Video feito em 3D por: JR Lucariny
A fragata Aquitaine continua sua bateria de testes na costa francesa. Atualmente em ensaios os dois novos navios da Marinha francesa, navegaram pela primeira vez juntos na última quinta ao largo de Belle-Ile. Construído pelos estaleiros STX França, em Saint-Nazaire, o BPC Dixmude, terceira unidade da classe Mistral, realizou na semana passada seus primeiros testes no mar e a fragata Aquitaine, cabeça de série do programa (FREMM), viajou pela primeira vez o estaleiro DCNS em Lorient . Ambos os navios, têm tripulação da Marinha, e deverão ser entregues em 2012.
Um quarto BPC deve ser encomendado para colocação antes do final da década. Quanto a FREMM, 11 navios estão programados para entrega à frota francesa até 2022. Outra fragata está sendo construído em Lorient para o Marrocos. Devendo ser entregue em setembro de 2013. Itália, por sua vez, encomendou a Fincantieri sua primeira FREMM, Carlo Bergamini, que deverá ter um total de 9 navios de mesma classe.
FONTE: Met et Marine
Construído pelos estaleiros STX França, o BPC Dixmude saiu para a sua primeira bateria de testes no mar. No sábado, o navio irá realizar vários testes de propulsão e plataforma. O BPC Dixmude foi encomendado em Abril de 2009 e deverá operar apartir de Toulon, em julho. A partir da base da Marinha, a DCNS vai trabalhar no desenvolvimento de sistemas de armas e sistema de combate para a entrega do navio no início de 2012. O BPC Dixmude irá então se juntar os dois primeiros BPC da frota francesa, o Mistral e o Tonnerre, que havia sido construídos em Brest (com uma metade frontal construído em Saint-Nazaire) e foram entregues em 2006 e 2007 pela DCNS.
Fora a montagem industrial, o BPC Dixmude difere de seus irmão de classe através de várias melhorias, incluindo a adição de um propulsor e melhor visibilidade à entrada de defesa. Com 199 metros de comprimento e um deslocamento de 21.500 toneladas , O BPC Dixmude pode embarcar 16 helicópteros pesados, dois navios de desembarque do tipo EDA-R (derivado da L-CAT CNIM), 70 veículos (incluindo 13 tanques Leclerc) e 450 homens. Com ampla infra-estrutura de comando, com um PC de até 150 posições, mas também tem a função de navio hospital. Um quarto navio deste tipo deve ser construído para a marinha francesa. Seu comissionamento está previsto para 2019/2020 sucendo o Siroco.
A DCNS e o STX procuram, vender o conceito de BPC para as marinhas estrangeiras. Um acordo, em particular, foi assinado em janeiro com a Rússia, que quer construir quatro navios deste tipo. As negociações continuam em aberto.
FONTE: Mer et Marine
Um helicóptero MH-53E Sea Dragon da US Navy do Mine Countermeasures Squadron (HM) 15 voa sobre uma formação de navios de contraminagem do Reino Unido, Paquistão, França e EUA, durante a operação Arabian Gauntlet 2011, no Golfo Pérsico, em 24 de abril de 2011. A operação é um exercício militar multinacional idealizado para refinar as capacidades de combate em coalizão, especificamente na área de Guerra de Minas, Guerra de Superfície e proteção de instalações offshore, para aumentar a segurança regional na área de responsabilidade da 5ª Frota da Marinha dos EUA.
FOTO: US Navy
Nas foto acima, drone BQM-74E é disparado da fragata americana USS Thach (FFG 43) para simular míssil antinavio durante exercício de tiro real na fase atlântica da UNITAS 52, na costa brasileira.
Navios da Marinha e Guarda Costeira dos EUA, Marinha Argentina, Marinha do Brasil e do México participaram do exercício de tiro.
Na foto abaixo, o drone sendo recuperado para análise.
FOTOS: US Navy
A U.S. Navy liberou US$ 1,2 bilhão à General Dynamics Electric Boat, para a construção do 14° submarino nuclear de ataque, SSN-787, da classe “Virginia”. Dessa maneira será possível construir dois submarinos nucleares da classe por ano.
A classe “Virginia” é uma versão “downgraded” da classe “Seawolf” de submarinos nucleares de ataque, otimizada para as ameaças pós-Guerra Fria. Diferentemente da classe “Seawolf”, os “Virginia” fazem grande uso de equipamentos COTS (Commercially available Off-The-Shelf) e tem desempenho mais modesto, embora sejam mais silenciosos.
Os SSN classe “Virginia” deslocam 7.800 toneladas, têm comprimento de 115m e boca de 10,3m. Podem navegar a velocidades de até 25 nós e mergulham normalmente até a profundidade de 800 pés (244m). São armados com torpedos Mk.48 e mísseis de cruzeiro Tomahawk.
Na noite de 28 a 29 de abril, uma aeronave Atlantic 2 da Marine Nationale detectou vários barcos em alta velocidade em direção ao porto de Misratah. A fragata francesa Courbet, envolvida na operação “Unified Protector” da NATO, guiada por aeronaves de patrulha marítima, interceptou as embarcações.
Suspeitando uma ameaça, sua tripulação deu ordem para que os barcos parassem e deram vários tiros de advertência.
Diversas embarcações deram meia-volta e os marinheiros franceses, ao se aproximarem da área, descobriram uma mina flutuante. Após uma investigação mais aprofundada, duas outras minas foram descobertas. Outras investigações estão sendo conduzidas.
Esta operação interrompida pela fragata Courbet foi, provavelmente, levada a efeito pelas forças do coronel Kadafi para minar o porto de Misratah e, assim, impedir a entrega de suprimentos humanitários em benefício da população civil.
FONTE: www.defense.gouv.fr / FOTO: Marine Nationale
NOTA DO EDITOR: Neste mês de maio de 2011, a Força de Minagem e Varredura da Marinha do Brasil fará 50 anos. As minas navais podem ser usadas contra e a favor de qualquer país, pois é o meio mais barato de negação do uso do mar. É importante que notícias como essa lembrem nossos tomadores de decisão que o Brasil não pode prescindir de uma Força de Minagem e Varredura moderna e eficiente, pois nosso País respira pelo mar.
Um Grumman S-2T Turbo Tracker da Aviação Naval Argentina acidentou-se durante um pouso na Base Aérea Naval de Comandante Espora após realizar um voo de treinamento no último dia 20 de abril. Os tripulantes escaparam ilesos e as causas do acidente estão sendo investigadas. A Argentina adquiriu seis S-2E Tracker em 1978 e quatro deles foram modificados para o padrão S-2T em 1993.
FONTE: Jane’s Defence Weekly
Segundo o jornal Taipei Times, baseado em informações da mídia Chinesa, o navio-aeródromo chinês ‘Shi Lang’ deverá fazer-se ao mar, pela primeira vez, no início do segundo semestre deste ano. O navio é visto por Taiwan como mais uma preocupação para sua defesa.
Os trabalhos no navio comprado à Ucrânia em 1992 por 20 milhões de dólares (então denominado Varyag) foram iniciados em 2002, no porto de Dalian, e já tomaram nove anos. O navio-aeródromo deverá receber o nome ‘Shi Lang’, em homenagem ao almirante da dinastia Qing que conquistou, em 1681, o que hoje é conhecido como Taiwan.
O navio deverá ser uma das últimas grandes realizações do presidente chinês Hu Jintao antes que ele deixe o governo no ano que vem, e sua primeira saída poderá ser realizada em 1º de julho.
Segundo uma reportagem da Jane’s Defence Weekly da semana passada, o ‘Shi Lang’ poderá ser equipado com radares de varredura eletrônica e mísseis ar-superfície, tornando-o uma plataforma mais independente de escoltas do que suas contrapartes da Marinha dos EUA. Apesar da primeria saída ao mar planejada, muitos dos equipamentos eletrônicos do navio estão para ser instalados.
O ‘Shi Lang’ mede 302 metros de comprimento, 70,5m de boca, e poderá deslocar suas aproximadamente 67.000 toneladas a velocidades entre 29 e 31 nós, carregando um grupo aéreo embarcado de até 50 aeronaves de vários tipos, entre asas rotativas e asas fixas (veja mais detalhes a respeito das aeronaves, assim como outros assuntos relacionados ao navio, nos links abaixo).
FONTE/FOTO: Taipei Times
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Salvador-BA, 13 de abril de 2011. Treinamento reunirá marinhas de diversos países das Américas. A Marinha do Brasil estará conduzindo, no período de 19 de abril a 09 de maio, a Operação UNITAS LII-2011. Esta Operação transcorrerá em nossa Amazônia Azul, e será dividida em duas fases. A primeira ocorrerá entre 19 e 26 de abril, na área marítima compreendida entre Salvador e Rio de Janeiro; e a segunda no período de 02 a 09 de Maio, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Rio Grande-RS.

A UNITAS é a mais antiga operação multinacional do mundo e tem como principais objetivos: incrementar a interoperabilidade entre as marinhas das Américas, contribuir para a manutenção das boas relações diplomáticas existentes e estreitar os laços de confiança mútua, constituindo assim um dos marcos da solidariedade hemisférica do continente. Este ano participam navios, submarinos e aeronaves da Argentina, Brasil,
Estados Unidos e México, além de observadores do Chile, Colômbia, Peru e Portugal.

Os navios brasileiros atracarão no porto de Salvador nesta quinta-feira (14 de abril ) e as belonaves estrangeiras chegarão no dia 15 de Abril (sexta-feira).
O Grupo-Tarefa (GT) da Marinha do Brasil é composto pelas Fragatas “Niterói” ; “Constituição” e “Bosísio” ; um helicóptero de ataque AH-11ª “Super Lynx” e dois helicóptero UH-12 “Esquilo” ; o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”; os Submarinos “Tikuna” e “Tamoio”. O navio ARA “Almirante Brown” compõe o GT argentino.

O GT Norte-Americano é formado pelos navios USS “NITZE” ; USS “BOONE” ; USS “THACH” e USCGC “ESCANABARA”. O México participará com o navio ARM BAJA “CALIFORNIA”. No Total, estarão envolvidos no exercício cerca de 2300 militares, dois quais, aproximadamente, 1200 brasileiros e 1100 estrangeiros.
O Contra-Almirante EDLANDER SANTOS, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, embarcado na Fragata Niterói, exercerá o comando do Grupo-Tarefa multinacional.
Antes de iniciar a primeira fase, no Porto de Salvador (14 a 18 de abril), ocorrerão reuniões preparatórias para os exercícios militares, uma coletiva de imprensa (na tarde de 15 de abril), intercâmbio de oficiais e ações cívico-sociais (ACISO) na Escola municipal Cidade nova. A partir do dia 19 de abril serão realizados, dentre outros, exercícios de guerra anti-submarino, de superfície e de defesa aeroespacial; tiro real com canhões e lançamento de mísseis.
Visitação pública gratuita
Durante a permanência no porto de Salvador, os navios brasileiros estarão abertos à visitação pública, nos dias 16 e 17 de abril, no período das 14h até o pôr do sol. Os visitantes poderão assistir ao “Cerimonial à Bandeira”, que ocorrerá no final da tarde, e acompanhar aexecução do Hino Nacional.
Fonte: Marinha do Brasil
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Marinha canadense tem torpedos errados para seus submarinos
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A Marinha canadense planeja manter o país seguro, tão logo comecem a funcionar seus torpedos. O país possui submarinos comprados de segunda mão (já marcados por reparos e upgrades), incapazes de disparar os torpedos MK-48 que eles possuem atualmente. Quando o Canadá adquiriu a sua atual frota de quatro submarinos da Grã-Bretanha, em 1998, eles foram ajustados para torpedos britânicos. Na época, o Canadá investiu fortemente no moderno sistema do torpedo MK-48 e não quer abandoná-lo.
Como qualquer cliente tentando justificar uma compra de segunda mão, na frente de um obstáculo, eles perceberam que ainda era um bom negócio. Eles “canadizaram” os submarinos mas, 13 anos depois, eles ainda não chegaram à parte do armamento.
“A Marinha canadense sempre desejou, para a classe de submarinos Victoria, carregar e disparar o torpedo Mark 48″, escreveu Denise LaViolette, diretora de relações públicas da Marinha, em um e-mail. “A certificação inicial de armas irá progredir no início de 2012, no HMCS Victoria para as operações do Pacífico seguido ainda nesse ano pelo HMCS Windsor para as operações do Atlântico “.
No final de março, o governo canadense demonstrou interesse para 36 Kits de Conversão de Torpedos, quando a U.S. Defense Security Cooperation Agency (DSCA) emitiu um comunicado. Estes kits vêm com peças de reposição e apoio logístico para atualizar o estoque atual de torpedos MK-48 de Mod 4 para Mod 7. O custo estimado é de $ 125 milhões, mas a venda não foi concluída ainda.
O torpedo Mod 7, desenvolvido pela Marinha dos EUA (USN) e a Royal Australian Navy (Marinha Real Australiana) em 2006, é ideal em águas profundas e tem avançada capacidade de enfrentar contramedidas, de acordo com a Marinha dos EUA. A Marinha canadense já tem alguns em estoque, mas está esperando para atualizar todos os “empoeirados” torpedos Mod 4 , incapazes de serem disparados por causa de um problema de engenharia.
“Nós estamos reutilizando grande parte de nossas armas existentes para criar um inventário de armas mais novo, mais capaz e mais barato de manter”, escreveu LaViolette. O HMCS Corner Brook é o único submarino operacional, atualmente em algum lugar do Oceano Pacífico. Em sua viagem inaugural, o HMCS Chicoutimi pegou fogo quando os cabos de potência imersos na água do mar provocaram um incêndio mortal. Um marinheiro morreu.
Os submarinos estão passando por manutenção. Quando da compra de 1998, os submarinos foram a melhor opção em termos de tecnologia não nuclear disponível, disse Roger Sarty, um historiador naval na Universidade Wilfrid Laurier. “Dentro dos limites do nosso orçamento de defesa, não há a possibilidade de manter todos os operacionais o tempo todo “, disse ele. “Meu palpite é que a Marinha provavelmente gostaria de ter um operacional em cada costa. ”
Quando foi disparado o último torpedo por um navio canadense?
O historiador naval Roger Sarty disse que a última vez que a Marinha canadense disparou um torpedo, no campo de batalha, foi provavelmente durante a parte mais intensa da campanha da Normandia, em 1944, ou durante o transporte de um comboio aliado à Rússia em 1945. “Nós não disparamos muitos torpedos de nossos navios de guerra. Na Segunda Guerra Mundial os torpedos não eram tão confiáveis. Os oficiais preferiam os canhões “, disse ele.
Naturalmente, não vieram torpedos pois a Marinha não possuía submarinos até 1960. Sarty não acha que a Marinha tenha disparado qualquer torpedo durante a Guerra da Coreia, porque o inimigo não tinha grandes forças navais. Sarty disse que o objetivo principal de possuir submarinos é dissuadir os agressores e manter estoque de recursos subaquáticos.
FONTE: The Star
O mais moderno submarino britânico foi palco de ações típicas de filme de ‘bang-bang’
Um homem morreu e outro acabou ferido após um tiroteio a bordo do HMS Astute, um submarino nuclear britânico, atualmente localizado em Southmampton, uma cidade portuária ao sul da Inglaterra. As informações são da Fox News.
Informado do caso, o Ministério da Defesa inglês entrou em contato com as autoridades do Estado de Hampshire. A Polícia local garantiu que o episódio não tem relação com terrorismo e igualmente não representa perigo algum à população. Um homem foi preso após o incidente.
FONTE: Terra.com.br / COLABOROU: ‘Júlio’
NOTA: mais um triste episódio para a curta vida desde avançado submarino.
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Modernização e ampliação da frota indiana segue a passos largos
A Marinha da Índia está modernizando a sua frota e já firmou a encomenda de 39 navios de superfície e submarinos, sendo grande parte deles de construção local. O vice almirante Anup Singh, comandante da Comando Naval Oriental, informou que os navios estão em construção em diversos estaleiros locais e no exterior. No entanto, é provável que a marinha tenha uma redução do número de unidades em 2012 em função da longa gestação dos projetos.
Ele ainda disse que o Garden Reach Shipbuilders and Engineers já entregou três navios anfíbios de grande porte. Naquele local também estão em construção dez embarcações leves de ataque (FAC), sendo que seis já foram introduzidas na marinha.
Ele afirmou também que o programa mais ambicioso da marinha, a construção de um navio-aeródromo local, que operará a partir de Visakhapatnam, está em construção no estaleiro de Cochin.
FONTE: INFRA news
COLABOROU: Nichele
NOTA: o programa naval da Índia é feito de muitos navios e poucas palavras

A Marinha do Paquistão vai receber em breve a fragata PNS Alamgir, após completar sete meses de reabilitação e treinamento de pessoal.
O Paquistão formalmente adquiriu a fragata da classe Oliver Hazard Perry, Eex-USS McInerney (FFG-8) com o Departamento de EUA em 31 de agosto de 2010.
PNS Alamgir foi docada nas instalações da BAE Southeast Shipyards e sua modernização custou U$58,7 milhões, além de U$6,5 milhões em treinamento especializado.
A fragata está equipada com mísseis anti-navio, canhõs de 76mm, lançadores de torpedo e pode receber até dois helicópteros SH-60 Seahawk.
FONTE: Naval tecnology
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USS Nitze deploys to South America: wavy.com
NORFOLK, Virgínia – O USS Nitze (DDG 94) deixou a Base Naval de Norfolk na sexta-feira para um Deployment na América do Sul afim de participar do Exercício Anual UNITAS 52. Segundo a Marinha, o Exercício UNITAS Atlântico é um exercício patrocinado pelo SOUTHCOM para melhorar a cooperação em segurança e melhorar as operações de coligação entre Argentina, Brasil, México e Estados Unidos.
“Isso nos dá a chance de se relacionar com as marinhas de outros paises “, disse Richard CDR Brawley, Comandante do USS Nitze
Para a tripulação do Nitze, exercícios multinacionais como a UNITAS Atlântico são excelentes oportunidades de treinamento para a manutenção de proficiência do navio. ”Isso nos mantém alerta e operacionalmente preparados para qualquer tipo de situação que possamos ser chamados”, disse McAllister YN1 Tasha, USS Nitze. O exercício este ano tem lugar ao largo da costa da Argentina. O Nitze, um destróier de mísseis guiados, será um dos três navios dos EUA que participam no exercício. O navio está preparado apenas para ficar fora por dois meses, mas isso pode mudar. Com os protestos na Líbia e operações de combate à pirataria continua em torno do Golfo de Aden, o Nitze poderia ser chamado para atuar em uma dessas regiões.
“Nós estamos preparados para um Deployment de até 8 meses, porque nós não sabemos realmente o que vai acontecer e não sei nem se ele vai retornar dentro do previsto”, disse Rachel, esposa de um marinheiro a bordo do Nitze. Esse tipo de incerteza não é exclusivo para Rachel e seu marido. É algo que todas as famílias da Marinha tem que ser preparado.
“Nós podemos ser chamados a qualquer momento para ir em qualquer lugar e a, minha família está preparada para isso”, disse Joel DCC Hewitt, USS Nitze.
O navio, que transporta uma tripulação de cerca de 280 marinheiros, foi nomeado após Paul H. Nitze, cuja carreira distinta governo incluiu na qualidade de Secretário-57 da Marinha de Guerra 1963-1967.
FONTE: www.wavy.com
Navio-aeródromo da USN estava na costa da Califórnia
A US Navy informou que um F/A-18C do VMFAT-101 (Marine Fighter Attack Training Squadron) apresentou uma falha em um dos seus motores e pegou fogo. O acidente ocorreu no último dia 30 de março a bordo do navio-aeródromo USS John C. Stennis (CVN 74). Onze pessoas foram feridas no incidente.
Todos os feridos envolvidos no acidente estavam trabalhando no convoo próximo ao jato quando começou o fogo por volta das 14h50. Após tratamento médico nas instalações do navio, quatro marinheiros foram encaminhados para o Naval Medical Center de San Diego na quarta-feira. Um deles já teve alta e os outros três encontram-se com o quatro clínico estável.
O fogo foi rapidamente controlado e as atividades normais de voo retornaram no dia seguinte. A causa do incidente está sob investigação.
O USS John C. Stennis encontra-se no Sul da Califórnia realizando o ‘Fleet Replacement Squadron Carrier Qualifications’.
FONTE/FOTO: US Navy
O comando do AFRICON informou nesta terça-feira que navios e aviões da Marinha dos EUA atacaram embarcações líbias que disparavam indiscriminadamente contra navios mercantes próximo à costa de Misrata na noite do dia 28 de março.
“Uma aeronave de patrulha e vigilância marítima P-3C, um A-10 Thunderbolt da USAF e o contratorpedeiro USS Barry (DDG-52) engajaram o navio Vittoria da Guarda Costeria Líbia e outras duas embarcações menores”.
O comando do AFRICON, baseado na cidade alemã de Stuttgart, informou ainda que “múltiplas explosões foram observadas no navio, forçando o mesmo a encalhar na praia”, referindo-se ao Vittoria.
Foi informado também que o P-3C lançou mísseis AGM-65F Maverick contra o Vittoria e o A-10 disparou com o seu canhão GAU-8/ Avenger de 30mm contra as outras duas embarcações menores, destruindo uma e forçando o abandono da outras pelos tripulantes.
FONTE:AFRICON
A Fragata “Niterói” realizou a comissão “MARLIN/PATNAV/QUEBRA-SAL/QRPB”, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro (RJ) e Santos (SP), de 17 à 22 de março. O propósito foi realizar a Patrulha- Naval na Bacia Petrolífera de Santos e o adestramento para os Oficiais do Esquadrão HI-1.
No dia 18, o navio atracou no Porto de Santos para realizar uma saída-tipo com 48 Guardas-Marinha (RM2) do Comando do 8° Distrito Naval, sediado em São Paulo (SP). Após assistirem a desatracação, os futuros Oficiais da Marinha conheceram a Fragata, por departamentos. Na ocasião, eles observaram a rotina em regime de viagem, a execução dos trabalhos administrativos de bordo, a confecção do rancho e o Sistema de Manutenção Planejada, além de visitarem o convoo e o hangar de aeronaves.
Os Guardas-Marinha acompanharam, ainda, alguns exercícios operativos e presenciaram a atracação no Porto de Santos.
FONTE: MB

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