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O acidente da BP no Golfo do México, que lançou no mar cerca de 60 mil barris de petróleo por dia durante quase três meses, acelerou os preparativos do Ministério de Meio Ambiente (MMA) para elaboração do Plano Nacional de Contingência (PNC). Também chamou a atenção para métodos usados nos Estados Unidos, como a queima de petróleo no mar, que não está previsto na lei brasileira.

“O acidente serviu para nos chamar a atenção para uma coisa que achávamos mais fácil, que era o risco ambiental em águas profundas. Se achava que em termos ambientais o risco lá era menor. Agora vimos que não. Estamos revendo nossos planos de emergência e as exigências para a concessão de licenças”, admitiu Marília Marreco, ex-presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e assessora especial da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O prazo dado pela ministra para que o PNC fique pronto vence no fim do mês. Ele vai definir a cadeia de responsabilidades das empresas e de cada órgão público para responder rapidamente a um acidente. Deverá ficar bem claro as responsabilidades da Marinha, do IBAMA e da Agência Nacional do Petróleo (ANP), entre outros.

Marília também explica que o acidente no Golfo do México mostrou a necessidade de regulamentar alguns aspectos legais que facilitem a resposta a um derramamento de óleo de grandes proporções. Entre as questões que precisam de atenção está a obtenção de vistos de trabalho temporário para especialistas que forem chamados ao Brasil para ajudar (e que não devem perder tempo numa fila para obtenção de vistos), e um tratamento fiscal adequado para a entrada no país de equipamentos pesados. Por isso a ideia, segundo ela, é estabelecer um mecanismo de tramitação rápida (fast track) para que tanto especialistas quanto máquinas tenham tratamento diferenciado.

“Vamos prever também uma cadeia de responsabilidade em termos da gestão pública e o tempo de resposta que se precisa ter dos diversos órgãos. Hoje, por exemplo, a determinação é que as águas marinhas são de responsabilidade da Marinha do Brasil, enquanto as águas do interior cabem ao Ibama. Estamos agora trabalhando nesse ajuste de órgãos públicos”.

Já o uso de solventes para quebrar a estrutura molecular do petróleo não é problema, segundo a especialista. O uso é previsto na legislação ambiental brasileira e também são produzidos no Brasil.

O PNC é mencionado na Lei 9.966/2000, que dispõe sobre a prevenção, controle e fiscalização de vazamentos de óleo em águas nacionais, mas até agora não foi regulamentado o artigo 8º da lei, que prevê justamente a consolidação dos planos de contingência locais e regionais.

“A empresa (de petróleo) precisa ter um plano de resposta e também é preciso ter um plano de áreas, já que dependendo do tamanho do derrame ele pode afetar áreas vizinhas. Acima disso, é preciso um plano nacional para responder a um desastre que extrapole a área e a questão regional. E não tinhamos”, explica Marília.

A corrida para concluir o PNC antes do início de agosto incluiu ainda a recuperação de esboços feitos por grupos de trabalho em 2001, 2003 e 2007.

FONTE: Valor Econômico – 20/07/2010

Um navio com 33 tripulantes da Transpetro, subsidiária da Petrobras, enfrentou problemas técnicos há 11 dias, no oceano Índico, e, desde então, a empresa tenta rebocá-lo para um estaleiro em Hong Kong.

A embarcação Livramento, segundo a Transpetro, teve problemas no motor em um ponto a 900 milhas das Ilhas Maurício, no Sudoeste da África, enquanto era conduzido para revisão no mesmo estaleiro onde será reparado.

Um rebocador já está no local, mas não conseguiu acoplá-lo porque o mar na região está agitado. A expectativa da Transpetro, baseada na previsão meteorológica, é conseguir amanhã iniciar o transporte do navio em pane.

De acordo com a subsidiária, o Livramento estava sem carga. A embarcação vem sendo monitorado por satélites 24 horas por dia. Ainda segundo a Transpetro, há mantimentos suficientes para mais 75 dias.

FONTE: Folha.com

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Um helicóptero da Marinha do Brasil passou a noite em uma fazenda na zona rural de Apucarana. Tripulado por quatro militares, a aeronave tentava chegar no aeroporto local, mas os ventos e a chuva de ontem à noite impediram-na de alcançar o objetivo. O pior da história é que além de passar pelo estresse do pouso forçado, os militares tiveram de passar a noite cuidando da aeronave. Com frio de 7ºC. Só pela manhã eles conseguiram seguir viagem.

FONTE: odiario.com

NOTA DO BLOG: Nota muito vaga. Qual era o helicóptero? Para onde ele se dirigia? Qual a missão?

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A oposição e movimentos sociais na Costa Rica protestam contra a aprovação pelo Legislativo neste mês de um acordo com os EUA que autoriza a chegada ao país de até 46 navios de guerra americanos, com capacidade para abrigar até 7.000 fuzileiros navais e 200 helicópteros.

O governo Barack Obama e o da costarriquenha Laura Chinchilla, centrista que tomou posse em maio, sustentam que o acordo, que vigorará de julho a 31 de dezembro, é apenas um adendo da cooperação antidrogas bilateral de 1999.

Mas analistas apontam que o texto de 1999 menciona apenas navios da Guarda Costeira, e não da Marinha.
Dizem ainda que o texto contradiz a Constituição do país, que há 60 anos não tem Forças Armadas, proíbe a permanência de tropas estrangeiras e se declarou “neutro” desde os turbulentos anos 1980 na América Central. O acordo passou em 30 de junho no Parlamento unicameral do país, apesar do esforço da oposição de deixar o plenário para que não houvesse quórum.

Segundo a transcrição do debate, os oficiais americanos poderão desembarcar na Costa Rica com uniformes militares e estão autorizados a realizar “todas as atividades que considerem necessárias para o desempenho de sua missão”. Porte de arma não é citado ou vetado.

O acordo foi criticado pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, e mobiliza grupos esquerdistas que o vinculam a iniciativas militares recentes de Washington na região.

FONTE: Folha de São Paulo

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Operação Atlântico II: 19 a 30 de julho

Militares expandem simulação de ataque ao pré-sal

Eduardo Simões – Reuters

Ao mesmo tempo em que a prospecção de petróleo no pré-sal é ampliada para além da área das primeiras descobertas, Marinha, Exército e Aeronáutica começam na semana que vem um exercício militar de norte a sul da costa do país para mostrar capacidade de proteger as riquezas submarinas.

Ao contrário de sua primeira versão realizada em 2008 e que se concentrou somente na região Sudeste, a Operação Atlântico 2, com início marcado para 19 de julho, abrangerá também a região Nordeste e, além de simular ameaças à infraestrutura petrolífera, também exercitará o combate à pesca ilegal.

“Esse ano nós vamos realizar uma operação muito mais complexa, com maior grau de realismo”, disse à Reuters o contra-almirante Paulo Ricardo Médici, subchefe de operações do Comando de Operações Navais da Marinha.

Ele acrescentou que os arquipélagos de Fernando de Noronha e de São Pedro e São Paulo, ambos na costa da região Nordeste, foram incluídos no teatro de operações das manobras deste ano.

“Essa inclusão de Fernando de Noronha se deve ao fato de (a ilha) ter um possível emprego estratégico por forças inimigas, caso não tenhamos militares realizando um perfeito controle territorial”, disse Médici.

“(Fernando de Noronha) pode ser um importante apoio logístico para qualquer força que quiser atacar o nosso território”, completou. Já a área de São Pedro e São Paulo, segundo o almirante, é alvo constante de embarcações que pescam ilegalmente na costa brasileira.

As manobras incluirão a simulação de ataques de submarinos e de ocupação por forças inimigas de uma plataforma de petróleo emprestada às Forças Armadas pela Petrobras.

A um custo estimado de 10 milhões de reais, de acordo com Médici, os jogos de guerra também envolverão a infraestrutura petrolífera das bacias de Santos e Campos e instalações energéticas, como as usinas nucleares em Angra dos Reis.

“É uma região que precisará ser protegida à medida que tivermos cada vez mais plataformas operando”, disse Médici, acrescentando que o Brasil não sofre uma ameaça específica. “(Mas) precisamos estar preparados.”

Novos meios

A Operação Atlântico 2 mobilizará 10 mil militares das três forças. Navios de guerra, aviões de transporte e de ataque também participarão das manobras.

Médici reconheceu a necessidade de aquisição de novos equipamentos para garantir a proteção da costa brasileira, especialmente novos navios-patrulha e navios-escolta.

“Nós temos 8.500 quilômetros de costa. Se você pensar que nós precisamos proteger toda essa costa marítima, vai se verificar claramente a necessidade de mais meios”, afirmou.

Ele disse, no entanto, que a chegada de um submarino a propulsão nuclear à esquadra brasileira, prevista para 2020, será essencial para essa tarefa.

“Quando nós conseguirmos isso (submarino nuclear)… nenhum país do mundo terá coragem e condições de se aproximar de nossa costa”, disse.

Além do submarino a propulsão nuclear, resultado de um acordo com a França que prevê a transferência de tecnologia da parcela convencional do navio, o Brasil deve adquirir também novos caças de multiemprego para a Força Aérea.

FONTE: Reuters, via Estadão

IMAGEM: página inicial do site da Operação Atlântico 2 – clique na imagem para acessar e ver mais detalhes sobre a operação. Nos links abaixo, veja várias matérias sobre a edição passada, entre as quais algumas exclusivas do Poder Naval

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Só fingimento (título original)

A pedido do Itamaraty, a Marinha do Brasil vai treinar os pilotos que irão operar um porta-aviões chinês em construção. O problema é que o “São Paulo”, nosso único porta-aviões, está em reparos há dois anos.

FONTE: Coluna Cláudio Humberto – www.claudiohumberto.com.br – 1 julho de 2010

 

Clique na imagem para ver o vídeo da notícia.

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Navios estarão abertos à visitação pública

Dois navios da Marinha do Brasil poderão ser visitados pelo público no porto de São Francisco do Sul (SC) no sábado e domingo (26 e 27), das 14h às 17h20.

O primeiro é a corveta Imperial Marinheiro, com 60 metros de comprimento, 9 metros de boca e 4 metros de calado.

O segundo é o navio patrulha Benevente, com 50 metros de comprimento, 10,50 de boca e 4 metros de calado.

As informações são da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional – Joinville e foram enviadas ao Correio do Litoral.com pelo asssitente da preidência do Porto de São Francisco do Sul, Carlos Alberto Ferreira Dias.

A Corveta Imperial Marinheiro – V 15, terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem aos marinheiros-nacionais. As Corvetas classe Imperial Marinheiro foram idealizadas e mandadas construir pelo Almirante Renato de Almeida Guillobel, em sua gestão à frente do Ministério da Marinha.

Foi construída pelo estaleiro C.C. Sheepsbower & Gashonder Bedriff Jonker & Stans, em Rotterdam, Holanda. Teve sua quilha batida em 26 de outubro de 1953, lançada ao mar em 19 de novembro de 1954 e incorporada em 18 de junho de 1955, em Rotterdam). Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Maurílio Augusto da Silva.

As corvetas classe Imperial Marinheiro foram originalmente concebidas, como navio guarda-costas, rebocador, mineiro e varredor. Já nos anos 1990, as unidades remanescentes mantinham apenas as características de unidade de patrulha (guarda-costas) e salvamento (rebocador). Seus trilhos para lançamentos de minas e paravanas de varredura não existem mais a bordo.

Atualmente a maior restrição das corvetas nas missões de patrulha é a sua baixa velocidade em relação às velocidades atuais dos navios mercantes. A corveta tem uma velocidade máxima mantida de apenas 12 nós.

O Navio Patrulha Benevente – P 61, ex-HMS Blackwater – M 2006, é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. Foi construído pelo estaleiro Richards Shipbuilders Ltd., em Great Yarmouth, Grã-Bretanha. Foi incorporado a MB em 10 de julho de 1998, na Base Naval de Portsmouth, Inglaterra.

FONTE:
Correio do Litoral.com

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Segundo colunista do ‘Monitor Mercantil’, Brasil rompe negociações e fecha pacote bélico com Itália – acordo poderá ser sancionado na terça-feira

Nesta quinta-feira, o Brasil firmou com a Itália um inesperado acordo militar. Isso implicará o desenvolvimento de projetos para a construção de navios de guerra, em especial, navios de patrulha oceânica, fragatas e navios de apoio logístico. Assinado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, e pelo subsecretário de Defesa da Itália, Guido Crosetto, o acordo inclui também transferências de tecnologia e desenvolvimento de sistemas de combate, navegação, armamento e radares. O documento abrange o desenvolvimento de mecanismos de segurança para a comunicação militar por meio de satélites. Atingirá ainda os sistemas utilizados pelo Projeto Amazônia Azul, responsável por proteger a costa brasileira.

Mas nem tudo é tão simples como parece. Na verdade, a Marinha do Brasil tinha emitido cartas-convite a grandes produtores mundiais de navios-patrulha. Assim, há mais de um ano, vinha negociando especificações e preços com gigantes da área bélica internacional, como: BVT (Inglaterra); Navantia (Espanha); Daewoo (Coréia do Sul); ThyssenKrupp e Fassmer (Alemanha); e Damen (Holanda). Da noite para o dia, o Brasil enviou uma carta a essas empresas – todas ligadas a seus governos, pois isso é fundamento básico na área de defesa – informando que o governo desistia de fazer encomendas isoladas e estava interessado em fechar um pacote mais amplo com um governo. Logo após receberem a carta, as empresas e seus governos ficam sabendo do acordo Brasil-Itália, que poderá ser sancionado na terça-feira, em Brasília, na presença do primeiro-ministro Silvio Berlusconi. “Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, o país prefere priorizar parcerias estratégicas para aquisição de “pacotes”, em vez e negociar a compra isolada de meios navais”.

O que se comenta é que o caso Cesare Battisti provocou um curto-circuito nas relações entre Brasília e Roma. A Itália queria ficar com Battisti, que lá tinha diversas condenações, e o Brasil, impulsionado pelo então ministro da Justiça, Tarso Genro, defendia a manutenção do preso por aqui, por considerá-lo criminoso político e não comum. Lula e Berlusconi desenvolveram, então, uma forma de pacificação, que vem a calhar para os europeus, diante da crise econômica e de emprego por lá: um pacote de compras.

Com a França, Lula assinou um contrato de R$ 19 bilhões, que envolve cinco submarinos, um estaleiro e uma base naval. E pode ainda comprar 36 aviões Rafale, da Dassault, por R$ 8 bilhões. Com a Itália, o interesse econômico passaria por cima de rusgas de relacionamento político. Mais uma vez Lula mostra que é um negociador de alto nível. E tudo vem a calhar, pois a primeira-dama, Marisa Letícia, e os filhos do casal presidencial têm cidadania italiana. O pacote italiano é estimado em R$ 3 bilhões, mas ninguém sabe que valor final poderia atingir.

Desagrado externo

No documento enviado aos licitantes, a Marinha afirmava que, caso as empresas possam fornecer todo o conjunto – navios-patrulha, navios-escola e navios de apoio logístico, “em parceria estratégica de governo a governo”, as negociações poderão ser mantidas. Com a rápida assinatura do acordo bilateral, confirma-se o que todos já desconfiavam: a parceria estratégica já está selada com a Itália e não adianta os demais interessados perderem tempo.

Sabe-se que muitos desses empresários comunicaram a seus governos seu desapontamento com a mudança de orientação do Brasil, o que pode provocar um desgaste de curto prazo, sem implicações graves no futuro.

Fontes empresariais já jogam no ar que os navios-patrulha italianos seriam pequenos e inadequados para operar no Atlântico Sul. Um consultor comentou com a coluna: “Empresas de todo o mundo investiram na licitação brasileira e agora estão aborrecidos, achando que o Brasil fechou um acordo comercial com viés político, com a Itália. Mas os demais governos, talvez só para dificultar a ação brasileira, vão mobilizar suas embaixadas, fazer contatos comerciais, apresentar propostas, nem que seja só para obrigar o governo brasileiro a ter muito trabalho e sofrer algum desgaste com ingleses, espanhóis, coreanos, alemães e holandeses”. Ou seja, haverá leve retaliação dos preteridos.

Pazes com a Itália

Há dias, informou o site Tecnologia & Defesa que, no dia 12 de abril último, Lula assinou, em Washington, com o primeiro-ministro Silvio Berlusconi, acordo de parceria estratégica. “Com base neste acordo, a Itália teria apresentado através da Orizzonti Sistemi Navali, joint venture entre a Fincantieri e a Finmeccanica, uma proposta de parceria que abrangeria a construção no Brasil, com total transferência de tecnologia, de fragatas tipo Fremm, designadas localmente por Classe Carlo Bergamini, navios de patrulha oceânicos da Classe Commandante e de apoio logístico da Classe Etna. Existem indicações de que a Marinha do Brasil teria sido autorizada a iniciar as negociações quanto ao chamado “pacote italiano”".

As fragatas de 5.800 toneladas da Classe Carlo Bergamini são a versão italiana da Classe Aquitaine francesa, construídas pela DCNS. Comenta-se que os navios italianos, em princípio, teriam custo menor que os franceses, o que permitira a obtenção de um lote inicial de cinco unidades.

FONTE: Monitor Mercantil (coluna de S. Barreto Motta)

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Presidente deverá comparecer à cerimônia de início das obras

Fontes empresariais revelam à coluna que o presidente Lula deverá desembarcar até o fim de mês ou início de julho em Itaguaí (RJ). Lá, comandará a cerimônia de início das obras de cinco submarinos. Algumas peças já começaram a ser feitas pelo grupo DCNS, em Cherbourg, na França, e nas próximas semanas um ato marcará o evento no Brasil. Até agora, o Brasil tinha optado, com ótimos resultados, por submarinos alemães, mas Lula deu início a nova era, mediante a colaboração com os franceses, que poderá ainda ser fermentada com a compra de 36 aviões Rafale, da Dassault. O custo dos submarinos Scorpène – incluindo estaleiro e base naval – é de R$ 19 bilhões, e o dos aviões é estimado em R$ 8 bilhões. Na licitação dos aviões participam ainda a Suécia – com o Gripen NG – e Estados Unidos – com o F-18, da gigante Boeing, embora o presidente Lula já tenha declarado sua preferência pelos gauleses.

Foi constituída a empresa Itaguaí Construções Navais (ICN), que tem seu capital igualmente dividido entre a francesa DCNS e a brasileira Odebrecht, sendo que o governo brasileiro, através da Marinha, possui uma golden share, ou seja, tem o direito de vetar questões básicas referentes à atuação da ICN. Caberá à ICN construir tanto a base da Marinha como o estaleiro e os submarinos. De acordo com as fontes desta coluna, a estatal Nuclep participará intensamente da iniciativa. A Nuclep tem equipamentos sofisticados e apresenta elevada ociosidade, que será reduzida com os trabalhos de suporte à construção dos submarinos.

Essas unidades serão quatro convencionais e um capacitado a receber motor nuclear – que terá de ser desenvolvido pela Marinha, em Aramar (SP), pois a França não pode ceder essa tecnologia ao Brasil. A Nuclep, além das máquinas que possui, terá de importar equipamentos, para atender a essa demanda especial. Foi criada uma área chamada de “extensão do estaleiro”, cedida pela Nuclep, diante do gigantismo das obras. Como haverá um componente nuclear no quinto submarino, a área teve de ser aprovada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). A Cnen não autoriza produção de itens ligados a submarino nuclear em local aterrado, o que obrigou a Marinha a usar maior área já existente, nas proximidades da Nuclep.

Há problemas menores, como o atraso brasileiro no pagamento do sinal aos franceses, mas, em termos gerais, o projeto dos submarinos está se tornando realidade, para alegria da Marinha, que poderá modernizar sua frota. Quanto a Lula, como bom metalúrgico, está mantendo forte ligação com estaleiros e portos. Fez uma grande festa no lançamento ao mar do primeiro navio da Transpetro, em Pernambuco, e repetirá a dose, nesta quinta-feira, no estaleiro Mauá, em Niterói, para ver o petroleiro Celso Furtado ter contato com a água.

FONTE: S. Barreto Motta, colunista do Monitor Mercantil

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A melhor oferta

Barra de Cinco Pixels

vinheta-clipping-navalCom um projeto independente, a França ofereceu à Marinha uma alternativa às fragatas FREMM ítalo-francesas. Trata-se de nova versão do modelo equipada com mísseis que alcançam 1.500 km, bem mais que os 200 km da versão binacional. A Itália não gostou.

FONTE: IstoÉ edição 2119 – coluna Brasil Confidencial (Octávio Costa)

NOTA DO BLOG: Scalp Naval? Como base para discussão aqui no Blog, os números de alcance citados na breve nota servem para fomentar discussões entre o público mais afeito ao assunto e aos dados sobre  mísseis que equipam / podem equipar diversas versões das FREMM,  (clique nos links abaixo para mais detalhes sobre os armamentos).

Mas para o público em geral, ao qual é direcionada a nota, os dados de alcance colocados em comparação ajudam mais a desinformar do que a informar. Pode-se estar comparando, por exemplo, mísseis antinavio (pra não falar de mísseis antiaéreos) com mísseis de cruzeiro, com emprego diverso, respondendo a requisitos e decisões estratégicas também diversas.

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Embarcação turca que pegou fogo na costa gaúcha está em poder da Marinha

vinheta-clipping-navalDeve ser concluído em 30 dias o processo para leiloar o navio turco Düden. A embarcação pegou fogo no litoral gaúcho no ano passado e foi abandonada em Rio Grande pelos empresários europeus.

Agora pertencente à Marinha do Brasil, conforme decisão publicada no Diário Oficial, o próximo passo é o leilão, com lance inicial estimado em US$ 1,3 milhão de dólares (cerca de R$ 2,44 milhões).

Todo o processo será conduzido pelo Quinto Distrito Naval, que receberá as propostas. O valor arrecadado será usado para custear as despesas com o resgate do navio. No dia 21 de novembro passado, a embarcação de bandeira turca pegou fogo a 260 quilômetros da costa, próximo a Tramandaí.

No acidente, um tripulante morreu e 21 foram salvos. Como o dono do navio não se manifestou, a retirada da embarcação foi feita pela Marinha. A operação custou mais de R$ 1,1 milhão. O navio turco segue atracado no cais do porto novo de Rio Grande.

FONTE/FOTO: Zero Hora/riograndenoticias

NOTA DO BLOG: os tripulantes do navio turco foram resgatados no dia 23/11/2009 pela tripulação da fragata Bosísio. A fragata da MB participava da “Operação Laçador” quando foi chamada para prestar o socorro.

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Navios da ForMinVar em Recife

vinheta-clipping-naval Até domingo (6), dois navios chamados de varredores, da Marinha brasileira, estarão ancorados no porto do Recife. Quem quiser, poderá visitá-los a partir desta quinta-feira (3).

Os navios Araçatuba e Albardão medem quase 50 metros e pesam, aproximadamente, 253 toneladas. Eles são usados pela Marinha brasileira para fazer operações de varredura no fundo do mar.

“Vão poder ver o que a gente utiliza para retirar os explosivos no fundo do mar, as minas submarinas. Estamos operando com equipamentos que faz o escaneamento do fundo do mar”, falou o comandante da Força de Minagem e Varredura, o capitão Telmo Luiz Pezzutti.

Por dentro, eles são construídos de madeira e metal. São vários equipamentos e alta tecnologia. Os navios estão abertos a visitação nesta quinta e sexta-feira (4), além do domingo, das 14h às 17h. Não é preciso pagar nada para conferir. Do Recife, eles retornam para Aratu, na Bahia.

FONTE:pe360graus

NOTA DO BLOG: nosso colega MO adora o termo “ancorados no porto”.

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Mais sobre o pacote italiano para a MB

Etna LSV

Corre nos fóruns brasileiros de assuntos militares que a MB teria optado por produtos italianos para seu programa de reequipamento da força de superfície.

A noticia foi veinculada assim:

“A Casa Lidador, e suas congêneres, informam que não estão mais aceitando encomendas de vinhos Chiantti e Valpoliccela. O estoque está todo empenhado…”

Segundo fonte de dentro do MD, esse deverá ser o caminho, pois com o pacote fechado  de um LSV classe ETNA para substituir o NT Marajó, que ainda irá trabalhar um bom tempo na Marinha, 5 NaPaOc  de 1.8 ton e 3 Fragatas FREMM  (que, segundo essa fonte, custam muito, mas muito mais baratas do que suas congêneres francesas), a MB poderá ter, enfim, navios modernos para cumprir o que determina a END.

Porém, o anuncio só será feito mais para o final do ano, com os NPaOc classe “Commandante” num primeiro momento, e os navios restantes com anúncio para o ano que vem.

Ainda resta confirmar o assunto da modernização do AMRJ pelo estaleiro italiano.

Enfim, o que se sabe é que, com esta opção tipo “Pacote”, os preços de todos os navios caíram assustadoramente, dando uma enorme vantagem aos italianos.

Agora é aguardar e confirmar estas informações e beber todos os Chiantti e Vapoliccela com a MB.

FREMM brasileira

FONTE: Corsário 01

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TV israelense fala em 19 mortos

navio atacado por israel

vinheta-clipping-navalA Marinha de Israel atacou nesta segunda-feira (31) uma frota de seis embarcações com ativistas pró-palestinos que tentavam furar o bloqueio à faixa de Gaza e entregar suprimentos à região. A iniciativa dos ativistas tinha apoio da Turquia, país que, nesta segunda-feira, pediu uma reunião emergencial do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), disse um autoridade do Ministério do Exterior da Turquia. A Turquia, país predominantemente muçulmano, é membro temporário do Conselho de Segurança da ONU.

O governo da Turquia também anunciou que chamou seu embaixador em Israel para consultas em protesto ao ataque israelense. O vice-primeiro-ministro turco, Bülent Arinç, acrescentou que a Turquia suspendeu seus exercícios militares conjuntos com Israel, país com o qual havia criado uma forte relação econômica e militar.

Segundo a TV israelense, no mínimo 19 pessoas teriam morrido na ação. Em entrevista à rádio do Exército, o ministro da Indústria e Comércio de Israel, Binyamin Ben-Eliezer, disse lamentar as mortes.

A exata localização das embarcações é incerta. Israel teria advertido as embarcações para que não invadissem suas águas territoriais.

Mas, segundo os ativistas, os barcos estavam em águas internacionais, a mais de 60 quilômetros da costa.

Os barcos, organizados pela ONG Free Gaza, levavam 750 ativistas e cerca de 10 mil toneladas de suprimentos para a faixa de Gaza.

Imagens da TV turca feitas a bordo do barco turco que liderava a frota mostram soldados israelenses lutando para controlar os passageiros.

As imagens mostram algumas pessoas, aparentemente feridas, deitadas no chão. O som de tiros pode ser ouvido.

A TV árabe Al-Jazeera relatou, da mesma embarcação, que as forças da Marinha israelense haviam disparado e abordado o barco, ferindo o capitão.

A transmissão das imagens pela Al-Jazeera foi encerrada com uma voz gritando em hebraico: “Todo mundo cale a boca!”.

A frota de seis embarcações havia deixado as águas internacionais próximo à costa do Chipre no domingo (30) e pretendia chegar a Gaza nesta segunda-feira (31)

Israel havia dito que bloquearia a passagem dos barcos e classificou a campanha de “uma provocação com o intuito de deslegitimar Israel”.

O porta-voz do Exército israelense, general Avi Benayahu, afirmou que o ataque contra a frota humanitária pró-palestina aconteceu em águas internacionais.

“O comando agiu em alto mar entre 4h30 e 5h, horário local, a uma distância de 70 a 80 milhas (130 a 150 km) de nossa costa”, afirmou o general à rádio pública.

Segundo os termos dos acordos de paz de Oslo (1993), Israel mantém o controle das águas territoriais diante da faixa de Gaza em uma distância de 20 milhas (37 km).

Repercussão

As mortes dos ativistas envolvidos na expedição de ajuda aos palestinos causou grande repercussão na comunidade internacional. O Ministério de Assuntos Exteriores da Turquia reagiu duramente ao ataque e, em comunicado, afirma que o governo israelense terá que enfrentar as consequências por seu comportamento.

A Turquia também estabeleceu um centro de crise para acompanhar o desenvolvimento dos eventos.

O embaixador israelense em Ancara, Gaby Levy, foi convocado ao citado Ministério para dar explicações e receber o protesto do governo turco.

O comunicado diz que o Exército israelense usou a força contra um grupo de ajuda humanitária, que inclui “idosos, mulheres e crianças” que viajam nos navios, o que considerou “inaceitável”.

“Tomando como alvo civis inocentes, Israel mostrou mais uma vez que não se preocupa com a vida humana, nem com as iniciativas pacíficas. Condenamos fortemente esta prática desumana de Israel”, acrescentou a nota.

“Este incidente, que aconteceu em águas internacionais abusando da lei internacional, terá consequências impossíveis de compensar”, avisou o Ministério turco.

“Não importa qual seja a razão, esta ação contra civis que atuam com propósito humanitário é impossível de aceitar. Israel terá que enfrentar as consequências de seu comportamento e da violação das leis internacionais”, conclui o comunicado.

O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, que se encontra no Chile cancelou sua visita à América Latina e anunciou que fará declarações nas próximas horas.

O Ministério de Assuntos Exteriores da Grécia iniciou um mecanismo de gestão de emergência com um telefone à disposição dos familiares dos gregos que estão na “Frota da Liberdade”, pois três dos navios que a compõem procedem deste país.

Yanis Maistros, porta-voz em Atenas da seção grega da iniciativa, declarou que “os cinco navios foram sequestrados”; e que “receberam disparos a partir de lanchas e helicópteros israelenses quando estavam navegando em águas internacionais, próximas ao litoral israelense”.

Assim como os gregos, a comunidade europeia também reagiu ao incidente. A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, pediu hoje às autoridades israelenses uma “investigação completa” sobre o ataque à “Frota da Liberdade”. A diplomata também destacou por meio de seu porta-voz que a UE continua seriamente preocupada com a situação humanitária em Gaza e destacou que o bloqueio é “inaceitável e politicamente contraproducente”.

Segundo Ashton, a comunidade europeia exige a “abertura imediata, incondicional e permanente” das vias de acesso a Gaza para permitir a chegada de ajuda humanitária, bens comerciais e pessoas.

ANP

O presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, decretou três dias de luto nos territórios palestinos devido ao ataque israelense à “Frota da Liberdade”, que se dirigia para a faixa de Gaza, no qual teriam morrido 14 ativistas.

Em comunicado emitido da Cisjordânia, por meio da agência oficial palestina “Wafa”, Abbas não anunciou, no entanto, uma interrupção do diálogo indireto de paz que mantém com Israel.

“O que Israel cometeu contra os ativistas da ‘Frota da Liberdade’ é um massacre”, disse Abbas.

Seu porta-voz, Nabil Abu Rudeina, qualificou a ação de “crime contra a humanidade, já que foram atacados ativistas que não estavam armados e tentando romper o bloqueio sobre Gaza fornecendo ajuda”.

“A agressão israelense terá perigosas consequências na região e no mundo”, advertiu Abu Rudeina.

Por sua vez, o primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, leu diante das câmaras um comunicado no qual assegura que “nada pode justificar” o “crime” cometido hoje por Israel.

“Esse crime reflete mais uma vez a falta de respeito de Israel pelas vidas de civis inocentes e pelo direito internacional”, acrescentou.

Um dos principais assessores de Abbas, o chefe negociador palestino Saeb Erekat, qualificou o ocorrido de “crime de guerra” que “confirma que Israel age como um Estado acima da lei”. Ele pediu uma resposta “rápida e apropriada” da comunidade internacional.

“Eram embarcações civis, que levavam civis e bens civis – remédios, cadeiras de rodas, comida, materiais de construção – para os 1,5 milhão de palestinos fechados por Israel. Muitos pagaram com suas vidas. O que Israel faz em Gaza é horrível, nenhum ser humano esclarecido e decente pode dizer algo diferente”, apontou Erekat.

Por sua vez, o chefe de governo em Gaza do movimento islâmico Hamas, Ismail Haniyeh, qualificou o ataque como “brutal” e convocou um Dia da Ira, ou seja, que os palestinos tomem as ruas em protesto pelas mortes.

Ele pediu à “comunidade internacional, principalmente as Nações Unidas, que ajam o mais rápido possível para proteger os navios e os ativistas e pôr fim ao bloqueio” que mantém Israel sobre Gaza há anos com a cooperação do Egito.

Além disso, pediu a Abbas que suspenda “imediatamente” o diálogo entre israelenses e palestinos com mediação dos Estados Unidos.

Representantes da comunidade palestina com cidadania israelense convocaram para amanhã uma manifestação geral.

Protesto

A ação do governo de Israel também foi alvo de protesto na Turquia e centenas de manifestantes turcos se concentraram nesta manhã em frente das delegações diplomáticas de Israel para protestar contra o ataque israelense.

Desde o começo da manhã, várias centenas de pessoas se concentraram em frente ao consulado israelense em Istambul e tentaram entrar nele.

A polícia bloqueou os manifestantes, cujo número aumentava com a passagem das horas. Outros acamparam em frente ao consulado, que fica na região de escritórios de Levent, lendo versículos do Corão e gritando palavras de ordem contra o ataque de Israel.

Em Ancara, um grupo de manifestantes enfurecidos se concentrou em frente à residência do embaixador israelense, Gaby Levi, do qual se espera que vá ao Ministério de Exteriores da Turquia, pois foi chamado para consultas.

Histórico

Israel decretou um bloqueio quase total à entrada de mercadorias na faixa de Gaza desde que o grupo islâmico Hamas tomou à força o controle da região, em junho de 2007.

O Hamas é acusado pelos disparos de milhares de mísseis contra o território israelense na última década.

Israel diz que permite a entrada de 15 mil toneladas de suprimentos de ajuda humanitária a Gaza a cada semana.

Mas a Organização das Nações Unidas diz que isso é menos de um quarto do necessário.

FONTE: UOL NOtícias

Finmeccanica aposta no mercado de defesa brasileiro

Segundo o grupo italiano, maiores chances estariam na Marinha

vinheta-clipping-navalA Finmeccanica, o maior grupo italiano no setor aeroespacial e de defesa, decidiu transformar o Brasil em prioridade imediatamente. Oitava maior companhia mundial no setor — e com atuação crescente nas áreas de energia e transporte —, vê no país uma enorme oportunidade para crescer. O grupo não esconde que o acordo assinado entre Brasil e Itália em abril, que inclui a previsão de uma série de investimentos italianos no país, representa enormes chances de entrar em um dos poucos mercados mundiais hoje em crescimento acelerado e ainda não dominado pelas empresas norte-americanas do setor. O Brasil, que defende com unhas e dentes a necessidade de transferência de tecnologia nos projetos militares, resiste à postura dos EUA nessa questão, em geral pouco dispostos até a negociar essa possibilidade.

“Para nós, o Brasil é muito importante. O acordo entre Berlusconi e o presidente Lula abre muitas possibilidades, inclusive para a transferência de tecnologia, que seria impossível sem isso”, assegura o CEO do grupo Finmeccanica, Pier Francesco Guarguaglini. Embora não façam previsões nem de valores de investimentos nem de faturamento, os italianos querem entrar com todas as forças nos projetos de modernização das Forças Armadas, em particular no da Marinha, já que a concorrência FX-2, para a compra dos novos caças da Forca Aérea Brasileira (FAB), provavelmente será vencida pelos franceses, desbancando o sueco Grippen (que conta com uma série de componentes das empresas do grupo italiano).

Mesmo que o Rafale, da francesa Dassault, leve o contrato, a Finmeccanica já prevê a necessidade de modernização dos atuais aviões de treinamento, os Super Tucanos. Como os novos caças serão muito mais avançados, potentes e velozes, pertencentes à chamada 5ª geração, independentemente da empresa escolhida, a FAB necessitará de um avião de treinamento com uma menor distância de desempenho em relação aos novos aviões de combate para assegurar a capacitação dos pilotos. É aí que a Alenia Aermacchi, uma das integrantes do grupo, pretende entrar, oferecendo o M346, um avião de treinamento que pode até funcionar como um caça leve de combate.

Outra possibilidade é a concorrência que envolve a construção de novas fragatas para a Marinha brasileira, com a necessidade de fornecimento de sistemas de armamento e de defesa, bem como para a nova corveta da classe Barroso.

FONTE: Correio Brasiliense

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AvPq Moura

vinheta-clipping-navalAviso de Pesquisa (AvPq) “Aspirante Moura”, que atracou nesta terça-feira (18) em Natal, estará aberto á visitação pública na tarde desta quarta (19). O navio já se deslocou para o porto de Natal e vai receber visitantes entre 13h30 e as 17h30. Nesta quinta (20), o navio suspende com
destino a Salvador.

Natal é a primeira cidade brasileira a receber a embarcação. O navio ficará sediado no Rio de Janeiro e servirá de laboratório embarcado apoiando pesquisas da Marinha e da comunidade científica em geral .

Os navios subordinados ao Comando do 3º Distrito Naval ofereceram as boas vindas ao AvPq “Aspirante Moura”, acompanhando-o, em águas natalenses, até a sua atracação.

Veja outras fotos no site do periódico natalense

FONTE/FOTO: Tribuna do Norte /3 DN

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Navio adquirido na Noruega chegou a Natal no último dia 15

vinheta-clipping-navalIncorporado à Marinha do Brasil, em 25 de janeiro deste ano, na Noruega, a embarcação AvPq (Aviso de Pesquisa) “Aspirante Moura” (U-14) suspendeu de Sandefjord no dia 6 de abril e atraca em Natal na próxima terça-feira, dia 18 de maio. A partir das 10h, a embarcação participa, na Praia do Forte, de uma Parada Naval em comemoração a sua chegada ao Brasil.

O público que comparecer à Praia do Forte poderá prestigiar o desfile de embarcações da Marinha do Brasil subordinadas ao Comando do 3o. Distrito Naval. Além do AvPq “Aspirante Moura” farão parte do desfile os Navios-Patrulha “Guaiba”, “Grauna” e “Goiana”, o Rebocador de Alto-Mar “Triunfo” e o Aviso de Patrulha “Barracuda”.

O AvPq “Aspirante Moura”, adquirido em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, é comandado pelo Capitão-Tenente Claudio Luis Estrella Pereira e é operado por 19 militares, entre oficiais e praças. O navio foi construído no estaleiro Astillleros Brodogradiliste, em 1987, e foi modernizado em 2008.

Durante o período de recebimento, foram realizadas algumas obras de adequação do navio às necessidades da Marinha do Brasil, entre as quais se destacam a instalação de um console GMDSS (Global Maritime Distress Safety System) e de um novo radar; integração dos equipamentos de pesquisa científica e a instalação de dois contêineres de 10 pés adaptados para serem utilizados como laboratórios seco e úmido.

O AvPq “Aspirante Moura”, até a presente data, visitou os portos de Rotterdam (Holanda), Brest (França) e Lisboa (Portugal), passando, a partir deste último, a navegar em companhia do Rebocador de Alto-Mar (RbAM) “Triunfo”, pertencente ao Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, sediado em Natal. A sua rota incluiu, ainda, atracações em Las Palmas (Ilhas Canárias) e Praia (Cabo Verde), antes de chegar em Natal (RN).

O navio, ao suspender de Natal, prossegue viagem para Salvador (BA) e Arraial do Cabo (RJ) e, por fim, atracará no Rio de Janeiro, onde ficará subordinado ao Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), onde funcionará como um laboratório, contribuindo para pesquisas de interesse da Marinha e da comunidade científica nacional.

FONTE: Tribuna do Norte

NOTA DO BLOG: mas o Ministro da Defesa não havia dito que equipamentos usados estavam descartados?

 
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