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vinheta-clipping-navalCom um projeto independente, a França ofereceu à Marinha uma alternativa às fragatas FREMM ítalo-francesas. Trata-se de nova versão do modelo equipada com mísseis que alcançam 1.500 km, bem mais que os 200 km da versão binacional. A Itália não gostou.

FONTE: IstoÉ edição 2119 – coluna Brasil Confidencial (Octávio Costa)

NOTA DO BLOG: Scalp Naval? Como base para discussão aqui no Blog, os números de alcance citados na breve nota servem para fomentar discussões entre o público mais afeito ao assunto e aos dados sobre  mísseis que equipam / podem equipar diversas versões das FREMM,  (clique nos links abaixo para mais detalhes sobre os armamentos).

Mas para o público em geral, ao qual é direcionada a nota, os dados de alcance colocados em comparação ajudam mais a desinformar do que a informar. Pode-se estar comparando, por exemplo, mísseis antinavio (pra não falar de mísseis antiaéreos) com mísseis de cruzeiro, com emprego diverso, respondendo a requisitos e decisões estratégicas também diversas.

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Embarcação turca que pegou fogo na costa gaúcha está em poder da Marinha

vinheta-clipping-navalDeve ser concluído em 30 dias o processo para leiloar o navio turco Düden. A embarcação pegou fogo no litoral gaúcho no ano passado e foi abandonada em Rio Grande pelos empresários europeus.

Agora pertencente à Marinha do Brasil, conforme decisão publicada no Diário Oficial, o próximo passo é o leilão, com lance inicial estimado em US$ 1,3 milhão de dólares (cerca de R$ 2,44 milhões).

Todo o processo será conduzido pelo Quinto Distrito Naval, que receberá as propostas. O valor arrecadado será usado para custear as despesas com o resgate do navio. No dia 21 de novembro passado, a embarcação de bandeira turca pegou fogo a 260 quilômetros da costa, próximo a Tramandaí.

No acidente, um tripulante morreu e 21 foram salvos. Como o dono do navio não se manifestou, a retirada da embarcação foi feita pela Marinha. A operação custou mais de R$ 1,1 milhão. O navio turco segue atracado no cais do porto novo de Rio Grande.

FONTE/FOTO: Zero Hora/riograndenoticias

NOTA DO BLOG: os tripulantes do navio turco foram resgatados no dia 23/11/2009 pela tripulação da fragata Bosísio. A fragata da MB participava da “Operação Laçador” quando foi chamada para prestar o socorro.

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Navios da ForMinVar em Recife

vinheta-clipping-naval Até domingo (6), dois navios chamados de varredores, da Marinha brasileira, estarão ancorados no porto do Recife. Quem quiser, poderá visitá-los a partir desta quinta-feira (3).

Os navios Araçatuba e Albardão medem quase 50 metros e pesam, aproximadamente, 253 toneladas. Eles são usados pela Marinha brasileira para fazer operações de varredura no fundo do mar.

“Vão poder ver o que a gente utiliza para retirar os explosivos no fundo do mar, as minas submarinas. Estamos operando com equipamentos que faz o escaneamento do fundo do mar”, falou o comandante da Força de Minagem e Varredura, o capitão Telmo Luiz Pezzutti.

Por dentro, eles são construídos de madeira e metal. São vários equipamentos e alta tecnologia. Os navios estão abertos a visitação nesta quinta e sexta-feira (4), além do domingo, das 14h às 17h. Não é preciso pagar nada para conferir. Do Recife, eles retornam para Aratu, na Bahia.

FONTE:pe360graus

NOTA DO BLOG: nosso colega MO adora o termo “ancorados no porto”.

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Mais sobre o pacote italiano para a MB

Etna LSV

Corre nos fóruns brasileiros de assuntos militares que a MB teria optado por produtos italianos para seu programa de reequipamento da força de superfície.

A noticia foi veinculada assim:

“A Casa Lidador, e suas congêneres, informam que não estão mais aceitando encomendas de vinhos Chiantti e Valpoliccela. O estoque está todo empenhado…”

Segundo fonte de dentro do MD, esse deverá ser o caminho, pois com o pacote fechado  de um LSV classe ETNA para substituir o NT Marajó, que ainda irá trabalhar um bom tempo na Marinha, 5 NaPaOc  de 1.8 ton e 3 Fragatas FREMM  (que, segundo essa fonte, custam muito, mas muito mais baratas do que suas congêneres francesas), a MB poderá ter, enfim, navios modernos para cumprir o que determina a END.

Porém, o anuncio só será feito mais para o final do ano, com os NPaOc classe “Commandante” num primeiro momento, e os navios restantes com anúncio para o ano que vem.

Ainda resta confirmar o assunto da modernização do AMRJ pelo estaleiro italiano.

Enfim, o que se sabe é que, com esta opção tipo “Pacote”, os preços de todos os navios caíram assustadoramente, dando uma enorme vantagem aos italianos.

Agora é aguardar e confirmar estas informações e beber todos os Chiantti e Vapoliccela com a MB.

FREMM brasileira

FONTE: Corsário 01

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TV israelense fala em 19 mortos

navio atacado por israel

vinheta-clipping-navalA Marinha de Israel atacou nesta segunda-feira (31) uma frota de seis embarcações com ativistas pró-palestinos que tentavam furar o bloqueio à faixa de Gaza e entregar suprimentos à região. A iniciativa dos ativistas tinha apoio da Turquia, país que, nesta segunda-feira, pediu uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), disse um autoridade do Ministério do Exterior da Turquia. A Turquia, país predominantemente muçulmano, é membro temporário do Conselho de Segurança da ONU.

O governo da Turquia também anunciou que chamou seu embaixador em Israel para consultas em protesto ao ataque israelense. O vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arinç, acrescentou que a Turquia suspendeu seus exercícios militares conjuntos com Israel, país com o qual havia criado uma forte relação econômica e militar.

Segundo a TV israelense, no mínimo 19 pessoas teriam morrido na ação. Em entrevista à rádio do Exército, o ministro da Indústria e Comércio de Israel, Binyamin Ben-Eliezer, disse lamentar as mortes.

A exata localização das embarcações é incerta. Israel teria advertido as embarcações para que não invadissem suas águas territoriais.

Mas, segundo os ativistas, os barcos estavam em águas internacionais, a mais de 60 quilômetros da costa.

Os barcos, organizados pela ONG Free Gaza, levavam 750 ativistas e cerca de 10 mil toneladas de suprimentos para a faixa de Gaza.

Imagens da TV turca feitas a bordo do barco turco que liderava a frota mostram soldados israelenses lutando para controlar os passageiros.

As imagens mostram algumas pessoas, aparentemente feridas, deitadas no chão. O som de tiros pode ser ouvido.

A TV árabe Al-Jazeera relatou, da mesma embarcação, que as forças da Marinha israelense haviam disparado e abordado o barco, ferindo o capitão.

A transmissão das imagens pela Al-Jazeera foi encerrada com uma voz gritando em hebraico: “Todo mundo cale a boca!”.

A frota de seis embarcações havia deixado as águas internacionais próximo à costa do Chipre no domingo (30) e pretendia chegar a Gaza nesta segunda-feira (31)

Israel havia dito que bloquearia a passagem dos barcos e classificou a campanha de “uma provocação com o intuito de deslegitimar Israel”.

O porta-voz do Exército israelense, general Avi Benayahu, afirmou que o ataque contra a frota humanitária pró-palestina aconteceu em águas internacionais.

“O comando agiu em alto mar entre 4h30 e 5h, horário local, a uma distância de 70 a 80 milhas (130 a 150 km) de nossa costa”, afirmou o general à rádio pública.

Segundo os termos dos acordos de paz de Oslo (1993), Israel mantém o controle das águas territoriais diante da faixa de Gaza em uma distância de 20 milhas (37 km).

Repercussão

As mortes dos ativistas envolvidos na expedição de ajuda aos palestinos causou grande repercussão na comunidade internacional. O Ministério de Assuntos Exteriores da Turquia reagiu duramente ao ataque e, em comunicado, afirma que o governo israelense terá que enfrentar as consequências por seu comportamento.

A Turquia também estabeleceu um centro de crise para acompanhar o desenvolvimento dos eventos.

O embaixador israelense em Ancara, Gaby Levy, foi convocado ao citado Ministério para dar explicações e receber o protesto do governo turco.

O comunicado diz que o Exército israelense usou a força contra um grupo de ajuda humanitária, que inclui “idosos, mulheres e crianças” que viajam nos navios, o que considerou “inaceitável”.

“Tomando como alvo civis inocentes, Israel mostrou mais uma vez que não se preocupa com a vida humana, nem com as iniciativas pacíficas. Condenamos fortemente esta prática desumana de Israel”, acrescentou a nota.

“Este incidente, que aconteceu em águas internacionais abusando da lei internacional, terá consequências impossíveis de compensar”, avisou o Ministério turco.

“Não importa qual seja a razão, esta ação contra civis que atuam com propósito humanitário é impossível de aceitar. Israel terá que enfrentar as consequências de seu comportamento e da violação das leis internacionais”, conclui o comunicado.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que se encontra no Chile cancelou sua visita à América Latina e anunciou que fará declarações nas próximas horas.

O Ministério de Assuntos Exteriores da Grécia iniciou um mecanismo de gestão de emergência com um telefone à disposição dos familiares dos gregos que estão na “Frota da Liberdade”, pois três dos navios que a compõem procedem deste país.

Yanis Maistros, porta-voz em Atenas da seção grega da iniciativa, declarou que “os cinco navios foram sequestrados”; e que “receberam disparos a partir de lanchas e helicópteros israelenses quando estavam navegando em águas internacionais, próximas ao litoral israelense”.

Assim como os gregos, a comunidade europeia também reagiu ao incidente. A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, pediu hoje às autoridades israelenses uma “investigação completa” sobre o ataque à “Frota da Liberdade”. A diplomata também destacou por meio de seu porta-voz que a UE continua seriamente preocupada com a situação humanitária em Gaza e destacou que o bloqueio é “inaceitável e politicamente contraproducente”.

Segundo Ashton, a comunidade europeia exige a “abertura imediata, incondicional e permanente” das vias de acesso a Gaza para permitir a chegada de ajuda humanitária, bens comerciais e pessoas.

ANP

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, decretou três dias de luto nos territórios palestinos devido ao ataque israelense à “Frota da Liberdade”, que se dirigia para a faixa de Gaza, no qual teriam morrido 14 ativistas.

Em comunicado emitido da Cisjordânia, por meio da agência oficial palestina “Wafa”, Abbas não anunciou, no entanto, uma interrupção do diálogo indireto de paz que mantém com Israel.

“O que Israel cometeu contra os ativistas da ‘Frota da Liberdade’ é um massacre”, disse Abbas.

Seu porta-voz, Nabil Abu Rudeina, qualificou a ação de “crime contra a humanidade, já que foram atacados ativistas que não estavam armados e tentando romper o bloqueio sobre Gaza fornecendo ajuda”.

“A agressão israelense terá perigosas consequências na região e no mundo”, advertiu Abu Rudeina.

Por sua vez, o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, leu diante das câmaras um comunicado no qual assegura que “nada pode justificar” o “crime” cometido hoje por Israel.

“Esse crime reflete mais uma vez a falta de respeito de Israel pelas vidas de civis inocentes e pelo direito internacional”, acrescentou.

Um dos principais assessores de Abbas, o chefe negociador palestino Saeb Erekat, qualificou o ocorrido de “crime de guerra” que “confirma que Israel age como um Estado acima da lei”. Ele pediu uma resposta “rápida e apropriada” da comunidade internacional.

“Eram embarcações civis, que levavam civis e bens civis – remédios, cadeiras de rodas, comida, materiais de construção – para os 1,5 milhão de palestinos fechados por Israel. Muitos pagaram com suas vidas. O que Israel faz em Gaza é horrível, nenhum ser humano esclarecido e decente pode dizer algo diferente”, apontou Erekat.

Por sua vez, o chefe de governo em Gaza do movimento islâmico Hamas, Ismail Haniyeh, qualificou o ataque como “brutal” e convocou um Dia da Ira, ou seja, que os palestinos tomem as ruas em protesto pelas mortes.

Ele pediu à “comunidade internacional, principalmente as Nações Unidas, que ajam o mais rápido possível para proteger os navios e os ativistas e pôr fim ao bloqueio” que mantém Israel sobre Gaza há anos com a cooperação do Egito.

Além disso, pediu a Abbas que suspenda “imediatamente” o diálogo entre israelenses e palestinos com mediação dos Estados Unidos.

Representantes da comunidade palestina com cidadania israelense convocaram para amanhã uma manifestação geral.

Protesto

A ação do governo de Israel também foi alvo de protesto na Turquia e centenas de manifestantes turcos se concentraram nesta manhã em frente das delegações diplomáticas de Israel para protestar contra o ataque israelense.

Desde o começo da manhã, várias centenas de pessoas se concentraram em frente ao consulado israelense em Istambul e tentaram entrar nele.

A polícia bloqueou os manifestantes, cujo número aumentava com a passagem das horas. Outros acamparam em frente ao consulado, que fica na região de escritórios de Levent, lendo versículos do Corão e gritando palavras de ordem contra o ataque de Israel.

Em Ancara, um grupo de manifestantes enfurecidos se concentrou em frente à residência do embaixador israelense, Gaby Levi, do qual se espera que vá ao Ministério de Exteriores da Turquia, pois foi chamado para consultas.

Histórico

Israel decretou um bloqueio quase total à entrada de mercadorias na faixa de Gaza desde que o grupo islâmico Hamas tomou à força o controle da região, em junho de 2007.

O Hamas é acusado pelos disparos de milhares de mísseis contra o território israelense na última década.

Israel diz que permite a entrada de 15 mil toneladas de suprimentos de ajuda humanitária a Gaza a cada semana.

Mas a Organização das Nações Unidas diz que isso é menos de um quarto do necessário.

FONTE: UOL NOtícias

Finmeccanica aposta no mercado de defesa brasileiro

Segundo o grupo italiano, maiores chances estariam na Marinha

vinheta-clipping-navalA Finmeccanica, o maior grupo italiano no setor aeroespacial e de defesa, decidiu transformar o Brasil em prioridade imediatamente. Oitava maior companhia mundial no setor — e com atuação crescente nas áreas de energia e transporte —, vê no país uma enorme oportunidade para crescer. O grupo não esconde que o acordo assinado entre Brasil e Itália em abril, que inclui a previsão de uma série de investimentos italianos no país, representa enormes chances de entrar em um dos poucos mercados mundiais hoje em crescimento acelerado e ainda não dominado pelas empresas norte-americanas do setor. O Brasil, que defende com unhas e dentes a necessidade de transferência de tecnologia nos projetos militares, resiste à postura dos EUA nessa questão, em geral pouco dispostos até a negociar essa possibilidade.

“Para nós, o Brasil é muito importante. O acordo entre Berlusconi e o presidente Lula abre muitas possibilidades, inclusive para a transferência de tecnologia, que seria impossível sem isso”, assegura o CEO do grupo Finmeccanica, Pier Francesco Guarguaglini. Embora não façam previsões nem de valores de investimentos nem de faturamento, os italianos querem entrar com todas as forças nos projetos de modernização das Forças Armadas, em particular no da Marinha, já que a concorrência FX-2, para a compra dos novos caças da Forca Aérea Brasileira (FAB), provavelmente será vencida pelos franceses, desbancando o sueco Grippen (que conta com uma série de componentes das empresas do grupo italiano).

Mesmo que o Rafale, da francesa Dassault, leve o contrato, a Finmeccanica já prevê a necessidade de modernização dos atuais aviões de treinamento, os Super Tucanos. Como os novos caças serão muito mais avançados, potentes e velozes, pertencentes à chamada 5ª geração, independentemente da empresa escolhida, a FAB necessitará de um avião de treinamento com uma menor distância de desempenho em relação aos novos aviões de combate para assegurar a capacitação dos pilotos. É aí que a Alenia Aermacchi, uma das integrantes do grupo, pretende entrar, oferecendo o M346, um avião de treinamento que pode até funcionar como um caça leve de combate.

Outra possibilidade é a concorrência que envolve a construção de novas fragatas para a Marinha brasileira, com a necessidade de fornecimento de sistemas de armamento e de defesa, bem como para a nova corveta da classe Barroso.

FONTE: Correio Brasiliense

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AvPq Moura

vinheta-clipping-navalAviso de Pesquisa (AvPq) “Aspirante Moura”, que atracou nesta terça-feira (18) em Natal, estará aberto á visitação pública na tarde desta quarta (19). O navio já se deslocou para o porto de Natal e vai receber visitantes entre 13h30 e as 17h30. Nesta quinta (20), o navio suspende com
destino a Salvador.

Natal é a primeira cidade brasileira a receber a embarcação. O navio ficará sediado no Rio de Janeiro e servirá de laboratório embarcado apoiando pesquisas da Marinha e da comunidade científica em geral .

Os navios subordinados ao Comando do 3º Distrito Naval ofereceram as boas vindas ao AvPq “Aspirante Moura”, acompanhando-o, em águas natalenses, até a sua atracação.

Veja outras fotos no site do periódico natalense

FONTE/FOTO: Tribuna do Norte /3 DN

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Navio adquirido na Noruega chegou a Natal no último dia 15

vinheta-clipping-navalIncorporado à Marinha do Brasil, em 25 de janeiro deste ano, na Noruega, a embarcação AvPq (Aviso de Pesquisa) “Aspirante Moura” (U-14) suspendeu de Sandefjord no dia 6 de abril e atraca em Natal na próxima terça-feira, dia 18 de maio. A partir das 10h, a embarcação participa, na Praia do Forte, de uma Parada Naval em comemoração a sua chegada ao Brasil.

O público que comparecer à Praia do Forte poderá prestigiar o desfile de embarcações da Marinha do Brasil subordinadas ao Comando do 3o. Distrito Naval. Além do AvPq “Aspirante Moura” farão parte do desfile os Navios-Patrulha “Guaiba”, “Grauna” e “Goiana”, o Rebocador de Alto-Mar “Triunfo” e o Aviso de Patrulha “Barracuda”.

O AvPq “Aspirante Moura”, adquirido em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, é comandado pelo Capitão-Tenente Claudio Luis Estrella Pereira e é operado por 19 militares, entre oficiais e praças. O navio foi construído no estaleiro Astillleros Brodogradiliste, em 1987, e foi modernizado em 2008.

Durante o período de recebimento, foram realizadas algumas obras de adequação do navio às necessidades da Marinha do Brasil, entre as quais se destacam a instalação de um console GMDSS (Global Maritime Distress Safety System) e de um novo radar; integração dos equipamentos de pesquisa científica e a instalação de dois contêineres de 10 pés adaptados para serem utilizados como laboratórios seco e úmido.

O AvPq “Aspirante Moura”, até a presente data, visitou os portos de Rotterdam (Holanda), Brest (França) e Lisboa (Portugal), passando, a partir deste último, a navegar em companhia do Rebocador de Alto-Mar (RbAM) “Triunfo”, pertencente ao Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, sediado em Natal. A sua rota incluiu, ainda, atracações em Las Palmas (Ilhas Canárias) e Praia (Cabo Verde), antes de chegar em Natal (RN).

O navio, ao suspender de Natal, prossegue viagem para Salvador (BA) e Arraial do Cabo (RJ) e, por fim, atracará no Rio de Janeiro, onde ficará subordinado ao Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), onde funcionará como um laboratório, contribuindo para pesquisas de interesse da Marinha e da comunidade científica nacional.

FONTE: Tribuna do Norte

NOTA DO BLOG: mas o Ministro da Defesa não havia dito que equipamentos usados estavam descartados?

 

Ao menos… boia

NAe São Paulo A12 - 3

vinheta-clipping-navalUm grupo de peritos navais da Marinha francesa está a caminho do Brasil para uma inspeção técnica no porta-aviões São Paulo. Danificado pelo vazamento de vapor da catapulta, em 2005, que matou três tripulantes, a belonave até hoje não voltou plenamente à ativa, passando a maior parte do tempo no estaleiro.
Isso faz com que sua aquisição à França por US$ 25 milhões, em 2000, tenha sido até aqui o pior negócio militar do mundo. A delegação técnica dirá se existe a possibilidade de ele ter alguma utilidade um dia.

FONTE: Isto É, Coluna Ricardo Boechat / FOTO: Poder Naval

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vinheta-clipping-navalUma embarcação encalhada há 6 meses virou atração na Praia de Búzios, no litoral sul do Rio Grande do Norte. o mesmo local onde chegou. Antes de encalhar, o barco pesqueiro partiu da Nigéria e passou quatro dias à deriva.

Os seis tripulantes da embarcação já voltaram para os seus respectivos países e a embarcação virou atração turística. O surfista André Marques conta que o local é rota dos passeios de buggy e os turistas descem para tirar fotos. O apelo dos surfistas agora é que a embarcação vá para o fundo do mar e vire atração para os mergulhadores.

O comandante da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, Alan Kardec, diz que existe um procedimento a ser seguido para um pretenso comprador da embarcação. Há ainda necessidade de obtenção de uma licença de importação e exportação da Receita Federal, que já está sendo analisada. Além disso, a Secretaria do Patrimônio da União está acompanhando o processo, uma vez que o barco está em uma área da União.

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FONTE: O Globo

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Encomendas MB - imagen OESP via MB

Projeção de investimentos para 20 anos foi feita por diretor em evento para executivos do setor

Nicola Pamplona

vinheta-clipping-navalOs investimentos no novo plano de reaparelhamento proposto pela Marinha podem superar os 70 bilhões de euros, segundo projeção feita pelo diretor de engenharia naval da Marinha, Francisco Deiana. “São entre 70 e 80 bilhões, mas para um prazo de 20 anos”, afirmou.

Em evento no Rio para executivos do setor naval, o militar detalhou a carteira de encomendas do programa que prevê a construção de diversos tipos de embarcações, sempre a partir da parceria entre uma empresa detentora de tecnologia e umestaleiro brasileiro.

Dois primeiros lotes de pequenas embarcações de patrulha já foram licitadas. Ainda este ano, a Marinha pretende contratar um terceiro lote, de navios-patrulha de grande porte, com custo estimado em R$ 230 milhões cada. O processo é semelhante ao promovido pela Aeronáutica na compra dos caças. A Marinha analisará as propostas de cada interessado e enviará um parecer para a Presidência, que tem a palavra final.

No caso dos caças, o governo se posicionou em favor da proposta da empresa francesa Dassault, após negociações entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy. O contrato, noentanto,aindanãofoi assinado.

“A Marinha emite um posicionamento técnico, mas sabemos que há também componentes estratégicos e políticos na decisão. Acredito que todos os pontos possam ser conciliados”, afirmouDeiana. Secolocadoemprática, o plano de encomendas também deve ter grande disputa, pela dimensão das contratações.

Apenas no pacote de navios patrulha de grande porte são 12 embarcações. Há ainda um grande pacote de 18 navios-escolta, com canhões e capacidade para transportar helicópteros, com custo estimado em 500 milhões de euros cada. A Marinha vai contratar ainda lotes menores, de 4 navios-patrulha fluviais e cinco navios de apoio logístico.

Submarinos nucleares.

De todas as compras previstas no programa, a Marinha já encomendou dois lotes de navios-patrulha de pequeno porte, um deles junto ao Estaleiro Inace,no Ceará, e outro do Estaleiro Ilha, no Rio. O custo estimado de cada unidade é de R$ 80 milhões.

Além disso, a Marinha fechou um contrato com a francesa DCNS e a Odebrecht para a construção de submarinos nucleares em estaleiro que será construído em Itaguaí, região metropolitana do Rio. A pedra fundamental será lançada em junho em cerimônia que deve contar com a participação do presidente Lula.

Análise: Roberto Godoy

A Marinha do Brasil está recuperando investimentos que deveriam ter sido feitos há 33 anos, quando a frota naval deixou de ser regularmente renovada. O governo do Brasil reivindica 4,5 milhões de km² de área de exploração econômica no Atlântico Sul. É o cenário de86% das principais rotas comerciais de interesse do País, sobre as quais, para garantir o direito de exploração, está assumindo responsabilidades de controle e da segurança da navegação.

Quando estiver em pleno funcionamento, a província petrolífera do pré-sal implicará numa espécie de arquipélago artificial onde devem trabalhar e viver cerca de 45 mil pessoas. O Comando da Marinha terá de assegurar a integridade desses recursos e negar o acesso a agressores. A frota pretendida, moderna, ágil e com elevado poder de fogo, é o instrumento de dissuasão adequado à situação.

Roberto Godoy é jornalista do ESTADO

FONTE / IMAGEM: O Estado de São Paulo, via sinopse diária da MB

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FREMM França - imagem DCNS

vinheta-clipping-navalRIO DE JANEIRO – A Marinha do Brasil pretende licitar entre o final deste ano e o próximo a construção de 18 navios escolta no valor de 500 milhões de euros cada, uma competição de 9 bilhões de euros e cuja exigência de conteúdo nacional será menor do que a habitual.

“São navios muito complexos, é difícil atingir o índice de nacionalização de outras embarcações por causa das armas”, explicou o contra-almirante Francisco Deiana durante apresentação em seminário do setor naval na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Os navios deverão ser construídos no Brasil em associação com um estaleiro projetista internacional, informou o militar, prevendo o prazo de 5 anos para a construção.

Destinados à proteção da costa, possivelmente na região do pré-sal da bacia de Santos, onde estão localizadas reservas de petróleo que podem mais que dobrar as atuais reservas brasileiras, os navios escolta terão que ter no mínimo 40 por cento de conteúdo nacional, um índice baixo se comparado aos exigidos em programas da Petrobras e suas subsidiárias, em torno dos 70 por cento.

FREMM-Itália-imagem-Marina-Militare

“O modelo estratégico é ter um projeto já consagrado que seja adaptado para a nossa realidade e construído no Brasil”, disse o militar, citando França, Itália e Alemanha como possíveis países que disputariam a encomenda. “São países que possuem projetos semelhantes e já fizeram apresentação para nós, mas não temos preferência”, se apressou em esclarecer antecipando uma possível polêmica que pode surgir nessa compra a exemplo do que ocorreu com a licitação de caças pelo governo brasileiro.

Ele admitiu no entanto que a decisão da compra, assim como no caso dos caças, deverá obedecer às lógicas estratégica e política do governo. “A Marinha emite o parecer técnico, mas existem outros componentes estratégicos e políticos”, afirmou. A licitação faz parte de um plano maior de modernização da frota da Marinha brasileira, já iniciada e que soma ao todo investimentos entre 70 e 80 bilhões de euros nos próximos 20 anos, segundo Deiana.

A primeira iniciativa foi a parceria estratégica com o governo francês em 2008 para construção de quatro submarinos diesel-elétricos convencionais e o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, com transferência de tecnologia. A pedra fundamental do estaleiro em Itaguaí, no Estado do Rio de Janeiro para construir o submarino nuclear será lançada em junho, segundo Deiana, em cerimônica com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Deiana informou ainda que o terceiro lote da licitação de 27 navios patrulha de 500 toneladas, no valor de 80 milhões de reais cada, será feita ao longo deste ano para mais 4 ou 6 unidades. O índice de nacionalização esperado é de 60 por cento.

Também até o final deste ano a Marinha espera assinar os contratos das 3 primeiras unidades com opção para mais 2 de uma encomenda de 12 navios patrulha de 1.800 toneladas, ao custo de 230 milhões de reais cada. Outras encomendas estão na lista de compras da Marinha, como embarcações do sistema de segurança aquaviário, de patrulhas fluviais, apoio logístico e navios hidrográficos.

F 219 Type 124 - foto Poder Naval Online

FONTE: Reuters, via Estadão

IMAGENS (de cima para baixo): FREMM versão francesa (imagem DCNS) FREEM versão Italiana (imagem Marinha Italiana) e Fragata Type 124 Sachsen – F219 (foto Poder Naval Online)

NOTA DO BLOG: ilustramos a matéria com imagens de alguns projetos mais recentes de escoltas dos três países citados na reportagem: França, Itália e Alemanha. Para ver matérias anteriores do Blog a respeito desses (e outros) navios que poderiam disputar essa encomenda, clique nos links abaixo.

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