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Dois navios da US Navy colidiram hoje de manhã no Estreito de Hormuz, perto do Irã, ferindo 15 marinheiros, segundo a US Navy.
A colisão foi entre o submarino nuclear USS Hartford e o navio de desembarque doca (LPD) USS New Orleans.
O tanque de combustível do New Orleans se rompeu com o impacto, causando o vazamento de 90 mil litros de diesel.
Nenhum ferimento ocorreu no pessoal a bordo do USS New Orleans e nenhuma avaria no sistema de propulsão nuclear do submarino foi reportada.
Este incidente ocorre um mês após um submarino nuclear britânico também se envolver numa colisão com um submarino francês, no meio do Atlântico.

FONTE: BBC

NOTA do BLOG: Para saber como os submarinos usam seu sonar para detectar e rastrear alvos, clique aqui.

 

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O sistema Aegis Ballistic Missile Defense (BMD) da  Lockheed Martin recebeu recentemente a certificação completa da Marinha dos EUA.
O último upgrade do sistema BMD em serviço adiciona a capacidade de destruição de mísseis balísticos de curto alcance, quando eles reentram na atmosfera, na fase terminal de voo.
O sistema também já está certificado para destruir mísseis balísticos acima da atmosfera.

Até junho de 2009, o Aegis BMD 3.6.1 será instalado em 17 dos 18 navios da US Navy equipados com o BMD. No próximo verão, o sistema também será instalado em mais três navios equipados com o Aegis, todos baseados na costa oeste, sendo modificados para realizar a defesa contra mísseis balísticos.

Além das instalações do 3.6.1, o cruzador USS Lake Erie (fotos), classe “Ticonderoga”, já equipado com o Aegis BMD, receberá a nova versão com melhora da capacidade computacional e o míssil Standard 3 (SM-3) Block1B.
A nova certificação foi obtida com testes de fogo, nos quais o USS Lake Erie detectou, rastreou, computou a solução de tiro e interceptou o míssil balístico com dois mísseis Standard SM-2 Block IV, dentro da atmosfera.

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No dia 18 de março, a Força Marítima de Auto-Defesa do Japão (JMSDF) incorporou seu “destróier porta-helicópteros” de 195m de comprimento, (DDH) Hyuga (clicar nas imagens). O navio é, na verdade, um navio-aeródromo, mas foi designado como destroier por questões políticas, já que a constituição do Japão proíbe o país de possuir porta-aviões. Mas, com todo o contorcionismo semântico, muitos consideram o Hyuga o primeiro navio-aeródromo japonês a entrar em serviço após a Segunda Guerra Mundial.
ddh-181-3Os japoneses planejam construir dois navios desta classe, que deverão substituir dois DDHs da classe “Haruna”, que lideram duas flotilhas da JMSDF. O Hyuga, além de suas aeronaves, é equipado com um amplo sistema de comando, controle e comunicações, que permitem ao navio funcionar como navio-capitânia em forças-tarefa. Além disso, ele possui modernos radares phased array (PARS), sistema de combate integrado, sistema vertical de lançamento Mk.41 de 16 células (VLS) para mísseis Evolved Sea Sparrow e foguetes anti-submarino ASROC, e dois sistemas CIWS Phalanx para auto-defesa.
ddh-181-4O Hyuga é semelhante à classe “Invincible” britânica, mas sem “ski-jump”. O deslocamento carregado do navio gira em torno de 18.000t.  Ele possui dois elevadores para aeronaves e pelo porte dele, deve ser capaz de operar até 18 helicópteros e futuramente, aviões STOVL F-35 Strike Fighter.
O Hyuga não possui provisões para assalto anfíbio, mas claramente poderá ser utilizado para a função, com algumas adaptações.
O navio é propulsado por duas turbinas LM2500 na configuração COGAG, com dois eixos. O próximo da classe já começou a ser construído em 2008, com lançamento previsto para este ano e comissionamento em 2011.

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NOTA do BLOG: Clique aqui para conhecer outra concepção de navio-aeródromo do Japão, para o futuro.

 

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Durante a operação, foi nítida a grande projeção de poder demonstrada pela Aeronavale, que operou com caças Rafale e Super-Etandart Mordenisés (SEM) e as aeronaves AEW ( Airborne Early Warning) Hawkeye, embarcados no PAN Charles de Gaulle.

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Além da asa-fixa, a Aeronavale operou com seus Lynx, Panther e Alouette III.

A presença de um NH-90, embarcado no BCP Mistral, também chama atenção para a nova geração de helicópteros navais europeus.

Imagem interessante, também a bordo do BCP Mistral, foi  a operação embarcada de um EC 725 Caracal da Força Aérea Francesa,  demonstrando uma forte sinergia entre as Forças.

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Fonte e fotos: NetMarine

 

chile_peru_marA presidente chilena, Michelle Bachelet, comentou nesta quinta-feira a apresentação por parte do Peru, diante da Corte Internacional de Justiça de Haia, de um relatório pedindo a revisão dos limites marítimos entre os dois países, dizendo que neste momento é “fundamental” manter a “tranquilidade”.
“Estamos preparados, sabemos que temos a razão e estamos trabalhando fortemente nisso”, enfatizou Bachelet.
A governante chilena anunciou que o Chile está preparado para se defender na instância internacional. “O exercício da soberania durante todos esses anos nos dá a razão (sobre o impasse)”, reforçou.
A Chancelaria do Chile, segundo Bachelet, “está sendo assessorada por uma equipe de brilhantes especialistas internacionais e os melhores especialistas nacionais”. A presidente explicou que se trata de “um tema do país, um tema de Estado, que reúne todos os chilenos”.
Na segunda-feira, o chanceler chileno, Mariano Fernández, havia anunciado que a defesa de seu país em Haia será baseada em argumentos “de direito e de fato”. A diplomacia de Santiago defende que “o limite marítimo é o limite legal entre Peru e Chile, e isso deve ser respeitado”. O relatório com a posição do Peru foi apresentado nesta quinta-feira em Haia pelo ex-chanceler Allan Wagner, segundo informou o ministro das Relações Exteriores do Peru, José Antonio García Belaunde.
O ministro pediu, em entrevista à rádio San Borja, “unidade nacional” para apoiar a posição do Estado peruano frente ao pedido, formalizado em Haia em janeiro de 2008.
García Belaunde também disse que o relatório, de quatro volumes, foi entregue tanto na versão impressa como na digital ao secretário da Corte de Haia.
Wagner estava acompanhado do coagente do Peru, embaixador Jorge Chávez Soto, e da ministra conselheira, Marisol Agero, coordenadora da delegação nacional.
O ex-chanceler afirmou que os representantes peruanos tiveram uma “longa discussão” com o secretário da Corte Internacional, para explicar os argumentos do relatório.

FONTE: ANSA

NOTA do BLOG: Para saber mais sobre Espaços Marítimos e seu reconhecimento internacional, clique aqui.

 

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Conforme noticiado no Blog Naval, a Marinha Real Britânica deslocou em meados de fevereiro a maior força-tarefa dos últimos anos para a realização de exercícios e operações no Mediterrâneo e no Índico, a Taurus 09. Clique aqui para acessar a matéria anterior e conferir os navios que fazem parte da frota.

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As fotos foram tiradas no Mediterrâneo, onde o submarino HMS Talent uniu-se à frota, e mostram formaturas de demonstração de força e  aspectos de um exercício de desembarque anfíbio realizado na Ilha de Chipre. Depois de navegar pelo Canal de Suez e realizar exercícios acompanhada de navios de outras marinhas no Oceano Índico, a força-tarefa deverá retornar para as ilhas britânicas em agosto.

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Fotos: Royal Navy

 

6º DN tem novo comandante

Foi empossado nesta manhã(18) o novo comandante do 6º Distrito Naval de Ladário. O contra-almirante Edlander Santos recebeu o cargo do também contra-almirante. SantosCésar Sidonio Daiha Moreira de Souza. A cerimônia aconteceu no Pórtico do Distrito e foi presidida pelo almirante de esquadra Álvaro Luiz Pinto, (Comandante de Operações Navais).

O ex-comandante Sidonio segue agora para assumir a 1ª Divisão da Esquadra no Rio de Janeiro. Em seu discurso o contra-almirante destacou o privilégio de ter servido em terras pantaneiras e mais do que a realização profissional, proporcionou grandes amizades com os dois municípios. Sidonio também lembrou das melhorias alcançadas durante sua gestão, do apoio e contribuição aos dois municípios e a população ao longo do rio Paraguai, com as ações sociais, além da inauguração do Navio-Hospital Tenente Maximiano que está sendo adaptado e atenderá as populações ribeirinhas.

FONTE: Portalms

 

Incêndio a bordo do USS ‘Boxer’

Fogo começou durante abastecimento de um Super Cobra

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Dois marinheiros foram atingidos por chamas durante o abastecimento de um helicoptero do USMC no convoo do USS Boxer na última sexta-feira (13/03). Ambos foram medicados na enfermaria do próprio navio e passam bem.

O acidente ocorreu por volta das 16:45h, quando o navio navegava pelo Golfo de Aden. A equipe do convés abastecia um helicóptro AH-1W Super Cobra dos “Marines”. Não foram revelados maiores detalhes e o caso continua sob investigação.

O Boxer possui a bordo a 13a MEU e está sob a coordenação da 5a Frota. Atualmente o navio é a capitânea da TF 151.

Com informações das agêncisa internacionais

 

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O PAN Charles de Gaulle esteve presente a operação e realizou uma série  de demonstrações de manobrabilidade do navio e lançamentos e recolhimentos de suas aeronaves.

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Fonte e Fotos: NetMarine

 

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uspatwA frota de 14 submarinos nucleares de mísseis balísticos dos EUA conduziu 31 patrulhas de deterrência em 2008, num ritmo operacional comparável ao da Guerra Fria.
A nova informação, que foi obtida sob o Freedom of Information Act, coincide com a marca de 1.000 patrulhas de deterrência, atingida em 11.2.2009, pelos submarinos da classe “Ohio”, desde 1982.
Os dados da tabela ao lado mostram que os EUA conduziram mais patrulhas de deterrência que a Rússia, França, Reino Unido e China combinados.

Patrulhas em números

As 31 patrulhas conduzidas em 2008 coincidiram com os 48 anos contínuos deste tipo de operação. Desde que o USS George Washington (SSBN-598) com mísseis Polaris, partiu para a primeira patrulha em 1960, 59 SSBNs conduziram 3.814 patrulhas (clicar no gráfico gráfico).

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Tempo operacional maior

Embora o total anual de patrulhas de SSBN tenha sido reduzido desde o final da Guerra Fria, o tempo dispendido em cada patrulha aumentou. Cada submarino da classe “Ohio” conduz quase o mesmo número de patrulhas por ano, mas gastam quase 50/60% do seu tempo em patrulha.

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O tempo operacional maior é possível porque cada SSBN possui duas tripulações, Azul e Ouro. Cada vez que o submarino volta ao porto, outra tripulação assume o comando do navio, gasta poucas semanas em reparos e reabastecimento e leva o SSBN de volta para a próxima patrulha.

Os dados revelam picos interessantes, com o aumento das patrulhas em 1963, 1965 e 1991. As razões do aumento de atividade coincidem com a Crise dos Mísseis em Cuba e os dias finais da União Soviética.

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O que é uma patrulha de deterrência?

A patrulha feita por um SSBN é o período de operação do submarino numa posição em que ele cobre alvos que fazem parte de plano estratégico de guerra. Cada patrulha de um submarino da classe “Ohio” leva de 60 a 90 dias, mas um submarino cumpriu 98 dias de patrulha em 2008 e outras, ocasionalmente, passam de 100 dias.
Pode ocorrer também de a patrulha ser interrompida por problemas técnicos, e nesse caso, outro submarino é enviado para cobrir o setor. Como resultado, as patrulhas estão durando em média 72 dias.
Estar em patrulha não significa que o submarino fique permanentemente submerso “on-station”, mirando seus mísseis em alvos de risco na Rússia, China e outros países, mas muito do tempo de patrulha é gasto no deslocamento, em exercícios com forças navais, passando por inspeções e certificações, realizando os Weapon System Readiness Tests (WSRTs), conduzindo exercícios de retargeting e comando e controle.
Outro tipo de atividade envolve os exercícios SCOOP (SSBN Continuity of Operations Program), quando um SSBN tem que praticar o reabastecimento em outros portos, em caso de sua base ser aniquilada num ataque.

FONTE: FAS.ORG

 

A Marinha da Rússia deu início aos testes de mar do SSBN Yury Dolgoruky e sua integração com o ICBM Bulava (SS-NX-30 pela OTAN). O Yury Dolgoruky, primeira unidade da classe Borey, foi lançado ao mar em abril de 2007.

A Rússia planeja integrar os ICBM Bulava com o Dolgoruky ainda em 2009. No entanto, analistas não estão confiantes neste calendário, uma vez que alguns testes , incluindo aqueles realizados com o SSBN Dmitry Donskoy (classe Akula ou Thyphoon segundo a OTAN), fracassaram.

Acima, vídeo do lançamento de um Bulava pelo SSBN Dmitry Donskoy ocorrido em Setembro de 2008. Nesta oportunidade os três estágios do míssil funcionaram bem, mas parece que existiram problemas com a separação das ogivas.

Os outros dois SSBN da classe Borey (Alexander Nevsky e Vladimir Monomakh) em construção serão completados em 2009 e 2011. A Rússia planeja construir um total de oito unidades até 2015 e aposentar todos as demais classes de SSBN.

 

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O destroyer britânico Type 42 HMS Edinburgh (D97) é reabastecido pelo Navio-Tanque PR Meuse (A607), que anteriormente já havia realizado o reabastecimento das embarcações que participaram do assalto anfíbio.

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Fonte e fotos: NetMarine

 
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