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Em 26 de Maio de 1952, a US Navy iniciou os testes de viabilidade do conceito de convoo em ângulo para seus porta-aviões, utilizando uma plataforma simulada a bordo de USS Midway (CVB 41), pela Naval Air Test Center.

Os três dias de testes foram conduzidos pelos pilotos da Frota do Atlântico, utilizando aeronaves a jato e a hélice.

FONTE e FOTOS: US Navy/NHHC

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O ComCoNTraM opera o Centro de Dados Regional do LRIT Brasil-Uruguai (Long Range Identification and Tracking) – CDRL, sistema de monitoramento marítimo que, por estar instalado na maioria dos navios mercantes acima de 300AB e utilizar informações satélites e criptografadas, tem se mostrado em âmbito internacional uma ferramenta moderna e confiável no monitoramento do Tráfego Marítimo e na contribuição ao combate a ilícitos transnacionais.

O CDRL recebeu autorização do Comando de Operações Navais para ativar, pela primeira vez, por um período de três dias, a área de monitoramento das 200 milhas marítimas, depositada na Organização Marítima Internacional (OMI).

O monitoramento dos Navios Mercantes, em trânsito nessa região, por meio do LRIT, permitirá analisar os custos do uso da ferramenta, identificar a viabilidade e as possibilidades decorrentes, com vistas a contribuir para o conhecimento do que ocorre em águas jurisdicionais e de interesse do Brasil e, em conseqüência, para a Consciência do Domínio Marítimo no âmbito de parte do Atlântico Sul.

O NAVIAR (Naval Air Systems Command) informou no último dia 17 de maio que a versão embarcada do F-35 Joint Strike Fighter superou as metas previstas pelo programa de testes deste ano.

O F-35C ‘CF-1,’ atualmente na Naval Air Station Patuxent River, completou 36 voos até o dia 11 de maio, praticamente metade dos 85 voos programados para este ano.

” O CF-1′ até o momento voou bem, mesmo com os períodos de manutenção programada e não programada,” informou o coronel Roger Cordell do USMC, diretor na instalação militar. “Este é um bom sinal para toda a frota de que a aeronave está indo muito bem nas etapas iniciais do programa.”

Em abril o CF-1 completou 13 voos, marcando um recorde no número de voos de ensaios para todas as aeronaves que passaram pela Naval Air Station Patuxent River. Complementarmente, o time de teste integrado completou sete voos com o CF-1 este mês.

“O grupo está fazendo um ótimo trabalho permanecendo acima das exigências de manutenção,” disse Jim McClendon da Lockheed Martin. “Somente na última semana o CF-1 realizou seis voos em seis dias, uma marca singular em qualquer tipo de programa, se vista de forma isolada para uma aeronave nova.”

Com a chegada da segunda aeronave da versão embarcada nesta semana, o CF-2, e a provável vinda do CF-3 no final deste ano, o programa de testes do F-35C progride rapidamente para os testes de compatibilidade com navio-aeródromo, a ser executado na Joint Base Lakehurst-McGuire-Dix em New Jersey.

O primeiro dos testes está marcado para o verão do Hemisfério Norte e incluirá as primeiras catapultagens, sendo que o F-35C só deverá embarcar em 2013.

FONTE: NAVAIR

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Modelo é destinado a intervenção maciça e rápida com soldados, helicópteros e tanques

Roberto Godoy

A Marinha do Brasil vai ter ao menos dois Navios de Múltiplos Propósitos, um conceito novo de navio autossuficiente. Cada um desses gigantes, grandes como dois campos de futebol e feitos para projetar poder naval, leva uma força completa de intervenção: soldados, tanques, helicópteros, lanchas, mísseis e hospital, mais um sofisticado centro de inteligência.

Cada unidade, de alta tecnologia, custa hoje entre US$ 600 milhões e US$ 750 milhões, no mercado internacional. É um programa ambicioso, contemplado no Plano de Articulação e Equipamento da Marinha (Paemb), ainda sem prazo definido. Em nota, o comandante da Força, almirante Júlio Moura Neto, disse que “o processo de aquisição depende da disponibilidade de recursos orçamentários, não tendo sido ainda selecionado um projeto específico”.

Os dois fornecedores mais importantes são os Estados Unidos, que mantêm uma frota variada de oito navios, e a França, que desenvolveu uma versão avançada, a classe Mistral. O governo da Rússia quer comprar quatro exemplares.

Embora apresentado como um lançador de ataques anfíbios, o conceito de múltiplo emprego aumenta a eficiência das operações de mobilização e deslocamento rápidos. Os meios devem permitir o lançamento acelerado de 900 a 1.400 combatentes, 280 veículos e 30 helicópteros, em cenários distantes até 5 mil quilômetros. O contingente e seus recursos precisam ter capacidade de atuar sem novo apoio por dez dias, em posições avançadas, a 100 quilômetros do local de desembarque. A principal alteração em relação ao esquema tradicional das ações anfíbias é a integração em um único centro embarcado.

Em missão, o supernavio exige cobertura aérea permanente por meio de aviões de caça, sob coordenação de uma aeronave de vigilância e alerta antecipado. No mar, uma flotilha de escolta cuida da proteção (veja infográfico).

O Navio de Múltiplos Propósitos é virtualmente autônomo. Além dos helicópteros, de dúzias de tanques, blindados sobre rodas, lanchas de desembarque de tropas e centenas de soldados, abriga um hospital com capacidade para executar cirurgias de grande complexidade. Na ponte principal, alta como um prédio de 15 andares, funciona uma sofisticada sala de situação com enlace eletrônico por satélite, de onde são tomadas as decisões de comando e processadas as informações de inteligência.

Frota de superfície. A prioridade de médio prazo da Marinha é, todavia, a renovação da frota de superfície. O ProSuper, nome do programa, compreende 11 navios, com investimentos estimados entre US$ 4 bilhões e US$ 6 bilhões. A fase atual é de consultas a empresas candidatas à parceria pretendida. Estão sobre a mesa de negociações ofertas da Itália, Reino Unido, Alemanha, Coreia e França. Esse primeiro estágio, com a escolha da parceria, pode sair até o fim do ano.

A primeira fragata ficará pronta entre 2018 e 2019 – a entrega do navio-patrulha ocorre 12 meses antes. Depois da seleção, a complexidade do processo exigirá um ano de discussões para ajuste da transferência de tecnologia, estabelecimento da rede de fornecedores e das compensações comerciais.

Plano completo. Há um ano, a Marinha apresentou aos empresários do setor um plano completo, abrangendo 61 navios de superfície, mais cinco submarinos, quatro de propulsão diesel-elétrica e um movido a energia nuclear. O horizonte dessas encomendas vai até 2030.

O pacote prioritário, definido como ProSuper, abrange cinco fragatas de 6 mil toneladas com capacidade stealth, de escapar à detecção eletrônica, quatro navios-patrulha oceânicos, de 1,8 mil toneladas, e um navio de apoio, de 22 mil toneladas, para transporte e transferência em alto mar de todo tipo de suprimentos.

A intenção da Marinha é que apenas a primeira fragata e o primeiro patrulheiro sejam construídos fora do País, embora com acompanhamento de técnicos e engenheiros brasileiros. Há grupos diretamente interessados em participar desse empreendimento. A Odebrecht Defesa e Tecnologia prepara os estaleiros da Enseada do Paraguaçu, na região metropolitana de Salvador, para disputar o ProSuper. A empresa, associada à francesa DCNS, está construindo em Itaguaí, no Rio, uma nova base naval e mais as instalações industriais de onde sairão os cinco submarinos do Prosub, encomendados por 6,7 bilhões. Os quatro primeiros, da classe Scorpéne, terão propulsão diesel-elétrica. O quinto será o primeiro, de um lote de seis unidades movidas a energia nuclear, que a Marinha quer produzir até 2047.

 

Para entender

O programa de reequipamento e reorganização da Defesa contempla Forças Armadas ágeis, especializadas e preparadas para cumprir missões expedicionárias. Nesse sentido, o advento dos Navios de Múltiplos Propósitos dá substância à teoria por meio de uma estrutura operacional que permite a mobilização rápida de um considerável contingente de combatentes, cerca de 900 militares, com acesso a helicópteros, tanques, lanchas e, sobretudo, a informações de inteligência, processadas a bordo.

FONTE: O Estado de São Paulo

Depois de três semanas de testes de mar, a Aquitaine, primeira fragata multimissão da classe FREMM, retornou ao porto. Os testes foram a primeira oportunidade para demonstrar as qualidades marinheiras impressionantes do navio. Sua manobrabilidade e performance do sistema de propulsão atenderam as altas especificações do cliente.

A tripulação da Aquitaine foi formada de pessoal da Marine Nationale, representantes dos clientes, empregados da DCNS e seus parceiros. O principal objetivo da missão foi demonstrar as qualidades marinheiras da fragata e outras qualidades náuticas, além de validar o desempenho da sua propulsão e de navegação.

“Esses testes iniciais no mar da primeira da classe Aquitaine foram realmente muito bem”, disse Vincent Martinot-Lagarde, gestor do programa FREMM . “Os objetivos deste primeiro período de testes no mar foram atingidos, com mais de cem testes bem sucedidos. Os testes de propulsão e manobra foram executados exatamente como tínhamos previsto e em linha com as expectativas do cliente.”

Estes primeiros testes no “ambiente natural” do navio focaram realmente em dois elementos-chave de seu desempenho: propulsão, manobrabilidade e sistema de navegação. Mais de 100 testes foram realizados com sucesso. O sistema de propulsão híbrido de alta performance no estado-da-arte (CODLOG: Combined Diesel eLétrico ou a gás) atendeu às expectativas. A Aquitaine foi levada à sua velocidade máxima de 27 nós. Nessa velocidade, ela ainda tinha uma quantidade considerável de energia de reserva. Durante os testes de manobrabilidade, o navio também se comportou em conformidade com os requisitos do cliente. Em particular, seu diâmetro tático e distância de parada foram melhores do que a especificação.

Para DCNS, estes primeiros testes de mar foram um sucesso duplo. Não só a DCNS ultrapassou os objetivos iniciais da missão, como a campanha também serviu para validar o método de trabalho global previsto para o programa FREMM, incluindo as instalações terrestres de integração de sistemas de exploração de navios de guerra. Este recurso simula a navegação e gerenciamento da plataforma e fez uma contribuição significativa para a boa execução dos ensaios. Além disso, ele também desempenhou um papel importante para ajudar a tripulação da Marinha francesa plenamente se familiarizar com o navio antes de se fazer ao mar.

“Estes primeiros resultados são extremamente positivos e vão nos ajudar a oferecer aos nossos clientes de exportação elevados níveis de desempenho”, disse Vincent Martinot-Lagarde. “Ao demonstrar a alta qualidade do nosso trabalho, todo o processo foi validado.” Um marco importante foi alcançado com estes testes bem sucedidos, que são mais uma prova de que a fragata FREMM da DCNS é uma solução extremamente promissora e competitiva.

Um grande programa para a DCNS e parceiros

No âmbito do programa FREMM, a DCNS vai construir 12 navios: 11 para a Marinha Francesa e um para a Marinha Real Marroquina. As fragatas FREMM são os navios mais tecnologicamente avançados e com preços competitivos no mercado mundial. Estes navios de guerra fortemente armados estão sendo construídos pela contratada principal DCNS para transportar armas e sistemas no estado-da-arte, incluindo o radar multifunção Herakles, mísseis de cruzeiro MdCN, mísseis antiaéreos Aster, mísseis Exocet MM40 anti-navio e torpedos MU90.

As fragatas FREMM multimissão são projetados para responder a todos os tipos de ameaças com inigualável flexibilidade, interoperabilidade e disponibilidade. Como demonstrado pelo contrato de exportação com a Marinha Real Marroquina, eles também são projetados para atender às necessidades e expectativas das marinhas de clientes internacionais.

Dados técnicos da FREMM:

  • Comprimento: 142 metros
  • Largura: 20 metros
  • Deslocamento: 6.000 toneladas
  • Max. Velocidade: 27 nós
  • Tripulação: 108 (incluindo pessoal de helicóptero)
  • Alojamento: 145 homens e mulheres
  • Alcance: 6.000 milhas náuticas a 15 nós

FONTE: DCNS

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No período de 25 a 28 de abril, uma representação da MB, formada por Oficiais da EMGEPRON, do CASNAV e do ComCoNTraM, esteve em Lima (Peru), para iniciar a instalação do sistema Long Range Identification and Tracking (LRIT) na Marinha de Guerra daquele país (MGP).

O CDRL, desenvolvido pelo CASNAV, permanece na posição de único no planeta e está apto a integrar outras Marinhas ao sistema de monitoramento e identificação de navios a grandes distâncias, bem como rastrear, por meio de posições satélite, dez mil contatos simultaneamente.

A adesão dessa importante Marinha do Oceano Pacífico ao CDRL Brasil-Uruguai, consolida a posição de destaque do Brasil na instalação e operação desse sistema, bem como reforça o sentimento de cooperação e os laços de amizade que unem as Marinhas da América do Sul à Marinha do Brasil.

FONTE e FOTOS: ComCoNTraM

Acima, numa foto de belo ângulo, o navio lançando um RA-5 e um F-8. Abaixo, lançando um A-4 Skyhawk. No início, o USS Enterprise era designado CVA(N)-65.

FOTOS: US Navy and Marine Corps museum collection

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Submarino ‘Arpão’ chega a Portugal

Faltava pouco mais de quinze minutos para 10h00 quando o ‘Arpão’ entrou no Tejo. Por ser a primeira vez que entrou no Tejo, embarcou o vice-almirante Comandante Naval e houve recepção na Base Naval de Lisboa, no Alfeite, de acordo com a tradição naval.

Comprado à Alemanha, o segundo submarino foi recebido provisoriamente em Dezembro, ainda na Alemanha. O ‘Tridente’, o primeiro submarino encomendado por Portugal à empresa alemã Ferrostaal, chegou a Portugal em Agosto do ano passado. Em Janeiro, o Chefe de Estado Maior da Armada tinha apontado a chegada do novo submarino a Portugal em Março ou Abril. A aquisição dos dois submarinos custou a Portugal cerca de mil milhões de euros.

O ‘Arpão’ pode atingir uma velocidade máxima de 20 nós e tem uma autonomia máxima de 45 dias, tendo “capacidade para lançar mísseis, de defesa aérea e luta de superfície, e capacidade para lançar torpedos, de luta de superfície e subsuperfície”, refere a Marinha portuguesa. O NRP ‘Arpão’ é comandado pelo capitão-tenente Nuno Baptista Pereira.

FONTE: SAPO

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A U.S. Navy liberou US$ 1,2 bilhão à General Dynamics Electric Boat, para a construção do 14° submarino nuclear de ataque, SSN-787, da classe “Virginia”. Dessa maneira será possível construir dois submarinos nucleares da classe por ano.

A classe “Virginia” é uma versão “downgraded” da classe “Seawolf” de submarinos nucleares de ataque, otimizada para as ameaças pós-Guerra Fria. Diferentemente da classe “Seawolf”, os “Virginia” fazem grande uso de equipamentos COTS (Commercially available Off-The-Shelf) e tem desempenho mais modesto, embora sejam mais silenciosos.

Os SSN classe “Virginia” deslocam 7.800 toneladas, têm comprimento de 115m e boca de 10,3m. Podem navegar a velocidades de até 25 nós e mergulham normalmente até a profundidade de 800 pés (244m). São armados com torpedos Mk.48 e mísseis de cruzeiro Tomahawk.

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Continuam aparecendo novas fotos do primeiro caça naval embarcado chinês J-15 “Flying Shark”, cópia do Su-33 russo. A aeronave conta com gancho de cauda e asas dobráveis (detalhe na foto abaixo).

Na foto abaixo, a primeira antena plana do radar 3D Dragon Eye já instalada no navio-aeródromo Shi Lang (ex-Varyag).

VEJA TAMBÉM:

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Acima, a Dodsworth (F47) ex-HMS Brilliant, e abaixo, a Rademaker (F49), ex-HMS Battleaxe. Os navios foram transferidos para a Marinha do Brasil em 1996 e 1997, respectivamente. A Dodsworth foi desativada prematuramente em 2004, para prover peças às três unidades Type 22 (Classe “Greenhalgh”) que permaneceram na ativa. (Clicar nas imagens para ampliar).

ARTE: Shipbucket/Bezobrazov

BATE-PAPO ONLINE: converse com outros leitores sobre as Type 22 e outros temas navais, no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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