QG Airsoft

NPa - 1800

O site Alide entrevistou o Sr. Rainer Filpe, responsável pelo escritório da ThyssenKrupp Marine Systems no Brasil, que compete com seu Navio Patrulha Oceânico em processo de compra para a Marinha do Brasil. Para ler a entrevista, clique aqui.

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O site ALIDE procurou o estaleiro FASSMER para poder conhecer um pouco mais sobre seus navios, que poderão vir a equipar a Marinha do Brasil.

Para ler a entrevista exclusiva com o Sr. Rene Quezada, representante da FASSMER GmbH, sobre o OPV (Ocean Patrol Vessel) ou Navio de Patrulha Oceânico, que poderá ser escolhido pela Marinha do Brasil para a proteção da extração de óleo na área do Pré-Sal, clique aqui.

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From U.S. 4th Fleet Public Affairs

A Marinha dos EUA informou que, no dia 3 de abril, um VTUAV MQ-8B Fire Scout apoiou uma apreensão de drogas realizada pela USS McInerney (FFG 8). VTUAV é a sigla para Vertical Take-off and Landing Unmanned Aerial Vehicle (veículo aéreo não tripulado de decolagem e pouso verticais).

A USS McInerney havia lançado um de seus dois MQ-8B Fire Scout para um voo de testes, quando o radar detectou uma embarcação suspeita, podendo ser um barco rápido de transporte de drogas. O operador da aeronave recebeu permissão para persegui-la, iniciando uma monitoração discreta de três horas da embarcação, enviando vídeo em tempo real para a FFG 8.

Segundo o informe da USN (Marinha dos EUA), quando o vídeo do Fire Scout começou a mostrar um encontro do barco rápido com um barco de pesca, possivelmente para uma transferência de combustível, o time embarcado da USCG (United States Coast Guard – Guarda Costeira dos Estados Unidos) se aproximou e conseguiu apreender aproximadamente 60 quilos de cocaína. Os suspeitos de tráfico que estavam no barco também acabaram jogando fora aproximadamente 200 quilos de drogas.

Desde outubro de 2009 o Fire Scout vem fazendo testes a bordo da FFG 8, em que os VTUAVs são operados por pessoal do Esquadrão de Helicópteros Antisubmarino 42, destacamento 7 (HSL Det 7). Apoiam os testes o escritório do programa Fire Scout da Marinha e a Northrop Grumman Corporation.

FONTE / FOTO: USN

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Marinha faz operações em Cáceres

Pirajá - foto via NGB

Cerca de 250 marinheiros participam de duas operações em Cáceres, a partir desta sexta-feira. As operações de patrulhamento e inspeção no rio Paraguai prosseguem até o dia 16 e envolvem seis navios, os de transporte fluvial Paraguassú e Piraim e os de patrulha Penedo, Pirajá, Piratini e Poti.

Um sétimo navio, o Parnaíba, considerado um dos maiores da força naval brasileira, não irá se integrar ao comboio porque não passou em baixo da ponte Marechal Rondon, e está ancorado, com toda a tripulação, ao lado da ponte. A embarcação é responsável pelo transporte do helicóptero da Marinha que também integra as ações. Duzentos militares do Exército Brasileiro também integram o efetivo das operações.

A Operação Cáceres e a Operação Xaraés terão o comando do capitão de mar e guerra Wagner da Costa Farias, comandante do 6º Distrito Naval. Ele informou que as operações acontecem simultaneamente, e a Xaraés, de adestramento da tropa, contará com uma programação rígida, que inclui exercícios simulados e o emprego de armamento pesado. O capitão Pedro Garcia de Carvalho é o comandante das flotilhas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ele informou que na Operação Cáceres, de fiscalização no rio, serão inspecionadas embarcações, e os usuários receberão informações sobre segurança na navegação, especialmente neste período de rio cheio.

O patrulhamento vai ser feito de Cáceres até o porto do Simão Nunes, a 100 quilômetros da área urbana do município. O patrulhamento, destacou o oficial, é um procedimento de rotina. “A cheia do rio favorece as operações, pois permite a navegação de grandes navios”, informou.

CHEIA – O rio Paraguai continua cheio, mas seu nível já está abaixo da cota de alerta, que é de 5,40 metros. No domingo, estava com 5,37 e continua baixando de forma lenta, mas a preocupação com a cheia continua, devido às águas de março. No mês passado, o Paraguai alcançou o maior volume de água dos últimos 20 anos – no dia 19, alcançou 5,70 metros. A maior cheia registrada nos últimos tempos aconteceu em 1985, quando o nível do rio alcançou 5,68 metros.

Penedo - foto via NGB

FONTE: Portos e Navios

FOTOS do Pirajá e do Penedo, quando da realização de outras comissões,  via NGB (Navios de Guerra Brasileiros – clique nos nomes dos navios, destacados em links no texto, para acessar mais fotos, os nomes de seus autores, além de dados históricos e técnicos no NGB)

Três projetos que podem se encaixar nos requisitos da MB para o Navio de Patrulha Oceânico. Qual deles deve ganhar a concorrência?

ThyssenKrupp Sentinel

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Navantia OPV 99m

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Fincantieri Comandante Cigala Fulgosi

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No último dia 22 de fevereiro, na área Oeste do Mar do Caribe, o USS Freedom (LCS 1) realizou sua primeira apreensão de drogas. Segundo informe da Lockheed Martin, após localizar um barco rápido suspeito de carregar drogas ilícitas, o navio lançou seu helicóptero MH-60S Sea Hawk, que fez a interceptação. O barco então despejou o carregamento de drogs na água e entrou em águas colombianas. A partir daí, a Marinha da Colômbia (Armada Nacional de Colombia) encarregou-se da missão de perseguição.

Logo depois, em coordenação com um navio patrulha e uma aeronave de patrulha da Colômbia, foram retirados 72 quilos de cocaína da água. A droga foi apreendida como evidência pela Guarda Costeira dos EUA (U.S. Coast Guard).

A operação ocorreu apenas uma semana após o navio deixar Mayport, na Flórida, para sua primeira comissão nas áreas de responsabilidade do U.S. Southern Command e do U.S. Pacific Command, que foi realizada com dois anos de antecedência em relação ao cronograma, segundo a Lockheed Martin (veja mais sobre a antecipação do cronograma nos links ao final desta matéria).

Na última foto desta matéria, pode ser visto o MH-60S Sea Hawk, designado para o Helicopter Sea Combat Squadron (HSC) 22 e operando a partir do USS Freedom, mantendo posição sobre o ponto em que foi despejada a carga de drogas. Abaixo, duas pequenas embarcações, a da esquerda com tripulantes do Freedom e pessoal da Guarda Costeira dos EUA, e a da direita com marinheiros colombianos.

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FONTES / FOTOS: Lockheed Martin e U.S. Navy (Marinha dos EUA)

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lancha da patrulha ambiental

vinheta-clipping-navalO ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, defendeu na quinta-feira (11) maior fiscalização no setor. “É importante ter regras que os pescadores respeitem e que os órgãos fiscalizem”, disse. Além disso, até o final deste ano, a pasta deve entregar 23 novas lanchas rápidas para o patrulhamento de atividades pesqueiras em 17 estados brasileiros.

Ano ano passado, cinco lanchas foram entregues no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Ceará e no Pará. O custo total soma R$ 23 milhões – pagos pelo próprio ministério – mas a operacionalização ficará a cargo de órgãos parceiros em cada estado. “Assumimos parte da responsabilidade”, ressaltou Gregolin.

Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, ele cobrou que a fiscalização seja acompanhada de ações de fomento, para que os trabalhadores recebam maior impulso no desenvolvimento da pesca sustentável.

Gregolim citou como exemplo a produção da sardinha na Região Sudeste que, na década de 70, chegava a 220 mil toneladas anuais. Em 2000, a produção chegou a 17 mil toneladas e só começou a se recuperar depois que o período de proibição da pesca passou de quatro para seis meses. Em 2008, aproximadamente 100 mil toneladas foram pescadas.

As áreas prioritárias para receber as lanchas de patrulhamento são a região amazônica e o Pantanal, onde há conflito entre a pesca artesanal e a pesca amadora. Gregolin não soube definir, entretanto, quando as lanchas serão entregues.

“Há um consenso de que a estrutura de fiscalização precisa ser aumentada, os pescadores pedem isso. Se não houver fiscalização, o peixe acaba. O peixe não é propriedade privada”, destacou, ao pedir que os governos estaduais implementem secretarias de pesca, como já existe no Pará. “É importante ter estrutura e ter condições de investir”, finalizou.

FONTE: Agência Brasil / Ambiente Brasil

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Saettia Mk4 Diciotti class Iraq Navy 1

A Marinha do Iraque já estava em ruínas quando os EUA invadiram aquele país em 2003. Desde então, ela vem tentando reconstruir-se expandindo o pessoal, comprando equipamentos e recebendo treinamento da Grã-Bretanha, Itália, Austrália e EUA.

Mas ainda vai levar algum tempo para que a nova Marinha Iraquiana tenha a capacidade de assumir a responsabilidade plena da segurança que os EUA fornecem.

Mas, considerando que começou do “zero” em 2003, sem nenhum equipamento e bases navais, a Marinha fez rápidos progressos e tomou parte na proteção dos portos e navegação comercial durante a ofensiva na cidade rica em petróleo de Basra, que tinha milícias xiitas.

Também levará tempo para se construir a infraestrutura, recursos de manutenção e de espaço de armazenamento para seus equipamentos. Mas a formação do pessoal levará muito mais tempo. A Marinha do Iraque tem agora cerca de 2.000 pessoas, mas está procurando crescer para 3.000 até o final de 2010.

Eles também estão comprando navios de patrulha (nas fotos maiores, os navios italianos da classe Saettia MK4,”Diciotti”, de 450t) e outras embarcações menores para ajudar a proteger as águas em torno de Basra e no Golfo Pérsico.

A Marinha do Iraque conseguiu capturar contrabandistas de gás e tem atuado no combate a milícias que transportam petróleo, armas e drogas. É um trabalho difícil.

Saettia Mk4 Diciotti class Iraq Navy 2

Saettia Mk4 Diciotti class Iraq Navy 3

iraqnavy

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P 70 Macaé - foto MB

A cerimônia de Batismo e Incorporação à Armada contou com as presenças do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto; do Almirante-de-Esquadra Roberto de Guimarães Carvalho (Ex-Comandante da Marinha); do Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Alvaro Luiz Pinto; do Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos; e do Comandante do 3º Distrito Naval, Vice-Almirante Edison Lawrence Mariath Dantas, entre outros.

De acordo com a tradição naval, finalizada a construção, o navio é lançado ao mar em uma cerimônia. Nessa ocasião, o navio é batizado por uma madrinha e recebe seu nome oficial, sendo este costume marcado com a quebra, em seu costado, de uma garrafa de champanhe, que representa sorte à vida do navio. O NPa “Macaé” foi batizado pela senhora Ângela Maria de Sousa da Silveira Carvalho, esposa do Almirante-de-Esquadra Guimarães Carvalho.

Cerimônia P 70 Macaé - foto MB

Cerimônia P 70 Macaé - madrinha à esquerda - foto MB

Em seguida, foi arriada a bandeira da INACE, simbolizando a prontificação do navio e o embarque da tripulação. Entende-se por Recebimento o conjunto de atividades desenvolvidas pelo grupo de Oficiais e Praças designados para compor a primeira tripulação, com o propósito de capacitar-se a operá-lo e mantê-lo. O Grupo de Recebimento iniciou sua formação no dia 2 de fevereiro de 2009, com uma tripulação de quatro Oficiais e trinta Praças. Desde então, o grupo acompanhou a instalação dos diversos equipamentos do navio e participou de cursos e adestramentos.

Foi lida a Portaria do Comandante da Marinha, alusiva à incorporação à Armada seguida da Ordem do Dia do Chefe do Estado-Maior da Armada. Após, foi realizado o primeiro Cerimonial à Bandeira a bordo, onde foi içado o Pavilhão Nacional na popa e no mastro principal e a Bandeira do Cruzeiro na proa. O NPa “Graúna”, fundeado próximo ao local do evento, saudou, com três apitos longos, a incorporação do NPa “Macaé”.

P 42 Graúna na cerimônia P 70 Macaé - foto MB

Cerimônia P 70 Macaé - foto 2 MB

O Chefe do Estado-Maior da Armada deu posse ao primeiro Comandante do navio, Capitão-de-Corveta Marcio Gonçalves Martins Assumpção Taveira, e naquele momento, foi içada, no mastro principal, a flâmula de Comando. Cumprindo o cerimonial, o Comandante foi recebido, pela primeira vez a bordo, pelo Imediato do navio. Em seguida, as autoridades presentes embarcaram no NPa “Macaé” onde assinaram o Termo de Armamento e o Livro do Navio.

O navio é dotado de um canhão de 40mm, duas metralhadoras de 20mm, dois motores de propulsão, três geradores de energia e equipamentos de comunicação que permitem estar em contínuo contato com os demais navios e organizações da Marinha. Desenvolve velocidade máxima de 21 nós, possui a capacidade de permanência de 10 dias no mar com um raio de ação de mais de 4.500 Km.

Macae5 - foto Felipe Salles - ALIDE

FONTE / FOTOS de um a cinco, de cima para baixo: Marinha do Brasil

NOTA DO BLOG: a última foto, logo acima, é da ALIDE. Nela, pode-se perceber claramente a diferença do porte do casco e da superestrutura da classe Macaé, de 500 toneladas, em comparação com a classe Grajaú, de 250 t.  Veja mais imagens na cobertura fotográfica feita pelo site da ALIDE, clicando aqui.

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ESTADO-MAIOR DA ARMADA BRASÍLIA, DF.
Em 9 de dezembro de 2009.

ORDEM DO DIA Nº 7/2009
Assunto: Mostra de Armamento do Navio-Patrulha “MACAÉ”

Fruto do Programa de Reaparelhamento da Marinha e em cumprimento ao disposto na Portaria nº 415, de 1º de dezembro de 2009, do Comandante da Marinha, realizamos, hoje, a Mostra de Armamento do Navio-Patrulha “MACAÉ”, conforme preconizado na Ordenança Geral para o Serviço da Armada.
Macaé é uma palavra de origem indígena, cujo significado é coco doce, fruto produzido pela palmeira macabaíba.

Nome também de um promissor município, Macaé, pertencente à Região Norte Fluminense, é responsável por 85% da produção de petróleo e 47% da produção de gás natural do país. Graças a esse vasto patrimônio oceânico, sua economia cresceu 600% nos últimos dez anos, fazendo prosperar a bela cidade que tem, em alto-mar, a mola mestra de sua economia.

Construído no estaleiro INACE, o Navio-Patrulha “MACAÉ”, cujo batimento de quilha ocorreu em 24 de novembro de 2006, é o primeiro navio da Marinha do Brasil a ostentar este nome, que também batiza a classe dos 12 Navios-Patrulha de 500 toneladas que, em breve, estarão patrulhando nossa imensa Amazônia Azul.

Possuidora de tão auspicioso nome, com certeza essa nova classe de Navios, que hoje começa a ser incorporada à nossa Marinha, e aos moldes da promissora cidade de mesmo nome, terá uma importante participação no processo de desenvolvimento de nosso país, seja na geração de empregos durante sua construção e nos períodos de manutenção, bem como na proteção de nossas águas jurisdicionais que, com as recentes descobertas ocorridas na camada pré-sal, se tornam cada vez mais cobiçadas.

Nesse contexto, teremos significativamente intensificadas nossas ações de patrulha naval, fiscalização do tráfego aquaviário em águas costeiras e oceânicas, além do aumento da capacidade de Busca e Salvamento (SAR), ao longo da extensa área sob a responsabilidade do Brasil.

O Navio-Patrulha “MACAÉ” atuará nas áreas de jurisdição do Comando do 1o e 8o Distritos Navais, nos litorais dos Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, ficando sob a responsabilidade direta do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste.

Neste especial momento que, com alegria, começamos a ver concretizar mais uma etapa do nosso programa de reaparelhamento, congratulo-me com os tripulantes desse brioso navio, formulando ao Comandante, oficialidade e guarnição votos de saúde, sucesso e felicidades em suas futuras singraduras e exorto-os a manter em elevado patamar os valores, princípios e tradições dos homens do mar, na certeza de que a atual e as futuras tripulações terão pleno êxito na sua nobre missão.

Navio-Patrulha “MACAÉ”, bons ventos e mares tranqüilos! Que Nosso Senhor dos Navegantes seja também seu tripulante!

“Nosso Barco, Nossa Alma”.

ALVARO LUIZ PINTO
Almirante-de-Esquadra
Chefe do Estado-Maior da Armada

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O estaleiro Austal, o mesmo que constrói o LCS-2, lançou um novo vídeo das suas mais recentes embarcações de patrulha em alumínio. São três de seis navios patrulha de 30m para a Guarda Costeira de Trinidad e Tobago e quatro embarcações de 21,2 m de patrulha costeira, para as Forças Armadas de Malta. Ambas as frotas estão programadas para entrega nas próximas semanas.

A Trinidad e Tobago Coast Guard (TTCG) descreveu a velocidade e manobrabilidade dos seus navios Austal de 30m como “impressionantes”. Cada embarcação será armada com metralhadoras de uso geral e um canhão de 20mm. Elas vão permitir a realização de vigilância sustentadada nas águas interiores do país, no mar territorial do arquipélago e na sua zona econômica exclusiva.

Em testes de mar, os navios atingiram uma velocidade máxima de mais de 40 nós, assim como um pequeno diâmetro tático e distância curta de parada total.

Os navios de patrulha de 21,2 m de alumínio para as Forças Armadas de Malta (AFM) têm uma velocidade de mais de 26 nós e são destinados a auxiliar a AFM na vigilância e proteção das fronteiras nas águas costeiras de Malta. Cada navio será equipado com um canhão de 12,7mm, bem como duas metralhadoras 7,62mm milímetros luz no convés da popa.

Os navios também possuem capacidade de combate a incêndio e um localizador de direção de rádio capaz de rastrear as freqüências de emergência, permitindo que os navios possam realizar operações de busca e salvamento.

Adicionando mais versatilidade à plataforma, existe também uma bomba para fazer o bombeamento e salvamento de outro navio alagado, se necessário. Uma rampa de lançamento de popa permite o lançamento e a recuperação segura de um bote inflável de casco rígido e as operações de mergulho também são possíveis através de plataforma na popa.

Abaixo, a lista de embarcações e navios de patrulha da Austal:

Austal Patrol Vessels

Austal Ships Table1

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vinheta-destaqueA Marinha do Brasil, por intermédio da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, realizará Ação de Fiscalização do Tráfego Aquaviário no Rio de Janeiro, nos dias 27, 28 e 29 de novembro. A operação abrangerá toda a Baía de Guanabara, Barra da Tijuca, Zona Sul e Itaipu, com ênfase nas áreas com maior tráfego de embarcações de transporte de passageiros, turismo náutico e esporte e recreio.

Na operação, serão empregadas embarcações da Capitania e um helicóptero da Força Aeronaval da Marinha do Brasil. O Grupo Tarefa será comandado pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Nilo Moacyr Penha Ribeiro, Capitão dos Portos do Rio de Janeiro.

Os principais aspectos a serem verificados serão: habilitação dos condutores, documentação da embarcação, material de salvatagem (coletes e bóias), extintores de incêndio, luzes de navegação, lotação e estado da embarcação.

As ações de fiscalização da Marinha do Brasil são rotineiras na região, porém, esta será diferente por mobilizar grande parte dos meios e pessoal da Capitania, sendo uma ação concentrada.

Nas abordagens, os inspetores navais auxiliares vão alertar os navegantes sobre os principais tópicos de segurança da navegação:

  1. Não esqueça a habilitação quando for navegar
  2. Não esqueça os coletes salvavidas e extintores de incêndio
  3. Mantenha a distância segura das praias e dos banhistas
  4. Respeite a lotação da embarcação
  5. Se beber passe o timão para alguém habilitado
  6. Não polua o mar.
  7. Faça a manutenção correta de sua embarcação
  8. Respeite a vida, seja solidário
  9. Ao sair para navegar, informe o seu plano de navegação ao Iate Clube, Marina ou Condomínio
  10. Conduza a embarcação com prudência e em velocidade compatível para evitar acidentes.

FONTE: Comando do 1º Distrito Naval

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