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	<title>Comentários sobre: Visby: as corvetas stealth suecas</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Por: Mais um NPa 500: &#8216;Maracanã&#8217;</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-41777</link>
		<dc:creator>Mais um NPa 500: &#8216;Maracanã&#8217;</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:20:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia), PKX (Coreia do Sul), Kilic (Turquia) e Helsinki [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia), PKX (Coreia do Sul), Kilic (Turquia) e Helsinki [...]</p>
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		<title>Por: Fotos do PKX - Patrol Killer eXperimental, da Marinha da Coreia do Sul</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-23001</link>
		<dc:creator>Fotos do PKX - Patrol Killer eXperimental, da Marinha da Coreia do Sul</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 15:13:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia) e PKX (Coreia do [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia) e PKX (Coreia do [...]</p>
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		<title>Por: Corsario-DF</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-23000</link>
		<dc:creator>Corsario-DF</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 12:38:05 +0000</pubDate>
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		<description>Isso sim é uma patrulha adequada, e olha que lá ela é considerada &quot;corveta&quot;!!!
O pior é que uns que dizem que um navio de pouca tonelagem não é páreo para um mais pesado, só fazer um exercício simulado entre as nossas fragatas e essa covertinha aí para saber o resultado...
A diferença é que o Governo Sueco, com a sempre linda Rainha Silvia, respeita e muito seus contribuintes, e propõe sempre soluções mais simples e eficazes com os recursos públicos.

Sds.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso sim é uma patrulha adequada, e olha que lá ela é considerada &#8220;corveta&#8221;!!!<br />
O pior é que uns que dizem que um navio de pouca tonelagem não é páreo para um mais pesado, só fazer um exercício simulado entre as nossas fragatas e essa covertinha aí para saber o resultado&#8230;<br />
A diferença é que o Governo Sueco, com a sempre linda Rainha Silvia, respeita e muito seus contribuintes, e propõe sempre soluções mais simples e eficazes com os recursos públicos.</p>
<p>Sds.</p>
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		<title>Por: Fernando Gonzales</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22999</link>
		<dc:creator>Fernando Gonzales</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 12:23:48 +0000</pubDate>
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		<description>Isso é só pra acirrar a discusão....ehehehe.Vou pra pagina mais nova.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é só pra acirrar a discusão&#8230;.ehehehe.Vou pra pagina mais nova.</p>
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		<title>Por: Fernando Gonzales</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22998</link>
		<dc:creator>Fernando Gonzales</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 12:22:46 +0000</pubDate>
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		<description>Parece cartinha de amor. Ficam discutindo coisas que o Brasil não esta nem cogitando comprar ou fabricar, bem mas é a democracia, cada um fala o que quer. Voltando a boa realidade, vai ser negociado o que o almirantado deseja e o que o governo esta disposto a concretizar financeiramente. O que eu ou aquele desejaria, isto não interessa a não ser pra aumentar os comentários desta pagina. A realidade é outra e depende do governo e da Marinha que são os verdadeiros especialistas. Tem gente que vem dizer que foi marinheiro, e daí? Por acaso os comandantes da Marinha estão pedindo palpites pra velhos marujos? Nãaoooo. Então só podemos dizer que o que interessa é o que fazer e analizar com o que esta sendo comprado ou proposto.Ponto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece cartinha de amor. Ficam discutindo coisas que o Brasil não esta nem cogitando comprar ou fabricar, bem mas é a democracia, cada um fala o que quer. Voltando a boa realidade, vai ser negociado o que o almirantado deseja e o que o governo esta disposto a concretizar financeiramente. O que eu ou aquele desejaria, isto não interessa a não ser pra aumentar os comentários desta pagina. A realidade é outra e depende do governo e da Marinha que são os verdadeiros especialistas. Tem gente que vem dizer que foi marinheiro, e daí? Por acaso os comandantes da Marinha estão pedindo palpites pra velhos marujos? Nãaoooo. Então só podemos dizer que o que interessa é o que fazer e analizar com o que esta sendo comprado ou proposto.Ponto.</p>
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		<title>Por: ARCANJO</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22997</link>
		<dc:creator>ARCANJO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 00:05:15 +0000</pubDate>
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		<description>Léo,

OK, foi então no processo de aproximação com os franceses.
Mas de qualquer maneira ficam nossos argumentos de pé - os meus e os seus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Léo,</p>
<p>OK, foi então no processo de aproximação com os franceses.<br />
Mas de qualquer maneira ficam nossos argumentos de pé &#8211; os meus e os seus.</p>
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		<title>Por: Leo Carcará</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22996</link>
		<dc:creator>Leo Carcará</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 23:52:15 +0000</pubDate>
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		<description>Só para esclarecer uma coisa.
A aquisição das vigilantes nada tem a ver com esse acordo estratégico com a frança. O contrato de aquisição do projeto foi assinado em outubro de 2006 e a decisão +- 1 ano antes. Bem longe de surgir a idéia do acordo estratégico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para esclarecer uma coisa.<br />
A aquisição das vigilantes nada tem a ver com esse acordo estratégico com a frança. O contrato de aquisição do projeto foi assinado em outubro de 2006 e a decisão +- 1 ano antes. Bem longe de surgir a idéia do acordo estratégico.</p>
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	<item>
		<title>Por: ARCANJO</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22995</link>
		<dc:creator>ARCANJO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 23:27:56 +0000</pubDate>
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		<description>A França é de fato um país com bom nivel de independência mas, a partir do momento em fazemos um &quot;acordo estratégico&quot; com eles, a nossa independência é que fica comprometida pois estaremos submetidos ao universo deles sem direito a outras escolhas. Já aconteceu no século anterior e foi muito ruim.

Vamos aos NAPAS:

Bons argumentos, mas notei que o conceito é operar com o equipamento mais simples, os mais baratos possíveis, mesmo que defasados.

É um conceito, evidentemente com as condicionantes inerentes à opção. No entanto não invalidam suas ponderações, é um caminho mas acho que, no momento em que temos pretensões a ser uma potencia média emergente, deveríamos nos afirmar internacionalmente, de forma equilibrada mas em nível superior ao que você defende.

A comparação com o projeto de submarinos não me parece muito pertinente mas, de qualquer maneira não é absurda.

Mas, é chegada a hora de interrompermos a filosofia de aceitar sempre as soluções mais pobres e, se não podemos fazer isso em tudo, pelo menos nos NAPAS ... não existe nada mais básico.

Óbviamente, se não houvesse esse &quot;acordo estratégico&quot; que detesto, teríamos a chance de estudar uma opção mais condizente com o estágio que pretendemos adentrar.

AH! Mas tem a opção do NUC ... será que para ter um casco de submarino de 5000 toneladas, por exemplo, temos de nos submeter a um acordo leonino como esse?

Abrir mão de tanta coisa? Aceitar sem delongas outras opções que todos nós sabemos discutíveis?

Lógico que não, os franceses tinham de ser colocado frente a frente com outas opções, tinham de competir e dessa luta certamente teríamos a melhor opção, fosse ela qual fosse, sem a necessidade de cedermos tanto ... ou melhor, cedermos tudo em termos de marinha.

Meu caro, quando se abre uma disputa comercial surgem opções que até Deus duvida.

Mas, como se disse, opinião respeitável é para ser respeitada, mesmo não sendo exatamente igual a nossa.

Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A França é de fato um país com bom nivel de independência mas, a partir do momento em fazemos um &#8220;acordo estratégico&#8221; com eles, a nossa independência é que fica comprometida pois estaremos submetidos ao universo deles sem direito a outras escolhas. Já aconteceu no século anterior e foi muito ruim.</p>
<p>Vamos aos NAPAS:</p>
<p>Bons argumentos, mas notei que o conceito é operar com o equipamento mais simples, os mais baratos possíveis, mesmo que defasados.</p>
<p>É um conceito, evidentemente com as condicionantes inerentes à opção. No entanto não invalidam suas ponderações, é um caminho mas acho que, no momento em que temos pretensões a ser uma potencia média emergente, deveríamos nos afirmar internacionalmente, de forma equilibrada mas em nível superior ao que você defende.</p>
<p>A comparação com o projeto de submarinos não me parece muito pertinente mas, de qualquer maneira não é absurda.</p>
<p>Mas, é chegada a hora de interrompermos a filosofia de aceitar sempre as soluções mais pobres e, se não podemos fazer isso em tudo, pelo menos nos NAPAS &#8230; não existe nada mais básico.</p>
<p>Óbviamente, se não houvesse esse &#8220;acordo estratégico&#8221; que detesto, teríamos a chance de estudar uma opção mais condizente com o estágio que pretendemos adentrar.</p>
<p>AH! Mas tem a opção do NUC &#8230; será que para ter um casco de submarino de 5000 toneladas, por exemplo, temos de nos submeter a um acordo leonino como esse?</p>
<p>Abrir mão de tanta coisa? Aceitar sem delongas outras opções que todos nós sabemos discutíveis?</p>
<p>Lógico que não, os franceses tinham de ser colocado frente a frente com outas opções, tinham de competir e dessa luta certamente teríamos a melhor opção, fosse ela qual fosse, sem a necessidade de cedermos tanto &#8230; ou melhor, cedermos tudo em termos de marinha.</p>
<p>Meu caro, quando se abre uma disputa comercial surgem opções que até Deus duvida.</p>
<p>Mas, como se disse, opinião respeitável é para ser respeitada, mesmo não sendo exatamente igual a nossa.</p>
<p>Abraço,</p>
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	<item>
		<title>Por: Leo Carcará</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22994</link>
		<dc:creator>Leo Carcará</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 22:57:03 +0000</pubDate>
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		<description>Ok, Arcanjo, vamos por partes.

Em primeiro lugar, concordo que não deveríamos estar presos a ninguém em assuntos sensíveis. No entanto, até o final dos anos 80 possuíamos uma das melhores indústrias bélicas do mundo, reconhecida internacionalmente. Por desinteresse dos governos, ou sei lá o que, deixamos tudo isso ir para o brejo.

Em segundo lugar, todas as nações do mundo assinam acordos desse tipo. Os britânicos só possuem sub nuclear por causa da ajuda dos EUA. O mesmo ocorreu com a China, apoiada pela Rússia. Para citar um caso recente, veja o acordo nuclear que os EUA assinaram com a Índia. Enfim, essas coisas fazem parte do jogo geopolítico mundial.

Terceiro, não vou comentar a sua não preferência por equipamento francês, é uma opinião sua. Eu acho que eles fazem excelentes máquinas de guerra e são bastante independentes.

Agora os NaPas em si.
Veja bem, a MB não é novata em questões de PatNav. Os Grajaú estão aí a mais de 10 anos e, antes deles, a MB já realizava PatNav com as Imperial Marinheiro e Piratini. Os Grajaú vieram justamente pela necessidade de um meio mais moderno, mais rápido e mais barato de operar, e a MB está muito satisfeita com eles. Com a experiência adquirida em virtude da sua operação, novas necessidades surgiram. A principal era uma maior autonomia, daí surgiram as vigilantes.

Note que, para a PatNav não é necessário um navio complexo. As vigilantes são boas no sentido que proporcionam um baixo custo de operação e, justamente por serem de concepção simples, sua manutenção é igualmente simples. De que adianta um radar caro e complexo se um Decca comercial faz o mesmo serviço ?

Quanto à questão do mar, não há o menor problema em lançar um bote com mar 4 (desde que o lançamento e o recolhimento sejam feitos com o navio em movimento, mesmo que lento. existe um procedimento para isso) ou realizar a patrulha com mar 5. Para você ter uma idéia, os napas construídos na Alemanha &quot;pegaram&quot; mar 8 quando vieram pro Brasil.

A MB também conhece a costa que vai patrulhar. Em 99% dos casos, o que os napas vão encontrar são pequenos pesqueiros, que muitas vezes sequer têm material de salvatagem; pesqueiros oceânicos, bem maiores ,porém, ainda com baixa performance. Com muita, mas muita boa vontade &quot;dão&quot;, no máximo, uns 16 nós; navios Off-shor também dificilmente superam 21 nós e são bem maiores, assim como o são os mercantes e, por isso, são identificados muito antes pelos napas. Dificilmente traficantes ou contrabandistas utilizando essas embarcações &quot;darão o fora&quot;, levantando suspeitas.

No 1% das vezes, em que os napas se depararem com embarcações superiores em performance acontece o seguinte. Os napas não executam a patrulha sozinhos. Embora sejam a espinha dorsal da PatNav, contam com a ajuda das aeronaves em terra (bandeirulha e, daqui a algum tempo, os P3-AM) para isso e, acredito, os NaPaOc contarão com uma aeronave orgânica. Dessa nenhuma lancha escapa.
Em tempo: Dificilmente uma embarcação de alta performance utilizada por &quot;meliantes&quot; será maior do que uma lancha. Logo, nesse caso, poderão operar, somente próximos à costa.

Quanto ao exemplo de encontrar um navio hostil maior, digo o seguinte: Ninguém manda um navio de guerra hostil para a costa de um país &quot;do nada&quot;. Até que se chegue a esse ponto, vários acontecimentos no âmbito político e diplomático terão de ter acontecido. Nesse caso, quem estará esperando não será um napa, e sim uma fragata, ou mais de uma, até, acompanhada de algumas aeronaves.

Os napas de 1000 ton serão justamente os NaPaOc, que deslocarão mais: Cerca de 1800 ton.

Quanto a idade do projeto, o que posso dizer é isso: O que importa é o recheio. Os motores são excelentes, o armamento também é extremamente confiável e simples (o 40mm é estabilizado), o radar, apesar de comercial, é extremamente moderno e os equipamentos de comunicação são de última geração. Para você ter uma idéia de que a idade do projeto pouco importa, lembre-se que o projeto dos IKL 209 é da década de 60(!) e ainda hoje é construído. O Tikuna, por exemplo, é um dos subs mais modernos da América do Sul, que só é comparável aos Scorpéne chilenos, mais modernos. E te garanto. Não faz nem um pouco feio.

Abs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok, Arcanjo, vamos por partes.</p>
<p>Em primeiro lugar, concordo que não deveríamos estar presos a ninguém em assuntos sensíveis. No entanto, até o final dos anos 80 possuíamos uma das melhores indústrias bélicas do mundo, reconhecida internacionalmente. Por desinteresse dos governos, ou sei lá o que, deixamos tudo isso ir para o brejo.</p>
<p>Em segundo lugar, todas as nações do mundo assinam acordos desse tipo. Os britânicos só possuem sub nuclear por causa da ajuda dos EUA. O mesmo ocorreu com a China, apoiada pela Rússia. Para citar um caso recente, veja o acordo nuclear que os EUA assinaram com a Índia. Enfim, essas coisas fazem parte do jogo geopolítico mundial.</p>
<p>Terceiro, não vou comentar a sua não preferência por equipamento francês, é uma opinião sua. Eu acho que eles fazem excelentes máquinas de guerra e são bastante independentes.</p>
<p>Agora os NaPas em si.<br />
Veja bem, a MB não é novata em questões de PatNav. Os Grajaú estão aí a mais de 10 anos e, antes deles, a MB já realizava PatNav com as Imperial Marinheiro e Piratini. Os Grajaú vieram justamente pela necessidade de um meio mais moderno, mais rápido e mais barato de operar, e a MB está muito satisfeita com eles. Com a experiência adquirida em virtude da sua operação, novas necessidades surgiram. A principal era uma maior autonomia, daí surgiram as vigilantes.</p>
<p>Note que, para a PatNav não é necessário um navio complexo. As vigilantes são boas no sentido que proporcionam um baixo custo de operação e, justamente por serem de concepção simples, sua manutenção é igualmente simples. De que adianta um radar caro e complexo se um Decca comercial faz o mesmo serviço ?</p>
<p>Quanto à questão do mar, não há o menor problema em lançar um bote com mar 4 (desde que o lançamento e o recolhimento sejam feitos com o navio em movimento, mesmo que lento. existe um procedimento para isso) ou realizar a patrulha com mar 5. Para você ter uma idéia, os napas construídos na Alemanha &#8220;pegaram&#8221; mar 8 quando vieram pro Brasil.</p>
<p>A MB também conhece a costa que vai patrulhar. Em 99% dos casos, o que os napas vão encontrar são pequenos pesqueiros, que muitas vezes sequer têm material de salvatagem; pesqueiros oceânicos, bem maiores ,porém, ainda com baixa performance. Com muita, mas muita boa vontade &#8220;dão&#8221;, no máximo, uns 16 nós; navios Off-shor também dificilmente superam 21 nós e são bem maiores, assim como o são os mercantes e, por isso, são identificados muito antes pelos napas. Dificilmente traficantes ou contrabandistas utilizando essas embarcações &#8220;darão o fora&#8221;, levantando suspeitas.</p>
<p>No 1% das vezes, em que os napas se depararem com embarcações superiores em performance acontece o seguinte. Os napas não executam a patrulha sozinhos. Embora sejam a espinha dorsal da PatNav, contam com a ajuda das aeronaves em terra (bandeirulha e, daqui a algum tempo, os P3-AM) para isso e, acredito, os NaPaOc contarão com uma aeronave orgânica. Dessa nenhuma lancha escapa.<br />
Em tempo: Dificilmente uma embarcação de alta performance utilizada por &#8220;meliantes&#8221; será maior do que uma lancha. Logo, nesse caso, poderão operar, somente próximos à costa.</p>
<p>Quanto ao exemplo de encontrar um navio hostil maior, digo o seguinte: Ninguém manda um navio de guerra hostil para a costa de um país &#8220;do nada&#8221;. Até que se chegue a esse ponto, vários acontecimentos no âmbito político e diplomático terão de ter acontecido. Nesse caso, quem estará esperando não será um napa, e sim uma fragata, ou mais de uma, até, acompanhada de algumas aeronaves.</p>
<p>Os napas de 1000 ton serão justamente os NaPaOc, que deslocarão mais: Cerca de 1800 ton.</p>
<p>Quanto a idade do projeto, o que posso dizer é isso: O que importa é o recheio. Os motores são excelentes, o armamento também é extremamente confiável e simples (o 40mm é estabilizado), o radar, apesar de comercial, é extremamente moderno e os equipamentos de comunicação são de última geração. Para você ter uma idéia de que a idade do projeto pouco importa, lembre-se que o projeto dos IKL 209 é da década de 60(!) e ainda hoje é construído. O Tikuna, por exemplo, é um dos subs mais modernos da América do Sul, que só é comparável aos Scorpéne chilenos, mais modernos. E te garanto. Não faz nem um pouco feio.</p>
<p>Abs.</p>
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	<item>
		<title>Por: Leo Carcará</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22993</link>
		<dc:creator>Leo Carcará</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 22:06:08 +0000</pubDate>
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		<description>Mauro, saquei sua ironia...mas aproveitei a deixa pra informar algumas características indispensáveis a um NaPa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mauro, saquei sua ironia&#8230;mas aproveitei a deixa pra informar algumas características indispensáveis a um NaPa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mauro Lima</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22992</link>
		<dc:creator>Mauro Lima</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 21:51:28 +0000</pubDate>
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		<description>Querido Leo...

asdf asf asf asf

eu estava sendo irônico!

PS: suas colocações são ótimas... brigadim...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido Leo&#8230;</p>
<p>asdf asf asf asf</p>
<p>eu estava sendo irônico!</p>
<p>PS: suas colocações são ótimas&#8230; brigadim&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Leo Carcará</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/escoltas/visby-as-corvetas-stealth-suecas/#comment-22991</link>
		<dc:creator>Leo Carcará</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 21:48:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=2193#comment-22991</guid>
		<description>As suecas fazem mesmo muito sucesso !!
Sou fã declarado das suecas !

Mais suecas aqui: http://______________________________</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As suecas fazem mesmo muito sucesso !!<br />
Sou fã declarado das suecas !</p>
<p>Mais suecas aqui: <a href="http://______________________________" rel="nofollow">http://______________________________</a></p>
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