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Depois de construídos pelo estaleiro INACE e entregues pelo Brasil à Marinha da Namíbia, essas embarcações antes tão comentadas estão agora em plena vida operativa, como mostram essas fotos de autoria do Capitão Hilmar Snorrason, Comandante do Navio-Escola Saebjorg, da Associação de Busca e Salvamento da Islândia, feitas em Walvis Bay.

Na primeira foto, as LP Terrace Bay (HPB 20) e Möwe Bay (HPB 21), atracadas em Walvis Bay em 19 de outubro de 2011. Essas embarcações foram incorporadas no dia 3 de novembro de 2011 e são da mesma classe da nossa “Marlim” (classe “Meattini” na Itália).

Na segunda e na terceira fotos, o NPa Brendan Simbwaye (P 11), que pertence à mesma classe dos nossos “Grajaú”, de projeto da Vosper Singapore e construídos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, no INACE e no estaleiro Peeneweft, na Alemanha.

Na última foto, apenas para completar, temos um quarto navio, que foi transferido pela Marinha do Brasil dentro do mesmo pacote, a Corveta Lt Gen Dimo Hamaambo (C 11), ex-Purus (V 23), feita em 26 de outubro de 2011.

Notar a presença de um segundo radar da marca Furuno na Brendan Simbwaye e o brasão de armas dos navios, que tem como inspiração os usados pelos navios da Marinha do Brasil, apenas com a substituição da Coroa Naval pelo Gavião-do-Mar, que é parte do Brasão de Armas da República da Namíbia.

 

A Fragata Niterói (F 40), é o quinto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a cidade homônima, antiga capital do Estado do Rio de Janeiro.

A Niterói foi a primeira de uma série de 6 fragatas ordenadas em 20 de setembro de 1970, como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a primeira construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra.

Teve sua quilha batida em 8 de junho de 1972, foi lançada e batizada em 8 de fevereiro de 1974.

Fez-se ao mar pela primeira vez em 8 de janeiro de 1976, iniciando as provas de mar e máquinas que se estenderam até o final de maio.

Foi aceita e incorporada em 20 de novembro de 1976 em cerimônia realizada no cais 47 do porto de Southampton quando assumiu o Comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra João Baptista Paoliello.

Seu atual Comandante é o Capitão-de-Fragata Gilberto Chaves da Silva.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da “PIONEIRA” acessando o NGB.

A Fragata Liberal (F 43,) é o quarto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil e é a quarta de uma série de 6 fragatas da classe Niterói, ordenadas em 20 de setembro de 1970, como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha.

Teve sua quilha batida em 2 de maio de 1975,  lançada e batizada em 7 de fevereiro de 1977.

Depois de realizar as provas de mar, foi aceita e incorporada em 18 de novembro de 1978, quando naa ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Hilton da Silva Sobrinho.

O seu atual Comandante é o Capitão-de-Fragata Renato Garcia Arruda.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da “FLIBER” acessando o NGB.

O Navio Aeródromo São Paulo (A 12), ex-Foch (R 99) e ex-Richelieu, é o quarto navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado e a cidade de São Paulo.

Após mais de um ano de negociações, em agosto de 2000 foi assinado um acordo entre o Brasil e a França quanto a compra do PA Foch.

O contrato de compra do Foch foi estimado em 300 milhões de francos (12 milhões de dólares), incluídos nesse total os custos dos trabalhos no Arsenal de Brest e o término da retirada dos isolamentos de amianto existentes no navio, que já vinham sendo realizados a três anos.

Em 4 setembro de 2000, o Foch iniciou em Toulon o processo de adaptação para transferência a Marinha do Brasil, tendo incluídos em sua tripulação, a partir dessa data, os primeiros marinheiros brasileiros iniciando assim o processo de familiarização com o navio, chegando a receber 50 oficiais e 250 praças a bordo.

Em 15 de novembro de 2000 foi realizada em Brest a cerimônia de transferência e incorporação a Marinha do Brasil do Navio Aeródromo São Paulo, em cerimônia presidida pelo CEMA, Almirante-de-Esquadra José Alberto Accioly Fragelli, e contou com a presença do CMG (MN) Bertrand Aubriot, comandante do Foch, e do Almirante-de-Esquadra Jean-Louis Battet, Major General de la Marine Française.

Nesta ocasião, assumiu o 1º comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Antônio Alberto Marinho Nigro e o seu atual Comandante é o Capitão-de-Mar-e-Guerra José Renato de Oliveira.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história do NAe São Paulo acessando o NGB. O São Paulo também permacerá aberto a visitação pública durante o próximo final de semana em Santos/SP.

Atracou na tarde de sexta (07.10), no cais da Mortona em Santos,o NPa Benevente (P 61), procedente de Rio Grande/RS, realizando comissão de adestramento de sua guarnição.

   

O Navio Patrulha Benevente (P 61), ex-HMS Blackwater (M 2006), é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio do mesmo nome no Estado do Espirito Santo, foi construído pelo estaleiro Richards Shipbuilders Ltd., em Great Yarmouth, Grã-Bretanha e incorporado a MB em 10 de julho de 1998.

   

O navio permanecerá aberto a visitação durante este domingo no cais da Mortona, das 14 as 17:30Hs.

NOTA do EDITOR: Agradecemos ao Oficial de Serviço, Contramestre e guarnição de serviço no quarto, pela gentil recepção a bordo do “Patrulheiro dos Mares”.

FOTOS: Marcelo “MO” Lopes (santosshipphotos)

A Fragata Independência (F 44), é o quinto navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil e a quinta de uma série de 6 fragatas da classe Niterói, ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha, e a primeira construída pelo AMRJ – Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, Rio de Janeiro.

Teve sua quilha batida (casco 71), em cerimônia conjunta com a da Fragata União, em 11 de junho de 1972 e foi batizada e lançada em 2 de setembro de 1974. A madrinha foi a Sra. Luci Geisel, esposa do Presidente da Republica Exmo Sr. Ernesto Geisel.

Entre as autoridades presentes a cerimônia de batismo da Independência, estavam o Presidente da Republica Sr. Ernesto Geisel, o ex-Presidente da Republica Emílio Garrastazzu Médici, o Ministro da Marinha Almirante de Esquadra Geraldo de Azevedo Henning, o Comandante de Operações Navais Almirante de Esquadra José de Carvalho Jordão e o Diretor do AMRJ Vice Almirante Álvaro de Rezende Rocha.

Fez-se ao mar pela primeira vez em 11 de dezembro de 1978 para realizar as provas de mar e foi submetida a Mostra de Armamento e incorporada em 3 de setembro de 1979 através da Portaria n.º 1488 de 27/08/79, pelo CEMA AE Carlos Auto de Andrade, em cerimônia que contou com a presença do MM, AE Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, do Governador do Rio de Janeiro, Sr. Chagas Freitas e do Diretor do AMRJ, VA (EN) Hugo Friedrich Schieck Júnior.

Seu primeiro comandante foi o CMG Jorge Cardoso de Mendonça e o seu atual Comandante é o CF Sérgio Vieira Reale.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a “Leo Pirata” acessando o NGB.

FOTO: Cb Ladislau (DIV-1)

SAIBA MAIS:

A Fragata Bosisio (F 48), ex-HMS Brazen (F 91) e ex-Boxer, é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Paulo Bosísio.

Foi construída pelo estaleiro Yarrow Shipbuilders Ltd., em Scotstoun, Glasgow, na Escócia. O contrato de compra da Bosísio, de suas três irmãs e três Varredores da classe River, num valor de aproximadamente US$ 170 milhões (£ 100 milhões) foi assinado entre o Governo Brasileiro e o Ministério da Defesa Britânico em 18 de novembro de 1994, com as transferências ocorrendo a medida que foram dando baixa da Royal Navy.

Foi incorporada a Marinha do Brasil em 30 de agosto de 1996, sendo o seu primeiro comandante o Capitão-de-Mar-e-Guerra Sérgio Lima Duarte.

Seu atual Comandante é o CF Mario Augusto Rupp de Magalhães.

NOTA de EDITOR: Saiba mais sobre o “Boi Pirata” acessando o NGB.

FOTO: Marcelo Vieira, via NGB

O NAe São Paulo suspendeu ontem dia 15 de agosto para mais uma etapa de CIASA e VI. Nesta oportunidade embarcarão 3 esquadrões ( HU-2, HS-1 e HU-1), para a re-qualificação dos pilotos e da tripulação do navio em operações aéreas embarcadas.

O navio segue portanto o árduo caminho para a tão desejada FASE 3, quando então  passará a operar junto aos outros meios da Esquadra. Ainda faltam etapas para serem cumpridas, mas todos os envolvidos estão se dedicando ao máximo, para que o objetivo seja alcançado.

NOTA DO EDITOR: Estamos torcendo para que seja mais uma etapa positiva e duradoura.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre esta notícia no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

Após nove meses, foi encerrada, no dia 11 de julho, a fase de docagem do Navio-Tanque “Marajó”, no dique Almirante Campbell de Barros, na Base Naval de Aratu (BNA), em Salvador (BA).

O navio ainda permanecerá atracado na BNA para a conclusão dos serviços previstos na “Fase Aratu” da revitalização do meio e preparação para a travessia de regresso ao Rio de Janeiro.

A BNA, além de facilidades de docagem, rancho e alojamento, está colaborando na revitalização com a prestação de serviços na área de instalações elétricas.

FONTE: Marinha do Brasil

Nota do Editor: Esperamos que essa reforma possa realmente proporcionar ao NT Marajó, a sobrevida necessária para que o mesmo venha a operar junto à Esquadra efetivamente até que seu substituto, segundo o PAEMB, seja construído. Até lá, boa sorte e bons mares ao seu comandante.

Siga em frente, confie no elefante!

 

O Submarino Tupi (S 30), foi o terceiro navio e o segundo submarino a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao guerreiro e a nação Tupi.

Foi ordenado em fevereiro de 1984, junto ao estaleiro Howaldtswerke Deutsche Werft (HDW), em Kiel, na Alemanha.

Teve sua quilha batida (casco 197) em 8 de março de 1985, foi batizado e lançado em 28 de abril de 1987, tendo como madrinha a Sra. Heloísa Fonseca, esposa do ex-Ministro da Marinha Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca.

Foi entregue pela HDW em 20 de dezembro de 1988, ficando a partir dai como “navio isolado”, assumindo a função de Encarregado das Provas, Testes e Adestramento do Submarino, o Capitão-de-Fragata Paulo Sérgio Silveira da Costa.

Depois de realizar provas de mar e treinamento da tripulação no Báltico, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado a Armada em Kiel, Alemanha, em 6 de maio de 1989, segundo a Portaria n.º 1055 de 20 de dezembro de 1988, neste mesmo dia, passou a subordinação do Comando de Operações Navais.

A cerimônia de incorporação contou com a presença de autoridades civis e militares, brasileiras e alemãs, dentre elas o Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Henrique Sabóia, o ex-Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Maximiano da Fonseca e sua esposa, que foi madrinha do navio, o Chefe de Gabinete do MM, VA Jelcias Baptista da Silva Castro, que presidiu o ato de incorporação representando o Chefe do Estado-Maior da Armada, e o Coordenador do PRM, CA (EN) Armando de Senna Bittencourt.

Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata Paulo Sérgio Silveira da Costa.

Seu atual Comandante é o Capitão-de-Fragata Gilberto Carlos Salles dos Santos.

FOTO: Edson Lucas, via NGB

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história do Tupi, acessando o NGB no site Navios Brasileiros

A Fragata Rademaker (F49), ex-HMS Battleaxe (F89), é o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald.

Foi construída pelo estaleiro Yarrow Shipbuilders Ltd., em Scotstoun, Glasgow, na Escócia. Incorporada na Royal Navy em 28 de março de 1980.

O contrato de compra da Rademaker, de suas três irmãs e três Varredores da classe River, no valor de aproximadamente US$ 170 milhões (£ 100 milhões), foi assinado entre o Governo Brasileiro e o Ministério da Defesa Britânico em 18 de novembro de 1994, com as transferências ocorrendo a medida que foram dando baixa da Royal Navy.

A F49 foi incorporada a Marinha do Brasil em 30 de abril de 1997, na Inglaterra, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada e contou com a presença do Embaixador do Brasil no Reino Unido.

Seu atual Comandante é o CF Marcelo Ribeiro de Sousa.

NOTA do EDITOR: Conheça mais sobre a história da Rademaker acessando o NGB no site Navios Brasileiros.

FOTO: US Navy

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