Página 4 de 37« Primeira...23456...102030...Última »

Michel Temer visita Centro Aramar

O vice-presidente Michel Temer esteve nesta manhã (27) no Centro Experimental de Aramar, em Iperó, a convite do comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto. Temer desembarcou no aeroporto de Sorocaba e seguiu de helicóptero para Iperó, chegando às 11h05, juntamente com o deputado estadual Gabriel Chalita (PMDB), deputado federal Edinho Araújo (PMDB) e o pré- candidato a prefeitura de Sorocaba, Renato Amary (PMDB) .

Além de conhecer a oficina mecânica de precisão, usina de hexafluoreto, laboratório de teste da propulsão, oficina mecânica de equipamentos e laboratório de enriquecimento isotópico, Temer plantou uma árvore. A imprensa não pôde acompanhar a visita.

A Marinha informou que os recursos anunciados pelo ex-presidente Lula, com repasse da ordem de R$ 1,040 bilhões continua sendo executada mediante repasse anual de R$ 135 milhões. Indagado se a Marinha solicitou recursos adicionais, Temer disse que não, mas que sugeriu pedido.

De acordo com a Marinha, o cronograma do primeiro submarino nuclear brasileiro, que está sendo construído na base (sic), deve estar pronto em 2022/2023, entrando em operação nas águas brasileiras em 2025.

FONTE: Cruzeiro do Sul / FOTO: Luiz Setti

NOTA DO PODER NAVAL: Alguém precisa avisar à imprensa leiga que o submarino nuclear não está sendo construído em Aramar, apenas o reator nuclear.

A Marinha não terá mais recursos vinculados dos royalties do petróleo, de acordo com o projeto de lei aprovado na semana passada pelo Senado. Atualmente, a Marinha, responsável pela segurança e fiscalização das plataformas de petróleo, tem direito a parte dos royalties quando a lavra ocorrer na plataforma continental. Pelo projeto, a destinação dos recursos para os vários órgãos do governo será feita por ato do Poder Executivo.

A Marinha não foi exceção. O texto aprovado no Senado acabou com todas as vinculações de royalties a órgãos públicos. Pela Lei do Petróleo em vigor, além da Marinha, uma parcela deles vai para os ministérios da Ciência e Tecnologia, Minas e Energia e Meio Ambiente. As vinculações haviam acabado apenas para a produção em partilha do pré-sal.

Se o projeto for aprovado pela Câmara, a parte da União nos royalties do petróleo explorado sob regime de concessão será destinada ao Fundo Social, “deduzidas as parcelas destinadas aos órgãos específicos da administração direta, nos termos do regulamento do Poder Executivo”. Esse regulamento poderá ser feito por uma simples portaria, explicou um técnico da área.

A mudança foi exigência do governo feita de última hora no substitutivo apresentado pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). A alteração já havia sido tentada, sem sucesso, no governo Fernando Henrique Cardoso.

FONTE: Valor Econômico/Ribamar Oliveira | De Brasília

NOTA DO PODER NAVAL: a Marinha já não estava recebendo os recursos dos royalties do Petróleo há muitos anos e agora o governo acabou de vez com esse recurso fundamental para manutenção das tarefas subsidiárias da MB. É difícil ser Guarda Costeira e Marinha de Guerra ao mesmo tempo, quando o governo não libera os recursos suficientes.

Tagged with:
 

Marinha do Brasil, através do Comando do 2º Distrito Naval, enviou às 2h45, o Navio Patrulha Gravataí, a fim de realizar buscas a uma embarcação pesqueira com três tripulantes, denominada de 8 de Dezembro, que estava avariada nas proximidades de Cacha-Prego, Ilha de Itaparica. A embarcação se encontrava sem bateria e propulsão.

Por volta de 4h30, o barco foi localizado e a equipe de bordo auxiliou no reparo da bateria. Estabelecida a propulsão, a embarcação rumou para colônia Z8, na Ilha de Itaparica, acompanhada pelo Navio Gravataí.

FONTE/FOTO: Tribuna da Bahia/Navios de Guerra Brasileiros

Tagged with:
 

A Marinha do Brasil está buscando fornecedores para atender suas demandas, que deverão duplicar em 20 anos. Com este objetivo, o capitão-tenente Igor de Assis Sanderson de Queiroz reuniu-se, nesta terça-feira (18), com cerca de 100 industriais em Porto Alegre. “A nossa política é comprar com qualidade ao menor custo”, afirmou no encontro promovido pelo Comitê Gaúcho da Indústria de Defesa e Segurança da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).

De acordo com o coordenador do Conselho da Pequena e Microindústria da FIERGS, Alexandre De Carli, esta é uma grande oportunidade para o crescimento das empresas gaúchas e, para aproveitá-la, é preciso estar preparado. Queiroz apresentou o potencial de compras e orientou às indústrias de como devem proceder para terem a Marinha do Brasil entre seus clientes, além de apresentar o controle de qualidade exigido, a forma de efetivar os pagamentos e como tomar conhecimento das licitações. “Não adianta ter bom preço e pouca qualidade. Temos laboratórios próprios e outros credenciados para garantir que as normas técnicas sejam seguidas pelos fornecedores”, salientou.

Dentro da Estratégia Nacional de Defesa, até 2020 haverá ampliação e modernização da Marinha. O capitão-tenente antecipou que o efetivo de homens e mulheres passará de 59 mil para 115 mil, além da construção de nova esquadra e de submarinos. “Teremos uma grande demanda de bens e serviços nos próximos anos. A indústria brasileira poderá crescer junto com a ampliação das Forças Armadas.”

Apenas em 2010 o potencial de compras foi de R$ 31 milhões em gêneros alimentícios, R$ 20,7 milhões em fardamento, R$ 7,3 milhões em materiais de saúde, além de R$ 56 milhões em combustíveis e lubrificantes, entre outros insumos. Segundo capitão-tenente, há atualmente uma série de medidas que privilegiam o fornecedor brasileiro, principalmente micro e pequenas empresas. As licitações ocorrem via pregão eletrônico, modalidade que corresponde a mais de 90% das compras do órgão.

FONTE: VOTO

Tagged with:
 

Maré baixa

Empresa de dragagem do Rio arrematou em leilão a fragata Dodsworth, que a Marinha comprou da Inglaterra em 1996 e baixou ao estaleiro em 2004, por falta de verba para manutenção. Estava toda ok.

FONTE: www.claudiohumberto.com.br / FOTO: Poder Naval

 

Nota do Editor: Segue extrato do DOU referente ao leilão do casco da Dodsworth

LEILÃO N EGPN-044/2011

  Por ordem do Diretor-Presidente da EMGEPRON faço público que será publicado o Resultado da Licitação EGPN N 044/2011, modalidade Leilão, conforme segue: 1.Objeto – Alienação por venda, de 01 (um) casco da Ex-Draga Ipanema, pertencente à Base Hidrográfica da Marinha em Niterói – BHMN e 01 (um) casco Ex- Fragata Dodsworth, pertencente ao Comando do 2º Esquadrão de Escolta – COMESQDE-2; 2.Vencedor do lote 01: Empresa COROA GRANDE DRAGAGEM LTDA., CNPJ n 42.426.007/0001-10, no valor total de R$ 1.380.000,00 (um milhão, trezentos e oitenta mil reais).

LUIS ANGELO DE CARVALHO FILIPPO

Presidente da Comissão de Licitação

Tagged with:
 

A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 6° Distrito Naval, emitiu nota informando que suspenderam da Base Fluvial de Ladário, no última dia 11 de outubro, os sete navios que participam da Operação Anhanduí.

A “Força Naval” é composta pelo Monitor “Parnaíba” (U17), pelo Navio de Transporte Fluvial “Paraguassu” (G15), pelo Navio de Apoio Logístico Fluvial “Potengi” (G17), pelo Aviso de Transporte Fluvial “Piraim” (U29), pelo Navio de Assistência Hospitalar Tenente Maximiano (U28), pelo Navio Patrulha “Penedo” (P14) e pelo Navio Patrulha “Pirajá” (P11).

A Operação é um exercício militar conjunto de grande envergadura programado para ocorrer no Estado de Mato Grosso do Sul, na semana de 10 a 17 de outubro do corrente ano, sob coordenação do Ministério da Defesa.

Na Anhanduí, serão reunidas tropas, equipamentos, veículos, embarcações e aeronaves da Marinha, do Exército e da Força Aérea, a fim de demonstrar a capacidade operacional das Forças Armadas em ações de defesa externa.

A “Força Naval” realizará diversos exercícios, destacando-se o controle de área fluvial; controle do tráfego aquaviário; patrulha naval; apoio de fogo naval; assalto ribeirinho; tiro real; e desembarque helitransportado. Como parte das atividades, o Navio de Assistência Hospitalar Tenente Maximiano realizará assistência médico-hospitalar, odontológica e sanitária às populações ribeirinhas do rio Paraguai em Porto Esperança, nos dias 13 e 14 de outubro; em Porto Albuquerque, no dia 15 de outubro; e em Porto da Manga, no dia 16 de outubro.

FONTE: Midiamax/Assessoria/VE

Tagged with:
 

O Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, Comandante da Força-Tarefa 710.1, decolou, no dia 9 de outubro, da Fragata “Niterói”, Capitânia da Força-Tarefa, para visitar a Fragata “União”, durante os exercícios da Operação “TROPICALEX”. Os navios, que suspenderam da Base Naval do Rio de Janeiro em 6 de outubro, estavam navegando ao norte do Arquipélago de Abrolhos, conduzindo exercícios para adestramento dos meios da Esquadra e preparo da Fragata “União” para participar, como Capitânia, da Maritime Task Force (MTF) da Missão de Paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano (UNIFIL) comandada pelo Contra-Almirante Luiz Henrique Caroli.

Na visita, o Vice-Almirante Guerra percorreu as diversas incumbências da Fragata “União”, observando o excepcional nível de preparo do navio na parte de material e de pessoal. Pôde observar a preocupação com o conforto da tripulação, a motivação e o excelente nível profissional de todos a bordo.

Durante a Operação “TROPICALEX”, a Fragata “União” está realizando diversos exercícios, destacando-se o tiro com canhão de 4.5”; aproximação e transferência de carga leve; abastecimento no mar, com apoio do Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”; manobras táticas; desembarque rápido, por aeronave, de mergulhadores de combate; guerra anti-submarino; e guerra eletrônica, além de exercícios de controle de avarias.

Os exercícios visam aprimorar o nível de adestramento da tripulação, deixando-a pronta para os novos desafios que enfrentará em sua nova missão, que terá a duração de aproximadamente oito meses, operando em águas estrangeiras.

A Operação “TROPICALEX” está envolvendo cerca de 1600 militares. A Força-Tarefa é composta pelas Fragatas “Niterói” (F40), “União” (F45), “Greenhalgh”(F46) e “Bosísio” (F48), pela Corveta “Barroso” (V34), pelo Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23), além de 2 aeronaves UH-12/13 “Esquilo” e 3 aeronaves AH-11A “Super Lynx”.

Durante a Operação, alguns meios navais atuam em apoio aos exercícios, são eles os Submarinos “Tikuna” (S34) e “Tamoio” (S31), o Navio de Socorro Submarino “Felinto Perry” (K11), a Corveta “Caboclo”, o Navio-Patrulha “Gurupá” e Navios-Patrulha do Comando do 2º e 3° Distritos Navais, além de uma aeronave P-95 e duas aeronaves A-1 da Força Aérea Brasileira.

A Fragata “União” atracará em Recife (PE), no dia 13 de outubro, permanecendo no Porto até o dia 19, quando suspenderá com destino ao Líbano.

FONTE: Marinha do Brasil

NOTA DO EDITOR: Observar na foto do alto o novo macacão operativo de cor azul marinho.

A Marinha do Brasil está realizando a Operação Tropicalex – 2011, que conta com diversos navios, aeronaves e submarino, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Natal. O Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), sediado em Natal-RN, participa do exercício por meio do Navio-Patrulha “Grajaú”, subordinado ao Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste (ComGptPatNavNE).

Os navios deixaram o Rio de Janeiro no dia 06 de outubro e três deles chegarão a Natal, às 7h30, da próxima quinta feira (13): A Fragata “Niterói” (F40), a Fragata “Greenhalgh” (F46) e a Corveta “Barroso” (V34), permanecendo atracados no porto de Natal até o dia 17 de outubro. As embarcações serão abertas à visitação pública de 14 a 16 de outubro, das 14 às 17h.

Esta operação envolve cerca de 1600 militares, que estão executando exercícios no mar, de caráter estritamente militar, concernentes às tarefas básicas do Poder Naval, contemplando operações de ataque, antissubmarino, de esclarecimento, de apoio logístico móvel e especiais, incluindo ações de superfície, aérea, de submarinos e de guerra eletrônica. Tais exercícios visam incrementar o grau de aprestamento de parcela dos navios da Esquadra Brasileira e dos Distritos Navais, com o propósito de contribuir para o aperfeiçoamento do emprego do Poder Naval.

A outra vertente da Operação é a realização de ação de presença em nossa última fronteira – o mar, denominada como “Amazônia Azul”, pelos seus incomensuráveis recursos naturais e grandes dimensões.

O Comando da Força-Tarefa da Operação Tropicalex é exercido pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra, tendo como Comandante do Grupo-Tarefa, o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende.

Além dos navios que atracarão em Natal, haverá a visita a Recife – PE, pela Fragata “União” (F45) e o Navio Tanque “Almirante Gastão Motta” (G23); e a Cabedelo – PB, com a Fragata “Liberal” (F43) e a Fragata “Bosísio” (F48).

O Grupo-Tarefa, após suspender dos portos de Natal, Recife e Cabedelo, visita Vitória-ES e prossegue com destino ao Rio de Janeiro, onde deverá atracar no dia 26 de outubro, encerrando a operação.

FONTE: Tribuna do Norte / Com informações da Marinha do Brasil

Tagged with:
 

Navio da Marinha participará de missão de paz da ONU para auxiliar no controle das fronteiras e evitar a entrada ilegal de armas no país árabe

Roberto Godoy, de O Estado de S.Paulo

A fragata F-45 União, da Marinha do Brasil, parte na quinta-feira, 6, da Base Naval de Mocanguê, em Niterói, levando 300 militares para participar da Força-Tarefa Naval das Nações Unidas no Líbano. A missão é complexa: garantir a paz e a segurança no sul do país e “auxiliar no controle das fronteiras de modo a evitar a entrada ilegal de armas e materiais correlatos”, de acordo com o almirante Sávio Nogueira, comandante da Força de Superfície.

A possibilidade de um confronto é grande. Desde 2006, a Força-Tarefa inspecionou 28,2 mil embarcações e encaminhou 400 delas para inspeção do governo do Líbano. Foram disparados 69 tiros de advertência, destinados a intimidar navios que não obedeceram à ordem de verificação. Segundo o assessor da Unifil, Jean D’Escragnole, “até agora não foi necessário adotar nenhuma medida mais forte”.

A bordo da União seguem fuzileiros navais e mergulhadores de combate, os Grumec, time de forças especiais da Marinha. A fragata é a mais nova das seis – ou sete, se considerada a “Brasil”, convertida em navio-escola – compradas no estaleiro inglês Vosper Thornycroft.

Quatro foram construídas em Portsmouth. As três últimas saíram do Arsenal da Marinha, no Rio. A União é a mais nova, recebida em 1980. Revitalizada entre 1997 e 2003, a frota ganhou recursos eletrônicos atualizados, como um radar com alcance na faixa de 200 quilômetros e um sistema de combate que dá prioridade à ação antissubmarino. Um helicóptero armado Super Lynx é orgânico da F-45.

A fragata volta ao Brasil só em junho de 2012. “Se houver necessidade, o meio poderá ser substituído”, diz Sávio. A Força-Tarefa (FTM) é formada por oito navios – três da Alemanha, mais dois de Bangladesh, um da Turquia, um da Grécia e um do Brasil. O governo de Beirute dispõe apenas de embarcações leves, para patrulha em águas rasas.

O comandante da FTM é o contra-almirante brasileiro Luiz Caroli, apoiado por quatro oficiais e quatro praças, também do Brasil, o seu estado-maior.

Pelo telefone, Caroli disse ao Estado que “o objetivo da missão é colaborar com a paz e dar projeção e protagonismo internacional ao País”. Para o oficial, “trata-se de um trabalho delicado em uma região de grande tensão, uma experiência profissional única, engrandecedora”.

FONTE: Estadão / FOTO: www.naviosbrasileiros.com.br

Tagged with:
 

O Congresso Nacional aprovou em 29 de setembro de 2011 o envio de um navio da Marinha do Brasil, a Fragata União, que partirá da Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ – Ilha de Mocanguê – Niterói) no dia 06 de outubro de 2011, às 11:30 horas (haverá despedida dos parentes a partir das 10h00) , a fim de integrar a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-UNIFIL). O navio fará escalas em Recife, de 13 a 17 de outubro, Las Palmas (Espanha) e Nápoles (Itália), com atracação prevista no porto de Beirute em 14 de novembro.

A Fragata União será o principal meio de um grupo multinacional, composto de três navios da Alemanha, dois de Bangladesh, um da Grécia, um da Indonésia e um da Turquia.

A UNIFIL foi criada em 1978 com o propósito de manter a estabilidade na região, durante a retirada das tropas israelenses do território libanês. Atualmente, possui um contingente de aproximadamente 13.500 pessoas, entre militares e civis de mais de 30 países (entre eles o Brasil) e se encontra sob o comando de um general espanhol.

A FTM-UNIFIL (componente naval da UNIFIL), estabelecida em 2006, é a primeira Força-Tarefa Naval a ser criada para tomar parte de uma Missão de Manutenção de Paz da ONU. Essa Força multinacional é comandada pelo Contra-Almirante LUIZ HENRIQUE CAROLI, Oficial da Marinha do Brasil, que conta, para o desempenho de suas atribuições, com um Estado-Maior composto por quatro Oficiais e quatro Praças brasileiros.

A presença do navio na região tem como propósito contribuir para o cumprimento das seguinte tarefas atribuídas àquela Força:

- Assistência ao Governo do Líbano no exercício da autoridade estatal no território sob sua jurisdição;

- Garantia da paz e da segurança no Sul do Líbano;

- Apoio às Forças Armadas do Líbano; e

- Auxiliar o Governo libanês no reforço da segurança das fronteiras de modo a evitar o ingresso ilegal de armas e materiais correlatos no país.

Para tanto, a Fragata contará com uma aeronave orgânica AH-11A Super Lynx, um Destacamento de Mergulhadores de Combate, para a realização de Operações Especiais; e um Destacamento de Fuzileiros Navais, para prover a segurança orgânica do navio. O efetivo embarcado é de cerca de 300 militares.

Assim sendo, a presença da Fragata União, além de contribuir para o cumprimento das tarefas atribuídas à UNIFIL, proporcionará, em face dos recursos de Comando e Controle disponíveis a bordo, maior apoio e autonomia ao Almirante Caroli, Comandante da FTM-UNIFIL; reforçará a liderança do Brasil no ambiente marítimo da UNIFIL e, em um sentido mais amplo, ratificará o compromisso do país em contribuir para a promoção da paz no Oriente Médio.

O término da missão no Líbano e o retorno da Fragata União ao Rio de Janeiro está previsto para JUN/2012.

Fonte: Comando da Força de Superfície

 

O Brasil terá no ano que vem seu primeiro grande navio oceanográfico. A compra está sendo finalizada em um estaleiro chinês por um consórcio formado por governo, Vale e Petrobras, e deve ser anunciada em breve pela presidente Dilma Rousseff.
O barco, de cerca de 80 m de comprimento, terá capacidade para 90 pessoas e autonomia para ficar até três meses seguidos no mar.
O brinquedo é caro, mas responde a uma necessidade antiga do país: a de ter uma plataforma de pesquisa oceânica capaz de explorar o Atlântico Sul, a porção de mar menos conhecida do planeta. Hoje quase não há navios totalmente dedicados à pesquisa no país.
“Com 4,5 milhões de quilômetros quadrados de mar, um navio é pouco. Precisamos de dúzias”, disse à Folha o almirante Ilques Barbosa Junior, secretário de Ciência e Tecnologia da Marinha.
A conta trai um dos objetivos por trás da compra: 4,5 milhões de km2 é a área de mar sobre a qual o Brasil se autoconcedeu soberania econômica, na chamada plataforma continental. Trata-se de uma área maior que a Zona Econômica Exclusiva, que soma 3,5 milhões de km2.

FRONTEIRA

Essa fronteira marítima, declarada pelo Brasil no âmbito da Unclos (Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar), é uma extensão geológica do pré-sal e provavelmente contém reservas ainda desconhecidas de petróleo, gás e minérios.
Para exercer plenos direitos sobre a plataforma continental, porém, o país precisa fazer pesquisa. E até agora não está equipado para isso.
Daí o interesse da Petrobras e da Vale, que aceitaram o pedido do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, para que bancassem a parte do leão da compra do navio.
“Há muita pesquisa básica que é de interesse estratégico das empresas”, disse o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa do ministério, Carlos Nobre.
A Marinha também tem interesse em ocupar a zona do pré-sal, e manter navios oceanográficos na região é uma forma de fazer isso.

O ministério realizou uma consulta a oceanógrafos sobre os equipamentos que eles gostariam de ter no barco. A resposta foi uma “lista de compras” com 48 itens, que inclui até uma broca para coletar amostras de rocha.
“A gente participa como coadjuvante de vários grandes programas, porque temos instrumentação, mas não temos plataforma [navio] para entrar no clube”, afirma Carlos Eiras Garcia, diretor do Instituto de Oceanografia da Furg (Universidade Federal de Rio Grande).
Segundo Nobre, o governo estuda a aquisição de um segundo navio oceanográfico, em 2014, a ser produzido por um estaleiro nacional.
Garcia afirma que a comunidade científica está animada com o navio, mas ainda não foi chamada para conversar. “A longo prazo, o que precisamos é de um instituto oceanográfico nacional, nos moldes do que têm os EUA.”

Fonte: UOL

 

Em cerimônia realizada no Comando do 3° Distrito Naval (Com3°DN), em 23 de setembro, foi assinado um Termo de Cooperação entre a Marinha do Brasil e as Superintendências Regionais do Departamento de Polícia Federal (DPF) dos estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, representadas, respectivamente, pelos superintendentes Amaro Vieira Ferreira, Sandro Luciano Caron de Moraes, Marcelo Diniz Cordeiro, Marlon Jefferson de Almeida e Marcelo Mosele.

O atual estabelecimento do Termo de Cooperação entre as Instituições, decorrente do Acordo de Cooperação celebrado entre a Marinha do Brasil e o Departamento da Polícia Federal, em 2009, representa, não só o aprimoramento das ações de interesse comum, como, também, o estabelecimento de cooperação técnica, com vistas à coordenação e/ou execução de ações integradas, destinadas à prevenção e repressão a ilícitos, nas áreas de logística, comunicações, recursos humanos, inteligência, instrução e tecnologia da informação.

O Dr. Marcelo Mosele, Superintendente da PF no Estado do Rio Grande do Norte, em nome dos demais Superintendentes, enfatizou, com entusiasmo, que “em 16 anos que estou na Polícia Federal, nunca tinha presenciado tamanha honraria com a nossa Instituição, e isso concretiza essa interação com a Marinha do Brasil”.

Segundo o Comandante do 3° Distrito Naval, Vice-Almirante Airton Teixeira Pinho Filho, “nosso trabalho, em parceria, já vem sendo realizado e os laços de amizade, respeito mútuo e profissionalismo estreitam-se a cada dia, corroborados, agora, com a assinatura do Termo, visando o apoio mútuo, como a realização de cursos em estabelecimentos de Ensino Profissional Marítimo, no apoio de transporte, na hospedagem e no reparo e manutenção de embarcações da Polícia Federal, dentre outros. Tenham a certeza de que este é mais um passo adiante entre nossas Instituições, com o intuito de prevenir e reprimir delitos nacionais e internacionais. Assim, estamos juntos, Marinha e a Polícia Federal, trabalhando em prol do nosso Brasil! ”.

Fonte/Fotos: Marinha do Brasil

NOTA DO EDITOR: seguindo a esteira de outras ações de repressão a ilícitos transnacionais, tais como o tráfico de drogas e contrabando, esse termo vem a respaldar ante a legislação ações conjuntas da Marinha e da Polícia Federal na área sob jurisdição do 3ºDN. As atribuições da Patrulha Naval a serem executadas por OM subordinada ao 3ºDN por vezes esbarram na jurisdição de outras instituições como a PF. Se observarmos o crescimento do tráfego marítimo na região nordeste tanto pelo boom da industria naval como pelos processos de exportação/importação e turismo em desenvolvimento, tal fato proporciona uma via alternativa à repressão do tráfico de drogas.

Tagged with:
 

A multinacional Wärtsilä, empresa da área de construção naval e geração de energia, adquiriu a Cedervall, um dos principais fabricantes de sistemas de vedação de eixo e rolamentos para a indústria marítima. A Cedervall está sediada em Gotemburgo, na Suécia e tem subsidiárias na Espanha, na China e em Cingapura.

A empresa é conhecida por produtos como selos e rolamentos para tubos telescópios e anteparas, rolamentos do eixo intermediário bem como lemes de propulsão e tubulões. Em 2010, a empresa registrou um volume de vendas anuais de 39 milhões de euros e, atualmente, emprega 211 pessoas. Suas instalações de fabricação estão localizadas em Gotemburgo, na Suécia, em Zhangjiagang, China, e em Vigo e Porrino, Espanha.

“A Cedervall completa a gama de produtos e serviços da Wärtsilä com seus selos e rolamentos lubrificados a óleo e água e com seus tubos telescópios. Além disso, o excelente know-how da empresa vai aumentar ainda mais nossa competitividade. Agora tendo todos os produtos na linha de propulsão fortalecerá a nossa solução completa em propulsão”, ressalta Christoph Vitzthum, vice-presidente da Wärtsilä na área de Serviços.

Toda a força de trabalho da Cedervall será integrada à Wärtsilä após a aquisição, incluindo os atuais proprietários, Anders Lundgren e Lundgren Henric. O valor da transação não foi revelado. A aquisição está sujeita às aprovações regulatórias previstas para o terceiro trimestre de 2011.

Wärtsilä e Shell

Wärtsilä e Shell Oil Company assinaram um acordo de cooperação Conjunta destinado a promover e acelerar o uso de gás natural liquefeito (GNL) como combustível marítimo. O acordo foi assinado acaba de ser assinado e será executado por vários anos.

Suprimentos de baixo custo, o combustível GNL de baixas emissões será disponibilizado para operadores de navios movidos por equipamentos Wärtsilä, e outros clientes da Shell. O Acordo de Cooperação Conjunta primeiro foca em fontes do litoral sul dos EUA, e depois expandirá seus esforços para cobrir um amplo espaço geográfico.

FONTE: Monitor Mercantil

Tagged with:
 

Carlos Vasconcellos

Um território pouco explorado, com a mesma extensão de área da Amazônia Legal, rico em biodiversidade e recursos naturais. Um mundo submarino com vastas reservas de ouro, diamante, fosfatos, cobalto, entre outras riquezas repousam nesse local. É a Amazônia Azul, assim batizada pela Marinha Brasileira, e que inclui o mar territorial e a Zona Econômica Exclusiva da plataforma continental jurídica brasileira, somando 200 milhas a partir da costa. São 3,5 milhões de quilômetros quadrados, aos quais o Brasil quer somar mais 960 mil quilômetros quadrados de área em águas internacionais, que seriam extensão da plataforma continental brasileira.

Para isso, o país pediu em 2004 a extensão de seus direitos econômicos sobre essa área, de acordo com a Convenção das Nações Unidas Sobre o Direito do Mar. Do total pleiteado, 190 mil quilômetros quadrados não foram concedidos pela ONU, que alegou inconsistências no pedido brasileiro. O Brasil agora realiza novos estudos para reapresentar o pleito e conseguir a totalidade da área junto às Nações Unidas.

O que esconde o subsolo marinho da Amazônia Azul? Começando pelo básico, areia e cascalho para construção civil e reconstrução de praias. Depois, matéria-prima para insumos agrícolas, como carbonatos, fosforitas e sais de potássio. “O potencial nessa área é grande e o Brasil importa 90% dos fertilizantes usados na agricultura”, destaca Kaiser de Souza, chefe da divisão de geologia marinha do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Também há possibilidade de se explorar ouro e diamante na foz de rios que cruzam províncias auríferas e diamantíferas. “Especialmente na Foz do Jequitinhonha, na Bahia, e do Rio Gurupi, entre o Maranhão e o Pará.”

Outra riqueza potencial da Amazônia Azul são as crostas cobaltíferas, ricas em minerais metálicos, como cobalto, manganês, níquel, cobre e terras raras. “A China, que controla o mercado mundial de terras raras, hoje pesquisa sua plataforma continental e também áreas internacionais do Atlântico Sul”, diz Kaiser. O mapa também aponta reservas de sulfetos polimetálicos, ricos em zinco, ouro e platina, associados à Cordilheira Meso-Oceânica, no Atlântico Sul. “Há ainda petróleo e minerais fósseis, como o carvão no litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina”, afirma Kaiser. “Ou dos hidratos de gás, que são bolsões de gás natural congelados sob a pressão do subsolo, presentes no litoral da Amazônia e do Rio Grande do Sul.”

O Brasil não deve esperar um desfecho para seu pedido de extensão dos direitos de exploração marinha para começar sua jornada na Amazônia Azul. Segundo Kaiser, o Brasil está atrasado na corrida internacional pela mineração submarina. “China, Japão, Coreia, Índia, França, Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra estão desenvolvendo tecnologia para isso. A Austrália explora sulfetos polimetálicos a 1,6 mil metros de profundidade.”

Para acelerar o ritmo, é necessário intensificar as pesquisas iniciadas na última década e investir em tecnologia, bem como criar um marco regulatório adequado para a exploração mineral submarina. “É preciso que tudo isso aconteça simultaneamente”, diz Kaiser. Ele lembra que o Brasil começou a pesquisar a tecnologia de exploração de petróleo em águas profundas há quase quatro décadas e hoje é líder nessa área. “Naquela época, a exploração não era comercialmente viável, exatamente como as reservas minerais da Amazônia Azul, hoje.”

Enquanto o governo não avança na regulamentação da exploração na Amazônia Azul, algumas empresas dão os primeiros passos nessa área, explorando algas calcárias do tipo lithotamnium para uso na agricultura e pecuária. É o caso da Dragamar, criada em 2006, para explorar reservas desse material na região de Tutóia, no litoral do Maranhão. No fim de 2010, o Ibama liberou uma licença para a exploração de 500 toneladas do produto por mês. Paulo Wetzel, diretor da empresa, considera o volume pouco atraente do ponto de vista comercial e diz que a empresa entrou com um pedido de aumento nesse limite.

Enquanto aguarda a ampliação do limite, a Dragamar investiu de R$ 15 milhões em uma planta industrial na região para processar o material in natura retirado da jazida de Tutóia. “O mercado potencial para o litothamnium é muito promissor”, diz Wetzel. “Estudos realizados por nós, ao longo dos últimos quatro anos, demonstram ganhos expressivos de produtividade tanto na agricultura, como na pecuária, confirmando as enormes vantagens do material, difundido na Europa há séculos. Sendo assim, o mercado exterior também se mostra muito atrativo, principalmente em função da larga utilização que o produto já experimenta nos mercado europeu, asiático e americano.”

Outra pioneira da mineração na Amazônia Azul é a TWB Mineração. A empresa, que realiza pesquisas na área há duas décadas, vinha prospectando algas calcárias na região entre o Arquipélago de Trindade e o Espírito Santo. Segundo o gerente-executivo da empresa, Luiz Eduardo Anchieta da Silva, trata-se de uma outra variedade de lithotamniun, mais leve e rica em minerais do que as espécies similares encontradas perto do litoral. “Nossas pesquisas apontam excelentes resultados do produto na fruticultura, na soja e especialmente na cana-de-açúcar.”

Apesar do resultado promissor, a TWB amargou um revés. A empresa teve seus alvarás cassados pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DPNM), porque o governo considerou que a atividade estava sendo em áreas internacionais.

FONTE: Valor Econômico

Tagged with:
 

No dia 6 de setembro, o Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval promoveu o Ciclo de Conferências Internacionais “Poder Marítimo no século XXI: desafios para uma Força Naval moderna”, no auditório da instituição, no Rio de Janeiro.Entre os palestrantes, destaque para o editor-chefe da Revue de Defense Nationale, Contra-Almirante Jean Dufourcq, e para o Comandante do Centre d’Étude Supérieures de la Marine, Vice-Almirante Jean-Louis Vichot.O público foi composto por almirantes e oficiais superiores em cargo de comando e direção na área Rio. Militares reformados e da reserva também participaram da conferência, como o Almirante-de-Esquadra (Ref°) Henrique Octavio Aché Pillar, o Almirante-de-Esquadra (Ref°) Rayder Alencar da Silveira e o Almirante-de-Esquadra (RM1-FN) Alvaro Augusto Dias Monteiro.

FONTE/FOTO: MB

Tagged with:
 

A Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) entregou, no dia 31 de agosto, 21 Lanchas Escolares para o Governo do Estado do Pará. Com a entrega, a BNVC atingiu a marca de 212 embarcações produzidas e entregues, cumprindo o cronograma de produção estabelecido.

Mais de mil alunos da rede estadual, moradores de 38 ilhas próximas à Belém, serão beneficiados pelo programa “Caminhos da Escola” do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As Lanchas facilitarão o transporte das crianças até as unidades de ensino.

Em 14 de setembro, as Lanchas Escolares foram expostas em Brasília, no evento “Gestão de Compras Governamentais – A Experiência da Educação”, que ocorreu no Hotel Royal Tulip. A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Educação com direção do FNDE em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Também estiveram em exposição ônibus escolares, equipamentos médicos, consultórios itinerantes e uniformes.

A Marinha do Brasil participou com duas lanchas escolares produzidas pela Base Naval de Aratu. Fruto de uma parceria realizada entre o FNDE e a Marinha, o projeto visa construir 600 lanchas escolares para contribuir com o acesso e permanência dos alunos na escola, em especial, às comunidades que margeiam os rios da região amazônica.

A Base Naval de Aratu já entregou, aos municípios contemplados pelo projeto, 55 lanchas escolares, de um total de 100 unidades a serem produzidas por ela.

FONTE: Marinha do Brasil

Rio de Janeiro – Um grupo de 57 alunos do curso de formação de fuzileiros navais está internado no Hospital Naval Marcílio Dias, na zona norte do Rio, desde a última quinta-feira (18).

A única informação oficial a respeito está em uma nota divulgada pelo Comando do 1º Distrito Naval. Segundo a nota, no início da semana passada, foram identificados alguns casos de síndrome respiratória em recrutas fuzileiros navais lotados no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela (Ciampa), em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo a nota, os militares foram encaminhados ao Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD) “para confirmação diagnóstica e tratamento” e que dois dos alunos encontravam-se em “terapia intensiva”. O comando assegurou que foram tomadas “as necessárias medidas de vigilância, prevenção e controle, em ação conjunta com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro”.

A nota termina informando que a causa da síndrome respiratória estava “sendo pesquisada”. Ainda na tarde deste domingo, a Secretaria Municipal de Saúde informou que havia coletado material de todos os 57 alunos do Ciampa e que esperava, com os exames, determinar a causa da doença que vitimou os alunos, mas não estipulou um prazo para a divulgação do resultado.

FONTE: Agência Brasil

Página 4 de 37« Primeira...23456...102030...Última »