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	<title>Poder Naval - Marinha de Guerra, Tecnologia Militar Naval e Marinha Mercante</title>
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	<link>http://www.naval.com.br/blog</link>
	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Há 26 anos, a fragata USS &#8216;Stark&#8217; era atingida por dois mísseis Exocet durante patrulha no Golfo Pérsico</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/18/ha-26-anos-a-fragata-uss-stark-era-atingida-por-dois-misseis-exocet-durante-patrulha-no-golfo-persico/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/18/ha-26-anos-a-fragata-uss-stark-era-atingida-por-dois-misseis-exocet-durante-patrulha-no-golfo-persico/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 May 2013 18:40:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Exocet]]></category>
		<category><![CDATA[UNIFIL]]></category>
		<category><![CDATA[USS Stark]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 17 de maio de 1987, a fragata USS Stark da Marinha dos EUA foi atingida por dois mísseis Exocet AM39 lançados por um jato Mirage F1 iraquiano, durante a guerra Irã-Iraque. Os impactos dos mísseis provocaram a morte de 37 tripulantes, mas por sorte o navio não afundou, devido ao trabalho das equipes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/USS-Stark.jpg"><img class="size-medium wp-image-56192 alignnone" alt="USS Stark" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/USS-Stark-580x385.jpg" width="580" height="385" /></a></p>
<p>No dia 17 de maio de 1987, a fragata USS <em>Stark</em> da Marinha dos EUA foi atingida por dois mísseis Exocet AM39 lançados por um jato Mirage F1 iraquiano, durante a guerra Irã-Iraque.</p>
<p>Os impactos dos mísseis provocaram a morte de 37 tripulantes, mas por sorte o navio não afundou, devido ao trabalho das equipes de controle de avarias e do mar calmo.</p>
<p>O incidente trouxe ao debate novamente a vulnerabilidade dos navios de superfície aos ataques com mísseis antinavio, a exemplo do que ocorreu com o destróier britânico HMS <em>Sheffield</em> durante a Guerra das Malvinas.</p>
<p>Uma série de erros possibilitaram que a USS <em>Stark</em> fosse atacada por um país amigo na ocasião, o Iraque.</p>
<p>Para o piloto iraquiano, a fragata americana parecia um petroleiro inimigo navegando dentro da zona de exclusão marítima imposta ao Irã. Baseado nas informações que obteve pelo radar e pelo sistema de navegação inercial da aeronave, o piloto iraquiano lançou seus mísseis a 11 milhas da USS <em>Stark</em>.</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/969712_10151391272803344_510297849_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-56193 alignnone" alt="969712_10151391272803344_510297849_n" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/969712_10151391272803344_510297849_n-580x387.jpg" width="580" height="387" /></a></p>
<p>Do lado americano, o jato iraquiano foi acompanhado todo o tempo pelo radar de um E-3 AWACS que estava operando na área e que passava informações para os navios americanos no local.</p>
<p>O Mirage F1 foi interrogado por rádio pela USS <em>Stark</em> nas frequências internacionais padrão, mas não obteve resposta, enquanto o avião se aproximava.</p>
<p>Para o comandante e oficiais da fragata americana, seu navio estava fora da zona de exclusão marítima e, portanto, não seria atacado por um avião aliado.</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/bphoto08_001.jpg"><img class="size-full wp-image-56200 alignnone" alt="bphoto08_001" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/bphoto08_001.jpg" width="520" height="352" /></a></p>
<p>Quando se percebeu que o avião iraquiano iluminou e travou seu radar na fragata, tentou-se em vão lançar chaff e colocar o sistema antimíssil Vulcan Phalanx no modo automático, mas já era tarde.</p>
<p>Às 18h10 a USS <em>Stark</em> foi atingida a bombordo no costado, na seção 100, à altura da segunda coberta, por um míssil que não detonou. Depois de 25 segundos um segundo míssil atingiu o navio no mesmo local, explodindo no alojamento da tripulação.</p>
<p>As avarias provocadas pelo ataque foram orçadas na época em 142 milhões de dólares.</p>
<p>O comandante Glenn Brindel e três oficiais da USS <em>Stark</em> foram afastados de suas funções após o incidente. O navio voltou a operar depois dos reparos e continou na ativa até 1999.</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/945741_10151391275858344_451845627_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-56194 alignnone" alt="945741_10151391275858344_451845627_n" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/945741_10151391275858344_451845627_n-580x440.jpg" width="580" height="440" /></a></p>
<p><strong>NOTA DO PODER NAVAL</strong>: O incidente com a USS <em>Stark</em> colocou em discussão as regras de engajamento em áreas de tensão, onde as ordens superiores muitas vezes atam as mãos dos comandantes que precisam decidir o que fazer em questão de minutos ou segundos.</p>
<p>A fragata americana tinha todas as condições de se defender do avião iraquiano, mas devido às regras de engajamento o comandante hesitou em iluminar o navio iraquiano com seu radar de direção de tiro ou lançar um míssil antiaéreo.</p>
<p>Para os brasileiros a reflexão é importante porque desde novembro de 2011 mantemos fragatas em rodízio liderando a Força-Tarefa Marítima da Força Interina das Nações Unidas no Líbano, uma área de alto risco.</p>
<p><strong>Lista de tripulantes que pereceram a bordo da USS Stark:</strong></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/943271_10151391271893344_190931931_n.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-56204" alt="943271_10151391271893344_190931931_n" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/943271_10151391271893344_190931931_n-580x705.jpg" width="580" height="705" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Austrália investe em desenvolvimento de radar nacional</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/australia-investe-em-desenvolvimento-de-radar-nacional/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/australia-investe-em-desenvolvimento-de-radar-nacional/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Anzac]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=56163</guid>
		<description><![CDATA[O Departamento de Defesa divulgou hoje uma solicitação para a CEA Technologies para o desenvolvimento de demonstrador de conceito do radar de varredura de alta potência. CEA Technologies Pty Ltd é uma empresa baseada na cidade australiana de Camberra cuja tecnologia de radar CEAFAR está sendo implementada nas fragatas classe Anzac da Royal Australian Navy [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/phased-array-CEA-Technologies.jpg"><img class="alignnone  wp-image-56183" alt="phased array CEA Technologies" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/phased-array-CEA-Technologies.jpg" width="580" /></a></p>
<p>O Departamento de Defesa divulgou hoje uma solicitação para a CEA Technologies para o desenvolvimento de demonstrador de conceito do radar de varredura de alta potência.</p>
<p>CEA Technologies Pty Ltd é uma empresa baseada na cidade australiana de Camberra cuja tecnologia de radar CEAFAR está sendo implementada nas fragatas classe Anzac da Royal Australian Navy (RAN) como parte do projeto de atualização dos navios.</p>
<p>“Esta solicitação é para o desenvolvimento de sistemas baseados no radar CEAFAR que podem dar suporte a aquisições futuras como o Projeto  SEA 5000, que seria a próxima classe de fragatas da marinha australiana,” informou o ministros da Defesa, Mike Kelly.</p>
<p>&#8220;O montante inicial do investimento foi antecipado para a casa dos quatro milhões de dólares [australianos, possivelmente].”</p>
<p>O desenvolvimento de um Radar de Varredura de Alta Potência baseado no radar CEAFAR introduzirá investimentos consideráveis por parte do governo australiano em programas de pesquisa e desenvolvimento  locais e soluções para as futuras fragatas.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: <a href="http://www.minister.defence.gov.au/2013/05/17/minister-for-defence-materiel-media-release-high-power-phased-array-radar-development/" target="_blank">Ministéro da Defesa da Austrália</a> (tradução e adaptação do <strong>Poder Naval</strong>)</p>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Com redução de encomenda de FREMM, França pensa em novo navio menos capaz</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/com-reducao-de-encomenda-de-fremm-franca-pensa-em-novo-navio-menos-capaz/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/com-reducao-de-encomenda-de-fremm-franca-pensa-em-novo-navio-menos-capaz/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando "Nunão" De Martini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Armas]]></category>
		<category><![CDATA[DCNS]]></category>
		<category><![CDATA[encomendas francesas]]></category>
		<category><![CDATA[FREMM]]></category>
		<category><![CDATA[novo navio de combate]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo reportagem do site Defense News, devido ao corte nas encomendas de fragatas FREMM, em redução que foi revelada pela última edição do Livro Branco de Defesa da França, poderá haver o desenvolvimento de um novo navio de combate, de menor capacidade. O Governo Francês, ao invés de comprar onze fragatas multimissão FREMM da DCNS, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/FREMM-233a.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-54695" title="FREMM Aquitaine - foto A Galante - Forças de Defesa" alt="FREMM Aquitaine - foto A Galante - Forças de Defesa" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/FREMM-233a-580x870.jpg" width="580" height="870" /></a></p>
<p>Segundo reportagem do site Defense News, devido ao corte nas encomendas de fragatas FREMM, em redução que foi revelada pela última edição do Livro Branco de Defesa da França, poderá haver o desenvolvimento de um novo navio de combate, de menor capacidade.</p>
<p>O Governo Francês, ao invés de comprar onze fragatas multimissão FREMM da DCNS, vai adquirir oito (ou mais) unidades. Seis deverão ser da versão antissubmarino e duas da versão antiaérea, sendo que estas últimas ficarão para o final da encomenda.</p>
<p>Para manter trabalhando o escritório de projetos da DCNS localizado em Lorient, no Oeste da França, há conversações programadas para 2015 ou 2016, referentes a contratos de desenvolvimento de um futuro navio de combate. Este será um navio de menor capacidade do que a FREMM, planejado para depois de 2020, segundo a reportagem.</p>
<p>Quanto a submarinos, os seis modelos nucleares de ataque da classe &#8220;Barracuda&#8221; receberam o sinal verde. Porém, a entrega do primeiro deles deverá ser atrasada.</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/FREMM-no-Rio-043a.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-54593" title="FREMM no Rio - foto A Galante - Forças de Defesa" alt="FREMM no Rio 043a" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/FREMM-no-Rio-043a-580x386.jpg" width="580" height="386" /></a></p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.defensenews.com/article/20130517/DEFREG01/305170016/France-Expects-1st-Batch-Reapers-Soon" target="_blank">Defense News</a> (tradução do Poder Naval a partir de original em francês)</p>
<p><strong>NOTA DO EDITOR</strong>: este é apenas um dos assuntos tratados por extensa reportagem do Defense News (clique no link para ler o original em inglês), que destacava a encomenda de drones Reaper pelos franceses e a questão do caça Rafale ser prioridade frente à modernização dos jatos Mirage 2000D. Esses outros assuntos são temas de matérias no<strong><a href="http://www.aereo.jor.br" target="_blank"> Poder Aéreo</a></strong>.</p>
<p><strong>VEJA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Permanent Link to Marinha Francesa, força menos afetada por cortes, receberá três FREMM a menos" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/05/01/marinha-francesa-forca-menos-afetada-por-cortes-recebera-tres-fremm-a-menos/" rel="bookmark">Marinha Francesa, força menos afetada por cortes, receberá três FREMM a menos</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Delayne: DCNS pretende abrir unidade no Brasil para produzir fragatas" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/05/15/delayne-dcns-pretende-abrir-unidade-no-brasil-para-produzir-fragatas/" rel="bookmark">Delayne: DCNS pretende abrir unidade no Brasil para produzir fragatas</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Novo Livro Branco de Defesa da França: Marinha sofrerá menos do que o Exército" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/04/29/novo-livro-branco-de-defesa-da-franca-marinha-sofrera-menos-do-que-o-exercito/" rel="bookmark">Novo Livro Branco de Defesa da França: Marinha sofrerá menos do que o Exército</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Fragata FREMM ‘Aquitaine’ sai do Rio de Janeiro para exercícios com a MB" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/03/04/fragata-fremm-aquitaine-se-despede-do-rio-de-janeiro/" rel="bookmark">Fragata FREMM ‘Aquitaine’ sai do Rio de Janeiro para exercícios com a MB</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Fragata FREMM ‘Aquitaine’ no Rio" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/02/27/fragata-fremm-aquitaine-no-rio/" rel="bookmark">Fragata FREMM ‘Aquitaine’ no Rio</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Começam as provas de mar da fragata FREMM do Marrocos, ‘Mohammed VI’" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/04/20/comecam-as-provas-de-mar-com-a-fremm-do-marrocos-mohammed-vi/" rel="bookmark">Começam as provas de mar da fragata FREMM do Marrocos, ‘Mohammed VI’</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Fragata FREMM ‘Aquitaine’ sai do Rio de Janeiro para exercícios com a MB" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/03/04/fragata-fremm-aquitaine-se-despede-do-rio-de-janeiro/" rel="bookmark">Fragata ‘Aquitaine’ lança com sucesso seu primeiro míssil Aster</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Imagens: primeiro reabastecimento em alto-mar da fragata ‘Aquitaine’" href="http://www.naval.com.br/blog/2013/01/24/imagens-primeiro-reabastecimento-em-alto-mar-da-fragata-aquitaine/" rel="bookmark">Imagens: primeiro reabastecimento em alto-mar da fragata ‘Aquitaine’</a></li>
<li><a title="Permanent Link to A fragata FREMM da DCNS" href="http://www.naval.com.br/blog/2012/10/30/a-fragata-fremm-da-dcns/" rel="bookmark">A fragata FREMM da DCNS</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Lançada a ‘Normandie’, segunda FREMM francesa e terceira da DCNS" href="http://www.naval.com.br/blog/2012/10/19/lancada-a-normandie-segunda-fremm-francesa-e-terceira-da-dcns/" rel="bookmark">Lançada a ‘Normandie’, segunda FREMM francesa e terceira da DCNS</a></li>
<li><a title="Permanent Link to DCNS apresentará nova FREMM durante a Euronaval 2012" href="http://www.naval.com.br/blog/2012/10/15/dcns-apresentara-nova-fremm-durante-a-euronaval-2012/" rel="bookmark">DCNS apresentará nova FREMM durante a Euronaval 2012</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Fotos do interior da Aquitaine, a primeira FREMM francesa" href="http://www.naval.com.br/blog/2012/04/15/fotos-do-interior-da-aquitaine-a-primeira-fremm-francesa/" rel="bookmark">Fotos do interior da Aquitaine, a primeira FREMM francesa</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Lançada ao mar a primeira FREMM" href="http://www.naval.com.br/2010/04/29/lancada-ao-mar-a-primeira-fremm/" rel="bookmark">Candidata à nova escolta da MB:fragata franco-italiana FREMM</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo: Sistema Aegis realiza teste de interceptação</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/video-sistema-aegis-realiza-teste-de-interceptacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholle Murmel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas de Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Aegis]]></category>
		<category><![CDATA[defesa antimísseis]]></category>
		<category><![CDATA[Teste]]></category>
		<category><![CDATA[US Navy]]></category>
		<category><![CDATA[USS Erie (CG 70)]]></category>

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		<description><![CDATA[Representantes do Pentágono anunciaram ontem (16) a realização de testes de voo bem sucedidos com o sistema de defesa Aegis contra mísseis balísticos. As provas aconteceram a bordo do cruzador USS Lake Erie (CG 70)  sob coordenação de agentes da Missile Defense Agency (MDA) e pessoal da Marinha americana. Após localização do alvo pelo radar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/EHfomB3tQk0?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Representantes do Pentágono anunciaram ontem (16) a realização de testes de voo bem sucedidos com o sistema de defesa Aegis contra mísseis balísticos. As provas aconteceram a bordo do cruzador <em>USS Lake Erie</em> (CG 70)  sob coordenação de agentes da Missile Defense Agency (MDA) e pessoal da Marinha americana.</p>
<p dir="ltr">Após localização do alvo pelo radar AN/SPY-1, e com base nos dados fornecidos pelo Aegis Ballistic Missile Defense 4.0, um exemplar do SM-3 Block IB abateu um míssil balístico de curto alcance disparado a partir da Pacific Missile Range Facility em Kuai, no Havaí.</p>
<p dir="ltr">A tecnologia Aegis é o braço naval do sistema de defesa contra mísseis balísticos da MDA, que administra o programa Aegis em parceria com a US Navy.</p>
<p dir="ltr"><strong>FONTES</strong>: <a href="http://www.defense.gov/news/newsarticle.aspx?id=120059" target="_blank">Departamento de Defesa dos Estados Unidos</a> e <a href="http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?226630-Aegis-FTM-19" target="_blank">Militaryphotos.Net </a>(tradução e adaptação do <strong>Poder Naval</strong> a partir de original em inglês)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Navio russo atrai atenção na Feira da Indústria de Defesa em Istambul</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/navio-russo-atrai-atencao-na-feira-da-industria-de-defesa-em-istambul/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/navio-russo-atrai-atencao-na-feira-da-industria-de-defesa-em-istambul/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:59:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholle Murmel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Hovercraft]]></category>
		<category><![CDATA[IDEF-2013]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Russa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=56169</guid>
		<description><![CDATA[O hovercraft porta-mísseis russo do Projeto 1239 Bora, da Frota do Mar Negro, foi o centro da atenção dos especialistas reunidos na Feira Internacional da Indústria de Defesa (IDEF-2013), realizada na semana passada, em Istambul, na Turquia. Concebidos como porta-mísseis de ataque para romper a defesa organizada por uma força-tarefa de porta-aviões e afundar porta-aviões, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/Bora_Class_Missile_Corvette_Samum.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56170" alt="Bora_Class_Missile_Corvette_Samum" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/Bora_Class_Missile_Corvette_Samum-580x462.jpg" width="580" height="462" /></a></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19668" alt="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" width="103" height="28" /></a>O hovercraft porta-mísseis russo do Projeto 1239 Bora, da Frota do Mar Negro, foi o centro da atenção dos especialistas reunidos na Feira Internacional da Indústria de Defesa (IDEF-2013), realizada na semana passada, em Istambul, na Turquia.</p>
<p>Concebidos como porta-mísseis de ataque para romper a defesa organizada por uma força-tarefa de porta-aviões e afundar porta-aviões, os navios do Projeto 1239 (no momento, são apenas dois) constituíram um avanço na construção naval.</p>
<p>Os engenheiros responsáveis pelo projeto conseguiram instalar oito mísseis antinavio pesados ​​em um hovercraft &#8211; embarcação geralmente pequena e pouco estável, podendo virar em consequência de um tiro de míssil.</p>
<p>No entanto, um grupo de engenheiros do Сentro de Desenvolvimento em Tecnologias Navais Almaz, em São Petersburgo, chefiado por Valerian Korolkov, elaborou um projeto de navio híbrido de catamarã e hovercraft.</p>
<p>O porta-mísseis Bora representa uma embarcação com dois cascos estreitos feitos de uma liga especial de alumínio e unidos por uma plataforma de cerca de 64 metros de comprimento e 17,2 metros de largura. O efeito colchão de ar surge quando, na frente do navio, desce uma tela flexível, e o ar é impelido por um ventilador entre os cascos.</p>
<p>O hovercraft do projeto 1239 tem qualidades únicas. Por um lado, é um catamarã estável, capaz de se mover a uma velocidade de até 20 nós. Por outro, um hovercraft veloz capaz de desenvolver uma velocidade de mais de 50 nós.</p>
<p>Com um deslocamento de 1.050 toneladas, o navio possui unidades de propulsão com uma potência total de 56 mil cavalos: dois motores a diesel, cada qual com 10 mil cavalos de potência, para operar em regime de catamarã e dois motores de turbina a gás, com uma potência total de 36 mil cavalos, para operar em regime de hovercraft.</p>
<p>Isso permite ao navio permanecer em marcha em qualquer situação. Além disso, ele pode se deslocar com os motores desligados e com um vento contrário de 7 m/s a uma velocidade de 3 nós. A propulsão é assegurada pelo fluxo de ar direcionado pelos ventiladores do colchão de ar à popa.</p>
<p><strong>Armamento</strong></p>
<p>Os principais armamentos do navio são oito mísseis antinavios supersônicos Mosquito, distribuídos em grupos de quatro a bombordo e estibordo, além de um sistema de mísseis antiaéreos Osa-Ma e dois canhões de seis canos automáticos AK-6-30M de 30 mm. Na proa, o navio possui um canhão automático AK-176 de 76,2 milímetros.</p>
<p>Os oito mísseis disparados em salva podem destruir qualquer navio de guerra moderno, inclusive um porta-aviões nuclear. Além disso, o navio se torna praticamente invulnerável quando se desloca sobre um colchão de ar.</p>
<p>Os mísseis antinavios autoguiados em serviço da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) não podem manter na mira um alvo em movimento a uma velocidade de cerca de 90 km/h.</p>
<p>Na época soviética, o governo do país mandou criar flotilhas de hovercrafts em cada uma das frotas da Marinha. Desde então, porém, conseguiu-se construir apenas dois navios, o Bora e o Samum, que foram incorporados à Frota do Mar Negro e que, de acordo com especialistas militares ocidentais, alteraram a relação de forças no Mar Negro.</p>
<p>Após o colapso da União Soviética e a retirada do serviço de muitos navios da Frota do Mar Negro no início dos anos 1990, a Turquia havia se tornado objetivamente mais forte nestas águas.</p>
<p>No entanto, em 2002, com o advento do hovercraft Samum, a situação no Mar Negro mudou, o que explica porque o Bora tenha despertado interesse tão grande nos especialistas reunidos em Istambul.<br />
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/LBq1aMNqLig?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Publicado originalmente em russo pela Rossiyskaia Gazeta</em></p>
<p><strong>FONTE</strong>: <a href="http://gazetarussa.com.br/ciencia/2013/05/15/navio_russo_atrai_atencao_na_feira_da_industria_de_defesa_em_istambul_19227.html" target="_blank">Gazeta Russa</a> (edição e adaptação do <strong>Poder Naval</strong>)</p>
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		<title>Revista Forças de Defesa 7ª edição à venda nas bancas e na internet</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/17/revista-forcas-de-defesa-7a-edicao-a-venda-nas-bancas-e-na-internet-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 03:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Forças de Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Forças de Defesa 7ª edição]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/Fordefesa-07-Capa-para-Banner-Mk3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-56117" alt="Fordefesa-07-Capa-para-Banner-Mk3" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/Fordefesa-07-Capa-para-Banner-Mk3.jpg" width="580" height="807" /></a></p>
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		<title>Contra pirataria, Marinha expande suas operações do outro lado do oceano</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:13:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Externa]]></category>
		<category><![CDATA[Patrulha Naval]]></category>

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		<description><![CDATA[Para proteger riquezas marítimas como as reservas do pré-sal e combater crescentes ameaças de pirataria e narcotráfico no Atlântico Sul, a Marinha brasileira tem investido em sua capacidade de patrulhamento e expandido suas operações do outro lado do oceano, em águas africanas. A estratégia, que segue um movimento da diplomacia nacional rumo ao continente, também [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/06/Navio-PatrulhaOceânico-“AMAZONAS”.jpg"><img class="alignnone  wp-image-48649" alt="Navio-PatrulhaOceânico “AMAZONAS”" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/06/Navio-PatrulhaOceânico-“AMAZONAS”.jpg" width="580" /></a></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19668" alt="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" width="103" height="28" /></a>Para proteger riquezas marítimas como as reservas do pré-sal e combater crescentes ameaças de pirataria e narcotráfico no Atlântico Sul, a Marinha brasileira tem investido em sua capacidade de patrulhamento e expandido suas operações do outro lado do oceano, em águas africanas.</p>
<p>A estratégia, que segue um movimento da diplomacia nacional rumo ao continente, também abarca o interesse de vender armamentos brasileiros a países africanos, objetivo visto com reserva por ativistas. As ações ocorrem ainda num contexto em que forças americanas, britânicas e francesas demonstram crescente interesse pelo Atlântico Sul.</p>
<p>Subchefe de estratégia do Estado Maior da Armada, o contra-almirante Flávio Augusto Viana Rocha disse à BBC Brasil que, nos últimos anos, países africanos com litoral no Atlântico e Moçambique, no Índico, passaram a ter para a Marinha a mesma importância que nações sul-americanas vizinhas.</p>
<p>Uma das razões para a atenção dada à região é sua proximidade com o território nacional. A distância entre Natal e Dacar, capital senegalesa, é menor que a linha que une os extremos do Brasil.</p>
<p>Nas últimas semanas, num sinal do avanço nas relações, o navio-patrulha brasileiro Apa visitou a Mauritânia, Senegal, Gana, Angola e Namíbia. A embarcação foi a segunda de três que o Brasil comprou da Grã-Bretanha a fazer um tour por portos africanos. Nos próximos meses, o navio-patrulha Araguari deverá percorrer trajeto semelhante.</p>
<p>Em seu périplo, tripulantes do Apa ministraram cursos para marinheiros africanos, e o navio realizou exercícios de combate a piratas com forças locais. Enquanto arrefece na costa da Somália, na costa oriental da África, a pirataria tem se agravado na margem ocidental do continente, especialmente no Golfo da Guiné, que ocupa faixa paralela ao litoral do Norte e Nordeste do Brasil.</p>
<p>A Organização de Comércio Marítimo Internacional registrou 15 casos de pirataria na região no primeiro trimestre de 2013, dos quais 11 ocorreram na costa da Nigéria. O país é dono das maiores reservas petrolíferas da África Subsaariana e principal exportador do produto ao Brasil.</p>
<p>Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, a Marinha não pretende combater os criminosos na costa africana, mas sim capacitar forças locais para a tarefa. O treinamento também busca evitar que a pirataria afete a rota comercial entre as regiões, principalmente as compras brasileiras de petróleo.</p>
<p><strong>Amazônia azul</strong></p>
<p>A aquisição dos três navios-patrulha e a construção de outras embarcações do tipo no Brasil buscam ainda aprimorar a vigilância da chamada Amazônia Azul, como a Marinha se refere às águas jurisdicionais brasileiras, que ocupam área equivalente à Amazônia Legal.</p>
<p>Para essa missão, que ganhou importância com a descoberta do pré-sal, a força tem como principal investimento o submarino de propulsão nuclear, em desenvolvimento em parceria com a França. Com grande autonomia de navegação, essa embarcação pode, em tese, impedir ou dificultar bastante a aproximação da costa nacional de forças navais hostis.</p>
<p>Outras preocupações da Marinha são o contrabando, o tráfico de pessoas e o comércio de drogas. O último relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife) revelou que portos na costa ocidental da África entraram na rota da cocaína que deixa o Brasil rumo à Europa.</p>
<p>O tema tem sido tratado por países sul-americanos e africanos no fórum Zopacas (Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul), criado em 1986 com a missão de manter o oceano livre de conflitos.</p>
<p>A coordenação entre forças brasileiras e africanas deverá evoluir nos próximos meses, já que, segundo o contra-almirante Flávio Rocha, a Marinha aceitou um convite da União Africana para revisar sua estratégia de defesa marítima. Forças nacionais discutem ainda com marinhas africanas a expansão de sistemas de monitoramento marítimo conjuntos e a realização de manobras amplas.</p>
<p>Por ora, o Brasil tem na África do Sul, maior força militar do continente, seu principal parceiro africano para exercícios. A cada dois anos, tropas de ambos os países realizam manobras com a Índia, no exercício Ibsamar, e com Uruguai e Argentina, no exercício Atlasur. Forças brasileiras e sul-africanas também desenvolvem conjuntamente um míssil ar-ar e um míssil ar-superfície.</p>
<p>O país africano em que forças brasileiras exercem maior influência, porém, é a Namíbia, cujo litoral ocupa faixa paralela à que vai do sul da Bahia a Santa Catarina. Desde que se tornou independente da África do Sul, em 1990, a Namíbia já teve 1.315 marinheiros formados pela Marinha brasileira, que mantêm no país duas missões para manutenção de navios e treinamento.</p>
<p>Militares brasileiros também realizaram os estudos para a extensão da plataforma continental da Namíbia, que foi chancelada pela ONU e ampliou a área em que o país pode explorar recursos. Agora, diz o contra-almirante Rocha, o Brasil executa o mesmo estudo em Angola e, em breve, deverá fazê-lo em Cabo Verde.</p>
<p>A Marinha vem ainda expandindo sua oferta de cursos de formação e aperfeiçoamento para militares africanos. Desde 2011, África do Sul, Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Moçambique, Nigéria e Senegal, além da Namíbia, enviaram marinheiros para o Brasil. A prática de oferecer treinamento a forças aliadas é comum entre potências como EUA e França.</p>
<p><strong>Diplomacia militar</strong></p>
<p>O estreitamento dos laços em defesa entre o Brasil e países africanos tem sido facilitado pela rede de adidâncias militares brasileiras no continente. Encarregadas de contatos com as forças locais, as representações estão presentes em sete países africanos, e há planos de cobrir outros seis em breve, segundo a Marinha.</p>
<p>O governo espera que a expansão da rede propicie mais negócios no setor. Nos últimos anos, o Brasil vendeu uma corveta à Guiné Equatorial e Super Tucanos (aviões militares da Embraer) a Angola, Senegal, Burkina Faso e Mauritânia.</p>
<p>Outros países africanos querem a instalação de empresas brasileiras em seus territórios. Recentemente, a Odebrecht e a Atech disputaram uma concorrência para a construção de uma fábrica de armas na Argélia, mas o negócio não avançou. A Atech também está desenvolvendo sistemas de vigilância para Senegal e Angola.</p>
<p>Organizações que monitoram a venda de armas brasileiras cobram mais transparência nesses negócios. Camila Asano, da ONG Conectas, defende que o Brasil seja um dos primeiros signatários do ATT (Tratato sobre o Comércio de Armas, em inglês), aprovado em abril na ONU. O acordo, que será aberto para ratificações em 3 de junho e passará a vigorar a partir da 50ª adesão, define critérios para a exportação de armas e exige a divulgação de todas as transações.</p>
<p>Para Daniel Mack, do Instituto Sou da Paz, a Política Nacional de Exportação de Material de Emprego Militar (Pnemem), que vigora desde a ditadura militar, está obsoleta. Ele afirma que o Brasil deve não só ratificar o ATT como tornar a legislação nacional sobre venda de armas ainda mais abrangente, proibindo, por exemplo, exportações a órgãos não estatais.</p>
<p>Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, os equipamentos bélicos exportados à África são para proteção do Estado, e não para uso contra a população civil. Ele diz que o Brasil sempre seguiu sanções da ONU sobre vendas de armas.</p>
<p>&#8220;Verifique as guerras civis na África e veja quem forneceu armamentos por cima e por baixo do pano para grupos que não respeitavam nem resoluções da ONU, nem o direito internacional. Nós não queremos vender por baixo do pano, não venderemos&#8221;, diz Amorim.<br />
<strong><br />
FONTE:</strong><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130513_pirataria_africa_brasil_jf_lk.shtml" target="_blank">BBC</a></p>
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		<title>Maioria dos estudantes estrangeiros na EN é africana</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/16/maioria-dos-estudantes-estrangeiros-na-en-e-africana/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 00:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EN]]></category>

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		<description><![CDATA[Número mostra interesse da Marinha pelo outro lado do Atlântico &#160; Caio Quero Dos cerca de 850 alunos que fazem o curso de formação de oficiais de Marinha na Escola Naval, no Rio de Janeiro, 23 são estrangeiros. Destes, 17 vêm da África, em um sinal de que a aproximação entre o Brasil e os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Número mostra interesse da Marinha pelo outro lado do Atlântico</h2>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><em>Caio Quero</em></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19668" alt="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" width="103" height="28" /></a>Dos cerca de 850 alunos que fazem o curso de formação de oficiais de Marinha na Escola Naval, no Rio de Janeiro, 23 são estrangeiros. Destes, 17 vêm da África, em um sinal de que a aproximação entre o Brasil e os países do continente na área de Defesa não se restringe a exercícios e venda de armamentos, mas envolve também a formação de militares.</p>
<p>Em sua maioria jovens na casa dos 20 anos vindos de Namíbia, Moçambique, Senegal, Nigéria e Angola, os aspirantes – como são chamados no jargão da Marinha – algumas vezes não tiveram um treinamento prévio em seus países de origem, tendo o primeiro contato com o mundo militar no Brasil.</p>
<p>É o caso do senegalês Cherif Ismaila Babou, de 20 anos. Vindo de uma família civil, ele foi aprovado em concurso no Senegal e logo enviado para ser formado na Escola Naval, localizada na Ilha de Villegagnon, próximo ao aeroporto Santos Dumont.</p>
<p>Assim como os outros estrangeiros, Babou passou por um ano de adaptação antes de iniciar propriamente o curso de formação de oficiais junto com os aspirantes brasileiros. Neste período, eles têm aulas de português, além de reforço de Cálculo e Física.</p>
<p>“Na verdade eu conhecia o Brasil através do futebol, do carnaval. Quando eles me disseram que eu ia para o Brasil eu fiquei um pouco confuso, porque eu não sabia nada de português. Fiquei na dúvida se eu aceitava ou não”, diz Babou, que após as aulas no período de adaptação fala em um português com pouco sotaque.</p>
<p>Ele acaba de ingressar no primeiro ano do curso de formação de oficiais. Até se formar terá que passar por mais três anos de aulas teóricas e práticas. No final deste período, assim como os outros aspirantes, embarca em uma viagem de cerca de seis meses em um navio-escola.</p>
<p>Embora esteja longe de seu país, ele continua em contato com o adido militar do Senegal no Brasil e se encontrou com seus superiores durante uma viagem de férias no ano passado. Mesmo assim, ele diz não ter ideia sobre que função o aguarda quando retornar à Marinha senegalesa.</p>
<p>Em situação diferente estão dos namibianos Michael Kasita, de 30 anos, e Tangeni Haimbala, 26, ambos no terceiro ano do curso. Os dois já sabem que, de volta à Namíbia, irão trabalhar como maquinistas, os responsáveis pela propulsão das embarcações.</p>
<p>“Como fui mandado para cá pela Marinha do Senegal, eles sabem as necessidades deles. Foi a Marinha quem escolheu (que ele seguisse os estudos como maquinista)”, diz Kasita, que antes de vir ao Brasil já havia trabalhado por um ano em uma base da naval na Namíbia.</p>
<p>Com a especialização já definida, o currículo dos dois namibianos na Escola Naval dá ênfase a aulas técnicas, como Resistência de Materiais, Mecânica de Fluidos e Eletrônica Aplicada.</p>
<p>Pela internet, eles costumam conversar com colegas que, após se formarem no Brasil, voltaram à Namíbia. O país africano é disparado o país com mais militares capacitados pela Marinha brasileira, com 1.179 namibianos tendo frequentado cursos entre 2001 e 2011.</p>
<p>Segundo Haimbala, um dos principais conselhos dados pelos veteranos é sempre tentar aprender a versão em inglês dos conceitos passados na Escola Naval.</p>
<p>“Eles sempre falam pra gente aprender tudo em inglês e português, ao mesmo tempo. Porque se eu sair daqui falando só português, eu não vou utilizar português no navio”, diz.<br />
Técnica</p>
<p>Vindo de um país lusófono, o angolano Américo Fortuna da Silva, de 23 anos, diz ter sentido outras diferenças entre a Escola Naval e a formação de um ano que teve em Angola.</p>
<p>“As escolas são muito diferentes. A Escola Naval de Angola é mais puxada na parte militar e aqui a Escola Naval é mais puxado na parte acadêmica”, diz o angolano, que está no primeiro ano do curso.</p>
<p>Assim como os outros aspirantes, os alunos estrangeiros dormem na escola durante os dias de semana, mas, diferente dos brasileiros, não conseguem visitar amigos e parentes nos finais de semana que estão de folga. As únicas oportunidades para matar as saudades da família são as férias de verão.</p>
<p>“Falando sério, foi muito difícil no ano de adaptação, porque tinha muita saudade da minha família. Depois consegui me adaptar, agora já estou acostumado, mas o mais difícil é a saudade mesmo”, diz o senegalês Babou.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130516_africanos_escolanaval_cq.shtml" target="_blank">BBC</a></p>
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		<title>Ministro diz que defesa do Atlântico Sul pode ocorrer sem militarização</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 16:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholle Murmel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política Externa]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Atlântico Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Celso Amorim]]></category>

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		<description><![CDATA[A expansão das atividades navais da Marinha do Brasil em direção à África ocorre em um momento em que Estados Unidos, Grã-Bretanha e outras potências também demonstram interesse pelo Atlântico Sul. Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, o Brasil defende a segurança da região, porém não a sua militarização. &#8220;O Brasil não é um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/Amazonas-P120a.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-52972" alt="AMAZONAS" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/11/Amazonas-P120a-580x386.jpg" width="580" height="386" /></a></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19668" alt="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" width="103" height="28" /></a>A expansão das atividades navais da Marinha do Brasil em direção à África ocorre em um momento em que Estados Unidos, Grã-Bretanha e outras potências também demonstram interesse pelo Atlântico Sul. Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, o Brasil defende a segurança da região, porém não a sua militarização.</p>
<p>&#8220;O Brasil não é um país que tenha inimigos, mas ele não pode descuidar de seus interesses e ninguém pode descuidar da sua própria defesa&#8221;, disse Amorim à BBC Brasil.</p>
<p>&#8220;O Atlântico Sul é uma área natural do nosso interesse, independentemente de outros países estarem fazendo isso ou aquilo&#8221;.</p>
<p>Segundo o pesquisador da Unesp (Universidade Estadual Paulista) Hector Saint-Pierre, o ato mais significativo dos Estados Unidos em relação à região foi a reativação, em 2008, de sua Quarta Frota.</p>
<p>Entre os principais objetivos da medida estava manter a presença americana nos mares da região da América do Sul. Mas isso não ocorre por meio de concentração de tropas, e sim pela participação, por exemplo, em exercícios militares com forças locais. Ou ainda pela realização de uma série de ações humanitárias &#8211; como o envio de navios-hospitais.</p>
<p>Porém, apenas uma estrutura administrativa foi criada. Nenhum grupo de navios de combate foi deslocado permanentemente para a Quarta Frota. Geralmente quando é preciso fazer uma operação naval, outras embarcações americanas são deslocadas para a região.</p>
<p><strong>Malvinas</strong></p>
<p>Já a Grã-Bretanha mantém uma presença permanente no Atlântico Sul, com o objetivo principal de proteger seus territórios ultramarinos, segundo Saint-Pierre.</p>
<p>Os principais focos de atenção são as ilhas Malvinas (Falklands para os britânicos), Georgia do Sul e Sandwich, no sul do Atlântico, próximo à Argentina &#8211; guardadas permanentemente por ao menos um navio de guerra britânico (atualmente o HMS Clyde, um navio de patrulha).</p>
<p>A Grã-Bretanha mantém também portos nas ilhas Santa Helena, Ascension e Tristan da Cunha &#8211; posicionadas aproximadamente na metade do trajeto entre a América do Sul e a África.</p>
<p>Além da presença militar permanente em seus arquipélagos, a Grã-Bretanha envia regularmente navios de guerra ao litoral do oeste da África &#8211; com missões semelhantes às dos navios brasileiros de patrulha: treinar as Marinhas locais e ajudá-las a combater a pirataria crescente, além de cumprir objetivos de aproximação diplomática.</p>
<p>No ano de 2012 foi notório o envio ao oeste da África de uma das joias da Marinha Real, o HMS Dauntless &#8211; um destróier de 150 metros de comprimento, totalmente movido a eletricidade (45% mais eficiente que seus antecessores) e com os mais modernos sistemas de armas da atualidade. Ele aportou em diversos países africanos, recebeu tripulações locais e participou de exercícios militares.</p>
<p>Neste ano, desde março, a fragata HMS Argyll desempenha as missões de treinamento e combate à pirataria. Ela já fez escalas na Nigéria e na Namíbia.</p>
<p>A França, cujos navios de guerra participam ativamente de operações da União Europeia de combate à pirataria e escolta de navios civis no golfo de Áden (a leste da África), também mantém operações navais no oeste africano.</p>
<p>No ano passado, alguns de seus navios de guerra participaram de exercícios de larga escala com a Marinha britânica e outras dez nações próximo à costa do Senegal, para treinar forças africanas no combate ao tráfico de pessoas, pirataria, tráfico de drogas e pesca ilegal.</p>
<p>Segundo Saint-Pierre, embora não possua embarcações militares em caráter permanente no Atlântico sul, a China possui grande interesse na região &#8211; dentro de sua política de proteção a navios civis em rotas comerciais. &#8216;Cerca de 80% do comércio (marítimo) chinês passa pelo Atlântico Sul&#8217;, disse o pesquisador à BBC Brasil.</p>
<p><strong>Diplomacia</strong></p>
<p>&#8220;Todo e qualquer país que tenha tráfego marinho robusto, caso do Brasil, China, tem obrigação de proteger seu tráfego marítimo, é natural&#8221;, disse o contra-almirante Flávio Augusto Viana Rocha, subchefe de Estratégia do Estado Maior da Armada do Brasil.</p>
<p>O governo brasileiro prega a defesa do Atlântico Sul e o combate a crimes como a pirataria e o tráfico de drogas, mas se opõe ao desdobramento de forças de ataque no oceano.</p>
<p>Além de manter a cooperação militar com os países do oeste africano, o país atua no campo diplomático no âmbito da Zopacas (Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul) &#8211; um canal de negociação que envolve 24 países há mais de 20 anos. O bloco discute a não proliferação de armas nucleares na região e a redução dos contingentes militares de seus membros atuando em outras regiões do mundo.</p>
<p>&#8220;O Atlântico Sul é uma área de cooperação, área onde se fomenta a parceria. Agora estamos nos planejando estrategicamente, num futuro próximo, para estarmos mais ainda preparados para qualquer postura diferente dessa&#8221;, disse o contra-almirante Rocha.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: G1 via <a href="https://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha?p_p_id=arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=maximized&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-3&amp;p_p_col_count=1&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_journalArticleId=2955894&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_ano=2013&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_mes=5&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_dia=16&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.action=%2Fview%2Farquivo%21viewJournalArticle&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.mode=view" target="_blank">Resenha do Exército</a></p>
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		<item>
		<title>Fisiologismo cobra seu preço na MP dos Portos</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/16/fisiologismo-cobra-seu-preco-na-mp-dos-portos/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholle Murmel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[MP dos Portos]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Editorial &#160; Há incontáveis exemplos do estrago causado nas finanças públicas &#8211; seja em desvios de dinheiro ou gastos feitos de forma incompetente &#8211; pelo método fisiológico de montagem de equipes de governo. Vários casos surgiram na fase de &#8220;faxina&#8221; do início do governo Dilma, quando ministros foram defenestrados por má conduta ética. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/noticia_1208728178480bba7291f07.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-56156" alt="noticia_1208728178480bba7291f07" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/noticia_1208728178480bba7291f07-580x351.jpg" width="580" height="351" /></a></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Editorial</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19668" alt="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" width="103" height="28" /></a>Há incontáveis exemplos do estrago causado nas finanças públicas &#8211; seja em desvios de dinheiro ou gastos feitos de forma incompetente &#8211; pelo método fisiológico de montagem de equipes de governo.</p>
<p>Vários casos surgiram na fase de &#8220;faxina&#8221; do início do governo Dilma, quando ministros foram defenestrados por má conduta ética. O exemplo mais recente vem do Ministério da Pesca, doado a Marcelo Crivella e partido, PRB. E administrado, revelou O GLOBO, como se fosse uma extensão dos interesses exclusivos do ministro, sem faltar evidências de mau uso &#8211; para usar um termo elegante &#8211; do orçamento da Pasta.</p>
<p>A quase rocambolesca votação da MP dos Portos dá uma outra dimensão à metástase que o fisiologismo deflagra na condução dos negócios públicos. O sinal mais gritante de muita coisa fora do lugar é a demonstração de quase absoluta falta de liderança do governo sobre a sua base parlamentar.</p>
<p>Se na ponta do lápis o Planalto tem no Congresso maioria para governar sem susto, a depender do tema em pauta este apoio vira fumaça. Isso é resultado de uma costura, por meio do toma lá dá cá fisiológico, de uma eclética frente partidário-ideológica, onde convivem da esquerda a talibãs.</p>
<p>Como nenhum projeto de governo os une, apenas o compartilhamento do poder e respectivas benesses, em momentos-chave em que o apoio ao Planalto precisa se transformar em votos no Congresso, pesam mais os interesses de grupos, de lobbies. (No início do governo Lula, arquitetaram o mensalão, para tentar resolver o problema. Não deu certo, terminou em condenações à prisão.)</p>
<p>Os termos do tiroteio verbal entre Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Anthony Garotinho (PP-RJ) são exemplares dos obscuros interesses que se movem no subsolo da tramitação da MP. Idem para os xingamentos trocados por Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Garotinho. Até o líder do PMDB, segundo partido da &#8220;base&#8221;, Eduardo Cunha, tem bancada própria e se movimenta contra o Planalto de forma mais efetiva que a oposição.</p>
<p>O governo não tem maioria real. Trata-se, em boa medida, de um bando que se move em função de vantagens, hoje voltado apenas ao projeto da reeleição da presidente Dilma, quando espera continuar alojado nas tetas do Tesouro que lhe couberam. Nada surpreende, porém, o Palácio, pois a própria presidente já admitiu que se faz &#8220;o diabo&#8221; em período eleitoral.</p>
<p>Mas o preço pago pelo país é elevado. Grupos sindicais e de empresários se mobilizam preocupados apenas em defender seus interesses e buscam no Congresso políticos para ajudá-los. Enquanto isso, falta autoridade ao governo para convencer a base de que é crucial ampliar a estrutura portuária em novas bases. Porém, não há espaço no fisiologismo para este tipo de preocupação.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: O Globo via <a href="https://www.exercito.gov.br/web/imprensa/resenha?p_p_id=arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d&amp;p_p_lifecycle=0&amp;p_p_state=maximized&amp;p_p_mode=view&amp;p_p_col_id=column-3&amp;p_p_col_count=1&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_journalArticleId=2954645&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_ano=2013&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_mes=5&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_dia=16&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.action=%2Fview%2Farquivo%21viewJournalArticle&amp;_arquivonoticias_WAR_arquivonoticiasportlet_INSTANCE_UL0d_struts.portlet.mode=view" target="_blank">Resenha do Exército</a></p>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<title>Primeiro avião de patrulha marítima P-8I, da Índia, pousa em base naval indiana</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/15/primeiro-aviao-de-patrulha-maritima-p-8i-da-india-chega-a-base-naval-indiana/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 01:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando "Nunão" De Martini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra Antissubmarino (ASW)]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Aeroespacial]]></category>
		<category><![CDATA[Patrulha Marítima]]></category>
		<category><![CDATA[Boeing]]></category>
		<category><![CDATA[guerra antissubmarino]]></category>
		<category><![CDATA[P-8A Poseidon]]></category>
		<category><![CDATA[P-8I]]></category>

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		<description><![CDATA[A Boeing informou em nota divulgada nesta quarta-feira, 15 de maio, que chegou à Base Naval Rajali, da Índia, o primeiro avião P-8I indiano. A aeronave de reconhecimento marítimo de longo alcance e guerra antissubmarino chegou conforme o cronograma, segundo a empresa, e é um de oito exemplares que a Boeing vem fabricando para a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/P-8I-chega-à-Índia-foto-Boeing.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-56148" title="P-8I chega à Índia - foto Boeing" alt="P-8I chega à Índia - foto Boeing" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/P-8I-chega-à-Índia-foto-Boeing-580x347.jpg" width="580" height="347" /></a></p>
<p>A Boeing informou em nota divulgada nesta quarta-feira, 15 de maio, que chegou à Base Naval Rajali, da Índia, o primeiro avião P-8I indiano. A aeronave de reconhecimento marítimo de longo alcance e guerra antissubmarino chegou conforme o cronograma, segundo a empresa, e é um de oito exemplares que a Boeing vem fabricando para a Índia como parte de um contrato concedido em 2009.</p>
<p>Chris Chadwick, presidente da divisão de aeronaves militares da Boeing, afirmou que a equipe P-8I, que inclui o cliente e fornecedores indianos, realizou &#8220;um fantástico trabalho conjunto&#8221;, e que se está &#8220;no caminho para entregar os próximos dois P-8I mais tarde, neste ano.&#8221;</p>
<p>O P-8I é a versão indiana do P-8A Poseidon que a Boeing está desenvolvendo para a Marinha dos Estados Unidos e que é baseado na nova geração do avião comercial 737. O P-8I, segundo a empresa, incorpora não apenas características de projeto únicas para a Índia, mas também subsistemas construídos pelos indianos, e que são direcionados aos requerimentos de patrulha marítima do país.</p>
<p><strong>FONTE / FOTO:</strong> <a href="http://boeing.mediaroom.com/index.php?s=43&amp;item=2677" target="_blank">Boeing</a> (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em inglês)</p>
<p><strong>VEJA TAMBÉM:</strong></p>
<ul>
<li><a title="Permanent Link to Boeing entrega primeiro P-8A de produção à Marinha dos EUA" href="http://www.naval.com.br/blog/2012/03/06/boeing-entrega-primeiro-p-8a-de-producao-a-marinha-dos-eua/" rel="bookmark">Boeing entrega primeiro P-8A de produção à Marinha dos EUA</a></li>
<li><a title="Permanent Link to P-8A Poseidon lança torpedo MK 54" href="http://www.naval.com.br/blog/2011/10/31/p-8a-poseidon-lanca-torpedo-mk-54/" rel="bookmark">P-8A Poseidon lança torpedo MK 54</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Depois do P-8, Índia quer sistemas não tripulados para vigilância marítima" href="http://www.naval.com.br/blog/2011/08/02/depois-do-p-8-india-quer-sistemas-nao-tripulados-para-vigilancia-maritima/" rel="bookmark">Depois do P-8, Índia quer sistemas não tripulados para vigilância marítima</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Fish Hawk, mais um tentáculo do Poseidon" href="http://www.naval.com.br/blog/2010/03/03/fish-hawk-mais-um-tentaculo-do-poseidon/" rel="bookmark">Fish Hawk, mais um tentáculo do Poseidon</a></li>
<li><a title="Permanent Link to MPA: Índia fecha com a Boeing por US$ 2,1 bilhões" href="http://www.naval.com.br/blog/2009/02/12/mpa-india-fecha-com-a-boeing-por-us-21-bilhoes/" rel="bookmark">MPA: Índia fecha com a Boeing por US$ 2,1 bilhões</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Índia será o primeiro operador internacional do P-8 Poseidon" href="http://www.naval.com.br/blog/2009/01/07/india-sera-o-primeiro-operador-internacional-do-p-8-poseidon/" rel="bookmark">Índia será o primeiro operador internacional do P-8 Poseidon</a></li>
<li><a title="Permanent Link to Sauditas negociam aquisição de patrulheiros P-8 ‘Poseidon’" href="http://www.naval.com.br/blog/2009/10/27/sauditas-negociam-aquisicao-de-patrulheiros-p-8-poseidon/" rel="bookmark">Sauditas negociam aquisição de patrulheiros P-8 ‘Poseidon’</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Marinha do Brasil realiza exercícios operativos no mar durante a Operação &#8216;TROPICALEX-2013&#8242;</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/15/marinha-do-brasil-realiza-exercicios-operativos-no-mar-durante-a-operacao-tropicalex-2013/</link>
		<comments>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/15/marinha-do-brasil-realiza-exercicios-operativos-no-mar-durante-a-operacao-tropicalex-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 19:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholle Murmel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marinha do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Noticiário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Operações Navais]]></category>
		<category><![CDATA[TROPICALEX 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 13 de maio de 2013, foram encerradas as 2ª e 3ª fases da Operação “TROPICALEX-2013”. A 2ª fase da Operação abrangeu a área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro/RJ e Natal/RN. Durante essa fase, foram realizados exercícios que visaram a elevar o nível de adestramento dos meios da nossa Marinha e contribuir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-56139" alt="1" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/11.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-19668" alt="vinheta-clipping-naval" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/vinheta-clipping-naval.jpg" width="103" height="28" /></a>No dia 13 de maio de 2013, foram encerradas as 2ª e 3ª fases da Operação “TROPICALEX-2013”. A 2ª fase da Operação abrangeu a área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro/RJ e Natal/RN. Durante essa fase, foram realizados exercícios que visaram a elevar o nível de adestramento dos meios da nossa Marinha e contribuir para a manutenção da segurança da nossa Amazônia Azul, destacando-se: problema de batalha, exercício de guerra submarina, trânsito com oposição de submarino, tiro sobre alvo rebocado, transferência de carga leve (diurna e noturna), transferência de óleo no mar sob múltiplas ameaças e proteção de navio-plataforma nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).</p>
<p>A 3ª fase da Operação teve início com a atracação dos navios do Grupo-Tarefa (GT) nos portos de Natal/RN e Cabedelo/PB, onde foram realizados exercícios de sabotagem (SABOTEX) e adestramento de combate e prevenção à poluição hídrica. Além disso, os navios foram abertos para visitação pública nos dias 11 e 12 de maio, totalizando 5.490 visitas aos meios navais. Os navios suspenderam no dia 13 de maio, iniciando a 4ª fase da Operação, com novos exercícios no mar.</p>
<p>Sob o comando da 1ª Divisão da Esquadra, a Operação teve início no dia 2 de maio e conta com a participação dos seguintes meios Navais e Aeronavais: Fragata “Liberal” – Capitânia da Operação, Fragata “Bosísio”, Navio-Tanque “Marajó”, Corveta “Barroso”, Aeronave AH-11A “Super Lynx” e Aeronave UH-13 “Esquilo”.</p>
<p><strong>FONTE</strong>: <a href="https://www.mar.mil.br/nomaronline/index.html?id=10" target="_blank">Nomar</a></p>
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		<item>
		<title>Marinha do Brasil apoia o III Congresso Mares da Lusofonia</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/15/marinha-do-brasil-apoia-o-iii-congresso-mares-da-lusofonia/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 15:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[III Congresso Mares da Lusofonia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o apoio institucional das Marinhas do Brasil e de Portugal, o Instituto dos Mares da Lusofonia realizará, no período de 20 a 23 de maio, no auditório da Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, o III Congresso Mares da Lusofonia, tendo como tema: &#8220;No Mar, o futuro das Nações Lusófonas”. Durante o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o apoio institucional das Marinhas do Brasil e de Portugal, o Instituto dos Mares da Lusofonia realizará, no período de 20 a 23 de maio, no auditório da Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, o III Congresso Mares da Lusofonia, tendo como tema: &#8220;No Mar, o futuro das Nações Lusófonas”.</p>
<p>Durante o evento, serão abordados assuntos ligados à segurança, aspectos legais, exploração com sustentabilidade e o futuro do mar, com a participação de autoridades militares e civis dos diversos países da língua portuguesa.</p>
<p>O evento será gratuito e oportuno para quem pretende conhecer, refletir e debater sobre o Mar, que com suas riquezas, é a fronteira, que, na atualidade, traz a possibilidade de conflitos, mas também de prosperidade para os que o defenderem e explorarem de forma sustentável.</p>
<p>Para conferir a programação e inscrever-se, acesse o site: <a href="http://www.maresdalusofonia.com.br" target="_blank">www.maresdalusofonia.com.br</a>.</p>
<p><strong>Local: </strong><br />
Escola de Guerra Naval<br />
Av. Pasteur, 480, Praia Vermelha, Rio de Janeiro-RJ</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa </strong><br />
Telefones: (21) 2104-6991/ (21) 9288-0318<br />
Emails: kelly@dphdm.mar.mil.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Delayne: DCNS pretende abrir unidade no Brasil para produzir fragatas</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/15/delayne-dcns-pretende-abrir-unidade-no-brasil-para-produzir-fragatas/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Escoltas]]></category>
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		<description><![CDATA[Embaixador também anunciou abertura de uma fábrica de helicópteros para uso civil pela Eurocopter no Brasil &#160; Brasília – O Embaixador da França no Brasil, Bruno Delayne, anunciou nesta terça-feira, 14, ao presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, Nelson Pellegrino (PT-BA), a abertura de uma fábrica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Embaixador também anunciou abertura de uma fábrica de helicópteros para uso civil pela Eurocopter no Brasil</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/FREMM-212a.jpg"><img class="alignnone  wp-image-54694" alt="FREMM no Brasil" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/FREMM-212a.jpg" width="580" /></a></p>
<p>Brasília – O Embaixador da França no Brasil, Bruno Delayne, anunciou nesta terça-feira, 14, ao presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), da Câmara dos Deputados, Nelson Pellegrino (PT-BA), a abertura de uma fábrica de helicópteros para uso civil pela Eurocopter no Brasil. Disse ainda que a DCNS, parceira no desenvolvimento de submarinos, pretende abrir uma unidade no país para produzir fragatas para a Marinha.</p>
<p>Delayne afirmou que a parceria entre Brasil e França na área de Defesa deve contemplar muitos outros projetos, inclusive pelo êxito dos programas já implementados como dos helicópteros em Itajubá (MG) e de submarinos em Itaguaí (RJ).</p>
<p>Nelson Pellegrino chamou a atenção para a necessidade do Brasil em adquirir um satélite geoestacionário com banda militar e para as telecomunicações. A França tem interesse em participar deste projeto.</p>
<p>Bruno Delayne aproveitou para elogiar o Brasil pela indicação do agora eleito diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo. Para Pellegrino, “a OMC pode estreitar as relações com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) para que sejam adotadas regras claras capazes de evitar um “dumping social” principalmente nos países mais afetados pela crise econômica”.</p>
<p>O francês explicou que o modelo brasileiro de inclusão social deveria ser seguido por todos os países e revelou que o presidente François Hollande deverá participar da segunda edição do Fórum para o Progresso Social realizado pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean-Jaurès, nos dias 11 e 12 de julho em São Paulo.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> Assessoria de Comunicação da CREDN</p>
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		<title>LRASM: teste tipo &#8220;Push-through&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:45:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticiário Internacional]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pP8pOtuo4Bo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Vídeos: decolagem do X-47B a partir do &#8216;USS George H. W. Bush&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nicholle Murmel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviação Naval]]></category>
		<category><![CDATA[Porta Aviões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UAV]]></category>
		<category><![CDATA[CVN 77]]></category>
		<category><![CDATA[US Navy]]></category>
		<category><![CDATA[USS George H W Bush]]></category>
		<category><![CDATA[X-47B]]></category>

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		<description><![CDATA[O canal da Marinha americana no Youtube divulgou uma série de vídeos documentando a primeira catapultagem do X-47B Unmanned Combat Air System (UCAS) a partir do convoo do porta-aviões USS George H. W. Bush (CVN 77). A decolagem aconteceu ontem (14), no litoral do estado da Virginia, e foi a primeira de uma aeronave não tripulada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O canal da Marinha americana no Youtube divulgou uma série de vídeos documentando a primeira catapultagem do X-47B Unmanned Combat Air System (UCAS) a partir do convoo do porta-aviões <em>USS George H. W. Bush</em> (CVN 77). A decolagem aconteceu ontem (14), no litoral do estado da Virginia, e foi a primeira de uma aeronave não tripulada partindo de um navio-aeródromo. Após a catapultagem, o UCAS pousou na base naval de Patuxent River, no estado de Maryland, onde foram feitos os testes preliminares de decolagem e pouso enganchado em terra.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/p9W-nd1Hj3Q?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FONTE</strong>: <a href="https://www.youtube.com/user/usnavy" target="_blank">Canal da US Navy no Youtube</a></p>
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		<title>Partes do próximo submarino brasileiro embarcam em Cherbourg, na França</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2013/05/14/partes-do-proximo-submarino-brasileiro-embarcam-em-cherbourg-na-franca/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 22:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Naval]]></category>
		<category><![CDATA[DCNS]]></category>
		<category><![CDATA[Prosub]]></category>
		<category><![CDATA[SBR]]></category>
		<category><![CDATA[Scorpene]]></category>

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		<description><![CDATA[A Marinha do Brasil tem dado passos largos no processo de construção dos novos submarinos convencionais (S-BR1), que serão construídos nacionalmente. Hoje, dia 14 de maio de 2013, as seções de vante (S3 e S4) do primeiro submarino da classe “Scorpène” foram embarcadas no Navio Mercante “Tracer”, em Cherbourg, França, e já estão a caminho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/SBR.png"><img class="size-medium wp-image-56122 alignnone" alt="SBR" src="http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/05/SBR-580x427.png" width="580" height="427" /></a></p>
<p>A Marinha do Brasil tem dado passos largos no processo de construção dos novos submarinos convencionais (S-BR1), que serão construídos nacionalmente. Hoje, dia 14 de maio de 2013, as seções de vante (S3 e S4) do primeiro submarino da classe “Scorpène” foram embarcadas no Navio Mercante “Tracer”, em Cherbourg, França, e já estão a caminho de Itaguaí, no Rio de Janeiro, para o início da construção desse submarino. </p>
<p>A construção desse submarino faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que prevê a fabricação de cinco submarinos, sendo quatro deles convencionais e um com propulsão nuclear. </p>
<p>Desde maio de 2010, quando as seções de vante tiveram sua construção iniciada, aproximadamente, 365 pessoas, entre funcionários, engenheiros, técnicos e especialistas da Marinha do Brasil, da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP) e da Itaguaí Construções Navais (ICN) foram treinados para serem os multiplicadores de conhecimento a todos aqueles que irão trabalhar na fabricação e construção dos submarinos no Brasil. </p>
<p>Progredindo em tecnologia e investindo em conhecimento, a Marinha do Brasil vem solidificar o sonho de projetar e construir, no Brasil, nosso submarino com propulsão nuclear. </p>
<p><strong>FONTE</strong>: Marinha do Brasil</p>
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