Frota de palitos de fósforo

Phillip Waren, um senhor de 79 anos de idade, passou 62 anos de sua vida criando incríveis miniaturas de navios de guerra feitas de palitos de fósforo  e suas caixas de madeira.

Ele começou a fazer as miniaturas quando tinha 17 anos, usando as coisas que haviam ao seu redor e como os palitos de fósforo eram muito comuns, encontrar grandes quantidades foi muito fácil.

O mestre modelador de Brandford, Dorset, modelou cada navio construído para a Royal Navy desde 1945, bem como 60 outros navios da US Navy e outras fortalezas flutuantes de outras 18 nações. Um dos maiores navios na coleção é o USS Nimitz, um dos maiores navios-aeródromo do mundo.

Em toda a sua carreira de modelador de navios, Phillip Waren criou mais de 400 navios, bem como 1.200 aeronaves que fazem seus port-aviões parecerem mais reais. O navio mediano na sua coleção emprega cerca de 1.500 palitos e levou mais de um mês para ser feito, mas suas maiores criações levaram mais 5.000 palitos e 200 caixas de madeira. Estes levaram mais de um ano para serem completados. Em todos os navios, Phillip Waren usou mais de 650.000 palitos de fósforo, para criar a frota inteira.

Embora muitos curadores de museus digam que suas criações de palito valem muito dinheiro, Phillip Waren as considera de valor inestimável, e nunca considerou a sua venda. Ele decidiu não fazer seguro, porque sente que “a finalidade do seguro é a de substituir as coisas quando você perdê-las. Mas estas nunca poderão ser substituídas “.

Infelizmente, sua coleção não vai crescer muito mais do que já é, não por causa da idade de Phillip Waren, mas sim porque as caixas de madeira dos palitos de fósforo foram substituídas por papelão e seu estoque está acabando.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com os editores e outros leitores sobre este e outros temas, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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Harrier on NAeL Minas Gerais

vinheta-destaqueEm mais um “furo” do Poder Naval, pela primeira vez na internet, uma foto de um jato Harrier pousando a bordo do NAeL Minas Gerais, provavelmente em meados da década de 1970. Quem tiver a data certa, por favor, informe nos comentários.

O famoso jato inglês STO/VL foi demonstrado à Marinha do Brasil, mas na época a Força só podia operar helicópteros.

SAIBA MAIS:

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Na foto acima, o NAeL Minas Gerais com 7 aviões anti-submarino P-16A da FAB. Na foto abaixo, o navio operando com jatos Seahawk da Royal Navy, nos testes de mar na Inglaterra, após a modernização.

Na terceira foto, realizando faina de transferência de combustível com o contratorpedeiro Pará (D27).

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COLABOROU: Guilherme Wiltgen

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Émeraude

O submarino nuclear francês Saphir da classe “Rubis/Amethyste” chegou hoje ao Rio de Janeiro.

Provavelmente o submarino veio para as comemorações do dia 7 de setembro, quando serão assinados os contratos de aquisição de submarinos Scorpéne e o casco do primeiro submarino nuclear brasileiro.

SAIBA MAIS:

NOTA DO BLOG: Tínhamos anunciado antes que o submarino era o Émeraude. Desculpe-nos pelo equívoco.

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O nascimento do ‘Urso’

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Clique na imagem para ver os detalhes desta rara foto do lançamento da fragata Constituição (F 42), em 15 de abril de 1976, na Inglaterra. Ao fundo, vê-se outra fragata sendo terminada, provavelmente a Defensora.

Quanto tempo ainda vai levar para que possamos ver novos navios de guerra brasileiros serem lançados ao mar?

SAIBA MAIS:


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Rui Barbosa

Há uns poucos de dias que o poço, o ancoradouro do Rio de Janeiro, nos oferece extraordinário panorama. Ao correr dos bondes pelas ruas de onde se descortina o mar, todos os olhos estendem-se para ele. À superfície do elemento azul cinco pavilhões estrangeiros afirmam diversamente o tamanho das nacionalidades, que representam. Ali se ostenta, de extremo a extremo, a escala inteira do poder naval, desde a grandeza crescente da Grã-Bretanha, a mãe dos mares, a semeadora de povos, até à majestade simplesmente histórica da Lusitânia, a soberana descoroada, mas venerável, de cujo manto as vagas parecem roçarem ainda com respeito a fímbria em torno do Adamastor. Passa e repassa a vista curiosa por essa assembléia extraordinária de testemunhas do oceano, e não lhes pergunta que nos dizem, que nos trazem desses longes do espaço e do tempo, da imensidade vaga, aonde o passado se recolhe, e donde assoma o futuro, como as velas repontam do horizonte. Povo descuidado, abrimos as pálpebras entre dois intervalos de sesta, à brisa da costa dourada pelo sol, banhando-nos na tipidez do ar, na volúpia do colorido, na embriaguez ambiente da luz, e banindo d’alma os pensamentos do imprevisto, cerrando-a ao sussurro da consciência, que fala pelo rugir das águas eternas.
Ingenuamente dilatamos as pupilas, com alguma coisa da impressão primitiva dos antigos hóspedes das nossas selvas, quando essas grandes aves que arribam da civilização açoitaram pela primeira vez com as largas asas brancas a quietude deste estuário, como se, tantos séculos depois, ainda inquiríssemos de onde vêm essas gaivotas gigantescas, onde foram buscar umas a elegância das suas linhas e a alvura do seu dorso, outras a negrura do seu vulto e a arrogância do seu colo.
No olhar dos mais inteligentes, quando muito, se descobriria alguma coisa daquela sensação dos passageiros de um transatlântico, debruçados para o cristal retinto, nas paragens onde palpita o coração do globo, pelas águas quentes do Equador cismando nas maravilhas em que se anunciam à tona essas florestas submarinas, à vista das quais são desertas as da terra, contando um a um esses encantos do inesperado, seguindo essas pradarias do mundo líquido, as górgonas, as ísis, as pálidas anêmonas corde-rosa, os alcíones, a flora cambiante e efêmera, com que as artérias da natureza oceânica ajardinam a zona das calmas, o domínio oscilante das algas, essas regiões onde se espelham complacentemente os resplendores solares, e se ocultam os imensos reservatórios da vida submersa.
Mas não basta admirar: é preciso aprender. O mar é o grande avisador. Pô-lo Deus a bramir junto ao nosso sono, para nos pregar que não durmamos. Por ora a sua proteção nos sorri, antes de se trocar em severidade. As raças nascidas à beira-mar não têm licença de ser míopes; e enxergar, no espaço, corresponde a antever no tempo. A retina exercida nas distâncias marinhas habitua-se a sondar o infinito, como a do marinheiro e a do albatroz. Não se admitem surpresas para o nauta: há de adivinhar a atmosfera como o barômetro, e pressentir a tormenta, quando ela pinta apenas como uma mosca pequenina e longínqua na transparência da imensidade. O mar é um curso de força e uma escola de previdência. Todos os seus espetáculos são lições: não os contemplemos frivolamente.
Na festa de ontem bem poucos se deteriam em penetrar a expressão íntima desses convidados do outro hemisfério, ou do outro continente, cujos canhões honraram a solenidade nacional, cujos galhardetes flameavam em arco à luz do sol, e cujas miríades de focos rutilantes constelaram de noite a baía. Cada um deles era, entretanto, uma interrogação misteriosa ao novo porvir. Esses mensageiros da civilização européia e americana, deslumbrados na magnificência das nossas costas, nas estupendas belezas da nossa terra natal, estudam o homem, que a habita, e procuram nas suas obras o selo das grandezas que o circundam. Quando voltarem desta cerimônia, a que concorreram com a distinção do seu obséquio, com a imponência da sua presença, irão dizer aos que os mandaram se a criatura aqui responde à liberalidade do Criador, se este ramo da família humana trabalha pelo bem comum. E queira Deus que desse juízo nos possamos desvanecer, como com esta fineza nos lisonjeamos.
Bastava que de nossa parte os estudássemos, para sentir quanto nos esquecemos de nós mesmos.
Por ele veríamos como presentemente o valor dos povos quase se mede pelo seu valor no oceano.
Considerai nessa obra-prima do Adamastor, pequeno escrínio de ferro onde parece refugiar-se o maior dos poemas navais, como a mais formosa das línguas no canto dos Lusíadas. Vede o Carlo Alberto, a Calabria, o Piemonte, o orgulho de Roma e de Veneza, esbordando o Mediterrâneo, para ostentar na outra metade do planeta o arrojo das suas aspirações, o garbo das suas obras e o vigor da sua gente.
Olhai para as duas fragatas, a Sofia e a Nixe, vedetas soberbas daquela formidável nacionalidade, cuja ambição arde pela glória naval prelibada não há muito, no heróico lirismo daquelas palavras imperiais:
“Nosso futuro está no mar.” No Iowa e no Oregon, quentes da guerra, estuantes do fogo, como que ainda frementes do canhoneio, medi o poder dos colossos que a liberdade levanta e a miséria dos países marítimos desapercebidos no oceano. Notai, enfim, com que fidalguia de primeiros entre iguais se embalam nas ondas, entre os outros, o Beagle e o Flora, pequenas malhas esparsas da coiraça que abriga pelos mares a potência universal da maior das nações, a antiga regedora das vagas.
Nós tínhamos alguma glória, para não entrar humilhados nesse comício brilhante. Não faz mais de trinta anos que as águas do Prata davam testemunho de proezas inolvidáveis, consumadas por uma esquadra de heróis brasileiros. Acabava a guerra separatista nos Estados Unidos, que tamanha revolução produzira nas artes da luta naval. E, contudo, guardadas as proporções, afirmam os mestres que a campanha fluvial do Paraguai não foi nem menos gloriosa, nem, a certos respeitos, menos instrutiva.
Nos maiores movimentos estratégicos do nosso conflito com o déspota de Assunção coube sempre à nossa armada uma parte capital, decisiva, admirável, e a bravura dos nossos marinheiros, sua inteligência, sua capacidade mostraram em nós ao mundo o nervo, de que se faz o caráter das nações. Era um tesouro, que se não devia malbaratar; e malbaratou-se. Não haveria sacrifícios, que outros não fizessem, por conquistar esse prestígio. Nós o tivemos, obtido à custa do melhor do nosso sangue, e deixamo-lo perder.
É mister reavê-lo, se é que temos empenho em conservar a nossa nacionalidade. O oceano tem sido quase invariavelmente o campo de batalha pela independência das nações que confinam com o mar.
Essa Holanda, um de cujos navios visitou há pouco as nossas águas, não a deveu, no século dezessete, senão às vitórias dos seus almirantes. A Inglaterra não teria preservado a sua existência, se as suas frotas não houvessem desbaratado as da França em 1692, em 1759 e em 1805. A França não teria ido sepultar a sua fortuna com a de Napoleão nos gelos da Rússia, se batesse as forças navais inglesas em Abukir e Trafalgar. A União não teria suplantado, na América do Norte, a revolta dos estados meridionais, se as esquadras da legalidade não levassem imensa vantagem às da confederação. O Brasil sem os seus navios não teria aniquilado o Paraguai. Foi no mar que se abismou a China. Foi no mar que pereceu a Espanha. No mar é que se liquidaria a questão da Argentina com o Chile. E na grande conflagração européia, se um dia se desencadeasse, a última palavra tocaria ao mar.
Ora, presentemente, quando o mar intervém nas questões entre os povos, é como o raio. Em poucos dias a agressão, o combate e a vitória, ou a ruína. Uma batalha suprime uma esquadra, e a supressão de uma esquadra pode envolver o desaparecimento de uma nação. Feliz do que pode ser o primeiro no golpe, e amarrar por bandeira ao grande mastro a vassoura de Tromp. Se ela encontrasse abandonado à sua violência impetuosa um litoral de seis mil e quinhentos quilômetros, pode ser que então a surdez crônica da política brasileira começasse a perceber a voz que detona, por essas praias, além, no fragor contínuo das rochas e das ondas: “Marinheiros! Marinheiros! Marinheiros!”

A Imprensa, 16 de novembro de 1898.

FONTE:  http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/obras_seletas_vol7.pdf

Guppy e Oberon na MB

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Depois de relembrarmos dos contratorpedeiros, chegou a vez dos submarinos brasileiros da década de 1980. Clique no desenho acima para ver os perfis dos submarinos Guppy e Oberon da Marinha do Brasil, que formavam a Força de Submarinos. Abaixo, um folheto da ForSub da época.

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ARTE: Alexandre Galante

 

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Na Guerra das Malvinas, em 1982, a Fuerza Aerea Argentina (FAA) possuia 3 jatos Boeing 707. Embora operassem como aviões de transporte de passageiros e carga, a FAA decidiu usá-los em missões de esclarecimento marítimo e vigilância, para acompanhar a descida da Força-Tarefa britânica rumo às Ilhas Malvinas.
As fotos são do dia 21 de abril de 1982, quando a aeronave argentina TC-91 detectou no visual a FT britânica, por volta das 9:00h da manhã.
Um Sea Harrier do 800 NAS, pilotado pelo tenente Simon Hargreaves, interceptou a aeronave, sem contudo derrubá-la, por causa das regras de engajamento (ROE).
No dia 22 de maio, outro 707 no mesmo tipo de missão teve a sorte de escapar de 4 mísseis Sea Dart lançados contra ele, pois as ROE tinham mudado. Depois disso, os argentinos não quiseram mais arriscar.
Por causa desses vôos, um 707 da VARIG, que fazia a linha Joanesburgo-Rio, quase foi abatido por um Sea Harrier, quando passava sobre a FT britânica. A verificação visual salvou o avião brasileiro.

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O “Minas” nos seus tempos de glória

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A rara fotomontagem acima mostra o NAeL Minas Gerais com os P-16A Tracker do 1o. GAE da FAB. A foto nos foi enviada por Jacilene Oliveira , cujo tio, Jacio Luiz Ferreira da Silva, serviu no querido NAeL e teve sua carreira interrompida prematuramente, por causa de um acidente.
Agradecemos à Jacilene e publicamos a foto, em homenagem ao glorioso NAeL Minas Gerais e ao seu tio.

NOTA DO BLOG: Essa foto nos faz lembrar que a MB já teve um dia um navio-aeródromo que funcionava…

 

O navio porta-containers Maersk Beaumont, IMO n. º 9313967, de bandeira inglesa e prefixo MKAF, com registro no porto de Londres, demandou o porto na noite de ontem, 14 de agosto de 2008, procedente do porto de Montevideo, Uruguai. O Maersk Beaumont, com 294,10 metros de comprimento, quebrou o recorde anterior, de 294 metros, estabelecido em 9 de fevereiro de 2008, pelo navio de cruzeiro maltês Celebrity Infinity, passando a ser o maior navio mercante já atracado em Santos.
Tendo atracado no Terminal 37 (antigo cais do Armazém 37), pertencente à empresa Libra Terminais, suspendeu hoje, 15 de agosto de 2008, às 17:00hs, manobrado pelo experiente prático Fabio Mello Fontes, com destino ao porto de Pecém-CE.
Pertencente ao armador A.P. Moller, de Copenhagen, Dinamarca, é operado pela sua subsidiária Maersk Line, The Maersk Co Ltd., de Londres, Inglaterra, sendo o último navio de uma classe de sete irmãos, construídos pelo estaleiro Volkswerft GmbH Stralsund, em Stralsund, Alemanha. O então casco n.º 465 teve sua quilha batida em 14 de maio de 2007, foi lançado ao mar em 4 de novembro de 2007 e entrou em serviço em 21 de dezembro de 2007.
É importante notar que a Empresa Maersk Lines é a principal fornecedora de serviços ao MSC – Military Sealift Command, do Departamento de Defesa dos EUA, sendo inclusive responsável pelo gerenciamento de boa parte dos navios e de suas tripulações.

Características Técnicas do Maersk Beaumont:
Comprimento Total: 294,10 metros
Comprimento entre Perpendiculares: 278,20 metros
Boca: 32,28 metros
Pontal: 21,40 metros
Calado: 12,20 metros
DWT: 52.800 mt
GRT: 48.853 mt
NRT: 16.832 mt
Propulsão: um Motor Wartsila 12 cy tipo 12RT-flex96C de 93.323 bhp de potência x 120 rpm, desenvolvendo velocidade máxima e constante de 29,2 nós
Equipado com Bow e Stern thrusters
Capacitado para transportar 4.196 TEUs, sendo 1.378 TEUs nos porôes e 2.818 TEU no convés, incluindo 1.400 unidades refrigeradas.

Classe MAERSK BOSTON

IMO NAVIO ANO CASCO
9313905 – Maersk Boston 2006 casco 459
9313917 – Maersk Baltimore 2006 casco 460
9313929 – Maersk Bentonville 2006 casco 461
9313931 – Maersk Brooklyn 2007 casco 462
9313943 – Maersk Buffalo 2007 casco 463
9313955 – Maersk Brownsville 2007 casco 464
9313967 – Maersk Beaumont 2007 casco 465

Algumas fotos feitas pelo shipspotter Bruno Pricolli.

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Mais uma pérola no Poder Naval

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O Poder Naval colocou no ar hoje as páginas do NMB - Navios Mercantes Brasileiros. 

O NMB foi criado a partir de dados e fotos coletadas através de vários anos pelo amigo Marcelo “Ostra” Lopes, amante da Marinha Mercante brasileira, e principalmente, de seu navios, que fazem parte do nosso Poder Marítimo.

Visitem (http://www.naval.com.br/NMB/index.htm), comentem aqui no BlogNaval o que acharam do trabalho do Marcelo e colaborem se tiverem informações e fotos! :-)