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O anúncio de que o Programa de Submarinos da Marinha do Brasil atingirá a cifra de R$ 17 bilhões trouxe preocupação com relação aos recursos para aquisição de novos navios escoltas, para substituir a classe “Niterói” (foto acima) e “Greenhalgh”.

Fragatas como a FREMM (abaixo) poderão custar cerca de R$ 1 bilhão por unidade, sem contar os custos de modernização do AMRJ e de transferência de tecnologia.

As atuais escoltas brasileiras vão durar no máximo até o ano 2025, quando a atual Força de Superfície da Marinha do Brasil deve desaparecer. Sendo assim, não será possível postergar por muito tempo a aquisição de novos navios.

Além das escoltas, a Marinha terá de adquirir navios-patrulha, um navio-aeródromo de “propósitos múltiplos” e mais helicópteros, dentre outros equipamentos. Veja aqui os principais programas de aquisição da Marinha do Brasil.

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NOTA do BLOG: Segundo o site DIDDefense Industry Daily, o custo de cada fragata FREMM em 2005 era de 400 milhões de euros, o que daria hoje mais de R$ 1 bilhão, sem contar a inflação e o aumento natural dos preços de projetos dessa natureza.

 

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A docagem recente do casco do navio-aeródromo ex-Varyag na China aumentou a especulação sobre as obras que estão sendo feitas no navio e sua possível ativação.

Ao mesmo tempo, as declarações dadas pelo Ministro da Defesa Nelson Jobim, de que a Marinha do Brasil vai treinar oficiais da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLAN) em operações aéreas embarcadas a bordo do NAe São Paulo, estão provocando muita discussão e preocupação de americanos em blogs e fóruns de Defesa na internet. Muitos não concordam que o Brasil repasse o conhecimento adquirido dos EUA e da França para a China e alguns propõem que a US Navy não treine mais pilotos navais brasileiros.

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Segundo o Grupo Jane´s, a Marinha alemã está mantendo conversações com a ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) acerca do submarino U214 originalmente encomendada pela Marinha Helênica, após prolongadas dificuldades contratuais entre a Alemanha e a Grécia.

A unidade em questão é o submarino Papanikolis (S120), o primeiro de quatro submarinos U214 encomendados por Atenas no ano 2000. O Governo grego se recusou a aceitar o submarino em 2006, após as primeiras provas de mar, por causa de “deficiências técnicas”. A Grécia ainda se recusa a aceitar o submarino e tem deixado de efetuar os pagamentos, pedindo uma revisão do contrato de nove anos.

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Em setembro de 2008, a Agência de Defesa alemã BWB (Bundesamt für Wehrtechnik und Beschaffung) realizou extensas provas de mar com o Papanikolis e certificou a navegabilidade do submarino.

A integração do Papanikolis à Marinha Alemã seria relativamente simples, porque a classe U214 é similar à U212 em serviço naquela marinha. No entanto, o negócio seria feito fora do orçamento regular, para não obstruir o terceiro lote do U212 planejado.

Uma vez que o U214 foi construído sob especificações gregas, será necessário fazer modificações em alguns equipamentos, para satisfazer exigências operacionais da Marinha Alemã.

Segundo o Jane´s, a Grécia deve à TKMS um total de 609 milhões de euros (US$ 839 milhões) em pagamentos pendentes. O segundo U214 grego Pipinos (S121) encontra-se fazendo provas de mar em Piraeus. A prontificação das demais unidades, Matrozos (S122) e Katsonis (S123), prossegue normalmente.

Abaixo, o vídeo promocional grego do U214 e do programa de modernização Neptune II para a instalação de propulsão AIP nos U209 helênicos.

 

Militar também destacou a preparação profissional da força, uma das “melhores do mundo”

O chefe da Marinha chilena, o almirante Rodolfo Codina, afirmou que a força armada de seu país está entre as maiores do mundo e que apenas o Brasil têm uma esquadra maior na América do Sul.

“Quanto à preparação profissional estamos entre as melhores do mundo; por emprego dos instrumentos não temos nada a invejar a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte); pela quantidade dos instrumentos, a marinha brasileira é maior, mas temos a segunda mais numerosa da América do Sul”, declarou em entrevista ao jornal local El Mercurio.

Consultado sobre o reforço da defesa da soberania na região norte do país, após a demanda judicial do Peru frente Corte Internacional de Haia pela demarcação da fronteira marítima o Chile, Codina assegurou que seu país não mudou em nada seu “sistema de controle”, segundo ele, “exercido como sempre”.

“Também não houve nenhuma oposição quando (peruanos) ultrapassaram o limite marítimo e foram presos. Há pequenas embarcações peruanas que, quando atravessam o limite marítimo, informam que não pescarão em nossas águas, e apenas cruzam rumo ao sul para pescar em alto mar”, acrescentou Codina.

O chefe da Marinha, que deixa o cargo este ano, foi o primeiro representante desta força em seu país a visitar a Bolívia e navegar pelo Lago Titicaca (entre Peru e Bolívia) com um típico traje do planalto andino.

Ele também se referiu sobre a potencialidade que a cidade argentina de Ushuaia está adquirindo. “Essa é a opção escolhida por cada país e escapa à Marinha. Criamos Puerto Williams como base naval para exercer a soberania, mas este cresceu depois do nosso quase conflito com a Argentina (1978). Não houve necessidade de ter barcos de guerra, como tínhamos antes, então a Marinha se ocupou da gestão marítima e uma estação de salvamento marítimo”, declarou.

FONTE: Ansalatina

 

Presidente diz que EUA manterão sua supremacia militar no mundo e só entrarão em guerras se necessário

obama_apO presidente Barack Obama, interessado em pôr fim aos atrasos de programação e custos superiores nos gastos de defesa dos EUA, assinou uma lei na sexta-feira, 22, para reformar a maneira pela qual o Pentágono compra grandes sistemas de armamentos. “Como comandante em chefe, farei o que for preciso para proteger o povo americano”, disse Obama na cerimônia de assinatura da lei, na Casa Branca. “Mas rejeito a ideia de que tenhamos que desperdiçar bilhões de dólares para manter esta nação em segurança.”

O Senado e a Câmara dos Deputados aprovaram a legislação por unanimidade no início da semana. O presidente do Comitê da Câmara para os Serviços Armados, Ike Skelton, disse que a medida conquistou apoio amplo devido à frequência com que os programas de armas superam seus custos previstos e apresentam atrasos de programação. Citando um relatório do governo que detalhou 295 bilhões de dólares em desperdícios e custos superiores aos previstos em contratos de defesa, Obama disse: “É chegada a hora, finalmente, de acabar com este desperdício e ineficiência.”

O Escritório de Responsabilidade Fiscal do Governo estimou que quase 70% dos 96 maiores programas de armas do Pentágono excederam seus orçamentos em 2008. A nova lei prevê a criação de um escritório do Pentágono responsável por estimar o custo de programas novos. O escritório será encabeçado por um diretor que se reportará ao secretário de Defesa.

A nova lei também prevê ênfase maior em testar armas novas antes de entrarem em produção, para assegurar que as tecnologias sejam suficientemente desenvolvidas, e garante aos comandantes militares uma voz maior na formulação das exigências relativas a qualquer arma nova. As modificações estão sendo acompanhadas de perto pelas maiores fornecedoras do Pentágono: a Lockheed Martin Corp., a Boeing, a Northrop Grumman, a General Dynamics e a britânica BAE Systems Plc.

Supremacia militar no mundo

Obama, disse que o país manterá sua supremacia militar, durante um discurso perante a nova promoção dos Marines, aos quais prometeu enviar para a guerra só se for “absolutamente necessário”. O líder assegurou aos recém graduados da Academia Naval de Annapolis, no estado de Maryland, que dará todo o equipamento que precisarem para realizar sua tarefa, tanto agora como no futuro.

“Em outras palavras, manteremos a superioridade militar americana e faremos com que continuem sendo a melhor força que o mundo já viu”, afirmou o presidente em cerimônia da qual participaram cerca de 30 mil pessoas, segundo porta-vozes da Marinha. Entre os novos graduados estava Jack McCain, filho do senador republicano e rival de Obama durante as eleições presidenciais do ano passado, John McCain.

Obama assegurou ao jovem McCain e a seus companheiros que enquanto ele for comandante-em-chefe os enviará ao combate apenas quando for “absolutamente necessário e com a estratégia e os objetivos bem definidos, o equipamento e o respaldo necessários” para realizar a tarefa encomendada.

Obama diz que entre essas tarefas está a de colocar fim de forma “responsável” à Guerra do Iraque e a de perseguir uma estratégia nova e ampla para “desmantelar e derrotar” a organização terrorista Al-Qaeda e seus aliados no Afeganistão e no Paquistão. Destacou que entre as ameaças enfrentadas pelo país está a luta contra redes terroristas, o avanço de tecnologias letais e ideologias que impulsionam o ódio, a pirataria ao mais puro estilo do século XVIII e os perigos cibernéticos do século XXI.

FONTE: Estadão / Agências Internacionais

 

A Frente Parlamentar da Defesa Nacional, cujo lema é “Paz, Segurança e Desenvolvimento”, tem caráter suprapartidário e conta com 227 parlamentares.
O Presidente da Frente é o Deputado Raul Jungmann (PPS-PE), autor da proposta de criação do grupo. Os diretores são os deputados Aldo Rebelo (PC do B – SP), Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), Michel Temer (PMDB-SP) e José Genoíno (PT-SP).

O Blog da Frente pode ser acessado no seguinte endereço:

http://www.frentedadefesa.com.br/

NOTA do BLOG: Pode-se notar que o Blog da Frente da Defesa é pouco frequentado e pouco atualizado, reflexo de como o tema Defesa ainda é tratado no Brasil.

O estado atual das Forças Armadas é diretamente proporcional à qualidade da Política do país, pois a Estratégia de Defesa é instrumento da Política e não o  contrário.

 

The END: A fantasiosa estratégia

Luiz Gonzaga Lessa

Assisti à palestra do ministro Nelson Jobim no Clube Militar sobre a nova Estratégia Nacional de Defesa – END, tão comentada nos últimos tempos.

Foi desolador ouvir o titular da pasta, por quase 3 horas, desfiar objetivos, metas, prioridades, princípios que, longe de convencerem, despertaram inquietação e pasmo pelo seu alto conteúdo teórico, calcado em falsas premissas de democratização, subordinação do militar ao poder civil e sua efetiva retirada do processo político brasileiro, alheando-o das grandes decisões nacionais.

Desembaraçado, com bom domínio da platéia, o ministro dissecou a dita END, as suas origens e a metodologia que foi aplicada na sua elaboração, e ao longo da exposição ficou muito evidente a falta de consistência das idéias apresentadas, pelo total alheamento com a realidade do país, seja qual for o campo que se considere – político, diplomático, científico, econômico, psicossocial – estabelecendo metas tão absurdas e descompromissadas com o tempo que, por pouco, faltou prever a nossa ida á lua, à marte ou, quiçá, até mesmo ao sol, ao longo dos próximos 50, 100 ou 1000 anos.

O descomprometimento temporal, a não convergência com as condicionantes políticas brasileiras de não se prosseguir projetos de governos passados, a ausência de orçamento econômico-financeiro de longo prazo, o descompasso técnico-científico que vive o país com até mesmo grandes dificuldades de absorção de novas tecnologias, põem por terra as supostas benesses que possibilitariam transformar as Forças Armadas Brasileiras em efetiva e confiável máquina de guerra.

É difícil citar projetos que vingaram e se firmaram na Nação desafiando sucessivos governos, sendo o mais evidente de todos eles o da Petrobras. Nada garante que os futuros governos aceitem, como prioritárias, as premissas estatuídas na referida Estratégia e deem a ela prosseguimento ao longo dos próximos 50 anos. É pura utopia assim pensar.

Talvez alguma coisa dê frutos e, como princípios a seguir, foram bem colocados a transferência de tecnologia na aquisição dos diferentes materiais e o incentivo à indústria nacional de defesa.

Todavia, nenhuma palavra sequer foi dita com o intuito de reverter as atuais fragilidades das Forças Armadas, com carências de toda ordem, obsolescência dos seus equipamentos e armamentos, precariedade dos seus sistemas logísticos, limitações no adestramento e na qualificação dos seus quadros e muitas outras, pois, nesse caso, o ministro teria que sair das suas considerações essencialmente teóricas e fora da realidade para efetivamente. se engajar e o atual governo na alocação de vultosos recursos que possibilitariam reverter tão preocupante cenário que ameaça até mesmo a soberania do país.

É fácil, mas sem sentido, elaborar um documento de tal envergadura jogando para os futuros governos a responsabilidade da sua viabilização. Na realidade, é com “forças desarmadas” que dispõe o país para a sua defesa, incapazes de se oporem com razoável grau de sucesso a possíveis investidas inimigas, sejam elas de que origem for.

A responsabilidade por esse desastroso quadro é dos políticos, tem nome e sobrenome – poder civil- que vem governando o país por mais de 20 anos e que não atribui ao seu segmento militar as prioridades que ele necessita.

Se fosse uma estratégia séria, teria previsto metas e objetivos a serem atingidos ao longo do tempo, comprometendo orçamentos econômicos e financeiros realistas para alcançá-los, conferindo em primeira mão alta prioridade à reversão do atual e melancólico quadro em que as Forças Armadas se encontram.

Mas isso o ministro não poderia garantir, particularmente face à atual conjuntura econômica mundial. Por isso, esquivou-se.

De fato. o que temos presenciado é o corte nos orçamentos militares, a considerável redução nas despesas de custeio e de investimentos e no número de conscritos a serem incorporados. Essa é a realidade das Forças Armadas e não a ficção, o sonho quimérico, lunático, que o ministro pretendeu vender como uma verdade futura.

Considerar a Amazônia como área prioritária não constitui novidade. Há muito tempo assim o entendem as Forças Armadas, especialmente o Exército, quando nos últimos 20 anos para lá transferiu várias das suas brigadas. Mas é chocante confrontar-se os ditames da atual Estratégia com as enormes dificuldades com que civis e militares lá se defrontam. quando até mesmo as condicionantes básicas de vida estão muitas vezes ausentes nos pelotões de fronteira, onde, ainda hoje, são raridades a energia elétrica, o esgoto, a água tratada e encanada, as comunicações confiáveis etc.

Antes de sonhar com esse hipotético soldado do futuro, réplica crioula de um mimetizado “X-Man”, é preciso cuidar do soldado do presente, tão esquecido e desprezado nessa Estratégia.

Considerar que os problemas que envolvem a TI Raposa Serra do Sol não ameaçam à soberania do país e que, também, não são da alçada do Ministério da Defesa é um lastimável engano e uma grande decepção pela miopia da visão distorcida, pela não valorização da unidade nacional e pelo desconhecimento ou menosprezo das pressões
internacionais sobre a Amazônia.

Pobre das Forças Armadas que continuarão sendo iludidas por aqueles que sobre elas têm responsabilidade, prometendo-lhes mundos e fundos que nunca virão, tônica presente em todos os últimos governos, a despeito da lealdade, competência e eficiência com que vêm servindo a Nação!

Infelizmente, e o futuro dirá, a Estratégia Nacional de Defesa é mais um engodo, mais um desvario megalomaníaco, um documento para “inglês ver” e do qual não sairão Forças Armadas efetivamente dotadas de poder combativo capaz de respaldar o país na defesa dos seus mais altos interesses.
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LUIZ GONZAGA S. LESSA é general, comandou o Exército na Amazônia e presidiu o Clube Militar.

FONTE: http://pracadarmas.zip.net/

 

Manobrando simultaneamente

Carrier Strike Group 10

Esta bela foto da US Navy mostra o momento em que os navios de escolta, que fazem parte do Carrier Strike Group 10, do  USS Harry S. Truman (CVN 75), realizam uma manobra evasiva simultânea.

O Carrier Strike Group 10 está composto pelo USS Carney (DDG 64), a Fragata norueguesa KNM Roald Amundsen (F-311), o USS Hue City (CG 66), USS Oscar Austin (DDG 79) e o USS Winston S. Churchill (DDG 81).

Foto: US Navy

 

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No dia 17 de maio de 1987 a fragata norte-americana USS Stark (FFG 31), que patrulhava na águas do Golfo Pérsico, foi atingida por dois mísseis AM.39 Exocet disparados de um Mirage F.1 iraquiano. O ataque resultou na morte de 37 tripulantes e o navio quase foi perdido. Não existia um estado de beligerância entre o Iraque e os EUA, a aeronave era conhecida e estava sendo monitorada, mas mesmo assim a fragata não revidou ou trabalhou para evitar o pior. Por que isso foi acontecer? De quem é a culpa?

Leia tudo sobre esta história no sítio do Poder Naval OnLine.

 

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A Marinha dos EUA está pedindo ao Congresso americano um orçamento de US$ 172 bilhões em 2010, incluindo US$ 15 bilhões para financiamentos complementares. O orçamento divide-se em US$ 45 bilhões para a aquisição de aeronaves, navios, armas, munições e equipamento de apoio ao USMC; US$ 44 bilhões para pagamento do pessoal; US$ 43 bilhões para operações e manutenção; US$ 19 bilhões para pesquisa e desenvolvimento (P&D); e US$ 5 bilhões para a construção militar e infra-estrutura.

Oito navios compõem o pedido da Marinha, com um outro navio solicitado para o Exército, mas operado pela Marinha. Os novos navios são um submarino nuclear de ataque da classe “Virginia” (SSN 774), um destróier da classe “Arleigh Burke” (DDG 51), três Littoral Combat Ship (LCS), dois navios de carga mista da classe “Lewis e Clark” ( T-AKE 1) e uma Embarcação de Alta Velocidade (JHSV). Outro JHSV está incluído no pedido do Pentágono para o Exército.

Um total de 203 aeronaves está no orçamento da pedido pela Marinha, incluindo 16 caças da variante F-35B de decolagem curta e pouso vertical do Joint Strike Fighter (JSF) e quatro F-35C, variante CTOL. O F-35Cs são os primeiros do tipo a serem encomendados e serão utilizados para ensaios e avaliação.

A Marinha também está solicitando nove F/A-18 Super Hornet – estabelece nove dos 18 projetados no orçamento do ano passado – e 22 EA-18G Growler, de guerra electrônica.

Outras aeronaves incluídas no orçamento: 30 MV-22B Osprey; 28 helicópteros AH-1Z e UH-1Y para o USMC; 18 MH-60S e 24 MH-60R; dois E-2D Advanced Hawkeye (com uma terceira planejada eliminada, para pagar os custos de pesquisa e desenvolvimento), um avião de transporte C-40A, 38 T-6A e B Texan Joint Primary Air Training System; seis aeronaves P-8A Poseidon de patrulha marítima e cinco MQ-8B Fire Scout, UAV de decolagem vertical, para embarque nos LCS.

 

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O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, disse nesta quarta-feira, 13, que é preciso aguardar uma estabilização do preço da commodity e uma redução das incertezas no ambiente econômico para que o governo defina as regras que serão usadas na exploração do pré-sal. Segundo Lima, a Comissão Interministerial criada para analisar mudanças nas regras para exploração do pré-sal já praticamente concluiu o seu trabalho e só aguarda uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que as decisões sejam tomadas e o novo modelo possa ser encaminhado ao Congresso Nacional. “Estávamos prontos para nos reunirmos com Lula. Mas eis que surge a crise, gerando incertezas e a queda do preço do petróleo”, lamentou Lima.

Ele disse que a data para a definição do modelo depende do presidente Lula, mas pessoalmente acredita que isso deverá ocorrer no segundo semestre deste ano. Lima lembrou que o próprio presidente sinalizou, no início deste mês, ter pressa para definir o assunto.

Para o diretor-geral da ANP, o melhor modelo para o Brasil é aplicar na área do pré-sal o regime de partilha de produção, que prevê que o Estado é o proprietário do óleo e remunera as empresas contratadas com um porcentual estabelecido da produção. O regime que vigora hoje no Brasil – e que mesmo com a mudança continuaria valendo nas outras áreas – é o de concessão, no qual a empresa que tem o direito de produzir tem a propriedade do óleo.

Lima disse que atualmente “não predomina” no grupo a hipótese de se manter no pré-sal o regime de concessão. Por isso, a tendência é de que as novas regras sejam encaminhadas ao Congresso Nacional.

Lima, que participou há pouco de audiência pública nas comissões de Minas e Energia e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio da Câmara, disse também que com o novo governo de Barack Obama, os Estados Unidos têm demonstrado nos bastidores mais flexibilidade com relação a proposta do Brasil e de outros países de aumentar de 200 para 350 milhas o limite de exploração comercial das águas territoriais. “O pessoal da Marinha, que conversa mais sobre esse assunto, tem sentido isso”, afirmou. Essa ampliação, que teria que ser ratificada pelas Nações Unidas está diretamente relacionada à produção do pré-sal, já que segundo Lima é possível que haja petróleo além do limite das 200 milhas.

FONTE: Estadão.com

NOTA DO BLOG: O Brasil pleiteia junto a ONU a ampliação do limite da ZEE e não as “águas territorais” conforme dito no texto. Para maiores informações leia o artigo “Espaços Marítimos

 

Sarney destaca relevância da MB para a Antártica

O presidente do Senado, José Sarney, manifestou satisfação com a comemoração dos 50 anos do Tratado Antártico, que considera como uma clara demonstração do quanto a pesquisa científica brasileira se desenvolveu nesses últimos anos. Ele citou, em especial, a participação da Marinha no avanço tecnológico.

- É com satisfação que o Brasil continua em sua longa tradição de manter-se no caminho da pesquisa científica. E podemos dizer que o país vem avançando, de forma que podemos ter a felicidade de comemorar hoje os 50 anos do Tratado Antártico – declarou o senador.

FONTE: Agência Senado

 
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