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	<title>Comentários sobre: Ordem do Dia do ComemCh: Embraer vai modernizar os AF-1 Skyhawk</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Por: marcus</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-21005</link>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 19:13:58 +0000</pubDate>
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		<description>Ouvi dizer que seriam reformados 12 avioes.He uma vergonha!!!! 5 anos para reformar 12 avioes.Todos deveriam ser modernizados em um ano. E perfeitamente possivel executar o processo em 1 ano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi dizer que seriam reformados 12 avioes.He uma vergonha!!!! 5 anos para reformar 12 avioes.Todos deveriam ser modernizados em um ano. E perfeitamente possivel executar o processo em 1 ano.</p>
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		<title>Por: &#8216;São Paulo&#8217; não participará da &#8220;festa do Pré-sal&#8221;</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-21004</link>
		<dc:creator>&#8216;São Paulo&#8217; não participará da &#8220;festa do Pré-sal&#8221;</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 19:02:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] almirante Júlio Moura Neto, comandante da Força, espera assinar em abril o contrato de modernização com a Embraer. Até o fim de 2014, 12 AF-1/A1 terão passado pelo procedimento. O custo de referência é de US$ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] almirante Júlio Moura Neto, comandante da Força, espera assinar em abril o contrato de modernização com a Embraer. Até o fim de 2014, 12 AF-1/A1 terão passado pelo procedimento. O custo de referência é de US$ [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Henrique</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-21003</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:47:26 +0000</pubDate>
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		<description>Como imaginação ou esperança não custam nada...
Alguns equipamentos de auto-defesa interessantes que a marinha poderia pensar para o São Paulo:

http://www.youtube.com/watch?v=guVLqfiCfO4
http://www.youtube.com/watch?v=nY6nm-6eCzM

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como imaginação ou esperança não custam nada&#8230;<br />
Alguns equipamentos de auto-defesa interessantes que a marinha poderia pensar para o São Paulo:</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/"><img src="http://img.youtube.com/vi/guVLqfiCfO4/2.jpg" alt="" /></a></span><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=nY6nm-6eCzM" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=nY6nm-6eCzM</a></p>
<p>Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jorhys</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-21002</link>
		<dc:creator>jorhys</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 12:15:11 +0000</pubDate>
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		<description>Porque a marinha não procura fazer  uma capanha junto a sociedde onde ela mostre que nosso pais precisa de uma marinha mais eficiente, e que  o  povo brasileiro tem  que exigir do governo, garantias e condições do governo em possamos ter a garantia que temos nossas fronteiras protegida e guardadas, por  uma marinha com capacidade tecnologica e operacional de revidar ou evitar qualuer tipo de agressão a nossa soberania vindos pelo mar.
Quanto a marinha abrir  licitação, é relamente muito  mais interessante  um  empresa americana ligada a  empresa fabricante dos A-4, pois teriam  como sanar  o  problema da modernização  mais  rápido,  como  no Brasil as  cabeças  pensantes  não  pensam  no  hoje  e sim  no  amanhã e quando chega  o amanhã, eles pensam  no  outro amanhã e  nunca concretizam nada, cabe a nós caros amigos  ficarmos no sonho, de vermos  um dia nossa briosa(armada), em condições não  só no  papel,  em  similuções de jogos de guerra naval  ,  como  uma  verdadeira marinha de ponta condizente com  o tamanho da nossa costa e com grande e verdadeira capacidade de projeção sobre terra.
Felicitações...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porque a marinha não procura fazer  uma capanha junto a sociedde onde ela mostre que nosso pais precisa de uma marinha mais eficiente, e que  o  povo brasileiro tem  que exigir do governo, garantias e condições do governo em possamos ter a garantia que temos nossas fronteiras protegida e guardadas, por  uma marinha com capacidade tecnologica e operacional de revidar ou evitar qualuer tipo de agressão a nossa soberania vindos pelo mar.<br />
Quanto a marinha abrir  licitação, é relamente muito  mais interessante  um  empresa americana ligada a  empresa fabricante dos A-4, pois teriam  como sanar  o  problema da modernização  mais  rápido,  como  no Brasil as  cabeças  pensantes  não  pensam  no  hoje  e sim  no  amanhã e quando chega  o amanhã, eles pensam  no  outro amanhã e  nunca concretizam nada, cabe a nós caros amigos  ficarmos no sonho, de vermos  um dia nossa briosa(armada), em condições não  só no  papel,  em  similuções de jogos de guerra naval  ,  como  uma  verdadeira marinha de ponta condizente com  o tamanho da nossa costa e com grande e verdadeira capacidade de projeção sobre terra.<br />
Felicitações&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jorhys</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-21001</link>
		<dc:creator>jorhys</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 12:09:03 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto a marinha abrir  licitação, é relamente muito  mais interessante  um  empresa americana ligada a  empresa fabricante dos A-4, pois teriam  como sanar  o  problema da modernização  mais  rápido,  como  no Brasil as  cabeças  pensantes  não  pensam  no  hoje  e sim  no  amanhã e quando chega  o amanhã, eles pensam  no  outro amanhã e  nunca concretizam nada, cabe a nós caros amigos  ficarmos no sonho, de vermos  um dia nossa briosa(armada), em condições não  só no  papel,  em  similuções de jogos de guerra naval  ,  como  uma  verdadeira marinha de ponta condizente com  o tamanho da nossa costa e com grande e verdadeira capacidade de projeção sobre terra.
Felicitações...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto a marinha abrir  licitação, é relamente muito  mais interessante  um  empresa americana ligada a  empresa fabricante dos A-4, pois teriam  como sanar  o  problema da modernização  mais  rápido,  como  no Brasil as  cabeças  pensantes  não  pensam  no  hoje  e sim  no  amanhã e quando chega  o amanhã, eles pensam  no  outro amanhã e  nunca concretizam nada, cabe a nós caros amigos  ficarmos no sonho, de vermos  um dia nossa briosa(armada), em condições não  só no  papel,  em  similuções de jogos de guerra naval  ,  como  uma  verdadeira marinha de ponta condizente com  o tamanho da nossa costa e com grande e verdadeira capacidade de projeção sobre terra.<br />
Felicitações&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Francisco AMX</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-21000</link>
		<dc:creator>Francisco AMX</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 17:56:10 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre os Phantons Alemães, estes foram feitos para pouso em pista pavimentada, são diferentes da versão naval, que tem trem de pouso diferente, mais reforçado, devido ao peso do F-4.
Porém se pudesse, tecnicamente, seria uma boa aquisição, pois estão equipados com bom radar e usam míssies BVR, além da capacidade muito superior ao A-4, acho que seria melhor se comparado com a modernização dos A4, que para mim é desperdício de tempo e dineiro, se é para doutrinar! comprem aparelhos mais capazes, usados, e pronto! palhaçada e palhaçada... pena, está acontecendo o mesmo na FAB.
Abraços
Francisco</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre os Phantons Alemães, estes foram feitos para pouso em pista pavimentada, são diferentes da versão naval, que tem trem de pouso diferente, mais reforçado, devido ao peso do F-4.<br />
Porém se pudesse, tecnicamente, seria uma boa aquisição, pois estão equipados com bom radar e usam míssies BVR, além da capacidade muito superior ao A-4, acho que seria melhor se comparado com a modernização dos A4, que para mim é desperdício de tempo e dineiro, se é para doutrinar! comprem aparelhos mais capazes, usados, e pronto! palhaçada e palhaçada&#8230; pena, está acontecendo o mesmo na FAB.<br />
Abraços<br />
Francisco</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Camilo</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-20999</link>
		<dc:creator>Daniel Camilo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 17:32:04 +0000</pubDate>
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		<description>A revista Força Aérea OUT/NOV 2008 traz uma interessante matéria sobre os avanços do Esquadrâo VF-1, no curtíssimo período em que operou, as razões da indisponibilidade dos aviões, o que se está fazendo e o que se pretende fazer, inclusive com depoimento do Comandante Cursino, comandante do esquadrão.
Penso que um dos motivos do não envio dos aviões para modernização em outro país, deve-se ao fato de a Embraer fazer também a modernização dos S-2T Turbo Tracker e que provavelmente vai utilizar o Radar Ereye da Ericsson, empregados no R-99, devem fazer alguma integração dos sistemas das aeronaves.
Quanto ao prazo para a modernização, basta ver que o primeiro A-1A, FAB 5530, foi para Gavião Peixoto - SP, em maio de 2007 e só deve chegar em Santa Maria-RS em 2011 (se não houver atrasos). Creio também que a Marinha vai se beneficiar da experiência da Embraer com os F-5M e A-1M. Abs a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Força Aérea OUT/NOV 2008 traz uma interessante matéria sobre os avanços do Esquadrâo VF-1, no curtíssimo período em que operou, as razões da indisponibilidade dos aviões, o que se está fazendo e o que se pretende fazer, inclusive com depoimento do Comandante Cursino, comandante do esquadrão.<br />
Penso que um dos motivos do não envio dos aviões para modernização em outro país, deve-se ao fato de a Embraer fazer também a modernização dos S-2T Turbo Tracker e que provavelmente vai utilizar o Radar Ereye da Ericsson, empregados no R-99, devem fazer alguma integração dos sistemas das aeronaves.<br />
Quanto ao prazo para a modernização, basta ver que o primeiro A-1A, FAB 5530, foi para Gavião Peixoto &#8211; SP, em maio de 2007 e só deve chegar em Santa Maria-RS em 2011 (se não houver atrasos). Creio também que a Marinha vai se beneficiar da experiência da Embraer com os F-5M e A-1M. Abs a todos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tailhooker</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-20998</link>
		<dc:creator>Tailhooker</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 15:53:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1806#comment-20998</guid>
		<description>O problema maior é a premissa da qual você partiu. Ela é utópica e, na minha humilde opinião, incompatível com a nossa cultura. Nesse impresionante mundo maravilhosamente imaginário, sua tese faz sentido. Mas acho que estamos trabalhando no problema errado. O problema não é discutir se a FAB tem que prover ou não a defesa aérea da Marinha, o que continuo sustentando que é um absurdo.
O verdadeiro problema é saber o que realmente o País pensa das suas Forças Armadas, é definir o papel e a verdadeira missão de cada uma, não deixando isso a cargo somente dos Oficiais Generais de cada uma delas. Não concordo que uma País como o Brasil invista numa arma chamada navio-aeródromo. Isso é para país rico e com poder de influência no cenário político intenacional. Isso é projeção de poder. Agora, se temos o Porta-aviões e se o país acha que é importante o ter em função da sua política de defesa nacional, sou a favor que sejam liberados os recursos necessários à manutenção e operação de uma arma desse porte de maneira digna e decente. Querer que a FAB se encarregue da defesa a aérea e aerospacial de uma frota nucleada em NAe em trânsito pelos mares é querer tratar o sintoma e não a doença. É como querer tratar câncer com aspirina, não é por aí, mesmo no mundo perfeito e maravilhoso que você idealizou. Defesa aérea de NAe não pode ser feita por aeronaves que não são lançadas do Nae. Imagine o SP navegando a 350 milhas da costa tendo que acionar o alerta de uma base em terra situada a 500 milhas. Não chega. Como base aérea flutuante, um NAe precisa prover sua própria defesa aérea e não pode depender de outra base para isso, seja lançando aeronaves em alerta ou mesmo mantendo patrulhas aéreas de combate permanentes no ar. Privar a Marinha de sua asa fixa é querer limitar o seu próprio funcionamento como força armada. A Marinha é a força armada mais complexa, pois deve ter capacidade de atuar em todos os ambientes. Ar, mar e terra. Indo para um mundo perfeito e imaginário, tambémm acho que a tarefa de patrulhar os mares a atacar submarinos deve ser deixada com quem entende de guerra anti-submarino, assim como o Exército deveria possuir os helicópteros de ataque que a FAB quer adquirir. O problema é que não há concenso e os militares só estão interessados nos cursos, viagens, diárias e beneces que essas compras proporcionam, esquecendo-se do objetivo maior, que a Defesa Nacional. Acho que nós, aqui no blog, exergamos melhor o problema do que as próprias forças armadas. Falta pensamento unificado. Na minha opinião,o gerador de todos esses problemas é a falta de uma cultura de defesa no Brasil. &quot;A Marinha quer tudo e nada tem&quot; Ela está certa de quer, ela precisa para cumprir a sua missão constitucional, mas se não tem, o problema não é dela, é de quem não dá recursos para ela. Se tudo funcionasse perfeitamente, o A-12 com sua ala aérea embarcada operacional, fazendo exercícios, adestramentos, representando o País em missões internacionais, projetando poder, não teria fundamento essa questão. Estamos discutindo sobre o problema errado.
Grande abraço companheiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema maior é a premissa da qual você partiu. Ela é utópica e, na minha humilde opinião, incompatível com a nossa cultura. Nesse impresionante mundo maravilhosamente imaginário, sua tese faz sentido. Mas acho que estamos trabalhando no problema errado. O problema não é discutir se a FAB tem que prover ou não a defesa aérea da Marinha, o que continuo sustentando que é um absurdo.<br />
O verdadeiro problema é saber o que realmente o País pensa das suas Forças Armadas, é definir o papel e a verdadeira missão de cada uma, não deixando isso a cargo somente dos Oficiais Generais de cada uma delas. Não concordo que uma País como o Brasil invista numa arma chamada navio-aeródromo. Isso é para país rico e com poder de influência no cenário político intenacional. Isso é projeção de poder. Agora, se temos o Porta-aviões e se o país acha que é importante o ter em função da sua política de defesa nacional, sou a favor que sejam liberados os recursos necessários à manutenção e operação de uma arma desse porte de maneira digna e decente. Querer que a FAB se encarregue da defesa a aérea e aerospacial de uma frota nucleada em NAe em trânsito pelos mares é querer tratar o sintoma e não a doença. É como querer tratar câncer com aspirina, não é por aí, mesmo no mundo perfeito e maravilhoso que você idealizou. Defesa aérea de NAe não pode ser feita por aeronaves que não são lançadas do Nae. Imagine o SP navegando a 350 milhas da costa tendo que acionar o alerta de uma base em terra situada a 500 milhas. Não chega. Como base aérea flutuante, um NAe precisa prover sua própria defesa aérea e não pode depender de outra base para isso, seja lançando aeronaves em alerta ou mesmo mantendo patrulhas aéreas de combate permanentes no ar. Privar a Marinha de sua asa fixa é querer limitar o seu próprio funcionamento como força armada. A Marinha é a força armada mais complexa, pois deve ter capacidade de atuar em todos os ambientes. Ar, mar e terra. Indo para um mundo perfeito e imaginário, tambémm acho que a tarefa de patrulhar os mares a atacar submarinos deve ser deixada com quem entende de guerra anti-submarino, assim como o Exército deveria possuir os helicópteros de ataque que a FAB quer adquirir. O problema é que não há concenso e os militares só estão interessados nos cursos, viagens, diárias e beneces que essas compras proporcionam, esquecendo-se do objetivo maior, que a Defesa Nacional. Acho que nós, aqui no blog, exergamos melhor o problema do que as próprias forças armadas. Falta pensamento unificado. Na minha opinião,o gerador de todos esses problemas é a falta de uma cultura de defesa no Brasil. &#8220;A Marinha quer tudo e nada tem&#8221; Ela está certa de quer, ela precisa para cumprir a sua missão constitucional, mas se não tem, o problema não é dela, é de quem não dá recursos para ela. Se tudo funcionasse perfeitamente, o A-12 com sua ala aérea embarcada operacional, fazendo exercícios, adestramentos, representando o País em missões internacionais, projetando poder, não teria fundamento essa questão. Estamos discutindo sobre o problema errado.<br />
Grande abraço companheiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Henrique</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-20997</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 15:05:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1806#comment-20997</guid>
		<description>Caro Bosco,
Obrigado pela informação.  Eu fico pensando, se um NA destes sequer tem capacidade de auto-defesa de que adianta modernizar os caças?
Em caso de conflito aposto que este &quot;trambolho&quot; sequer irá saír da Bahia da Guanabara pois depender sua defesa nos &quot;vetustos&quot; AF-1 é pedir para perder não só o navio como o mais valioso ... sua tripulação!
Isto é absurdo, tá certo que não temos conflitos mas se temos máquinas de guerra que estejam preparadas para tal e este &quot;depósito de amianto&quot; já está aí fazem quase 8 anos e nada de uma efetividade ao que foi proposto.  Isto é um desrespeito aos &quot;recursos humanos&quot; incumbidos de guarnecê-lo e operá-lo.
Depois a MB não sabe porque perde tanta gente para a iniciativa privada.
Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Bosco,<br />
Obrigado pela informação.  Eu fico pensando, se um NA destes sequer tem capacidade de auto-defesa de que adianta modernizar os caças?<br />
Em caso de conflito aposto que este &#8220;trambolho&#8221; sequer irá saír da Bahia da Guanabara pois depender sua defesa nos &#8220;vetustos&#8221; AF-1 é pedir para perder não só o navio como o mais valioso &#8230; sua tripulação!<br />
Isto é absurdo, tá certo que não temos conflitos mas se temos máquinas de guerra que estejam preparadas para tal e este &#8220;depósito de amianto&#8221; já está aí fazem quase 8 anos e nada de uma efetividade ao que foi proposto.  Isto é um desrespeito aos &#8220;recursos humanos&#8221; incumbidos de guarnecê-lo e operá-lo.<br />
Depois a MB não sabe porque perde tanta gente para a iniciativa privada.<br />
Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ozawa</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-20995</link>
		<dc:creator>Ozawa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 13:40:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1806#comment-20995</guid>
		<description>Caro Tailhooker, superadas as controvérsias periféricas e discutindo o que realmente é substantivo, vamos às questões apresentadas por você item-a-item:

1) &quot;Como seria feita essa defesa da frota no mar usando os recursos da FAB ?&quot;

Resp.: Por certo, estamos falando de um contexto futuro, assim, num projeto efetivamente unificado de defesa, ultrapassando barreiras passionais desta ou daquela força, o país admitiria que - &quot;hoje&quot; - o poder aéreo é o definidor das guerras. Desta premissa, seriam definidas alocações de recursos tendo por ordem de prioridade o poder aéreo. Seria terminantemente revogado o projeto de asas-fixas na MB. Em síntese, não estou defendendo uma estratégia futura com conceitos atuais, tais conceitos logicamente terão que acompanhar a estratégia que se defende. Para ficar mais claro, mais recursos à FAB, constitucionalmente detentora do poder primário (não exclusivo) da defesa aérea, competindo às demais, no que tange o poder aéreo, responsabilidades residuais, conjunturais, periféricas;

2) &quot;De que maneira isso poderia ser operacionalizado no mundo real e com os recuros de que o País dispõe? Seria fácil isso ?&quot;

Resp.: dirimida pela resposta anterior.

3) &quot;Caso me ofereçam argumentos consitentes de que isso é exeqüível, adequado e aceitável, vou propor que a MB transfira seus navios de superfície para a FAB, o que você vai achar uma sandice. Seu argumento me leva a essa linha de raciocínio.&quot;

Resp.: Não compreendi a conexão entre navios de superfície e FAB feita por você. Num esquema rasteiro, estou propondo a transferência das &quot;asas-fixas&quot;, como poder aéreo primário, à FAB, por uma conexão natural que dispensa explicação, derivada da crônica falta de recursos que devem ser dispendidos racionalmente entre as forças. Razoável supor que a MB aloque recursos em vetores do mar, que lhes são INERENTES, e, caso fosse possível, no poder aéreo que lhes circundem, o que tem se demonstrado financeiramente inviável..., com aquisições pífias, assim, nem obtem vetores aéreos críveis, nem vetores do mar consistentes. Neste cenário: A MB QUER TUDO E NADA TEM... Daí, inferir que se transfira à FAB também as belonaves, acredito ter sido um &quot;transbordar de ironia&quot;, apenas isso, sem qualquer sentido lógico.

4) &quot;Não se aborreça, o espaço aqui é democrático e ótimo. Take it easy man !!&quot;

Resp.: That&#039;s fine !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tailhooker, superadas as controvérsias periféricas e discutindo o que realmente é substantivo, vamos às questões apresentadas por você item-a-item:</p>
<p>1) &#8220;Como seria feita essa defesa da frota no mar usando os recursos da FAB ?&#8221;</p>
<p>Resp.: Por certo, estamos falando de um contexto futuro, assim, num projeto efetivamente unificado de defesa, ultrapassando barreiras passionais desta ou daquela força, o país admitiria que &#8211; &#8220;hoje&#8221; &#8211; o poder aéreo é o definidor das guerras. Desta premissa, seriam definidas alocações de recursos tendo por ordem de prioridade o poder aéreo. Seria terminantemente revogado o projeto de asas-fixas na MB. Em síntese, não estou defendendo uma estratégia futura com conceitos atuais, tais conceitos logicamente terão que acompanhar a estratégia que se defende. Para ficar mais claro, mais recursos à FAB, constitucionalmente detentora do poder primário (não exclusivo) da defesa aérea, competindo às demais, no que tange o poder aéreo, responsabilidades residuais, conjunturais, periféricas;</p>
<p>2) &#8220;De que maneira isso poderia ser operacionalizado no mundo real e com os recuros de que o País dispõe? Seria fácil isso ?&#8221;</p>
<p>Resp.: dirimida pela resposta anterior.</p>
<p>3) &#8220;Caso me ofereçam argumentos consitentes de que isso é exeqüível, adequado e aceitável, vou propor que a MB transfira seus navios de superfície para a FAB, o que você vai achar uma sandice. Seu argumento me leva a essa linha de raciocínio.&#8221;</p>
<p>Resp.: Não compreendi a conexão entre navios de superfície e FAB feita por você. Num esquema rasteiro, estou propondo a transferência das &#8220;asas-fixas&#8221;, como poder aéreo primário, à FAB, por uma conexão natural que dispensa explicação, derivada da crônica falta de recursos que devem ser dispendidos racionalmente entre as forças. Razoável supor que a MB aloque recursos em vetores do mar, que lhes são INERENTES, e, caso fosse possível, no poder aéreo que lhes circundem, o que tem se demonstrado financeiramente inviável&#8230;, com aquisições pífias, assim, nem obtem vetores aéreos críveis, nem vetores do mar consistentes. Neste cenário: A MB QUER TUDO E NADA TEM&#8230; Daí, inferir que se transfira à FAB também as belonaves, acredito ter sido um &#8220;transbordar de ironia&#8221;, apenas isso, sem qualquer sentido lógico.</p>
<p>4) &#8220;Não se aborreça, o espaço aqui é democrático e ótimo. Take it easy man !!&#8221;</p>
<p>Resp.: That&#8217;s fine !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bosco</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-20994</link>
		<dc:creator>Bosco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 10:49:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1806#comment-20994</guid>
		<description>Já a versão mar-mar do Exocet, esta sim concordo que seja de alcance limitado, já que qualquer míssil turbopropulsado tem facilmente, pelo menos o dobro (e até o triplo) do alcance, fazendo as escoltas brasileiras presa fácil para um adversário com um helicóptero orgânico  (pra não dizer do alcance dos supermísseis russos, indianos, etc).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já a versão mar-mar do Exocet, esta sim concordo que seja de alcance limitado, já que qualquer míssil turbopropulsado tem facilmente, pelo menos o dobro (e até o triplo) do alcance, fazendo as escoltas brasileiras presa fácil para um adversário com um helicóptero orgânico  (pra não dizer do alcance dos supermísseis russos, indianos, etc).</p>
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		<title>Por: Bosco</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/aviacao-naval/ordem-do-dia-do-comemch/#comment-20993</link>
		<dc:creator>Bosco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 10:20:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1806#comment-20993</guid>
		<description>Nelson Lima,
Como possivelmente não vamos enfrentar uma força tarefa baseada em porta-aviões, com uma defesa aérea consistente além do horizonte, o alcance do Exocet não é assim tão mal.
Talvez o míssil anti-navio ideal para nossos Skyhawks reformados com tecnologia israelense sejam os Gabriel (versão com fire-and-forget). Não vejo com bons olhos o Popeye para a função anti-navio.
Se os A-4 operarem os Python IV (e V ?), o Gabriel 3 e bombas guiadas à laser, estaremos bem na foto.
Não acredito na integração do Derby, e mesmo que seja viável acho a idéia meio desproporcional dada a performance limitada do caça (capacidade de aceleração, velocidade subsônica, etc) o que reduziria o já não muito grande &quot;envelope&quot; do mesmo contra alvos BVR. Mas se vier será ótimo, já que contaremos com mais uma opção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nelson Lima,<br />
Como possivelmente não vamos enfrentar uma força tarefa baseada em porta-aviões, com uma defesa aérea consistente além do horizonte, o alcance do Exocet não é assim tão mal.<br />
Talvez o míssil anti-navio ideal para nossos Skyhawks reformados com tecnologia israelense sejam os Gabriel (versão com fire-and-forget). Não vejo com bons olhos o Popeye para a função anti-navio.<br />
Se os A-4 operarem os Python IV (e V ?), o Gabriel 3 e bombas guiadas à laser, estaremos bem na foto.<br />
Não acredito na integração do Derby, e mesmo que seja viável acho a idéia meio desproporcional dada a performance limitada do caça (capacidade de aceleração, velocidade subsônica, etc) o que reduziria o já não muito grande &#8220;envelope&#8221; do mesmo contra alvos BVR. Mas se vier será ótimo, já que contaremos com mais uma opção.</p>
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