaleza (CE) – 23 a 27 de Novembro.

Haverá visitação pública nos dia 25 e 26 de novembro na Fragata Independência no período de 14:00h às 16:30h, com entrada pela Estação de Embarque de Passageiros do Porto do Mucuripe.

FONTE: Secom CPCE

Nos dias 17 de 18 de outubro, em Recife (PE), a Fragata União (F 45) foi submetida a uma Pre-Deployment Visit (PDV), conduzida por uma equipe do Departamento de Operações de Paz da Organização das Nações Unidas (DPKO-ONU).

O propósito foi verificar o aprestamento do navio para integrar a Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).

A equipe de PDV verificou aspectos administrativos relativos a habitabilidade e ao adestramento do navio, assim como as condições materiais de diversos equipamentos, sensores e armamentos.

No dia 18, no mar, o navio foi submetido a uma série de exercícios operativos, a fim de comprovar suas capacidades, tais como: exercício de Fast Hope com mergulhadores de combate e exercícios de Controle de Avarias e de Medicina Operativa. Foram verificados, ainda, os procedimentos de comunicações no idioma inglês.

A comitiva de inspetores foi formada pelo Capitão-de-Fragata Puvadol Vorasin, da Marinha da Tailândia, e pelo Capitão-de-Fragata Oleg Bushuev, da Marinha da Rússia, acompanhados por militares da Representação Brasileira nas Nações Unidas.

O Vice-Chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa brasileiro, Vice-Almirante Ney Zanella dos Santos, esteve presente durante a inspeção.

Ao final da Pre-Deployment Visit, os inspetores emitiram relatório certificando que o navio encontra-se pronto para atuar como Capitânia da FTM da UNIFIL.

No dia 11 de outubro, o Submarino Tapajó (S 33) realizou, com pleno êxito, dois lançamentos reais do torpedo MK 48 MOD 6AT contra alvo de superfície, em área marítima próxima ao Rio de Janeiro, empregando o sistema de combate integrado AN/BYG 501 MOD 1D.

Assim, o S Tapajó tornou-se o primeiro submarino da MB totalmente modernizado, dispondo de um sistema de armas plenamente integrado, desde os sensores até o armamento.

Esse evento, que teve por objeto a validação do sistema de combate e da sua integração com o torpedo MK 48, culmina um processo iniciado em 13 de abril de 2007, quando a Marinha decidiu-se pela aquisição do torpedo MK 48 MOD 6AT ADCAP e do sistema de combate AN/BYG 501 MOD 1D, que, a partir de agora, constituem o sistema de armas padrão dos nossos submarinos.

De 19 a 27 de setembro, o Navio-Patrulha (NPa) Pampeiro (P 12) e o Navio-Patrulha Parati (P 13), ambos subordinados ao Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), participaram de duas Operações. O primeiro realizou Patrulha Naval no Rio Oiapoque (PATNAV “OIAPOQUE”) e o segundo participou da Operação “Dupla Face”.

A Patrulha Naval no Rio Oiapoque, executada pelo NPa Pampeiro, ocorreu no limite setentrional do litoral brasileiro, alcançando a cidade de Clevelândia do Norte (AP), distante 40 milhas à montante da foz do Rio Oiapoque.

Na Baía do Oiapoque, fronteira com a Guiana Francesa, houve o encontro do NPa Pampeiro com a Lancha Patrulha francesa Mahury (P 623), que realizava patrulha na região fronteiriça entre os dois países.

A ação coordenada entre as duas Marinhas foi realizada em proveito das PATNAV “Oiapoque” e “Atlântico Norte”, por meio dos Navios-Patrulha subordinados ao Com4ºDN, de forma a coibir a pesca ilegal praticada por embarcações pesqueiras nacionais e estrangeiras que, ao serem perseguidas pelos navios, atravessam a fronteira marítimo-fluvial entre os países, dificultando a perseguição.

Aproveitando o período de trânsito, o NPa Pampeiro realizou um exercício de tiro real com armamento fixo de munição de 12,7mm, além de atividades de Inspeção Naval nas embarcações que navegavam pelos Rio Amazonas, Rio Pará e pela região dos estreitos na Ilha de Marajó (PA).

Durante a Comissão, foram interrogadas 84 embarcações, das quais 45 foram inspecionadas pelo Grupo de Visita e Inspeção, tendo como resultado oito embarcações notificadas e duas apreendidas por descumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, contribuindo para a salvaguarda da vida humana nos mares e rios e para a segurança da navegação.

No mesmo período, o NPa Parati participou da Operação “Dupla Face”, em apoio ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e ao Ministério da Pesca e Agricultura, a fim de fiscalizar e coibir a pesca irregular na Ilha de Marajó (PA) e o cumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário.

A bordo do navio, estavam dois fiscais do IBAMA com a tarefa de identificar as espécies de pescado existentes nas embarcações em trânsito, de modo a certificar a legalidade da atividade pesqueira nas proximidades das cidades de Soure, Salvaterra, Vigia, Curuçá e na reserva ambiental da Ilha do Machadinho, todas no Estado do Pará.

Durante as atividades de Inspeção Naval, foram interrogados navios mercantes e inspecionados empurradores e outras embarcações quanto à regularidade da documentação da embarcação e da tripulação.

A Operação resultou em 44 embarcações inspecionadas, das quais 23 foram notificadas, 15 apreendidas e uma apresada, por descumprimento das leis e regulamentos nas águas jurisdicionais brasileiras.

Durante as operações, os navios realizaram a colocação de coberturas de eixo em embarcações que apresentavam esta irregularidade. O NPa Pampeiro colocou duas coberturas de eixo e o NPa Parati sete.

As ações apoiaram a campanha contra o escalpelamento realizada pela Capitania dos Portos da Amazônia Oriental.

FONTE e FOTOS: MB

De 1º a 3 de agosto, a Fragata Niterói realizou a fase de mar para a conclusão do Curso Especial de Controle Aéreo Tático, Turma I – 2011, em apoio ao Centro de Adestramento Almirante Marquês de Leão, localizado em Niterói (RJ).

O curso é dividido em três fases: teórica, prática em simulador e prática a bordo. Na fase prática a bordo, os alunos, com o apoio da Fragata Niterói, realizaram diversas missões de controle tático com as aeronaves, dentre as quais destacam-se: o controle de aproximação e partida, ataques vetorados, planos aéreos, aproximações controladas, esclarecimentos e controle de helicóptero na cobertura.

Na fase final do curso, os formandos controlaram as aeronaves SH-3A Sea King, AH-11A Super Lynx, da Marinha, e P-95 da Força Aérea Brasileira, ficando habilitados a empregá-las com eficácia.

O Curso Especial de Controle Aéreo Tático teve a participação de um Oficial do Exército Brasileiro, o que reforça os laços de cooperação e o desenvolvimento da interoperabilidade entre a Marinha do Brasil e o Exército Brasileiro.

FONTE e FOTO: MB

O Navio-Patrulha (NPa) “Bocaina” suspendeu de Manaus (AM) com destino à Tabatinga (AM), para integrar a Operação “PATNAV Tabatinga VII”, no período de  1º a 24 de junho de 2011.

As ações de patrulha e inspeção naval nos rios Solimões e Iça, e a ação de presença no Pelotão de Fronteira de Ipiranga, localizado próximo à Colômbia, foram coordenadas pelo Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, unidade operativa do Comando do 4º Distrito Naval.

O NPa “Bocaina” manobrou, ainda, uma abarrancagem inédita às margens da cidade de São Paulo de Olivença (AM), em virtude da indisponibilidade de local de atracação para  reabastecimento.

Fonte: Marinha do Brasil

 

Submarinos de Brasil, Peru e Estados Unidos participaram nesta sexta-feira de exercícios militares no litoral peruano, como parte das celebrações do centenário da criação da Força de Submarinos do Peru, informou a Marinha de Guerra do país.

As unidades, acompanhadas de quatro corvetas, cinco fragatas, dois navios de desembarque e aeronaves, participaram da operação naval em frente à Ilha San Lorenzo, na costa de Lima. O submarino americano Topeka SSN-754 e o Timbira S-32, da Marinha do Brasil, foram convidados pela armada peruana para o evento, comandado pelo ministro peruano da Defesa, Jaime Thorne, e pelo almirante Víctor Pomar, que exerceu o controle operacional e tático das manobras.

A Força de Submarinos da Marinha de Guerra do Peru foi criada no dia 19 de agosto de 1911 e é considerada pioneira na América do Sul.

Nota do Editor: O submarino Timbira durante a viagem para o Peru, realizou um grande trecho de navegação, saindo de Fortaleza e chegando a Base Naval de La Guaira na Venezuela. Após esta parada o submarino atravessou o Canal do Panamá e se dirigiu até Callao no Perú. O retorno do submarino Timbira à BACS ,está programado para Setembro deste ano.

Foto: AFP, Cris Bouroncle

Fonte: Terra

 

O Navio de Assistência Hospitalar Oswaldo Cruz (U-18), incorporado à Marinha do Brasil em 1984, partiu da Estação Naval do Rio Negro, em Manaus, para a Operação Amazônia 2011, no Rio Solimões.

O NAsH desempenha relevante papel na Amazônia, pois destina-se a levar atendimentos de saúde às comunidades ribeirinhas dos estados da Região Norte e conta com sala de cirurgia, sala de raio-X, sala de vacinação, laboratório de análises clínicas, enfermarias, consultórios odontológicos, consultórios médicos e farmácia.

Além de consultas médicas e atendimentos odontológicos às populações ribeirinhas, os militares embarcados promovem palestras sobre prevenção de doenças, primeiros socorros, higiene bucal e conscientização quanto à segurança do tráfego aquaviário.

O NAsH, que se desloca em direção ao município de Fonte Boa, tem o propósito de apoiar os meios navais da MB empregados na Operação e realizar a assistência à população daquela localidade e arredores.

Esta última atividade tem a previsão de ocorrer no dia 30 de maio.

NOTA do EDITOR: Acompanhe a Operação Amazônia 2011 acessando o ForTe.

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