Página 3 de 5312345...102030...Última »

Accra – A Marinha do Gana interceptou um petroleiro que transportava petróleo fraudulento tirado dum campo petrolífero na Nigéria, revelaram sábado as Forças Armadas ganenses, citadas pela Pana.

O navio MV Madina tentava transbordar o petróleo fraudulento num outro petroleiro da empresa de produção Saltpond Offshore Producing Company Limited (SPOCL), na região central do Gana.

O director das Relações Públicas das Forças Armadas ganenses, o coronel M’Bawine Atintande, declarou que o navio foi interceptado quinta-feira última, na sequência duma informação dos seus colegas nigerianos.

O director-geral da SPOCL, Quincy Sintim Aboagye, que recebeu antes informações sobre o crude roubado, ordenou que o navio fosse bloqueado até à chegada das autoridades da Marinha do Gana.

A Agência ganense de Notícias (GNA) indicou que os proprietários do navio foram contratados para recuperar o petróleo a partir do campo petrolífero marginal na Nigéria, para o transbordar num petroleiro de maior capacidade, o MV North Wind Grace, mas o capitão e a tripulação conspiraram para desviar a carga.

FONTE: Angola Press

Tagged with:
 

O site Flightglobal informou que a Marinha do Brasil está elaborando as especificações para a aeronave que deverá substituir os helicópteros Eurocopter AS350 e AS355 em uso pela Força até o final da década.

Um pedido de informação ligado ao programa do helicóptero utilitário deverá abranger um pedido para o fornecimento de 20 a 24 helicópteros bimotores com capacidade embarcada e pode ser emitido no final deste ano ou no início de 2013.

Fontes sugerem que a aquisição pode ser feita através da compra de aeronaves em lotes anuais. Enquanto a Marinha não revelou potenciais candidatos, o AW109 AgustaWestland e EC645 da Eurocopter deverão ser os concorrentes principais.

 

O Reino Unido pode ter que desfazer os planos de comprar a variante embarcada do caça F-35 Joint Strike Fighter e reverter a compra para a variante F-35B de decolagem curta e pouso vertical (STOVL) devido à falta de fundos para reprojetar os conveses dos navios-aeródromo, como tinha sido relatado.

O Ministro da Defesa está atualmente conduzindo estudos para determinar o custo final da conversão dos navios-aeródromo HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales para operar o F-35C. Os resultados devem ser divulgados ainda este ano.

As hipóteses de planejamento atual preveem a instalação das catapultas eletromagnéticas EMALS e cabos de retenção no convoo para operar o F-35C.

Quando o projeto original dos navios-aeródromo foi aprovado, assumiu-se que o Reino Unido compraria a versão STOVL F-35B, que não requer um sistema de catapulta para decolagem e é capaz de pousar verticalmente.

Enquanto as células do F-35C são mais baratas e mais efetivas que as do F-35B, estima-se um custo de £1 bilhão para converter os convoos dos navios-aeródromo e comprar as catapultas EMALS, o que pode ser demasiado caro para o Ministério da Defesa pagar, de acordo com reportagem no The Guardian.

Embora tenha um alcance maior e a habilidade de levar uma carga maior, diz-se que o projeto do F-35C sofre com falhas significativas desde o início do programa, que podem  aumentar os seus custos de desenvolvimento. No final do ano passado, um relatório do Pentágono citou preocupações sobre o posicionamento do gancho de cauda do F-35C e sua habilidade de sustentar vibrações, além de outros problemas.

Abandonar o sistema de catapulta e cabos de parada também vai prejudicar a habilidade de interoperar com o navio-aeródromo francês, como foi estabelecido no tratado de cooperação Reino Unido/França, assinado entre o presidente francês e primeiro ministro britânico David Cameron.

Os custos das aeronaves também poderão aumentar como resultado da redução de encomendas dos parceiros internacionais do programa. A Itália cortou suas encomendas de 131 para 90 no início deste ano e o Reino Unido ainda vai definir a escala de sua encomenda. Um anúncio, que pode incluir os números definitivos, é esperado para antes da Páscoa.

O porta-voz do MoD disse: “Estamos atualmente finalizando o orçamento de 2012-13 e equilibrando o plano de equipamento. Como parte do processo, estamos revendo todos os programas, incluindo elementos do programa de navio-aeródromo de ataque, para validar custos e garantir que os riscos sejam devidamente geridos.”

“O Secretário da Defesa espera anunciar o resultado deste processo ao Parlamento antes da Páscoa”.

FONTE: www.defencemanagement.com

Tagged with:
 

A Marinha do Brasil assinou, esta quinta-feira, 1 de Março, na Cidade da Praia, um protocolo de fornecimento de peças de uniforme, com a Guarda Costeira de Cabo Verde, estimado em 15 mil contos, incluindo uniformes de gala, sapatos e botas.

O protocolo foi celebrado durante a visita de três dias que o comandante da Marinha brasileira, Almirante Júlio Soares de Moura Neto, efectua a Cabo Verde, com o objectivo de estreitar os laços de amizade e cooperação entre as duas instituições.

Para o comandante da Guarda Costeira de Cabo Verde, Tenente-Coronel António Duarte Monteiro, o mais importante é o protocolo acabado de assinar, que vai permitir à Guarda Costeira ter susntabilidade no futuro em termos de peças de uniforme.

António Monteiro fez saber ainda que, em matéria de segurança marítima, o Brasil poderá ajudar Cabo Verde na questão da partilha da informação, através do intercâmbio entre o COSMAR (Centro de Operações de Segurança Marítima) e o Centro do Brasil, por forma a monitorizar os navios que partem do Brasil e passam por Cabo Verde e vice-versa.

Em relação à formação, que tem sido uma das apostas das Forças Armadas, em particular, da Guarda Costeira, este responsável cabo-verdiano prevê igualmente possíveis parcerias, já que o arquipélago precisa de quadros capacitados para poder cumprir os desafios que são colocados no mar e nas plataformas que estão sobre o comando da esquadrilha naval da Guarda Costeira.

Por seu turno, o comandante da Marinha do Brasil assegurou que o seu país está pronto para auxiliar a Guarda Costeira dentro de um clima de parceria existente entre os dois países.

«Nós oferecemos a possibilidade de navios de 200 e 500 toneladas, que são os que usamos na patrulha das nossas águas jurisdicionais e na protecção das nossas plataformas», manifestou Júlio de Moura Neto, acrescentando que, de momento, é o inicio de uma negociação e que, segundo disse o seu homólogo cabo-verdiano, as decisões sobre a compra passam para além da Guarda Costeira.

FONTE: www.jornaldigital.com / (c) PNN Portuguese News Network

Empresas estrangeiras da área de segurança têm bons assistentes legislativos. Eles sabem que, no corpo da Medida Provisória 544, consta que, para se beneficiar de preferências para fornecer a Exército, Marinha e Aeronáutica, as companhias terão de ter maioria de capital nacional – para se enquadrarem como Empresas Estratégicas de Defesa. Como a chance de uma MP virar lei, devido à força da base de apoio ao governo, é de 100%, os estrangeiros já estão se adaptando. Espera-se, no entanto, que sejam nacionalizações reais e não fictícias, com estrangeiros donos de 40% do capital mandando, na prática, nas empresas.

Do lado puramente nacional, gigantes como Embraer e Odebrecht crescem a cada dia no setor. Nos últimos dias, sem alarde, a norueguesa Siem Consub mudou sua denominação para Siem Offshore do Brasil e criou uma empresa com maioria de capital brasileiro, subscrito por um conjunto de engenheiros empregados na empresa, chamada Consub Tecnologia. Sabe-se que outras estrangeiras seguirão o mesmo caminho: viram minoritárias para não serem alijadas do sistema.

A Siem Consub é a empresa que desenvolveu a série de sistemas de comando e controle para a Marinha (conhecidos por Siconta) e os integrou ao sistema de combate das fragatas da classe Niterói e da corveta Barroso. Atualmente está trabalhando em nova versão para o porta-aviões São Paulo.

Após a MP 544 virar lei, a nova subsidiária, já com capital nacional, estará habilitada a ser classificada como Empresa Estratégica de Defesa e gozar de diversos benefícios previstos nesta nova legislação. Além disso, por causa de sua grande experiência (única no Brasil na área de sistemas navais), ela vem sendo muito procurada pelos estaleiros estrangeiros que estão competindo no Programa de Navios de Superfície da Marinha (Prosuper) que prevê o fornecimento – com construção no Brasil e transferência de tecnologia – de cinco navios de patrulha oceânicos, cinco fragatas e um navio de apoio logístico.

FONTE: Monitor Mercantil

VEJA TAMBÉM:

Segundo reportagem do site Defense Aerospace, a iniciativa anglo-francesa de defesa, anunciada na última semana, não mencionou a cooperação bilateral em porta-aviões porque o Reino Unido ainda tem que establecer suas intenções nesse campo, de acordo com a DGA (Direction Generale de l’Armement- agência responsável pela aquisição de armas na França).

Lauren Collet-Billon, que comanda a DGA, disse na coletiva de imprensa de 22 de fevereiro que o Reino Unido ainda tem que finalizar seus planos para os porta-aviões da Marinha Real Britânica (RN – Royal Navy), o que inclui opções técnicas importantes como o tipo de catapultas que vai utilizar neles, e que tipos de aeronaves vai operar no fim das contas. Inicialmente, os ingleses queriam comprar o F-35B, que é a versão de decolagem curta e pouso vertical do novo caça norte-americano, para substituir seus Harriers. Depois, mudou para a versão F-35C de operação em porta-aviões com catapulta e aparelho de parada. Mas este último, como todo o programa F-35, vem passando por dificuldades técnicas significativas.

Segundo Collet-Billon, “o F-35 é um programa ambicioso, e como todo programa ambicioso enfrenta certos desafios”. Ele disse também que a cooperação bilateral em porta-aviões vai depender dos programas britânicos, e acrescentou que “se um dia tivermos que alugar caças Rafale M para a Marinha Real Britânica, por que não? Pessoalmente, eu acharia isso muito bom”.

FONTE: Defense Aerospace

FOTO: Min Def da França

Colaborou: Marcelo

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Novos arquivos divulgados pelo site revelam diálogo entre espiões da Stratfor

 

A revelação não é exatamente bombástica. Mas em um momento em que a disputa entre Grã-Bretanha e Argentina pelas Ilhas Malvinas (ou Falklands) volta ao ponto de fervura, ela tem inegável interesse. O site WikiLeaks revelou nesta segunda-feira, através do jornal espanhol El País, que o Brasil quer a Grã-Bretanha longe das Malvinas. A divulgação ocorre depois do vazamento de e-mails da empresa de inteligência e análise estratégica Stratfor.

Em troca de mensagens, a companhia diz que, “surpreendentemente, ainda há quem acredite que as Ilhas Malvinas pertençam à Argentina”, e que o Brasil está disposto a apoiar o país vizinho porque “não quer os britânicos perto de suas reservas de petróleo”.

A conversa entre espiões e analistas da Stratfor começou após o anúncio de que um grupo de empresas de petróleo – incluindo a brasileira Petrobras – realizariam perfurações nas águas argentinas próximas às Malvinas em abril de 2009.

Confira a seguir a troca de e-mails divulgada pelo WikiLeaks:

Allison Fedirka (da Argentina): “Por enquanto, parece que a YPF-Repson, Petrobras e Pan American Energy participaram da exploração. Não sei como isso afetará a relação entre PAE e British Petroleumm, ou se sequer afetará (…)”.

Reva Bhalla (supervisor da Stratfor): “É muito estranho que a Petrobras esteja envolvida (também é interessante que a Espanha dê apoio à Argentina). A participação da Petrobras nesse projeto é uma mostra de apoio bastante forte em uma disputa onde a Argentina parece perdida. Por que esse apoio do Brasil?”

Paulo Freire (correspondente brasileiro da agência): “O Brasil falou várias vezes que o Atlântico Sul e a Amazônia são lugares que nenhum país do norte deveria estar ocupando. Desde que Lula chegou ao poder, o Brasil tem dado sinais de apoio à Argentina no tema Malvinas. Os brasileiros não querem a Grã-Bretanha perto de suas reservas de petróleo”.

Bhalla: “Interessante… É assim que o Brasil se posiciona como o protetor da Argentina? Suponho que eles possam se posicionar assim se perceberem que a Argentina está fraca”.

Freire: “Eles acreditam que a Argentina não é uma ameaça, têm mais medo da Grã-Bretanha porque a associam com a Otan. O último plano de Defesa Nacional diz que o Atlântico Sul deveria ser uma das prioridades do Brasil na área de segurança”.

Em outro e-mail, Freire diz que, em caso de conflito armado entre Argentina e Grã-Bretanha, o Brasil não se envolveria na questão além do plano retórico. O analista da Stratfor, Alex Posey, ainda afirma nos e-mails que o tema Malvinas serve como “distração” a temas internos na Argentina. “Devo dizer que é um tema que machuca os argentinos. Muitos deles acham que as ilhas deveriam ser deles por direito, assim como aparecem nos mapas do país.”

FONTE: Veja.com

Tagged with:
 

Jorge Lourenço


No fim de fevereiro, o Wikileaks começou a publicação de e-mails da companhia de inteligência global Stratfor. Com base no Texas, a empresa tem, entre seus clientes, o Departamento de Defesa e de Segurança Interna dos Estados Unidos. Entre algumas mensagens já disponíveis para o público, a Stratfor analisa as compras militares brasileiras e cita um jornal “parceiro” da companhia.

Em ruínas

Na mensagem que analisa as compras militares, o analista de geopolítica da Stratfor cita fontes no consulado norte-americano para questionar o Ministério da Defesa.

“Você está certo em se perguntar o que, em nome de Deus, Brasília está fazendo. A Marinha brasileira é uma merda. É uma piada, e eu sei porque eu falo com os militares do consulado o tempo inteiro a respeito disso. A tentativa deles de adquirir um submarino nuclear não faz sentido algum”, diz a mensagem, que também fala da compra dos caças Rafale.

“O fato de que eles querem o Rafale e o Gripen é uma piada. O F-18 é o melhor equipamento. Nós os oferecemos um excelente pacote, inclusive bastante transferência detecnologia. (…) O Rafale, mesmo com o preço reduzido, ainda está muito caro. E o Gripen é uma merda. Se você compra o Gripen, você é uma Eslováquia”.

Para justificar a escolha brasileira pelo Rafale, a empresa aponta que Lula pode ter recebido propinas para dar preferência aos franceses.

“A compra dos submarinos é tão estúpida que deve ter alguma compensação por trás. Lula provavelmente está procurando um dinheiro para sua aposentadoria. A compra ainda veio no fim do seu mandato, assim como os caças. O nosso Departamento de Tesouro é contra oferecer propinas, o que não nos permite fazer grandes negócios num lugar corrupto como o Brasil”.

Jornal amigo

As mensagens da Stratfor também apontam a existência de um jornal amigo no Brasil. Sem identificar o veículo, a mensagem fala sobre “grande jornal” brasileiro que estaria disposto a estreitar a parceria com a empresa e torná-la mais produtiva.

O veículo em questão pediu até uma lista de pontos de interesse da Stratfor e deixei seus especialistas em cada área a disposição da empresa para futuras consultas.

Jornal amigo II

Entre os pontos nos quais a Stratfor mostrou interesse estão a relação do Brasil com a China, os projetos de modernização dos portos, exercícios militares nas fronteiras e as políticas de crescimento econômico.

FONTE: Jornal do Brasil

Tagged with:
 

Incidente ocorreu pouco após um incêndio no cruzeiro. Não há feridos

 

ROMA — O Costa Allegra, navio da empresa Costa Cruzeiros, a mesma do Costa Concordia, que naufragou em 13 de Janeiro na costa da Itália, matando pelo menos 25 pessoas, está à deriva no largo das Ilhas Seicheles ( Oceano Índico) após um incêndio. O Costa Allegra tem cerca de mil pessoas a bordo.

O incidente foi confirmado pela guarda costeira italiana. O cruzeiro partiu de Madagascar (África) e tinha como destino as Seicheles. Segundo o comandante deste navio de 187 metros, “houve um incêndio esta manhã na sala dos geradores que já foi controlado”.

O capitão do barco informou que não há mortos nem feridos entre os 636 passageiros e 413 membros da tripulação. Eles foram encaminhados por precaução para as zonas de emergência do navio. Os meios de comunicação entre a embarcação e a Guarda Costeira continuam a funcionar normalmente.

FONTE: O Globo/AP

Tagged with:
 

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Dois navios de guerra do Irã foram identificados pelas autoridades isralenses no Porto de Tartus, na Síria. Os israelenses acenderam a luz de alerta devido à presença das embarcações no local por desconfiar da possibilidade de ataques na região. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Yigal Palmor, disse que o assunto é acompanhado de “perto” pelas autoridades.

Na costa da Síria há um destróier e um navio de abastecimento. O Porto de Tartus está localizado a 220 quilômetros de Damasco, capital síria. O ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi, disse que a presença de navios de guerra iranianos em águas internacionais é um “reflexo da força naval” do país.

Em Israel está uma missão norte-americana que tenta evitar que as autoridades optem por um ataque militar contra o Irã. Para os israelenses, o governo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, é uma ameaça internacional pois há suspeitas de que o programa nuclear desenvolvido no país esconda a produção de armas atômicas.

Os iranianos negam as suspeitas. Para eles, as acusações têm conteúdo político. O governo Ahmadinejad disse que o programa nuclear tem fins pacíficos e medicinais.

FONTE: Agência Brasil / *Com informações da emissora estatal de televisão do Irã, PressTV//Edição: Graça Adjuto

VEJA TAMBÉM:

Tagged with:
 

Uma cópia do telegrama que anuncia a rendição Argentina será leiloada no dia 3 de abril

 

Uma cópia do telegrama enviado pelo general de divisão britânico Jeremy Moore informando sobre a rendição da Argentina na guerra das Malvinas, em 1982, será leiloado pela casa Bonhams no dia 3 de abril – um dia depois do 30º aniversário do início do conflito.

A venda do documento histórico, de valor estimado entre 2.000 e 3.000 libras (3.150 e 4.700 dólares), está sendo anunciada em meio a uma escalada no clima de tensão entre Londres e Buenos Aires pela posse deste arquipélago do Atlântico Sul, sob domínio britânico, mas com soberania reivindicada pela nação sul-americana.

Moore, comandante das forças terrestres britânicas durante a guerra das Malvinas (Falklands para os britânicos), enviou a mensagem à agência de inteligência encarregada das comunicações (GCHQ, nas siglas em inglês) no dia 14 de junho de 1982, pouco depois de receber a rendição do comandante das tropas argentinas e governador militar das Malvinas, Mario Menéndez.

“Em Port Stanley às 9 da noite, hora das Ilhas Falkland, deste 14 de junho de 1982, o general de brigada Menendes rendeu-se e me entregou todas as forças argentinas no leste e oeste das Falklands”, diz o texto divulgado nesta quarta-feira pela casa de leilões.

“Os preparativos estão em curso para reunir os homens que voltam para a Argentina, recolher suas armas e equipamentos (…)”, acrescenta.

“As Ilhas Falkland estão mais uma vez sob o governo desejado por seus habitantes. Deus salve a rainha”, conclui o telex assinado “JJ Moore”.

FONTE: Band.com.br/AFP

 

A DCNS francesa conseguiu sua primeira exportação de OPVs “Gowind”. A Malásia está comprando 6 navios, ao preço de US$ 471 milhões cada. O país vai receber um navio daqui a cinco anos e depois um navio a cada seis meses.

Deu certo a estratégia da DCNS de construir um navio por conta própria e colocá-lo à disposição da Marinha Francesa para testes de mar de 18 a 36 meses. Funcionou com a Malásia.

O projeto básico da classe Gowind pode ser usado para navios de 1.100 a 4.000 toneladas. O OPV que está em serviço com a Marinha Francesa desloca 1.100 t e tem tripulação de 60 militares. É armado com um canhão de 30mm automático (mas pode ser armado até com um canhão de 76mm), duas metralhadoras de 12,7mm e canhão de água.

O navio tem um casco com design “stealth”, tem uma rampa traseira para operação de botes de borracha para missões de abordagem, é equipado com sensores com visibilidade de 360 graus e um sistema de combate otimizado para missões de patrulha costeira, anti-contrabando e anti-pirataria. O OPV pode ficar no mar por três semanas seguidas.

As Gowinds da Malásia serão corvetas de 2.400 t armadas com canhão de 57mm, mísseis antiaéreos, torpedos antissubmarino e poderão operar um helicóptero EC725. Terão velocidade de 26 nós.

FONTE: StrategyPage

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

A Marinha Brasileira aprovou o envio na próxima terça-feira de um novo contingente de militares para atuar, em conjunto com as Nações Unidas, na missão de paz no Líbano.

A missão é ajudar, juntamente com embarcações de mais cinco países, na patrulha das águas territoriais libanesas, de forma a evitar a entrada de material bélico e outros produtos proibidos.

O contra-almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith explicou à Agência Brasil que entre os objetivos da missão está o de «ajudar o governo libanês a evitar a entrada de armas ilegais pelas fronteiras e restabelecer a soberania a sul do território, onde as invasões por parte de Israel são mais frequentes».

Além de garantir a estabilidade necessária para o governo libanês consolidar a democracia no país, Zamith destaca que a missão também mostra a importância geopolítica do Brasil na região: «Isso projeta o Brasil como um país envolvido em operações de manutenção de paz. Hoje somos o 12.º país em termos de contribuição de tropas e material para missões de paz.

FONTE: Agência Brasil

Tagged with:
 

Pelo menos US $ 12,8 bilhões em fundos de construção naval farão parte do orçamento de Defesa da administração Obama, para o ano fiscal de 2013, de acordo com um documento do Pentágono preparado para o briefing de notícias de 13 de fevereiro:

  • Financiamento para começar a construção do navio-aeródromo John F. Kennedy (CVN 79), o segundo da classe “Ford” (CVN 78).
  • Dois submarinos nucleares de ataque SSN 774 “Virginia”.
  • Dois destróieres Aegis DDG 51 Arleigh Burke-classe Flight IIA.
  • Quatro Littoral Combat Ship (LCS), divididos igualmente entre ambos os tipos.
  • Um Joint High Speed Vessel (JHSV).

FONTE: Defensenews

NOTA DO PODER NAVAL: Que decadência é essa?

Tagged with:
 

Declaração foi feita pelo vice-almirante Mark Fox neste domingo

 

O vice-almirante Mark Fox, comandante da Marinha dos Estados Unidos no Golfo Pérsico, declarou neste domingo no Bahrein que a capacidade militar do Irã é levada a sério, mas as que as forças norte-americanas estão preparadas para “confrontar qualquer agressão iraniana” na região.

Fox disse a jornalistas reunidos na sede da Quinta Frota da Marinha dos EUA, em Manama, que foi desenvolvida “uma ampla gama de opções potenciais a serem apresentadas ao presidente” norte-americano, Barack Obama, e “hoje a Marinha está preparada para confrontar qualquer ação hostil por parte do Irã”.

Em meio a uma escalada na tensão entre Washington e Terrã, o Irã tem ameaçado interromper o fluxo de navios pelo estreito de Ormuz, por onde passa um elevado porcentual da produção de petróleo do Golfo Pérsico. As informações são da Associated Press.

FONTE: Agência Estado

Tagged with:
 

Marinha russa ganhará novo porta-aviões

Até 2014, será projetado na Rússia um novo porta-aviões cuja construção terá início após 2020, informou o Comandante da Marinha, Almirante Vladimir Vyssotski. Segundo o comandante russo, trata-se de uma embarcação capacitada para cumprir um amplo leque de missões em praticamente todos os meios. O único porta-aviões atualmente a serviço da Marinha russa é o Almirante Kuznetsov, construído em 1985 e que será modernizado entre 2012 e 2017.

FONTE: Diário da Rússia

Tagged with:
 

Colômbia negocia compra de submarinos U206 usados

Com valores estimados em 20 milhões de dólares, a Marinha da Colômbia iniciou o processo de aquisição de submarinos Tipo U206A, recentemente retirados do serviço ativo da Marinha da Alemanha e que se encontram disponíveis para venda.

Estes navios reforçariam a força submarina colombiana, que atualmente conta com dois submarinos Tipo U209 e dois SX-506.

A negociação incluiria também o treinamento das tripulações, bem como a aquisição de sobressalentes e torpedos (Torpedos Atlas Electronik DM2A3).

FONTE: Infodefensa

SAIBA MAIS:

Tagged with:
 

A Marinha Boliviana realizará junto com soldados do Brasil e do Peru operações antidrogas conjuntas nos rios das regiões fronteiriças, divulgou-se hoje nesta capital.

O comandante desse corpo, contra-almirante Raúl Viscarra, manifestou ao jornal Cambio que durante a reunião realizada com as Forças Armadas do Brasil na cidade de Campo Grande, nos dias 25 e 26 de janeiro passado, foram estabelecidos os alinhamentos para a luta contra o narcotráfico, o contrabando e outros delitos.

“Vamos manter com o Brasil uma reunião bilateral de Inteligência e intercâmbio de informação na linha de fronteira”, afirmou Viscarra.

Revelou que unidades da Marinha de Guerra do Peru farão além disso intercâmbios de informação referida às atividades ilícitas que se realizam na região.

De acordo com Viscarra, outro dos aspectos importantes acordados na reunião é referente ao levantamento hidrográfico entre a Marinha de Guerra do Brasil e a Marinha Boliviana, assim como a verificação do grau de sedimentação e baixo nível das águas na lagoa Cáceres.

Anunciou também que serão realizadas campanhas de saúde com os barcos hospitais, tanto da Marinha de Guerra do Brasil como da Marinha Boliviana nas áreas de sua jurisdição. Além disso militares bolivianos serão capacitados no vizinho país para navegar pela Hidrovia Paraguai-Paraná.

FONTE: Prensa Latina

Tagged with:
 
Página 3 de 5312345...102030...Última »