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O terceiro navio de comando e projeção de força da Marinha Francesa BPC Dixmude, da classe “Mistral”, foi entregue à agência francesa de compras de defesa (DGA) três meses antes do cronograma inicial do contrato.

A DGA teve a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012. Este sucesso é o resultado de extraordinária cooperação entre as indústrias parceiras DCNS e STX France. A concepção, construção e testes do navio foram realizados em estreita parceria com a DGA e equipes da Marinha Francesa.

Gérard Longuet, o ministro francês da Defesa e Assuntos dos Veteranos, elogiou esta conquista depois du uma vista ao BPC Dixmude em Toulon, no sábado, dia 14 de janeiro de 2012.

A DGA encomendou o BPC Dixmude em abril de 2009, no âmbito do pacote do governo francês de estímulo econômico. A entrega à DGA foi marcada para o final do primeiro trimestre de 2012 e a entrada em serviço ativo na Marinha francesa no final do ano. No entanto, a DGA foi capaz de aceitar a entrega formal do navio em 3 de janeiro de 2012, três meses antes do prazo do contrato.

O BPC Dixmude, terceiro navio de comando e projeção de força (BPC) da Marinha Francesa, se beneficiou das lições aprendidas durante a construção dos dois primeiros navios da classe “Mistral” e uma cooperação eficaz entre o construtor naval STX France e a DCNS, que tem a responsabilidade pelo sistema de combate e apoio logística.

A STX France coordenou as operações industriais e construiu o sistema de plataforma e de propulsão, bem como a instalação de equipamentos de bordo. Depois de testes no mar bem sucedidos, o BPC Dixmude voltou a Toulon em julho de 2011. A DCNS, em seguida, integrou e testou o sistema de combate, incluindo sistemas de comunicação, navegação e capacidades de gerenciamento de combate.

Entre abril de 2009, quando o primeiro aço foi cortado, e julho de 2011, quando a plataforma foi entregue, a STX France ultrapassou consistentemente o cronograma de produção. A DCNS também foi capaz de validar o sistema de combate com apenas três testes no mar, em vez dos seis programados no âmbito do contrato.

O compromisso e a disponibilidade dos participantes da DGA e equipes da Marinha e o pronto apoio naval e aéreo garantiu que os ensaios fossem bem sucedidos.

O fato da tripulação do BPC Dixmude da Marinha ter sido capaz de trabalhar a bordo e familiarizar-se com o novo navio a partir de de junho 2011 contribuiu ainda mais para o sucesso dos ensaios.

Em 2012, o BPC Dixmude será utilizado como navio de treinamento para a missão Jeanne d’Arc da Marinha Francesa . Nesta capacidade, ele vai hospedar um novo grupo de cadetes para a instrução e exercícios no mar, bem como um destacamento de pessoal do Exército Francês.

Os dois primeiros navios da classe “Mistral”, BPC Mistral e BPC Tonnerre, foram co-projetados pela DCNS e STX France e entregues à Marinha Francesa em 2006 e 2007, respectivamente.

Organização Marítima Internacional iria apresentar evento sobre centenário do navio inglês

 

LONDRES – Uma coletiva agendada pela Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) para esta segunda-feira que apresentaria o tema do Dia Marítimo Mundial deste ano, “Cem anos depois do Titanic”, foi cancelada em respeito às vítimas do navio italiano Costa Concordia.

O secretário-geral da IMO (que pertence à ONU), Koji Sekimizu, demonstrou condolências pelos envolvidos no acidente.
- Nós devemos considerar seriamente as lições a serem aprendidas e, se necessário, reexaminar as regulações sobre segurança de passageiros de grandes navios à luz das descobertas da investigação do acidente – disse Sekimizu. – No centenário do Titanic, somos lembrados novamente dos riscos envolvidos em atividades marinhas.

O Dia Marítimo Mundial será comemorado em setembro. Lembrando o desastre do Titanic, a edição deste ano analisará o desenvolvimento da segurança marítima desde então e apontará quais áreas da segurança devem ser encaradas como prioridade nos próximos anos.

Uma das consequências do naufrágio do Titanic, em 1912, foi a adoção, dois anos depois, da primeira Convenção Internacional para Segurança no Mar, que já teve várias versões. A Convenção atual está em vigor desde 1974, tendo sofrido apenas alguns ajustes, de acordo com o site da IMO.

- Eu aprecio a Guarda Costeira Italiana por suas operações de resgate durante toda a noite do acidente e os esforços contínuos com o uso de barcos de patrulha, rebocadores, helicópteros e equipes de mergulhadores, que resultaram no maior número de pessoas resgatadas na história da Guarda Costeira italiana – disse o secretário-geral.

Além de elogiar o trabalho de resgate das vítimas, Sekimizu pediu que evitem-se julgamentos precipitados.
- As causas deste acidente ainda não foram estabelecidas. Nós devemos esperar pela investigação e não devemos prejulgar ou especular a esse ponto. Gostaria de pedir ao governo que conduza uma investigação abrangendo todos os aspectos desse acidente e fornecendo todas as conclusões para a IMO, de acordo com o previsto na SOLAS (Convenção Internacional para Segurança no Mar), o mais rápido possível.

FONTE: O Globo

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A Armada Espanhola estenderá a vida operacional dos seus helicópteros Agusta Bell 212. Os trabalhos serão executados por um consórcio formado pelas empresas SENER Ingeniería y Sistemas e INAER Maintenance.

O programa de modernização dos sete helicópteros AB212, que entraram em serviço em 1974, permitirá que os mesmos permaneçam em atividade por pelo menos mais 15 anos com a integração de novos aviônicos e equipamentos de comunicação, atualização dos sistemas de navegação e incorporação de novas habilidades para vigilância de áreas marítimas. Esse é um importante passo qualitativo na capacidade aeronaval da espanhola, juntamente com a introdução dos novos BAM (Buque de Acción Marítima).

Este programa de modernização, avaliado em 21 milhões de Euros, será executado nas instalações da SENER em Tres Cantos e San Agustín de Guadalix, e também nas instalações da INAER, em Albacete e Alicante.

FONTE/FOTO: SENER/USN

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O Ministério da Defesa da China advertiu os Estados Unidos nesta segunda-feira a serem “mais cuidadosos em suas palavras e ações”, depois de anunciarem um novo plano da defesa que enfatiza responder à ascensão China com o apoio de alianças e bases norte-americanas em toda a Ásia.

A declaração do porta-voz do ministério, Geng Yansheng, foi a reação mais completa de Pequim até agora à nova estratégia norte-americana, revelada na semana passada. Ela traz a mistura de cautela e contenção que marcou a resposta chinesa aos esforços do governo Obama na Ásia desde o ano passado.

“Percebemos que os Estados Unidos divulgaram esse guia para sua estratégia de defesa, e vamos observar de perto o impacto que o ajuste da estratégia militar norte-americana tem na região Ásia-Pacífico e nos desenvolvimentos da segurança mundial”, disse Geng em um comunicado divulgado no site do ministério (www.mod.gov.cn).
“As acusações feitas contra a China pelos EUA neste documento são totalmente infundadas”, disse Geng.

“Esperamos que os Estados Unidos fluam com a maré da época, e lidem com a China e os militares chineses de uma maneira racional e objetiva, que sejam cuidadosos em suas palavras e ações e façam o que for benéfico para o desenvolvimento das relações entre os dois países e suas forças armadas”.

A nova estratégia norte-americana promete aumentar a força na Ásia em uma tentativa de conter a capacidade crescente da China de se contrapor ao poderio dos EUA na região, ao mesmo tempo em que as forças norte-americanas recuam em outros cantos do mundo.

Sob esta nova estratégia, os EUA manterão grandes bases no Japão e na Coreia do Sul e enviarão marines, navios da Marinha e porta-aviões ao Território Norte da Austrália.
A estratégia visa conter tentativas eventuais da China e do Irã de bloquear as capacidades norte-americanas em áreas como o Mar do Sul da China e o Estreito de Ormuz.

A China vem buscando o equilíbrio, expressando sua preocupação com as medidas norte-americanas ao mesmo tempo em que mostra seu desejo de relações estáveis com Washington, principalmente quando os dois lados lidam com políticas internas este ano, quando o presidente Barack Obama enfrenta uma batalha pela reeleição e o Partido Comunista chinês assiste a uma troca de liderança.

Temores crescentes

A presença militar norte-americana crescente na Ásia baseia-se no erro de cálculo de que Pequim pretende modernizar suas defesas militares, disse o Ministério das Relações Exteriores da China na segunda-feira.
“A acusação contra a China no documento não tem base, e é fundamentalmente irrealista”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Liu Weimin, em uma coletiva de imprensa, em resposta a uma pergunta da mídia estatal sobre se a China representa uma ameaça à segurança dos EUA.

“A China adere ao caminho do desenvolvimento pacífico, uma política exterior pacífica e independente e uma política de defesa nacional defensiva”, acrescentou Liu.

Mesmo assim, ainda há um temor crescente nos EUA e na Ásia sobre os desenvolvimentos militares da China nos últimos anos.
A China vem expandindo seu poderio naval, com submarinos e porta-aviões, e também aumentou suas capacidades de vigilância e de mísseis, ampliando seu alcance ofensivo na região e enervando os vizinhos.

A disputada propriedade de recifes e ilhas ricas em petróleo no Mar do Sul da China, pelos quais navegam anualmente 5 trilhões de dólares em comércio, é uma das maiores ameaças à segurança na Ásia.

FONTE: Reuters / GRÁFICOS: Wall Street Journal

WASHINGTON, 6 Jan 2012 (AFP) -Uma embarcação da Marinha dos Estados Unidos resgatou 13 iranianos que estavam há um mês e meio sequestrados por piratas somalis no Mar Arábico, disseram nesta sexta-feira funcionários militares americanos.

O destroier “USS Kidd” respondeu a um chamado de socorro de um barco pesqueiro de bandeira iraniana e, após abordá-lo, uma equipe da Marinha americana liberou a tripulação iraniana e deteve 15 supostos piratas, informou o Pentágono em um comunicado.

O incidente foi uma reviravolta inesperada depois de dias de tensões crescentes entre o Irã e os Estados Unidos, com Teerã lançando advertências aos americanos de que não permitiriam a passagem do porta-aviões “USS John C. Stennis” através do estreito de Ormuz.

Mas um dos barcos que acompanha o “Stennis”, o “USS Kidd”, foi nesta quinta-feira ao resgate dos iranianos que tripulavam o pesqueiro ”Al Molai”, cujo capitão lançou um pedido de ajuda dizendo que “estava sequestrado pelos piratas”, segundo o comunicado da Quinta Frota americana, com sede no Bahrein.

“Uma equipe de supervisão, abordagem, revista e apreensão do ”Kidd” abordou o ”Al Molai” e deteve 15 supostos piratas que haviam mantido reféns 13 membros da tripulação iraniana durante várias semanas”, destacou o comunicado.

“O ”Al Molai” havia sido sequestrado e utilizado como ”nave mãe” para as operações dos piratas no Golfo Pérsico, segundo membros da tripulação do navio iraniano”, explicou.
Os piratas, supostamente somalis, estão detidos no “Stennis”, destacou um porta-voz do Pentágono, capitão John Kirby.

“Os iranianos e o ”dhow” (o pesqueiro) foram libertados e estão a caminho de casa”, disse Kirby à AFP.

Antes do resgate desta quinta-feira, outro barco iraniano, a motor, havia emitido também um pedido de socorro ao suspeitar de um ataque de piratas.

Um helicóptero de outro navio da Marinha dos Estados Unidos, o “USS Mobile Bay”, que também estava embarcado no porta-aviões “Stennis”,  respondeu ao chamado, segundo Kirby.
Mas os piratas lançaram objetos na água e “subiram no barco e não pudemos deter os piratas porque não havia provas”, acrescentou.

FONTE: AFP, via Terra / FOTO: USN

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O presidente dos EUA, Barack Obama, formalizou nesta quinta-feira, 5, a nova estratégia militar do país – reduz o orçamento do setor, estabelece uma diferente orientação das Forças Armadas ante ameaças na Ásia e na região do Pacífico, mantém uma forte presença no Oriente Médio e deixa claro que as forças terrestres deixarão de ter condições de empreender campanhas prolongadas e em grande escala simultâneas, como no Iraque e no Afeganistão.

Numa rara aparição na sala de imprensa do Pentágono, Obama apresentou uma diretriz militar que se afasta da adotada nas guerras arrasadoras herdadas do governo de George W. Bush e dependerá mais do poderio naval e aéreo no Pacífico e no Estreito de Ormuz para contrabalançar as ações da China e do Irã.

A estratégia de Obama inclui cortes de centenas de bilhões de dólares nas forças armadas, o que a torna um inábil complemento de suas difíceis relações com os militares desde seu primeiro dia na presidência. Numa carta que acompanha a nova estratégia, o presidente escreveu: “Precisamos colocar em ordem nossa situação fiscal e recompor nosso poder econômico em longo prazo”.

Mas, num ano eleitoral, em que ele está sendo atacado pelos candidatos republicanos por enxugar o orçamento militar e, conforme afirmam, por sua fraca reação às ameaças iranianas, Obama disse também que os EUA “evitarão repetir os erros do passado, quando as Forças Armadas não estavam bem preparadas para o futuro”.

Com isso em mente, disse o presidente, seu governo continuará investindo nas medidas de combate ao terrorismo, na coleta de informações, na guerra cibernética e na dissuasão da proliferação das armas nucleares.

Obama discutiu pela manhã a nova estratégia com seu secretário da Defesa, Leon Panetta, e com o general Martin E. Dempsey, chefe do Estado-Maior Conjunto. Funcionários comentaram que foi a primeira vez na história que um presidente convocou uma coletiva no Pentágono.

“Agora, estamos virando a página de uma década de guerra”, declarou Obama. O país precisa estar preparado, acrescentou. “Não podemos repetir os erros do passado – depois da Segunda Guerra, depois do Vietnã -, quando as nossas Forças Armadas não estavam devidamente preparadas. Portanto, elas serão menores, mas o mundo deve saber que os EUA manterão sua superioridade militar.”

Porta-aviões poupados

Panetta concluiu que, na próxima década, o Exército terá de encolher até mesmo em relação às metas atuais, para 490 mil soldados, mas os EUA não cortarão nenhum dos seus 11 porta-aviões, acrescentaram representantes do Pentágono e analistas militares sobre as propostas de orçamento apresentadas pelo secretário.

A nova estratégia militar tem como base cortes no Pentágono de pelo menos US$ 450 bilhões, nos próximos dez anos. Outros US$ 500 bilhões poderão ser cortados pelo Congresso no mesmo período.

Nesta nova realidade, Panetta deverá, nas próximas semanas, propor cortes na produção da nova geração de armas e até mesmo adiamentos na compra de caças F-35, um dos programas de armamentos mais caros da história. O adiamento das compras de F-35, no entanto, não deve impedir que as fábricas continuem em funcionamento – dando à fabricante Lockheed-Martin a possibilidade de corrigir os constantes problemas no desenvolvimento do avião.

Nos últimos dias, assessores de Panetta e Dempsey informaram que será possível divulgar alguns detalhes específicos sobre os cortes do Pentágono, antes que a proposta final do orçamento seja concluída, no final do mês. Mas vários representantes do Pentágono, militares e especialistas em orçamento militar criticaram os cortes específicos, embora não quisessem se identificar.

O secretário da Defesa deixou claro que a redução das tropas será feita criteriosamente e levará alguns anos, de forma que os veteranos não sejam jogados num mercado difícil em matéria de emprego, e as famílias dos militares não acreditem que o governo deixou de merecer a sua confiança depois de uma década de sacrifícios, afirmaram.

Um Exército menor seria uma clara indicação de que o Pentágono não prevê outra campanha para combater a insurgência. Tampouco os militares teriam condições de sustentar duas guerras terrestres ao mesmo tempo, como exigiram as estratégias militares nacionais passadas.

Mas as Forças Armadas terão de ter capacidade para frustrar as aspirações beligerantes de um adversário e ao mesmo tempo dedicar-se a operações de ajuda humanitária.

De Elisabeth Bumiller e Thom Shanker

FONTE: The New York Times / WQ, via Midiamax news

Montevidéu – O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Uruguai defendeu a presença, no Porto de Montevidéu, de uma embarcação científica da Marinha britânica que partiu na quarta-feira com destino às Ilhas Malvinas, território sobre o qual a Argentina reclama soberania.

O vice-ministro do Uruguai, Roberto Conde, disse ao jornal uruguaio El Observador que “não podem entrar barcos com bandeira das Malvinas ou barcos de guerra” no país, mas que “este é científico, e por isso pode ingressar”.

Trata-se do HMS Protector, um navio quebra-gelo que desde o ano passado realiza tarefas de patrulhamento e exploração científica no Atlântico Sul, no entorno das Malvinas e da Antártida.

O governo de José Mujica anunciou, em Dezembro do ano passado, a proibição da entrada de embarcações com bandeira inglesa. A medida teve fins pacíficos e foi realizada em apoio à Argentina, mas provocou mal-estar com o governo britânico.

As Ilhas Malvinas estão sob controlo da Grã-Bretanha desde 1833.

Buenos Aires travou com um conflito armado com Londres, em 1982, mas não conseguiu conquistar o arquipélago.

FONTE: Angolapress

O ministro da Defesa do Irã, general Ahmad Vahidi, reiterou nesta quarta-feira a advertência contra a presença da Marinha americana no Golfo Pérsico.

“Sempre afirmamos que a presença de forças não regionais no Golfo Pérsico era nociva e só poderia criar distúrbios. Portanto, pedimos que não estejam presentes nesta via marítima”, declarou o militar, citado pela agência iraniana Mehr.
“O Irã fará todo o possível para preservar a segurança no Estreito de Ormuz”, completou. Na terça-feira, o general Ataollah Salehi advertiu o porta-aviões americano USS John C. Stennis, que atrevessou o Estreito de Ormuz e está no Mar de Omã, que não retorne ao Golfo Pérsico.

A passagem do USS John C. Stennis pelo Estreito de Ormuz aconteceu durante as manobras navais iranianas que duraram 10 dias na mesma região. Apesar das ameaças, Washington prometeu na terça-feira manter os navios de guerra mobilizados na região do Golfo.

Na segunda-feira, último dia das manobras navais, o Irã testou vários mísseis de cruzeiro, em particular os Ghader e Nur, com alcance de 200 km e que podem atingir alvos no Estreito de Ormuz, no Mar de Omã e no Golfo Pérsico.

FONTE: AFP via Terra / FOTOS: US Navy

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O Irã encerrou seus jogos de guerra no Golfo Pérsico nesta terça-feira praticamente da mesma forma como os iniciou no mês passado: com um tom de desafio militar enquanto potências ocidentais se reúnem em busca de sanções mais duras nos setores financeiro de petróleo como ferramenta contra o programa nuclear de Teerã.

A atmosfera de impasse – menos de uma semana depois de o Irã ter alertado que poderia bloquear uma das mais importantes rotas marítimas de petróleo mar do mundo em resposta às pressões econômicas – parece se aprofundar após um general iraniano sugerir que porta-aviões norte-americanos não são bem vindos no Golfo.

O Pentágono respondeu posteriormente que as embarcações manterão suas ações no local como programado. George Little, secretário de imprensa do Pentágono, disse que a Marinha dos Estados Unidos opera no Golfo de acordo com a lei internacional para manter “um constante estado de alta vigilância” e assegurar o fluxo de comércio marítimo.

Em Paris, o ministro de Relações Exteriores Alain Juppé disse que “não há dúvidas” de que o Irã está buscando a fabricação de armas nucleares e pediu que a Europa siga os Estados Unidos na imposição de sanções mais duras contra o país. Juppé disse que as medidas poderiam incluir alvos como o banco central do Irã e a imposição de embargos ao petróleo iraniano.

Caso o Ocidente deixasse de adquirir petróleo de um dos mais importantes exportadores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ainda deixaria o Irã com muitos mercados compradores como China e Índia e daria a Teerã força econômica para resistir aos Estados Unidos e seus aliados.

Mas preocupações de que as tensões no Golfo poderiam prejudicar o fornecimento de petróleo elevaram o preço do barril para acima de US$ 101 e acrescentaram mais pressão à moeda iraniana, o rial, que atingiu recordes de baixa ante o dólar nesta semana.

Ao final dos 10 dia de manobras navais, o chefe do Exército iraniano, general Ataollah Salehi, disse que um “navio de guerra norte-americano” que deixou o Golfo não devia retornar. Ele não citou uma embarcação específica, mas a 5ª Frota Naval dos Estados Unidos disse que o porta-aviões USS John C. Stennis e outro navio deixaram o Golfo pelo Estreito de Ormuz na semana passada após a vista ao porto Jebel Ali, em Dubai.

A 5ª Frota, sediada no Bahrein, é um dos principais contrapesos do Pentágono à expansão militar do Irã no Golfo Pérsico. As informações são da Associated Press.

FONTE: Estadão

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A Marinha iraniana lançou de forma bem sucedida o míssil “Noor” terra-mar nos exercícios militares que realiza no Golfo Pérsico, informou a agência de notícias estatal Irna.

Este modelo do projétil, que está muito avançado em relação aos sistemas anti-radar, atingiu os alvos previstos e os destruiu, segundo a agência. O míssil foi projetado e produzido por especialistas da marinha e cientistas da indústria de Defesa do país.

Também nesta segunda-feira, a marinha iraniana lançou mísseis terra-mar de longo alcance (Ghader) e de baixo alcance (Nasr), ambos com sucesso, segundo a fonte.
A armada iraniana começou no último dia 24 de dezembro suas manobras navais Velayat 90 nas águas do sul do país entre o estreito de Ormuz e o oceano Índico.

O Irã vive uma polêmica por causa de seu programa nuclear, sobre o qual parte da comunidade internacional, liderada pelos EUA, acredita que tem uma vertente militar destinada à fabricação de bombas atômicas, o que Teerã nega, alegando que ele tem caráter exclusivamente civil e com objetivos pacíficos.

FONTE: Terra/EFE

NOTA DO PODER NAVAL: o Noor é uma versão modificada do míssil antinavio chinês C-802.

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A Rússia finalmente entregou oficialmente à Índia o submarino nuclear Nerpa, cujo acidente em 2008 provocou a morte de 20 técnicos e tripulantes.

A cerimônia oficial da assinatura da entrega foi realizada ontem (quinta-feira) em Bolchoi Kamen (Extremo Oriente russo), onde está atualmente o Nerpa, segundo o Estado-Maior da frota russa.
O K-152 Nerpa, um submarino de ataque de propulsão nuclear classificado pela Otan como “Shuka-B” ou “Akula”, pode levar torpedos e mísseis de cruzeiro.

Uma falha no sistema anti-incêndio em novembro de 2008 provocou a morte de 20 pessoas por asfixia, entre os quais 17 civis do estaleiro no qual foi construído o submarino, quando realizava testes no mar do Japão.

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DUBAI, 28 Dez – A Quinta Frota dos Estados Unidos afirmou nesta quarta-feira que não permitirá nenhuma interrupção do tráfego no estreito de Ormuz, depois que o Irã ameaçou impedir os navios de passarem pela estratégica rota de escoamento de petróleo.

“O livre fluxo de mercadorias e serviços pelo estreito é vital para a prosperidade regional e global”, disse um porta-voz da frota, baseada no Barein, em resposta por escrito perguntas da Reuters sobre a possibilidade de o Irã fechar a passagem.

“Quem quer que ameace prejudicar a liberdade de navegação em um estreito internacional está claramente fora da comunidade de nações. Nenhuma interrupção será tolerada”, disse o porta-voz.

Indagado sobre se estava adotando alguma medida específica em resposta à ameaça de fechamento do estreito, o assessor respondeu que a frota “mantém uma presença robusta na região para deter ou conter atividades desestabilizadoras”, e não deu mais detalhes.

A declaração do porta-voz da frota é uma resposta a declarações recentes de autoridades iranianas. Nesta quarta-feira, o mais alto comandante naval do Irã afirmou que bloquear o estreito de Ormuz, no Golfo, a petroleiros seria “mais fácil que beber um copo de água” para o Irã, se o país considerar a ação necessária, aumentando assim os temores sobre a mais importante rota de passagem do produto no mundo.

“Fechar o estreito de Ormuz é realmente muito fácil para as Forças Armadas do Irã… ou, como os iranianos dizem, será mais fácil que beber um copo de água”, disse Habibollah Sayyari à emissora iraniana de língua inglesa Press TV.

“Mas, neste momento, não precisamos fechá-lo, já que temos o Mar de Omã sob controle, e podemos controlar o trânsito”, disse Sayyari, que está no comando de dez dias de manobras militares iranianas em Ormuz. (Reportagem de Humeyra Pamuk e Andrew Hammond)

FONTE: Reuters

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A mais recente avaliação dos segredos militares da China e a rápida modernização dos seus submarinos, tem boas e más notícias para a Marinha dos EUA. Por um lado, cerca de 60 submarinos da frota da Marinha do Exército de Libertação Popular (PLAN) estão gastando mais e mais tempo nas patrulhas de combate  -  sinalizando o aumento da competência naval da China e a crescente seriedade em influenciar o oeste do Oceano Pacífico.

Por outro lado, a agitação da atividade submarina dá às forças norte-americanas mais oportunidades de acompanhar e examinar os submarinos chineses. Analistas dos EUA descobriram uma fresta de esperança no encontro com as nuvens da tempestade estratégica. Submarinos chineses são muito mais barulhentos do que o esperado. O som que se ouve é o do equilíbrio de poder do Pacífico em favor de Washington.

Em 2007, submarinos a diesel da China e um punhado de submarinos de propulsão nuclear conseguiram apenas algumas poucas patrulhas  por ano, combinados. Dois anos antes disso, nenhum dos submarinos de Pequim saiu para patrulha. Durante anos, a maioria dos submarinos da PLAN permaneceu amarrada em bases navais, afastada por problemas mecânicos e falta de equipes devidamente treinadas.

Enquanto os submarinos da PLAN estavam ociosos, os aviões de espionagem da Marinha dos EUA, navios de vigilância e submarinos tiveram poucas oportunidades para avaliar as capacidades submarinas da China – e, mais importante, quanto ruído os chineses geram submersos e em movimento, ao mesmo tempo. Marinhas podem usar sonares passivos para rastrear submarinos pelos sons que eles fazem. Quanto mais alto o ruído de um navio, mais fácil de detectar. E destruir.

Com pouca informação para prosseguir, oficiais da inteligência americana tinham de adivinhar. Em casos como este, “adivinha-se conservadoramente”, disse um respeitado analista naval ao Danger Room, sob a condição de anonimato. As estimativas conservadoras colocaram o submarinos mais recentes da PLAN cerca de uma década atrás do “estado-da-arte” dos submarinos russos – e, potencialmente, 20 anos atrás a tecnologia submarina dos EUA.

Agora os submarinos chineses estão patrulhando com mais freqüência. ”Nos últimos dois anos, os chineses começaram a desdobrar submarinos diesel com mais frequência em lugares como o Mar das Filipinas”, revela o analista. Mais e melhores dados estão fluindo das forças dos EUA. Com esses dados, a Marinha realizou uma nova avaliação dos submarinos da PLAN. O analista não identificado participou de uma apresentação secreta com base na avaliação.

A maior surpresa da avaliação: deixando de lado uma dúzia de submarinos russos da PLAN importados, os novos submarinos chineses podem ser detectadas na conhecida ”primeira zona de convergência”, um anel de cerca de 25 milhas a partir de um submarino onde as ondas sonoras viajam juntas.

Durante a Guerra Fria, a Marinha dos EUA organizava seus submarinos em linhas onde cada navio ficava 25 milhas distante da próxima, formando uma espécie de rede para apanhar submarinos soviéticos. Com a introdução da mais recente geração de submarinos sileciosos russos a diesel na década de 1990, os americanos achavam que a detecção na zona de convergência não era mais possível. Mas a Marinha acaba de descobrir que os submarinos de fabricação chinesa são ainda mais barulhentos que os submarinos russos de 20 anos de idade. ”Aparentemente, os submarinos americanos estão fazendo detecções na primeira zona de convergência e rastreando-os”, relata o analista.

Assumindo que os chineses vão manter os projetos dos submarinos atuais, os submarinos americanos devem ser capazes de derrotar rapidamente os submarinos chineses em qualquer guerra futura potencial – ajudando a abrir caminho para que os porta-aviões dos EUA possam atacar alvos terrestres chineses. Combinado com uma desaceleração na produção de submarinos chineses, e a recente duplicação da produção de submarinos nos EUA, a revelação de ruído pode levar a um recálculo radical do equilíbrio de poder do Pacífico.

A Marinha dos EUA tinha uma vantagem tecnológica confortável sobre a PLAN antes mesmo da atividade chinesa aumentada alimentar a inteligência. Agora essa vantagem ficou ainda ainda maior. E mais ruidosa.

FONTE: Wired, Danger Room/ TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: Poder Naval

COMO FUNCIONA O SONAR?

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A companhia de construção naval da Coreia do Sul Daewoo Shipbuilding assinou o maior contrato na história do país para fornecer três submarinos à Indonésia. O valor da transação é de 1,12 bilhão de dólares, informou o escritório de programas de compras militares.

O fornecimento a Jacarta de submarinos diesel com um deslocamento de 1400 toneladas cada um está prevista para o primeiro semestre de 2018. Os submarinos têm 61,3 metros de comprimento e uma tripulação de 40 pessoas. Eles terão oito tubos de torpedo, bem como outras armas, incluindo mísseis.

Daily Mail diz que movimentação foi motivada por bloqueio do Mercosul

 

A tensão adormecida entre Argentina e Reino Unido sobre o controle das Ilhas Malvinas ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira (22/12). O jornal Daily Mail revelou que o governo britânico está “tirando a poeira de seus planos de defesa” nas Malvinas, mais de 30 anos depois do fim da guerra entre os dois países.
O motivo da preocupação seria o acordo anunciado nesta semana de que os países do Mercosul (Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai, apesar de este último não ter litoral) não permitirão a passagem de barcos “com bandeiras ilegais das Malvinas”, ocupadas pelo Reino Unido desde 1833.

Outra razão seriam os planos de enviar o príncipe William às ilhas durante seis meses, em 2012, para treinamento militar como piloto de busca e resgate da Força Aérea Real, o que aumentará as tensões com o governo argentino.

De acordo com o jornal, em 2010, o ex-ministro da Defesa britânico, Liam Fox, chegou a revisar e atualizar os planos de guerra para garantir a ocupação das ilhas. O atual ministro, Philip Hammond e o Conselho de Segurança Nacional foram informados de que atualmente não há uma ameaça militar iminente.

De fato, a presidente Cristina Kirchner anunciou na noite desta quarta-feira (21/12) que “muito em breve” a Argentina terá um embaixador no Reino Unido, 30 anos após o congelamento das relações diplomáticas derivado da Guerra das Malvinas.

“Mas se há uma ameaça, faremos os preparativos muito rapidamente. Temos certeza de que os argentinos não podem nem atracar um barco pesqueiro nas ilhas, mas é importante demonstrar que somos sérios em relação a nossas obrigações”, afirmou um oficial militar ao jornal inglês.

O relatório enviado a Hammond, no entanto, menciona a possibilidade de que um novo conflito bélico poderia surgir se houver uma piora nas relações entre os países e que cerca de 1.200 soldados seriam capazes de “repelir uma invasão até que reforços sejam enviados”.

Fontes do ministério de Defesa britânicos também afirmaram ao jornal que há um submarino nuclear no Atlántico Sul, onde estão localizadas as Malvinas. Um ex-comandante da Marinha britânica durante a guerra de 1982 disse que a decisão dos países do Mercosul era “escandalosa” e sugeriu que o submarino deveria “mostrar seu mastro e deixar claro que está lá”.

“Acredito que o ministério de Relações Exteriores deveria ser mais duro. Esta tensão está crescendo há um tempo e temos que fazê-los entender que a soberania não está na mesa de negociações. Os habitantes que moram lá querem continuar sendo britânicos”, afirmou.

Outra fonte militar, em declarações mais desafiantes ao jornal, ameaçou: “No segundo em que eles cruzem sua costa, desceremos do ar. Seria uma caça de perus”. Um oficial, por sua vez, disse que os britânicos contam com uma “força decente de ataque para proteger as ilhas, o que estava ausente em 1982, e as Forças Armadas argentinas não se recuperaram adequadamente da ‘paulada’ que receberam na última vez”.

Soberania argentina

Após o anúncio, realizado na Cúpula do Mercosul, de que os países-membro do bloco não permitirão que os navios com bandeira ilegal das ilhas atraquem em seus portos, os diplomatas britânicos na América do Sul convocaram reuniões nos países onde estão designados, exigindo “explicações urgentes” sobre o significado da medida.

Desde o início de seu mandato, Cristina Kirchner fez inúmeras declarações públicas, tanto em cúpulas regionais como mundiais, acerca da soberania argentina sobre as Ilhas Malvinas. Durante seu discurso em setembro na 66ª Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), a presidente argentina questionou o poder de veto dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, entre os quais está o Reino Unido.

“Dez resoluções desta Assembleia convocaram o Reino Unido da Grã Bretanha e o meu país a sentarem e negociar, conversar sobre nossa soberania. Tenham em conta que a Argentina não está demandando que se cumpra esta resolução sob o reconhecimento da soberania, está simplesmente pedindo que se cumpra com alguma das dez resoluções da ONU”, queixou-se a mandatária.

A Argentina também mencionou as resoluções do Comitê de Descolonização e as declarações da OEA (Organização dos Estados Americanos). “Diversos fóruns (…) do mundo inteiro reclamam através de resoluções e declarações o tratamento desta questão e o Reino Unido se nega sistematicamente a cumpri-lo e obviamente utilizado sua condição de membro do Conselho de Segurança com direito a veto para isso.

Na ocasião, Cristina Kirchner afirmou que o país esperará “um tempo razoável”, mas que no caso de não conseguir dialogar com as autoridades britânicas, seu governo se verá obrigado a revisar a declaração conjunta que permite um voo semanal que parte do Chile às ilhas, seja com escala na cidade de Rio Gallegos, seja simplesmente sobrevoando o território argentino.

“A Argentina não tem intenções de agravar a situação de ninguém, mas também é justo que esta Assembleia e que o Reino Unido tomem consciência de que o cumprimento das resoluções é necessário. Não podemos estar 180 anos, 30 anos [esperando], assim como a Palestina não pode estar peregrinando durante décadas e décadas para ter um lugar no mundo e menos ainda os argentinos para exigir este território que legitimamente nos corresponde”, enfatizou.

Segundo ela, a ocupação do Reino Unido nas ilhas é ilegítima, já que “não é necessário ressaltar que ninguém pode alegar domínio territorial a mais de 14.000 km de ultra-mar”. Cristina Kirchner queixou-se também das “verdadeiras provocações, ensaios de mísseis em maio e julho” e alegou que os recursos naturais pesqueiros e petroleiros das Malvinas são “substraídos e apropriados ilegalmente por quem não tem nenhum direito”.

FONTE: Opera Mundi/UOL

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Os presidentes do Mercosul reunidos hoje na cúpula do bloco em Montevidéu aprovaram uma resolução que proíbe a entrada de barcos com bandeiras das Ilhas Malvinas nos portos de seus países-membros.

A resolução foi acertada pelos chanceleres das nações do bloco durante as reuniões preparatórias para a 42ª Cúpula do Mercosul, que começou ontem na capital uruguaia e se encerra nesta tarde.

Na semana passada, o Uruguai proibiu a entrada de barcos do arquipélago — atualmente sob controle britânico e cuja soberania é reivindicada pela Argentina — em seu porto de Montevidéu, o que fez a Grã-Bretanha a chamar seu embaixador no país para consultas.

O ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Luis Almagro, assegurou que a “decisão política está tomada” e só restam “aspectos jurídicos relevantes que dão substância à forma como se instrumenta”.

O presidente uruguaio, José Mujica, argumentou na ocasião da proibição que a ordem de impedimento cumpria com um trato feito no ano passado da União Nações Sul-americanos (Unasul).

Seu colega argentino, Héctor Timerman, agradeceu ontem ao governo do Uruguai pela proibição e disse aos membros do Mercosul que a bandeira das Malvinas é “ilegal”.

“O governo argentino agradece ao Uruguai à posição que tomou, [o país] cumpriu com sua palavra”, disse o chanceler argentino.

A Argentina e a Grã-Bretanha entraram em guerra em 1982 em disputa pelo controle das ilhas, que acabaram ficando sob controle de Londres. Buenos Aires, porém, ainda reivindica sua soberania sobre os territórios.

FONTE: ANSA Latina

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Ele está de volta

A Royal Navy liberou algumas fotos tiradas na semana passada quando o Admiral Kuznetsov, escoltado por um contratorpedeiro, duas fragatas e um navio de apoio foram avistados ao norte da Escócia

As imagens são de tripulantes da HMS York e mostram pousos e decolagens de caças Sukhoi Su-33. A York foi designada para acompanhar a frota russa.

Acredita-se que o grupo esteja se dirigindo para o Mediterrâneo, onde a Rússia possui uma base na costa da Síria.

FONTE: BBC

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