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Seguem fotos detalhadas dos estragos feitos pelo temporal da última segunda-feira, dia 04.05 no Porto de Santos, SP. As imagens mostram avarias no Zhen Hua 27, Kyla e no Terminal TGG.

Imagens: Lauro Franguetto Filho – Santos Shiplovers – www.pbase.com/portofsantos

 

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Rajadas de vento romperam amarras do navio Zhen Hua 27, que trouxe novos portainers ao Porto de Santos.

A tempestade também causou danos no Porto de Santos. A força dos ventos provocou uma colisão entre navios atracados e a queda de um guindaste para operação de contêineres. Houve, ainda, o desabamento da cobertura de uma das entradas para o complexo marítimo. O principal problema registrado aconteceu no Terminal de Contêineres (Tecon), administrado pela operadora Santos Brasil, na Margem Esquerda (Guarujá) do Porto. Segundo funcionários da empresa, por volta de 15h30, as rajadas de vento causaram o rompimento das amarras do navio chinês Zhen Hua 27.

A embarcação trouxe a Santos, da China. três portêineres (pórticos especiais sobre rodas para operação de contêineres) comprados pela operadora (obs: clique aqui para matéria do Blog do Poder Naval a respeito). Por conta do acidente, a operação para o desembarque dos equipamentos não aconteceu. Aparentemente, eles não foram danificados. Sem as amarras, o Zhen Hua 27 se chocou com o navio Amalthia, que o abastecia de combustível. Apesar do abalroamento, o Amalthia não sofreu danos. Apenas o mangote de abastecimento teria sido danificado, o que causou o vazamento de óleo no convés.

Ainda desgovernada, a embarcação chinesa avançou contra o graneleiro liberiano Kyla, atracado no cais do Terminal de Granéis do Guarujá (TGG). O impacto originou um rasgo no casco e amassou parte da proa (frente) do Zhen Hua 27. No Kyla, houve a destruição da parte superior da sua popa (traseira).

O Kyla é um graneleiro tipo “Cape Size”, de 134.806 tons dwt e 270,01 m de comprimento, construído em janeiro de 1982

Já no TGG, com o impacto, parte das esteiras que operavam no navio no momento do choque foi destruída. Uma outra parte caiu ao mar. Os navios foram amarrados com ajuda de rebocadores. Dois equipamentos da Santos Brasil, no Terminal de Exportação de Veículos (TEV), se chocaram.Um portêiner foi arrastado e colidiu com um guindaste móvel de cais para contêineres, que estava a cerca de 10 metros de distância. O braço do guindaste bateu no navio sueco Grande Brasile, que estava no Tecon. A embarcação sofreu apenas danos superficiais.

O Grande Brasile é um Ro/Ro-L o/Lo de 26.169 tons dwt, com 214,00 m de comprimento, construido em maio de 2000, equipado com rampa lateral na popa capacitada para cargas até 250 tons swl

Fonte e foto: Santos Export   Colaborou: Storm, leitor do Blog

Fotos do Kyla e Grande Brasile: Marcelo “Ostra ” Lopes – Amalthia: Rogerio Cordeiro – Santos Shiplovers

Nota do Blog:  O Grande Brasile seria um tipo de navio ideal para a MB utilizar de maneira efetiva missões de ApLog, principalmente visualizando um cenário “World Wide”

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Atracou na tarde de segunda feira, dia  04/05,  no Porto de Santos, mais precisamente no cais do TC1 (TECON), o navio especializado em transporte de volumes pesados M/V Zhen Hua 27, de bandeira de Hong Kong, pertencente ao armador Zhenhua Shipping Co Ltd., de Shanghai, Republica Popular da China.

O navio realiza sua viagem inaugural, após conversão para sua nova função de carregamento, para descarregar 3 portainers de última geração mais equipamentos para movimentação de containers, encomendados pelo terminal Santos Brasil S/A, situado no Terminal de Containers (TECON), margem esquerda do estuário do Porto, sendo capacitados a atenderem porta containers do tipo post panamax.

Os portainers foram embarcados em Shanghai, no terminal do próprio fabricante, a Shanghai Zhenhua Port Machinery Co. (ZPMC)  e escalou Hong Kong antes de sua chegada em Santos no dia 03/05, possuindo ainda carga em trânsito para Buenos Aires, Argentina.

Dados para referência do M/V Zhen Hua 27:

  • Estaleiro Construtor: Mitsubishi Heavy Industries Ltd., Nagasaki, Japão, em 1989, casco numero 2009
  • Convertido em Heavy Lift a partir do casco de um petroleiro, originalmente lançado como M/T Ocean Leader, operou comercialmente também como Bona Shimmer, Sabine Spirit e Red Sea, quando foi adquirido pela ZPMC por USD 20 milhões, sendo convertido em estaleiro em Shanghai e entregue em março de 2009, como Zhen Hua 27, aonde carregou, seguindo viagem para Santos.
  • Bandeira: Hong Kong – Prefixo:VREG5 – comprimento: 233,60 m – boca: 44,05 m – DWT: 49.060 tons – IMO: 8710182

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Fotos: Bruno Pricoli

 

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Segue a todo vapor a dragagem da foz do rio Itajaí Açu, onde estão situados os portos de Itajaí (público) e de Navegantes (privado). O serviço está sendo feito em caráter emergencial pela draga brasileira Hang Jun 3001, pertencente ao armador SDC do Brasil Ltda., Rio de Janeiro,  uma vez que o rio teve o calado diminuído em virtude das enchentes que assolaram a região no final do ano passado.

Além disso, o porto de Itajaí teve grande parte do seu cais destruído, o que vem prejudicando os serviços de atracação. As obras de reparo também vão em ritmo acelerado.

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TEXTO e FOTOS: João Adaime

NOTA DO BLOG: para conferir como estava a questão da disponibilidade de dragas para os portos brasileiros, no ano passado, clique aqui.

 

Em 17 de dezembro de 2008, o navio semi submersivel especializado no transporte de volumes pesados M/V “Zhen Hua 4″, de bandeira de San Vicente e Granadinas, pertecente ao armador Shanghai Zenhua Shipping Co. Ltd., de Shanghai, Republica Popular da China, foi atacado por piratas somalis no Golfo de Aden.

O bote dos piratas se aproximou pela popa do mercante chinês aproveitando-se do arco cego do radar de navegação. Ao perceber a iminência da abordagem a tripulação enviou um pedido de socorro ao Centro de Alerta contra Pirataria da Agencia Marítima Internacional, em Kuala Lumpur (Malásia) e iniciou preparativos para defesa do navio.

A Agencia de Kuala Lumpur comunicou o ocorrido a Força Naval Multinacional operando na área contra ações de pirataria. Os somalis abordaram o navio e a tripulação se defendeu com tudo que tinha de disponível, inclusive “Coquetéis Molotov” e sinalizadores.

A batalha pelo controle do navio durou 5 horas antes da chegada do socorro, que veio através de helicópteros de um navio de guerra malaio que realizaram disparos contra os piratas, que embarcaram em seus botes e saíram do local. Como se pode ver nas fotos haviam muito jovens entres os piratas somalis.

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Manama, Bahrain – Aproximadamente às 11:19h (horário de Brasília) do dia 12 de abril, forças navais dos EUA resgataram o Capitão Richard Phillips, capitão do navio  Maersk Alabama.

“Este foi um trabalho incrível de equipe e estou muito orgulhoso dos incansáveis esforços de todos os homens e mulheres que tornaram este salvamento possível” firmou o vice-almirante Bill Gortney, comandante, do Comando Central das Forças Navais dos EUA. “As ações do Capitão Phillips e os tripulantes do  Maersk  Alabama foram heróicas. Eles lutaram para recuperar o controle de sua embarcação, e o Capitão Phillips abnegadamente colocou sua vida nas mãos desses criminosos armados, a fim de proteger a sua tripulação”.

Após o salvamento, Phillips foi inicialmente colocado a bordo do destróier USS Bainbridge. Posteriormente, foi transportado em vôo para o navio de assalto anfíbio USS Boxer, quando ele entrou em contato com a sua família e recebeu exames de avaliação médica e está descansando confortavelmente. As forças militares dos EUA têm um pirata na prisão e três foram mortos no salvamento.

FONTE: US Navy

 

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Sequestro de capitão norte-americano chamou atenção para o problema. Nesta semana, piratas realizaram diversos ataques na costa da Somália

Atualmente, cerca de 260 tripulantes de diversos navios sequestrados estão em poder de piratas na costa da Somália, segundo informações da Agência Internacional Marítima — grupo de observação de ações piratas e uma subdivisão da Câmara Internacional de Comércio. O dado foi divulgado nesta semana, quando o ataque ao navio Maersk Alabama chamou atenção para o problema da pirataria nas águas do país do Chifre da África.
Richard Phillips, 53, ainda está em poder de quatro piratas que fugiram com ele em um bote salva-vidas, após atacar o navio de 17 toneladas, na quarta-feira (8).Os outros 19 membros da tripulação chegaram neste sábado (11) ao porto do Quênia, dizendo que o capitão é um herói, por ter salvo suas vidas.
Após o ataque, Phillips falou para toda a tripulação se trancar em uma cabine e então se rendeu sozinho. A tripulação conseguiu dominar alguns dos piratas, mas eles escaparam, levando junto o capitão do navio de propriedade dinamarquesa e bandeira americana. Os sequestradores teriam pedido resgate de US$ 2 milhões por sua libertação.

Especialistas do FBI, a polícia federal americana, estão ajudando nas negociações, mas, segundo analistas, o processo pode ser longo.
Além do sequestro do capitão, a semana foi marcada por outras ações dos piratas somalis. Na sexta, eles liberaram um navio-tanque dinamarquês sequestrado em março e também um veleiro francês capturado no sábado passado (4) – no último caso, um dos reféns morreu.

Já no sábado, agências de notícias noticiaram que piratas tomaram controle de mais uma embarcação: desta vez, trata-se de um rebocador com bandeira da Itália, com dez italianos entre os 16 membros da tripulação. O navio foi pego no Golfo de Áden, segundo confirmaram fontes da Chancelaria italiana.

Pirataria

As águas da Somália, um paupérrimo país do Chifre da África sem governo central e cenário de uma guerra civil desde 1991, se converteram numa zona-chave para a pirataria mundial, e dezenas de navios foram atacados nessa área em 2008.
Apesar do envio de navios de guerra à região, os ataques se multiplicaram ao longo dos 3.700 km do litoral somali. Navegando em lanchas rápidas lançadas a partir de “navios-mãe”, os piratas, armados com kalashnikov, lança-foguetes ou lança-granadas ampliam constantemente seu raio de ação.
Os atos de pirataria nesta parte do mundo desapareceram quase totalmente no segundo semestre de 2006, quando os Tribunais Islâmicos controlavam com mão-de-ferro algumas regiões do centro e do sul da Somália. No entanto, os piratas voltaram rapidamente à ativa após a queda dos islamitas, no fim de dezembro de 2006.

Em 2008, os ataques se multiplicaram no golfo de Aden, por onde passa 12% do comércio marítimo e 30% do petróleo mundial. Mais de 130 navios mercantes foram atacados no litoral somali, o que significa um aumento de mais 200% em relação a 2007, segundo o Escritório Marítimo Internacional.

Ações

O mês de abril de 2008 foi marcado por diversas ações, entre elas os ataques do veleiro de luxo francês Le Ponant, com cerca de 30 pessoas a bordo, e do petroleiro japonês Takayama.
Em setembro, os piratas invadiram o navio ucraniano Faina, que transportava armamento pesado como 33 tanques, sistemas de defesa antiaéreo e lança-foguetes. O barco e sua tripulação só foram libertados no dia 5 de fevereiro deste ano, após 134 dias em poder dos piratas, mediante o pagamento de um resgate.
A operação mais espetacular continua sendo até hoje a captura do superpetroleiro saudita Sirius Star, em 15 de novembro do ano passado no Oceano Índico. Os piratas precisaram de apenas 16 minutos para tomar este navio de 330 metros de comprimento, que transportava dois milhões de barris de petróleo. O Sirius Star foi libertado em 9 de janeiro deste ano, depois do pagamento de um resgate. Seis piratas morreram quando a lancha onde estavam naufragou, junto com parte do dinheiro.

FONTE: G1, AFP, AP e Reuters

 

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Onze candidatos aprovados para atuar como Praticantes de Prático no Estado de São Paulo já começaram o estágio na Praticagem de Santos. O processo seletivo realizado pela Marinha aprovou 22 candidatos para a ZP-16 (Zona de Praticagem do Estado de São Paulo), que estão sendo apresentados para o estágio de qualificação em dois grupos de onze: o primeiro grupo em 2009 e o segundo em 2010. Pela primeira vez há uma mulher entre os aprovados para São Paulo.
O Prático é o profissional que assessora os Comandantes nas manobras de atracação e desatracação dos navios e na navegação pelo canal. Exerce a sua profissão de forma autônoma, geralmente como membro de sociedade uniprofissional, à semelhança do que ocorre na Praticagem de São Paulo.
Os 11 primeiros selecionados pela Marinha passam, a partir de agora, pelo estágio de Praticante de Prático, destinado a qualificá-los para manobrar navios no Porto de Santos. Este treinamento vai durar de um a dois anos. Nesse período, o candidato vai adquirir conhecimentos específicos sobre as peculiaridades locais de navegação, dos berços e dos terminais. Somente depois deste processo ele poderá ser habilitado para executar as manobras, contribuindo para garantir a segurança da navegação, da tripulação e passageiros e das instalações portuárias, além da preservação do meio ambiente.
Cinco aprovados residiam no Rio de Janeiro, dois em Brasília, um em Salvador, um em Belém, um em Fortaleza e um em Santos. A idade varia entre 25 a 47 anos. Todos têm nível superior e, nesse estágio de qualificação, deverão acompanhar e/ou realizar um mínimo de 700 manobras diurnas e noturnas ao lado de Práticos experientes, sendo pelo menos 350 no período noturno.
Cada um dos Praticantes terá seu estágio supervisionado por um Prático monitor, que fará avaliações periódicas. Quando completarem o número de manobras previstas, todos passarão por exames de habilitação perante uma banca examinadora presidida pelo Capitão
dos Portos. Eles aprenderão a conhecer a região acompanhando as diversas manobras, estudando as cartas náuticas, croquis, levantamentos batimétricos e outras publicações sobre o Porto de Santos e o canal de acesso. Não há um horário fixo de trabalho, uma vez que as manobras podem acontecer a qualquer hora do dia ou da noite, inclusive aos sábados domingos e feriados, e receberão cerca de R$ 2.900,00 mensais.
O trabalho do Prático é regulamentado pela Marinha, que estabelece padrões rígidos de atuação. No caso de Santos, a Praticagem é ainda mais rigorosa, pois mantém o certificado de qualidade ISO 9001 desde 1998 e é conhecida pela excelência nos serviços. A Praticagem de Santos foi pioneira nas Américas, na obtenção desta certificação de qualidade.

Sobre a Praticagem

embarque_xA Praticagem é responsável por todos os investimentos em compra de embarcações e outros equipamentos necessários à operação, todas as despesas de manutenção e a folha de pagamento dos cerca de noventa funcionários, além de todos os tributos comuns a qualquer atividade de prestação de serviços. Os Práticos não recebem salários e correspondentes encargos, pois não são empregados, e sim sócios. Recebem um pro labore de cerca de 30 Salários Mínimos e, como em qualquer outra atividade similar, auferem eventuais lucros ou cobrem prejuízos que venham a ocorrer.
As exigências para o exercício da profissão incluem proficiência em idioma inglês, conhecimento em navegação, além de formação superior e disputa acirrada em processo seletivo conduzido pela Autoridade Marítima Brasileira (Marinha do Brasil). Depois de habilitados, por força de acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário, a cada cinco anos, os Práticos são submetidos a um curso de reciclagem, para renovação de seus certificados.
A Praticagem contribui diretamente para que as cargas cheguem e saiam dos portos nos navios com segurança, reduzindo o valor dos seguros. Os preços cobrados pelo serviço resultam de livre negociação com os usuários do serviço e são compatíveis aos praticados nos grandes portos internacionais, ao contrário do argumento de alguns armadores. Trata-se de uma atividade exercida com reconhecida eficiência pela comunidade marítima, essencial para a segurança da vida humana, das comunidades, do porto, das embarcações e do meio-ambiente e que representa apenas 0,07% das despesas do exportador.

NOTA do BLOG: Ver a ótima reportagem sobre a praticagem no link abaixo:

http://tvtribuna.globo.com/videos/default.asp?video=22672&dt=6/4/2009&key=&urlv=&idCat=3

NOTA do BLOG 2: Clique aqui para baixar a prova do Concurso de Praticante de Prático de 2006, para ter uma idéia da complexidade da profissão.

FONTE: http://www.santospilots.com.br/

 

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Navio americano foi raptado por piratas; tripulação retomou controle, mas capitão segue refém

capitao-richard-phillips-maersk-alabamaO destróier da classe “Arleigh Burke” USS Bainbridge zarpou nesta quarta-feira, 8, para a região onde piratas somalis capturaram a embarcação cargueira com bandeira americana Maersk Alabama, informaram fontes oficiais citadas pela rede de televisão CNN. Elas acrescentaram que outros seis ou sete navios também navegam para o lugar, mas não esclareceram a envergadura ou o ponto de onde zarparam.
A partida dos navios foi divulgada depois que o Pentágono informou que os tripulantes do Maersk Alabama tinham recuperado o controle da embarcação. No entanto, os piratas ainda mantêm retido o capitão do navio, Richard Phillips, informou a CNN. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse que o governo dos Estados Unidos observa atentamente o desenvolvimento de “este ato de pirataria e a captura de um navio com 21 cidadãos americanos.”

Em uma breve conversa com jornalistas depois de se reunir com o ministro de Assuntos Exteriores do Marrocos, Taieb Fassi Fihri, Hillary disse que “o mundo deve se unir para colocar fim ao flagelo da pirataria”. Ken Quinn, segundo oficial do Maersk Alabama, disse por telefone à CNN que os 20 membros da tripulação estão tentando conseguir a libertação do capitão, ao oferecer alimentos aos sequestradores como resgate.
Quinn acrescentou que os quatro piratas e o capitão estão no bote salva-vidas, após os atacantes terem afundado a própria embarcação quando chegaram à embarcação cargueira com bandeira americana. O segundo oficial disse que a tripulação conseguiu prender um pirata e mantê-lo detido por 12 horas, e que o libertou depois em troca da entrega do capitão, mas o acordo não funcionou.

O navio de 17 mil toneladas foi capturado nesta quarta quando navegava perto do litoral da Somália. O cargueiro se dirigia a Mombaça quando foi atacado, às 5h (23h de Brasília de terça), a cerca de 500 quilômetros do litoral da Somália, informou a empresa Moller-Maersk, em Copenhague.

NOTA do BLOG: Ver aqui matéria da Rede CBS sobre o sequestro do navio e de seu comandante.

 

Piratas somalis sequestraram nesta quarta-feira o cargueiro Maersk Alabama, da filial americana da empresa dinamarquesa A.P. Moller-Maersk e que leva 20 americanos a bordo.
O cargueiro navegava rumo à cidade queniana de Mombaça quando foi atacado às 5h –23h desta terça-feira (7) no horário de Brasília– a cerca de 500 quilômetros do litoral da Somália, informou a A.P. Moller-Maersk.
Andrew Mwangura, coordenador do Programa de Assistência aos Marinheiros do Leste Africano afirmou que o cargueiro tem capacidade para transportar 17 mil toneladas e que a tripulação está segura.

Líder mundial em transporte marítimo de mercadorias, a A.P. Moller-Maersk anunciou em novembro de 2008 que uma parte de seus cargueiros deixaria de navegar pelo golfo de Áden e pelo leste da África para evitar eventuais sequestros dos piratas somalis.
A medida só vale para navios que não têm velocidade ou altura suficiente e que por isso são mais vulneráveis aos ataques.
O grupo empresarial, que também atua no ramo de exploração de petróleo e gás, possui uma frota de mais de 500 cargueiros e está presente em 130 países.
Somente neste ano, oito navios foram sequestrados no golfo de Áden, que liga a Europa ao oceano Índico. No ano passado, os piratas somalis sequestraram dezenas de embarcações, fizeram centenas de tripulantes reféns, normalmente por semanas, e conseguiram milhões de dólares de resgate.

Os piratas costumam usar lanchas de alta velocidade para fazer os sequestros, além de armamento pesado. Eles levam as embarcações sequestradas para bases costeiras em partes remotas da Somália e pedem resgates milionários.

FONTE
: Folha/Reuters e EFE

 

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A Comissão Européia (CE) aprovou recentemente a proposta do Hercules-Beta, que é a segunda fase do projeto Hercules. Liderado pelas fabricantes de motores Wärtsilä e MAN Diesel, ele estuda a eficiência energética dos motores diesel de navios e a sua emissão de poluentes. Hoje, 99% da frota mundial utiliza motores desse tipo.
Em inglês, o nome Hercules (High Efficiency R&D on Combustion with Ultra-Low Emissions for Ships) significa pesquisa e desenvolvimento sobre a eficiência da combustão em motores de navios e a redução de suas emissões. Concebido em 2002, o projeto foi uma iniciativa da Wärtsilä e da MAN Diesel.

O seu objetivo era a investigação e o desenvolvimento de ferramentas para reduzir o consumo de combustível pelos motores diesel dos navios, diminuindo, consequentemente, suas emissões de poluentes.
Cinco anos depois, com a contribuição de mais de 40 empresas européias, universidades e institutos de pesquisa, o Hercules foi concluído. O seu orçamento de 33 milhões de euros foi parcialmente financiado pela União Européia (15 milhões de euros) e pelo governo suíço (2,5 milhões euros).

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O Hercules-Beta é a segunda fase do projeto Hercules. Iniciado em setembro de 2008, ele conta com um orçamento de 25 milhões de euros da CE e tem como suas metas reduzir em 10% o consumo de diesel pelas embarcações e melhorar em 60% a eficiência dos motores, reduzindo assim as emissões de poluentes.
Até 2020, a proposta do Hercules-Beta é eliminar em 70% as emissões de óxido de nitrogênio (NOx) e em 50% as de material particulado pelos motores diesel dos navios. Para isso, os resultados da primeira fase serão utilizados para o aperfeiçoamento de novos estudos.
Com duração de 36 meses, o projeto conta com cerca de 30 participantes entre companhias de navegação, fabricantes de equipamentos, universidades e institutos de pesquisa de 10 países europeus.

FONTE: Portos e Navios

 

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As inscrições para o curso de Adaptação para 2° Oficial de Náutica (ASON) estarão prorrogadas até o dia 20 de março de 2009

Para concorrer a uma das 60 vagas oferecidas pelo Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA-RJ), onde o curso será realizado, é preciso que o candidato tenha diploma de graduação em nível superior registrado no Ministério da Educação ou no Conselho Federal de Educação nas seguintes carreiras: Engenharia; Astronomia; Oceanografia; Meteorologia; Matemática, Física ou Química (bacharelado); Química Industrial; Estatística; Ciências Navais; Ciências Náuticas; Tecnólogo em Operação e Administração de Sistemas de Navegação Fluvial; Tecnólogo em Construção e Manutenção de Sistemas de Navegação Fluvial; Tecnólogo Naval; e Tecnólogo de Construção Naval.

O curso tem duração de 22 meses, incluindo o período de estágio embarcado. Durante este período, todos os alunos terão direito a material de ensino, refeição e alojamento para aqueles que residem fora do Rio de Janeiro, além de assistência médica e odontológica de urgência.

Essa é uma grande oportunidade para aqueles que desejam ingressar em uma nova carreira promissora que está em um momento de grande demanda por profissionais qualificados e seguramente com grande empregabilidade.

Os interessados podem obter maiores informações sobre a inscrição, seleção e matrícula no site da Marinha (www.mar.mil.br/ciaga) ou pelos telefones (21) 3505-3128.

 

Falta regulamentação nos cruzeiros

A revolta dos passageiros do navio Costa Romantica que ficaram ilhados em alto mar sem assistência adequada depois de um incêndio na embarcação é mais que justificada. Diferentemente do que se possa imaginar, o navio é novíssimo. É a última coisa que se poderia imaginar é que seria vítima do que ocorreu. Mas aconteceu. Recomenda-se analisar o caso com mais cuidado.

1) Estes grandes navios que oferecem seus serviços são em esmagadora maioria de bandeira estrangeira. O passageiro compra no Brasil, mas a reponsabilidade de quem vende é global;

2) Quando surge um problema além das águas brasileiras passa a prevalecer a legislação do país onde ele acontece. Existe um arcabouço internacional que precisa ser analisado. No caso do Costa Romantica, as autoridades uruguaias é que terão que prosseguir a investigação;

3) Quando o brasileiro adquire diretamente, ou através de agência de viagem, ele passa a ter uma relação direta com quem vendeu. É tal da negociação solidária. Infelizmente, ele só pode contar com o Código de Defesa do Consumidor para defender o seus direitos;

3) Nem mesmo o Ministério do Turismo, se quisesse, poderia ajudar o embarcado que se vê diante de um incidente qualquer;

4) Os sucessivos problemas com navios em alto mar, apesar de isolados, desenham um mosaico dramático. As empresas não estão preparadas – e nem esclarecem seus passageiros – sobre a hipótese de um plano B. A quem caberá este acompanhamento? Se for falta de comida, a Vigilância Sanitária é que tem agir. Se é sobre as condições de navegabilidade, a Marinha. Se existir facilitação ao consumo ou tráfico de drogas, por exemplo, a Polícia Federal entra no circuito. Como se vê, não temos um só órgão regulador que centralize a resolução dos casos embaraçosos no mar;

5) Finalmente, é ridícula a propsta das empresas de transporte marítimo que optam por facilitar o desembarque da primeira classe primeiro, deixando os demais passageiros abandonados. Ou quando oferece compensação de apenas 1 ou 2 dias em substituição ao pacote frustrado. Aquelas horas incansáveis de adrenalina são ignoradas pelos administradores que sorriam quando venderam para você o bilhete. Quantos passageiros do Costa Romantica não se perguntam: Esta joça vai explodir?

FONTE: Sidney Rezende

 

Sobre praticagem no Brasil

Volta às manchetes sobre ”praticagem no Brasil“. Objeto de críticas quando da criação da Secretaria Especial de Portos, cujo ministro-chefe, Pedro Brito, chegou a cogitar a estatização do serviço, cujas diretrizes são estabelecidas pela Marinha. Agora aparecem números quantificando o tamanho do problema.

Mostrando o pau

Trabalho elaborado pelo Centro de Estudos em Gestão Naval (CEGN), de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), concluiu que os preços cobrados pela praticagem nos principais portos brasileiros “estão elevados e reduções são possíveis”. As tarifas da praticagem em Santos (SP), por exemplo, poderiam ser reduzidas em 54% segundo o estudo.

Contra fatos..

Diante de números, fica difícil argumentar apenas com reclamações, como tenta o presidente do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), Otávio Fragoso, rechaçando o trabalho do CEGN. Quem tem razão?

No comando

Na esteira da crise mundial que afetou o transporte, reduzindo drasticamente o valor dos fretes marítimos, por detrás da campanha pela redução de custos da praticagem estão os armadores, na busca de cada centavo de gordura nos custos logísticos.

FONTE: Porto Gente

 

DPC oferece cursos gratuitos

A Marinha Mercante vai oferecer curso gratuito para quem quiser fazer carreira naval. Ao todo, são 135 vagas no Rio de Janeiro e Belém (PA). Já estão abertas as inscrições para Adaptação para 2º Oficial de Náutica (ASON). Em 1º de abril, interessados podem se candidatar ao curso Adaptação para 2º Oficial de Máquinas (ASOM) no Ciaga (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha), no Rio.

No mesmo mês, serão abertas as inscrições para os dois cursos no Ciaba (Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar), em Belém. Cursos são oferecidos pela Diretoria de Portos e Costas — Marinha do Brasil. Os candidatos têm que ter diploma de graduação em Nível Superior registrado no Ministério da Educação ou no Conselho Federal de Educação em carreiras relacionadas às atividades.

HOMENS E MULHERES

O curso dura 13 meses (Máquinas) e 22 meses (Náutica), incluindo período de estágio embarcado. Os alunos têm direito a material didático, merenda escolar, auxílio financeiro mensal previsto nas normas do ensino profissional marítimo, alojamento para os residentes fora da cidade do Rio de Janeiro ou de Belém e assistência médico-odontológica de urgência.

O público-alvo é de homens e mulheres, com idades de 18 a 40 anos, graduados nos últimos cinco anos ou exercendo profissão há pelo menos um ano.

GRADUAÇÃO: ESPECIALIDADES

Náutica — Engenharia; Astronomia; Oceanografia; Meteorologia; Matemática (bacharelado); Física (bacharelado); Química (bacharelado); Química Industrial; Estatística; Ciências Navais; Ciências Náuticas; Tecnólogo em Op. e Administ. de Sistemas de Navegação Fluvial; Tecnól. em Construção e Manutenção de Sist. de Navegação Fluvial; Tecnól. Naval e Tecnól. de Constr. Naval.

Máquinas — Engenharia Naval; Engenharia Mecânica; Engenharia Elétrica (Eletrotécnica ou Eletrônica); Engenharia de Automação; Engenharia de Prod. Industrial; Engenharia Mecatrônica; Tecnól. em Mecânica (manutenção e processos industriais); Tecnól. em Const. Naval; Tecnól. em Manutenção de Sistemas de Máquinas e Equipamentos e Tecnól. em Const. e Manutenção de Sistemas de Navegação Fluvial.

FONTE: O DIA

 

PAC de hidrovias terá R$ 18 bilhões

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O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) está preparando uma espécie de “PAC das hidrovias” com investimentos de até R$ 18 bilhões. Segundo o diretor-geral do órgão, Luiz Antonio Pagot, estão sendo feitos estudos para ampliação e instalação de três grandes hidrovias. Esses documentos deverão ser apresentados à ministrada Casa Civil, Dilma Rousseff, até o final do próximo mês.

A principal obra, avaliada entre R$ 5 bilhões a R$ 8 bilhões, é a ampliação da Hidrovia Tietê-Paraná. Segundo Pagot, a ideia é ampliar o trecho navegável dos atuais 800 quilômetros para 2 mil quilômetros em um prazo de 4 anos. “Para isso, teremos que fazer 12 eclusas e a capacidade de transporte de carga aumentaria de 5 milhões para 30 milhões de toneladas por ano, sem dizer que a hidrovia terminaria a uma distância de 150 quilômetros do Porto de Santos”, disse Pagot.

Atualmente, um carregamento transportado pela Tietê-Paraná tem de percorrer, pelo menos, 310 quilômetros para chegar ao cais santista.

A segunda obra que está sob análise é a ampliação da Hidrovia do Tocantins. Atualmente, o DNIT está construindo nesta hidrovia a eclusa de Tucuruí, que dará ao rio 700 quilômetros navegáveis. O novo projeto, além deste que está sendo executado, prevê a futura construção de mais três eclusas, elevando a distância navegável para 2,2 mil quilômetros.

Segundo Pagot, o investimento para essas três novas eclusas é estimado em R$ 2,1 bilhões. Com as novas obras, a capacidade de transporte subiria de 300 mil toneladas por ano para algo entre 3 milhões a 5 milhões de toneladas anuais.

O terceiro projeto trata da implantação da hidrovia Teles Pires-Tapajós, que demandaria investimentos de R$ 5 bilhões para ampliar a navegabilidade do rio de 300 quilômetros para 1,5 mil quilômetros.

Fonte: Agência Estado, via Santos Export Foto: Nunão – rio Tietê, próximo à cidade de Barbosa, Noroeste do estado de SP. Poucos quilômetros rio abaixo encontra-se a represa Nova Avanhandava e,  mais algumas dezenas de quilômetros adiante, fica o encontro com o Rio Paraná.

Nota do Blog: a continuidade da integração do transporte fluvial ao marítimo é fundamental para o desenvolvimento e traz reflexos ao grande “guarda-chuva” que abriga as diversas aplicações do Poder Naval. Apenas um questionamento, no caso da Tietê-Paraná: é realmente factível um prazo de 4 anos para quase triplicar a extensão navegável atual?

 

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A Petrobras vai investir R$ 78 milhões na modernização dos Centros de Instrução da Marinha brasileira. Resultado de um termo de cooperação assinado ontem, o repasse servirá para que a Marinha contrate novos professores, amplie o número de vagas para o ensino profissional marítimo e reestruture os centros Almirante Graça Aranha (Ciaga), no Rio de Janeiro, e Almirante Braz de Aguiar, em Belém (PA), responsáveis pela formação e aperfeiçoamento dos oficiais da marinha mercante nacional
A iniciativa permitirá à Marinha aumentar o número de vagas em seus cursos de formação. Além disso, os recursos possibilitarão a aquisição de novos equipamentos, a modernização de laboratórios, contratação de instrutores, reforma e ampliação de instalações (salas de aula, alojamentos, camarotes, banheiros, cozinhas e refeitórios).
A formação de novos profissionais para a marinha mercante é algo que preocupa não só autoridades públicas ligadas ao setor marítimo, mas também à iniciativa privada. Nos últimos anos, com a expansão das atividades ligadas à exploração e produção petrolífera na plataforma continental, a frota mercante brasileira está tendo que ser renovada e ampliada. Com o aquecimento do setor, a procura por mão-de-obra se intensificou.

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Fonte: Jornal do Commercio/RJ

 

Com o propósito de elevar o quantitativo das tripulações disponibilizadas para a Marinha Mercante e manter o nível de qualidade na formação dos homens e mulheres que embarcam em nossos navios mercantes, a Marinha do Brasil, representada pelo Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA) e pelo Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (CIABA), assinará em 16 de fevereiro de 2009, às 16:00h, dois Termos de Cooperação com a PETROBRAS, por intermédio do Centro de Pesquisas da Petróleo Brasileiro S.A. (CENPES/PETROBRAS), com a interveniência da Fundação de Estudos do Mar (FEMAR) e com o aval da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), bem como do Programa de Desenvolvimento da Indústria Nacional do Petróleo e Gás Natural (PROMINP).

A parceria da Marinha com essas Instituições decorre da participação da Diretoria de Portos e Costas (DPC), desde 2004, nos trabalhos realizados no âmbito do PROMINP, com a finalidade de encontrar soluções alternativas para aumentar a capacidade de formação de Oficiais da Marinha Mercante do CIAGA e do CIABA, em vista das limitações à utilização dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo (FDEPM), de modo a atender o crescimento da demanda de tripulantes esperada para os anos subsequentes, decorrente da renovação e ampliação de nossa frota mercante e da expansão das atividades ligadas à exploração de petróleo no mar.

Esses Termos de Cooperação preveem o repasse de cerca de 78 milhões de reais, a serem aplicados nos Centros de Instrução para a modernização dos seus recursos instrucionais, aumento da capacidade de alojamento para alunos e ampliação do corpo docente da área do Ensino Profissional Marítimo.

A execução dos projetos específicos, previstos para serem concluídos nos próximos três anos, além de propiciar melhores condições de conforto e habitabilidade aos futuros Oficiais da nossa Marinha Mercante, ampliará, significativamente, a capacidade de formação de nossos Centros de Instrução, assegurando condições para o atendimento tempestivo da demanda de marítimos com as qualificações requeridas pelo desenvolvimento tecnológico, que vem ocorrendo no transporte marítimo e nas atividades de pesquisa e exploração relacionadas com o petróleo.

A solenidade será realizada na Esplanada dos Ministérios – Bloco N – 9ºandar.

FONTE: Centro de Comunicação Social da Marinha

 
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