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O Secretário da Marinha Ray Mabus anunciou no dia 13 de abril que os próximos submarinos de ataque da classe Virginia irão se chamar USS Illinois, USS Washington, USS Colorado, USS Indiana e USS South Dakota.

Todos esses estados tem importantes instalações militares e navais, mas por mais de 49 anos nenhum deles tem o seu nome estampado na popa de um navio. O mais recente foi o encouraçado Indiana (BB 58) que foi colocado na reserva em 1946, descomissionado em 1947 e vendido para ser desmanchado em 1963.

O Illinois que receberá o indicativo de casco SSN 786, será o segundo navio a ostentar o nome do estado que é sede do Recruit Training Command, em Great Lakes, onde são treinados e onde se inicia o serviço naval de todos os praças da U.S. Navy.

O Washington que receberá indicativo SSN 787, será o terceiro navio a ostentar esse nome em homenagem ao estado que abriga na área de Puget Sound a terceira maior concentração de meios navais da Marinha.

O Colorado que receberá indicativo SSN 788, será o terceiro navio a ostentar esse nome. O segundo navio foi um encouraçado que foi a primeira unidade da sua classe e tomou parte na invasão de Tarawa.

O Indiana que receberá o indicativo SSN 789, será o terceiro navio a ostentar esse nome e é sede do Naval Surface Warfare Center a principal organização ligada a engenharia, aquisições e apoio logístico aos meios navais da Marinha.

O South Dakota que recebera o indicativo SSN 790, será o terceiro navio a ostentar esse nome. O segundo navio era um encouraçado que também era líder de sua classe e teve participação intensa nas operações no Pacifico durante a 2ª Guerra Mundial.

As cinco unidades serão construídas pela Northrop Grumman Shipbuilding em Newport News (Virginia), em parceria com a General Dynamics/Electric Boat Corp.

e mais…

No dia 14 de abril foi lançado ao mar no Huntington Ingalls Industries o USS Somerset (LPD 25), nona unidade da classe “San Antonio”, que recebeu esse nome em homenagem aos tripulantes e passageiros vitimas da queda do vôo United Airlines 93, próximo a Shanksville, no condado de Somerset, na Pennsylvania, seqüestrado por terroristas em 11 de setembro de 2001.

O Somerset é o terceiro navio da classe “San Antonio” a ser batizado com um nome evocando os atentados do 11 de setembro, juntando-se ao New York (LPD 21) e ao Arlington (LPD 24).

Mais um Presidente

Já no dia 16 de abril foi anunciada a escolha do nome da terceira unidade da classe “Zumwalt” que se chamara USS Lyndon B. Johnson (DDG 1002). Lyndon B. Johnson  foi oficial da U.S. Navy e anos mais tarde, após o assassinato de John Kennedy tornou-se o 36º Presidente dos EUA, já o DDG 1002 será o 34º navio a ostentar na popa o nome de um Presidente.

O DDG 1002 teve sua construção iniciada pela General Dynamics-Bath Iron Works em 4 de abril passado e tem sua entrega prevista para 2018.

 

Apelidado “Crocodrile Class 250″ será o primeiro de seu tipo a ser construído na América do Sul e perfeitamente adequado para o trabalho de resgate em grandes profundidades.

Depois de oito anos de trabalho e após um investimento total de cerca de 8 milhões de Euros, a empresa “Vapor Industrial” apresentou o projeto do primeiro submarino desenvolvido no Chile.

O submarino, apelidado de “Crocodile Class 250″, será o primeiro do seu tipo a ser construído na América do Sul e com características ideais para trabalhos de resgate em grandes profundidades.

O ministro da Defesa, Andres Allamand, explicou que “um equipamento desta natureza pode descer a 300 metros de profundidade e lançar mergulhadores que estarão preparados para trabalhar até três horas em grande profundidade, graças à câmara hiperbárica que tem o submarino.”

Allamand acrescentou que uma equipe com esses recursos teria contribuído para a recuperação mais rápida dos restos da aeronave CASA 212 que caiu no arquipélago de Juan Fernandez.

“Os mergulhadores que desceram a 50 metros para examinar a estrutura do avião, estavam submetidos a um alto risco naquela profundidade e não permaneciam mais do que dois minutos”, disse o ministro da Defesa.

Ao mesmo tempo, o Comandante em Chefe da Marinha, Edmundo González, disse que, se a compra for concretizada, o país será capaz de realizar resgates que até o momento são impossíveis.

“Nós temos grande interesse por este tipo de submarino, pois permitiria o resgate de aviões sinistrados, navios naufragados, execução de trabalhos em grandes profundidades como soldagem e reparos de produtos marinhos”, disse Gonzalez.

Para que este submarino se torne realidade basta somente a Marinha do Chile ou algum outra país comprar um desses submarinos, que poderia ser construído dentro de 12 a 18 meses, além de um período de testes de mar de um ano a ser realizado em Caldera.

Características do submarino

O submarino tem um comprimento de 33 metros, um casco com diâmetro de 3,5 metros, deslocando 250 toneladas. Seu alcance é de 2.500 milhas, o equivalente a ir de Caldera para Ilha de Páscoa.

Ela também tem um sonar que pode detectar qualquer som subaquático, se de um animal, falha geológica ou uma embarcação.

Outra característica é o seu baixo custo operacional devido ao reduzido número de tripulantes. Quatro pessoas poderiam operá-lo sem problemas, mas ele pode acomodar até 14 pessoas.

FONTE:
http://www.emol.com/

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Naval

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Informações são do site sul-africano Engineering News, conforme declarações dadas pelo comandante da Marinha do Brasil na Cidade do Cabo, África do Sul – também se falou sobre o míssil superfície-superfície atualmente sendo desenvolvido pela MB em conjunto com a Mectron e a Avibras

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No dia 13 de abril, o “Engineering News Online” noticiou que o comandante da Marinha do Brasil confirmou ao site que há um interesse da Marinha em cooperar com a África do Sul em desenvolvimento de mísseis, especialmente do tipo superfície-ar (SAM). “Estamos começando a discutir com a Denel alguns projetos de desenvolvimento conjunto de míssies”, disse na sexta-feira passada o almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto na Cidade do Cabo.

O almirante acrescentou: “Nada foi assinado ainda. Isso envolveria o desenvolvimento conjunto de mísseis superfície-ar”

A Denel é o grupo industrial estatal sul-africano cuja divisão Denel Dynamics, baseada em Centurion (ao sul de Pretoria), desenvolve mísseis e veículos aéreos não tripulados. O único míssil naval superfície-ar atualmente em produção pela empresa é o Umkhonto (que significa lança). O míssil usa guiamento por infravermelho e já está em serviço nas marinhas da África do Sul e da Finlândia. Mas a Denel Dynamics tem um projeto de desenvolver uma versão do míssil com maior alcance e guiamento por radar, conhecida como Umkhonto-R. Já se diz há muito tempo que a Marinha do Brasil está interessada nesse programa, que não seria o único da força relacionado a projetos de mísseis, segundo Moura Neto: “Temos um projeto nacional para um míssil superfície-superfície (SSM). Está em desenvolvimento pela Marinha do Brasil e empresas de defesa brasileiras, incluindo a Mectron e a Avibras. Está indo bem. Esperamos que o protótipo esteja pronto em 2016″.

Atualmente designado simplesmente de Míssil Antinavio (MAN), está sendo desenvolvido para ser lançado de navios de superfície contra outros também de superfície. Será de médio alcance, na mesma categoria geral da versão MM40 do famoso Exocet francês. O MM40 é atualmente operado pela Marinha do Brasil e o novo modelo, nacional, poderá eventualmente substituí-lo, “mas é uma jornada de longo prazo”, disse Moura Neto, que acrescentou: “Um míssil é uma arma bem cara (para desenvolver).” O almirante estava participando do IONS 2012 (Indian Ocean Naval Symposium – Simpósio Naval do Oceano Índico) como um observador.

FONTE: Engineering News (em cobertura do IONS 2012)

Tradução, adaptação e edição: Poder Naval

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Logo pela manhã do domingo, 8 de abril, o navio de pesquisa antártica britânico RRS Ernest Shackleton recebeu um alerta para auxiliar o navio de apoio oceanográfico Ary Rongel da Marinha do Brasil que se encontrava cercado por espessos blocos de gelo próximo à ponta nordeste do estreito de Bransfield, na região das Ilhas Shetland do Sul.

O RRS Ernest Shackleton permaneceu em contato com o Ary Rongel durante todo o domingo, enviando informações para o navio brasileiro por email e rádio VHF. O navio inglês finalmente alcançou o Ary Rongel na noite daquele dia, por volta das 20:00h, perto do por do Sol. Com o uso de luzes de busca, o Ary Rongel pôde seguir o RRS Ernest Shackleton através da espessa camada de gelo por toda a noite debaixo de uma tempestade até que a ilha de Deception e o mar aberto.

Fora do gelo, os navios trocaram mensagens de agradecimentos antes de prosseguirem para diferentes rumos.

O capitão do RS Ernest Shackleton, John Harper, disse:

“Um navio rodeado por gelo espesso, com forte acreção de gelo sob clima desfavorável não é um bom lugar para se estar. Eu acredito que o Ary Rongel ficou feliz de nos ver e de poder fornecer a assistência necessária.”

FONTE E FOTOS: British Antarctic Survey blog

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Comandante da Marinha visita Angola

O comandante da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto, chega no próximo dia 18 do corrente mês a Luanda, para proceder uma visita de quatro dias ao país.

Segundo uma nota de imprensa da Marinha de Guerra Angolana (MGA), chegada hoje, terça-feira, à Angop, durante a sua permanência no país, Júlio Soares de Moura Neto será recebido em audiência pelo ministro da Defesa Nacional, Cândido Pereira Van-Dúnem, e pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas, Geraldo Sachipengo Nunda.

Visitas à Academia Naval, à nova centralidade do Kilamba, em Luanda, e ao Projecto LNG, no Soyo, constam igualmente da agenda da comitiva composta por cinco integrantes.

O almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto exerceu ao longo da sua carreira vários cargos, dentre eles comandante-em-chefe de esquadra, comando do 1º esquadrão de contratorpedeiros, comandante do 6º distrito naval e chefe do estado-maior do comando de operações navais.

Foi também director de hidrografia e navegação, pessoal de marinha, director-geral de navegação e chefe do Estado-Maior da Armada.

FONTE: Angola press

FOTO: Poder Naval

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Convencional ou vertical, eis a questão!

Decisão sobre a compra da versão do F-35 pelo Reino Unido ainda não foi tomada

O Reino Unido ainda está indeciso sobre qual a versão do caça F-35 seria comprada: o modelo de decolagem convencional ou decolagem curta e pouso vertical (STVOL sua sigla em Inglês). A decisão pode implicar em profundas modificações do desenho de um dos dois porta-aviões da classe Queen Elizabeth em construção.

Informações do Jane’s dão conta de que o primeiro-ministro britânico, David Cameron, solicitou ao Departamento do Tesouro um estudo independente sobre os custos associados com a possível alteração de um desses porta-aviões para operar o F-35C, o modelo de descolagem convencional.

Há pouco mais de um mês, soube-se que o Governo britânico pode estar pensando em abandonar a decisão tomada em 2010 para adquirir a versão F-35C e voltar ao seu plano original para adquirir o F-35B (STVOL).

Naquela época o Defense News citou o conteúdo de uma carta do porta-voz da defesa do Partido Trabalhista na oposição, Jim Murphy, sobre a questão que originou as dúvidas sobre o impacto da mudança de modelo sobre o futuro porta-aviões britânico.

A mesma agência também publicou as impressões do analista do Instituto Internacional de Estudos, Douglas Barrie, apontando para a possibilidade de o Reino Unido desconsiderar a aquisição da variante convencional “estar mais relacionada com as implicações financeiras de se mudar o desenho dos navios com as questões relacionadas com a própria aeronave.”

De acordo com Jane ‘s a decisão do Primeiro-Ministro Cameron em solicitar uma revisão independente deste programa reflete duas preocupações principais. A primeira diz respeito à reviravolta constrangedora em um dos componentes do núcleo de defesa e estratégia de segurança do governo de coalizão. A segunda está relacionada com uma possível reação adversa a decisão poderia ter sobre o governo e a Marinha dos EUA.

O programa do porta-aviões britânico da classe Queen Elizabeth inclui a construção de dois navios, embora apenas apenas um deles esteja garantido na Royal Navy. O segundo poderia até ser vendido para um aliado.

A construção do primeiro desses navios, o HMS Queen Elizabeth, que será o maior navio da história da Marinha britânica, deu um passo importante esta semana. Conforme relatado pelo periódico The Telegraph nesta segunda-feira, duas seções do navio de 11.500 toneladas foram unidas e serão soldadas nos próximos dias.

No total, o navio terá 65.000 toneladas, três vezes mais do que classe atual Invincible.

FONTE: infodefensa

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Fotos do interior da Aquitaine, a primeira FREMM francesa

Interessantes fotos tiradas por Christina Mackenzie para o Blog ARES (via Aviation Week), mostrando alguns detalhes da fragata Aquitaine, a primeira do tipo FREMM (fragata europeia multimissão) construída para a Marinha francesa.

Reparar na área significativa ocupada pela asa do passadiço, no espaço interno do hangar, o corredor que segue praticamente de proa a popa do navio, a área à proa ocupada provavelmente por todos os mecanismos para atracação e lançamento da âncora, que ficam abrigados para diminuir a assinatura radar da fragata, entre outros detalhes.

As fotos foram colocadas no ARES no final do mês passado, pela jornalista baseada em Paris e que é editora senior da Defense Technology International.

 

FOTOS: C. Mackenzie, blog ARES

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Batida quilha do DDG 1002

A senadora norte-americana Susan Collins se juntou ao Chefe de Operações Navais, Almirante Jonathan Greenert e ao presidente do estaleiro General Dynamics Bath Iron Works, Jeffrey Geiger, para a cerimônia de batimento de quilha do DDG 1002 no estaleiro BIW em Bath, Maine, no dia 4 de abril.

A maturidade do projeto e a prontidão da produção, a disponibilidade de materiais e componentes e a capacidade da empresa de construção naval para iniciar com êxito a fabricação do navio foram intimamente revistos antes do início do processo. A Marinha certificou-se de que todas as instalações, processos e materiais estão prontos para cortar o primeiro pedaço de aço e de continuar com a produção estável do navio.

“Em pouco mais de três anos desde o início da fabricação no primeiro navio, grandes porções do Zumwalt (DDG 1000) foram completadas e montadas nas instalações de terra, enquanto o segundo navio, o Michael Monsoor (DDG 1001), ja está mais de 25% completo. Estamos contentes pelos progressos alcançados pelo programa até aqui”, disse o comandante Jim Downey, gerente do programa DDG 1000.

Projetado para operações litorâneas contínuas e de ataque terrestre, os contratorpedeiros da classe DDG 1000 irão proporcionar presença avançada independente, dissuasão, apoiar forças de operações especiais e funcionar como parte integrante de forças expedicionárias combinadas. Este navio de guerra integra várias tecnologias críticas e sistemas diversos integrados em um sistema completo de Guerra.

A construção do primeiro navio da classe Zumwalt começou em fevereiro de 2009, e atualmente conta com mais de 65 por cento de sua construção completa e está programado para ser entregue à Marinha no ano fiscal de 2014. A construção do segundo navio da classe, Michael Monsoor, começou em 2010 com entrega prevista no ano fiscal de 2016. O DDG 1002 é aguardado para o ano fiscal de 2018.

FONTE: US Navy

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A Singapore Technologies Engineering Ltd (ST Engineering) anunciou no último dia 9 de abril que seu braço marítimo, a Singapore Technologies Marine Ltd (ST Marine) obteve um contrato no valor de € 534,8 milhões para projetar e construir quatro navios de patrulha, além do apoio logístico para a Marinha Real de Omã.

Este contrato foi firmado pelo Ministério da Defesa do Sultanato de Omã por meio de uma concorrência internacional. A ST Marine vai construir quatro navios de patrulha baseados na classe Fearless. O projeto começará imediatamente com o primeiro navio sendo entregue no 2 º trimestre de 2015 e o último no final do 3 º trimestre de 2016.

“Estamos honrados com esse contrato com a Marinha Real de Omã. Este é um contrato significativo para ST Marine e estamos confiantes com a nossa reputação como um provedor total de soluções navais, desde o projeto até a construção e o apoio logístico e espero também ao longo do ciclo operacional das embarcações dos nossos clientes “

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A MBDA informou que a fragata francesa Forbin, da classe Horizon, engajou com sucesso um alvo supersônico que simulava um míssil anti-navio voando em altitude muito baixa no último dia 4 de abril.

O alvo foi lançado a partir do centro de testes de mísseis da DGA (Direction Générale de l’Armement) baseado em Ile du Levant, no sul da França, e interceptado em voo pelo sistema Aster 30 da Forbin. Outra fragata Horizon da Marinha Francesa, a Chevalier Paul, acompanhou o alvo e os mísseis disparados.

FONTE: MBDA

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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O quinto contratorpedeiro da classe Tipo 45 está mais perto de ser declarado operacional na Royal Navy depois de completar seu segundo período de testes de mar ao largo da Escócia.

O HMS Defender passou quase um mês ao largo da costa escocesa para testar seus sistemas de combate e outros sensores e está agora nas últimas semanas de ensaios e testes em Clyde, onde se prepara para juntar-se aos seus irmãos em Portsmouth.

O Defender foi ao mar para seus primeiros testes no último outono, navegando dois anos depois do dia do seu lançamento, para testar os conceitos básicos – propulsão e manobrabilidade.

Tal como acontece com períodos de testes iniciais, o segundo período de testes de mar contou com uma tripulação mista de funcionários da BAE Systems, além do crescente grupo de pessoal da Royal Navy.

A equipe a bordo ajustou todos os sistemas de armas e sub-sistemas ao sistema de comando central – o cérebro do Defender, onde ocorre a fusão de todas as informações para dar à equipe do COC uma visão completa da situação.

A entrega do Defender para a Marinha Real e, consequentemente, sua transferência para Porthmouth deve ocorrer em julho.

O navio deverá ser declarado operacional no início de 2013, mesma época em que se espera a estréa no mar do último navio da classe, HMS Duncan.

FONTE: UK DoD

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Naval

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Navios e submarinos da Marinha do Peru serão modernizados com equipamentos da Samsung Thales

 

A empresa de serviços industriais da Marinha do Peru (Sima Perú) assinou um acordo de cooperação com a empresa coreana Samsung Thales, que permitirá a modernização dos sistemas eletrônicos dos navios e submarinos da “Armada Peruana”.

Este acordo faz parte da visita oficial realizada pelo ministro da Defesa, Alberto Otárola, à República da Coreia.

O acordo foi assinado pelo CEO da Sima Peru, almirante Victor Pomar Calderon e pelo presidente da Samsung Thales, Byun Seung Wan, na sede da empresa coreana, localizada na cidade de Kim Chon Gumi, a 240 quilômetros ao sul de Seul.

A assinatura deste documento, parte da aliança estratégica entre o Peru e a nação asiática, permite a execução de pesquisa e desenvolvimento na área da eletrônica de defesa.

Durante sua visita às instalações da empresa coreana, o ministro e sua comitiva receberam um relatório completo sobre os avanços tecnológicos nos sistemas de comunicação e radares necessários para o funcionamento das unidades navais.

Além disso, a Sima Peru também assinou um memorando de entendimento com o estaleiro Daewoo, o maior estaleiro do mundo, para desenvolver programas conjuntos para o intercâmbio de experiências, tecnologia da informação e produção de equipamentos navais.

Em sua viagem à Coreia, o ministro da Defesa do Peru foi recebido pelo seu homólogo coreano, Kim Kwan Jin, com quem abordou questões de cooperação em defesa e da indústria militar, tais como a extensão do apoio deste país para a formação pilotos peruanos e possível aquisição de aviões para a FAP.

FONTE: Andina

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Foi incorporado no dia 4 de abril à Marinha Indiana o submarino nuclear de ataque russo Nerpa, da classe Akula II, rebatizado de  INS Chakra. O submarino  de 8.140t foi alugado pelo período de 10 anos por US$ 1 bilhão de dólares. Ele é armado com torpedos antinavio e mísseis de cruzeiro Klub-S para ataque terrestre, com alcance de 300km.

O  INS Chakra é movido por um reator nuclear de 190MW e pode navegar a velocidades de até 30 nós.

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O dia 2 de abril de 1982 foi o Dia D da “Operacion Azur” argentina, para a invasão das Ilhas Falklands/Malvinas. Após o desembarque de elementos de infantaria de Marinha argentinos e de um rápido combate na sede de governo, o governador das ilhas, Sir Rex Hunt, rendeu-se, juntamente com 84 fuzileiros navais britânicos (Royal Marines).

No desembarque, um oficial argentino morreu e dois ficaram feridos. Logo após a invasão, começaram a chegar aviões de transporte argentino ao aeroporto de Port Stanley, carregadas com tropas argentinas.

As tropas de infantaria de Marinha e os prisioneiros britânicos retornaram ao continente em aeronaves C-130 Hercules e Fokker F-28. Os prisioneiros britânicos foram repatriados via Montevidéu, no Uruguai.

No mesmo dia, a RAF iniciou uma ponte aérea de C-130 Hercules entre Lyneham, Gibraltar e Ilha de Ascensão, fazendo o transporte de carga para o aeródromo norte-americano de Wideawake, cedido aos britânicos para servir de base de apoio nas operações nas Falklands/Malvinas.

O mapa abaixo mostra os navios argentinos usados no desembarque do dia 2 de abril de 1982. Na parte inferior o destróier Santísima Trinidad e o navio polar Irizar despacharam os comandos argentinos para os quartéis dos Royal Marines e para a casa do governador britânico. Na parte superior, o navio de desembarque de carros de combate Cabo San Antonio desembarcou cerca de 20 LVTP-7s na baía de York. No canto direito, o submarino Santa Fe desembarcou forças especiais no farol.

Foi noticiado que um novo lote de armas comprado da Rússia chegou ao país, entre 20 e 24 de março, em três navios mercantes, Ocean Voyager (foto) e Oceano Fortune, que zarparam de um porto no Mar Negro. O terceiro navio que saiu do Báltico, o Sluisgracht, deve chegar no dia 27.

Esta seria a terceira parcela do equipamento militar russo adquirido em setembro de 2009. A primeira entrega foi registrada em maio de 2011 e a segunda em janeiro deste ano.

Entre os equipamentos pendentes para entrega incluem os lançadores múltiplos de foguetes BM-30 Smerch de 300mm, sistemas móveis de defesa costeira BAL-E, e de mísseis de defesa aérea S-300 e Buk-M1-2. Da mesma forma, pretende-se continuar a completar a dotação de sistemas de armas russas já em operação no país, com o fornecimento de equipamentos de munição e apoio.

FONTE: FAV-Club

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O Ministério da Defesa de Israel disse que assinou um contrato para a compra do sexto submarino Dolphin da Alemanha. O ministério afirmou que o ministro da Defesa, Ehud Barak, assinou os países em Berlim nesta quarta-feira, em cerimônia que ocorreu na casa do embaixador de Israel na Alemanha. Movidos a diesel e eletricidade, os submarinos Dolphin podem transportar armas nucleares.

O Parlamento da Alemanha aprovou a venda em novembro passado e concordou em pagar por € 135 milhões (US$ 180 milhões) da transação, ou cerca de um terço do valor do submarino. Israel já tem três submarinos Dolphin em operação na sua Marinha e comprou mais dois em 2006. No ano passado, o governo alemão deixou em suspenso as vendas dos submarinos a Israel, após o governo israelense prosseguir com a construção de casas em assentamentos de colonos judeus na Cisjordânia, que é um território palestino. O governo alemão mudou de ideia após o governo de Israel ter liberado milhões de dólares em direitos alfandegários à Autoridade Nacional Palestina.

FONTE: Estadão, com informações são da Associated Press e da Dow Jones

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O contratorpedeiro USS John Paul Jones (DDG 53) e o Cutter USCGC Baranof (WPB 1318) resgataram hoje, 15 de março, 24 marítimos filipinos no Golfo Pérsico.

Por volta das 2 horas da manhã, hora local, o John Paul Jones, desdobrado com a Força-Tarefa 152, respondeu a um pedido de socorro emitido pelo Navio-Tanque  de bandeira liberiana “Stolt Valor”, que se encontrava em águas internacionais a cerca de 48 milhas náuticas a sudeste da Ilha Farsi, no Irã.

Chegando nas proximidades do local do sinistro o John Paul Jones avistou dois botes salva-vidas e lançou uma embarcação pneumática (RHIB) para investigar. No primeiro bote estavam dezesseis 16 marítimos e no segundo outros oito.

O comandante do Stolt Valor confirmou que um membro da tripulação morreu durante uma explosão. Os 24 marítimos filipinos foram resgatados e não necessitaram de assistência médica, sendo fornecido a eles alimentos, água e cobertores.

 

Em torno das 07h30 (hora local) os 24 sobreviventes foram transferidos para o cutter USCGC Baranof para repatriação em Manama, Bahrain.

O “Stolt Valor” é um navio-químico e estava transportando cerca de 13.000 toneladas métricas de Éter Metil-Tércio-Butílico (MTBE), que é usado para aumentar o teor de oxigênio na gasolina todo os EUA, para reduzir o monóxido de carbono emitido pelos automóveis. O MTBE é altamente inflamável e considerado solúvel, mas não é biodegradável.

O sinistro foi comunicado ao Centro de Ajuda Mutua de Emergências Marítimas que enviou rebocadores com capacidade de combate a incêndio para o local. O comando da 5ª Frota entrou em contato com a Stolt Nielsen (armador do navio) para abrir um canal de comunicação entre os militares é a equipe de resposta a crises da empresa para coordenar as operações. O impacto ambiental até o momento ainda é desconhecido.

FONTE: Marinha dos EUA / TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: Poder Naval Online/Navios de Guerra Brasileiros

FOTO: Bruno Leonardo Pricoli – Stolt Valor deixando o porto de Santos em 20 de julho de 2008.

 

12 de março de 2012 – Os primeiros testes de mar de fragata “Cristóbal Colón” F-105 começaram hoje na costa noroeste de Espanha perto do estuário do Ferrol. Estes testes no mar vão durar cinco dias, para o estaleiro testar o desempenho correto da plataforma do navio, incluindo todos os sistemas, tais como: manobrabilidade, propulsão e navegação, ancoragem e amarração, manobras de emergência, turbinas, motores principais, geradores, radares e equipamentos de comunicações. O cumprimento das exigências de manobrabilidade, velocidade e de consumo de combustível também ser verificado.

Estes testes primeiros teste de mar serão seguidos por um segundo lote de testes no mar em junho, que também vai verificar, enquanto navega, o desempenho do sistema de combate AEGIS e a integração de todos os sistemas de combate espanhóis (CDS – Combat Direction System): radares, comunicações, armas de fogo, sistema de controle e de comando e controle.

Mais de 200 pessoas vão participar dos testes de mar, incluindo o pessoal da Navantia, Marinha Espanhola, subcontratados e outros técnicos. O pessoal da Austrália que atualmente trabalha no estaleiro Fene-Ferrol também irá participar das provas de mar, como parte do programa de treinamento do Air Warfare Destroyer, que a Navantia está fornecendo para a AWD Alliance responsável pela construção desses navios na Austrália.

A Navantia tem um contrato para a concepção, transferência de tecnologia e assistência técnica para a construção de três destroyers AWD na Austrália, com base na fragata F-105. Além disso, a Navantia está construindo vários blocos complexos para estes navios, que serão enviados para a Austrália para a sua montagem final.

De acordo com o cronograma, o destróier “Cristobal Colon” vai levar a cabo em junho próximo os seus testes no mar antes de de ser incorporado à Marinha Espanhola, em julho.

“Cristóbal Colón” F-105

Principais características:

  • Comprimento na linha d’água ………………………. 133,20 m
  • Deslocamento à plena carga ………………………… 6.041 t
  • Calado com carga total ……………………………….. 5,00 m
  • Velocidade máxima …………………………………… 28,5 nós
  • Velocidade de cruzeiro ……………………………….. 18 nós
  • Autonomia à velocidade de cruzeiro ……………… 4.500 milhas
  • Tripulação …………………………………………………. 234 pessoas

Significativos dados de construção naval:

  • Número de compartimentos: 573
  • Toneladas de casco de aço: 2.450 t.
  • Metros de cabo: 315.000 m.
  • Metros de tubulação: 37.000 m.
 
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