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Stern of Spruance MAR 2010

A Marinha dos EUA batizou hoje seu mais novo destróier, USS Spruance, às 10 horas, no estaleiro Bath Iron Works, no Maine. O destróier de 9.200 toneladas é uma homenagem ao almirante Raymond Spruance, cuja liderança na batalha de Midway contribuiu para a vitória crucial dos americanos durante a Segunda Guerra Mundial.

Designado DDG 111, o Spruance é o 61° navio da classe “Arleigh Burke”. O navio é o segundo batizado com o nome, o primeiro foi o navio principal da classe “Spruance” de contratorpedeiros, servindo de 1973 a 2005.

Ellen Spruance Holscher, neta do almirante Spruance, batizou o navio.

Bow of Spruance MAR 2010

SAIBA MAIS:

NOTA DO PODER NAVAL: Imagine os benefícios para indústria da produção em escala de 61 navios da classe “Arleigh Burke” e compare com a produção de um único navio da classe “Barroso” para a MB.

Não adianta nos iludirmos. Nunca haverá condições de implantar uma indústria naval militar no Brasil enquanto as encomendas forem limitadas a meia dúzia de cada classe.

U-19 em Porto Velho

NAsH “Carlos Chagas”

vinheta-clipping-naval A partir do dia 02 de junho de 2010, o Navio de Assistência Hospitalar “Carlos Chagas” – U-19, estará atracado no cais da Marinha do Brasil – na área do complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, após cumprir ciclo de atendimento médico e odontológico às populações ribeirinhas na calha do Rio Madeira, bem como potencializar a presença da Marinha do Brasil na região amazônica.

A população do Estado de Rondônia está convidada para Visitação Pública às instalações de um dos famosos “Navios da Esperança”.

FONTE: Rondoniaovivo

 

ataque israelense a frota de ativistas

A frota de ajuda humanitária que seguia para Gaza, atacada pela marinha israelense na segunda-feira, fazia parte de “uma operação terrorista”, pelo que “Israel está sendo vitima de um ataque de hipocrisia internacional”, disse nesta quarta-feira (2) o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, em um discurso transmitido pela TV israelense.

“Não era um cruzeiro de amor, era um cruzeiro de ódio. Não era uma operação pacífica, era uma operação terrorista”, declarou Netanyahu, ao justificar o sangrento ataque à flotilha humanitária, no qual morreram nove passageiros.

Netanyahu também afirmou que o bloqueio a Gaza vai continuar. O bloqueio marítimo a Gaza é necessário para evitar que “se torne um porto iraniano” e “uma ameaça para o Mediterrâneo e a Europa”, disse o premiê.

“Nosso dever é inspecionar todos os barcos que chegam. Se não o fizermos, Gaza se tornará um porto iraniano, o que seria uma ameaça real para o Mediterrâneo e a Europa”, afirmou Netanyahu.

“O Estado de Israel continuará exercendo seu direito a autodefesa. A segurança está acima de tudo”, acrescentou o primeiro-ministro israelense.

Ainda de acordo com Netanyahu, o Hamas, o movimento islâmico radical que controla Gaza, “continua a se armar e o Irã, transferindo armas ao Hamas, em particular foguetes e mísseis.

Briga no Parlamento de Israel

O ataque foi debatido hoje no Parlamento israelense. A sessão foi marcada por desentendimentos entre deputados judeus e árabes, que resultaram em empurrões e gritos, quando a parlamentar Hanin Zoabi, que viajava com os ativistas, tentou discursar.

Vários deputados exigiram à Presidência do Parlamento que proibisse o discurso dela. A parlamentar do partido ultranacionalista Israel Beiteinu Anastasia Michaeli subiu ao palanque e tentou empurrá-la para tirá-la de perto do microfone.

Outros deputados tentaram separar as duas mulheres e, na confusão, foram ouvidos insultos contra Hanin, com gritos de “traidora”, “inimiga” e “cavalo de Tróia”.

Deportação atrasada

A saída de seis aviões turcos com centenas de ativistas da frota que levaria ajuda humanitária à Faixa de Gaza detidos por Israel foi atrasada hoje no Aeroporto Internacional Ben Gurion por “problemas administrativos”, de acordo com o Ministério de Exteriores israelense.

O porta-voz Yigal Palmor explicou que um dos principais “problemas administrativos” foi um pedido apresentado à Suprema Corte por organizações locais para impedir a saída de Israel de alguns ativistas supostamente envolvidos “em agressões a soldados israelenses” durante a abordagem da frota, em que nove pessoas foram mortas.

Palmor assegurou que o governo de Israel é partidário de deportar os ativistas, mas que “a última decisão corresponde ao Supremo Tribunal, que confiamos que seja tomada em breve”.

FONTE: UOL Notícias

NOTA DO BLOG: na foto acima aparece uma Saar 5, o navio mais bem armado da Marinha de Israel

 

Venda de Scorpène para a Malásia está sob investigação de procuradoria

Barra de Cinco Pixels

Scorpène

Autoridades policiais francesas realizaram uma busca nos escritórios da empresa DCNS e do grupo Thales e apreenderam diversos documentos. O objetivo da operação era coletar informações sobre a venda de três submarinos Scorpène para a Malásia pelo valor de um bilhão de euros.

Conforme informações da Agência France Presse a DCNS “não confirmou nem negou a informação” sobre a ação dos policiais, ocorrida na semana passada.

Segundo o grupo malaio de direitos humanos Suaram a venda dos submarinos, negociada em 2002, foi marcada por casos de corrupção e pagamentos de propina. A acusação foi aceita pela procuradoria francesa, que abriu uma investigação sobre o caso no último mês de março.

O grupo malaio alega que a empresa Aramis, uma subsidiária da Thales em conjunto com a DCN que realizou a venda na época, teria pago uma comissão de 114 milhões de euros para uma empresa chamada Perimak. Esta empresa teria vínculos com pessoas ligadas ao primeiro ministro malaio Najib Razak. Naquela época o atual primeiro ministro era ministro da defesa da Malásia e foi o responsável pela negociação dos submarinos.

De acordo com a lei francesa, desde 2000 o pagamento de comissões sobre contratos relacionados com líderes estrangeiros é caso de corrupção.

FONTE: AFP

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vinheta-clipping-navalO chefe das Forças Armadas de Israel, tenente-general Gabi Ashkenazi, e o comandante do grupo que abordou um comboio de ajuda humanitária a Gaza reconheceram nesta terça-feira erros na operação militar. O ataque, ocorrido na madrugada de segunda-feira, deixou nove ativistas mortos.

“Está claro que o equipamento para dispersão de multidão que as tropas usavam era insuficiente,” disse Gabi Ashkenazi a jornalistas. Alguns dos soldados portavam armas de paintball, não letais, destinadas a ferir, a revidar e a marcar os suspeitos para prisão posterior, mas elas não funcionaram contra os ativistas, que tinham coletes salva-vidas e máscaras de gás.

Os fuzileiros navais envolvidos no ataque apontaram para uma falha na inteligência. “Não esperávamos tal resistência dos ativistas do grupo, pois se tratava de um grupo de ajuda humanitária,” disse o comandante do grupo que abordou a embarcação, um tenente não identificado, à rádio do Exército. “O resultado foi diferente do que havíamos pensado, mas devo dizer que isso ocorreu principalmente por causa do comportamento inapropriado do adversário que encontramos”, justificou.

Jason Alderwick, especialista do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos de Londres, culpou os fuzileiros navais por não tomarem a embarcação de forma eficiente. “O sucesso começa com planejamento e inteligência apropriada, e eles já haviam entrado em barcos daquele tipo antes. Desta vez, eles não entraram com a força suficiente, rápido o bastante e em número suficiente para estabelecer o controle total”, disse.

Israel informou que alguns soldados optaram por fugir pulando no mar. Sete fuzileiros navais foram feridos, um deles jogado contra uma grade e outros dois baleados. A quarentena imposta pela polícia de Israel aos ativistas do barco Mavi Marmara impede a divulgação de mais testemunhos, mas um vídeo gravado por um dos passageiros da embarcação invadida mostrou dois fuzileiros navais sendo agredidos com um porrete e esfaqueados. Os militares israelenses também divulgaram o registro da luta entre meia dúzia de soldados contra cerca de 30 ativistas.

Ataque - Na segunda-feira, militares israelenses abordaram uma frota de seis navios do movimento Gaza Livre que tentava furar o bloqueio para levar ajuda ao território palestino. A ação gerou reações e condenações da comunidade internacional. O governo de Israel havia dito durante a semana que não permitiria a entrada de quaisquer embarcações em águas da costa da Faixa de Gaza. Os israelenses, que permitem a entrada de ajuda humanitária a Gaza por fronteiras terrestres controladas, disse que a frota poderia desembarcar no porto de Ashdod. O Estado judeu mantém o bloqueio à Faixa de Gaza desde que o grupo militante palestino Hamas tomou o controle do território em 2007.

FONTE: Veja (Com Reuters)

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vinheta-clipping-naval Israel afirmou nesta segunda-feira (31) na ONU que “não há crise humanitária em Gaza” e acusou a frota de ativistas que tentou entregar víveres aos palestinos de ter outros objetivos.

“Apesar de os meios de comunicação terem apresentado a frota como uma missão humanitária para entregar ajuda a Gaza, ela não tinha nada de humanitária”, disse o representante israelense na ONU, Daniel Carmon.

“Não eram ativistas pacíficos nem mensageiros da boa vontade. Utilizaram cinicamente uma plataforma humanitária para enviar uma mensagem de ódio e implementar a violência”.

O embaixador israelense, cujo país não integra atualmente o Conselho de Segurança da ONU, foi autorizado a falar na reunião de emergência convocada depois do ataque de seu país contra a frota de ativistas.

Segundo Carmon, “não há crise humanitária em Gaza”. Completou que esse território “é ocupado por terroristas que expulsaram a Autoridade Palestina mediante um violento golpe e que introduzem armas, incluindo por via marítima”.

“Os resultados dos eventos da noite são trágicos e desafortunados, e Israel lamenta a perda de vidas inocentes”, disse o embaixador. “Mas (o país) não pode passar por cima de sua própria segurança”.

FONTE: AFP

 

Vídeo feito pela IDF mostrando passageiros do Mavi Marmara, um dos navios da Flotilha ‘Free Gaza’, atacando violentamente os soldados israelenses que chegavam a bordo, depois dos insistentes pedidos para que o navio mudasse de curso.

Grandes grupos de passageiros cercaram os soldados, e neles bateram com barras de metal e cadeiras – um  soldado foi jogado borda afora. Alguns passageiros pegaram as pistolas dos soldados e atiraram. Como resultado dos ataques, sete soldados israelenses ficaram feridos e nove passageiros foram mortos.

A Flotilha ‘Free Gaza’ tem insistido publicamente nas suas intenções não violentas, entretanto, atacou violentamente os soldados israelenses. Eles tinham facas, barras metálicas, bombas e outras armas.

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cheonan pohang recovered

vinheta-clipping-naval Um grupo de especialistas russos chega hoje a Seul para investigar o afundamento da embarcação sul-coreana “Cheonan”, atribuído à Coreia do Norte e que aumentou a tensão na península, informou a agência sul-coreana “Yonhap”.

Segundo um porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Won Tae-jae, os especialistas russos trabalharão na Coreia do Sul para comparar as conclusões da investigação internacional sobre o afundamento do “Cheonan”, que causou 46 mortos em março.

Na semana passada o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, e seu colega russo, Dmitri Medvedev, mantiveram uma conversa por telefone sobre o ataque à embarcação sul-coreana.

A Coreia do Sul desenvolve uma intensa atividade diplomática com a intenção de levar o incidente de sua corveta ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, onde a Rússia, da mesma forma que a China, tem poder de veto.

A Rússia decidiu na semana passada enviar a Coreia do Sul seus especialistas para revisar os resultados da investigação e se mostrou disposto a se unir à resposta internacional contra a Coreia do Norte se encontrar “informação fidedigna” sobre seu envolvimento no fato.

FONTE: EFE, via UOL news

Primeira chapa do Scorpène brasileiro

vinheta-destaqueA DCNS em Cherbourg iniciou hoje a produção industrial do programa brasileiro de submarinos. Este é o maior contrato internacional já assinado pelo grupo DCNS.

Abrange o design e implementação de transferência de tecnologia de quatro submarinos convencionais baseados na classe “Scorpène”, mas também a assistência para a concepção e implementação da parte não-nuclear do primeiro submarino nuclear brasileiro.

A construção de um estaleiro e uma base naval no Brasil, também fazem parte do contrato, estimado em mais de 7 bilhões de euros.

Esta manhã, a primeira chapa do primeiro submarino foi cortada. Cherbourg é responsável pela construção da proa do submarino, que deverá entrar em serviço em 2017.

FONTE: Ouest France.fr / COLABOROU: Francoorp

SAIBA MAIS:

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Medida é tomada em represália a acusações sobre episódio de afundamento de navio sul-coreano

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vinheta-clipping-navalPEQUIM – A Coreia do Norte anunciou nesta terça-feira, 25, que está rompendo todos os laços com a Coreia do Sul. As informações foram dadas pela agência de notícias estatal KCNA, que cita um porta-voz do Comitê de Reunificação de Pyongyang.

“O Comitê pela Reunificação Pacífica da Coreia declara que a partir de agora serão feitos esforços para congelar as relações intercoreanas, abdicar o acordo de não agressão entre o norte e o sul e interromper completamente a cooperação”, diz o comunicado da KCNA, completando que todas as relações com Seul, assim como as comunicações, seriam cortadas.

Pyongyang também decidiu expulsar os expulsar os sul-coreanos que trabalham no parque industrial de Kaesong, mantido em conjunto pelo sul e pelo norte. Não ficou claro, porém, qual o verdadeiro impacto que a medida teria nas fábricas que operam no local. A maioria das empresas são sul-coreanas, que aproveitam para usar mão-de-obra barata da Coreia do Norte.

O comunicado detalhou algumas medidas tomadas por Pyongyang, como o rompimento dos diálogos com o gabinete do presidente da Coreia do Sul, Lee Myung Bak, a proibição total do tráfego aéreo e marítimo de veículos do sul pelas áreas do norte e a suspensão dos trabalhos conjuntos na Cruz Vermelha de Panmunjom. Além disso, a Coreia do Norte disse que iniciará um “contra-ataque à guerra psicológica empreendida por Seul”.

O anúncio é uma resposta às acusações de Seul de que militares norte-coreanos teriam afundado um navio da Marinha sul-coreana no fim de março, episódio que deixou 46 marinheiros mortos. O anúncio também foi publicado pela agência estatal da China, a Xinhua.

Segundo a perícia internacional realizada na Coreia do Sul, o naufrágio do navio Cheonan foi causado por um torpedo disparado pelos norte-coreanos. Pyongyang, porém, nega qualquer envolvimento.

O episódio do navio elevou a tensão entre as duas Coreias, tecnicamente em guerra desde 1950, quando começou a Guerra da Coreia. O conflito, que terminou em 1953, nunca foi formalmente encerrado, e os dois lados permanecem apenas em trégua, embora haja atritos frequentemente.

Outra questão que gera impasse é o programa nuclear norte-coreano, considerado uma ameaça pelo sul. Pyongyang se recusa a retornar à mesa de negociações para abandonar os projetos atômicos e diz que só o fará se a Guerra da Coreia for encerrada formalmente.

FONTE: Agência Estado, via Estadão

FOTO: Reuters, via Shippingnewsclippings

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vinheta-clipping-navalO Pentágono anunciou hoje a realização de exercícios navais conjuntos com a Coreia do Sul, em um momento em que crescem as pressões e as acusações contra a Coreia do Norte devido ao suporto ataque a uma embarcação militar sul-coreana em março.

O porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Bryan Whitman, disse hoje que as manobras serão feitas “em um futuro próximo” e terão o objetivo de melhorar a capacidade dos dois países de detectar a presença de submarinos inimigos e bloquear a passagem de embarcações com carga nuclear.

O anúncio representa a maior resposta dos EUA às crescentes tensões entre as duas Coreias, após o afundamento de um navio sul-coreano em março, que matou 46 marinheiros.

Na semana passada, foi publicado um relatório elaborado por analistas internacionais que confirma a responsabilidade da Coreia do Norte pelo ataque.
O Governo do presidente americano, Barack Obama, “deu ordens a seus comandantes para que se coordenem estreitamente com seus pares sul-coreanos, para garantir que estão preparados e impedir futuras agressões”, segundo um comunicado emitido nesta madrugada, no qual a Casa Branca expressa seu “inequívoco” apoio militar à defesa da Coreia do Sul.

FONTE: Efe, via Terra

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Cheonan

vinheta-clipping-navalWASHINGTON – Caberá à Coreia do Sul decidir como reagir ao naufrágio de uma embarcação sua, atribuído à Coreia do Norte, disse nesta quinta-feira o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates.

Ele negou, no entanto, que os EUA estejam sem condições de reagir militarmente a uma agressão norte-coreana, por estarem com suas Forças Armadas sobrecarregadas no Iraque e no Afeganistão.

“Se houvesse um problema na Coreia, nossos principais braços seriam a Marinha e a Força Aérea, que não estão tão sobrecarregadas quanto nossas forças terrestres”, disse Gates a jornalistas no Pentágono, acrescentando que os EUA estão em consultas com Seul.

“Mas, novamente, o importante é lembrar que foi um ataque contra um navio sul-coreano. E os sul-coreanos precisam estar na liderança em termos de propor caminhos.”

A Coreia do Sul anunciou oficialmente nesta quinta-feira os resultados da investigação sobre o naufrágio da sua corveta Cheonan, em março, que matou 46 marinheiros. Os sul-coreanos disseram que o regime comunista vizinho torpedeou o seu navio, e que por isso Seul tomaria medidas “firmes.”

A Coreia do Norte disse estar pronta para uma guerra se o Sul ou seus aliados impuserem sanções, mas o almirante Mike Mullen, chefe do Estado-Maior dos EUA, disse que não há motivo para colocar de prontidão os cerca de 28 mil soldados norte-americanos estacionados na Coreia do Sul.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra e mantêm mais de 1 milhão de soldados perto de suas fronteiras.

FONTE: Reuters, via G1

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USS Harry S. Truman (CVN 75)

O site DEBKAfile informou que a administração Obama vai enviar o navio-aeródromo USS Harry S. Truman para reforçar as unidades já em operação no Mediterrâneo e no Golfo Pérsico.

O navio vai capitanear o Carrier Strike Group 10, que vai zarpar de Norfolk no próximo dia 21 de maio.

Quando chegar na área de operações, o USS Harry S. Truman se somará a outro navio-aeródromo que está no local, o USS Dwight D. Eisenhower, que reforça a pressão diplomática com Teerã.

Pela primeira vez um navio de guerra alemão fará parte de uma força-tarefa americana em oposição ao Irã, a FGS Hessen, que ficará sob comando americano.

Segundo o site, fontes militares americanas disseram que o Pentágono planeja ter até agosto, de 4 a 5 navios-aeródromos na área.

O USS Truman leva a Carrier Air Wing Three (Battle Axe), com 7 esquadrões: 4 de F/A-18 Super Hornet e F/A-18 Hornet, um de E-2 Hawkeye, o Electronic Attack Squadron 130 de guerra eletrônica e o Squadron 7 de helicópteros antissubmarino.

Outros quatro navios se juntarão ao Strike Group do Truman: cruzador USS Normandy e destróieres USS Winston S. Churchill, USS Oscar Austin e USS Ross.

O Truman Strike Group vem há quatro meses treinando para as missões no Golfo Pérsico e no Mediterrâneo.

NOTA DO PODER NAVAL: o pessoal da Marinha dos EUA gosta de chamar os porta-aviões da classe “Nimitz” de “90.000 toneladas de diplomacia”.

SAIBA MAIS:

Astute - foto2 RN

O novo submarino nuclear britânico de £1,3 bilhão voltou para a base, depois de um incêndio a bordo. Os testes de mar de duas semanas ao largo da costa oeste da Escócia, foram interrompidos por causa de um incêndio elétrico, segundo fontes da Defesa.

A revelação embaraçosa é o último golpe a atingir o submarino, que foi concluído com quatro anos de atraso e com um custo de quase o dobro do orçamento original.

O submarino foi entregue pela BAE Systems à Marinha Real no ano passado, mas ainda não há data para ele entrar em serviço ativo.

Este foi o segundo incêndio a atingir o submarino. Ele pegou fogo também antes mesmo de deixar seu estaleiro em Barrow-in-Furness, Cumbria, no ano passado.

Uma fonte disse que “ninguém pode adivinhar quando entrará em serviço. Ele deveria ser batizado como SS Calamity, devido ao número de incêndios e problemas técnicos que sofreu.”

FONTE: Mirror News

NOTA DO EDITOR: Se os ingleses que têm longa experiência na construção de submarinos nucleares estão passando por dificuldades com o Astute, imaginem os problemas que os brasileiros terão com o seu primeiro submarino nuclear.

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Cheonan possible causes

vinheta-clipping-navalO presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e seu colega da Coreia do Sul, Lee Myong-bak, conversaram por telefone nesta segunda-feira sobre a necessidade de se apurar toda a verdade envolvendo a corveta sul-coreana que explodiu e afundou na fronteira marítima com a Coreia do Norte, revelou a Casa Branca.

“O presidente Lee informou o atual desenvolvimento das investigações sobre o naufrágio do navio de guerra sul-coreano ”Cheonan”, no qual 46 marinheiros sul-coreanos morreram”, disse a Casa Branca em uma declaração.

“Os dois líderes destacaram a importância de se obter a completa informação sobre o evento, e se comprometeram a acompanhar a investigação até o final”.

A corveta de 1.200 toneladas “Chenoan” naufragou no dia 26 de março passado, após uma misteriosa explosão, diante da ilha de Baengnyeong, no Mar Amarelo.

No início de maio, a imprensa sul-coreana informou que um fragmento de torpedo foi encontrado nos destroços da corveta.

“Está confirmado que a explosão foi provocada por um torpedo”, disse o membro da comissão, que pediu para não ser identificado, ao jornal Dong-A Ilbo.

“Um tipo de alumínio” encontrado nos destroços “não existe” na Coreia do Sul. “Este torpedo não era nosso e há apenas um país capaz de atacar um navio de guerra sul-coreano”, revelou o investigador, em referência à Coreia do Norte.

O regime comunista de Pyongyang nega qualquer envolvimento no incidente.

FONTE: AFP, via Terra

SAIBA MAIS:

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typhoon1

A Rússia deverá manter os submarinos nucleares  estratégicos da classe Typhoon (projeto 941) até 2019, de acordo com a declaração do Comandante da Marinha russa  na última  sexta-feira.

Os submarinos da classe Typhoon entraram em serviço Marinha Soviética nos anos 1980. Três dos seis navios construídos ainda estão em uso.

typhoon-surfaced

“Eles  permanecerão em operação até 2019, devido ao potencial de modernização ”, disse o Almirante Vladimir Vysotsky .

O Dmitry Donskoy – TK 208, foi modernizado como uma plataforma de teste para os novos misseis balísticos SS-NX-30 Bulava. Testes de lançamento foram realizados entre outubro e dezembro de 2005. Os outros dois submarinos remanescentes, e presentemente na reserva, o Arkhangelsk – TK 17 e  Severstal – TK 20, estão aguardando modernização na Base Naval de Severodvinsk, norte da Rússia, incluindo a adaptação para lançamento dos misseis Bulava.

typhoon-941-line

Nome

Batimento de Quilha

Lançamento

Comissionamento

Status

Dmitriy Donskoy – TK 208

30.06.76

27.9.80

29.12.81

Comissionado

TK – 202

22.04.78

23.09.82

28.12.83

Desativado em  junho de 1999 , desmontado20 03-2005

Simbirsk – TK – 12

19.04.80

17.12.83

26.12.84

Desativado em 1996, desmontado 20 06-2008

TK – 13

23.02.82

30.04.85

26.12.95

Desativado em 1997, desmontado em 2007-2009

Arkhangelsk – TK – 17

09.08.83

12.12.86

15.12.87

Na reserva

Severstal – TK-20

27.08.85

11.04.88

19.12.89

Na reserva

TK – 210

1986

1990

 

Nunca completado, desmontado em 1990

typhoon6

FONTE: Shipping news clippings 130- 10/05/2010

Marshal Shaposhnikov

map-moscow-university-incident

 

Fuzileiros navais do destróier russo Marshal Shaposhnikov, classe Udaloy (fotos deste post), invadiram o petroleiro liberiano  MoskowUniversity, sequestrado por piratas no Golfo de Aden, liberando sua tripulação de 23 homens e sua carga de óleo, que pode valer até US$ 50 milhões, informaram oficiais da Marinha Russa.

Ninguém da tripulação ficou ferido na operação de resgate na madrugada de quinta-feira. O Ministério Público russo disse que um pirata foi morto e alguns feridos. Dez piratas foram levados em custódia.

Sob a lei russa, os piratas somalis capturados terão de enfrentar acusações de pirataria com o uso da violência e armas, um crime passível de uma pena máxima de até 15 anos de prisão, de acordo com Vladimir Markin, porta-voz do Comitê de Investigação da Procuradoria Geral da República.

Mais ao sul da costa da Tanzânia, piratas fracassaram na quarta-feira na tentativa de sequestrar um navio de bandeira sul-coreana.

Marshal Shaposhnikov 3

Marshal Shaposhnikov 2

Mapa: Lloyds MIU – Maritime Intelligence Unity

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