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Imagens do PCTC (Pure Car and Truck Carrier) da classe B213 ‘Galaxy Leader’, de 48.710 grt, 189,20 m de comprimento total e capacitado para transportar 5.110 veiculos (autos) , suspendendo de Santos em 17/02/2013.

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A embarcação, foi contruída pelo estaleiro Stocznia Gdynia SA, em Gdynia, Polônia em julho de 2002 é a primeira unidade da classe B213, de um total de duas unidades.

Para mais imagens e informações: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/pctc-galaxy-leader-c6so2.html

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galaxy-leader-9237307-C6SO2-ml-17-02-13-3 copyFotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 17/02/2013

 

 

Portos e Terminais Marítimos do Brasil - 3

vinheta-clipping-navalO Brasil precisaria aumentar em três vezes os índices de desempenho da infraestrutura de transportes nacional para chegar aos melhores níveis praticados pelos competidores internacionais do país, conclui estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que será apresentado hoje. “Os investimentos feitos nos últimos 12 anos na área de transporte estão muito aquém das necessidades”, comentou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. “O que falta é uma gestão eficiente, muitos dos investimentos são feitos e acabam custando muito mais do que deveriam”, disse. “Falta planejamento, estratégia, seriedade e coragem para tirar as coisas do papel e fazer acontecer.”

O estudo da Fiesp constatou que a maior malha viária no país, a de rodovias, com uma média de 2,5 km por 10 mil habitantes, é, ainda, 43% menor que o padrão de excelência internacional, de quase 4,8 km por 10 mil habitantes.

Desde o ano 2000 o indicador brasileiro oscila em torno dos 50%. E esse é o item onde o Brasil tem menor diferença em relação ao padrão desejável, o chamado “benchmark”, no jargão técnico. O frete rodoviário, de US$ 51,75 para cada mil toneladas por km (em 2010, último ano com dados internacionais para comparação, pelo estudo da Fiesp) é 270% maior que a média de excelência mundial, de US$ 14.

“Temos rodovias, hidrovias, ferrovias, portos e aeroportos com defasagem, custos altos, tudo isso atrapalha muito a competitividade e o desenvolvimento do Brasil”, reclama Skaf. Os dados sobre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos foram reunidos em um único indicador, o Índice de desempenho Comparado da Infraestrutura de Transportes (IDT), que, em 2010 (o último ano da serie calculada pela Fiesp), chegou a 33%. Esse índice indica uma infraestrutura com um terço do desempenho existente nos países que mais competem com o Brasil no mercado internacional.

O IDT, calculado com base em dados das 50 principais regiões metropolitanas brasileiras, e 18 indicadores diferentes, é a primeira tentativa de quantificar a insuficiência e ineficiência da estrutura de transportes no país. “Nossa intenção, com o IDT, é fazer uma radiografia, não estamos apontando as politicas públicas a serem adotadas”, diz o diretor do departamento de infra-estrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti.

Ele comenta, porém, que, ao adotar marcos regulatórios que deixam ao setor público o planejamento e controle e ao setor privado a execução e gestão de obras e serviços, o governo caminha para enfrentar os problemas apontados pelo indicador da Fiesp. “O Brasil adotou, nos últimos anos políticas públicas muito consistentes, muito corretas no sentido defendido pela Fiesp”, disse Cavalcanti.

O caminho a percorrer é longo, no entanto, como apontam os indicadores de oferta, intensidade de uso, qualidade e custo da infraestrutura de transportes reunida pela Fiesp. O Brasil está bem servido de aeroportos, mas com baixa capacidade: em 2010, enquanto os melhores aeroportos mundiais abrigavam 88 pousos e decolagens por hora, os aeroportos da Infraero registravam 38. Esse número representa 43% do benchmark internacional, uma evolução dos 32% referentes ao IDT calculado para o ano 2000.

Os piores desempenhos do Brasil em relação ao padrão de excelência mundial são os relativos a ferrovias (20%) e hidrovias (21%). No caso do transporte ferroviário, embora a capacidade de transporte (tonelagem por quilômetro de linha férrea) seja equivalente ao benchmark internacional, a extensão da malha ferroviária está 93% abaixo do ideal, e o frete por ferrovia é quase 16 vezes maior que o melhor padrão praticado no mundo – no quesito frete ferroviário o benchmark internacional é de apenas 6% do custo brasileiro.

Cavalcanti comenta os altos custos de logística, que fazem, por exemplo, com que as mercadorias que levam 324 minutos para ser liberadas nos aeroportos de padrão mundial levassem quase 3,2 mil minutos nos aeroportos da Infraero, em 2010. O custo de se levar um contêiner de 20 pés da região metropolitana ao local da exportação era de, em média, US$ 621 mil no exterior e de quase US$ 1,8 mil no Brasil – indicador que, no começo de 2012, deve ter sofrido deterioração, com os engarrafamentos da safra nos gargalos logísticos do país. “Uma das medidas urgentes é fazer o desembaraço de carga 24 horas por dia, cargas de bilhões esperam nos portos e os funcionários públicos param de trabalhar às 17 horas”, critica o diretor da Fiesp.

FONTE: Valor Econômico/Sergio Leo | De Brasília

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Por Daniel Rittner, Yvna Sousa e Francisco Góes | De Brasília e do Rio

vinheta-clipping-navalA base aliada no Congresso impôs ontem uma derrota ao governo na primeira votação da medida provisória que altera as regras dos portos. O Palácio do Planalto já avisou que pretende vetar de quatro a oito pontos da redação aprovada pela comissão mista responsável por analisar a MP 595. Como a medida perde validade no dia 16 de maio, o resultado acabou sendo digerido pelo governo como solução “menos ruim”, diante da abertura de uma corrida contra o relógio para aprová-la nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Uma emenda do senador Waldemir Moka (PMDB-MS) garantiu a extensão por até dez anos dos contratos de arrendamento em portos públicos assinados antes de 1993, quando entrou em vigência a última Lei dos Portos, principal marco regulatório do setor até a medida provisória.

No texto originalmente enviado ao Congresso, o governo havia determinado a licitação de mais de 50 terminais que estavam nessa situação, em 18 portos públicos. Os estudos de viabilidade econômica para essas licitações já estão sendo feitos e deverão ficar prontos em setembro.

Desde 6 de dezembro, quando a MP 595 foi publicada, a Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP) vinha pleiteando mudanças no texto e queria a extensão contratual por 25 anos. Em troca, acenava com a liberação de R$ 10 bilhões em investimentos, como contrapartida. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), líder do governo no Senado e relator da medida provisória, apresentou na semana passada uma solução intermediária: mais cinco anos de prazo, a critério do poder concedente.

A emenda de Moka determina que os contratos “deverão ser renovados”, usando um termo impositivo, por período “não inferior” ao prazo original. Quase todos os contratos tinham vigência de dez anos e foram sendo prorrogados sucessivas vezes, em caráter emergencial. Por isso, na prática, a extensão acaba sendo quase sempre por uma década.

Outras duas emendas contrárias aos planos iniciais do governo serão votadas em plenário. Uma delas garante, em tom mais incisivo, a autonomia de governos estaduais ou municipais para licitar contratos de arrendamento de terminais em portos delegados pela União. É o caso de portos como Suape (SP), Paranaguá (PR), Itaqui (MA) e São Sebastião (SP). Trata-se de uma briga principalmente do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), contra o Planalto.

Para o relator Eduardo Braga, não houve derrota do governo, apesar da emenda que determina a renovação dos terminais pré-1993. “Construímos uma bela vitória. Diante de um tema tão complexo, conseguimos estabelecer um projeto de conversão em onze semanas”, ressaltou o líder governista, lembrando que a atual Lei dos Portos (8.630/93) tramitou no Congresso durante três anos. Braga admitiu que a extensão contratual por até dez anos deverá ser vetada pela presidente Dilma Rousseff. “Não houve derrota. O acordo estava feito, mas preferiram aprovar uma emenda que será vetada”, disse.

“Os pontos alterados não comprometem a essência da MP”, acrescentou o presidente da comissão, José Guimarães (PT-CE). Ele ressaltou que se manteve a decisão de liberar os portos privados, sem a exigência de carga própria, e um acordo com os trabalhadores portuários permitiu aprovar a MP sem greve geral.

No setor empresarial, porém, ficou evidente uma divisão em relação aos terminais privados. O ponto de discórdia se concentra na inclusão no relatório de Braga da figura do terminal indústria, estruturas portuárias vinculadas a um processo produtivo. Em carta enviada a Braga, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) afirmou: “Entende-se que tal inclusão [do terminal indústria] acaba por retomar a distinção entre carga própria e de terceiro – conceitos que surgiram única e exclusivamente para frear o crescimento dos terminais privativos de uso misto e manter inalterado o oligopólio existente na movimentação de contêineres nas áreas arrendadas dos portos públicos.” Fonte ligada à indústria discordou: “O terminal indústria, com a dispensa de chamada pública, faz todo sentido e é uma reivindicação da indústria. O objetivo é movimentar somente carga exclusiva, ligada ao processo produtivo”, disse a fonte.

Executivo ligado aos terminais privados disse, porém, que, a partir dessa diferenciação, o terminal privado sem ligação ao processo produtivo (sem carga própria) e, por consequência, os novos terminais de contêineres privados vão sofrer regulamentação específica quanto à sua autorização. O executivo previu que essa regulamentação será “restritiva e implacável” contra novas autorizações, dando proteção indireta aos terminais arrendados. “Vai se reviver o decreto 6.620/08.”

FONTE: Valor Econômico via Resenha do Exército

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vinheta-clipping-navalO texto aprovado tem mais de 150 mudanças em relação ao projeto enviado pelo governo em dezembro do ano passado, frutos de acordos entre governo, parlamentares, empresários e trabalhadores. Agora, a MP precisa ser votada até 16 de maio nos plenários da Câmara e do Senado para não perder a validade. Na próxima semana, o projeto começar a ser analisado na Câmara.

Mesmo com tantas mudanças prévias, houve alterações até a última hora e três pontos foram aprovados pelos parlamentares mesmo contra a vontade do relator, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), e do governo. Segundo Braga, que também é líder do governo no senado, esses três pontos não têm compromisso do governo de não veto.

“O acordo estava feito. Eles jogaram fora. Agora não fica nada. Vai ser vetado”, afirmou Braga.

Além desses três pontos, há outros sem acordo de não veto. Segundo o próprio relator admitiu, seu texto original tem entre “90% e 95%” de acordo com o governo para que não seja vetado. Para Braga, o enorme número de mudanças no texto original do governo não foi uma derrota para o Planalto.

“Não [houve derrota]. Houve um acordo”, disse Braga.

ALTERAÇÕES

As três principais mudanças de ontem foram impostas pelo líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que conseguiu maioria dos deputados e senadores para derrotar a proposta do relator, que era aceita pelo governo. Houve mais de três horas de reuniões antes do início da votação para tentar um acordo antes das emendas irem a votação.

A primeira mudança permitirá que contratos assinados antes de 1993 sejam renovados por tempo igual ao que consta no contrato. Isso pode fazer com que alguns tenham tempo extra de mais 20 anos. O texto do governo previa, no máximo, mais cinco anos de contrato.

Outra mudança feita é permitir que novos contratos de concessão de áreas em portos assinados após 2013, que são de 25 anos, tenham obrigatoriamente que ser prorrogados por 25 anos. O governo queria apenas a opção de prorrogar.

A última mudança defendida pelo deputado Cunha foi para impedir que o governo possa retirar de licitações empresas punidas apenas em processo administrativo.

“O que foi feito foi aperfeiçoamento do texto jurídico”, disse Cunha.

O artigo que dá permissão ao governo para antecipar a renovação de contratos vigentes e assinados após 1993 foi mantido como o Planalto queria. Nesse caso, o governo ficou com a opção para renovar e não foi colocada a palavra obrigação, como parte dos deputados queriam. Empresários que têm esse tipo de contrato defendem que a renovação poderia colocá-los em pé de igualdade com novos concorrentes, que terão menos obrigações do que eles.

O governo também conseguiu manter dois pontos essenciais da MP que são a permissão para que portos privados transportem qualquer tipo de carga (antes os privados só podiam transportar carga de seus proprietários) e que as novas licitações sejam definidas pelo critério de maior movimentação e menor preço.

Os acordos firmados com os trabalhadores ao longo da tramitação da MP foram mantidos. Na prática, as empresas que operam em portos públicos serão obrigadas a contratar trabalhadores avulsos apenas de um órgão específico, chamado Órgão Gestor de Mão de Obra; e os portos privados só poderão contratar trabalhadores definitivos via CLT ou pelo órgão gestor. Além disso, foram ampliadas as categorias em que a contratação pelo órgão gestor é obrigatória e criada uma espécie de bolsa-portuário para os que estão em idade para se aposentar mas não têm cobertura previdenciária.

Mesmo com tantas mudanças, os textos ainda poderão passar por alterações nos plenários da Câmara e do Senado, onde têm que ser aprovados até 16 de maio. Pelo menos dois deputados informaram que vão fazer destaques no plenário para mudar a MP para alterar o texto do relator.

FONTE: Folha de São Paulo/DIMMI AMORA de Brasília

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vinheta-clipping-navalA Wilson Sons, operadora integrada de logística, entrega hoje o Estaleiro Guarujá II, segunda unidade de construção naval do grupo na Baixada Santista. A empresa tem outro estaleiro, de menor porte, em operação também no Guarujá. As novas instalações, equipadas com dique-seco de 145 metros de comprimento por 26 metros de largura, guindaste de 80 toneladas e oficinas, receberam investimentos de US$ 60 milhões.

Guaruja II em construcao

Cerca de 90% dos recursos foram financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM) tendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro. O prazo do financiamento, incluindo o período de carência, é de 17,5 anos. O estaleiro nasce focado na construção, manutenção e docagem de barcos de apoio para a indústria de petróleo e gás. E permitirá avançar em outro segmento de barcos offshore, o de embarcações de maior capacidade e sofisticação, disse Arnaldo Calbucci, vice-presidente das áreas de estaleiros, rebocadores, offshore e agenciamento marítimo da Wilson Sons.

A unidade vai duplicar a capacidade de produção da Wilson Sons Estaleiro, empresa dona das instalações do grupo no Guarujá. A capacidade total de processamento de aço nas duas unidades passa para dez mil toneladas por ano, sendo 5,5 mil toneladas no Guarujá II e 4,5 mil toneladas por ano no Estaleiro Guarujá, disse Calbucci. As obras do novo estaleiro atrasaram por discussões envolvendo o licenciamento ambiental e os trabalhos chegaram a ser interrompidos. Mas em 2011 o grupo fez acordo na Justiça pelo qual se comprometeu a investir R$ 5 milhões em projetos socioambientais na área de influência do estaleiro.

A inauguração coincide com momento de incerteza para as empresas do setor. O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) mostrou recentemente que houve redução da construção local de barcos de apoio marítimo, sobretudo os de maior porte, como os que movimentam âncoras de plataformas. Ao mesmo tempo, tem ocorrido aumento do aluguel de embarcações de bandeira estrangeira, feitas em estaleiros fora do Brasil, segundo o Sinaval.

O sindicato afirma que a Petrobras tinha expectativa de construir 146 barcos de apoio no país, mas desde 2009 contratou apenas 56. No início deste mês, em resposta ao Valor, a Petrobras informou que o Plano de Renovação da Frota de Embarcações de Apoio, em execução desde 2008, continua sendo implementado como planejado. Foram realizadas três rodadas de contratações e há uma quarta em processo de contratação para mais 23 barcos. Na quinta, sexta e sétima rodadas estão previstos contratar 67 barcos, segundo a estatal.

Calbucci disse que pode ter havido atraso nas contratações de novos navios, mas a empresa tem confiança de que a Petrobras voltará a contratar. “Acreditamos no pré-sal.” O executivo afirmou que a atividade de apoio offshore é a que mais tem crescido no grupo. Calbucci não comenta informações de mercado segundo as quais a Wilson Sons é uma das interessadas na compra dos ativos da Companhia Brasileira de Offshore (CBO), do grupo Fischer. “Temos interesse em crescer no mercado e olhamos oportunidades.”

Além da construção de barcos, o grupo tem sociedade com a chilena Ultramar na Wilson, Sons Ultratug Offshore (WSUT), que opera 14 barcos próprios, número que deve chegar a 17 até o fim de 2013. O grupo tem em carteira a construção de três navios de apoio para a WSUT. Há ainda contrato para construção de um ROVSV, barco equipado com robô submarino, para a holandesa Fulgro. No Estaleiro Guarujá serão construídos doze rebocadores para outra empresa do grupo, a Saveiros Camuyrano.

Fonte: Valor Econômico

Telescopium - 16 abr 2013

Nota do Blog: Na ocasião também estará sendo apresentada aos clientes a mais nova unidade da frota de rebocadores da Wilson Sons/Saveiros Camuyrano, o Rebocador ‘Telescopium’ (WS 123), a sexta do modelo Damen 3212. O ‘Telescopium’ tem 32 metros de comprimento, 11 metros de boca e 5,5 metros de calado, com tração estática de 73 toneladas (Bollard Pull), tem capacidade de combate a incêndio, salvamento e reboque oceânico e inicialmente vai operar no Porto de Santos.

Fotos: Acervo Wilson Sons e Silvio Smera

 

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vinheta-clipping-navalUm estudo contratado pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), Federação das Indústrias (Fiern) e Federação do Comércio (Fecomércio) fará um levantamento de demanda de mercadorias no estado, para auxiliar na implantação de uma linha de navegação de cabotagem no Porto de Natal. A cabotagem é o transporte marítimo de mercadorias entre portos do mesmo país.

De acordo com informações da Codern, o estudo identificará ainda os gargalos que atualmente impedem a instalação desse tipo de navegação no RN. A análise, que será feita pela Agência Porto, custará R$ 300 mil e a previsão é que esteja pronta em quatro meses.

A contratação do estudo foi anunciada ontem, durante entrevista coletiva na Casa da Indústria. Na oportunidade, os presidentes da Fiern e da Codern, Amaro Sales e Pedro Terceiro de Melo, fizeram um balanço da participação do RN na Feira de Logística e Transporte Intermodal South America, que aconteceu em São Paulo entre os dias 2 e 4 de abril. Segundo o presidente da Codern, Pedro Terceiro de Melo, quatro armadoras (Maestra, Aliança, Mercosul Line e Log-in) se prontificaram a dar as informações necessárias para ajudar na composição do estudo. O governo do Estado também ficou de repassar os números oficiais de recebimento e saída de mercadorias do RN, para contribuir com a formatação do diagnóstico.

“A ampliação do porto e a instalação de linhas regulares de cabotagem são necessidades reais.  Sem a cabotagem, a alternativa é o transporte rodoviário e isso implica em custos mais elevados, tanto financeiros, quando logísticos e ambientais”, disse Amaro Sales.

Os consultores que farão os estudos no Porto de Natal já estiveram com os diretores da Fiern e da Codern, na Intermodal South América. Durante o evento, que é a maior feira da América Latina e segunda maior do mundo para os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior, foram feitos contatos iniciais com armadores que atuam na área de cabotagem. Pelo menos quatro desses empresários demonstraram interesse em operar no Porto de Natal.

Mas os armadores também revelaram preocupação com a falta de área para estocagem, que só poderá ser ampliada com a retirada da comunidade de Maruim das proximidades do Porto. Essa remoção, segundo a Prefeitura de Natal, está em andamento.

“Mas é o trabalho da consultoria que vai mostrar todos os gargalos e, mais do que isso, o que e como devem ser enfrentadas essas dificuldades. A Fiern e a Fecomércio estão empenhadas para encontrar as soluções e buscar as parcerias necessárias aos projetos, obras e programas que foram identificados como essenciais”, afirmou o presidente da Fiern.

Obra do terminal deve ficar pronta em outubro

Outro destaque da Intermodal foi a viabilização de mercado para o Terminal Marítimo de Passageiros, que está sendo construído e tem previsão de conclusão para outubro de 2013. Quanto a esse assunto, Pedro Terceiro informou que já há viagens de cruzeiros sendo vendidas para partirem do Terminal de Passageiros.

“A empresa é a BCR Representation e isso já está acertado. Inclusive eles já estão vendendo esses pacotes e  passaram para a Codern as datas dos cruzeiros. A temporada começa em dezembro. Serão 21 escalas, sendo que todos os navios partirão do Terminal Marítimo de Passageiros”, afirma Terceiro.

Ainda de acordo com ele, a obra do Terminal Marítimo, além de ser de fundamental importância para o desenvolvimento econômico do estado, é importante para a revitalização do bairro da Ribeira. Segundo ele, com a construção do Berço 4 do Porto, do Museu da Rampa e do Terceiro Distrito da Marinha, a Ribeira terá um novo formato, o que é importante também para o turismo do estado.

Fonte: Tribuna do Norte Foto:Poder Naval

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País ainda não assinou acordo internacional para que frota reduza emissão de gases do efeito estufa

 

Mercante

Danilo Fariello

vinheta-clipping-navalBRASÍLIA Desde 1º de janeiro, navios brasileiros correm risco de não serem aceitos em portos internacionais devido ao atraso do país em aderir a regras mundiais para redução de emissão de gases de efeito estufa. A adesão às normas da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) tem de ser ratificada pelo Congresso, mas, um ano e meio após o acordo ser validado pela comunidade internacional, o texto sequer foi concluído pelo Executivo para ser enviado aos parlamentares.

O Ministério de Relações Exteriores, responsável pela adequação das normas nacionais aos tratados feitos em organismos multilaterais, informa que a exposição de motivos para a adesão já foi elaborada e aprovada pelo Itamaraty e pelo Ministério de Meio Ambiente, mas faltam ainda outras sete pastas que compõem o grupo interministerial sobre o tema aprovarem a adesão, para que ela possa ser encaminhada à Casa Civil, que enviará a proposta ao Congresso.

BRASILEIROS BUSCAM PROVAS

Há resistência do governo à adoção da medida, assim como ocorreu com China, Índia e África do Sul, que defendiam condições específicas para os navios de bandeira de países em desenvolvimento. Esses países são minoria no transporte de carga no mundo e temem mais restrições à concorrência no setor.

Enquanto isso, dezenas de navios brasileiros que vão ao exterior buscam formas de comprovar a portos estrangeiros que aderiram às regras internacionais para reduzir emissões, já que a autoridade local não pode emitir certificado.

Não há garantias, porém, de que essas avaliações de instituições privadas serão aceitas em todos os portos do exterior, uma vez que os portos têm autonomia para definir isso. Quando essas avaliações forem emitidas, os armadores poderão entrar em contato com os portos a serem visitados, consultando se tais declarações seriam aceitas. “Assim, só se navegaria para determinado porto com a certeza de autorização para atracação”.

Entre os navios afetados estão os da Transpetro, que prestam serviços principalmente para a Petrobras, além de uma frota de mais de 50 navios brasileiros. De acordo com a norma da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios da IMO, as embarcações existentes têm de se adaptar para reduzir emissões de gases e as novos deverão cumprir uma série de previsões antes de começar a operar.

Cerca de 70 países já ratificaram o acordo para redução de emissões de gases. A navegação internacional responderia por cerca de 3% da emissão de gases de efeito estufa no mundo e as novas regras da IMO reduziriam essas emissões em até 30%, a partir de 2025.

FONTE: O Globo, via resenha do EB

 

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Escalou pela primeira vez em Santos a mais nova unidade da Marinha Mercante nacional. Na chuvosa tarde de domingo, dia 17/03, atracou no Tecon 2 o porta container “Sebastião Caboto“, incorporado em 7 de janeiro em Shanghai, P.R.C., onde foi construído.

Primeira de uma série de quatro embarcações da mesma classe, sob encomenda do armador  Hamburg Sudamerikanische Dampfschifffahrts Gesellschaft KG, Hamburg, Alemanha ( Rudolf A Oetker KG, Hamburg, Alemanha) e transferidos para afretamento a casco nu para a sua subsidiária, Aliança Navegação e Logística Ltda., Rio de Janeiro.

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A embarcação de 52,065 dwt, 228 m de comprimento e 37,2 m de boca tem capacidade para transportar .800 teus, incluindo 500 unidades frigoríficas e desenvolve velocidade de cruzeiro de 20,50 nós.

Originalmente de bandeira liberiana, recebeu o pavilhão e guarnição nacional em março de 2013 em Manaus/AM.

Para ver mais imagens e  mais informações sobre o navio:

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Fotos: Marcelo ‘MO’ LOpes – 17/03/2013

 

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Mais um lote de portainers é entregue no BTP, procedente de Shanghai, P.R.C.,  por ocasião da atracação do heavy lift de bandeira de San Vincent & Granadinas “Zhen Hua 19” na manhã do dia 07/03 em Santos/SP, destinados ao terminal Brasil Terminal Portuário (BTP),  desta vez comporto pelos portainers 07 e 08.

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Mais imagens disponiveis em

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Com a atracação do ZH 19 quase ocorreu um fato inusitado em Santos, pois o ‘Zhen Hua 10‘ permanece atracado no Embraport, em operação de descarga, o ‘Zhen Hua 11‘ suspendeu quarte feira, dia 06/03, em retorno a Shanghai e o ‘Zhen Hua 19‘, que estava fundeado na barrra, atracou na manha de quinta feira, nunca três navios tipo “Zhen Hua”‘ estiveram em Santos simultâneamente e por questão operacional do BTP por pouco não tivemos dois atracados ao mesmo tempo em um terminal !.

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes e Silvio Roberto Smera – 07/03/2013

 

Mais de mil recursos questionaram questões e gabaritos. No concurso deste ano, inscreveram-se 2.141 candidatos

 

Por Marta Cavallini
Do G1, em São Paulo

vinheta-clipping-navalA Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha não pretende alterar os gabaritos da prova escrita do processo seletivo para praticante de prático, realizada em janeiro deste ano. Leitores enviaram e-mails ao G1 questionando o conteúdo da prova. Os candidatos, que pediram para não serem identificados, informaram que foram enviados cerca de 1.300 recursos questionando a prova e que nenhum foi atendido.

O processo seletivo é para habilitar praticantes de prático. Depois de passar na seleção, os praticantes fazem um treinamento denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração mínima de 12 meses e máxima de 15 meses. Segue-se então o exame de habilitação conduzido pela Capitania dos Portos. Com a aprovação nesse exame, o praticante é certificado como prático, que exerce atividade privada, individualmente, em sociedade ou contratado por empresa de praticagem. A remuneração é variável e pode chegar a R$ 130 mil mensais, caso o porto seja bastante movimentado. O prático assessora os comandantes de navios nacionais e estrangeiros, sendo responsável pelas manobras realizadas em portos brasileiros.

A Marinha esclarece que o processo seletivo à Categoria de Praticante de Prático (PSCPP) não é concurso público, pois não se destina ao provimento de cargo ou emprego público. Os práticos exercem atividade privada, sendo remunerados pelos tomadores de seus serviços. O praticante de prático é uma categoria dos aquaviários, conforme previsto no Decreto nº 2.596, de 18/05/1998, o qual regulamenta a Lei nº 9537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário – Lesta).

No concurso, cujo edital foi lançado em novembro do ano passado, inscreveram-se 2.141 candidatos, e à prova escrita realizada em 5 de janeiro compareceram 1.834 candidatos, segundo a Marinha. Com a divulgação do resultado da prova escrita em 22 de fevereiro, a primeira etapa foi concluída. Já foi realizada a convocação dos 250 candidatos melhor classificados para a 2ª etapa, que engloba apresentação de documentos, seleção psicofísica e teste de suficiência física (provas de barra, natação e permanência na água).

Além de curso de nível superior, o candidato precisa ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas, prático ou praticante de prático; ou, alternativamente, pertencer ao grupo de amadores, no mínimo na categoria de mestre-amador.

Questionamentos

Os candidatos questionaram a mudança no número de questões, que neste ano foi de 50. A mudança, segundo a Marinha, atendeu à orientação pedagógica da Diretoria de Ensino. As provas anteriores, desde 2006, tiveram a duração de 4 horas e 70 questões. Avaliação pedagógica recente indicou que, mantido o tempo de duração, a prova deveria se resumir a 50 questões.

As provas escritas aplicadas em 2006 e 2008 contiveram algumas questões em inglês. A prova de 2011 e a deste ano tiveram somente questões em português. De acordo com a Marinha, o edital prevê que a prova escrita poderá ter textos e questões redigidos em português e/ou inglês. Portanto, não é obrigatório que as provas tenham sempre questões em inglês.

Os candidatos questionaram o curto espaço de tempo entre o anúncio do concurso e o lançamento do edital. De acordo com a Marinha, a intenção de realizar o processo seletivo foi anunciada em 25 de outubro de 2012, embora a divulgação não seja obrigatória. O edital foi publicado no “Diário Oficial da União” em 6 de novembro e a prova escrita foi aplicada em 5 de janeiro deste ano.

Em relação aos recursos questionando a prova, a Marinha informou que “todos foram repetidamente e exaustivamente analisados pela banca examinadora e que não foram identificados argumentos sólidos que justificassem alterações no gabarito preliminar”.
De acordo com a Marinha, o gabarito definitivo levou 47 dias para ser publicado após a divulgação do gabarito preliminar, conforme previa o edital. O período decorrido é necessário para o recebimento, processamento e análise dos inúmeros recursos tradicionalmente recebidos.

Os candidatos alegaram que o nível de dificuldade das questões foi muito baixo, o que fez com que as notas de todos ficassem muito próximas, beneficiando as pessoas que são da Marinha, devido à prova de títulos. A Marinha rebateu informando que o rigor da prova foi o normal de sempre, sendo que, dos 1834 candidatos que a realizaram, 819, ou seja, 45%, obtiveram nota menor do que 35 pontos, inferior à necessária para a classificação.

“Ocorre que são os candidatos que vêm cada vez melhor se instruindo, inclusive estudando em inúmeros cursos privados que hoje existem”, informou a Diretoria de Portos e Costas (DPC).
Segundo a Marinha, a prova de títulos busca contribuir para a seleção dos candidatos mais bem preparados para a habilitação como praticante de prático, valendo apenas 10% do grau final de classificação. Devido às especificidades das atividades de praticagem, a Diretoria Técnica Especializada entende que deva se dar preferência aos candidatos que detenham superiores conhecimentos e experiência na atividade náutica (ciência e arte de navegação sobre a água) profissional.
“A prova de títulos, portanto, não beneficia ninguém e, ademais, permite pontuação não somente por parte de pessoal da Marinha do Brasil como da Marinha Mercante, inclusive daqueles que já são práticos, muitos deles que não tiveram antes qualquer vínculo com as duas Instituições”, diz a DPC.

A Marinha ressalta que apenas metade dos 250 classificados para a 2ª fase do processo seletivo pertence ou pertenceu a uma das duas Marinhas, “este sim um resultado surpreendente”.
A Marinha informou ainda que as provas escritas nunca podem ser iguais, que o peso de cada assunto pode mudar a cada ano e a dimensão do conteúdo programático não permite que sejam abrangidos todos os tópicos do edital nas provas.

FONTE: G1

 

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Imagens do Heavy Lift de bandeira de St. Vincent & Granadinas “Zhen Hua 11“, que atracou no domingo, dia 24/02 no cais do  em construção do terminal BTP em Santos, transportando mais um lote de portainers e RTG´s.

O Terminal segue em finalização dos trabalhos de acabamento de suas obras e esta continua completando sua dotação de equipamentos para movimentação de cargas.

Os equipamentos foram fabricados e embarcados pela empresa Shanghai Zhenhua Port Machinery Co. Ltd. (ZPMC), em Shanghai, P.R.C.

Caracteristicas do navio:

  • Nome: Zhen Hua 11
  • IMO: 7917446
  • Bandeira: St. Vincent & Granadinas
  • Indicativo de Chamada: J8B3190
  • Porto de Registro: Kingstown
  • Armador: Shanghai Zhenhua Shipping Co. Ltd., Shanghai, P.R.C.

Mais imagens em: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/03/mv-zhen-hua-11-j8b3190-entrega-de-novo.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

Depois de parar na justiça federal em 2008, por suspeitas de vazamento de prova, (conforme matéria publicada no Poder Naval) o concurso de seleção para praticantes de prático, ministrado pela Diretoria de Portos e Costas, da Marinha do Brasil, está novamente gerando polêmica entre candidatos no concurso realizado em 2013.

O presente concurso está sendo ameaçado por três ações judiciais e um inquérito público civil, este último com o objetivo de apurar indícios de favorecimento de categorias privativas no critério de pontuação da prova de títulos divulgado no seu edital de realização, publicado em novembro de 2012.

Desta vez, vários candidatos relataram que no último concurso, o gabarito definitivo, divulgado após um período de revisão dos 1332 recursos recebidos, não trouxe nenhuma revisão das questões que continuam com erros graves de língua portuguesa, traduções equivocadas do inglês e ainda com respostas que violam o regulamento internacional para evitar abalroamento no mar (RIPEAM). Além disso, violam também normas da capitania dos portos e o prescrito no Roteiro, que é uma publicação da DHN que complementa as informações encontradas nas cartas náuticas para prover uma maior segurança à navegação .

Em 2008, ocorreram 5 anulações e 3 mudanças no gabarito preliminar, 11% do potencial de avaliação da prova desperdiçado em erros e correções.  Em 2011, esta média se manteve, porém nos dois concursos anteriores o gabarito final corrigiu a maior parte dos erros, mas mesmo assim não evitou ações judiciais isoladas dos candidatos que se sentiram prejudicados.

No concurso realizado em 2013, candidatos relatam que quase 20% das questões da prova precisam ser recorrigidas e caso isso não ocorra, já estão se organizando para uma ação conjunta para resolver o problema judicialmente.

Segundo uma fonte, cerca de 25% dos candidatos aprovados neste concurso já são práticos efetivos ou praticantes de práticos que almejam mudar de localidade, além de marítimos,  militares da Marinha, comandantes de navios mercantes ou civis muito bem preparados para o concurso.

SAIBA MAIS:

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Novas imagens do HL “Zhen Hua 10″, de angulo diferente (vista superior) por ocasião da entrada no navio em Santos no final da manhã do dia 15.02.2013.

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Mais imagens: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/02/mv-zhen-hua-10-j8b3026-novas-imagens.html

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FOTOS: Silvio Roberto Smera – 15/02/2013

 

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O Terminal marítimo em fase de acabamento de construção na margem esquerda do Porto de Santos Embraport recebe sua primeira atracação e equipamnetos de movimentação de cargas.

O  navio do tipo Heavy Lift de bandeira de San Vincente & Granadinas “Zhen Hua 10”  atracou na tarde desta sexta feira, dia 15, realizando a primeira atracação e consequentemente operação do novo terminal.

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Os equipamentos foram produzidos pela empresa Shanghai Zhenhua Port Machinery Co. Ltd. (ZPMC), Shanghai, P.R.C. e embarcados no próprio porto com destino a Santos. São transportados neste primeiro lote 3 portainers e 11 RTG´s.

Para ver mais imagens e saber mais: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/02/mv-zhen-hua-10-j8b3026-primeira.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes  -15/02/2013

 

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Porta container alemão M/S ‘Hanover Express’, kit Revel (alemã) na escala 1/700 da coleçaõ do MO

Modelo muito detalhado a dispeito de sua escala, mas não deixa de ser um  kit grande, de 47,9 cm de comprimento, pois o Hanover Express é de 103.800 dwt, 336,19 m de comprimento e 42,80 m de boca.

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O modelo, em nivel 5 de montagem, vem em 226 peças, sendo necessário pintura para realizar um detalhamento perfeito e sugestão para preparem recal de outros armadores, pois o kit vem com possibilidade de montar apenas os containers do armador proprietário do navio, a Hapag LLoyg AG, de Hamburgo, Alemanha.

Uma peça altamente recomendada para quem gosta de navios !

Mais informações, fotos e detalhe em: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/02/modelismo-mercante-ms-hanover.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 18/01/2013

 

A Aliança Navegação e Logística investirá R$ 450 milhões na construção e importação de quatro navios de cabotagem, como parte do programa de renovação da frota. Ainda em fevereiro chega ao país o “Sebastião Caboto”, a primeira de quatro embarcações encomendadas pelo armador a um estaleiro de Xangai, na China. Até o fim deste ano a empresa recebe as outras três unidades.

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Cada embarcação terá capacidade para 3.765 Teus (unidade padrão de um contêiner de 20 pés) e 500 tomadas para contêineres refrigerados. Quando totalmente empregados, os navios aumentarão em 20% a oferta atual da Aliança no transporte marítimo doméstico, segmento em que a empresa já é líder. A Aliança pertence ao grupo Oetker, também proprietário da companhia alemã de navegação de longo curso Hamburg Süd.

“Continuamos investindo na cabotagem porque acreditamos muito nesse modal, que já se mostrou como uma opção para a logística do país. Sobretudo agora, com a nova lei dos caminhoneiros, a cabotagem está cada vez mais realizando o seu potencial”, afirma o diretor-superintendente da Aliança, Julian Thomas.

Segundo o executivo, as novas embarcações têm uma vantagem sustentável adicional. Foram projetadas com uma tecnologia para reduzir o consumo de combustível por contêiner carregado em relação aos navios atuais.

A nova frota substituirá quatro navios, que serão descontinuados do tráfego, seguindo para um estaleiro de sucata na Turquia. A idade média da atual família de navios de cabotagem da Aliança é avançada, há alguns com quase 30 anos de uso.

Até 2018, afirma Thomas, a empresa completará a renovação total da frota, substituindo os outros quatro navios. A intenção inicial era construir os porta-contêineres no Brasil, mas não foi possível por falta de espaço nos estaleiros, lotados com pedidos sobretudo destinados ao mercado offshore. “Continuamos em negociação com estaleiros para, no médio prazo, construir no Brasil”, diz Thomas. Pela legislação brasileira, o navio a ser empregado na cabotagem que for importado tem de ser novo, daí o alto investimento.

O executivo avalia que o atual momento é um marco na cabotagem, ao aliar a ampliação de oferta à possibilidade de aprofundar as discussões para eliminação de barreiras ao transporte doméstico, na esteira do novo marco regulatório dos portos. “Mais importante são as medidas para aumentar a competitividade do modal. O novo marco regulatório dos portos promete, no médio prazo, diminuir o gargalo na infraestrutura portuária”.

Thomas aponta ainda a necessidade de o governo aumentar a quantidade de tripulação brasileira, com investimento em treinamento de oficiais e marinheiros, e a equiparação do custo do combustível aos níveis nacionais. Hoje a cabotagem paga o preço do combustível internacional, enquanto o diesel nacional – utilizado no transporte rodoviário, o principal concorrente da cabotagem – não tem relação direta com o preço lá fora.

Atualmente, a cabotagem consegue ser cerca de 15% mais em conta que o transporte rodoviário na longa distância. A tendência, diz o executivo, é que essa porcentagem aumente à medida que o modelo se tornar mais eficiente na operação.

A Aliança é líder na cabotagem, na longa cabotagem (que inclui a Argentina e o Uruguai), e no serviço “feeder” (alimentador), com 46% do mercado brasileiro. Encerrou o ano passado com 305 mil Teus movimentados, aumento de 14% sobre o ano anterior. A estimativa é crescer o mesmo percentual neste ano.

O novo navio está navegando em direção ao Brasil. Será nacionalizado em Manaus (AM), processo que deverá levar algumas semanas antes de ser incorporado ao tráfego da empresa. O nome da embarcação, “Sebastião Caboto”, foi dado em homenagem ao navegador veneziano do século XVI – o termo “cabotagem” deriva daí.

Fonte:Valor Econômico/Fernanda Pires

Imagem:  Shanghai Shipyard Co.,Ltd/F.A.Vinnen &Co.

Nota do Blog: Observar que a falta de espaço para novas construções, algo muito tratado nos comentários do Blog, é uma realidade que ainda não pode ser ignorada, daí porque sempre colocamos em duvida as reais condições de se construir meios civis e militares na proporção em que os mais ufanistas gostam de alardear. A realidade é outra e pelo menos em médio prazo as condições assim devem permanecer.

 

Em primeira viagem a SSZ, demandando o cais do Saboó 2 para embarque de pás de hélices para energia eólica na tarde do  dia 18/12, o novíssimo graneleiro tipo Handy Size e bandeira brasileira “Pio Grande“, recém incorporado a Marinha Mercante nacional por ocasião de sua escala no Rio de Janeiro, quando foi transferido da bandeira liberiana para a brasileira.

Construído pelo estaleiro Tsuji Heavy Industries (Jiangsu) Co. Ltd., Zhangjiagang, Jiangsu, P.R.C., casco nr NB0025 teve início do corte de chapas para sua construção em 02 de dezembro de 2011, sua quilha batida em 23 de abril de 2012, foi lançado ao mar em 20 de agosto de 2012 e entregue em 25 de outubro de 2012 para o armador Anglo-Eastern Ship Management Ltd., Hong Kong.

Afretado a casco nu para o armador Norsulmax Navegacao S/A, Rio de Janeiro (Companhia de Navegacao Norsul, Rio de Janeiro) e fundeado na Baia de Guanabara desde sua chegada, quando ocorreram no mês de dezembro os tramites finais para transferência de tripulação e bandeira, se tornando o mais novo navio de bandeira nacional.

Para maiores detalhes, fotos e informações:

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2012/12/nm-pio-grande-pq6696-em-primeira-vgm.html

Fotos: Rafel Ferreira Viva – 18/12/2012

 
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