QG Airsoft

A Marinha do Brasil informa que, após cumprir um programa de reparos atracado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), o Navio-Aeródromo São Paulo iniciou, entre 26 e 29 de Julho, sua experiência de máquinas, cujo propósito é verificar as obras efetuadas e realizar pequenos ajustes.

O navio realizará outras experiências de máquinas até sua prontificação final.

Esse reparo foi pautado por desafios técnicos consideráveis, em face da complexidade das instalações de bordo. Durante o período de imobilização, foram realizadas obras de grande envergadura nos sistemas de bordo, como, por exemplo, no sistema de propulsão e no sistema de lançamento e recolhimento de aviões.

A presença de fumaça preta já era esperada, considerando o longo tempo em que o navio esteve imobilizado.

Foi dado, portanto, o primeiro e importante passo visando a retomada das operações aéreas a bordo do “Porta-Aviões São Paulo”, essencial para resguardar as fronteiras de nossa Amazônia Azul.

Após a conclusão das experiências de máquinas, será iniciado um período de inspeções operacionais, que visam a aprimorar o treinamento das equipes do navio, para que ele possa voltar a operar na sua plenitude com helicópteros e aviões.

FONTE: Seção de Comunicação do 1º Distrito Naval

Brasília, 24/06/2010 – O ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, e o Sub-Secretário de Defesa da Itália, Guido Crosetto, assinaram nesta quinta-feira (24/06) um “Ajuste complementar” ao Acordo sobre cooperação em defesa existente entre os dois países. O Acordo foi assinado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, em 12 de abril, quando ambos se encontraram em Washington (NOTA DO BLOG – VEJA TRECHOS DO TEXTO DO ACORDO EM LINK AO FINAL DESTA MATÉRIA).

Na cerimônia de hoje foi assinado também um “Ajuste Complementar Técnico” ao mesmo acordo, entre os comandantes da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, e da Itália, Almirante Bruno Branciforte.

Segundo Guido, o acordo será útil aos dois países, especialmente na facilitação das trocas de tecnologia. “Este acordo representa a conclusão de um percurso de amizade e respeito”, afirmou. Ele lembrou que o impulso dado à Embraer deveu-se em grande parte às parcerias com a indústria aeronáutica italiano, a ponto de a empresa brasileira hoje superar suas parceiras.

O ministro Jobim explicou que o entendimento na área de defesa se soma aos de outros setores, como cultura e meio ambiente. “Significa a intensificação das relações com a Itália, de entendimentos que possam aproximar mais a Itália, além daquelas,digamos relações que já temos a muitos anos, de simpatia e amizade”, comentou Jobim.

O aprofundamento dos acordos facilitam, entre outras coisas, a absorção de tecnologia italiana na construção de navios destinados à proteção das riquezas do Atlântico, a nossa Amazônia Azul. “É um dos elementos de concretização (da Estratégica Nacional de Defesa),tendo em vista que um dos objetivos fixados na Estratégica Nacional de Defesa é a dissuasão em relação do Atlântico e monitoramento do Atlântico”, disse Jobim.

FONTE: Ministério da Defesa (Assessoria de Comunicação Social)

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Viagem a Israel reabriu buscas por parcerias em defesa em 2010

Brasília, 01/02/2010- A viagem de uma semana a Israel, encerrada na sexta-feira (29/01) pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, reiniciou, em 2010, o trabalho de prospecção de parcerias na área de defesa, especialmente com transferência de tecnologia. Na viagem, Jobim encontrou-se com as principais autoridades do país: o presidente, Shimon Peres; o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu; o ministro da Defesa, Ehud Barak; e o ministro das Relações Exteriores, Avigdor Liebermann, entre outros.

Jobim também visitou importantes indústrias de defesa daquele país, como a Israel Aerospace Industries (IAI), a Rafael, e a Elbit, essa última parceira da Aeroeletrônica, instalada no Rio Grande do Sul e fornecedora da aviônica na modernização de aviões militares brasileiros feita pela Embraer.

“Quando o presidente Peres esteve no Brasil, ele nos procurou, queria conversar com a gente e fez o convite. Nós temos muitos interesses na área da defesa. Inclusive tem uma empresa israelense, a Elbit, instalada em Porto Alegre, que trabalha na modernização e digitalização do F-5, está mexendo com os aviões Bandeirantes e vai mexer também com A-1”, explicou Jobim em entrevista a correspondentes brasileiros em Israel. Ele informou que, em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá visitar o país.

Segundo Jobim, a intenção da visita foi mostrar a disposição do Brasil em buscar acordos de cooperação em defesa. “Agora, sempre com a observação de que o Brasil não é comprador de instrumentos de defesa, o Brasil aceita que, em qualquer tipo de transação, sempre esteja embutida a transferência de tecnologia, a capacitação nacional”, apontou.

O ministro informou que, entre as tecnologias de interesse em Israel, estava a dos Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), que é uma das prioridades previstas na Estratégia Nacional de Defesa. Mas ressaltou que não se previa nenhuma ação comercial. “O problema dos Vants está vinculado à nossa estratégia, na fronteira da Amazônia, que é a melhor forma de monitorar a Amazônia, já que é impossível você ter acesso a toda a fronteira, e também o uso de Vants para o monitoramento da zona do pré-sal, que é também outra área crítica”.

Jobim também participou do Seminário sobre Segurança Pública para os Jogos Olímpicos, que teve participação de diversos secretários de segurança pública brasileiros. “É importante que os secretários venham conhecer. Isso tudo é preparação para a Copa e para a Olimpíada. Nós temos que correr contra o tempo e isso nós sabemos bem”.

As próximas conversações de Jobim, com o objetivo de prospectar parcerias em defesa, devem ser com o governo italiano. O país é um dos principais candidatos a fornecer a tecnologia para a construção de novos navios da Marinha brasileira.

No ano passado, Jobim visitou estaleiros e bases militares italianas, para conhecer de perto os equipamentos daquele país. Um resultado mais imediato dessa aproximação foi a decisão do governo italiano de oferecer um porta-aviões para uma ação conjunta com o Brasil no socorro médico aos haitianos, vitimados por um forte terremoto em janeiro.

REFORÇO À DIPLOMACIA

Em 2009, a atuação do Ministério da Defesa na área internacional foi intensa, com a participação do ministro Nelson Jobim em 27 viagens internacionais, seja como participante de comitivas governamentais, com o presidente da República ou outros ministros, seja em missões individuais da Defesa. Além da França, com quem o Brasil tem acordo estratégico na área de Defesa, e contratos para construção, no Brasil, de submarinos e de helicópteros, houve visita também à África do Sul, com quem o Brasil desenvolve conjuntamente um míssil. O ministro também conheceu a indústria de Defesa da Ucrânia, em dezembro passado.

Outros dois temas também mobilizaram os esforços internacionais do Ministério da Defesa: a consolidação do Conselho de Defesa Sul-Americano e as conversações com países da África em busca de uma ação conjunta nos fóruns internacionais com o objetivo de atuar na definição de normas de exploração mineral nas águas internacionais do Atlântico Sul.

Eis a relação de viagens internacionais do ministro Jobim em 2009:

DATA / PAÍS

  • Fevereiro Antártica
  • Março Chile
  • Março São Tomé e Príncipe
  • Março África do Sul/ Pretória
  • Março Moçambique/ Maputo
  • Março Guiné Bissau
  • Abril Trinidad e Tobago
  • Abril Argentina
  • Abril Bolívia
  • Abril Haiti
  • Maio EUA-Washington
  • Maio EUA- Nova York
  • Maio Cabo Verde
  • Maio Angola
  • Maio Congo
  • Maio/Junho Namíbia
  • Junho França – Paris
  • Junho Espanha
  • Junho Portugal
  • Julho França
  • Agosto Equador
  • Agosto Colômbia
  • Agosto Argentina
  • Setembro Equador
  • Outubro Argentina
  • Outubro Itália
  • Outubro Espanha
  • Outubro Eslovênia
  • Novembro Bélgica
  • Novembro China
  • Novembro Canadá
  • Novembro Equador
  • Dezembro Ucrânia
  • Dezembro Peru

FONTE: Ministério da Defesa (o título e os destaques em bold, no texto, são do Blog. O subtítulo é o título original da nota do MD)

NOTA DO COMANDANTE DA MARINHA – 13 DE JANEIRO DE 2009

Na última terça-feira (dia 12), entre as 19h30 e 20h – horário de Brasília -, ocorreu um tremor de terra com epicentro localizado a 10Km a Sudoeste de Porto Príncipe, no Haiti. Após o primeiro tremor, mais 11 tremores de menor intensidade foram registrados.

A Base de Fuzileiros Navais no Haiti “Acadêmica Rachel de Queiroz” sofreu pequenas avarias. Todos os militares da Marinha do Brasil (MB) no Haiti, sejam do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, do Estado-Maior Combinado, do Estado-Maior da MINUSTAH ou do Destacamento de Segurança de Embaixada estão bem – tendo um militar da MB sofrido ferimentos leves por ocasião do primeiro tremor. Todos estão concentrados na Base, que tem seus serviços normalizados, assim como energia e comunicações restabelecidas.

O Ministério da Defesa, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira estão mobilizados nos trabalhos de resgate e apoio à população local. Estão sendo realizados trabalhos de remoção de escombros nos locais guarnecidos por militares do contingente brasileiro, atingidos pelos tremores, que não apresentam mais condições de serem habitados.

 

P 70 Macaé - foto MB

A cerimônia de Batismo e Incorporação à Armada contou com as presenças do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto; do Almirante-de-Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho (Ex-Comandante da Marinha); do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Alvaro Luiz Pinto; do Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos; e do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Edison Lawrence Mariath Dantas, entre outros.

De acordo com a tradição naval, finalizada a construção, o navio é lançado ao mar em uma cerimônia. Nessa ocasião, o navio é batizado por uma madrinha e recebe seu nome oficial, sendo este costume marcado com a quebra, em seu costado, de uma garrafa de champanhe, que representa sorte à vida do navio. O NPa “Macaé” foi batizado pela senhora Ângela Maria de Sousa da Silveira Carvalho, esposa do Almirante-de-Esquadra Guimarães Carvalho.

Cerimônia P 70 Macaé - foto MB

Cerimônia P 70 Macaé - madrinha à esquerda - foto MB

Em seguida, foi arriada a bandeira da INACE, simbolizando a prontificação do navio e o embarque da tripulação. Entende-se por Recebimento o conjunto de atividades desenvolvidas pelo grupo de Oficiais e Praças designados para compor a primeira tripulação, com o propósito de capacitar-se a operá-lo e mantê-lo. O Grupo de Recebimento iniciou sua formação no dia 2 de fevereiro de 2009, com uma tripulação de quatro Oficiais e trinta Praças. Desde então, o grupo acompanhou a instalação dos diversos equipamentos do navio e participou de cursos e adestramentos.

Foi lida a Portaria do Comandante da Marinha, alusiva à incorporação à Armada seguida da Ordem do Dia do Chefe do Estado-Maior da Armada. Após, foi realizado o primeiro Cerimonial à Bandeira a bordo, onde foi içado o Pavilhão Nacional na popa e no mastro principal e a Bandeira do Cruzeiro na proa. O NPa “Graúna”, fundeado próximo ao local do evento, saudou, com três apitos longos, a incorporação do NPa “Macaé”.

P 42 Graúna na cerimônia P 70 Macaé - foto MB

Cerimônia P 70 Macaé - foto 2 MB

O Chefe do Estado-Maior da Armada deu posse ao primeiro Comandante do navio, Capitão-de-Corveta Marcio Gonçalves Martins Assumpção Taveira, e naquele momento, foi içada, no mastro principal, a flâmula de Comando. Cumprindo o cerimonial, o Comandante foi recebido, pela primeira vez a bordo, pelo Imediato do navio. Em seguida, as autoridades presentes embarcaram no NPa “Macaé” onde assinaram o Termo de Armamento e o Livro do Navio.

O navio é dotado de um canhão de 40mm, duas metralhadoras de 20mm, dois motores de propulsão, três geradores de energia e equipamentos de comunicação que permitem estar em contínuo contato com os demais navios e organizações da Marinha. Desenvolve velocidade máxima de 21 nós, possui a capacidade de permanência de 10 dias no mar com um raio de ação de mais de 4.500 Km.

Macae5 - foto Felipe Salles - ALIDE

FONTE / FOTOS de um a cinco, de cima para baixo: Marinha do Brasil

NOTA DO BLOG: a última foto, logo acima, é da ALIDE. Nela, pode-se perceber claramente a diferença do porte do casco e da superestrutura da classe Macaé, de 500 toneladas, em comparação com a classe Grajaú, de 250 t.  Veja mais imagens na cobertura fotográfica feita pelo site da ALIDE, clicando aqui.

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NPa ‘Macaé’ será incorporado no dia 9.12

p70-Macae_footMB

No próximo dia 9, o Navio-Patrulha “Macaé” será batizado e incorporado à Armada, tornando-se o mais novo Navio-Patrulha da Marinha do Brasil. A cerimônia ocorrerá na cidade de Fortaleza – CE, às 10 horas, e contará com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Governador do Estado do Ceará, Cid Gomes, e do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.

Construído pela Indústria Naval do Ceará S.A. (INACE), seu nome é uma homenagem à cidade do litoral do estado do Rio de Janeiro, importante pólo de apoio à exploração marítima de petróleo no Brasil. O batimento de quilha do Navio-Patrulha “Macaé” foi realizado no dia 24 de novembro de 2006, sendo o primeiro de uma nova classe de Navios-Patrulha em construção. Utilizou-se o projeto do Navio-Patrulha francês Classe Vigilante 400 CL54, que foi alterado e aperfeiçoado, incorporando desenvolvimentos tecnológicos e melhorias no desempenho do navio.

Com uma autonomia de 10 dias e raio de ação com mais de 4.500Km, o “Macaé” auxiliará na fiscalização das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), desenvolvendo atividades de patrulha naval, inspeção naval, salvaguarda da vida humana no mar, fiscalização de poluição marítima e proteção dos campos de petróleo no mar, além de contribuir para a segurança do tráfego marítimo nacional.

Buscando nacionalizar a execução do projeto de construção do Navio-Patrulha “Macaé”, a Marinha alcançou um índice geral de 60%. Dentre os modernos sistemas nacionalizados, cujo elevado grau de complexidade agregam tecnologia de ponta ao setor industrial associado, destacam-se:

- O Sistema de Controle e Monitoramento de Máquinas (SCM); e

- O Terminal Tático Inteligente (TTI).

CARACTERÍSTICAS GERAIS

Comprimento total 55,6 m

Boca máxima

9,3 m

Calado máximo

2,5 m

Deslocamento

500 t

Sistema de propulsão

2 MCP MTU 16V 4000 M90

Geração de energia

3 Grupos diesel-geradores MTU

Velocidade máxima

21 nós

Raio de ação a 15 nós

2.500 MN

Autonomia

10 dias

Sistema de Controle e Monitoração (SCM)

Sistema de Controle de Avarias (SCAv)

TRIPULAÇÃO

4 Oficiais + 2 destacados
30 Praças + 6 destacados

SENSORES

Radar de Busca de Superfície (Banda X),
VISION MASTER FT250 da SPERRY MARINE
Radar de Busca de Superfície (Banda S),
VISION MASTER FT250 da SPERRY MARINE

ARMAMENTO

01 Canhão 40mm L70 (AOS)
02 Metralhadoras 20mm GAM B01-2

OPERAÇÕES AÉREAS

Capacidade de operar com aeronaves em fainas de recebimento de cargas e de pessoal

FONTE/FOTO: Marinha do Brasil

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Super Lynx da MB pousado no Rebekka N

A Marinha do Brasil informa que na noite do dia 05 de outubro (segunda-feira), a Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES) recebeu fax da empresa Oceanus Agência Marítima S/A, solicitando apoio médico especializado para um dos tripulantes embarcado no Navio Mercante “Rebekka N.”, de bandeira liberiana. O tripulante, de 61 anos de idade, também filipino, apresentava fortes dores no peito e pressão alta, com sintomas de angina. O navio graneleiro, de 322m de comprimento, havia partido do porto de Tubarão-ES com destino à Coréia do Sul e encontrava-se a, aproximadamente, 620 milhas náuticas (1.240Km) a leste de Cabo Frio-RJ.

A CPES informou o fato ao Serviço de Salvamento da Marinha instalado no Comando do 1º Distrito Naval (SALVAMAR SUESTE) que solicitou ao Comando-em-Chefe da Esquadra a disponibilização da Fragata “Independência” que se encontrava em exercício no litoral do Espírito Santo. A Fragata interrompeu o exercício e navegou ao encontro do Navio Mercante “Rebekka N.”, a fim de resgatar o tripulante enfermo.

Ainda na noite do dia 05, um médico da Marinha, por telefone, passou a orientar o Comandante do Navio Mercante. Na tarde do dia 6 de outubro a Fragata aproximou-se do Mercante e enviou um helicóptero, modelo “Super Lynx”, com médico cardiologista. O helicóptero pousou no Navio Mercante, resgatou o tripulante enfermo e o transferiu para a Fragata “Independência”. Após aproximar-se da costa, cerca de 1h do dia 07 de outubro, o tripulante enfermo foi transportado por helicóptero da Fragata até o Aeroporto de Vitória-ES, onde foi recebido por equipe médica contratada pela empresa de navegação responsável pelo navio e conduzido ao Hospital Santa Rita.
Mais uma vez a Marinha do Brasil sente-se orgulhosa em poder contribuir para o salvamento de uma vida humana no mar.

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FONTE: Comando do 1º Distrito Naval

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Aumento do efetivo da Marinha, informa o governo, tem como objEtivo defender águas territoriais e área do pré-sal

vinheta-clipping-navalA Câmara analisa o Projeto de Lei 5916/09, do Poder Executivo, que autoriza o aumento de efetivo da Marinha em 36%. De acordo com a proposta, que também reestrutura os quadros da força, os marinheiros de mais alta patente, hoje almirantes-de-esquadra, passam a se chamar generais, como no Exército.

Segundo o governo, o reforço da Marinha é justificado pela “exigência de maior presença naval nas águas jurisdicionais, tanto por força do pleito brasileiro de extensão dos limites exteriores da plataforma continental como para a defesa das plataformas de exploração de petróleo no mar, que foi ampliada pela perspectiva de início da exploração dos campos do pré-sal”.

A Marinha tem hoje um efetivo máximo de 59,6 mil militares, sem considerar 9,5 mil marinheiros em formação e conscritos. A proposta aumenta esse número para 80.507, e passa a desconsiderar marinheiros em formação e conscritos na contagem dos efetivos.

Aumento gradual

Os ministros da Defesa, Nelson Jobim, e do Planejamento, Paulo Bernardo, que encaminham o texto ao Congresso, afirmam que o aumento será gradual, completando-se apenas daqui a 20 anos, o que reduz o impacto financeiro imediato do projeto.

O número máximo do efetivo de oficiais, conforme a Lei 9519/97, é de 7800 – 6 almirantes-de-esquadra, 23 vice-almirantes, 51 contra-almirante, 3360 oficiais superiores, 2060 oficiais intermediários e 1700 oficiais subalternos, sem contar com os efetivos de Aspirantes da Escola Naval e alunos do Colégio Naval, que podem chegar a 1500.

Pelo projeto, o teto do efetivo de oficiais passa para 10.707 – 87 oficiais generais e 10.620 oficiais superiores, intermediários e subalternos.

O efetivo de praças da Marinha passa de 59.800 (51.800 do corpo de praças e 8.000 aprendizes-marinheiros e dos alunos de cursos de formação de soldados-recrutas do corpo de fuzileiros navais e conscritos) para 69.800. Os marinheiros em formação deixam de ser computados nesse limite.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
- PL-5916/2009

FONTE: Agência Câmara

NOTA DO BLOG: não é necessário lembrar que uma remuneração justa e compatível com a função seria mais do que desejável para manter este efetivo na Marinha.

 

O Exercício de Adestramento Combinado Operação Laguna é uma manobra conjunta que envolve a Marinha, o Exército e a Força Aérea, sob a coordenação do Ministério da Defesa. Será executada no período de 28 de setembro a 09 de outubro de 2009 no estado do Mato Grosso do Sul.

Esse tipo de exercício é desenvolvido todos os anos e tem como foco principal promover o treinamento das Forças Armadas Brasileiras a partir da simulação de um conflito. O local da operação é definido em sistema de rodízio entre as regiões do Brasil. Os principais objetivos da Operação Laguna são:

  • Aperfeiçoar a logística conjunta das Forças Armadas;
  • Treinar ações humanitárias e de apoio a evacuados em uma situação de conflito simulado;
  • Difundir o sentimento de patriotismo junto à população;
  • Realizar ações de apoio à população das localidades da área do exercício.

Efetivos Empregados na Operação

  • Marinha: 907
  • Exército: 1.438
  • Força Aérea: 411
  • Total: 2.756

Principais Localidades

  • Campo grande
  • Ponta Porã
  • Aquidauana
  • Jardim
  • Coimbra
  • Corumbá
  • Ladário
  • Guia Lopes da Laguna
  • Albuquerque

Meios empregados pela Marinha do Brasil

  • Monitor Parnaíba
  • Navios-Patrulha Poti, Pirajá e Penedo
  • Navio-Transporte Fluvial Paraguassu
  • Aviso de Transporte Fluvial Piraim
  • Navio de Apoio Log. Fluvial Potengí
  • 2 LAEP
  • 3 Aeronaves IH-6B
  • 1 Aeronave UH-14
  • 1 Elemeneto Anfíbio
  • 1 Companhia de Fuzileiro Navais
  • 1 Destacamento Mecanizado
  • 2 Navios-Patrulhas
  • 12 LAEP
  • 30 Fuzileiros Navais Posicionados em Coimbra

SAIBA MAIS:

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O Comando do 3º Distrito Naval informa que nesta manhã, por volta das 09h30min, durante a realização de exercícios militares com operações aéreas na Base Naval de Natal, uma aeronave da Marinha do Brasil, do tipo SH-3A, teve que realizar um pouso de emergência e sofreu um acidente. A tripulação era composta por 7 militares e não houve nenhum tipo lesão corporal a nenhum dos tripulantes. A investigação sobre as possíveis causas do acidente já se encontram em andamento e o prazo regulamentar para sua conclusão é de até 60 dias.

Natal-RN, 24 de setembro de 2009.
SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO COMANDO DO 3o DISTRITO NAVAL

FONTE: Marinha do Brasil    

FOTO (não referente ao acidente): ComForAerNav

NOTA do BLOG: segundo foto divulgada em vídeo da TV Ponta Negra, trata-se da aeronave de matrícula N-3015 (“Guerreiro15″), fabricada pela Augusta (AS-61D) e recebida pela MB em 27 de abril de 1984. Para saber mais sobre a aeronave, clique aqui. Para ver o vídeo da TV Ponta Negra, clique aqui. Para matéria anterior do Blog Naval, relacionada ao “Guerreiro 15″, clique aqui.

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Contratos específicos para submarinos já estão assinados, anuncia DCNS

A empresa francesa DCNS divulgou nota nesta segunda-feira (7/9) na qual informa que já foram assinados em 3/9, no Rio de Janeiro, “os contratos específicos para o fornecimento à Marinha do Brasil de quatro submarinos convencionais e para um vasto programa de Transferência de Tecnologia que inclui a assistência para a concepção – dirigida pela autoridade de concepção da Marinha do Brasil – da parte não nuclear do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, bem como para assistência na construção de uma base naval e de um estaleiro naval.”

A empresa lembra que o contrato principal tinha sido assinado em 23 de dezembro de 2008, no âmbito do acordo de cooperação estratégica de defesa entre o Brasil e a França celebrado no mesmo dia pelo Presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo Presidente da República da França, Nicolas Sarkozy.

“O Brasil escolheu o DCNS para dispor submarinos de alta tecnologia, perfeitamente adaptados às necessidades de proteção e defesa dos 8.500 quilômetros do litoral brasileiro”, declarou o almirante Júlio Soares de Moura Neto, Comandante da Marinha do Brasil. “Estas construções se beneficiam das inovações desenvolvidas, nos últimos anos, pelos programas da Marinha nacional e reúnem as tecnologias mais avançadas, especificamente nos setores da hidrodinâmica, da discrição acústica, da automação e dos sistemas de combate. Foram também concebidas para permitir uma manutenção facilitada, de modo a fornecer uma disponibilidade maior.”

De acordo com a nota da DCNS, os submarinos serão construídos pela Itaguaí Construções Navais, uma joint venture criada conjuntamente no final de agosto de 2009 pelo DCNS (41%) e pela sua parceira brasileira Odebrecht (59%). O capital será de R$ 10 milhões. O governo brasileiro terá uma Golden Share na empresa, na qual será representada pela Marinha do Brasil. A expectativa da DCNS é que o projeto criará 700 empregos, sustentados por 15 anos.

Segundo a nota, o Presidente do Conselho de Administração do DCNS, Patrick Boissier, está consciente da responsabilidade assumida com o acordo. “Todas as nossas equipes estão mobilizadas para serem bem-sucedidas neste projeto ambicioso”, afirmou.

O acordo prevê os seguintes passos:

-Os quatro submarinos convencionais serão concebidos em cooperação com as equipes brasileiras dirigidas pela autoridade de concepção do DCNS. O Grupo assegurará igualmente a direção do projeto destas edificações construídas pela Itaguaí Construções Navais. Finalmente, entregará vários equipamentos de alta tecnologia.

-Um programa de produção local e de transferência de tecnologia permitirá que a Marinha do Brasil e a indústria brasileira de defesa participem no desenvolvimento e na produção de vários sistemas e materiais.

-O DCNS prestará assistência na concepção – dirigida pela autoridade de concepção da Marinha do Brasil – da parte não nuclear do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, que também será efetuada pela Itaguaí Construções Navais.

A DCNS informou ainda que prestará assistência na direção do projeto para a construção, por parte da Odebrecht, do estaleiro de construção naval, onde serão produzidos os cinco submarinos, bem como de uma base naval para a Marinha do Brasil.

O primeiro submarino convencional deverá ser concluído em 2015 e iniciará o serviço operacional em 2017, apto, segundo a DCNS, “a todos os tipos de missões anti-superfície ou anti-submarino, bem como às operações especiais ou à coleta de informações”.

FONTE: Ministério da Defesa - Brasil

FOTOMONTAGEM: DCNS

NOTA do BLOG 1: a nota ajuda a responder uma questão que já foi levantada no Blog: a data de 2015 seria mesmo a da conclusão do submarino, e não a da entrada em serviço (indicada como 2017)

NOTA do BLOG 2: para acessar a nota da DCNS, em francês, clique aqui.

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vinheta-clipping-navalO Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (2), o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 54/09, que autoriza a contratação de um empréstimo externo pelo Brasil no valor total de 4,32 bilhões de euros. Os recursos, fornecidos por um consórcio de bancos, destinam-se ao programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha do Brasil.

O Prosub prevê a construção em série de quatro submarinos convencionais no Brasil, com aquisição de tecnologia de projeto e de construção dessas embarcações; o projeto e a construção de um estaleiro dedicado à construção de submarinos nucleares e convencionais; o projeto e a construção de uma base de apoio de submarinos convencionais e nucleares; e o projeto e a construção de um submarino nuclear.

De acordo com a Marinha do Brasil, a implementação do programa permitirá um incremento das atividades de presença, vigilância, proteção e defesa das áreas onde se encontram as instalações marítimas de petróleo e gás na plataforma continental. Além disso, devera contribuir para o desenvolvimento da construção naval no estado do Rio de Janeiro, gerando milhares de empregos diretos e indiretos.

Helicópteros

O Plenário aprovou ainda o PRS 55/09 que autoriza a contratação de empréstimo externo de 1,76 bilhão de euros visando a aquisição de 50 helicópteros de médio porte para emprego das três Forças. As aeronaves serão fornecidas pelo consórcio Helibras e Eurocopter, entre 2010 e 2016. Ao Comando da Aeronáutica caberão 18 unidades, e aos Comandos do Exército e da Marinha, 16 unidades cada.

FONTE: Agência Senado FOTO: Poder Naval Online

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