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Imagens do NPa ‘Macaé‘ (P 70) quando suspendia do Porto de Santos, por ocasião de sua segunda escala na cidade, na manhã do dia 24/02.

A embarcação realizou adestramento de patrulha em águas restritas e de intensa navegação no periodo entre 17 e  24 de fevereiro na cidade.

Para ver mais:

 http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/03/npa-macae-p-70-pwae-1a-escala-em-santos.html

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Fotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 24/02/2013

 

Complementando o “post” do Zé, seguem imagens em detalhes da ocasião da entrada para atracação do NPaOc Amazonas (P 120) em Santos/SP no dia 16/11/2012.

Para ver outras imagens e saber mais, clique no link:  http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2012/11/npaoc-amazonas-p-120-pwaz-1a-iagem.html

Entrou hoje no porto de Santos passando pela Estação de Praticagem por volta das 11:20h da manhã o Navio Patrulha Oceânico Amazonas (P 120). Essa é a primeira de muitas escalas do Amazonas no porto paulista, já que a área de operações dessa unidade naval engloba as áreas de jurisdição dos Comandos do 1º e 8º Distritos Navais, na área marítima que compreende os litorais dos estados do Espírito Santos, Rio de Janeiro e São Paulo, incluindo as áreas de produção petrolífera das Bacias do Espírito Santo, Campos e Santos.

O navio atuará na Patrulha Naval e em missões de busca e salvamento no trecho da costa brasileira com o maior fluxo de tráfego mercante.

Ainda não está confirmado se o navio abrirá para visitação pública. Amanhã, dia 17.11, também retorna a Santos o Navio Veleiro Cisne Branco, que também deve atracar no cais da Mortona (Capitania dos Portos de São Paulo).

Fotos: Eu :-)

 

A Capitania Fluvial do Rio Paraná, sediada em Foz do Iguaçu (PR), recebeu, no dia 2 de janeiro, uma Lancha de Ação Rápida (LAR) com características especiais, dentre elas, blindagem balística. Desde o dia 26 de julho, data em que a LAR realizou sua primeira missão, a embarcação tornou-se um importante instrumento da Marinha do Brasil na fiscalização das águas brasileiras no Rio Paraná e no Lago de Itaipu. A lancha contribui, também, com as ações de Inspeção Naval e apoio às operações dos Ministérios da Defesa e da Justiça, tais como a “Fronteira Sul”, “Ágata” e “Sentinela”.

A blindagem da embarcação oferece proteção aos militares e um maior poder dissuasório em ações de combate ao tráfego de drogas, contrabando, descaminho e outros ilícitos transfronteiriços.

A LAR foi construída pela Base Naval de Val-de-Cães, Organização Militar da Marinha do Brasil subordinada ao Comando do 4º Distrito Naval, sediada em Belém (PA). Embora as LAR sejam utilizadas na região Amazônica em Operações Ribeirinhas há mais de 10 anos, este modelo é a primeira versão com cabine e blindagem balística.

A aquisição deste novo meio vai ao encontro das Orientações do Comando da Marinha, voltadas para a segurança das fronteiras, em consonância com a Estratégia Nacional de Defesa e com o Plano Estratégico de Fronteiras.

FONTE: Nomar

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CPBA recebe lancha-patrulha “SEAP 06

No dia 16 de maio, a Capitania dos Portos da Bahia (CPBA), localizada em Salvador (BA), e a Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no Estado da Bahia promoveram a assinatura do Termo de Transferência de Responsabilidade da Lancha-Patrulha “SEAP 06”, entre seus equipamentos e acessórios.

O termo supracitado refere-se à cessão e a entrega definitiva da embarcação para a Capitania dos Portos, como o resultado de um acordo entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Comando da Marinha do Brasil.

A lancha, que será preparada para o emprego nas atividades de Inspeção Naval, tem como principais características:

Comprimento total: 11 m (sem plataforma);

Boca; 3,80 m;

Calado : 1,30 m

Motorização : 2 x Volvo Penta D6/HS 80A – 370 hp;

Lotação: para 8 pessoas.

FONTE: Nomar

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Em dezembro de 2011, a Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) enviou à Capitania Fluvial do Rio Paraná uma Lancha de Ação Rápida (LAR) especial, projetada e construída pela BNVC, em Belém (PA), para operar no Lago de Itaipu e nos rios que limitam as fronteiras do Brasil com a Argentina e Paraguai.

A LAR é dotada de cabine com blindagem balística em fibra de polietileno de alta performance, mais eficiente na proteção contra disparos de pistolas e fuzis, o que permite total segurança para o patrão e mais seis passageiros.

Nas provas de mar, a embarcação alcançou velocidades acima de 35 nós, em perfeitas condições de estabilidade e manobrabilidade. A LAR especial, com capacidade operacional adaptada à região em que vai atuar, será de grande importância para colaborar nas ações conjuntas entre a Marinha do Brasil e as forças de segurança que atuam na tríplice fronteira.

FONTE: Nomar

A Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e o Estaleiro Ilha S/A (EISA) assinaram, no dia 16 de dezembro, no Rio de Janeiro, o Termo Aditivo para a construção de mais um Navio-Patrulha de 500 toneladas, o 5º Navio do 2º lote, que corresponde ao 7º Navio-Patrulha da Classe “Macaé”.

Essa Classe de navios se destina ao patrulhamento das Águas Jurisdicionais Brasileiras, cabendo executar diversas tarefas, dentre elas: efetuar patrulha para a vigilância e defesa do litoral, de áreas marítimas costeiras e das plataformas de exploração/explotação de petróleo no mar e contribuir para defesa de porto; promover a fiscalização que vise ao resguardo dos recursos do mar territorial, zona contígua e Zona Econômica Exclusiva; repressão às atividades ilícitas (pesca ilegal, contrabando, narcotráfico e poluição do meio ambiente marinho), contribuindo para a segurança das instalações costeiras e das plataformas marítimas contra ações de sabotagem; e realizar operações de busca e salvamento na área de responsabilidade do Brasil.

A decisão pela construção em estaleiro privado nacional se coaduna com a política governamental de incentivo à construção naval e de geração de empregos, bem como da necessidade estratégica da capacitação e fortalecimento do parque industrial de tecnologia militar.

O EISA foi selecionado para a execução dessa obra por meio de concorrência pública pautada nos ditames da Lei n° 8.666/1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. A construção será realizada nas instalações do estaleiro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e fiscalizada pela DEN, segundo mecanismos gerenciais e técnicos estabelecidos no Contrato de Construção, vinculados ao Edital de Licitação, baseados na boa prática da engenharia e conduzidos por uma equipe formada por profissionais com vasta experiência em construção naval militar.

Os navios em questão fazem parte de uma série de 27 navios, dentro do preconizado pela Estratégia Nacional de Defesa, a partir de um projeto desenvolvido pela empresa francesa Constructions Mécaniques de Normandie.

O primeiro navio da Classe, construído na Indústria Naval do Ceará (INACE), Navio-Patrulha “Macaé”, foi transferido para o Setor Operativo da Marinha do Brasil. O segundo, Navio-Patrulha “Macau”, foi incorporado à Força e deverá se transferido para o Setor Operativo no início do primeiro semestre de 2012.

O contrato assinado com o estaleiro EISA, que, após a assinatura do Termo Aditivo supracitado, perfaz um total de cinco Navios-Patrulha 500 toneladas, tem prevista a prontificação do primeiro navio para dezembro de 2012, e dos demais navios, em sequência, um a cada seis meses.

FONTE: Marinha do Brasil

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Depois de construídos pelo estaleiro INACE e entregues pelo Brasil à Marinha da Namíbia, essas embarcações antes tão comentadas estão agora em plena vida operativa, como mostram essas fotos de autoria do Capitão Hilmar Snorrason, Comandante do Navio-Escola Saebjorg, da Associação de Busca e Salvamento da Islândia, feitas em Walvis Bay.

Na primeira foto, as LP Terrace Bay (HPB 20) e Möwe Bay (HPB 21), atracadas em Walvis Bay em 19 de outubro de 2011. Essas embarcações foram incorporadas no dia 3 de novembro de 2011 e são da mesma classe da nossa “Marlim” (classe “Meattini” na Itália).

Na segunda e na terceira fotos, o NPa Brendan Simbwaye (P 11), que pertence à mesma classe dos nossos “Grajaú”, de projeto da Vosper Singapore e construídos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, no INACE e no estaleiro Peeneweft, na Alemanha.

Na última foto, apenas para completar, temos um quarto navio, que foi transferido pela Marinha do Brasil dentro do mesmo pacote, a Corveta Lt Gen Dimo Hamaambo (C 11), ex-Purus (V 23), feita em 26 de outubro de 2011.

Notar a presença de um segundo radar da marca Furuno na Brendan Simbwaye e o brasão de armas dos navios, que tem como inspiração os usados pelos navios da Marinha do Brasil, apenas com a substituição da Coroa Naval pelo Gavião-do-Mar, que é parte do Brasão de Armas da República da Namíbia.

 

Em fotos da Guarda Costeira dos Estados Unidos (USCG), o “cutter” USCGC Bertholf (WMSL 750), seu helicóptero orgânico MH-65C Dolphin e o avião de patrulha marítima Ocean Sentry HC-144A.

FOTOS: USCG

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Ícaro Luiz Gomes

Nosso colaborador Ícaro Luiz “Joker” Gomes esteve ontem (28.01) na cerimônia de passagem de comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste (ComGptPatNavNE), em Natal-RN.

No evento, o Capitão-de-Corveta Ricardo Alexandre Fernando Chaves passou o comando ao Capitão-de-Fragata Guilherme Wagner de Azevedo Cordeiro (em destaque, na foto abaixo). A cerimônia foi presidida pelo Vice-Almirante Airton Teixeira Pinho Filho, Comandante do 3° Distrito Naval.

Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste

“Daqui Patrulhamos a maior parcela da nossa Amazônia Azul e guarnecemos as águas jurisdicionais Brasileiras no Nordeste”

Histórico

A origem deste grupamento remota a década de 40, quando da criação do Esquadrão de caça Submarino, que depois da Segunda Guerra Mundial foi transformado em Força-Patrulha Costeira do Nordeste (FORPACONE) e , posteriormente, no Grupamento Naval do Nordeste (GNNe), por meio do Aviso Reservado do Ministro da Marinha n° 2106 de 08/09/1967, que adotou a nova Organização Administrativa para as Forças Navais.

Na ocasião, o Grupamento Naval do Nordeste era composto pelos seguintes navios:

  • Corveta “IPIRANGA”
  • Corveta “FORTE DE COIMBRA”
  • Corveta “PURUS”
  • Corveta “CABOCLO”; e
  • Navio-Patrulha “PIRAJÚ”.

Em 10/07/1981, o GNNE deixou de ser subordinado ao Comando da Base Naval Ary parreiras (atual Base Naval de Natal), e passou a constituir um Comando de Força independente, sob a denominação de Comando do Grupamento Naval do Nordeste (ComGrupNNE), com a nomeação para Comandante de um Capitão-de-Mar-e-Guerra de Corpo da Armada. A partir de 26/01/1996 o Comando passou  a ser exercido por um Capitão-de-Fragata. Em cumprimento a Portaria n° 192/MB/2006, o Comando do Grupamento Naval do Nordeste (ComGrupNNE) teve sua denominação alterada para Comando do Grupamento de Patrulhamento Naval do Nordeste (ComGptPatNavNE).

 

A Missão

O ComGptPatNavNE tem como missão, na área do jurisdição do 3° Distrito Naval, realizar socorro e salvamento marítimo, patrulha costeira e inspeção naval, a fim de contribuir para a salvaguarda da  vida humana e para a segurança e controle dos interesses do Brasil no mar.

Constituem atividades do ComGptPatNavNE:

  • Executar o serviço de busca e salvamento marítimo, apara ao qual são mantidos 2 navios de prontidão, designados “Navio de Serviço Distrital e Navio de Salvamento”, e cuja finalidade é a salvaguarda da vida humana no mar e o salvamento de material que ofereça perigo à navegação. Nossa área de atuação abrange 1553500 milhas náuticas quadradas e estende se além da ilha de Ascensão, no meio do Oceano Atlântico. Tal área corresponde à cerca de 63% do território nacional ou 50% do continente europeu, incluindo a região ocidental da Rússia; Para que se tenha uma melhor idéia das distâncias envolvidas, a distância em linha náutica corresponde à distância terrestre entre o Rio de Janeiro e a cidade de Maceió.
  • {A área marítima, sob jurisdição do 3º Distrito Naval, é compreendida entre as linhas de marcação de 019º e 115º, com origem, respectivamente, nos pontos do litoral brasileiro das dividas entre os Estados de Piauí-Ceará e Alagoas-Sergipe, bem como a área marítima correspondente às ilhas de Fernando de Noronha, Arquipélago de São Pedro e São Paulo e Atol das Rocas.(https://www.mar.mil.br/com3dn/paginas/fotosar1.html);( https://www.mar.mil.br/com3dn/paginas/fotosar2.html) }*[ retirado do link https://www.mar.mil.br/com3dn/paginas/salvamarne.html]
  • Efetuar a patrulha costeira, realizada permanentemente até os limites da ZEE, para fiscalizar e proteger os interesses nacionais oriundos da Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar;
  • Efetuar a inspeção naval, eventualmente em conjunto com o IBAMA, para garantir o cumprimento da legislação e regulamentação relativas a seguranças de navegação e a preservação das espécies marinhas;
  • Participar das operações navais e exercícios determinados pelo 3° Distrito Naval, como as operações de defesa de porto e de reboque, entre outras; e
  • Presta apoio eventual a manutenção da Estação Cientifica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, bem como as atividades náuticas da sociedade local ou atividades de defesa civil.

O ComGptPatNavNE também contribui, em apoio ao Hospital Naval de Natal (HNNa), para o tratamento das doenças descompressivas resultantes de acidente de mergulho, por meio de sua Câmara de Recompressão.

Navios Subordinados/Meios Operativos:

  • RbAM “TRIUNFO”
  • P-40 “GRAJAÚ”
  • P-41 “GUAÍBA”
  • P-42 “GRAÚNA”
  • P-43 “GOIANA”
  • AviPa “BARRACUDA”

Veja outras fotos da passagem de comando, clicando aqui.

Vídeo da colisão ocorrida em setembro de um pesqueiro chinês com um navio da guarda-costeira japonesa. O capitão do pesqueiro foi preso, o que resultou num conflito diplomático entre a China e o Japão.

COLABOROU: Franz Neeracher

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A Blohm + Voss Naval (BVN), construtora naval líder da Alemanha, e a Engevix, principal empresa de engenharia e infra-estrutura do Brasil, apresentaram na última sexta (22), uma proposta abrangente de parceria de construção naval estratégica à Marinha do Brasil. A iniciativa tem como foco projetos avançados, de Navios-Patrulha Oceânicos (NPOs), Fragatas e Embarcações de Apoio para Força-Tarefa, todos preparados para atender às necessidades e aos interesses específicos da Marinha do Brasil. Está contida na proposta da parceria, a transferência de tecnologias e habilidades avançadas, para prestar suporte aos programas locais de construção naval do Brasil.

A longo prazo, o objetivo da parceria industrial estratégica proposta é a oferta de embarcações navais nos mercados internacionais de exportação. Ao lado de soluções superiores, como as fragatas e Embarcações de Apoio para Força-Tarefa, a BVN/TKMS está oferecendo ao Brasil seu projeto de Navio-Patrulha Oceânico NPa 1800, um navio para mar aberto altamente versátil, com uma base de projeto comprovada, que foi adaptada e desenvolvida especialmente para atender às necessidades específicas da Marinha do Brasil. O NPa 1800 é baseado no projeto MEKO® 100, construído para a Marinha da Malásia, que é o mais recente desenvolvimento comprovado de um projeto.

Levando-se em conta o histórico de relacionamento longo e bastante produtivo com o Brasil, está incluída na atual oferta da BVN/TKMS de um pacote abrangente de construção naval e transferência tecnológica:

  • uma parceria estratégica de longo prazo com um líder renomado da indústria em construção naval de alta tecnologia
  • suporte para a negociação e o fechamento bem-sucedido de um acordo estratégico entre governos com base no Protocolo de Entendimento em vigor entre o Brasil e Alemanha
  • qualquer tipo de embarcação naval que seja necessário de um único fornecedor de sistemas integrados, portanto, reduzindo drasticamente os custos com logística e de ciclo de vida, em razão das características em comum entre os navios e sistemas
  • condições financeiras vantajosas
  • melhorias de habilidades e tecnologia para fortalecer a indústria brasileira por meio da transferência de tecnologia e know-how

Subsidiária da ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), a BVN é um tradicional parceiro estratégico de marinhas de todo o mundo, inclusive nas Américas. A BVN/TKMS faz parte da gigante alemã de materiais e tecnologia ThyssenKrupp AG, um dos maiores investidores estrangeiros no Brasil.

FONTE: http://www.portalnaval.com.br/

 

A Marinha do Brasil incorporou, em 24 de setembro, o mais um Aviso de Patrulha (AviPa), construído pela Indústria Naval do Ceará S.A (INACE).

A solenidade, realizada no píer do Marina Park Hotel, em Fortaleza (CE), marcou o batismo do navio, que recebeu o nome de AviPa Albacora, e sua transferência para o Setor Operativo.

A cerimônia foi presidida pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos; acompanhado do Comandante do 1º Distrito Naval, Vice-Almirante Carlos Augusto de Sousa; do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Airton Teixeira Pinho Filho; do Coordenador do Programa de Reaparelhamento da Marinha, Contra-Almirante Afrânio de Paiva Moreira Júnior; e do Diretor-Presidente do INACE, Antônio Gil Fernandes Bezerra.

Atracada ao píer, a nova embarcação recebeu o tradicional banho de champanhe, após o acionamento do dispositivo por sua madrinha, a Sra. Vera Lucia Afonso Ramos, esposa do Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos.

Lançado ao mar no dia 09 de agosto, o AviPa contribuirá nas ações de Patrulha e Inspeção Naval e deve, também, ser utilizado em manobras de reboque de embarcações de porte semelhante, em tarefas de Busca e Salvamento (SAR) e em apoio a operações de mergulho livre e autônomo, ao longo do litoral sob jurisdição do Comando do 1° Distrito Naval, cuja sede fica localizada no Rio de Janeiro.

O nome da embarcação é originário de um peixe semelhante ao atum, encontrado em toda a costa brasileira, especialmente no Nordeste.

O Aviso de Patrulha possui casco e superestrutura construídos em alumínio, 22,80 metros de comprimento e alcança uma velocidade máxima de 15 nós, com autonomia de três dias e um raio de ação de 300 milhas náuticas (cerca de 777 quilômetros). A sua tripulação é formada por um Oficial e cinco Praças.

FONTE e FOTOS: MB

NPa - 1800

O site Alide entrevistou o Sr. Rainer Filpe, responsável pelo escritório da ThyssenKrupp Marine Systems no Brasil, que compete com seu Navio Patrulha Oceânico em processo de compra para a Marinha do Brasil. Para ler a entrevista, clique aqui.

NPa - 1800  - 2

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O site ALIDE procurou o estaleiro FASSMER para poder conhecer um pouco mais sobre seus navios, que poderão vir a equipar a Marinha do Brasil.

Para ler a entrevista exclusiva com o Sr. Rene Quezada, representante da FASSMER GmbH, sobre o OPV (Ocean Patrol Vessel) ou Navio de Patrulha Oceânico, que poderá ser escolhido pela Marinha do Brasil para a proteção da extração de óleo na área do Pré-Sal, clique aqui.

SAIBA MAIS:

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From U.S. 4th Fleet Public Affairs

A Marinha dos EUA informou que, no dia 3 de abril, um VTUAV MQ-8B Fire Scout apoiou uma apreensão de drogas realizada pela USS McInerney (FFG 8). VTUAV é a sigla para Vertical Take-off and Landing Unmanned Aerial Vehicle (veículo aéreo não tripulado de decolagem e pouso verticais).

A USS McInerney havia lançado um de seus dois MQ-8B Fire Scout para um voo de testes, quando o radar detectou uma embarcação suspeita, podendo ser um barco rápido de transporte de drogas. O operador da aeronave recebeu permissão para persegui-la, iniciando uma monitoração discreta de três horas da embarcação, enviando vídeo em tempo real para a FFG 8.

Segundo o informe da USN (Marinha dos EUA), quando o vídeo do Fire Scout começou a mostrar um encontro do barco rápido com um barco de pesca, possivelmente para uma transferência de combustível, o time embarcado da USCG (United States Coast Guard – Guarda Costeira dos Estados Unidos) se aproximou e conseguiu apreender aproximadamente 60 quilos de cocaína. Os suspeitos de tráfico que estavam no barco também acabaram jogando fora aproximadamente 200 quilos de drogas.

Desde outubro de 2009 o Fire Scout vem fazendo testes a bordo da FFG 8, em que os VTUAVs são operados por pessoal do Esquadrão de Helicópteros Antisubmarino 42, destacamento 7 (HSL Det 7). Apoiam os testes o escritório do programa Fire Scout da Marinha e a Northrop Grumman Corporation.

FONTE / FOTO: USN

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Marinha faz operações em Cáceres

Pirajá - foto via NGB

Cerca de 250 marinheiros participam de duas operações em Cáceres, a partir desta sexta-feira. As operações de patrulhamento e inspeção no rio Paraguai prosseguem até o dia 16 e envolvem seis navios, os de transporte fluvial Paraguassú e Piraim e os de patrulha Penedo, Pirajá, Piratini e Poti.

Um sétimo navio, o Parnaíba, considerado um dos maiores da força naval brasileira, não irá se integrar ao comboio porque não passou em baixo da ponte Marechal Rondon, e está ancorado, com toda a tripulação, ao lado da ponte. A embarcação é responsável pelo transporte do helicóptero da Marinha que também integra as ações. Duzentos militares do Exército Brasileiro também integram o efetivo das operações.

A Operação Cáceres e a Operação Xaraés terão o comando do capitão de mar e guerra Wagner da Costa Farias, comandante do 6º Distrito Naval. Ele informou que as operações acontecem simultaneamente, e a Xaraés, de adestramento da tropa, contará com uma programação rígida, que inclui exercícios simulados e o emprego de armamento pesado. O capitão Pedro Garcia de Carvalho é o comandante das flotilhas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ele informou que na Operação Cáceres, de fiscalização no rio, serão inspecionadas embarcações, e os usuários receberão informações sobre segurança na navegação, especialmente neste período de rio cheio.

O patrulhamento vai ser feito de Cáceres até o porto do Simão Nunes, a 100 quilômetros da área urbana do município. O patrulhamento, destacou o oficial, é um procedimento de rotina. “A cheia do rio favorece as operações, pois permite a navegação de grandes navios”, informou.

CHEIA – O rio Paraguai continua cheio, mas seu nível já está abaixo da cota de alerta, que é de 5,40 metros. No domingo, estava com 5,37 e continua baixando de forma lenta, mas a preocupação com a cheia continua, devido às águas de março. No mês passado, o Paraguai alcançou o maior volume de água dos últimos 20 anos – no dia 19, alcançou 5,70 metros. A maior cheia registrada nos últimos tempos aconteceu em 1985, quando o nível do rio alcançou 5,68 metros.

Penedo - foto via NGB

FONTE: Portos e Navios

FOTOS do Pirajá e do Penedo, quando da realização de outras comissões,  via NGB (Navios de Guerra Brasileiros – clique nos nomes dos navios, destacados em links no texto, para acessar mais fotos, os nomes de seus autores, além de dados históricos e técnicos no NGB)

Três projetos que podem se encaixar nos requisitos da MB para o Navio de Patrulha Oceânico. Qual deles deve ganhar a concorrência?

ThyssenKrupp Sentinel

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Navantia OPV 99m

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Fincantieri Comandante Cigala Fulgosi

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