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NOTA À IMPRENSA CONJUNTA

GRUPO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Rio de Janeiro, 1 de fevereiro de 2012.

VAZAMENTO DE ÓLEO NA BACIA DE SANTOS

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) constituído por representantes da Marinha do Brasil, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) se reuniu hoje às 15h para avaliar as ações realizadas até o momento, com relação ao vazamento de óleo ocorrido na Bacia de Santos.

O helicóptero embarcado na Fragata Niterói realizou dois sobrevoos hoje, nos quais foram avistadas manchas dispersas, em uma área aproximada de 70 km², deslocando-se para sudoeste, confirmando a indicação de baixa possibilidade do óleo alcançar o continente.
A ANP abriu processo administrativo para apurar as causas do incidente. Pela manhã, enviou uma equipe a bordo do FPWSO Dynamic Producer para dar inicio às investigações.

Três navios da Petrobras continuam realizando ações de resposta, por meio de dispersão mecânica com jatos d’água. A Marinha do Brasil permanece com um navio 24 horas na área do incidente.

FONTE: Comando de Operações Navais

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Sobre o vazamento de óleo na Bacia de Santos que ocorreu ontem, 31 de janeiro, a Marinha do Brasil informa que um helicóptero decolou da Fragata Niterói e realizou sobrevoo da área do incidente hoje, das 06h50 às 08h30.

Durante o sobrevôo, foram avistadas manchas dispersas, em uma área aproximada de 70 km², compostas de uma fina camada de óleo, deslocando-se para sudoeste, confirmando a indicação de baixa possibilidade do óleo alcançar o continente. Na ocasião, foi possível acompanhar o trabalho de três embarcações da Petrobras que realizam ações de resposta à emergência.
O Grupo de Acompanhamento instituído pela Marinha continua monitorando e avaliando este incidente, mantendo um navio 24 horas na área.

A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro instaurou o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação para apurar as causas do incidente, com prazo de conclusão de até 90 dias.

FONTE: Comando de Operações Navais

Os meios de comunicação estão hoje especulando que os planos do MOD de introduzir uma nova frota de jatos Joint Strike Fighter (JSF), capazes de operar nos futuros navios-aeródromo Queen Elizabeth, poderiam ser adiados.

Os planos da MOD permanecem no caminho certo para ter uma capacidade de ataque no novo navio-aeródromo em torno de 2020. Estamos recebendo nosso primeiro Joint Strike Fighter para fins de teste e avaliação este ano e estamos empenhados em adquirir a variante embarcada desses jatos.

O secretário de Defesa, recentemente reuniu-se com seu colega dos EUA para discutir uma série de questões, incluindo o Joint Strike Fighter e após a reunião estamos confiantes de que a revisão de Defesa dos EUA não terá impacto sobre os nossos planos para regenerar a aviação embarcada.

Foi assinado um acordo no qual os EUA e o Reino Unido trabalharão em estreita colaboração na formação conjunta e a integração dos nossos programas de navio-aeródromo.

FONTE: Ministério da Defesa do Reino Unido

NOTA DO PODER NAVAL: Observar nas imagens o Queen Elizabeth já configurado para CATOBAR (Catapault assisted take-off, Barrier assisted Recovery) e equipado com o F-35C, ao contrário da configuração anterior, que previa o emprego do F-35B STOVL. Clicar nas imagens para ampliar.

LEIA TAMBÉM:

Brasil e Reino Unido assinam acordo de cooperação em Defesa

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Brasília, 14/09/2010 – Os governos do Brasil e do Reino Unido assinarão na noite desta terça-feira (14/09/2010), no Rio de Janeiro, um Acordo de Cooperação em Assuntos de Defesa. A assinatura, pela parte brasileira, será feita pelo Ministro-interino da Defesa, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, que substitui o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, em viagem oficial à Europa. O Reino Unido será representado pelo Ministro-Adjunto da Defesa do Reino Unido, Senhor Gerald Howarth.

Em sua viagem, Jobim também assina dois acordos semelhantes nesta semana: um com a República Tcheca e outro com a Ucrânia. O acordo com o Reino Unido, que não está vinculado a qualquer negociação comercial específica entre as duas nações, tem por base a vontade mútua de desenvolver a cooperação em longo prazo na área de defesa, envolvendo parcerias industriais, transferência de tecnologia , educação e treinamento, entre outros, sempre que houver mútuo interesse.

O acordo se baseia nos princípios da igualdade e reciprocidade entre as partes e tem o objetivo de promover parcerias especialmente em pesquisa e desenvolvimento de suporte logístico, tecnologias de segurança (security), aquisição de produtos e serviços de defesa, atividades de manutenção de paz, e troca de instrutores militares, entre outros.

FONTE: Assessoria de Comunicação Social – Ministério da Defesa

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DIRETORIA DE AERONÁUTICA DA MARINHA
EXTRATO DE CONTRATO Nº 1

Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI
Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito) células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América. Valor: U$ 234.806,00 Vigência:
06/08/2010; Assinatura 06/08/2010. CA DILERMANDO RIBEIRO LIMA Adido Naval nos Estados Unidos da América e no Canadá.

EXTRATO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 1
Carta de Oferta e Aceite BR-P-SDI Processo:NUP 63003.000415/2010-53; Objeto: Aquisição de 08 (oito) células de aeronaves C1-A Enquadramento: Decreto nº 3.831, de 1º de Junho de 2001; Partes: Acordo por Troca de Notas celebrado entre
o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados
Unidos da América. Valor: US$ 234.806,00.Vigência: 16/07/2010 ;Assinatura 16/07/2010. S CA DILERMANDO RIBEIRO LIMA Adido Naval nos Estados Unidos da América e no Canadá.

EXTRATOS DE INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO
TCAL Nº 63003000194/2010-13; Objeto: Transporte de oito células de aeronaves C-1 A TRADER adquiridas junto ao Governo dos Estados Unidos da América por meio do programa FOREIGN MILITARY SALES -FMS CASE; Enquadramento: Caput do Art. 25, I
da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$ 99.969,00 (Noventa e nove mil, novecentos e sessenta e nove dólares americanos)DAT 11/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA – Ordenador de Despesas. Ratificação: 11/03/2010 por CA NELSON GARRONE
PALMA VELLOSO – Diretor de Aeronáutica da Marinha

TCAL Nº 63003000238/2010-13; Objeto: Aquisição de cinquenta e seis capacetes de voo Enquadramento: Caput do Art. 25, I da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$ 99.512,00 (Noventa e nove mil, quinhentos e doze dólares americanos)DAT 24/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA – Ordenador de Despesas Ratificação:
24/03/2010 por CA NELSON GARRONE PALMA VELLOSO – Diretor
de Aeronáutica da Marinha

TCAL Nº 63003000277/2010-11; Objeto: Visita técnica para inspeção
das células da aeronave S-2G Tracker no Uruguai Enquadramento:
Caput do Art. 25, I da Lei 8.666/1993; Justificativa:; Valor: U$7.991,00 (Sete mil, novecentos e noventa e um dólares americanos) DAT 31/03/2010. CMG RÔMULO BRANDÃO MAIA – Ordenador
de Despesas – Ratificação: 31/03/2010 por CA Nelson Garrone
Palma Velloso – Diretor de Aeronáutica da Marinha

NOTA DO EDITOR: O Grumman C-1 Trader é uma variante carrier-onboard delivery (COD) do S-2 Tracker, que foi operado pela FAB no NAeL Minas Gerais.

O Trader é mais “gordinho” que o Tracker, com maior volume interno na célula, para transporte de 9 passageiros ou 1.600kg de carga. A versão AEW era conhecida como E-1 Tracer, das quais foram produzidas 88 unidades. A Marinha do Brasil foi esperta em escolher essa versão para modernizar, por ele terá muito mais espaço para aviônicos e combustível.

Foram produzidos ao todo 83 C-1 Traders, que saíram de serviço em 1988. Alguns ainda permanecem em voo com operadores civis.

SAIBA MAIS:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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A Marinha do Brasil informa que, após cumprir um programa de reparos atracado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), o Navio-Aeródromo São Paulo iniciou, entre 26 e 29 de Julho, sua experiência de máquinas, cujo propósito é verificar as obras efetuadas e realizar pequenos ajustes.

O navio realizará outras experiências de máquinas até sua prontificação final.

Esse reparo foi pautado por desafios técnicos consideráveis, em face da complexidade das instalações de bordo. Durante o período de imobilização, foram realizadas obras de grande envergadura nos sistemas de bordo, como, por exemplo, no sistema de propulsão e no sistema de lançamento e recolhimento de aviões.

A presença de fumaça preta já era esperada, considerando o longo tempo em que o navio esteve imobilizado.

Foi dado, portanto, o primeiro e importante passo visando a retomada das operações aéreas a bordo do “Porta-Aviões São Paulo”, essencial para resguardar as fronteiras de nossa Amazônia Azul.

Após a conclusão das experiências de máquinas, será iniciado um período de inspeções operacionais, que visam a aprimorar o treinamento das equipes do navio, para que ele possa voltar a operar na sua plenitude com helicópteros e aviões.

FONTE: Seção de Comunicação do 1º Distrito Naval

Brasília, 24/06/2010 – O ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, e o Sub-Secretário de Defesa da Itália, Guido Crosetto, assinaram nesta quinta-feira (24/06) um “Ajuste complementar” ao Acordo sobre cooperação em defesa existente entre os dois países. O Acordo foi assinado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, em 12 de abril, quando ambos se encontraram em Washington (NOTA DO BLOG – VEJA TRECHOS DO TEXTO DO ACORDO EM LINK AO FINAL DESTA MATÉRIA).

Na cerimônia de hoje foi assinado também um “Ajuste Complementar Técnico” ao mesmo acordo, entre os comandantes da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, e da Itália, Almirante Bruno Branciforte.

Segundo Guido, o acordo será útil aos dois países, especialmente na facilitação das trocas de tecnologia. “Este acordo representa a conclusão de um percurso de amizade e respeito”, afirmou. Ele lembrou que o impulso dado à Embraer deveu-se em grande parte às parcerias com a indústria aeronáutica italiano, a ponto de a empresa brasileira hoje superar suas parceiras.

O ministro Jobim explicou que o entendimento na área de defesa se soma aos de outros setores, como cultura e meio ambiente. “Significa a intensificação das relações com a Itália, de entendimentos que possam aproximar mais a Itália, além daquelas,digamos relações que já temos a muitos anos, de simpatia e amizade”, comentou Jobim.

O aprofundamento dos acordos facilitam, entre outras coisas, a absorção de tecnologia italiana na construção de navios destinados à proteção das riquezas do Atlântico, a nossa Amazônia Azul. “É um dos elementos de concretização (da Estratégica Nacional de Defesa),tendo em vista que um dos objetivos fixados na Estratégica Nacional de Defesa é a dissuasão em relação do Atlântico e monitoramento do Atlântico”, disse Jobim.

FONTE: Ministério da Defesa (Assessoria de Comunicação Social)

VEJA TAMBÉM:

Viagem a Israel reabriu buscas por parcerias em defesa em 2010

Brasília, 01/02/2010- A viagem de uma semana a Israel, encerrada na sexta-feira (29/01) pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, reiniciou, em 2010, o trabalho de prospecção de parcerias na área de defesa, especialmente com transferência de tecnologia. Na viagem, Jobim encontrou-se com as principais autoridades do país: o presidente, Shimon Peres; o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu; o ministro da Defesa, Ehud Barak; e o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Liebermann, entre outros.

Jobim também visitou importantes indústrias de defesa daquele país, como a Israel Aerospace Industries (IAI), a Rafael, e a Elbit, essa última parceira da Aeroeletrônica, instalada no Rio Grande do Sul e fornecedora da aviônica na modernização de aviões militares brasileiros feita pela Embraer.

“Quando o presidente Peres esteve no Brasil, ele nos procurou, queria conversar com a gente e fez o convite. Nós temos muitos interesses na área da defesa. Inclusive tem uma empresa israelense, a Elbit, instalada em Porto Alegre, que trabalha na modernização e digitalização do F-5, está mexendo com os aviões Bandeirantes e vai mexer também com A-1”, explicou Jobim em entrevista a correspondentes brasileiros em Israel. Ele informou que, em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá visitar o país.

Segundo Jobim, a intenção da visita foi mostrar a disposição do Brasil em buscar acordos de cooperação em defesa. “Agora, sempre com a observação de que o Brasil não é comprador de instrumentos de defesa, o Brasil aceita que, em qualquer tipo de transação, sempre esteja embutida a transferência de tecnologia, a capacitação nacional”, apontou.

O ministro informou que, entre as tecnologias de interesse em Israel, estava a dos Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), que é uma das prioridades previstas na Estratégia Nacional de Defesa. Mas ressaltou que não se previa nenhuma ação comercial. “O problema dos Vants está vinculado à nossa estratégia, na fronteira da Amazônia, que é a melhor forma de monitorar a Amazônia, já que é impossível você ter acesso a toda a fronteira, e também o uso de Vants para o monitoramento da zona do pré-sal, que é também outra área crítica”.

Jobim também participou do Seminário sobre Segurança Pública para os Jogos Olímpicos, que teve participação de diversos secretários de segurança pública brasileiros. “É importante que os secretários venham conhecer. Isso tudo é preparação para a Copa e para a Olimpíada. Nós temos que correr contra o tempo e isso nós sabemos bem”.

As próximas conversações de Jobim, com o objetivo de prospectar parcerias em defesa, devem ser com o governo italiano. O país é um dos principais candidatos a fornecer a tecnologia para a construção de novos navios da Marinha brasileira.

No ano passado, Jobim visitou estaleiros e bases militares italianas, para conhecer de perto os equipamentos daquele país. Um resultado mais imediato dessa aproximação foi a decisão do governo italiano de oferecer um porta-aviões para uma ação conjunta com o Brasil no socorro médico aos haitianos, vitimados por um forte terremoto em janeiro.

REFORÇO À DIPLOMACIA

Em 2009, a atuação do Ministério da Defesa na área internacional foi intensa, com a participação do ministro Nelson Jobim em 27 viagens internacionais, seja como participante de comitivas governamentais, com o presidente da República ou outros ministros, seja em missões individuais da Defesa. Além da França, com quem o Brasil tem acordo estratégico na área de Defesa, e contratos para construção, no Brasil, de submarinos e de helicópteros, houve visita também à África do Sul, com quem o Brasil desenvolve conjuntamente um míssil. O ministro também conheceu a indústria de Defesa da Ucrânia, em dezembro passado.

Outros dois temas também mobilizaram os esforços internacionais do Ministério da Defesa: a consolidação do Conselho de Defesa Sul-Americano e as conversações com países da África em busca de uma ação conjunta nos fóruns internacionais com o objetivo de atuar na definição de normas de exploração mineral nas águas internacionais do Atlântico Sul.

Eis a relação de viagens internacionais do ministro Jobim em 2009:

DATA / PAÍS

  • Fevereiro Antártica
  • Março Chile
  • Março São Tomé e Príncipe
  • Março África do Sul/ Pretória
  • Março Moçambique/ Maputo
  • Março Guiné Bissau
  • Abril Trinidad e Tobago
  • Abril Argentina
  • Abril Bolívia
  • Abril Haiti
  • Maio EUA-Washington
  • Maio EUA- Nova York
  • Maio Cabo Verde
  • Maio Angola
  • Maio Congo
  • Maio/Junho Namíbia
  • Junho França – Paris
  • Junho Espanha
  • Junho Portugal
  • Julho França
  • Agosto Equador
  • Agosto Colômbia
  • Agosto Argentina
  • Setembro Equador
  • Outubro Argentina
  • Outubro Itália
  • Outubro Espanha
  • Outubro Eslovênia
  • Novembro Bélgica
  • Novembro China
  • Novembro Canadá
  • Novembro Equador
  • Dezembro Ucrânia
  • Dezembro Peru

FONTE: Ministério da Defesa (o título e os destaques em bold, no texto, são do Blog. O subtítulo é o título original da nota do MD)

NOTA DO COMANDANTE DA MARINHA – 13 DE JANEIRO DE 2009

Na última terça-feira (dia 12), entre as 19h30 e 20h – horário de Brasília -, ocorreu um tremor de terra com epicentro localizado a 10Km a Sudoeste de Porto Príncipe, no Haiti. Após o primeiro tremor, mais 11 tremores de menor intensidade foram registrados.

A Base de Fuzileiros Navais no Haiti “Acadêmica Rachel de Queiroz” sofreu pequenas avarias. Todos os militares da Marinha do Brasil (MB) no Haiti, sejam do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, do Estado-Maior Combinado, do Estado-Maior da MINUSTAH ou do Destacamento de Segurança de Embaixada estão bem – tendo um militar da MB sofrido ferimentos leves por ocasião do primeiro tremor. Todos estão concentrados na Base, que tem seus serviços normalizados, assim como energia e comunicações restabelecidas.

O Ministério da Defesa, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira estão mobilizados nos trabalhos de resgate e apoio à população local. Estão sendo realizados trabalhos de remoção de escombros nos locais guarnecidos por militares do contingente brasileiro, atingidos pelos tremores, que não apresentam mais condições de serem habitados.

 

P 70 Macaé - foto MB

A cerimônia de Batismo e Incorporação à Armada contou com as presenças do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto; do Almirante-de-Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho (Ex-Comandante da Marinha); do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Alvaro Luiz Pinto; do Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos; e do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Edison Lawrence Mariath Dantas, entre outros.

De acordo com a tradição naval, finalizada a construção, o navio é lançado ao mar em uma cerimônia. Nessa ocasião, o navio é batizado por uma madrinha e recebe seu nome oficial, sendo este costume marcado com a quebra, em seu costado, de uma garrafa de champanhe, que representa sorte à vida do navio. O NPa “Macaé” foi batizado pela senhora Ângela Maria de Sousa da Silveira Carvalho, esposa do Almirante-de-Esquadra Guimarães Carvalho.

Cerimônia P 70 Macaé - foto MB

Cerimônia P 70 Macaé - madrinha à esquerda - foto MB

Em seguida, foi arriada a bandeira da INACE, simbolizando a prontificação do navio e o embarque da tripulação. Entende-se por Recebimento o conjunto de atividades desenvolvidas pelo grupo de Oficiais e Praças designados para compor a primeira tripulação, com o propósito de capacitar-se a operá-lo e mantê-lo. O Grupo de Recebimento iniciou sua formação no dia 2 de fevereiro de 2009, com uma tripulação de quatro Oficiais e trinta Praças. Desde então, o grupo acompanhou a instalação dos diversos equipamentos do navio e participou de cursos e adestramentos.

Foi lida a Portaria do Comandante da Marinha, alusiva à incorporação à Armada seguida da Ordem do Dia do Chefe do Estado-Maior da Armada. Após, foi realizado o primeiro Cerimonial à Bandeira a bordo, onde foi içado o Pavilhão Nacional na popa e no mastro principal e a Bandeira do Cruzeiro na proa. O NPa “Graúna”, fundeado próximo ao local do evento, saudou, com três apitos longos, a incorporação do NPa “Macaé”.

P 42 Graúna na cerimônia P 70 Macaé - foto MB

Cerimônia P 70 Macaé - foto 2 MB

O Chefe do Estado-Maior da Armada deu posse ao primeiro Comandante do navio, Capitão-de-Corveta Marcio Gonçalves Martins Assumpção Taveira, e naquele momento, foi içada, no mastro principal, a flâmula de Comando. Cumprindo o cerimonial, o Comandante foi recebido, pela primeira vez a bordo, pelo Imediato do navio. Em seguida, as autoridades presentes embarcaram no NPa “Macaé” onde assinaram o Termo de Armamento e o Livro do Navio.

O navio é dotado de um canhão de 40mm, duas metralhadoras de 20mm, dois motores de propulsão, três geradores de energia e equipamentos de comunicação que permitem estar em contínuo contato com os demais navios e organizações da Marinha. Desenvolve velocidade máxima de 21 nós, possui a capacidade de permanência de 10 dias no mar com um raio de ação de mais de 4.500 Km.

Macae5 - foto Felipe Salles - ALIDE

FONTE / FOTOS de um a cinco, de cima para baixo: Marinha do Brasil

NOTA DO BLOG: a última foto, logo acima, é da ALIDE. Nela, pode-se perceber claramente a diferença do porte do casco e da superestrutura da classe Macaé, de 500 toneladas, em comparação com a classe Grajaú, de 250 t.  Veja mais imagens na cobertura fotográfica feita pelo site da ALIDE, clicando aqui.

SAIBA MAIS:

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NPa ‘Macaé’ será incorporado no dia 9.12

p70-Macae_footMB

No próximo dia 9, o Navio-Patrulha “Macaé” será batizado e incorporado à Armada, tornando-se o mais novo Navio-Patrulha da Marinha do Brasil. A cerimônia ocorrerá na cidade de Fortaleza – CE, às 10 horas, e contará com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Governador do Estado do Ceará, Cid Gomes, e do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.

Construído pela Indústria Naval do Ceará S.A. (INACE), seu nome é uma homenagem à cidade do litoral do estado do Rio de Janeiro, importante pólo de apoio à exploração marítima de petróleo no Brasil. O batimento de quilha do Navio-Patrulha “Macaé” foi realizado no dia 24 de novembro de 2006, sendo o primeiro de uma nova classe de Navios-Patrulha em construção. Utilizou-se o projeto do Navio-Patrulha francês Classe Vigilante 400 CL54, que foi alterado e aperfeiçoado, incorporando desenvolvimentos tecnológicos e melhorias no desempenho do navio.

Com uma autonomia de 10 dias e raio de ação com mais de 4.500Km, o “Macaé” auxiliará na fiscalização das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), desenvolvendo atividades de patrulha naval, inspeção naval, salvaguarda da vida humana no mar, fiscalização de poluição marítima e proteção dos campos de petróleo no mar, além de contribuir para a segurança do tráfego marítimo nacional.

Buscando nacionalizar a execução do projeto de construção do Navio-Patrulha “Macaé”, a Marinha alcançou um índice geral de 60%. Dentre os modernos sistemas nacionalizados, cujo elevado grau de complexidade agregam tecnologia de ponta ao setor industrial associado, destacam-se:

- O Sistema de Controle e Monitoramento de Máquinas (SCM); e

- O Terminal Tático Inteligente (TTI).

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Comprimento total 55,6 m

Boca máxima

9,3 m

Calado máximo

2,5 m

Deslocamento

500 t

Sistema de propulsão

2 MCP MTU 16V 4000 M90

Geração de energia

3 Grupos diesel-geradores MTU

Velocidade máxima

21 nós

Raio de ação a 15 nós

2.500 MN

Autonomia

10 dias

Sistema de Controle e Monitoração (SCM)

Sistema de Controle de Avarias (SCAv)

TRIPULAÇÃO

4 Oficiais + 2 destacados
30 Praças + 6 destacados

SENSORES

Radar de Busca de Superfície (Banda X),
VISION MASTER FT250 da SPERRY MARINE
Radar de Busca de Superfície (Banda S),
VISION MASTER FT250 da SPERRY MARINE

ARMAMENTO

01 Canhão 40mm L70 (AOS)
02 Metralhadoras 20mm GAM B01-2

OPERAÇÕES AÉREAS

Capacidade de operar com aeronaves em fainas de recebimento de cargas e de pessoal

FONTE/FOTO: Marinha do Brasil

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Super Lynx da MB pousado no Rebekka N

A Marinha do Brasil informa que na noite do dia 05 de outubro (segunda-feira), a Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES) recebeu fax da empresa Oceanus Agência Marítima S/A, solicitando apoio médico especializado para um dos tripulantes embarcado no Navio Mercante “Rebekka N.”, de bandeira liberiana. O tripulante, de 61 anos de idade, também filipino, apresentava fortes dores no peito e pressão alta, com sintomas de angina. O navio graneleiro, de 322m de comprimento, havia partido do porto de Tubarão-ES com destino à Coréia do Sul e encontrava-se a, aproximadamente, 620 milhas náuticas (1.240Km) a leste de Cabo Frio-RJ.

A CPES informou o fato ao Serviço de Salvamento da Marinha instalado no Comando do 1º Distrito Naval (SALVAMAR SUESTE) que solicitou ao Comando-em-Chefe da Esquadra a disponibilização da Fragata “Independência” que se encontrava em exercício no litoral do Espírito Santo. A Fragata interrompeu o exercício e navegou ao encontro do Navio Mercante “Rebekka N.”, a fim de resgatar o tripulante enfermo.

Ainda na noite do dia 05, um médico da Marinha, por telefone, passou a orientar o Comandante do Navio Mercante. Na tarde do dia 6 de outubro a Fragata aproximou-se do Mercante e enviou um helicóptero, modelo “Super Lynx”, com médico cardiologista. O helicóptero pousou no Navio Mercante, resgatou o tripulante enfermo e o transferiu para a Fragata “Independência”. Após aproximar-se da costa, cerca de 1h do dia 07 de outubro, o tripulante enfermo foi transportado por helicóptero da Fragata até o Aeroporto de Vitória-ES, onde foi recebido por equipe médica contratada pela empresa de navegação responsável pelo navio e conduzido ao Hospital Santa Rita.
Mais uma vez a Marinha do Brasil sente-se orgulhosa em poder contribuir para o salvamento de uma vida humana no mar.

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FONTE: Comando do 1º Distrito Naval

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