Em entrevista ao jornal “O Dia”, o Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, tocou em um assunto de grande importância: a necessidade de formar novas tripulações, para que se possa atender à demanda projetada pelo reequipamento pretendido pela Força. Por conta disso, ao transcrever abaixo a entrevista, ilustramos a matéria com imagens de organizações da MB voltadas à instrução.
Além da questão do pessoal, o Comandante da MB discorreu sobre as perspectivas para o Plano Estratégico de Defesa, a construção de submarinos convencionais, do submarino nuclear e de navios-patrulha, entre outros assuntos. O Poder Naval Online também já entrevistou o Almirante-de-Esquadra Moura Neto - para acessar a entrevista realizada no ano passado, clique aqui. A seguir, confira a matéria do Jornal “O Dia”:
Voz firme a favor do aparelhamento das Forças Armadas, comandante da Marinha revela entusiasmo com a nova Estratégia Nacional de Defesa e anuncia mais investimentos na ampliação do efetivo para gerar emprego e garantir a soberania do País
Marco Aurélio Reis
Rio – Mais militares, atuando em novas embarcações feitas no Brasil, gerando empregos nos estaleiros nacionais. Reforço de equipamentos e homens para patrulhar águas que vão do chamado Pré-sal (área rica em jazidas de petróleo, no litoral Sudeste) a rios navegáveis da Amazônia. Essa é a Marinha que sairá da nova Estratégia Nacional de Defesa, conforme antecipou a O DIA o comandante de Força, o almirante-de-esquadra Júlio Soares de Moura Neto, 65 anos, notório por ter defendido publicamente nos últimos três anos o aparelhamento das Forças Armadas.
O plano que trará a nova Estratégia Nacional de Defesa está previsto para ser anunciado oficialmente, após dois adiamentos, até o dia 15 do mês que vem. Antes disso, porém, os efeitos dos novos ares que sopram na Marinha poderão ser sentidos pelos brasileiros. Daqui a uma semana começa aperto inédito no rigor para comandantes de embarcações de lazer e esporte flagrados tendo consumido qualquer quantidade de álcool. Será durante a Operação Verão, que se estenderá até março. Na ação serão usados 200 bafômetros que a Marinha comprou para estender para o mar a Lei Seca que reduziu os acidentes na rodovias do País.
“Vamos abordar a embarcação e se sentirmos que há alguma necessidade, o condutor será multado ou detido, ou até mesmo entregue à polícia”, explicou o almirante Moura Neto, na entrevista cujos principais trechos podem ser lidos abaixo.
PLANO ESTRATÉGICO
Em 2005, a Marinha apresentou um programa de reaparelhamento e o governo reuniu grupo de trabalho com as três Forças, a Casa Civil e os ministérios do Planejamento e da Defesa para preparar um programa amplo. Ele ficou pronto em 2006 e, durante o ano seguinte, ficou em gestação no Ministério da Defesa. Em seguida, o presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva) incumbiu o ministro (Nelson) Jobim (da Defesa) de preparar uma Estratégia Nacional de Defesa. Ou seja, o que o País espera que suas Forças Armadas sejam capazes de executar. Então, de posse dessa missão se faz o programa de reaparelhamento das Forças Armadas.
SUBMARINOS
Os submarinos são a prioridade número um do programa de reaparelhamento da Marinha. Queremos construir submarinos convencionais e avançar no sentido de se construir o submarino com propulsão nuclear. O Programa Nuclear da Marinha começou em 1979 e tem dois grandes projetos: o enriquecimento de urânio (que já está perfeitamente dominado com centrífugas de tecnologia nacional) e o protótipo do reator nuclear, que vai equipar o submarino. É um reator de produção de energia, que fará o motor elétrico do submarino andar. Nosso reator terá 11 megawatts de produção de energia elétrica. Isso faz meu submarino andar, mas também acende a luz de uma cidade de até 20 mil habitantes.
MAIS TEMPO SUBMERSO
O submarino convencional funciona com baterias, que vão descarregando à medida que são aplicadas no motor. De tempos em tempos, esse submarino tem que vir à superfície, ser ligado a um gerador diesel-elétrico para recarregar essas baterias. Daí ele fica vulnerável: se expõe e passa a ser localizável. O submarino de propulsão nuclear funciona de outra maneira. Através da reação nuclear, esquenta a água, que se transforma em vapor. É esse vapor que atua numa turbina, fazendo girar um gerador, que produz energia elétrica. A mesma coisa que acontece nas usinas nucleares. Esse submarino pode permanecer, teoricamente, indefinidamente debaixo da água. Só não fica por causa da resistência psicológica e física das tripulações. É uma arma de dissuasão grande, porque não se expõe. É o que queremos. Ter capacidade de dissuasão, de mostrar ao mundo que somos perfeitamente capazes de garantir a soberania de nossa Amazônia Azul, que é o nome que damos às nossas águas jurisdicionais.
TRIPULAÇÃO ESPECIAL
A partir do ano que vem vamos começar a preparar as tripulações. O primeiro submarino nuclear vai demorar em torno de dez anos para ficar pronto. Já estamos com planejamento de cursos no exterior, intercâmbios entre outras Marinhas e preparo psicológico dessas tripulações. Normalmente as Marinhas que têm esses submarinos possuem duas tripulações: uma fica em terra e a outra vai para o mar. Quando o submarino ficar pronto vamos estar com os tripulantes preparados. Os submarinistas são voluntários, uma vez que envolve mais tempo de afastamento (do lar).
PRIORIDADE DOIS
A segunda maior prioridade do nosso Programa de Aparelhamento são os navios-patrulha. Queremos aumentar o número desses navios para podermos permanecer, permanentemente, junto aos campos petrolíferos, principalmente os mais ricos. É para, nos 365 dias do ano, termos um navio nas proximidades para tomar conta, para defender, se for o caso. O programa é construir 27 navios- patrulha. Teremos navios em terra, fazendo reparos, enquanto outros estarão no mar, próximos dos campos (de petróleo).
MAIS HOMENS
E logicamente claro está que se formos aumentar o número de navios e de bases (navais), com toda certeza teremos que aumentar uma parte do nosso efetivo. Teremos que aumentar para poder fazer frente a essa quantidade enorme de navios que vão chegar.
Esses 27 navios levarão de sete a oito anos para serem construidos. É o tempo que a Marinha vai se preparar, formar mais gente, se organizar para poder fazer frente às novas demandas. Já estamos estudando como vamos aumentar a captação de gente para as Escolas de Aprendizes e para a Escola Naval. Nosso setor de pessoal está estudando como vamos atender essas demandas, que irão ocorrendo no decorrer do tempo.
DOMÍNIO TECNOLÓGICO
A independência tecnológica é que dá independência para o país. Se queremos ter uma força de dissuasão, temos que ter não só Forças Armadas com credibilidade, bem preparadas e bem treinadas, mas temos que ter também uma indústria de defesa que possa apoiar. Se o país compra equipamentos em um outro, o que faz se um dia esse outro país não puder fornecer o sobressalente? É de fundamental importância que, se queremos que o Brasil cresça, que as Forças Armadas assumam posição equiparada ao prestígio político-estratégico do País no cenário internacional, temos que ter auto-suficiência, temos que ser capazes de produzir nossos próprios equipamentos e construir nossos próprios navios.
Não quero dizer com isso que não se vá importar. Alguma coisa terá que ser importada, mas a base será a indústria nacional.
EMPREGO E RENDA
Quando pensamos em reforçar nossa indústria de defesa, estamos pensando também na quantidade de empregos que serão criados. Para se construir navios, os estaleiros vão ter mais trabalho, vão ter mais encomendas. Isso é a máquina produtiva do País avançando, como é o desejo de todos. Hoje estamos construindo dois navios-patrulha. Abrimos processo licitatório para construir mais quatro. Agora, em dezembro, abriremos as cartas com as propostas. Um estaleiro vai vencer. Tudo isso feito com o próprio orçamento da Marinha. O ministro da Defesa, sabedor que o Plano Estratégico de Defesa seria discutido por um ano, liberou a construção de alguns meios de clara necessidade, como é o caso dos navios-patrulha, tendo em vista a proteção das plataformas de petróleo. Mas é claro que é uma pequena parcela de um plano muito ambiciosos de reconstrução, que vai durar 20 anos, gerando empregos e renda.
ROYALTIES
Não há menor dúvida de que quando houver mais produção de petróleo (graças as descobertas das jazidas na área do Pré-sal), o valor dos royalties do petróleo (importância cobrada pelo governo no processo de produção) que será alocado para a Marinha vai aumentar. A Marinha sabe que não tem recebido toda parcela dos royalties a que faz jus.
Uma parte é colocada no orçamento e a outra vai para reserva de contingência da Força e o Governo vai liberando à medida que as receitas permitam. É o problema da administração econômica do País. Com as novas descobertas, claro que está, que uma maior quantidade de royalties entrará. O que será até muito bom para o Governo, porque teremos meios para poder fazer andar esse programa de reaparelhamento, pelo menos o da Marinha. Uma boa parte desse programa com toda certeza, se o Governo assim decidir, poderá sair dos royalties.
GASTOS COM FORÇA
Acho que a sociedade está amadurecida o suficiente para entender os gastos expressivos da Marinha. E se a população parar para pensar, esse gasto é ínfimo perto da quantidade de riquezas que estão em jogo: esses campos do Pré-sal tem um potencial de recursos financeiros para o País tão grande, tão grande, que o que a Marinha vai gastar tem percentual ínfimo perto da riqueza que estamos ali para proteger. A população entende perfeitamente que, se temos grandes riquezas no mar, temos que ter capacidade para protegê-las.
MARINHA FORTE
(Com a nova Estratégia de Defesa) há o crescimento da Marinha em todos os seus cenários. Desde o tomar conta das embarcações de turismo até o tomar conta das nossas plataformas. Essa é uma missão muito grande, uma tarefa muito grande para a qual a Marinha tem se preparado no decorrer desses anos todos.
LEI SECA
O mesmo rigor da Lei Seca no trânsito será aplicado nas águas. Todos os anos, quando chega perto do verão, instauramos a Operação Verão. Aumentamos a nossa presença, aumentamos o policiamento nas águas, nos fazemos mais presentes. Agora vamos comprar os chamados bafômetros, que têm o nome técnico de etilômetro. Eles serão distribuídos e vamos fazer cumprir o que já está nas leis, ou seja, que ninguém possa dirigir uma embarcação no mar alcoolizado, porque isso pode causar um acidente grave, ferindo ou até matando outras pessoas. Vamos abordar a embarcação e se sentir que há alguma necessidade, o condutor será multado ou detido, ou até mesmo entregue à polícia.
Fonte: O Dia, via Sinopse diária da MB
Fotos: Escola Naval e Centro de Instrução Almirante Wandenkolk: Centro de Comunicação Social da Marinha; Centro de Instrução Almirante Alexandrino; Simuladores de Ataque e de Imersão do Centro de Instrução Almirante Áttila Monteiro Aché.
















Ta mais do que certo.
A coisa tá andando… formação de pessoal é tão importante quanto a aquisição dos meios. A preparação das futuras tripulações para o SNA são uma boa amostra de que o submarino não é falacia e que vai se concretizar.
parabéns a Marinha.
Notícia interessante sobre o U-214 :
http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?NrNot=701
Caros Amigos do blog
O posto de comando destes submarinos alemães aí da Marinha parecem
da idade da pedra se comparados com a sofisticação do Scorpene !
Sds
Iuri
Próximo dia 15 ? Semana passada o Jobim disse que ia ser dia 8 …
E eu outro dia fui escrachado pro que disse que se adquirirmos os numeros de navios que estavam nos ofereçendo, e nós estavmos pensando em comprar, era tudo abobrinha, por isso leva no sarcasmo algumas coisas.
Fico imaginando do que seria a MB, se só existisse Oficiais, a Base aqueles que faz funcionar, trabalham, ralam e sao excrachado os marinheiros, sao ameaçados, denunciados, coagidos pela hierarquia, só fazem sofrer.
Bom esta ae, vamos necessitar de mas Praças, pís nao temos quadro para compor a Força, e quanto aos Oficiais que estao saindo, espero que sejam os “gays” enrustidos, que se aproveitam da hierarquia.
Por isso quebrei logo a cara de um, e mi fui.
Já estava na hora e almenta o efetivo da MB ja é o numero de baixas são grande axo que até eu com meu 24 anos estou pensando em volta lá para o CIAA (o tempos de glorias eram aqueles, era feliz e não sabia) um grande abraço a todos os amigos
bafômetro nesses mauricinhos de lancha e jet sky que pôem em risco a vida dos outros..
lembram-se do acidente do TORBEN gRAEL? o cara da lancha tava bêbado.
Até que enfim…
ou será que foi o Lars? hhehee
Caro Mauro
Talvez voce tenha razão, quanto à necessidade não ser tão grande, mas temos lido, que será feita uma readequação e redistribuição dos meios nas 3 FFAA.
Como ocorre com a discussão sobre vencimentos, não se pode falar somente em aumentar. É mais sensato começar pela avaliação dos atuais efetivos e corrigir as distorções que podem fazer com que os “barnabés” larguem os ossos e sintam também a chapa quente do setor operativo.
Eu ainda citaria algumas funções que poderiam ser simplificadas e que poderiam atender as 3 forças.
saúde, médicos enfermeiros e tralala… intendência… mecânicos e engenheiros (guardadas as similaridades- instrutores…
professores e basicamente as unidades de apoio logistico.
não faz sentido cada força ter uma aernave (por exemplo) diferente da outra só para dizer que tem e justificar que foi adiquirida pela falta de verba.
o mecânico do super puma é o mecânico de qualquer super puma, o do esquilo é de qualquer esquilo.
a criação de unidades aéreas interoperacionais é um dos caminhos, extenda isto aos veículos, serviços e demais necessidades das 3 forças.
basta racionalizar e treinar melhor o efetivo, e dai concordo com o Mauro, tem como aproveitar melhor o quadro redirecionando treinando e aparelhando.
claro isto não exime de um aumento no efetivo mas que seja de uma forma racional e desde já corrigindo erros hereditários.
Meus caros, já estava na hora em se pensar em aumentar o contigente da marinha, do exercito e da aeronautica, falamos da marinha, para chegarmos a sonhar em ser uma potencia na america do sul, tem que se aumentar o numeros de alunos no colegio naval e também na escola, pq o numeros de vagas para os alunos da EN que vem do paisano(quebec), é muito pouco em relação a AMAN e AFA, pq é vaga que sobra do CN, e nos ultimos anos os Oficiais que mais tem dado baisxas são os que desde CN, pois já estão de saco cheio e msaturados, e também aumentar os numeros de vagas para QC-CA/IM/FN, QT, CEM e CSM e não diminuir como fizeram de 2000 para cá, até porque esse ´pessoal são todos profissionais formados que vem para a marinha porque gostam e escolheram a vida militar, pq com os cursos que maioria tem else poderiam está ganhado muito mais fora da marinha do que dentro, como , fiscais, procuradores, juizes, medicos, na petrobras, professores universitarios, clinicando por conta propria , sendo consultores, oficiais de justica, delegados federais ou agentes federais, exercendo uma função aonde , não seriam encarregados cheios de incubencias e encargos colaterais, sem ter comandantes cheios queromarinst, e trazendo seus traumas e frustações de casa para o navio ou qq OM, causando hnos que querem trabalhar de verdqde verdaeiras decepções e vontades de largar e ir embora, talves se focemos uma marinha mauis operativa, não teriamos tantos almirantes e comandantes procurando, chifre em cabeça de cavalo por não ter o que fazer, temos também que aumentar os numeros de civis, e também rever a situações de nossos hospitais que estam parecendo mais um hospital publico estudual e municipal e tambem os horários dos médicos , dentitas e pessoal da saude em geral, pq a amrinha é a unica tem um horário diferente para eles, e com isso a qualidade no atendimento e cai, pq eles ficam desmotivados ganhado pouco e trabalhando muito, não só eles como toda a marinha, na praça da dárma uma ves um CMG,m que é Alt.Esq. disse uma vez não somos melhores , nem piores que a FAB e Exercito, somos diferentes, então porque não agir de forma diferente, trantando e dando cada vez mais e mais orgulho de sermos da Marinha do Brasil, porque estou de saco cheio de scutar militar falando põ chefe estou cheio de PS, tá pegando, estou na onça , vou dar baixa , não aguento mais , eu gosto da marinha mais a marinha tá muito ruim, e assim por diante.
Como diz o lema do HS, é arduo o caminho dos astros, mas tem uma hor que não dá mais ….
entao a marinha vai continuar ,o que na minha opiniao e um erro,tomar conta de paisano com suas lanchas e jet skis,e pior sem poder de policia, a ponto de se o paisano se rebarbar tem que chamar a pm,uma vergonha, marinha nao e para isso,nao e para carregar santo nos sirios de nazare e em festas na bahia,isso da direito ao pastor,pai de santo,budistas e etc de preitearem a mesma coisa, e se o cara nao quiser fazer o teste do bafometro?,antes de tudo temos que mudar nossa mentalidade.
Mauro não olho com bons olhos o serviçi trceirizado na forças armadas, porque teriamos pessoas sem o compromisso militar, tomando contas das caixas de economias, pagamento, rancho, e como seria para fazer um medico civil(terceirizado) embarcar, como seria deixar na mão de um civil ligado a um politico, porque vc sabe que nesse cso os cargos de chefia seriam todos por indicação politica, tomar contar das conts como plan diretor, execução financeira, vistos que quando focemos questionar alguma coisa não seriamos atendidos com marca , porque o civil não gosta de dar a atenção a militar, e os desvios como seriam, eu acho que transformaria as forças armadas, numa força de desordem e corrupção.
Também concordo com Jorhys no assunto de aumentar o efetivo civil. Acredito que a Marinha deveria militarizar esse tipo de serviço. Por que na prática vemos o desinteresse do pessoal do AMRJ com as instalações, com as tradições e com a hierarquia que rege nossas forças armadas.
A Marinha tentou mudar isso e começou a usar os serviços da EMGEPRON, só esqueceu um detalhe, colocou o pessoal das duas instituições para trabalharem juntos. Com isso o pessoal da EMGEPRON começou a proceder da mesma maneira que o pessoal do AMRJ.
Quem nunca viu nos navios marujo babá de funcionário civil do AMRJ ou da EMGEPRON, por que muitos deles não querem nada. Claro que não são todos, mas na sua maioria sim, principalmente o pessoal de Mao de obra.
Agora militarizando a coisa fica bem diferente. Sei que vão me dizer que em muitos países pelo mundo é feito dessa maneira… Mas, estamos falando de Brasil, onde o povo não está nem aí com o que passa com as FFAA.
Bons ventos e mares tranqüilos!
Sinceramente, acho que antes de aumentarmos o contingente temos que “equipar bem” o atual contingente e somente após isso, aí sim, realizarmos um plano de ampliação da força. Um exército com pouco mais de 200 mil homens, bem preparados e equipados com novos sistemas de mísseis e foguetes, maior número de blindados, tanques e helicópteros; uma marinha com maior número de navios “modernos” e bem armados para combate de superfície, Naes e Anfíbios multifunção entre outros e maior número de submarinos; e uma força aérea com pelo menos 300 caças, sejam eles aviões médios ou pesados, mas modernos e não o que possuímos que só servem para treinamento, sem falar nos alertas antecipados e que precisamos de um número bem maior do que os 5 atuais. Só depois disso, “redondinho” é que deveríamos falar em apliação da força armada e não somente em ampliação do contigente.