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‘Timbira’ em Natal até o dia 15

Estará em Natal até o dia 15, o Submarino “Timbira” que atracou na tarde de ontem (11/04) no Porto de Natal. Após estadia em Salvador, o submarino de guerra chega a capital, para manutenção e abastecimento, antes de seguir ao Peru, onde participará de Missão Representação das Forças Armadas Brasileiras, nas comemorações dos 100 anos da Força de Submarinos daquele país.

Com 61,2 metros de comprimento, 6,2 de diâmetro do casco e pesando 1.400 toneladas, o Timbira comandado pelo Capitão-de-Fragata Thadeu Marcos Orosco Coelho Lobo é usado para treinamento de militares (42 nessa missão) e em operações na Amazônia Azul e em conjunto com outros países, como a Aderex, Tropicalex e Dragão, Fraterno, Swordfish e Venbras.

Fabricado no Brasil, compõe a frota de cinco submarinos e coloca o país em posição de destaque em capacitação técnica, qualificação de profissionais, engenharia da Marinha do Brasil. Incorporado à Marinha em 16 de dezembro de 1996, o Submarino “Timbira”, pertence à Classe Tupi, homenageia o guerreiro “Timbira”, da nação índigena do Maranhão. Durante o período que estiver em Natal, o submarino não será aberto à visitação pública.

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Em conformidade com as resoluções da ONU n º 1970 e 1973, zarpou do porto de Taranto em 19 de março o NAe Giuseppe Garibaldi, a fragata Euro e o contratorpediro Andrea Doria, que estão patrulhando o estreito da Sicília.

A bordo do Garibaldi embarcaram 8 caças AV-8B (Harrier II), para intercepção e ataque, 3 helicópteros EH-101 e dois AB-212 .


No Canal da Sicília, também estão presentes o navio tanque Etna, sede do SNMG1 (Standing NATO Maritime Group 1), e o navio patrulha Borsini.


FONTE e FOTOS: Marina Militare

Nas fotos divulgadas pela Marinha dos EUA (USN), são mostradas as preparações para operações aéreas, a partir do convoo do USS Kearsarge (LHD 3), neste último sábado, 19 de março.

Na foto do alto da matéria, cheques pré-voo na carlinga de um Harrier AV-8B. Nas duas fotos mais abaixo, um míssil Hellfire é encaixado no suporte de num helicóptero MH-60S Sea Hawk, e a instalação de uma metralhadora GAU-21 do helicóptero também é checada.

Fechando a matéria, foto do dia 16 de março, mostrando claramente o convoo do USS Kearsarge e  as aeronaves embarcadas, além de vídeo sobre as operações aéreas do dia 19. Na foto, o LHD 3 navega no Mediterrâneo, preparando-se para, provavelmente, ser reabastecido com carga seca e munições pelo USNS Lewis and Clark (T-AKE 1).

FONTE / FOTOS: USN (Marinha dos EUA)

Nas fotos divulgadas pela Marinha dos EUA (USN), o destróier classe ‘Arleigh Burke’ USS Barry, DDG 52, lança um míssil de cruzeiro Tomahawk em apoio à ‘Operation Dawn’ (Operação Amanhecer, ou Alvorada). Aproximadamente 110 mísseis Tomahawk foram lançados pela USN e pela Royal Navy (Marinha Real) na operação, segundo o Departamento de Defesa dos EUA (DoD).

Ainda segundo o DoD, as forças dos Estados Unidos estão na ponta de lança da operação da coalizão, desabilitando o sistema integrado de defesa aéra e de mísseis terra-ar da Líbia. Os alvos são radares e sítios antiaéreos em volta da capital, Trípoli, e outras instalações ao longo da costa do Mediterrâneo.

Além do lançamento de mísseis de cruzeiro, os EUA contribuirão com comando e controle e logística. Tripulações aéreas também farão ataques eletrônicos contra os sistemas líbios. A operação é comandada pelo almirante Samuel J. Locklear, da USN, a bordo do navio de comando USS Mount Whitney. Outros 24 navios da Itália, Canadá, Reino Unido e França estão envolvidos na operação.

FONTE / FOTOS: USN (Marinha dos EUA) e Departamento de Defesa dos EUA

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Operação recebeu o nome de “Odisséia do Amanhecer”, segundo a Globo News

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O Marinha dos EUA lançou seus primeiros mísseis contra território líbio, informaram as redes de TV CNN e NBC news. Segundo o jornal Folha de São Paulo, reproduzindo notícias da CNN e da Fox News, foram lançados mísseis de cruzeiro.

ATUALIZAÇÃO – VIA FOX NEWS (tradução – Poder Naval)

A Marinha dos EUA disparou os primeiros mísseis de cruzeiro americanos Tomahawk contra as defesas aéreas do líder líbio Kadafi neste sábado, conforme informação de uma fonte militar à Fox News.

Segundo autoridades dos EUA, esses  ataques  abrem o caminho para aeronaves europeias e outras estabelecerem uma zona de exclusão aérea, destinada a deixar no chão a força aérea de Kadafi e diminuir sua capacidade de inflingir mais ataques contra os rebeldes.

Horas depois que a Secretária de Estado Hillary Clinton compareceu a uma conferência internacional em Paris, que autorizou ações militares contra Kadafi, os EUA se incumbiram de lançar seus ataques sobre as instações de mísseis terra-ar e de radares ao longo da costa do Mediterrâneo, para proteger os pilotos encarregados da zona de exclusão aérea de ameaças terrestres.

Uma autoridade dos EUA, falando em condição de anonimato para poder tratar de assunto sensível, disse que a administração Obama pretende limitar seu envolvimento – ao menos nos estágios iniciais – à ajuda na proteção de missões aéreas francesas e outras.

ATUALIZAÇÃO – 17h40: segundo a Sky News e o The Telegraph um submarino britânico da classe “Trafalgar” também disparou 4 mísseis Tomahawk contra as baterias antiaéreas líbias.

ATUALIZAÇÃO – 18h05: segundo a CNN, foram disparados mais de cento e dez mísseis Tomahawk, por unidades navais da Marinha dos EUA e da Marinha Real, contra 20 alvos do sistema de defesa antiaérea da Líbia. Fontes do Departamento de Defesa dos EUA mencionaram alvos ao redor de Trípoli e Misrata.

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Fragata francesa Nivôse intercepta supostos piratas

Na foto divugada pelo Ministério da Defesa da França na quinta-feira, 10 de março, a fragata Nivôse, da classe Floreal, intercepta uma embarcação de supostos piratas. O fato ocorreu no dia 5 de março, na costa da Somália, respondendo a um aviso, feito no dia anterior, por um navio mercante a 350 milhas náuticas ao sul de Mogadiscio. Na ocasião, o mercante informou sobre a presença de uma pequena embarcação suspeita.

Além da fragata, participou também um avião de patrulha marítima, decolando das ilhas Seychelles e procedente de Luxemburgo. A aeronave localizou os possíveis piratas e guiou a Nivôse para a interceptação.

Nas imediações, a fragata fez decolar seu helicótero, realizando também um disparo de advertência, ocasionando a rendição dos supostos piratas. A tripulação do avião de patrulha marítima informou que a carga da embarcação foi lançada ao mar, eliminando possíveis provas judiciais. Confiscou-se então maior parte do combustível da embarcação, deixando apenas o bastante para o retorno da mesma à costa e liberando os suspeitos.

FONTE / FOTO: Ministério da Defesa da França e Marine Nationale

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Destróier HMS York também foi deslocado para Malta, juntando-se à fragata Cumberland em apoio às operações de evacuação

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Nesta segunda-feira, 28 de fevereiro, a fragata Tipo 22 B3 HMS Cumberland desembarcou em Malta 218 pessoas que foram evacuadas da Líbia. Destas, cinquenta e uma têm nacionalidade britânica, sendo as demais de diversos outros países.  

Dois dias antes, o destróier Tipo 42 B3 HMS York havia chegado a Malta para juntar-se à fragata, apoiando a operação. O navio, visto abaixo entrando no porto da capital, La Valetta, deveria se abastecer e ficar de prontidão no mar para qualquer solicitação.

FONTE / FOTOS: Royal Navy (Marinha Real britânica)

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Patrulhando juntas pela última vez

A Royal Navy realizou uma Fotex que vai ficar para sua história, as duas últimas Type 22 B3 em deslocamento operacional, HMS Cumberland e HMS Cornwall, patrulhando juntas o Golfo de Omã.

Esta é a última vez que os dois navios estarão juntos em uma missão, pois ambos deverão ser retirados de serviço após o seu regresso a Plymouth, no Reino Unido.

FONTE e FOTOS: RN

Fotex realizada pela Marine Nationale, durante manobras navais realizadas com a Marinha indiana.

FOTOS: MN

O Brasil planeja enviar no ano que vem navios militares para o Oriente Médio, uma das regiões mais tensas do planeta. Junto, embarcariam ao menos 200 militares.

Este é o plano da Marinha, segundo revelou à Folha o contra-almirante Luiz Henrique Caroli, 52, indicado pelo Brasil para chefiar a força naval da Unifil, missão de paz da ONU no sul do Líbano cujo objetivo é evitar conflitos entre Israel e a milícia xiita do Hizbollah.

A incursão será a mais importante missão militar do país no exterior depois do Haiti, onde o Brasil comanda a força de paz da ONU (Organização das Nações Unidas). É parte da estratégia do governo Lula de aumentar a projeção global do Brasil.

O plano deve continuar no governo Dilma Rousseff. Para o envio da tropa e dos navios, é preciso aprovação do Congresso. A Marinha está confiante de que não haverá problemas, dada a maioria folgada que a presidente terá no Legislativo.

Veja os principais trechos de sua entrevista.

Folha – Quando o sr. assumirá o comando da força?

Luiz Henrique Caroli – Faltam um decreto presidencial e uma portaria do Ministério da Defesa. Eu imagino que isso vá acontecer em janeiro do ano que vem.

O que essa força faz?

Cada navio vai para uma área de patrulha e, quando vê uma embarcação, se identifica como navio da ONU, pergunta se está indo para águas libanesas, a carga, o rumo, a velocidade, de onde veio e orienta uma rota para o porto. Quando há suspeita de que ele carrega armas, a Marinha libanesa é acionada para fazer uma inspeção.

Como foi a recepção dos governos libanês e israelense à participação do Brasil?

Nosso país tem tradição de tolerância e convivência pacífica. Todos viram de forma positiva. A Indonésia se candidatou a assumir a força, mas Israel não quis porque era um país muçulmano. O Itamaraty consultou o governo israelense, que se posicionou favoravelmente, e o governo libanês também.

A missão aumenta o prestígio do Brasil no Oriente Médio?

Acredito que sim. O Brasil não usa missão de paz para sustentar as Forças Armadas, usa como instrumento de política. O país quer se sentar à mesa que vai criar as normas para os outros. Para isso, tem que participar. E uma forma positiva de participação são as operações de paz. Nós, militares, vemos tudo isso de forma positiva, porque permite termos a experiência real que enriquece as pessoas e a instituição.

Inicialmente o Ministério da Defesa não autorizou o envio de um navio brasileiro para a missão, mas essa possibilidade ainda existe?

Existe sim, a gente fez um estudo que foi aprovado pelo comandante em chefe da esquadra, onde a Marinha está estudando a possibilidade de enviar um navio para compor a força marítima.

Qual seria a embarcação enviada?

Uma fragata, por ser um navio com mais capacidade de permanência. O comandante da Marinha vai decidir e vai conversar com o Ministério da Defesa. Sob as condições colocadas inicialmente pela ONU, de um longo tempo [de permanência], a gente achou que não daria para sustentar um navio lá, pela logística complicada de manter um navio no Oriente Médio. Mas, com a proposta do navio ficar menos tempo, a gente visualizou a possibilidade disso ocorrer.

Quanto tempo ele ficaria?

Dois a três meses e aí teria que ser substituído.

Mandariam um navio de cada vez para treinamento e depois o substituiriam?

Exato. Isso passa, antes da Marinha e da Defesa, pela aprovação do Congresso.

Quando isso aconteceria?

Eu diria que para o final do primeiro semestre de 2011. É bem exequível.

O Brasil não ficaria desguarnecido?

Não. Os distritos navais têm meios para fazer a patrulha do litoral. Um navio [a menos] não traria prejuízo.

FONTE: Folha de São Paulo

FOTO: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

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A Marinha escolheu o contra-almirante Luiz Henrique Caroli para assumir o comando da Marinha da Unifil, a missão de paz da ONU no sul do Líbano.

Além disso, o Exército pretende mandar até 300 militares à missão em 2011 para desarmar minas e bombas de fragmentação lançadas por Israel.

Os planos do governo Lula de enviar tropas para o Líbano e assim ajudar o Brasil a ser um ator importante no Oriente Médio foram revelados pela Folha no início de outubro.

A Unifil, criada em 1978, tem como tarefa evitar confrontos entre o Exército de Israel e guerrilheiros do Hizbollah, milícia xiita que não aceita o Estado judeu.

Caroli e uma equipe formada por quatro oficiais e quatro suboficiais da Marinha devem comandar uma frota europeia composta por oito navios de guerra, abrigando 885 marinheiros.

O contra-almirante já foi comandante do navio capitânia da Marinha do Brasil, o porta-aviões São Paulo. Atualmente ele ocupa o comando da 2ª Divisão da Esquadra, no Rio de Janeiro.

Sua principal missão será impedir que carregamentos de armas e munições ilegais entrem por via marítima no território libanês.

CONVITE

Após o anúncio da saída da Itália do comando da Marinha, a ONU convidou o Brasil para assumir o posto.

A organização também pediu que o país enviasse embarcações para integrar a frota, mas esse pedido foi negado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Contudo, a Unifil não impôs o envio de navios como condição, segundo Gilda Motta Neves, chefe da divisão de Nações Unidas do Itamaraty.

No fim da semana passada, a questão do envio dos oficiais foi levada à Presidência, que ainda deve submeter o tema ao Congresso.

Mas o Brasil ainda corre o risco de perder a vaga caso o pedido não seja aprovado até o fim do ano. Não há definição de quanto custará ao Brasil a investida militar no Oriente Médio.

MINAS TERRESTRES

O contingente de até 300 militares do Exército que embarcará para o sul do Líbano no primeiro semestre do ano que vem deve ter muitos engenheiros militares.

O objetivo deles será desativar minas terrestres e bombas de fragmentação não detonadas -lançadas na guerra de 2006 por Israel.

De 2006 ao primeiro semestre deste ano, cerca de 34 mil dessas bombas foram desarmadas. Mas, oficiais israelenses já admitiram, em entrevista ao jornal “Haaretz”, que mais de um milhão delas foram lançadas.

A comunidade internacional tenta banir o uso desse tipo de armamento por meio de uma convenção por considerar que a maioria de suas vítimas acaba sendo da população civil.

O trabalho de desarme é perigoso. Desde 2006, 14 especialistas militares morreram e outros 45 ficaram feridos fazendo essa atividade no sul do Líbano.

Os brasileiros devem ajudar a suprir um deficit de 3.000 homens na Unifil.

Nesse caso, o de envio das tropas, os ministérios esperarão que a presidente eleita Dilma Rousseff assuma antes de levar o tema ao Congresso.

“A nossa história toda no governo Lula foi de procurar um espaço maior de conscientização política no Oriente Médio. De influir em todas as discussões, sobretudo no conflito israelo-palestino, onde atores que não estão envolvidos naquilo muito tempo fazem falta”, declarou Neves.

FONTE: Alagoas em tempo real

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O programa Diplomacia de Novembro traz, com exclusividade, uma entrevista com o oficial brasileiro que será o futuro comandante da Força Naval das Nações Unidas que patrulha as águas libanesas. O Brasil foi convidado pela ONU e aceitou a missão de comandar uma força multinacional em substituição à Itália. Além dos oficiais da Marinha, Fuzileiros Navais e soldados do Exército deverão integrar a UNIFIL, a missão de paz que busca dar fim ao conflito armado entre Israel e o Líbano.

Os primeiros oficiais deverão partir rumo a Beirute nas próximas semanas e segundo o Almirante Luiz Henrique Caroli, a tropa brasileira está apta a enfrentar o desafio. Para ele, o Brasil não tem como pleitear uma posição de um ator global de relevância sem assumir tarefas deste tipo. A presença do Brasil no conflito do Oriente Médio ainda é o tema de reportagem especial do Diplomacia que ouviu diplomatas, parlamentares e analistas.

O programa Diplomacia, a revista de Política Internacional da TV Senado, foi ao ar neste sábado, 13/11, às 11h30 e 22h30 e irá no Domingo, 14, às 9h e às 17 h, com reexibição no final de semana seguinte (20 e 21/11, no mesmo horário).

FONTE: senado.gov

COLABOROU: Leosg

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Desde as 10:00h de domingo 1/11/2010, suspenderam da Base Naval de Puerto Belgrano os navios ARA “Almirante Brown”, as corvetas ARA “Espora”, ARA “Rosales” y ARA “Spiro”, o Navio de multi-emprego ARA “Punta Alta” e o ARA “Ingeniero Krause” da Armada Argentina. Também participam além da Fragata “Constituição” do Brasil,  a fragata ROU “Uruguay”, da Armada da República Oriental do Uruguay.

A partir das 14:00h suspenderam da Base Naval Mar del Plata o navio SAS “Drakensberg” e o submarino SAS “Charlotte Maxeke”, da Armada da Africa do Sul e o submarino ARA “Salta”, da Armada Argentina. Quarta-feira a Fragata “Constituição” estará suspendendo de volta ao Brasil, rumo a Itajaí-SC. Posteriormente, seguirá até Santos e depois, se juntará a ADEREX. Chegando no dia 26 á BNRJ.

Em Puerto Belgrano a tripulação da Fragata “Constituição” participou no dia 08/11/2010 do SPORTS DAY. Dia de confraternização entre as Marinhas participantes da ATLASUR 2010 ( Argentina,Africa do Sul, Brasil e Uruguai), sendo que a tripulação da Fragata “Constituição” sagrou-se campeã nas modalidades do Futebol e Voleibol.

Fotos: Jorge Lopes

 

Participação do Brasil na UNIFIL pode ficar sem navios

O jornal Folha de São Paulo informou que o governo do Brasil estuda participar da UNIFIL (United Nations Interim Force in Lebanon). No entanto, a ONU pede que o Brasil envie ao menos um navio para integrar a MTF (Maritime Task Force). Atualmente a MTF é composta por 12 navios de diferentes nações europeias.

Segundo informações do próprio jornal, a Ministério da Defesa reluta em enviar um navio, alegando que isso prejudicaria a depauperada estrutura da Marinha.

FONTE: Folha de São Paulo

Leia mais sobre o assunto no blog das Forças Terrestres

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Durante o exercício conjunto entre os Fuzileiros Navais do Brasil e os Royal Marines o Poder Naval teve a oportunidade de observar e acompanhar o desempenho de boa parte dos meios anfíbios atualmente empregados por tropas britânicas. Um destes meios é a lancha de desembarque LCVP (Landing Craft Vehicle/Personnel), na sua versão Mk 5.

A LCVP Mk 5, assim como qualquer outra lancha de desembarque,  realiza o transporte de um grupo de combate desde o navio de assalto até o local de desembarque. Dependendo do equipamento individual transportado, até 35 militares podem ser acomodados no seu interior, além da tripulação composta por três homens. As embarcações podem ser equipadas com uma cobertura removível que protege os militares dos rigores do clima (muito utilizada nos exercícios a OTAN na Noruega). Os exemplares que estiveram no Brasil possuiam esta cobertura.

No topo dela foi trazido para o CADIM um bote de borracha inflável Mk 2 tipo “zodiac”. Sem a cobertura, a embarcação também pode transportar veículos leves como o ATTC (All Terrain Transport Carrier) Bv 206 (muito parecido com os empregados pelo CFN), o TUL/TUM (versão militar do Land Hover 90 e 110) ou o obuseiro rebocado de 105/155 mm.

Origens

A versão atual da LCVP é a evolução natural do projeto anterior, o Mk 4, e foi desenvolvida para substituir o mesmo. A série Mk 4 foi projetada na segunda metade da década de 1970, e o primeiro protótipo foi encomendado em fevereiro de 1980. O alumínio foi escolhido com elemento principal na estrutura do casco, tornando a embarcação muito mais leve que suas antecessoras.

A presença de potentes motores Perkins, aliada à leveza do casco, permitiu que estas embarcações atingissem 20 nós (ou 15 nós quando totalmente carregadas). As Mk 4 foram dimensionadas para os navios de assalto da classe Fearless (HMS Fearless e HMS Intrepid), mas não foram encomendadas antes da Guerra das Falklands/Malvinas. A construção teve início apenas em 1985. Ao todo, 19 LCVP Mk 4 foram entregues.

Na década de 1990, a força anfíbia do Reino Unido começou um extenso programa de modernização e adaptação aos novos tempos. A introdução de novas unidades de grande porte, como o HMS Ocean e a classe Albion, foi acompanhada por novas embarcações de desembarque como os hovercraft Type 2000 e as novas LCVP Mk 5.

Melhoramentos

Em relação ao modelo anterior, a Mk 5 possui deslocamento e dimensões maiores. Porém, o calado é  menor, permitindo o abicamento em praias mais rasas. A capacidade de transporte foi mantida (até 35 militares) e o sistema de propulsão foi alterado. Os motores diesel da versão mais antiga foram substituídos por dois Volvo Penta mais potentes e o sistema convencional de dois eixos deu lugar a dois ‘waterjets’.

A mudança na motorização também permitiu um aumento na velocidade. O protótipo da LCVP Mk 5 atingiu 30 nós! No entanto, quando totalmente carregadas elas só chegam a 15 nós. Os dois modelos são bastante parecidos externamente, incluindo o padrão de pintura (camuflagem em dois tons), mas a casa do leme na versão Mk 5 possui seis faces (no Mk 4m ela era retangular). Outros detalhes, como a estrutura do mastro (rebatível quando embarcado) e a rampa de desembarque, também distinguem as duas versões.

Próximo à rampa da proa e em cada um dos bordos, foram mantidos os suportes para metralhadores de emprego geral 7,62mm. Este é o único armamento orgânico dessas embarcações, mas os fuzileiros embarcados podem utilizar seus armamentos portáteis caso haja necessidade.

As LCVP são comumente transportados em quatro aberturas (duas em cada bordo) existentes no costado do HMS Ocean. Os mesmos são arriados e/ou içados por meio de turcos. As unidades da classe Albion também podem transportar quatro LCVP por navio, mas neste caso não há aberturas específicas no costado.

As LCVP Mk 5 em ação

Entre os dias 10 e 11 de setembro de 2010, os britânicos demonstraram as capacidades das lanchas de desembarque LCVP Mk 5 para os Fuzileiros Navais no Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia (CADIM).

Na manhã do dia 10, essas embarcações foram largamente empregadas no transporte dos militares do Reino Unido e de seus equipamentos deste o HMS Ocean (fundeado na Baía de Sepetiba) até o cais da Ilha da Marambaia. A grande velocidade dos deslocamentos e a facilidade do embarque/desembarque permitiram que essa faina fosse realizada de forma bastante rápida.

Ainda na parte da manhã daquele primeiro diade operações conjuntas, uma das LCVP tentou abicar na praia em frente às instalações do CADIM, conhecida entre os Fuzileiros Navais como “Bravo 4″.  Em função do gradiente existente, a embarcação encalhou a menos de dez metros da linha de costa. Graças aos seus potentes motores, a embarcação conseguiu desencalhar por meios próprios.

Depois dessa experiência, as LCVP não se aproximaram mais da costa e lançaram os seus botes infláveis Mk 2. Na parte da tarde, as LCVP tomaram parte de um assalto simulado à praia do CADIM juntamente com outros meios de superfície e aéreos.

Comparativo

As LCVP Mk 5 dos Royal Marines são semelhantes às EDVP (Embarcação de Desembarque de Veículos e Pessoal) empregadas pela Marinha do Brasil (MB). Cerca de sessenta EDVP chegaram a entrar em atividade na MB. Algumas unidades vieram diretamente dos EUA, outras foram construídas no Japão e as mais recentes foram feitas no Brasil. As unidades remanescentes estão distribuídas por diversas OM, sendo que algumas operam em ambiente fluvial e outras como unidades orgânicas de meios auxiliares.

As LCVP britânicas e as EDVP brasileiras são unidades que possuem dimensões e deslocamentos semelhantes. Até mesmo a capacidade de carga é bastante próxima, o que permite colocar as duas na mesma categoria. No entanto, existem diferenças significativas. As unidades britânicas são embarcações melhor equipadas (possuem equipamentos de comunicação modernos e radar de superfície), possuindo velocidade três vezes maior e quase o dobro do alcance.

Na verdade, as EDVP brasileiras acrescentam muito pouco em relação às unidades empregadas pelos aliados nos desembarques da Normandia, na Segunda Guerra Mundial. Já as LCVP são extremamente rápidas, contam com equipamentos de navegação sofisticados para a sua classe e permitem o desembarque a partir de uma distância maior da praia.

As LCVP enquadram-se exatamente no perfil desenhado para os Royal Marines depois do término da Guerra Fria, uma força de caráter expedicionário, leve e altamente móvel que necessita de meios ligeiros e modernos para combater em qualquer parte do planeta.

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Corveta “Barroso” nos Canais Chilenos

A Corveta “Barroso” (V 34) suspendeu de Mar del Plata (Argentina) para uma longa travessia até Valparaíso (Chile), onde atracou no último dia 15 de setembro, a fim de participar das comemorações relativas ao Bicentenário da Independência do Chile. Nessa travessia, a “Barroso” navegou pelo Estreito de Magalhães e pelos Canais Chilenos.

O Estreito de Magalhães é uma passagem navegável situada ao sul, entre o continente, a Terra do Fogo e o Cabo Horn, registrando-se como a maior e mais importante passagem natural entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Antes da criação do Canal do Panamá, o “Estreito de Magalhães” era a única passagem utilizada entre o Atlântico e o Pacífico, evitando-se, assim, o tempestuoso “Cabo Horn”.

Durante toda a travessia, o navio foi acompanhado por dois práticos militares, Oficiais da Marinha do Chile, que proveram assessoramento durante o transcurso dos estreitos, angusturas e canais.

FONTE: Marinha do Brasil

Hoje por volta das 9h50, o HMS Ocean entrou na Baía de Guanabara seguindo para fundear próximo à ponte Rio/Niterói.

Aguardem a cobertura completa que o Poder Naval irá trazer para vocês.

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Navios-patrulha rápidos (Fast Patrol Boats) da Armada Chilena, Teniente Serrano, Teniente Orella, Teniente Uribe e Guardiamarina Riquelme operando com a fragata americana USS Klakring (FFG 42), ao largo de Iquique no Chile, em 19 de julho de 2010, no exercício Southern Seas 2010.

Os FPBs ou FACs (Fast Attack Craft) proliferaram depois do final do século de 19, por causa da Jeune École da Marinha francesa, com a tese da “poussiere navale” ou “poeira naval”, que defendia a idéia de que pequenos navios, fortemente armados, poderiam enfrentar navios de guerra maiores e mais poderosos, em águas costeiras.

As modernas FACs incorporam essa idéia, por serem fortemente armadas (com mísseis antinavio), pequenas, rápidas, baratas e, portanto, numerosas. Esse navios são vendidos pelos fabricantes como a nêmesis de navios de guerra maiores, como fragatas e corvetas.

Para enfrentar esse tipo de ameaça, surgiram os helicópteros de ataque embarcados, como o Super Lynx. Por essa razão, para serem efetivos contra forças-tarefa mais poderosas, esse pequenos navios precisam de apoio aéreo baseado em terra.

FOTOS: US Navy

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