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Marinha do Chile compra o ‘Foudre’

O Governo Chileno finalizou as negociações com a França para a aquisição do Navio de Desembarque Doca (LSD) Foudre, para substituir o navio Valdivia da classe “Newport” que foi desativado em 2010.

O Chile espera pagar em torno de US$ 80 milhões pelo navio anfíbio, que a Marine Nationale vai descomissionar em abril de 2012.

O Foudre, incorporado em 1990, desloca 12.400t carregado, pode levar até 470 fuzileiros (1.600 em emergências) mais 1.880t de carga. Pode receber a bordo até 4 helicópteros do porte do Super Puma. Nas foto do alto, o Siroco, segundo navio da classe.

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Em 6 de outubro, nas águas ao largo do Golfo de La Spezia, foi realizado o primeiro cruzeiro da fragata da classe “FREMM” Carlo Bergamini, da Marina Militare Italiana. Os testes realizados no mar foram satisfatórios, devido ao profissionalismo dos trabalhadores e tripulação da unidade, que tem participado ativamente em todos os ensaios realizados.

A FREMM italiana concorre com outras fragatas ao Prosuper, Programa de Navios de Superfície, que visa equipar a Esquadra Brasileira com navios de escolta de 6.000 toneladas.

NOTA DO EDITOR: Caramba, esse navio ficou bonito! Só podia ser italiano…

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Míssil RBS15 Mk3 na Alemanha

A Alemanha colocou em serviço em suas corvetas classe “K130″ (foto) o míssil antinavio Saab RBS-15 Mk.3. As entregas começaram em março de 2011.

O míssil é do tipo “dispare-e-esqueça” e tem alcance de mais de 200km. O míssil pode acompanhar “waypoints” por GPS e a altitude de voo pode ser alterada várias vezes. Segundo o fabricante, o RBS15 Mk3 é extremamente resistente a contramedidas e também pode engajar alvos terrestres.

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A partir de novembro, base brasileira na região vai substituir o diesel mineral pelo etanol hidratado como matéria-prima para a produção de energia

Por Eduardo Magossi

O Brasil será o primeiro país a ter energia elétrica gerada tendo como matéria-prima o etanol no continente antártico. A partir de novembro, a Estação Antártica Comandante Ferraz vai substituir o diesel mineral por etanol hidratado na produção de eletricidade.

A iniciativa conta com investimentos de R$ 2,5 milhões vindos de parceria entre a Petrobrás Biocombustível, Vale Soluções em Energia (VSE) e pela Marinha do Brasil.

De acordo com o diretor de etanol da Petrobrás Biocombustível, Ricardo Castello Branco, a iniciativa abre a expectativa de criação de um novo campo de uso para o etanol brasileiro na produção de energia elétrica, além de possuir um forte efeito simbólico. “Queremos desenvolver na geração de energia elétrica limpa o mesmo conhecimento e competência que temos na área de etanol combustível”, disse Castello Branco.

O executivo explica que, a partir de novembro, será realizado um teste na estação Antártica que deve durar um ano, para que a utilização de etanol sob condições climáticas extremas seja analisada.

O teste deve consumir 350 mil litros de etanol hidratado, que serão disponibilizados pela Petrobrás, assim como o transporte até a estação. “Desenvolvemos tanques especiais para levar o etanol até lá, construídos sobre trenós para que ele deslize sobre o gelo”, explica.

Segundo o executivo, a utilização de etanol para geração de eletricidade pode ser um mercado importante no médio prazo. “Veja a necessidade de energia do Japão, por exemplo. Grandes geradores que funcionem a partir de etanol poderiam suprir parte dessa demanda”, disse.

Parceira do empreendimento, a Vale Soluções em Energia (VSE) produziu o gerador, com capacidade de 250 quilowatts. Segundo o presidente da VSE, James Pessoa, esse volume de energia é suficiente para abastecer e iluminar toda a estação de pesquisa na Antártica. A VSE é uma parceria entre a Vale (que detém 53% da empresa) e o BNDESPar (dono dos outros 47%), que investe em pesquisa, desenvolvimento e produção de sistemas de geração sustentável.

Sem aditivo. Pessoa explica que a VSE desenvolveu o gerador que opera com etanol hidratado para geração de energia. “Ao contrário do motor que desenvolvemos para ônibus coletivos que estão sendo testados em São Paulo, o gerador da Antártica não precisa de um aditivo extra e funciona apenas com o etanol hidratado puro”, disse.

A VSE também construiu geradores para a Amazonas Energia, da Eletrobrás, para produzir energia elétrica na Amazônia de forma mais limpa e reduzir a utilização de diesel na região.

Em 2012, a presença brasileira na Antártica completará 30 anos, e a expectativa é de que toda a eletricidade gerada durante a cerimônia que será realizada venha do etanol. Uma das prioridades do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) é a qualidade ambiental das operações do Brasil na Antártica.

Por meio desse programa, gerenciado pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), o Brasil realiza estudos sobre os impactos do aumento da concentração de gases de efeito estufa no planeta, além de pesquisas científicas sobre os fenômenos que ocorrem no continente.

FONTE: O Estado de S. Paulo

FOTO: MB

O primeiro jato F-35B Lightning II fez seu primeiro pouso vertical a bordo do navio de assalto anfíbio USS Wasp (LHD 1) no dia 3 de outubro de 2011.

O F-35B é a variante do Marine Corps Joint Strike Force para decolagem curta e pouso vertical (STOVL) a bordo dos navios anfíbios da USN.

Este pouso vertical é parte das provas iniciais do F-35B no mar, que começaram nesta segunda-feira, dia 3 de outubro e deverão durar duas semanas. O objetivo é coletar dados de desempenho da aeronave em decolagens curtas, pousos verticais em navios no mar, determinando como o caça se integra aos sistemas de pouso do navio, operações no convoo e hangar. Trata-se do primeiro de três períodos de testes no mar agendados.

Neste ano, o Wasp foi equipado com instrumentação especializada para colher dados ambientais de efeitos no convoo durante o período de testes. Em 2007, o Wasp já havia sido usado para os testes do V-22 Osprey.

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Le ‘Foch’ (1963)

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Nós estávamos lá, em junho de 1988, no primeiro teste embarcado com mísseis antinavio “Sea Skua” no helicóptero Lynx (que ainda não era Super).

Nas fotos inéditas, aparecem os mísseis sendo preparados na aeronave SAH-11 Lynx N-3025 a bordo da fragata Niterói (F-40) e a primeira decolagem com o armamento.

O Sea Skua era uma grande novidade na época e tinha sido usado com sucesso pela primeira vez na Guerra das Malvinas em 1982, contra o rebocador argentino Comodoro Somellera.

O Sea Skua foi desenvolvido como solução contra a ameaça de embarcações rápidas e navios-patrulha armados com mísseis, com base na experiência do afundamento do destróier israelense Eilath por míssil Styx russo, disparado por uma FAC egípcia.

O míssil Sea Skua é guiado por SARH (radar semiativo) e o peso total do sistema, com 4 mísseis, não passa de 750kg. A cabeça de combate do míssil tem 9kg de RDX, envolta por um corpo blindado de 21 kg. O míssil tem alcance de 15km e atinge velocidade  de Mach 0,9.

A MB adquiriu um primeiro lote de 16 mísseis Sea Skua em 1987 e efetuou 3 disparou em 1989.

Os mísseis remanescentes estão sendo remotorizados para manterem sua validade operacional.

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A MBDA divulgou informações sobre o desenvolvimento do míssil antinavio FASGW(H)/ANL (Future Anti Surface Guided Weapon (Heavy)/Anti Navire Leger), que vai substituir o Sea Skua.

Já foram realizados ensaios em túnel de vento com modelo em escala, que confirmaram o desenho original escolhido. Foram feitos disparos com armas de gás para validar o projeto da ogiva e testes de motor para confirmar o desempenho em vários ambientes térmicos.

Testes no mar com o link de dados e antena foram realizados sob uma ampla gama de estados de mar e condições meteorológicas. Sensores principais do míssil, como o buscador e o rádio-altímetro foram testados no mar ou em simulação, de modo a reunir os dados necessários para a fase de demonstração e fabricação.

O FASGW(H)/ANL será um míssil destinado a oferecer uma solução para atender as exigências do Reino Unido e da França, projetado para realizar missões marítimas ofensivas e defensivas contra alvos que vão desde corvetas a embarcações rápidas de ataque. O míssil é projetado para equipar os helicópteros AW159 Lynx Wildcat, NH90 e Panther.

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As ‘Knox’ do México

A Marina Nacional do México é ainda a feliz proprietária de quatro fragatas da classe Knox, que são conhecidas como classe “Allende”:

  • ARM Ignacio Allende (F-211) – ex-Stein FF-1065
  • ARM Mariano Abasolo (F-212) – ex-Marvin Shields FF-1066
  • ARM Guadalupe Victoria (F-213) – Pharris FF-1094
  • ARM Almirante Francisco Javier Mina (F-214) – ex-Whipple FF-1062

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