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Roayal Marines realizam treinamento de “Fast Rope” com o helicóptero Lynx Mk8 (Black Knight), da fragata HMS Monmouth (F 235).

A fragata Type 23 se encontra realizando patrulha anti-pirataria e segurança marítima no Oceano Índico.

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Partiu do porto de Vladivostok nesta segunda-feira, 29, o destróier Almirante Panteleyev, para se juntar às outras unidades de guerra russas em operação nas águas do golfo de Aden, no oceano Índico.

Com esse destróier, a força naval da Rússia naquela área é composta por oito navios de guerra, um navio-tanque e um rebocador de resgate.

A missão dessa esquadra russa é de proteger os comboios mercantes nas águas do golfo de Aden, do mar da Arábia e, de forma mais ampla, do restante do oceano Índico, regiões assoladas pela ação de navios piratas procedentes da costa africana.

FONTE: Diário da Russia

Custos da Pirataria na Somália

Grandes navios de cargo custam US$ 50 mil por dia para operar. A tripulação costuma ser pequena, raramente mais de 30 tripulantes, devido a automatização. O seguro extra contra a pirataria chega a algums milhares de dólares por dia. As chances de ser atacado é de 1 a 2% ao passarem na costa da Somália. Navios rápidos costumam gastar mais navegando a alta velocidade, aumentando custos em cerca de 1-2%, sendo mais difíceis de sequestrar. A maioria dos alvos são os mais lentos. Os gastos em manter patrulhas no Golfo do Aden chega a US$ 300 milhões por ano.

Nos três primeiros meses do ano os piratas da Somália atacaram 97 navios e capturaram 15. No mesmo período do ano passado foram 35 ataques. No ano passado foram pagos US$ 200 milhões de dólares em resgate para os piratas. A maior parte vai para os líderes, chefes locais e negociadores. Um simples pirata chega a ganhar US$ 150 mil o que é cerca de 10 vezes o que ganharia em toda sua vida.

Nos últimos três anos os piratas começaram a avançar mar a dentro chegando nas ilhas Sheicheles. Os piratas da Somália estão operando bem mais distantes da costa, até a mais de 2 mil quilômetros, com os navios que trafegam no local tendo que pagar seguros mais caros. O custo chegou a US$ 3 bilhões por ano e pode dobrar se a atividade pirata aumentar. Países vizinhos ou que tem grandes frotas, como a China, estão tentando realizar “soluções históricas” (atacar e destruir ou ocupar as cidades piratas usadas como bases). O resto do mundo não pretende seguir este caminho. Mesmo sem ter como ancorar os navios poderão sequestrar os tripulantes e se esconder bem longe da costa. Tropas estrangeiras não têm um histórico de sucesso operando dentro da Somália.

A Índia confrontou os líderes piratas e não teve sucesso. Param de prender os piraras atacando navios e apenas são desarmados e soltos. Se o navio pirata não está em condições de navegar são levados de volta para a costa. É o mesmo método usado pelos Europeus.

A Índia mudou sua conduta após o dia 15 de abril quando os piratas liberaram um navio tanque sequestrado, após o resgate ter sido pago, mas não soltaram os sete indianos e 15 tripulantes presos até que 120 piratas presos na Índia sejam soltos. Existem mais 53 indianos presos na Somália. Os navios indianos costumam atirar com mais frequencia em navios piratas ao invés de prendê-los para evitar problemas legais.

 

Chineses caçando piratas

Em maio, a China enviou seu oitavo Grupo Tarefa, com duas fragatas e um navio de suprimentos, para atuar por seis meses em operações antipirataria na costa da Somália. Dois meses serão gastos em transito. As operações têm mostrado ser uma boa oportunidade de treinamento para os chineses em operações de longa duração e longa distância, além de escolta de navios. Em cada período são escoltados cerca de 100 a 150 navios por mês e protegendo um ou dois navios de serem realmente atacados por piratas no mês.

No ano passado um dos navios enviados foi o navio de desembarque Kunlan Shan (Classe 071). São navios de 20 mil toneladas capazes de levar 800 fuzileiros e 20 blindados. Na operação levou apenas dois helicópteros Z-8 e embarcações para perseguir piratas. Alguns comandos navais também foram levados.

NOTA: O uso do Kunlan Shand dá uma boa indicação dos principais requisitos de uma plataforma para operações antipirataria como levar dois helicópteros, algumas embarcações e tropas extras além da capacidade de operar por longos períodos. O requisito é basicamente o de um navio de patrulha oceânico de longo alcance capaz de levar dois helicópteros, acomodações extra e espaço para embarcações rápidas.

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Forças Navais dos EUA interromperam ontem um ataque de piratas ao navio MV Falcon Trader II, de bandeira filipina, depois que este informou que tinha sido atacado por piratas.

Aproximadamente 10:30hs, hora local, o USS Enterprise (CVN 65) e o USS Leyte Gulf (GC 55), que realizavam apoio à Operação Enduring Freedom, responderam ao chamada de socorro do MV Falcon Trader II, que relatara que suspeitos de pirataria, em um pequeno barco, estavam tentando embarcar no navio.

Um helicóptero SH-60F “Dragonslayers” do Helicopter Anti-submarine Squadron (HS) 11, do USS Enterprise e um SH-60B“Vipers” do Helicopter Anti-Submarine Squadron Light (HSL) 48 do USS Leyte Gulf foram imediatamente enviados para investigar a situação.

Uma vez em cena, a aeronave do HS-11 disparou tiros de advertência para dissuadir os piratas de continuar seu ataque. Depois disso, dois piratas foram vistos saltando da proa do MV Falcon Trader II e ao tentarem fugir, foram perseguidos pelo SH-60F.

Como o barco pirata foi de encontro a um grande navio, suspeito de estar a atuando como um “navio-mãe”, os piratas atiraram no helicóptero com armas de pequeno calibre. O helicóptero e os seus tripulantes não foram atingidos.

“Nós vimos perfeitamente os flashes de suas AK-47, mas não fomos atingidos”, disse o Lt. Joshua A. Overn, um dos pilotos. “O treinamento anti-pirataria que recebemos nos ajudou a conduzir a situação com segurança e profissionalismo.”

A US Navy continuará a acompanhar a navio-mãe suspeito, pois muitas vezes estes permanecem com reféns a bordo, afim de impedir a ação dos navios que realizam as patrulhas na região.


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Fragata francesa Nivôse intercepta supostos piratas

Na foto divugada pelo Ministério da Defesa da França na quinta-feira, 10 de março, a fragata Nivôse, da classe Floreal, intercepta uma embarcação de supostos piratas. O fato ocorreu no dia 5 de março, na costa da Somália, respondendo a um aviso, feito no dia anterior, por um navio mercante a 350 milhas náuticas ao sul de Mogadiscio. Na ocasião, o mercante informou sobre a presença de uma pequena embarcação suspeita.

Além da fragata, participou também um avião de patrulha marítima, decolando das ilhas Seychelles e procedente de Luxemburgo. A aeronave localizou os possíveis piratas e guiou a Nivôse para a interceptação.

Nas imediações, a fragata fez decolar seu helicótero, realizando também um disparo de advertência, ocasionando a rendição dos supostos piratas. A tripulação do avião de patrulha marítima informou que a carga da embarcação foi lançada ao mar, eliminando possíveis provas judiciais. Confiscou-se então maior parte do combustível da embarcação, deixando apenas o bastante para o retorno da mesma à costa e liberando os suspeitos.

FONTE / FOTO: Ministério da Defesa da França e Marine Nationale

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A Royal Navy realizou uma Fotex que vai ficar para sua história, as duas últimas Type 22 B3 em deslocamento operacional, HMS Cumberland e HMS Cornwall, patrulhando juntas o Golfo de Omã.

Esta é a última vez que os dois navios estarão juntos em uma missão, pois ambos deverão ser retirados de serviço após o seu regresso a Plymouth, no Reino Unido.

FONTE e FOTOS: RN

Navios da marinha russa continuarão patrulhando as rotas comerciais próximas ao Golfo de Aden ao longo do ano de 2011 com o propósito de coibir os constantes ataques de piratas na região, informou o porta-voz do ministro da Defesa da Rússia.

Uma força-tarefa de navios da Frota do Pacífico, liderada pelo contratorpedeiro  Admiral Vinogradov, substituirá o grupo atual liderado pelo contratorpedeiro Admiral Levchenko (classe Udaloy) em dezembro.

FONTE: RIA Novosti

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Hidropirataria na Amazônia, um delírio

Antonio Felix Domingues

Há anos o fantasma da hidropirataria ronda cabeças no Brasil. Embora seja contada como uma história quase policial, a hidropirataria é um delírio que, em vez de contribuir para maior valorização da água, acaba desviando a atenção de problemas reais, como a insuficiente cobertura da rede de água tratada para as populações amazônicas, o índice mais baixo do Brasil.

A história, tema recorrente na mídia, conta que grandes navios-tanque vêm até o Rio Amazonas, ora próximo a Manaus, ora na sua foz, para roubar água do território brasileiro e levá-la para países sedentos. À primeira vista, a hidropirataria nos revoltaria e teríamos, evidentemente, de tomar providências contra a atividade. Entretanto, essa história não encontra fundamento, posto que as leis da economia, de forma indistinta, regem os interesses de todas as atividades comerciais.

Em valores atuais, 1 m3, ou 1 tonelada de água, custa entre US$ 0,25 e US$ 0,50 por dia para ser transportado em navios de grande porte para granéis líquidos. Qualquer viagem para um dos chamados “países com sede”, localizados no Caribe ou no Oriente Médio, por exemplo, demoraria vários dias, ao que se impõe uma realidade importantíssima: o custo da água atingiria valores superiores a US$ 3 por m3 para uma viagem de 10 dias a 13 dias, mais os custos de tratamento para torná-la potável, ao redor de US$ 0,40/m3. Esses valores nos mostram a impossibilidade do comércio mundial de água bruta para abastecimento público utilizando-se o transporte marítimo, porque os custos do frete de granéis líquidos tornam a atividade inviável em distâncias superiores a 500 km.

A realidade que está resolvendo a sede dos países é a dessalinização e o reúso, que, com tecnologia e escala, operam a custos cada vez menores. Em Israel, três plantas dessalinizadoras (Ashkelon, Hadera e Sorek), no modelo de parcerias público-privadas (PPPs), fornecem água potável a 3,5 milhões de pessoas a um custo médio de US$ 0,60/m3. Dessa maneira, Israel, dentro de alguns anos, não vai mais comprar água da Turquia, o único caso conhecido de transporte de água em navios-tanque e que, apesar da distância de apenas 600 km, está perdendo toda viabilidade econômica.

Existem hoje cerca de 380 plantas de dessalinização em todo o mundo. No Brasil há apenas uma pequena unidade, funcionando na Ilha de Fernando de Noronha, que opera ao custo de US$ 1/m3. É interessante ressaltar que nem para Fernando de Noronha compensaria levar água em navios-tanque.

Existe, sim, um comércio de água entre países, de características muito limitadas, que ocorre por aquedutos, como, por exemplo, entre Lesoto e África do Sul, Malásia e Cingapura, Turquia e Chipre.

Por outro lado, o Brasil, o país mais rico do mundo em água doce, começa a se beneficiar com a exportação de água, mas não na sua forma líquida, e sim da maneira que se convencionou chamar de água virtual, aquela que é exigida para a produção de bens agrícolas ou industriais. Alguns produtos, como grãos, frutas, carnes, aço, papel, açúcar e álcool, demandam grandes quantidades de água para serem produzidos e muitos países já encontram dificuldades ambientais para a produção desses produtos e, por isso, precisam importá-los de países com água e solo em abundância, como o Brasil, por exemplo.

Provavelmente a história da hidropirataria nasceu de uma confusão que se faz com a prática do uso da água como lastro para os navios. Sem o lastro o navio não tem segurança, navegabilidade nem equilíbrio para a viagem, operações e manobras necessárias. A água de lastro é bombeada para dentro e para fora dos navios, de acordo com a necessidade operacional. Essa prática rotineira tem trazido ao mundo problemas expressivos por causa da introdução de organismos invasores que passam pelos filtros da rede e das bombas de lastro. Atualmente, cerca de 5 bilhões de toneladas de água são movimentadas por ano entre diferentes regiões do globo.

Estimam-se em US$ 100 bilhões por ano os prejuízos globais causados por espécies invasoras na água doce levadas de um continente a outro. Os Estados Unidos gastam por ano cerca de US$ 10 bilhões, principalmente por causa do mexilhão zebra (Dreissena polymorpha).

No Brasil, há cerca de dez anos, foi introduzido o mexilhão dourado (Limnoperna fortunei), trazido por navios do Sudeste Asiático à Bacia do Prata. Para tentar prevenir o flagelo mundial provocado pela introdução de espécies exóticas a Organização Marítima Internacional (IMO), a agência das Nações Unidas responsável pela segurança da navegação e prevenção da poluição marinha, adotou, desde 2004, uma nova Convenção Internacional para Controle e Gestão da Água de Lastro e Sedimento de Navios.

Ainda que o transporte de água doce por navio fosse economicamente viável, quem o fizesse estaria contrariando o principal pressuposto dessa convenção, que é despejar no mar a água doce de lastro trazida de qualquer país, antes de retornar, para evitar a contaminação.

Esforços têm sido intensificados para fiscalizar a água de lastro em costas e portos brasileiros. Esperamos que o Brasil possa, num futuro breve, ser citado como um bom exemplo para os demais países, signatários ou não, da referida convenção.

Portanto, problemas reais de água na Amazônia existem, sim, embora não despertem tanta atenção. Como, por exemplo, o fato de que na área mais rica de água doce do planeta cerca de 40% da população ainda não tem acesso a água tratada, o índice mais baixo no País, cuja média é de cerca de 10%. Esse é, sem dúvida, um fato incômodo e real, que deveria ser objeto de nossa preocupação.

FONTE: O Estado de S. Paulo – 10/07/2010

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 USS San Jacinto em ações antipirataria - foto USN

A Marinha dos EUA (USN) informou que, no dia 31 de maio, o cruzador de mísseis guiados USS San Jacinto (CG 56) impediu que nove piratas Somalis atacassem uma embarcação de bandeira maltesa, o M/V Avenue Beauty. Com essa ação, já são 22 piratas interditados pelo navio apenas esta semana.

O San Jacinto respondeu a um pedido de socorro do M/V Avenue Beauty, que estava sob ataque de piratas a 90 milhas ao norte da Somália. Ouvindo disparos de armas de fogo, o mestre do navio soou o alarme e comandou a tripulação para executar medidas contra pirataria, o que fez o barco pirata abortar seu ataque e fugir. O cruzador, respondendo à emergência, seguiu o barco pirata com seu helicóptero, acompanhando com o radar a fuga em alta velocidade rumo à costa da Somália.

Como o barco não respondeu às ordens do helicóptero para parar, um dos tripulantes da aeronave realizou disparos de advertência cruzando a proa e a popa da embarcação, convencendo os piratas a pará-la. Mais tarde, uma equipe com tripulantes do San Jacinto e membros da Guarda Costeira dos EUA (U.S. Coast Guard Law Enforcement Detachment) abordou o barco pirata, tomando controle do mesmo para realizar uma busca. Os piratas já haviam jogado ao mar suas armas, munição e outros equipamentos, e foram liberados após a equipe de abordagem confiscar um dos motores e diversos galões de combustível, o suficiente para alcançar a costa.

Dias antes, o cruzador libertou pequena embarcação, em poder de piratas.

No dia 26 de maio, o CG 56 já havia resgatado os tripulantes de uma pequena embarcação, em poder de 13 suspeitos de serem piratas somalis. A ação se deu 68 milhas a sudeste de Ras Fartak, no Iêmen, e os suspeitos foram entregues às forças navais do país.

Na ocasião, o cruzador realizava operações anti drogas, tendo despachado uma equipe de abordagem em dois barcos semirígidos para o dhow “Al Jawat” do Iêmen (dhow é uma embarcação de pequeno porte típica da região), para uma inspeção de rotina. Quando todo o pessoal estava reunido na proa da embarcação, a equipe realizou uma busca e descobriu uma pessoa escondida sob um cobertor, assim como quatro fuzis AK-47 e quatro granadas propelidas a foguete.

Conversando com o mestre do barco, a equipe pôde constatar que 13 suspeitos de pirataria estavam a bordo, tentando se passar como parte da tripulação. Estes foram identificados pelo mestre e foram detidos sem reagir. Tanto a tripulação do dhow quanto os suspeitos de pirataria permaneceram na embarcação enquanto autoridades do Iêmen eram contatadas. Uma barco patrulha da Marinha do Iêmen foi despachado de Al Mukalla para levar os suspeitos em custódia e interrogar a tripulação, cujo mestre também revelou que ficaram um dia em poder dos suspeitos de pirataria.

USS San Jacinto deixando Norfolk em janeiro de 2010 - foto USN

FONTE / FOTOS: USN (Marinha dos EUA)

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Combate aos piratas hoje no Fantástico

O mar da Somália é um lugar dominado por piratas que já atacaram centenas de embarcações para roubar, sequestrar e depois pedir resgates milionários.

NRP VASCO DE GAMA (F 330) SUPER LYNX Mk-95

 

L16_Absalon_with_Lynx

O HMDS Absalon (L 16), que integra o Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG 1), resgatou a tripulação do navio MV Ariella, pertencente a empresa Splosna Plovba International Shipping and Chartering Ltd , em 5 de fevereiro, depois que o mesmo foi sequestrado por piratas no Golfo de Aden.

Vinte e cinco marinheiros estavam a bordo, quando o navio foi abordado por dois botes ocupado por piratas armados com AK-47.

O MV Ariella estava navegando dentro do Internationally Recommended Transit Corridor, sob a proteção de forças navais da coalizão, quando ocorreu o ataque.

Como os piratas tentaram tomar o controle do navio, um pedido de socorro foi emitido e recebido pela fragata indiana INS Tabar que, segundo a UE NAVFOR, transmitiu um alerta geral.

Um helicóptero Super Lynx Mk-90B foi lançado pela HMDS Absalon e disparou tiros de advertência, tendo os piratas revidado o fogo antes de fugirem rapidamente, abandonando o navio e seus tripulantes.

Super Lynx Mk90B

FONTE: JANES    Colaborou: Osvaldo Antunes

 
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