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P-8I chega à Índia - foto Boeing

A Boeing informou em nota divulgada nesta quarta-feira, 15 de maio, que chegou à Base Naval Rajali, da Índia, o primeiro avião P-8I indiano. A aeronave de reconhecimento marítimo de longo alcance e guerra antissubmarino chegou conforme o cronograma, segundo a empresa, e é um de oito exemplares que a Boeing vem fabricando para a Índia como parte de um contrato concedido em 2009.

Chris Chadwick, presidente da divisão de aeronaves militares da Boeing, afirmou que a equipe P-8I, que inclui o cliente e fornecedores indianos, realizou “um fantástico trabalho conjunto”, e que se está “no caminho para entregar os próximos dois P-8I mais tarde, neste ano.”

O P-8I é a versão indiana do P-8A Poseidon que a Boeing está desenvolvendo para a Marinha dos Estados Unidos e que é baseado na nova geração do avião comercial 737. O P-8I, segundo a empresa, incorpora não apenas características de projeto únicas para a Índia, mas também subsistemas construídos pelos indianos, e que são direcionados aos requerimentos de patrulha marítima do país.

FONTE / FOTO: Boeing (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em inglês)

VEJA TAMBÉM:

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vinheta-clipping-navalO navio-patrulha oceânico “APA”, adquirido pela Marinha do Brasil, atracará no porto de Rio Grande no próximo dia 7. O rio-grandino será o primeiro porto brasileiro a receber a embarcação, que está chegando ao Brasil. O “APA” partiu da Base Naval de Portsmouth, no Reino Unido, em 11 de março, e fez escala em diversos países, entre os quais Portugal, Espanha, Mauritânia, Senegal, Gana, Angola e Namíbia. Durante a travessia pelo Atlântico, pode interagir com as Marinhas dos países africanos visitados, realizando exercícios conjuntos, como treinamento antipirataria. Ele ficará em Rio Grande até o dia 13 deste mês. Depois, seguirá para Itajaí (SC). Em 24 de maio, chegará em seu porto sede, no Rio de Janeiro (RJ). No porto rio-grandino, no dia 12 deste mês, estará aberto à visitação pública, das 14h às 18h. A entrada é gratuita.

O “APA” é o segundo do lote de três navios adquiridos pela Marinha brasileira, como parte do Programa de Obtenção de Meios, sendo incorporado à Força no dia 30 de novembro do ano passado, quando recebeu o nome de “APA”. Seu nome é uma referência ao importante rio da região do Pantanal, que delimita a fronteira entre o Brasil e o Paraguai, cuja bacia hidrográfica tem cerca de 12 mil quilômetros quadrados em território brasileiro. De acordo com o Comando do 5º Distrito Naval, o principal destaque dos navios-patrulhas oceânicos é sua autonomia de navegação. Eles podem ficar até 35 dias sem reabastecimento.

A embarcação, adquirida da empresa inglesa BAE Systems, poderá ser utilizada em diversas tarefas, como operações de Patrulha Naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão às atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica, mas principalmente no patrulhamento da chamada “Amazônia Azul”, ou seja, nas águas oceânicas contíguas ao território nacional. O navio-patrulha “APA” irá operar na Amazônia Azul, primordialmente, na região das bacias petrolíferas dos estados de Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Trata-se de um navio de 90,5 metros de comprimento, velocidade máxima de 25 nós (46 km/h), capacidade para ter embarcados 51 militares e para transporte de seis contêineres de 15 toneladas. Em termos de armamento, conta com um canhão de 30mm e duas metralhadoras de 25mm.

FONTE: Jornal Agora

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Imagens do NPa ‘Gurupi‘ demandando o cais da Mortona em Santos-SP ao redor das 8h de domingo, 24/02, em comissão de adestramento e patrulha marítima.

Cerca de duas horas depois suspendia o NPa ‘Macaé‘ (P 70), conforme post publicado semana passada

Para ver mais imagens e o post sobre o  NPa Macaé:

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

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Imagens do NPa ‘Macaé‘ (P 70) quando suspendia do Porto de Santos, por ocasião de sua segunda escala na cidade, na manhã do dia 24/02.

A embarcação realizou adestramento de patrulha em águas restritas e de intensa navegação no periodo entre 17 e  24 de fevereiro na cidade.

Para ver mais:

 http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/03/npa-macae-p-70-pwae-1a-escala-em-santos.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

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Segundo a mídia local, o governo japonês aprovou um plano de doação de vários navios-patrulha às Filipinas. As embarcações, que custam cada uma cerca de 11 milhões de dólares cada, terão como missão monitorar as atividades da China em águas do Mar do Sul.

Observadores apontam a urgência com que o governo nipônico decidiu incluir o custo dos navios-patrulha no Orçamento do Estado para o ano em curso, o que sugere que Tóquio está muito preocupado com a evolução do litígio territorial com a China. Diante do agravamento da disputa sobre as ilhas Diaoyu/Senkaku nos últimos meses, o Japão toma medidas a fim de reforçar suas posições na área das ilhas. Dentro da estrutura da Guarda Costeira está sendo criada uma unidade especial permanente responsável pela defesa das ilhas do Mar do Leste da China, consideradas por Pequim territórios chineses ilegalmente ocupados. Tóquio também planeja encomendar para o novo destacamento seis navios-patrulha de mil toneladas de deslocamento cada um. Além disso, nos próximos meses, serão modernizados dois patrulheiros de grande porte já disponíveis.

Além de reforçar o próprio contingente, o país está procurando aliados. À cooperação já tradicional com os Estados Unidos, soma-se o desenvolvimento de relações com vizinhos, especialmente aqueles que também estão preocupados com o incremento do poder naval da China. Em janeiro deste ano, durante uma visita a Manila, o ministro japonês das Relações Exteriores, Fumio Kishida, em várias ocasiões enfatizou que os dois países têm um interesse comum no fomento da segurança regional da Ásia-Pacífico. A segurança marítima foi um dos temas centrais das conversações entre os chanceleres do Japão e das Filipinas.

Para Tóquio, as Filipinas são um aliado natural, pois vêm disputando com a China os direitos sobre as Ilhas Spratly/Nansha situados no Mar do Sul. De acordo com o especialista em temas do Japão do Instituto do Extremo Oriente da Academia das Ciências da Rússia, Valeri Kistanov: “o Japão pretende criar uma espécie de coalizão para dissuadir a China no leste da Ásia. Para esse fim, o país explora o fato de a China ter litígios territoriais também com as Filipinas, o Vietnã e a Malásia. O Japão acredita que deve ajudar essas nações a fazer frente à estratégia de ofensiva marítima da China.”

Durante o último período, o Japão vem incrementando a cooperação com o Vietnã, também com conotações anti-chinesas, assinalou o perito. De acordo com a mídia japonesa, a Guarda Costeira do país planeja promover treinamento para o pessoal vietnamita e filipino engajado no patrulhamento de áreas marinhas. Portanto, a região dos mares do Leste e do Sul da China está se convertendo em cenário de aguda confrontação, o que é particularmente perigoso porque até o momento nenhuma das partes envolvidas em disputas territoriais não propôs qualquer plano de resolução do conflito que seja aceitável para outros, ao menos como base da negociação. No entanto, tudo está evoluindo segundo um roteiro que lembra uma espécie de “Guerra Fria”, em que cada bloco estava empenhado em fortalecer suas posições e recrutar novos aliados.

FONTE: Voz da Rússia e AFP via Japan Today (edição e adaptação do Poder Naval a partir de originais em português e inglês)

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112 Harbin 113 Qingdao Type 052 Luhu-class guided missile destroyers people's Liberation Army Navy (PLAN) YJ-83 (C-803) anti-ship missiles HQ-7 SAM (Type 730) 7-barrel 30 mm CIWS (1)

Uma frota da Marinha do Exército de Libertação Popular (ELP) da China concluiu o primeiro exercício de treinamento deste ano no oeste do Oceano Pacífico. Os navios regressaram nesta sexta-feira à cidade portuária de Qingdao após 18 dias no Mar do Sul da China.

O contingente é composto pelo contratorpedeiro antimísseis Quingdao, e duas fragatas equipadas com mísseis, Yantai e Yancheng, que transportavam três helicópteros. As embarcações fizeram um percurso de quase seis mil milhas. Mais de 700 oficiais e soldados da Marinha participaram na expedição.

Durante a patrula, foram realizados exercícios. Os treinamentos, conduzidos na região das ilhas Nansha, incluíram manobras de combate a ataques de piratas e para rechaçar navios simulando violações à integridade marítima chinesa.

A expedição e as manobras na região são um resultado direto das disputas entre China e Japão em torno das ilhas Dayou/Senkaku e de incidentes recentes na região do arquipélago, em que um navio da Marinha chinesa teria apontado armas contra uma embarcação das Forças de Autodefesa japonesas.

FONTE: China Rádio Internacional e Naval Today (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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INS-SARYU-Joins-Indian-Navy-Fleet

A segurança marítima da Índia ganhou reforço na última segunda-feira (21), com o comissionamento do novo navio de patrulha INS ‘Saryu’ (P-57), desenvolvido dentro do país e construído pelo estaleiro Goa Shipyard Limited.

O navio é o primeiro de uma série de quatro embarcações a serem fabricadas para a Marinha indiana, e deve realizar missões de vigilância e guerra de superfície, além de proteger linhas submarinas de comunicação, plataformas de extração de petróleo, bem como escoltar de navios de carga e participar de operações de apoio.

A embarcação é movida por dois motores a diesel, e o armamento básico  é composto por um canhão SRGM de 76mm e um CIWS de 30mm com sistema de controle, e mais seis lançadores de chaff. O navio acomoda oito oficiais e 105 tripulantes, além de possuir convoo para um helicóptero. O INS ‘Saryu’ tem 105 metros de comprimento, 12,9m de boca, desloca 2.900 toneladas e alcança mais de 25 nós de velocidade.

INS Saryu Class OPV

FONTE: Naval Today (tradução e adaptação do Poder Naval)

NOTA DA EDITORA: clicando na foto acima, é possível ver o INS ‘Saryu‘ à direita, ainda em fase de montagem.

 

Na imagem a Liberal (F 43) e a Constituição (F 42) “plotadas” navegando ao largo da costa libanesa a poucos minutos atrás.

Liberal e Constituicao no mar2

 

Navio-Patrulha Oceânico

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

O navio para patrulha oceânica Amazonas chegou em 2012 e está em operação no Rio de Janeiro. O Apa já está a caminho. O Araguari também deverá chegar em 2013.

Além de serem os mais novos e modernos da Marinha, os três navios, batizados com a sigla NPaOc (Navio-Patrulha Oceânico), representam uma importante mudança de doutrina naval no país.

A guerra convencional, contra uma outra marinha hostil, continua sendo o principal foco da força naval brasileira, parte importante da dissuasão pregada pela Estratégia Nacional de Defesa.

Mas os novos navios sinalizam uma nova ênfase em guerra “assimétrica” –contra inimigos com menos poder de ataque– e defesa da lei e da ordem no mar.

Cada vez mais em todo o planeta é preciso que as marinhas lidem com problemas como narcotráfico, pirataria e contrabando. Algo semelhante ao que o Exército faz nos morros e favelas do Rio.

Ou seja, são tarefas típicas de uma guarda costeira, uma instituição rival cuja criação sempre foi bloqueada pela Marinha, apesar de existir em países como os EUA. Mas os novos navios –e outros de menor porte adquiridos antes– mostram que a Marinha está assumindo essas tarefas.

Os NPaOc são conhecidos no resto do mundo como OPV (offshore patrol vessel), navio de patrulha da costa.

São projetados para ter grande autonomia de mar, ficando mais de um mês em operação e eventualmente transportando fuzileiros navais para ações como abordagem de navios suspeitos.

Apesar do porte relativamente grande –mais de 2.000 toneladas completamente carregados–, possuem armamento leve. Não há mísseis nem torpedos. O canhão principal tem calibre 30 mm, contra 114 mm de fragatas e corvetas da Marinha.

O fato é que a Marinha descobriu que o país tem novas instalações para serem defendidas, como as plataformas de petróleo ao largo da costa.

Os três NPaOc foram uma “compra de oportunidade”, como se costuma dizer no mercado internacional de armamentos. Tinham sido originariamente encomendados por Trinidad e Tobago, que desistiu da compra.

Os navios já estavam em construção. A Marinha optou pela compra, pois a fabricante, Bae Systems, fez um preço mais barato para não ter prejuízo. E incluiu a possibilidade de navios iguais serem construídos no Brasil.

Segundo comunicado da empresa, o contrato com a Marinha para fornecer os três navios de patrulha oceânica foi firmado em janeiro de 2012 por 133 milhões de libras (cerca de R$ 440 milhões).

FONTE: Folha de São Paulo

NOTA DO PODER NAVAL: Leia matéria completa sobre o NPaOc Amazonas na revista Forças de Defesa número 6.

Complementando o “post” do Zé, seguem imagens em detalhes da ocasião da entrada para atracação do NPaOc Amazonas (P 120) em Santos/SP no dia 16/11/2012.

Para ver outras imagens e saber mais, clique no link:  http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2012/11/npaoc-amazonas-p-120-pwaz-1a-iagem.html

O Rebocador de Alto-Mar “Triunfo” e o Navio-Patrulha “Grajaú” apoiaram a XXIV REFENO e a XXI FENAT, no período de 09 a 21 de outubro. A REFENO teve início no dia 13, contando com a participação de mais de 80 veleiros de diversas categorias. A presença dos navios da Marinha do Brasil foi imprescindível para o sucesso da Regata, principalmente no tocante à salvaguarda da vida humana no mar.

Destaca-se o apoio ao veleiro “Entre Pólos”, na tarde do dia 15, a 50 milhas do Arquipélago de Fernando de Noronha. A embarcação citada teve seu mastro quebrado e projetado para o mar, ficando impossibilitada de prosseguir, mesmo a motor. O RbAM “Triunfo” aproximou-se e enviou militares para ajudar na retirada da parte do mastro que estava dentro d’água, além de médico e enfermeiro. Após o atendimento médico à tripulação, constatou-se a necessidade da remoção de duas tripulantes, de forma a prestar melhor atendimento a bordo. A partir daí, o navio seguiu acompanhando o veleiro, que se encontrava apto a navegar a motor, até o Arquipélago de Fernando de Noronha.

No dia seguinte, já com o navio fundeado nas proximidades do Arquipélago, o proprietário do veleiro “Entre Pólos” compareceu a bordo para agradecer o apoio prestado à sua embarcação e aos cuidados médicos dispensados à sua esposa e filha.

Dia 20, iniciada a XXI FENAT, cerca de 30 veleiros largaram do Arquipélago de Fernando de Noronha. Os navios da Marinha do Brasil novamente prestaram todo o apoio necessário, atracando na Base Naval de Natal no início da noite do dia seguinte.

Fonte:MB, via 3ºDN

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Segundo informe da imprensa estatal chinesa,  o país deve conduzir exercícios navais nessa sexta-feira na região do Mar do Leste, ode se localizam as Ilhas Senkaku/Dayou – motivo de tensões com o Japão.

Tanto Pequim como Tóquio vêm sendo veementes em suas reivindicações sobre o pequeno arquipélago, atualmente sob controle japonês. A disputa já tem repercussões diplomáticas e econômicas entre as duas nações historicamente rivais.

A agência estatal Xinhua lançou hoje declaração oficial creditada à Marinha chinesa: “Os exercícios têm a finalidade de aprimorar a capacidade de resposta a emergências durante missões de salvaguarda da soberania e dos interesses marítimos nacionais”.

Nas últimas semanas, com o agravamento das disputas com o Japão, a China enviou navios de patrulha e embarcações pesqueiras para as proximidades do arquipélago. Na última quarta-feira (17), uma flotilha chinesa também passou pela região das ilhas.

As manobras previstas para essa sexta-feira incluirão navios da agência de vigilância marítima e do órgão regulador das atividades de pesca no país. O informe oficial divulgado pela agência Xinhua alega que navios de ambas as organizações já foram “perseguidos, ameaçados e até mesmo vítimas de interferência deliberada por parte de embarcações estrangeiras”.

A tensão entre China e Japão em torno das Senkaku/Dayou aumentou em agosto desse ano, quando nacionalistas de ambos os países desembarcaram nas ilhas, e posteriormente Tóquio nacionalizou algumas delas através de compra.

Cidadãos chineses mobilizaram grandes protestos em várias cidades, forçando empresas japonesas a reduzir ou mesmo suspender operações, eventos, voos comerciais e outras atividades sócio-econômicas entre os dois países. As relações comerciais entre Japão e China alcançaram cerca de 300 bilhões de dólares no ano passado.

FONTE: Agência AFP

SAIBA MAIS:

 

 

O Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, projetado e construído para atender às necessidades de fiscalização de extensas áreas marítimas, contribuirá com os demais navios da Marinha do Brasil na proteção da “Amazônia Azul”.

Após atracar nas cidades de Natal (RN) e Salvador(BA), em setembro, vindo de uma viagem de cerca de um mês de trânsito pela costa africana, o “Amazonas” chega ao Rio de Janeiro no dia 5 de outubro, concluindo seu roteiro em direção ao Brasil, depois de incorporado à Marinha, no dia 29 de junho em Portsmouth, no Reino Unido.

O evento contará com a presença do ministro da Defesa, Celso Amorim, e do comandante da Marinha, almirante-de-Esquadra Julio Soares Neto.

O navio, construído pela empresa BAE Systems Maritime – Naval Ships, recebe o mesmo nome da classe em que se enquadra, “Amazonas”, que contará com mais dois de sua classe até 2013: NPaOc “Apa” e NPaOc “Araguari”, todos importantes rios brasileiros. O NPaOc “Amazonas” teve sua construção iniciadaem 15 de fevereiro de 2008, com o batimento de quilha em 15 de junho do mesmo ano. Foi lançado ao mar em 10 de fevereiro de 2009 e sua prontificação concluída em setembro de 2010.

A aquisição dos três navios-patrulha oceânicos agrega importante valor para que a Marinha do Brasil possa intensificar as ações de Patrulha e Inspeção Naval, voltadas à segurança do tráfego aquaviário, prevenção da poluição ambiental e, ainda, para o aumento da capacidade de Busca e Salvamento (SAR), ao longo da extensa área marítima sob a responsabilidade do Brasil.

Durante a viagem, de aproximadamente 2 meses, em direção ao Rio de Janeiro, o navio atracou nos portos de Lisboa (Portugal), Las Palmas (Espanha), Mindelo (Cabo Verde), Cotonou (Benim), Lagos (Nigéria), São Tomé e Príncipe, Natal (RN – Brasil), Salvador (BA – Brasil) e Arraial do Cabo (RJ – Brasil). No Continente Africano, realizou exercício de demonstração de ações antipirataria e treinamentos de manutenção entre navios com a Guarda Costeira de Cabo Verde, a Força Naval do Benin, a Marinha da Nigéria e a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe, além da realização de visitas protocolares e públicas.

Ao chegar ao Brasil, o NPaOc foi preparado para Vistoria de Segurança de Aviação (VSA) em Natal, realizada em sua passagem por Salvador, visando a preparação do navio para operações aéreas. Nessa última cidade, o navio ficou aberto à visitação pública. As informações são da Marinha do Brasil.

FONTE: Portugal Digital

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Reposicionamento de um post, relembrando embarcações construídas aqui no Brasil, sob licença, e que poderiam ser as novas estrelas do Salvamar, Patrulha Oceânica, Apoio Logístico, Operações de minagem e adaptação para caça minas, pois operam com ROV´s, SAR, entre outras funções.

Segue como uma ideia para substituição das Cv´s Imperial Marinheiro e os RbAM´s classes Almirante Guilhem e Tritão, devido à sua capacidade de carga e enorme tração estática (BP – Bollard Pull)

Vale lembrar que vários países os utilizam na função, entre eles EUA, Inglaterra, França, Holanda, Espanha …

Em 5 de outubro de 2008 (domingo), por ocasião de sua segunda escala em Santos, tivemos a oportunidade de visitar o AHTS “Bos Turmalina”, de bandeira brasileira, afretado à Petrobrás, atracado no cais do Armazém 27, onde estava embarcando correntes para movimentação de ferros de plataformas petrolíferas.

O navio, um AHTS (Anchor Handling Tug Supply), é uma embarcação polivalente, especializada em operações do tipo offshore, sendo utilizado em operações de manobras de ancoras e no posicionamento de plataformas, reboques oceânicos de grandes estruturas e embarcações (a grande maioria de movimentações oceânicas de plataformas de petróleo e FPSO´s são realizadas pelos AHTS, ao invés de RbAM), socorro e salvamento, combate a incêndios, transporte de suprimentos e cargas múltiplas, tais como equipamentos para perfuração e prospecção de petróleo, tubulações, containers, correntes, possuindo ainda tanques específicos para transporte de combustível, água potável, drill water, cimento, barita, betonita, slops, entre outros. Sua presença é notada em todas as regiões onde há prospecção de petróleo no mar.

O Navio

O “Bos Turmalina”, especificamente, pertence classe UT -722L, que por sua vez é um desenvolvimento da classe UT-722, um projeto concebido em 1998 pela empresa norueguesa Rolls-Royce Marine A/S, e é construído sob licença em diversos estaleiros pelo mundo.

O “Bos Turmalina”, é de propriedade do armador Bos Navegação Litda., de Macaé-RJ, subsidiaria da norueguesa Farstad Shipping ASA, de Aalesund. O navio se destaca pela automatização, possuindo um passadiço digital com equipamentos de navegação e comunicações de última geração como: sistema de posicionamento dinâmico (DP), GPS Diferencial (DGPS), radares Arpa, cartas náuticas eletrônicas, GMDSS, rádios VHF, fax, telefone, internet e praça de maquinas automatizada. Quanto as instalações habitáveis o navio é dotado de camarotes suítes, individuais para os oficiais superiores e duplos para demais oficiais e guarnição, refeitório, salão de estar (Praça d´Armas), uma pequena, mas bem equipada academia para pratica de ginástica, enfermaria, além de escritórios de convés e máquinas.

Maquinas e Propulsão

O navio possui um maquinário potente, gerando um total de 14.410 hp que acionam dois eixos propulsores com hélices de passo variável, dando uma velocidade máxima de 16 nós. O Bollard Pull (Tração Estática) é de 160 toneladas (a titulo de comparação os RbAM da classe Almirante Guilhem da MB tem 84 toneladas e os da classe Triunfo tem 23,5 toneladas). O conjunto que fornece propulsão auxiliar e o posicionamento dinâmico é formado por um Bow Thruster tubular na proa, um propulsor azimutal retrátil, também localizado na proa e dois Stern Thrusters tubulares na popa, além de um gerador de eixo. A sua Praça de Máquinas ocupa todo o comprimento do convés abaixo do principal.

Conduzido por especialistas

Quase todas as operações são controladas pelos oficiais de náutica a partir de uma estação localizada a ré do passadiço, de onde é possível ter todo o controle dos equipamentos, guinchos e thrusters do navio. Sendo uma unidade de Posicionamento Dinâmico, é necessário ter uma visão e um controle geral sobre as operações que em geral são delicadas e feitas na proximidade de grandes estruturas e muitas vezes sob condições meteorológicas extremamente adversas. Desta mesma estação também podem ser controlados os ROV (Remotely Operated underwater Vehicle) ou Veículos Submarinos Remotamente
Controlados, embarcados quando o navio realiza operações de apoio submarinas, sendo que em alguns AHTS maiores e mais modernos os ROV fazem parte da dotação de equipamentos orgânicos do navio.

A guarnição padrão é formada por 16 pessoas, no caso do Bos Turmalina são 17. Abaixo a composição da tripulação com as respectivas funções e postos:

Comandante (CCB)
Imediato (CCB ou 1ON)
2 Oficiais de Quarto de Convés (1ON e 2ON) (Pilotos)
1 Contramestre (CTR)
4 Marinheiros de Convés (MNC)
1 Chefe de Máquinas (OSM ou 1OM)
1 Subchefe de Máquinas (1OM ou 2OM)
1 Eletricista (ELT)
3 Marinheiros de Máquinas (MNM)
1 Cozinheiro (CZA)
1 Taifeiro (TAA)

A guarnição trabalha em esquema de 28 x 28 dias, com tripulação fixa (duas tripulações) com troca completa, sempre ocorrendo no Terminal de Macaé.

Dados Técnicos:

Construtor

2006/Estaleiro Itajaí S.A. (EISA), Itajaí-SC,  casco n. º 142

Design

Batimento de quilha

Lançamento

Incorporação

UT 722 L

21 de maio de 2004

2 de maio de 2005

26 de julho de 2006

Classificação

DNV +1A1, Supply Vessel, SF, EO, Dynpos Aut, OilRec. FiFi II

Prefixo

PPTJ

Comprimento Total/Boca

80.5 metros / 18.0 metros

Calado (max.)

6.6 metros

GRT/NRT/Deadweight
Deslocamento

3.628 toneladas / 1.089 toneladas / 2.677 toneladas
6.427 toneladas

Dimensões do Convés

450 m2  (30.00 metros x 15.00 metros)

Guindaste de Convés

SWL 5 mt – 10 mt a 16 – 12 metros
SWL 2 mt a 12 metros

Capacidade de Combustível (diesel)

1.134 m3

Água  potável

1.180 m3

MCP

2 Bergens tipo  BVM 12 de 7.205 bhp cada, totalizando 14.410 bhp

Bow Thruster

1 x 1200 bhp

Azimuth Thruster

1 x 1520 bhp (retrátil)

Stern Thrusters

2 x 1000 bhp

Velocidade (max/
serviço)

16 / 12 nós

Bollard Pull

160 mt

Guincho

350 mt a 0-15 m/min. com spooling gear

- A/H Drum

1 x 5215 m de cabo de aço de 76mm de diâmetro

- Towing Drum

1 x 5215 m de cabo de aço de 76mm de diâmetro

Secondary Winch

4 x 125 mt emt 0-20m/min. com spooling gear

- Drum

Cada  800 m de  cabos de 203 mm

Tow line

1.200 m de 80 mm

Porão de correntes

560 m3 (4 circular tanks)

Gypsies

2 x 70/76/84/95/114 mm

Towing Pins

4 x Triplex SWL 300 mt

Pop-up pins

2 x SWL 90mt

Shark Jaw

2 x Triplex SWL 650 mt

Stern Roller

2 x 3m x 3,5m dia – SWL 500 mt

Smit bracket

SWL 500 mt

Bollard Pull = 190 t.

Unidades brasileiras da Classe:

Navio

Estaleiro

Casco

Data

IMO

Prefixo

Classe

Genoísio Barroso

Fels Setal

101

05.04

9270220

PPPQ

UT 722

Yvan Barreto

Fels Setal

102

07.04

9270232

PPPR

UT 722

Haroldo Ramos

Fels Setal

103

10.04

9270224

PPQB

UT 722L

Skandi Copacabana
(ex Norskan Copacabana)

EISA- RJ

479

06.05

9283435

PPQM

UT 722L

CBO Chiara

Ebin – Niterói

002

01.06

9318424

PPQV

UT 722L

BOS Turmalina

EISA Itajaí

142

07.06

9329954

PPTJ

UT 722L

Norskan Botafogo

Aker – Promar

Pro 19

09.06

9339131

PPTM

UT 722L

Bos Turquesa

EISA Itajaí

143

01.07

9329966

PPTZ

UT 722L

Skandi Rio

Aker – Promar

Pro 18

02.07

9353204

PPTU

UT 722L

Skandi Fluminense

Aker  – Promar

Pro 20

07.07

9365582

PPUS

UT 722L

Por todas as funções que consegue desempenhar e por suas características superlativas em termos de embarcação de apoio, o AHTS é visto em quase todos os tipos de serviços relacionados a atividade offshore o que lhe confere o privilegio de ser chamado carinhosamente de Sua Majestade, o AHTS de “Rei dos Mares”.

Nota do Blog: As características e as funções desempenhadas pelos AHTS, como os da classe UT 722L, tornam esse tipo de embarcação uma opção interessante para substituição das antigas corvetas da classe Imperial Marinheiro. São navios com uma capacidade de reboque excepcional, dotados de equipamentos de combate a incêndio, capacidade de atuar no recolhimento de óleo derramado no mar, e o uso de ROVs demonstra que talvez seriam navios capazes de atuar no apoio a operações de contraminagem, inclusive como tender ou capitania de uma flotilha de navios varredores. Poderiam também ser utilizados no abastecimento e apoio ao POIT – Posto Oceanográfico da Ilha de Trindade. Como componente das Forças Distritais poderia receber um ou dois reparos de 20 mm, tornando o navio mais uma plataforma de patrulha.

Nossos agradecimentos: ao Comandante Gibson, Oficiais e Guarnição do AHTS Bos Turmalina pela atenção dispensada ao Poder Naval/NMB por ocasião da visita a bordo.

FECHASPAS

 

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ARGENTINA – ARA Teniente Olivieri

O Navio Auxiliar ARA Teniente Olivieri (A 2), ex-Marsea 10, era um PSV (Plataform Supply Vessel), construído no estaleiro Quality Shipyard, em Houma, Lousiana (EUA) e que entrou em serviço em 1981. Foi adquirido pelo Governo Argentino junto a Administração Marítima dos EUA, em 15 de novembro de 1987, e entregue em maio de 1988, para ser usado como Aviso e Patrulha.

O navio desloca 1.640 toneladas, e suas dimensões são: 56.3 metros de comprimento, 12.2 metros de boca e 3.6 metros de calado. A propulsão é fornecida por dois motores a diesel do tipo G.M. EMD 16-645-E6, gerando 3.700 bhp e acionando dois hélices, com velocidade de 14 nós e um raio de ação de 5.200 quilometros a 10 nós. Conta também com dois Bow Thrusters (Propulsores Laterais de Proa) de 300 shp. A tripulação é formada por 15 homens e é armado com duas metralhadoras de 12.7mm.

A capacidade de carga no convés de popa, que mede, 35.06 metros de comprimento por 9.33 metros de largura, é de 610 toneladas. No serviço comercial transportava até 315 toneladas de combustível, 514 toneladas de água industrial, 44 toneladas de água potável e 113 toneladas de lama bentonítica. No serviço da Armada Argentina, o navio transporta normalmente até 600 toneladas de combustível ou 800 toneladas de água. Fica baseado em Puerto Belgrano e é usado especialmente como navio de apoio logístico, para instalações e locais isolados.

Em 1994, especulou-se sobre a aquisição de outra embarcação semelhante, um AHTS chamado “Erebus”, que hoje pertence à empresa Marítima Mexicana S.A. de C.V. (MARMEX) do Grupo TMM, onde opera com o nome “Isla Ballena”.

Foto: Luiz Padilha


 

O  CT tipo 42 Batch III HMS ‘Edinburg’ (D 97) suspendeu na manhã do dia 24/09 de Portsmounth para sua comissão final, em direção às Ilhas Falklands, sua última patrulha do Atlântico Sul, após 30 anos de serviço a RN.

Nesta comissão o navio alem de realizar operações de patrulha marítima, visitará portos da costa oeste da Africa, Africa do Sul, Caribe e EUA e ao retornar a Inglaterra será desativado encerrando a era dos CT´s tipo 42 em operação na Marinha Real,  deixando saudade nos que neles serviram e os que tiveram o prazer de ver e ir a bordo desta bela classe de navios, afinal será a última oportunidade de ver um navio desta classe em operação pela RN.

Desejamos ao cansado contratorpedeiro bons ventos, mares tranquilos e boa comissão ao HMS Edinburg.

Foto MoD

 
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