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	<title>Comentários sobre: &#8216;Compre Ford, não Ferrari&#8217;</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Por: Mausher</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-43268</link>
		<dc:creator>Mausher</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 23:29:41 +0000</pubDate>
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		<description>Esta matéria é realmente muito elucidativa de se ler.
Estes assuntos estratégicos são envolventes.
Parabéns!

Mausher</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta matéria é realmente muito elucidativa de se ler.<br />
Estes assuntos estratégicos são envolventes.<br />
Parabéns!</p>
<p>Mausher</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fred</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29209</link>
		<dc:creator>Fred</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 13:18:32 +0000</pubDate>
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		<description>Na minha visão, o que uma marinha moderna precisa é se adaptar aos novos tempos. Da mesma forma como no passado os grandes encouraçados foram largamente substituídos pelos porta-aviões, esses agora serão substituídos pelos grupos baseados em LHD (ou LHA, como queiram).
Eu chega a discutir até mesmo a necessidade de se possuir meios aéreos de asa fixa a bordo, pois sua tarefa de defesa anti-aérea é provavelmente uma das últimas ameaças a um grupo desse tipo. E se um helicóptero pode ser empregado com mísseis anti-navio, como ASW e até como AEW, como todas as suas limitações de teto e velocidade, porque um helicóptero de ataque tbm não pode se transformar num porta-misseis anti-aéreos?
De qualquer maneira, há disposição para manter o A-12 em operação, visto a recente decisão pela modernização dos AF-1 (A-4) e pela procura por Turbo Trackers para a Marinha.
Entretanto, as outras marinhas estão seguindo um caminho bem diferente..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha visão, o que uma marinha moderna precisa é se adaptar aos novos tempos. Da mesma forma como no passado os grandes encouraçados foram largamente substituídos pelos porta-aviões, esses agora serão substituídos pelos grupos baseados em LHD (ou LHA, como queiram).<br />
Eu chega a discutir até mesmo a necessidade de se possuir meios aéreos de asa fixa a bordo, pois sua tarefa de defesa anti-aérea é provavelmente uma das últimas ameaças a um grupo desse tipo. E se um helicóptero pode ser empregado com mísseis anti-navio, como ASW e até como AEW, como todas as suas limitações de teto e velocidade, porque um helicóptero de ataque tbm não pode se transformar num porta-misseis anti-aéreos?<br />
De qualquer maneira, há disposição para manter o A-12 em operação, visto a recente decisão pela modernização dos AF-1 (A-4) e pela procura por Turbo Trackers para a Marinha.<br />
Entretanto, as outras marinhas estão seguindo um caminho bem diferente..</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fique por dentro Ferrari &#187; Blog Archive &#187; ‘Compre Ford, não Ferrari’</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29208</link>
		<dc:creator>Fique por dentro Ferrari &#187; Blog Archive &#187; ‘Compre Ford, não Ferrari’</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 22:10:38 +0000</pubDate>
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		<description>[...] (Ford), o resultado será 320 cascos na água por três quartos do preço. &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] (Ford), o resultado será 320 cascos na água por três quartos do preço. &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
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		<title>Por: Fique por dentro Ford &#187; Blog Archive &#187; ‘Compre Ford, não Ferrari’</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29207</link>
		<dc:creator>Fique por dentro Ford &#187; Blog Archive &#187; ‘Compre Ford, não Ferrari’</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 10:33:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] (Ford), o resultado será 320 cascos na água por três quartos do preço. &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] (Ford), o resultado será 320 cascos na água por três quartos do preço. &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Zero Uno</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29206</link>
		<dc:creator>Zero Uno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:25:52 +0000</pubDate>
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		<description>A Rússia irá construir porta aviões de no máximo 50/60 ton. Os último porta-aviões americano o USS George H. W. Bush (CVN-77) possui perto 101 ton.de deslocamento.

Nossos pensadores militares da MB com certeza têm estudado tudo isso que estamos agora discutindo.

O problema é que nossa marinha não tem dinheiro nem para fazer o mínimo do que realmente precisa. Então é inútil ficar aqui fazendo comparações desmedidas a respeito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia irá construir porta aviões de no máximo 50/60 ton. Os último porta-aviões americano o USS George H. W. Bush (CVN-77) possui perto 101 ton.de deslocamento.</p>
<p>Nossos pensadores militares da MB com certeza têm estudado tudo isso que estamos agora discutindo.</p>
<p>O problema é que nossa marinha não tem dinheiro nem para fazer o mínimo do que realmente precisa. Então é inútil ficar aqui fazendo comparações desmedidas a respeito.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mauricio R.</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29205</link>
		<dc:creator>Mauricio R.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 12:55:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=8296#comment-29205</guid>
		<description>Anos atrás, lendo em uma revista de defesa importada, sobre um dado exercício da OTAN, um capitão de CVN dizia:

&quot;Ficamoos 9 dias, completamente invisíveis em alto mar.&quot;

Mesmo hoje ainda é mto difícil encontrar um alvo no oceano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anos atrás, lendo em uma revista de defesa importada, sobre um dado exercício da OTAN, um capitão de CVN dizia:</p>
<p>&#8220;Ficamoos 9 dias, completamente invisíveis em alto mar.&#8221;</p>
<p>Mesmo hoje ainda é mto difícil encontrar um alvo no oceano.</p>
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	<item>
		<title>Por: Dalton</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29204</link>
		<dc:creator>Dalton</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 03:03:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=8296#comment-29204</guid>
		<description>Os grandes porta-avioes modernos nao foram testados em combates classicos e dificilmente veremos uma reediçao da batalha de Midway de 1942.

Podem ser extintos sim, mas, mais devido ao seu alto custo do que propriamente terem se tornado obsoletos ou serem muito vulneraveis.

Por que a Russia quer construir 6 grandes porta-avioes? serao menores do que os americanos, mas nao se deve ao fato de serem mais &quot;furtivos&quot;, afinal um porta-avioes de 50.000 toneladas é tao fácil de ser detectado quanto um de 90.000 toneladas, a Russia nao tem condiçoes de cosntruir nada maior devido ao tamanho de suas instalaçoes.

A Inglaterra quer construir 2 de 60.000 + e os franceses nao estao contentes com o tamanho do seu CDG e podem embarcar no mesmo projeto ingles.

A China também deseja porta-avioes...

portanto, os grandes porta-avioes, sao na verdade mais flexiveis que os menores, já que podem transportar mais aeronaves, ter melhores condiçoes de fazer a manutençao das mesmas, transportar uma quantidade maior de armamento e combustiveis para as aeronaves e mesmo maior capacidade de aguentar danos, ter maior alcance etc

Com o advento do F35C que será superior ao F35B e aos UCAVs, estes novos vetores serao tambem operados em maior numero e com melhores resultados em porta-avioes grandes.

Enviar porta-avioes em areas infestadas de submarinos nao me parece inteligente e provavelmente meios anti-submarinos seriam enviados na vanguarda o numero de escoltas por porta-avioes seria aumentado tambem.

Os porta-avioes americanos e suas escoltas sao ao menos hoje em dia, altamente flexiveis. Os cruzadores e destroyers, nao estao lá apenas para escolta, já que todos tem capacidade para transportar misseis de cruzeiro e podem ser destacados da proteçao ao porta-avioes e operar independentes, cobrindo uma serie de missoes, como abordagens de navios suspeitos, proteçao a navios mercantes e plataformas de petroleo.

Os porta-avioes podem tambem fornecer apoio a tropas terrestres como no Afeganistao por exemplo, e dentro de 24 horas podem estar efetuando outra missao a milhares de milhas dali...sao bases aereas moveis.

abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os grandes porta-avioes modernos nao foram testados em combates classicos e dificilmente veremos uma reediçao da batalha de Midway de 1942.</p>
<p>Podem ser extintos sim, mas, mais devido ao seu alto custo do que propriamente terem se tornado obsoletos ou serem muito vulneraveis.</p>
<p>Por que a Russia quer construir 6 grandes porta-avioes? serao menores do que os americanos, mas nao se deve ao fato de serem mais &#8220;furtivos&#8221;, afinal um porta-avioes de 50.000 toneladas é tao fácil de ser detectado quanto um de 90.000 toneladas, a Russia nao tem condiçoes de cosntruir nada maior devido ao tamanho de suas instalaçoes.</p>
<p>A Inglaterra quer construir 2 de 60.000 + e os franceses nao estao contentes com o tamanho do seu CDG e podem embarcar no mesmo projeto ingles.</p>
<p>A China também deseja porta-avioes&#8230;</p>
<p>portanto, os grandes porta-avioes, sao na verdade mais flexiveis que os menores, já que podem transportar mais aeronaves, ter melhores condiçoes de fazer a manutençao das mesmas, transportar uma quantidade maior de armamento e combustiveis para as aeronaves e mesmo maior capacidade de aguentar danos, ter maior alcance etc</p>
<p>Com o advento do F35C que será superior ao F35B e aos UCAVs, estes novos vetores serao tambem operados em maior numero e com melhores resultados em porta-avioes grandes.</p>
<p>Enviar porta-avioes em areas infestadas de submarinos nao me parece inteligente e provavelmente meios anti-submarinos seriam enviados na vanguarda o numero de escoltas por porta-avioes seria aumentado tambem.</p>
<p>Os porta-avioes americanos e suas escoltas sao ao menos hoje em dia, altamente flexiveis. Os cruzadores e destroyers, nao estao lá apenas para escolta, já que todos tem capacidade para transportar misseis de cruzeiro e podem ser destacados da proteçao ao porta-avioes e operar independentes, cobrindo uma serie de missoes, como abordagens de navios suspeitos, proteçao a navios mercantes e plataformas de petroleo.</p>
<p>Os porta-avioes podem tambem fornecer apoio a tropas terrestres como no Afeganistao por exemplo, e dentro de 24 horas podem estar efetuando outra missao a milhares de milhas dali&#8230;sao bases aereas moveis.</p>
<p>abraços</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: marlos barcelos</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29202</link>
		<dc:creator>marlos barcelos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 00:45:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=8296#comment-29202</guid>
		<description>correção
dispendicioso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>correção<br />
dispendicioso</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: marlos barcelos</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29203</link>
		<dc:creator>marlos barcelos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 00:44:43 +0000</pubDate>
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		<description>Bosco

Um Nae é muuito vulnerável, tanto e verdade que vc postou que a nae tem que ser defendida por submarinos e navios de escoltas, concordo com Almeida, os mísseis cruiser, e os helicopteros ou caças que decolem na vertical podem ser utilizados em navios de porte de fragatas e assim darem apoio aéreo necessário a esquadra, hoje em dia temos mísseis anti-navios que atingem um alvo a 300 km, e um porta-aviões é muito fácil de ser detectado e atingido, pois é muito grande, só o fato de preciar de uma grande esquadra para protege-lo já o torna disoendicioso, sou a favor da marinha ter um grande número de submarinos e navios menores como as fragatas finlandesas que são de pequeno porte, mas tem mísseis anti-aéreos e mísseis anti-navios, suficientes para a defesa de pontos e pelo fato de serem pequenos e rápidos são difíceis de serem atingidos e detectados, submarinos a diesel como os nossos Tikunas são praticamente indetectáveis por serem muito pequenos e ficarem debaixo dágua, ou seja para guerrear com um submarino navios de hoje em dia evitam guerrear sozinhos com eles porque a chance de serem destruídos é muito grande, ainda mais se os submarinos tiverem mísseis com alcande de 50km, nunca um submarino será detectado a essa distância, nem um nae americano com escolta conseguiu localizar o submarino italiano quando chegou a 7 km do alvo, imagine a 30 ou 40 km, o submarino é a arma mais letal dos mares e um grande número deles trabalhando em conjunto poderiam destruir qualquer armada por mais grandiosa que seja, uma escolta dessa protegendo um nae pode ser eficiente contra 1 ou 2 submarinos mais 4 ou 5 destroem com certeza a esquadra e o porta-aviões a longas distâncias e é capaz de não se destruído nenhum submarino, 12 é o numero mínimo de submarinos que o Brasil deve ter, com mísseis anti-navios com alcance de 300 km protegendo a nossa costa e fragatas de pequeno porte armadas com este tipo de míssil emíssesi anti-aéreos seria uma combinação excelente até para as mais poderosas marinhas do mundo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bosco</p>
<p>Um Nae é muuito vulnerável, tanto e verdade que vc postou que a nae tem que ser defendida por submarinos e navios de escoltas, concordo com Almeida, os mísseis cruiser, e os helicopteros ou caças que decolem na vertical podem ser utilizados em navios de porte de fragatas e assim darem apoio aéreo necessário a esquadra, hoje em dia temos mísseis anti-navios que atingem um alvo a 300 km, e um porta-aviões é muito fácil de ser detectado e atingido, pois é muito grande, só o fato de preciar de uma grande esquadra para protege-lo já o torna disoendicioso, sou a favor da marinha ter um grande número de submarinos e navios menores como as fragatas finlandesas que são de pequeno porte, mas tem mísseis anti-aéreos e mísseis anti-navios, suficientes para a defesa de pontos e pelo fato de serem pequenos e rápidos são difíceis de serem atingidos e detectados, submarinos a diesel como os nossos Tikunas são praticamente indetectáveis por serem muito pequenos e ficarem debaixo dágua, ou seja para guerrear com um submarino navios de hoje em dia evitam guerrear sozinhos com eles porque a chance de serem destruídos é muito grande, ainda mais se os submarinos tiverem mísseis com alcande de 50km, nunca um submarino será detectado a essa distância, nem um nae americano com escolta conseguiu localizar o submarino italiano quando chegou a 7 km do alvo, imagine a 30 ou 40 km, o submarino é a arma mais letal dos mares e um grande número deles trabalhando em conjunto poderiam destruir qualquer armada por mais grandiosa que seja, uma escolta dessa protegendo um nae pode ser eficiente contra 1 ou 2 submarinos mais 4 ou 5 destroem com certeza a esquadra e o porta-aviões a longas distâncias e é capaz de não se destruído nenhum submarino, 12 é o numero mínimo de submarinos que o Brasil deve ter, com mísseis anti-navios com alcance de 300 km protegendo a nossa costa e fragatas de pequeno porte armadas com este tipo de míssil emíssesi anti-aéreos seria uma combinação excelente até para as mais poderosas marinhas do mundo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Almeida</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29210</link>
		<dc:creator>Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 17:03:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=8296#comment-29210</guid>
		<description>A USN repensando a utilidade de grandes NAes e seus CSGs no cenario atual/futuro e a MB pensando em operar apenas um NAe tradicional sem aviação e escoltas adequadas. Viva os NaePH, as aeronaves STOVL, helicopteros AEW, misseis de cruzeiro, misseis AA de area, U(C)AVs e fuzileiros navais! Abaixo super e medios NAes tradicionais! A tecnologia de misseis, sensores, aeronaves STOVL e nao tripuladas evoluiu MUITO desde a WW2 pessoal!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A USN repensando a utilidade de grandes NAes e seus CSGs no cenario atual/futuro e a MB pensando em operar apenas um NAe tradicional sem aviação e escoltas adequadas. Viva os NaePH, as aeronaves STOVL, helicopteros AEW, misseis de cruzeiro, misseis AA de area, U(C)AVs e fuzileiros navais! Abaixo super e medios NAes tradicionais! A tecnologia de misseis, sensores, aeronaves STOVL e nao tripuladas evoluiu MUITO desde a WW2 pessoal!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bosco</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29211</link>
		<dc:creator>Bosco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 16:27:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=8296#comment-29211</guid>
		<description>O problema não é a vulnerabilidade do NAe aos submarinos e aos mísseis  anti-navios. O problema é a vulnerabilidade dos &quot;navios de superfície&quot; a essas ameaças. O NAe não é nem mais nem menos vulnerável.
Então terá que ser abolida toda a marinha tradicional de superfície e baseá-la apenas em submarinos? Acho difícil.
O grande problema é a concentração de poder em uma unidade apenas, isso não faz o NAe nem  menos vulnerável aos mísseis e torpedos (mas faz ele mais cobiçado) e sim a marinha ficar vulnerável a perder um grande parte de sua condição de combate.
Um NAe nuclear escoltado por destróiers e cruzadores de alta tecnologia, por submarinos nucleares, dotado de sistemas avançados de defesa de ponto, repleto de helicópteros e caças, capaz de fazer 35 nós, com alcance ilimitado, blindado e com sistemas redundantes, é o que tem de mais seguro a cortar os mares. O problema é o &quot;se&quot;. Se ele for atingido, e tendo em vista o atual modelo centralizado ao redor dele, a redução da capacidade operacional do GT seria um golpe muito duro.
Se for questionarmos a vulnerabilidade de um NAe teremos que fazê-lo em relação a tudo que flutua.
O problema não é se ele é ou não vulnerável. O problema é a concentração de grande poder em uma única unidade. Sem dúvida o futuro está em meios menores e multifuncionais como os Tarawa e Wasp. Principalmente com o advento do F-35B. Acho que falta agora um AEW eficiente para operar a partir das unidades de assalto.
A USN já fez grandes avanços para mudar o paradigma anterior à Guerra Fria com a aquisição dos Virgínias, o programa LCS, as 4 unidades SSGM Ohio, etc.
O avanço da tecnologia vai poder incorporar em versões futuras do submarino Virgína a capacidade de operar com motores elétricos/baterias, sem falar em uma versão totalmente nova de submarinos nucleares de ataque que sem dúvida já deve estar na prancheta e que deverão ser tão silenciosos quanto os &quot;convencionais&quot;, por esse motivo não vejo vantagem na USN em vir a adquirir submarinos com capacidade IAP como foi proposto em outro post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema não é a vulnerabilidade do NAe aos submarinos e aos mísseis  anti-navios. O problema é a vulnerabilidade dos &#8220;navios de superfície&#8221; a essas ameaças. O NAe não é nem mais nem menos vulnerável.<br />
Então terá que ser abolida toda a marinha tradicional de superfície e baseá-la apenas em submarinos? Acho difícil.<br />
O grande problema é a concentração de poder em uma unidade apenas, isso não faz o NAe nem  menos vulnerável aos mísseis e torpedos (mas faz ele mais cobiçado) e sim a marinha ficar vulnerável a perder um grande parte de sua condição de combate.<br />
Um NAe nuclear escoltado por destróiers e cruzadores de alta tecnologia, por submarinos nucleares, dotado de sistemas avançados de defesa de ponto, repleto de helicópteros e caças, capaz de fazer 35 nós, com alcance ilimitado, blindado e com sistemas redundantes, é o que tem de mais seguro a cortar os mares. O problema é o &#8220;se&#8221;. Se ele for atingido, e tendo em vista o atual modelo centralizado ao redor dele, a redução da capacidade operacional do GT seria um golpe muito duro.<br />
Se for questionarmos a vulnerabilidade de um NAe teremos que fazê-lo em relação a tudo que flutua.<br />
O problema não é se ele é ou não vulnerável. O problema é a concentração de grande poder em uma única unidade. Sem dúvida o futuro está em meios menores e multifuncionais como os Tarawa e Wasp. Principalmente com o advento do F-35B. Acho que falta agora um AEW eficiente para operar a partir das unidades de assalto.<br />
A USN já fez grandes avanços para mudar o paradigma anterior à Guerra Fria com a aquisição dos Virgínias, o programa LCS, as 4 unidades SSGM Ohio, etc.<br />
O avanço da tecnologia vai poder incorporar em versões futuras do submarino Virgína a capacidade de operar com motores elétricos/baterias, sem falar em uma versão totalmente nova de submarinos nucleares de ataque que sem dúvida já deve estar na prancheta e que deverão ser tão silenciosos quanto os &#8220;convencionais&#8221;, por esse motivo não vejo vantagem na USN em vir a adquirir submarinos com capacidade IAP como foi proposto em outro post.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MOsilva</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/destaque/estrategia/compre-ford-nao-ferrari/#comment-29213</link>
		<dc:creator>MOsilva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:28:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=8296#comment-29213</guid>
		<description>Você está certo, Dalton. Passou-se sete anos para que se incorporassem os três primeiros navios da classe Nimitz.
Como escrevi antes, para mim a melhor opção de utilização do A-12 São Paulo é a patrulha do Atlântico Sul. Neste TO, os P-3AM Orion adquiridos podem desempenhar um papel fundamental de apoio/identificação de (possíveis) alvos para a esquadrilha dos Falcões. Mas isso num cenário de baixa intensidade, sem conflitos com outros navios militares (função secundária para o A-12). Caso haja necessidade de confronto com uma FT, o São Paulo poderia atuar como unidade ASW (necessita da incorporação de meios adequados para desmpenhar a função) e como plataforma para ações Ar-Superfície.
Para funções de ataque a uma esquadra inimiga, creio que os submarinos sejam os meios mais adequados. Se estivessem disponíveis (e não estão atualmente...), navios lança-foguetes seriam bem úteis. Todos com adequada cobertura anti-aérea.
Atualmente, o São Paulo não tem condições de dar cobertura anti-aérea para esquadra através do uso de seus aviões. Este tipo de função (que é exercido pelos NAes americanos) não pode ser incumbida ao A-12. E, mesmo com extensas reformas, dificilmente esta função poderá será exequível pela nossa belonave. Então, a MB e o comando das FAs do Brasil devem procurar alternativas viáveis.
SDS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você está certo, Dalton. Passou-se sete anos para que se incorporassem os três primeiros navios da classe Nimitz.<br />
Como escrevi antes, para mim a melhor opção de utilização do A-12 São Paulo é a patrulha do Atlântico Sul. Neste TO, os P-3AM Orion adquiridos podem desempenhar um papel fundamental de apoio/identificação de (possíveis) alvos para a esquadrilha dos Falcões. Mas isso num cenário de baixa intensidade, sem conflitos com outros navios militares (função secundária para o A-12). Caso haja necessidade de confronto com uma FT, o São Paulo poderia atuar como unidade ASW (necessita da incorporação de meios adequados para desmpenhar a função) e como plataforma para ações Ar-Superfície.<br />
Para funções de ataque a uma esquadra inimiga, creio que os submarinos sejam os meios mais adequados. Se estivessem disponíveis (e não estão atualmente&#8230;), navios lança-foguetes seriam bem úteis. Todos com adequada cobertura anti-aérea.<br />
Atualmente, o São Paulo não tem condições de dar cobertura anti-aérea para esquadra através do uso de seus aviões. Este tipo de função (que é exercido pelos NAes americanos) não pode ser incumbida ao A-12. E, mesmo com extensas reformas, dificilmente esta função poderá será exequível pela nossa belonave. Então, a MB e o comando das FAs do Brasil devem procurar alternativas viáveis.<br />
SDS.</p>
]]></content:encoded>
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