Poder Naval - Marinha de Guerra, Tecnologia Militar Naval e Marinha Mercante http://www.naval.com.br/blog A informação naval comentada e discutida Thu, 24 Apr 2014 18:23:19 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.9 Simpósio promovido pela Marinha Chinesa aprova código sobre encontros não-planejados no mar http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/simposio-promovido-pela-marinha-chinesa-aprova-codigo-sobre-encontros-nao-planejados-no-mar/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/simposio-promovido-pela-marinha-chinesa-aprova-codigo-sobre-encontros-nao-planejados-no-mar/#comments Thu, 24 Apr 2014 18:16:49 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62173 Passex PLA Navy 825a

ClippingNEWS-PAChefes e representantes de Marinhas de 25 países começaram dia 22.04, na China, o 14º Simpósio de Marinhas do Oeste Pacífico. Na ocasião, os participantes aprovaram o Código sobre Encontros Não-Planejados no Mar, com o objetivo de reduzir desentendimentos e evitar conflitos desnecessários. Em seu discurso temático, o comandante da Marinha Chinesa, Wu Shengli, apontou que é preciso resolver as disputas marítimas por meios pacíficos e evitar ações de ameaça à segurança e estabilidade da região.

O Código sobre Encontros Não-Planejados no Mar define as condutas de navios e aeronaves militares para minimizar as intervenções recíprocas e facilitar as telecomunicações quando estes se encontrem em situações imprevistas no mar. Wu Shengli afirmou que a ratificação do documento tem um significado marcante na história do Simpósio e é essencial para reforçar os intercâmbios e reduzir o desentendimento entre as marinhas da região.

“Devemos aproveitar esta oportunidade para impulsionar os intercâmbios dos marinheiros e regular os comportamentos de ações militares marítimas. É preciso mostrar simpatia nos contatos. Também precisamos promover os diálogos bilaterais entre os diferentes países para aprimorar o Código e evitar incidentes no mar.”

Passex PLA Navy 332a

O Chefe das Operações Navais dos EUA, Jonathan Greenert, considera que o Código é muito importante e servirá como a base para as discussões de uma variedade de assuntos.

“Com este documento, podemos minimizar os incidentes. De fato, chefes das marinhas, norte-americana e chinesa haviam chegado a consensos para reduzir os desentendimentos. Acho que esta é uma boa iniciativa e precisamos estender esses intercâmbios para outros países.”

Os participantes do fórum também discutiram sobre as buscas do voo MH370, avião desaparecido da Malaysian Airlines. O almirante da Marinha malaia, Aziz Jaafar, agradeceu à China pelos esforços nas operações de resgate. Ele também elogiou a aprovação do Código.

“É um grande progresso selarmos tal documento básico sobre a intensificação de cooperações e redução de incidentes. A iniciativa mostra os êxitos de nossas colaborações.”

Wu Shengli destacou que a China persiste no desenvolvimento pacífico e defende a paz, o diálogo e o benefício mútuo nos assuntos regionais.

“É importante respeitar e aprender com a história. Devemos resolver os conflitos de maneiras pacíficas e evitar ações extremas. A Marinha chinesa vai seguir a política do país, que é a de desenvolvimento pacífico, e quer trabalhar junto com outras Marinhas da região para promover a paz e a estabilidade.”

FONTE: CRI Online

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Veleiro Cisne Branco representa o Brasil no encontro ‘Velas Latino-americanas’ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/veleiro-cisne-branco-representa-o-brasil-no-encontro-velas-latino-americanas/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/veleiro-cisne-branco-representa-o-brasil-no-encontro-velas-latino-americanas/#comments Thu, 24 Apr 2014 16:03:06 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62171 Cisne Branco (2)

ClippingNEWS-PAOito veleiros do Brasil, Argentina, Equador, México e Venezuela chegaram à costa de Lima, no Peru, para a exibição ‘Velas Latino-americanas’, programada para este fim de semana.

O navio brasileiro é a fragata Cisne Branco, da Marinha, que desempenha funções diplomáticas e de relações públicas em eventos náuticos e também funciona como navio-escola.

A Argentina mandou a fragata ARA ‘Libertad’ e o catamarã ‘Ice Lady Patagonia II’. O Chile participa com o bergantine ‘Esmeralda’ e a Colômbia com o  ARC ‘Gloria’. A Venezuela será representada pelo ‘Simón Bolívar’. Já Equador e México enviaram os barcos-escola ‘Guayas’ e ‘Cuauhtémoc’.

A Marinha de Guerra do Peru abriu inscrições pela internet para os interessados em visitar os veleiros e mais de 1,5 mil soldados vão se encarregar da segurança durante o evento.

Em fevereiro as embarcações partiram do Brasil, passando pelo Uruguai, Argentina e Chile. Do Peru elas devem seguir para o Equador, Colômbia, Venezuela, República Dominicana e, por fim, México.

FONTE: Estadão

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França aceita mulheres em submarinos e elimina bastião masculino na Marinha http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/franca-aceita-mulheres-em-submarinos-e-elimina-bastiao-masculino-na-marinha/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/franca-aceita-mulheres-em-submarinos-e-elimina-bastiao-masculino-na-marinha/#comments Thu, 24 Apr 2014 15:58:49 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62167 140423201729_france_navy_624x351_afp

ClippingNEWS-PAApós mais de um século de presença exclusivamente masculina nos submarinos franceses, a Marinha do país decidiu acabar com um dos últimos bastiões reservados aos homens nas Forças Armadas. O ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian, anunciou que pela primeira vez, a partir de 2017, três mulheres poderão embarcar em submarinos para missões de patrulha.

“É preciso que a presença feminina seja generalizada. Por isso, haverá mulheres até mesmo nos submarinos. É o símbolo que elas participam totalmente à defesa do país”, declarou Drian. A escolha das voluntárias será realizada neste ano, e o treinamento dessas oficiais para integrar a tripulação de submarinos começará em 2015, informou o ministério.

Várias funções na Marinha estão em estudo para integrar as missões, como médica, especialista em energia nuclear e de comando-adjunto das operações. A medida diz respeito somente aos submarinos a propulsão nuclear equipados com mísseis com ogivas nucleares (SSBN, segundo o código da organização militar internacional Otan). Esses submarinos são bem maiores, com cabines mais privativas, de apenas dois ou três leitos, para uma tripulação de cerca de uma de centena de membros.

De acordo com o Ministério da Defesa, essa primeira experiência com mulheres a bordo de submarinos “poderá, no futuro, levar à abertura perene dessa atividade da marinha à tripulação feminina”. Até então, vários motivos eram alegados para excluir as mulheres de operações em submarinos, que podem durar dois meses e meio sem retornar à superfície.

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Oficialmente, a Marinha sempre alegou problemas de “promiscuidade” em relação aos dormitórios e banheiros. Há alguns anos, ainda havia um esquema, para ganhar espaço nos submarinos de antiga geração, de compartilhamento dos leitos em turnos distintos.

Havia apenas duas camas para três oficiais, sendo que um deles sempre estaria em operação, de acordo com os turnos de trabalho. Também não haveria condições, por falta de espaço, de limitar o uso de um banheiro apenas às mulheres. Riscos de saúde, ligados a uma suposta sensibilidade maior das mulheres às taxas mais elevadas de dióxido de carbono nos submarinos e seu possível impacto em caso de gravidez, também eram destacados oficialmente.

Estudos provaram, no entanto, que esse risco é mínimo, de acordo com a Marinha, que exigirá, mesmo assim, exames de gravidez antes do embarque nos submarinos. “Os submarinos da geração atual não foram concebidos para acolher em um espaço restrito uma tripulação mista em condições decentes”, dizia o Ministério da Defesa, em 2012, em um documento ao Senado francês.

A nova geração de submarinos nucleares de ataque, da classe Barracuda, que será lançada a partir de 2017, já prevê infraestruturas adaptadas a uma tripulação feminina, informa o Ministério da Defesa. Mas extraoficialmente outros argumentos também eram evocados para impedir a presença de mulheres em submarinos. Após meses no fundo do mar, poderia haver “tensões sexuais” a bordo, segundo oficiais da Marinha.

Além disso, muitas esposas de membros da tripulação se opõem à medida. Algumas delas protestaram na imprensa francesa após o anúncio recente feito pelo ministério. A Marinha francesa possui 14% de mulheres, segundo a revista Le Point. Desde 1993, a Escola Naval francesa forma uma dezena de oficiais mulheres por ano. Desde então, apenas 23 exerceram funções de comando, escreve o Le Monde.

Nos navios, a presença de oficiais mulheres começou a partir de meados dos anos 90 e representa de 10% a 15% da tripulação.

Há ainda algumas áreas reservadas exclusivamente aos homens nas Forças Armadas e na polícia militar francesa. Não há soldados femininos na Legião Estrangeira francesa. Não existe o recrutamento de “legionárias”, mas as mulheres podem exercer outras funções de carreira na Legião Estrangeira, como a de oficial.

As mulheres também não podem integrar os “pelotões de intervenção” da divisão da polícia militar “móvel” (que pode realizar operações no exterior, como as Forças Armadas). Mas elas podem exercer funções administrativas, de logística ou até de comando nessa divisão da polícia militar. O argumento é de que os policiais militares que atuam em campo passam cerca de nove meses por ano fora de casa, muitas vezes em áreas sem infraestrutura de higiene.

FONTE: BBC Brasil

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BNN encerra PMG do RbAM ‘Triunfo’ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/bnn-encerra-pmg-do-rbam-triunfo/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/bnn-encerra-pmg-do-rbam-triunfo/#comments Thu, 24 Apr 2014 15:36:01 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62164 RbAM Triunfo - foto via NGB

Em 1º de abril, foi encerrado o Período de Manutenção Geral (PMG) do Rebocador de Alto Mar (RbAM) “Triunfo”, o primeiro realizado pela Base Naval de Natal (BNN) em navio da Classe “Triunfo”.

Foram executados os seguintes serviços: revisão geral e alinhamento da propulsão do navio, com os motores de combustão principal, engrenagens redutoras, linhas de eixo, sistema de controle e equipamentos acessórios; recuperação da máquina de suspender, utilizando-se do conhecimento técnico dos Engenheiros Navais da BNN; extensos serviços estruturais, com a troca de chapas do casco, costado, conveses e anteparas; e revisão do sistema de geração de energia, além de serviços no sistema de reboque, no bowthruster, em diversos aparelhos de convés, no sistema de combate a incêndio, na frigorífica, dentre outros.

O RbAM “Triunfo” é o único navio de salvamento da área do Comando do 3º Distrito Naval e seu retorno à fase operativa dotará a Marinha do Brasil da capacidade de atender de maneira autônoma e tempestiva a esse tipo de ocorrência na referida área, contribuindo para a segurança da navegação.

FONTE: Marinha do Brasil

VEJA TAMBÉM:

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Oficial do EsqdHS-1 ministra palestra a bordo do Submarino ‘Tapajó’ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/oficial-do-esqdhs-1-ministra-palestra-a-bordo-do-submarino-tapajo/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/oficial-do-esqdhs-1-ministra-palestra-a-bordo-do-submarino-tapajo/#comments Thu, 24 Apr 2014 15:26:56 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62159 Oficial do EsqdHS-1 ministra palestra a bordo do Submarino “Tapajó - foto MB

No dia 14 de março, o Submarino “Tapajó” recebeu a visita do Encarregado da Divisão de Voo do Comando do 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-submarinos (EsqdHS-1), Capitão-Tenente Aviador Leandro dos Santos, que proferiu palestra sobre o MH-16 “Seahawk”, recém adquirido pela Marinha do Brasil.

Durante a palestra, realizada no compartimento de comando do submarino, foram abordadas, primeiramente, as principais características do MH-16, que conferem à aeronave maior resistência e confiabilidade, dentre elas a maior redundância dos sistemas de controle de voo e sistemas hidráulicos, além de tolerância balística das pás do rotor principal para calibres de até 20 mm. Em seguida, tratou-se de seus equipamentos aviônicos e sensores de última geração, bem como os seguintes armamentos: metralhadora lateral, torpedos anti-submarino e míssil anti-navio. Por fim, observou-se o emprego do “Seahawk” em proveito das Forças Navais na “Amazônia Azul”, realizando tarefas de detecção, localização, acompanhamento, identificação e ataque a alvos de superfície e submarinos, além de ações de busca e salvamento.

Para o Comandante do “Tapajó”, Capitão-de-Fragata Horácio Cartier, a palestra serviu para assinalar a troca de conhecimentos operacionais e de doutrina de emprego entre o Esquadrão e a Força de Submarinos, fundamentais para fortalecer a interoperabilidade e o aprestamento dos meios envolvidos nas táticas de Operações Anti-Submarino na Marinha do Brasil.

Terceiro submarino brasileiro construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, e incorporado à Armada em 1998, o “Tapajó”, que pertence à Classe “Tupi”, participou recentemente da comissão “Deployment 2013”, operação militar conjunta com a marinha norte-americana, quando realizou 135 dias de mar, durante sete meses. Na oportunidade, participou de adestramentos de ações de submarino, quando compôs, juntamente com o Submarino “USS ALBANY” (Classe “Los Angeles”), um “Grupo de Batalha” nucleado no Porta-Aviões “USS HARRY S. TRUMAN” (Classe “Nimitz”).

FONTE: Marinha do Brasil

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CIAMA realiza adestramento de escape de submarino com militares da Marinha da África do Sul http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/ciama-realiza-adestramento-de-escape-de-submarino-com-militares-da-marinha-da-africa-do-sul/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/ciama-realiza-adestramento-de-escape-de-submarino-com-militares-da-marinha-da-africa-do-sul/#comments Thu, 24 Apr 2014 15:19:38 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62153 adestramento de escape de submarino com militares submarinistas da Marinha da África do Sul - foto MB

No dia 13 de março, o Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché (CIAMA) realizou um adestramento de escape de submarino com militares submarinistas da Marinha da África do Sul. O exercício teve a participação de um Oficial e 11 Praças, sendo quatro mulheres, e ocorreu no Tanque de Treinamento de Escape Submarino (TTES). A iniciativa fez parte de um programa de intercâmbio entre as marinhas brasileira e sul-africana, e teve como foco apresentar as capacidades da Marinha do Brasil nas operações de socorro e salvamento submarino.

O TTES é utilizado para adestrar Oficiais e Praças Submarinistas, simulando resgate e escape de tripulação de submarino sinistrado, a 20 metros de profundidade. Para participar do exercício, os militares sul-africanos cumpriram uma série de procedimentos. Na primeira etapa, foram submetidos a um teste em câmara hiperbárica para verificar a existência de problemas físicos que os impedissem de realizar o adestramento. Num segundo momento, ocorreu um briefing teórico, seguido de atividade prática em piscina, com o objetivo de verificar se os procedimentos para evitar Embolia Traumática pelo Ar (movimentação do corpo e exalar o ar durante a subida) foram bem assimilados pelos participantes.

Antes de entrar na câmara que simula o submarino sinistrado, os sul-africanos vestiram um traje especial para esse tipo de resgate, que diminui o contato do escapista com a água e ainda mantém um fluxo de ar constante durante a subida. Devidamente equipados, eles realizaram o escape, com duração total de 20 minutos. Todos obtiveram êxito no adestramento.

Além do exercício de escape, os militares sul-africanos visitaram as demais instalações do CIAMA e assistiram a aulas teóricas sobre a participação da Marinha do Brasil como observadora permanente no Grupo de Trabalho da Organização do Tratado do Atlântico Norte, no que tange à padronização de procedimentos de resgate de submarinos e às capacidades do Navio de Socorro Submarino “Felinto Perry”.

FONTE: Marinha do Brasil

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Revista Forças de Defesa número 10 http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/revista-forcas-de-defesa-numero-10/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/24/revista-forcas-de-defesa-numero-10/#comments Thu, 24 Apr 2014 03:05:34 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62135 Fordefesa 10 - Capa 580px

O Gripen, escolhido como novo caça da FAB, volta à capa de Forças de Defesa, onde esteve em nosso primeiro número. Aproveitando os novos ares, aprimoramos o projeto gráfico da revista, incluindo novo logotipo criado pelo designer Dioge Tsutsumi.

Fordefesa New Logo

Revista Forças de Defesa 10ª edição de 132 páginas na versão impressa está disponível para compra pela Internet e também nas melhores bancas do Brasil, por apenas R$ 20,00. Lembramos que o envio já está incluído no preço, mas solicitamos que o comprador informe os dados postais com exatidão para que não ocorram problemas no recebimento dos exemplares.

Na compra da revista impressa ou da versão digital o leitor pode solicitar, por cortesia dos editores, o acesso para comentar nos blogs da ” trilogia” Forças de Defesa. Após a compra, basta enviar solicitação para o e-mail revista@fordefesa.com.br, com cópia para alexgalante@fordefesa.com.br.

Abaixo seguem os links para compra da revista através do PagSeguro e Paypal. No Pagseguro pode-se pagar com cartão ou emitir boleto.







Esta nova edição da revista Forças de Defesa também está disponível para download pelo aplicativo O Jornaleiro, disponível para iPad, iPhone e smartphones/tablets Android.

Fordefesa 10 - pags 73 e 74

No aplicativo O Jornaleiro o leitor também pode baixar as edições número 4 e 5 gratuitamente para conhecer a revista. A versão digital da número 10 custa, através do aplicativo O Jornaleiro, apenas US$3,99. O aplicativo pode ser baixado do Google Play no seguinte endereço:

Dentro do aplicativo O Jornaleiro, é só procurar pela revista “Forças de Defesa” e baixar. As compras das versões impressa e digital são independentes.

Fordefesa 10  - Índice - 4 e 5

A 10ª edição traz como destaque uma série de matérias sobre a escolha do Gripen NG para a Força Aérea Brasileira, contando a história do avião e suas principais características operacionais. Este número traz também reportagem com excelentes imagens sobre o Singapore Airshow e os produtos do grupo ST Engineering, além de uma reportagem sobre a FIDAE 2014.

Na área naval, uma matéria especial que conta a história das corvetas classe “Inhaúma” e “Barroso” da Marinha do Brasil e a perspectiva de construção de mais unidades aperfeiçoadas, com fotos, desenhos, informações inéditas e uma entrevista com o comandante da corveta Jaceguai.

Nas forças terrestres, uma matéria inédita sobre o Tanque Médio Argentino TAM e suas versões, com muitas informações e fotos e uma matéria sobre o PARASAR – primeira tropa de elite da FAB.

Além das matérias citadas, a revista conta com as colunas de Franco Ferreira e Romulo Federici, e uma entrevista com Ozires Silva, um dos fundadores da Embraer, dando sua opinião sobre a escolha do Saab Gripen para a FAB e os possíveis frutos da parceria Saab/Embraer.

Fordefesa 10 - pags 18 e 19

Fordefesa 10 - pags 44 e 45

Fordefesa 10 - pags 58 e 59

Fordefesa 10 - pags 64 e 65

Fordefesa 10 - pags 74 e 75

Fordefesa 10 - pag 76-77

Fordefesa 10 - pag 98-99

Fordefesa 10 - pags 106 e 107

Fordefesa 10 - pags 124 e 125

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Kremlin monta rede de bases navais no Ártico http://www.naval.com.br/blog/2014/04/23/kremlin-monta-rede-de-bases-navais-no-artico/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/23/kremlin-monta-rede-de-bases-navais-no-artico/#comments Wed, 23 Apr 2014 19:50:09 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62144 kapitan-khlebnikov-icebreaker-ship-arctic-ice-winter-snow-other

ClippingNEWS-PA

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, deu ordens para a criação de uma rede unificada de bases navais no Ártico.

Putin diz que o objetivo é defender interesses regionais de Moscou. Os russos não são os únicos interessados. Também os estados Unidos querem ter um papel preponderante na região.

Russian Arctic build up

FONTE: RTP

 

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Vídeo: porta-aviões ‘Liaoning’ e caça J-15 http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/video-porta-avioes-liaoning-e-caca-j-15/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/video-porta-avioes-liaoning-e-caca-j-15/#comments Wed, 23 Apr 2014 01:13:41 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62132

Ótimo vídeo sobre o porta-aviões chinês Liaoning e os caças J-15, com imagens excelentes e uma boa dose de nacionalismo.

COLABOROU: Rafael Garcia

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Fragata americana USS Taylor deverá entrar hoje no Mar Negro http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/fragata-americana-uss-taylor-devera-entrar-hoje-no-mar-negro/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/fragata-americana-uss-taylor-devera-entrar-hoje-no-mar-negro/#comments Tue, 22 Apr 2014 16:02:29 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62118 USS Taylor - fragata classe Oliver Hazard Perry - foto de arquivo USN

A Marinha dos EUA (USN) informou nesta terça-feira, 22 de abril, que a fragata USS Taylor (FFG 50) deverá entrar hoje no Mar Negro com a missão de ajudar a promover a paz e a estabilidade na região. O navio é da classe “Oliver Hazard Perry”, e deverá reforçar o compromisso da USN com seus aliados da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), visando aprimorar a interoperabilidade enquanto trabalha para realizar os objetivos mútuos com esses aliados da região.

Segundo a nota divulgada a respeito, a USN opera rotineiramente no Mar Negro, de acordo com a Lei Internacional e a Convenção de Montreaux. A fragata, que normalmente é baseada em Mayport (Flórida) recentemente realizou reparos nas instalações de apoio da Baía de Souda, na Grécia, tendo completado em seguida uma série de provas de mar antes de reassumir as operações.

O navio está operando junto à 6ª Frota da USN, cuja sede é em Nápoles (Itália).

USS Taylor - fragata classe Oliver Hazard Perry - deixando a Flórida em janeiro de 2014 - foto 2 USN

FONTE / FOTOS (de arquivo, quando o navio deixou a Flórida em janeiro deste ano): Marinha dos EUA – tradução e edição do Poder Naval a partir de original em inglês.

NOTA DO EDITOR: se a Marinha dos EUA estivesse realmente preocupada com a vulnerabilidade do sistema Aegis a ataques eletrônicos aéreos, conforme reportagem da Voz da Rússia publicada logo abaixo sobre ataque eletrônico de um Su-24 ao destróier Donald Cook (DDG 75), teria mandado mais um navio ainda mais “desprotegido” para o Mar Negro?

Isso porque a fragata, como as demais da classe, há anos não opera mais qualquer tipo de míssil antiaéreo (originalmente, era equipada com um lançador Mk13 à proa, para mísseis SM-1), confiando sua defesa de ponto a apenas um CIWS sobre o hangar (além do eventual, porém pouco provável, emprego de seu canhão de 76mm na função antiaérea) e a defasados sistemas defensivos de guerra eletrônica. Assim, sua defesa a ataques aéreos depende quase totalmente dos mísseis levados pelo Donald Cook, equipado com o sistema Aegis – além, evidentemente, do “guarda-chuva” proporcionado pelos diversos aviões de caça dos Estados Unidos e de aliados regionais.

A não ser, é claro, que os defasados sistemas de defesa da fragata sejam imunes aos modernos equipamentos de guerra eletrônica dos aviões russos…

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A última esperança dos EUA, caso os russos continuem interferindo no sistema Aegis http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/a-ultima-esperanca-dos-eua-caso-os-russos-continuem-interferindo-no-sistema-aegis/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/a-ultima-esperanca-dos-eua-caso-os-russos-continuem-interferindo-no-sistema-aegis/#comments Tue, 22 Apr 2014 16:00:29 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62128

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Como um Su-24 russo paralisou destróier americano http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/como-um-su-24-russo-paralisou-destroier-americano/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/como-um-su-24-russo-paralisou-destroier-americano/#comments Tue, 22 Apr 2014 15:20:31 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62110 CIC do USS Donald Cook - DDG 75 - console do CIWS para contatos de superfície e aéreos - foto USN 11 de abril 2014

ClippingNEWS-PANa semana passada, na Internet russa foi discutido ativamente um comunicado de como um bombardeiro da frente russo Su-24 equipado com um o sistema de neutralização radioeletrônica de última geração havia paralisado no mar Negro o mais sofisticado sistema americano de combate Aegis a bordo do destróier Donald Cook.

O destróier participava das manobras americano-romenas que tiveram como missão demonstrar a força, diz Pavel Zolotarev, perito em assuntos políticos:

“Em 10 de abril, o Donald Cook armado de mísseis cruzeiro Tomahawk entrou em águas neutras do mar Negro. Os exercícios tiveram por fim intimidar e demonstrar a força em resposta à posição da Rússia na Ucrânia e na Crimeia. Destaque-se que a entrada de navios militares americanos neste espaço aquático contraria a convenção sobre o caráter e os prazos de permanência no mar Negro de vasos de guerra dos países não banhados por este mar.

A Rússia, por seu lado, enviou um avião desarmado Su-24, para sobrevoar o destróier americano. Contudo, este avião, como consideram peritos, foi equipado com um sistema russo de luta radioeletrônica de última geração. Segundo esta versão, o Aegis ainda de longe teria interceptado a aproximação do avião dando alerta de combate.

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Tudo decorria como de habitude, tendo os radares da nave calculado a distância até o alvo. Mas de repente todos os telas se apagaram. O Aegis deixou de funcionar e os mísseis não receberam a indicação do alvo. Entretanto, o SU-24 sobrevoou a coberta do destróier, fez uma viragem de combate e imitou um ataque de mísseis. Depois fez uma volta e repetiu durante 12 vezes consecutivos a manobra.

Pelo visto, todas as tentativas de reanimar o Aegis e indicar o alvo ao sistema de defesa antiaérea fracassaram. A reação da Rússia à pressão militar dos EUA foi terrivelmente tranquila, considera Pavel Zolotarev:

“A demonstração foi bastante original. Um bombardeiro sem armas, mas equipado com um sistema de neutralização radioeletrônicade radares do inimigo deu certo atuando contra o destróier com o sistema mais sofisticado de DAA e de DAM a bordo. Mas este sistema de baseamento móvel, neste caso marítimo, tem um defeito considerável – as possibilidades de acompanhar os alvos, que funcionam bem quando há vários navios e é possível coordenar-se entre si. Mas neste caso havia só um destróier. Ao que tudo indica, o algoritmo de trabalho dos radares da nave no sistema Aegis não funcionou sob a ação do sistema de neutralização radioeletrônica a bordo do Su-24. Por isso foi provocada não apenas uma reação de nervos ao próprio fato do sobrevoo, praticado largamente só no período da Guerra Fria. Houve a seguir mais uma reação ao fato de o sistema mais sofisticado, em primeiro lugar a sua parte informativa, de radares, não ter funcionado em plena medida. Por isso, a parte americana reagiu tão nervosamente”.

Após o incidente, como escreve a mídia estrangeira, o Donald Cook entrou com urgência num porto da Romênia, onde 27 tripulantes do navio solicitaram demissão escrevendo nos pedidos, como se diz, que não pretendem arriscar suas vidas. Tal é confirmado indiretamente por uma declaração do Pentágono, em que se afirma que esse ato tem desmoralizado a tripulação do destróier americano.

Quais podem ser as consequências militares do incidente no Mar Negro, provocado pelos Estados Unidos? Comenta Pavel Zolotarev:

“A meu ver, os americanos irão refletir sobre o aperfeiçoamento do sistema Aegis. Este é o puro lado militar. Mas é pouco provável que politicamente sejam dados quaisquer passos por uma ou outra parte. Essas ações são suficientes. Entretanto, este é um momento desagradável para os americanos. Em geral, o sistema de DAM, que estão desenvolvendo, absorve meios colossais e é necessário provar cada vez que eles devem ser canalizados do orçamento. Ao mesmo tempo, a componente terrestre do sistema de DAM – contra-mísseis em poços – foi testado em condições ideais, mostrando uma baixa eficácia. Este fato é escondido minuciosamente pelo Pentágono. O mais sofisticado sistema Aegis de estacionamento marítimo também revelou neste caso seus defeitos”.

Советский бомбардировщик СУ-24

O sistema com que o Su-24 havia chocado o destróier americano Donald Cook tem o nome convencional de Khibiny, como se chama um maciço montanhês na península de Kola, na região polar da Rússia.

O Khibiny é um sistema de neutralização radioeletrônica de última geração com que serão equipados todos os aviões prometedores russos. Há pouco o sistema foi testado em exercícios num polígono na Buriátia. Pelo visto, os testes foram bem-sucedidos, se em breve foi decidido testar o sistema em condições próximas do combate.

FONTE / FOTO DE BAIXO: Voz da Rússia

DEMAIS FOTOS: USN – A imagem do alto é de tripulantes do USS Donald Cook (DDG 75) em console do sistema de defesa aproximada (CIWS) que monitora alvos aéreos e de superfície, em imagem de 11 de abril. A imagem do meio é do CIWS instalado à ré da chaminé do navio realizando disparo de exercício em 8 de abril de 2014, dias antes do DDG 75 entrar no Mar Negro.

NOTA DO EDITOR: corrigimos ligeiramente o título, em respeito à língua portuguesa, mas preservamos os erros originais do texto, incluindo os que provavelmente foram feitos na tradução pela Voz da Rússia para o português, corrigindo porém os de falta de espaços entre diversas palavras que pudemos encontrar.

COLABOROU: Roberto Bozzo

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http://www.naval.com.br/blog/2014/04/22/como-um-su-24-russo-paralisou-destroier-americano/feed/ 34
Sem cortes, programa de submarinos já consumiu R$ 10,3 bi http://www.naval.com.br/blog/2014/04/20/sem-cortes-programa-de-submarinos-ja-consumiu-r-103-bi/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/20/sem-cortes-programa-de-submarinos-ja-consumiu-r-103-bi/#comments Mon, 21 Apr 2014 01:21:53 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62106 Submarino com propulsão nuclear Álvaro Alberto

Cinco novos submarinos, que estão sendo construídos na costa fluminense, deverão ser entregues até 2023, segundo a Marinha brasileira

ClippingNEWS-PAProteger as riquezas nacionais de ameaças navais que emerjam no futuro é a justificativa da Marinha para os R$ 23 bilhões que o Brasil está investindo para construir um submarino com propulsão nuclear e quatro modelos convencionais que substituirão a frota atual.

Com o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que tem previsão de entrega dos cinco veículos até 2023, o País ingressará em um seleto grupo que dispõe de tecnologia para a construção de submarinos nucleares, hoje formado apenas por Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França. Esta última é a parceira escolhida para a transferência tecnológica que possibilitará a fabricação do veículo naval em território nacional. Lançado em 2008, o Prosub contempla, além dos submarinos, a construção de um estaleiro e de uma base naval.

Embora seu cronograma físico-financeiro se estenda até 2025, a Marinha mantém a previsão de conclusão do submarino nuclear, chamado de Guardião da Amazônia Azul, para 2023. Até o momento, o Prosub não sofreu cortes ou contingenciamentos que prejudicassem o cronograma. “O programa está sendo executado dentro do previsto, com pequenas alterações”, afirma o contra-almirante José Roberto Bueno Junior, diretor do Centro de Comunicação da Marinha.

Encerrada a fase de concepção, o submarino nuclear passa agora pela etapa do projeto básico. As fases seguintes incluem o detalhamento e a construção e testes. Para tanto, o Brasil já investiu R$ 10,3 bilhões no programa – aproximadamente 48% do aporte necessário. Neste ano, a previsão é de injeção de mais R$ 2,261 bilhões. Até a sua conclusão, outros R$ 11 bilhões devem ser aplicados.

Efeito dissuasório
De acordo com Bueno, o submarino nuclear terá um “efeito dissuasório”. Sob esse prisma, aquele que desejar atentar contra o País, independentemente de sua motivação, será compelido a frear seu ímpeto bélico pela presença da embarcação. O investimento encontra-se em um patamar de elevada importância, conforme o militar, porque mais de 90% do petróleo brasileiro é extraído do mar, que ainda serve como via de transporte para 95% do comércio exterior. O submarino será também, na sua visão, um instrumento de defesa da “Amazônia Azul” – extensa área oceânica, adjacente ao continente, com incalculáveis bens naturais.

O argumento é o mesmo utilizado pelo coordenador do Prosub, o almirante de esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld, em audiência realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, em fevereiro. Segundo ele, o País é foco de ambições, em virtude de suas riquezas e capacidades, e necessita estar preparado e com uma Força Armada potente. “Não para entrar em guerra. Ao contrário, exatamente para ter o poder de dissuasão”, declarou.

Para Bueno, outro aspecto relevante é a transferência de tecnologia, a qual permitirá a fabricação nacional de equipamentos e sistemas dos submarinos, muitos deles com alto teor tecnológico e passíveis de serem aplicados em outros setores industriais. “Ao término do programa, o Brasil terá aumentado significativamente sua capacidade dissuasória e de gerenciamento de empreendimentos dessa envergadura, além de ser reconhecido pela sua capacidade de projetar, desenvolver e construir submarinos convencionais e com propulsão nuclear”, aposta.

Atualmente, cinco submarinos integram a frota da Marinha do Brasil. O mais antigo, o Tupi (S-30), foi construído na Alemanha e incorporado em 1989. O mais novo, o Tikuna (S-34), foi construído no Rio de Janeiro e incorporado à frota em 2005. Eles serão substituídos pelos novos submarinos convencionais, com custo estimado em 500 milhões de euros por unidade.

Vantagens sobre convencional

Armado com torpedos e mísseis, o Guardião da Amazônia Azul terá 100 metros de comprimento, cerca de 10 metros de diâmetro e 17 metros de altura. Com autonomia ilimitada (alimentada por um reator nuclear), poderá imprimir até 25 nós (45 km/h) a 350 metros de profundidade. Sua tripulação será composta por 100 militares.

Embora a capacidade de ocultação seja comum a embarcações do tipo, o submarino nuclear não precisa se expor na superfície para recarregar as baterias em determinados intervalos – período no qual o modelo convencional torna-se vulnerável, podendo ser detectado por radares de aeronaves ou navios. Assim, afirma Bueno, a embarcação dispõe de maior mobilidade, o que é tido como um fator importante para a defesa.

Com fonte virtualmente inesgotável de energia, ele pode desenvolver altas velocidades por tempo ilimitado, cobrindo rapidamente áreas geográficas consideráveis. “Pode chegar a qualquer lugar em pouco tempo, o que, na equação do oponente, significa poder estar em todos os lugares ao mesmo tempo”, afirma.

maquete_submarino_nuclear-brasileiro

Estratégia acertada
Na opinião de Leonam dos Santos Guimarães, doutor em Engenharia Naval e Oceânica, que atuou por 20 anos no Programa Nuclear da Marinha, a estratégia brasileira é acertada e o investimento se justifica não apenas por questões comerciais, como também por aspectos geográficos e demográficos. Ele salienta que o país possui 7.408 quilômetros de extensão de costa oceânica e que mais de 70% da população brasileira reside numa faixa litorânea que se estende por até 100 quilômetros do mar.

“Para preservarmos tantos interesses, é essencial que estejamos preparados para, caso necessário, controlar áreas marítimas estratégicas ou negar o seu controle por potências estrangeiras e impedir a exploração econômica por um outro país sem nossa concordância”, afirma.

Guimarães lembra que a ideia de construção do submarino nuclear passou a ser amadurecida pela Marinha em 1978. Também ressalta as vantagens do projeto na comparação com o modelo convencional, considerando-o muito superior na distância que pode navegar e na velocidade empreendida. Por fim, entende que o Prosub é viável do ponto de vista técnico e econômico, mas acredita que possa haver dificuldades para vencer os prazos estabelecidos. “As disponibilidades financeiras ano a ano podem comprometer a previsão de entrega até 2023”, avalia.

FONTE: Terra

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Doolittle Raid http://www.naval.com.br/blog/2014/04/18/doolittle-raid/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/18/doolittle-raid/#comments Sat, 19 Apr 2014 01:49:10 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62099 Doolittle_Raid

No dia 18 de abril de 1942, 16 B-25 americanos foram lançados do porta-aviões USS Hornet (CV 8) para atacar alvos em Tóquio na incursão Doolittle (nome do comandante da missão). A incursão foi uma represália contra o ataque japonês a Pearl Harbour. Foi mais uma resposta política para a população americana do que pelo valor tático ou estratégico do ataque.

A Marinha do Brasil (MB) teria uma capacidade de realizar uma incursão semelhante atualmente ou no futuro próximo? A MB está modernizando 12 caças AF-1 que dariam esta capacidade. Com uma frota muito pequena seria uma incursão rápida do tipo “atira-e-foge” (hit-and-run) considerando que o alvo seria bem defendido como no caso da incursão Doolittle.

Os NAes não são mais os únicos meios para realizarem um ataque semelhante. Apesar da MB contar futuramente com 12 AF-1 modernizados, nem todos estarão disponíveis para a incursão. Com um ataque realizado por oito AF-1 armados com duas bombas guiadas SMKB, serão 16 bombas no total. A mesma missão poderia ser realizada por dois submarinos equipados com oito mísseis de cruzeiro cada um. Contra um alvo menos defendido, a incursão poderia ser realizada por duas escoltas equipadas com oito mísseis de cruzeiro cada um.

Atualmente, os únicos meios da MB para realizar uma incursão contra uma costa inimiga seria com incursões de comandos anfíbios ou canhoneio naval. Helicópteros equipados com foguetes seriam outras opção (Esquilo ou Lynx), mas com capacidade questionável. Todos estes meios poderiam ser modernizados com Aeronaves Remotamente Tripuladas letais para os comandos anfíbios, munição guiada para os canhões embarcados de médio calibre e mísseis ar-superfície para os helicópteros.

A imagem abaixo é do míssil de cruzeiro Frances Scalp Naval em um disparo de testes recentes. Seria um dos poucos sistemas do tipo disponível no mercado. O Scalp Naval pode ser disparado de lançadores verticais em navios ou de tubos de torpedos de 533mm.

scalp_naval

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Novo EC725 da Marinha recebe primeira integração de míssil AM39 Exocet http://www.naval.com.br/blog/2014/04/17/novo-ec725-da-marinha-recebe-primeira-integracao-de-missil-am39-exocet/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/17/novo-ec725-da-marinha-recebe-primeira-integracao-de-missil-am39-exocet/#comments Thu, 17 Apr 2014 15:13:02 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62091 am39_integracao_ec725

Helibras e MBDA realizaram primeiros testes do sistema de armamentos de combate antinavio Exocet AM39; contrato da Avibras para produção do equipamento é assinado

DestaqueA Helibras e a MBDA realizaram com sucesso os primeiros testes de acoplagem de armamentos ao helicóptero EC725, encomendado pelo Ministério da Defesa para equipar as Forças Armadas. Ocorrido na França, nas dependências da Airbus Helicopters, com equipes da Airbus, Helibras, MBDA e GAC, o teste verificou a capacidade de integração aeromecânica (análises físicas e aerodinâmicas) do Exocet AM39 Block 2 Mode 2, míssil ar-superfície da MBDA que será utilizado nas aeronaves destinadas à Marinha.

Passada essa fase, já na fábrica em Itajubá (MG), a equipe de engenharia da Helibras está totalmente dedicada à integração dos softwares do AM39 e desenvolvimento da versão naval num protótipo do EC725.

“O modelo da Marinha está sendo equipado com um sistema de missão bastante avançado, com barramentos digitais, console tático localizado na cabine e monitores a bordo que farão toda a gestão de dados e informações de sensores e do armamento”, explica Walter Filho, diretor do Centro de Engenharia da Helibras. Este desenvolvimento para a integração do Exocet é um enorme desafio para as equipes envolvidas na Helibras e está garantindo um alto nível de aperfeiçoamento dos profissionais brasileiros.

O sistema Exocet AM39 B2M2 produzido pela MBDA é totalmente digital, composto de dois lançadores equipados com um míssil cada. O projeto também faz parte do contrato de cooperação industrial do programa H-XBR, que vai transferir tecnologia internacional às empresas brasileiras. O AM39 B2M2 deverá ser equipado com um novo sistema de propulsão criado, produzido e testado pela Avibras, localizada em Jacareí, no interior de São Paulo – o contrato para o projeto também acabou de ser assinado.

A Avibras já desenvolveu a tecnologia necessária em conjunto com a MBDA durante o programa de remotorização dos Exocet MM40 utilizados em navios da Marinha – esse desenvolvimento já passou por três lançamentos-teste bem-sucedidos, realizados a partir da Corveta Barroso, e espera-se que os novos programas ajudem a consolidar a capacidade da indústria de defesa brasileira para absorver, aprimorar e utilizar tecnologias de ponta.

O AM39 B2M2 é a versão de última geração do míssil Exocet AM39 e substituirá o AM39 B1, em operação nos atuais helicópteros da Marinha. O sistema ar-superfície produzido pela MBDA se tornou famoso durante sua primeira utilização em combate, na guerra das Malvinas. O Exocet foi continuamente modernizado ao longo dos anos, beneficiando-se da experiência acumulada pelo uso em situações operacionais reais.

Ilustração do EC725 com AM39 em painel na inauguração da Helibras em 2-10-2012 - foto Nunão - Poder Naval

Sobre a Helibras
A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros e completou, em 2014, 36 anos de atividades. Desde a sua fundação, em 1978, a empresa já entregou mais de 750 helicópteros no Brasil, sendo 70% do modelo Esquilo, fabricado em Itajubá (MG). Em 2012, começou a produzir o modelo EC725 (militar), tendo construído uma nova linha de montagem e ampliado todas as suas instalações para esse novo programa. A Helibras é subsidiária da Airbus Helicopters, que pertence ao Airbus Group, pioneiro mundial nos segmentos aeroespacial e de serviços relacionadas à defesa. Com participação de 47% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras é líder de mercado e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sua fábrica, que emprega mais de 850 profissionais e tem capacidade de produção de 36 aeronaves por ano, produz e customiza diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. Em 2012, a empresa registrou faturamento total de R$ 351,586 milhões. Mais informações: www.helibras.com.br.

Fotex UH-15 Super Cougar MB - 10

Sobre a Airbus Helicopters
A Airbus Helicopters, antes Eurocopter, é uma divisão do Airbus Group, pioneiro mundial nos segmentos aeroespacial e de serviços relacionados à defesa. Empregando mais de 23.000 pessoas no mundo, a Airbus Helicopters é o líder mundial na fabricação de helicópteros com uma participação de 46% nos mercados civil e governamental. A frota da empresa soma cerca de 12.000 helicópteros operados por mais de 3.000 clientes em aproximadamente 150 países. A presença internacional da Airbus Helicopters é marcada por suas subsidiárias, com participação em 21 países, e por sua rede mundial de centros de serviços, treinamento, distribuidores e agentes certificados. A gama de helicópteros civis e militares da Airbus Helicopters é a maior do mundo e compõe um terço da frota global de aeronaves civis e governamentais. A principal prioridade do grupo é garantir a operação segura de suas aeronaves para os milhares de pessoas que voam mais de 3 milhões de horas por ano em seus modelos.

Sobre a AVIBRAS
Criada em 1961, a AVIBRAS é uma empresa aeroespacial privada 100% nacional. Seus principais focos são integração de sistemas, mísseis, foguetes, veículos blindados e comando & controle. Suas unidades industriais estão localizadas no Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo, nas cidades de São José dos Campos, Jacareí e Lorena.
Entre outros projetos, atualmente fornece para as Forças Armadas brasileiras o sistema de artilharia ASTROS 2020, composto de veículos blindados, foguetes, mísseis e C4I (sistema de comando & controle), mísseis para a Força Aérea Brasileira e Marinha do Brasil. A filosofia da empresa foi fundamentada no desenvolvimento de novas tecnologias aliadas ao comprometimento de seus funcionários que constituem seu maior patrimônio. Seu ponto forte é o atendimento personalizado que faz com que a tecnologia seja adequada à necessidade de cada cliente. É com essa visão que a empresa atinge seus 50 anos de existência, atuando de forma inovadora e arrojada.

Sobre a MBDA
Com presença significante em cinco países europeus e nos EUA, em 2013 MBDA alcançou um faturamento de € 2,8 bilhões, com uma carteira de pedidos, em encomendas e contratos futuros, no valor de € 10,8 bilhões. Com mais de 90 clientes das forças armadas do mundo, a MBDA é líder mundial em mísseis e sistemas de mísseis. MBDA é o único grupo capaz de projetar e produzir mísseis e sistemas de mísseis que atendem toda a gama das atuais e futuras necessidades operacionais das três forças armadas (terra, mar e ar). No total, o grupo oferece uma gama de 45 sistemas de mísseis e produtos de medidas defensivas em operação, além de 15 outros atualmente em desenvolvimento. O controle da companhia é dividido entre Airbus Group (37,5%), BAE Systems (37,5%) e Finmeccanica (25%).

Sobre o Exocet

exocets

EXOCET é uma família de produtos completa de mísseis anti-navios pesados para qualquer clima, adaptáveis a todos os tipos de plataformas. Ele é disposto em várias versões:

  • Superfície-superfície (MM) para navios
  • Ar-mar (AM) para aeronaves e helicópteros
  • Submarino-superfície (SM)
  • Terra-mar (BC) para baterias costeiras

Este míssil da MBDA possui capacidade de lançamento OTH (Over The Horizon), que permite atingir alvos a longas distâncias, e outras características operacionais, incluindo: sinais baixos, ativação tardia do localizador, modo de vôo “sea skimming” de baixa altitude, alto poder de penetração contra defesas navais aéreas modernas, identificação avançada de alvos e ECCM.

DIVULGAÇÃO: Imagem Corporativa

SAIBA MAIS:

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http://www.naval.com.br/blog/2014/04/17/novo-ec725-da-marinha-recebe-primeira-integracao-de-missil-am39-exocet/feed/ 48
NPaOc ‘Araguari’ apoia a 400ª Expedição Científica ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo http://www.naval.com.br/blog/2014/04/16/npaoc-araguari-apoia-a-400a-expedicao-cientifica-ao-arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/16/npaoc-araguari-apoia-a-400a-expedicao-cientifica-ao-arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo/#comments Wed, 16 Apr 2014 19:34:50 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62088 NPaOc Araguari

No período de 25 de março a 1°de abril, o Navio-Patrulha Oceânico (NPaOc) “Araguari” realizou a 400ª Comissão de apoio – Expedição Científica ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo, que contou com a presença de militares da Base Naval de Natal, responsáveis pela manutenção daquela Estação.

Participaram, também, pesquisadores e representantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, da Universidade Federal do Espírito Santo, da Universidade Federal do Ceará, da Universidade Federal Rural de Pernambuco e da HECO Produções, por conta da gravação de um documentário que abordará as peculiaridades e atividades desenvolvidas pelo Programa Arquipélago de São Pedro e São Paulo (PROARQUIPELAGO) da Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM).

O Arquipélago de São Pedro e São Paulo é formado por um conjunto de ilhas rochosas localizadas a cerca de 1000 km do litoral do Rio Grande do Norte, cuja área total emersa é de aproximadamente 17.000 m2. As baixas altitudes e pequenas dimensões tornaram o local um ponto crítico para a navegação, pois as ilhas são de difícil detecção a olho nu, principalmente, em condições adversas de luz e de tempo, o que veio a provocar alguns naufrágios ao longo da história.

FONTE: MB

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http://www.naval.com.br/blog/2014/04/16/npaoc-araguari-apoia-a-400a-expedicao-cientifica-ao-arquipelago-de-sao-pedro-e-sao-paulo/feed/ 0
Pentágono protesta contra ação provocativa de jato russo sobre navio dos EUA http://www.naval.com.br/blog/2014/04/15/pentagono-protesta-contra-acao-provocativa-de-jato-russo-sobre-navio-dos-eua/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/15/pentagono-protesta-contra-acao-provocativa-de-jato-russo-sobre-navio-dos-eua/#comments Tue, 15 Apr 2014 14:44:03 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62075 110923-N-FI736-094

Enquanto as tensões entre o Ocidente e a Rússia aumentam, um avião de ataque russo realizou um ato “provocativo” no último sábado contra o contratorpedeiro USS Donald Cook, em águas internacionais, informou o Pentágono na segunda-feira (14/4).

Por cerca de 90 minutos, um jato de combate russo SU- 24 fez doze passagens baixas próximas ao navio norte-americano enquanto o mesmo se encontrava em águas internacionais no Mar Negro ocidental perto a Romênia, informou o porta-voz do Pentágono, coronel Steve Warren.

Warren não disse o quão perto o avião russo chegou do Cook. Mas um oficial da Marinha dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse ao Stars and Stripes que em certo momento o jato estava a menos de mil jardas (algo como mil metros) do navio, a uma altitude de apenas 500 pés.

O jato não sobrevoou o navio diretamente, de acordo com Warren.

Warren disse que a aeronave não respondeu a várias consultas e avisos feitos pelo Cook. Não foram disparados tiros e o avião parecia estar desarmado com base em observações visuais feitas por pessoas a bordo do Cook, disse Warren.

Outro SU-24 também estava voando na área, mas não tão perto do Cook como o outro, de acordo com Warren.

” O evento terminou sem incidentes”, disse Warren.

Warren disse que o navio dos EUA nunca esteve em perigo grave, especialmente quando confrontados com duas aeronaves aparentemente desarmadas.

“O Donald Cook é mais do que capaz de se defender contra dois SU-24″.

Mas o Pentágono ainda está perturbado pelo incidente.

“Esta provocante e pouco profissional ação russa é inconsistente com os protocolos e acordos internacionais anteriores sobre a interação profissional entre os nossos militares”, disse Warren.

Warren disse que não houve comunicação entre o Pentágono e o ministério russo da Defesa desde o incidente.

O Cook chegou ao Mar Negro na quinta-feira como parte do processo dos militares dos EUA em tentar tranquilizar aliados na região, na sequência da anexação da Crimeia pela Rússia no mês passado e uma grande escalada militar russa na fronteira oriental da Ucrânia. O navio estava realizando “patrulhas de rotina” no momento do incidente e está agora no porto, na Roménia, de acordo com Warren.

Warren foi perguntado por um repórter se as ações da Rússia poderiam ter sido apenas o resultado de pilotos russos atuando de forma excessivamente agressiva por sua própria vontade.

“Eu teria dificuldade em acreditar que dois pilotos russos tomariam tal atitude por sua conta e risco”, disse ele .

O Pentágono considera este o mais recente incidente no contexto da recente anexação da região Crimeia pela Rússia e o acúmulo de dezenas de milhares de tropas russas na fronteira oriental do país.

“Nós vimos que os russos se comportando de forma não profissional e em violação das normas internacionais na Ucrânia agora por vários meses, e … estes continuados atos de provocação e de falta de profissionalismo não fazem nada para ajudar a situação na Ucrânia, que é o que nós temos pedido aos russos”, disse Warren.

O general Philip Breedlove, o comandante das forças dos EUA e da OTAN na Europa, deverá fornecer aos aliados da OTAN opções para aumentar a defesa da aliança contra a Rússia na terça-feira, incluindo a possibilidade de envio de tropas adicionais dos EUA e da realização de exercícios mais militares na região .

FONTE: Star&Stripes (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original em inglês)

VEJA TAMBÉM:

 

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http://www.naval.com.br/blog/2014/04/15/pentagono-protesta-contra-acao-provocativa-de-jato-russo-sobre-navio-dos-eua/feed/ 35
Nota da Marinha sobre matéria publicada no jornal O Dia http://www.naval.com.br/blog/2014/04/14/nota-da-marinha-sobre-materia-publicada-no-jornal-o-dia/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/14/nota-da-marinha-sobre-materia-publicada-no-jornal-o-dia/#comments Mon, 14 Apr 2014 22:07:20 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62072 Marinha_do_Brasil-logo

Senhor Editor-Chefe,

Em relação à matéria intitulada “Luxo e viagem dão indício de improbidade”, que acompanhou a matéria de capa com o título “Compra de imóvel de luxo leva MP a investigar Comandante da Marinha”, publicada no jornal “O Dia”, em 13 de abril de 2014, a Marinha do Brasil (MB) repudia, veementemente, as falsas, levianas e malignas notícias veiculadas, bem como qualquer ilação contida na reportagem que faça referência a aquisições imobiliárias do Comandante da Marinha vinculadas à compra de submarinos franceses pelo Brasil, não aceitando acusações de prática de corrupção, improbidade, desvio de caráter e de ética, decorrente de uma denúncia anônima, que não apresenta qualquer elemento de prova.

Reforça-se, conforme trecho da nota já encaminhada no dia 11 de abril à repórter HILKA TELLES e não publicada por esse jornal, que: “Em face da citada denúncia, o Comandante da Marinha enviou, oficialmente, um relatório pormenorizado ao [Ministério da Defesa] MD sobre a compra do imóvel, abordando detalhadamente: a sua situação legal à época; os compradores; o seu valor; os impostos e taxas; e a origem dos recursos financeiros. Finalmente, o MD, após analisá-lo, expediu ofício à CGU informando que considerava o assunto encerrado e que arquivaria o referido processo naquele Ministério”. Essas informações são coerentes com a Declaração de Ajuste Anual de Imposto de Renda do Comandante da Marinha.

Em relação às suas viagens ao exterior, reitera-se que “elas foram realizadas visando a participação em seminários, conferências e reuniões com outras Forças Navais, além de compor comitiva do MD, cabendo ressaltar que as mesmas foram oficiais, tendo sido realizadas a serviço, devidamente autorizadas pelo Ministro da Defesa através de Portarias publicadas no Diário Oficial da União”.

Em referência à designação de Oficiais para servir no exterior, cumpre mais uma vez esclarecer que “compete ao Comandante da Marinha, por delegação do Presidente da República, previsto em diploma legal, a nomeação e exoneração de militares para cargos e comissões no exterior”.

Cabe aqui destacar, que a informação apresentada relativa ao parentesco do Capitão-de-Mar-e-Guerra FERNANDO AUGUSTO TEIXEIRA DE PINHO, como primo da esposa do Comandante da Marinha, é falsa, pois o oficial não tem nenhum grau de parentesco com ela ou com o próprio Comandante da Marinha.

Ressalta-se, ainda, que a Marinha do Brasil não recebeu, até a presente data, qualquer documento do Ministério Público Federal (MPF) que trate de investigação sobre o tema, tendo tomado conhecimento do assunto por meio de demanda de imprensa, contendo cópia de uma Portaria do citado órgão. Outrossim, caso seja oficialmente instado a se manifestar, o Comandante da Marinha prestará todas as informações necessárias à confirmação da legalidade e legitimidade dos atos praticados.
Por fim, a Marinha do Brasil julga importante que as fundamentações supracitadas sejam divulgadas aos leitores desse jornal, de forma a dirimir qualquer margem de interpretação dúbia ou errônea que, porventura, possa ser originada por tais omissões.
Atenciosamente,

JOSÉ ROBERTO BUENO JUNIOR
Contra-Almirante
Diretor

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Senhora Jornalista,

Em atenção à sua solicitação, baseada em investigação da Procuradoria da República no Distrito Federal (PRDF), a Marinha do Brasil (MB) esclarece que:
- Não foi recebido, até o momento, qualquer documento da PRDF que trate de investigação sobre o tema.

- A suposta irregularidade no processo de aquisição do imóvel no qual o Comandante da Marinha atualmente reside, decorre de uma denúncia anônima, também protocolada na Controladoria-Geral da União (CGU), na qual lhe imputa, em termos falaciosos, levianos e desrespeitosos, supostos desvios de conduta, dentre os quais, aquele considerado o mais grave, pois ao caluniá-lo, atacando diretamente a sua honra com a acusação de enriquecimento ilícito, coloca sob suspeição a honestidade e, por conseguinte, a probidade no desempenho do cargo que ocupa. A denúncia tramitou, por ofício, da CGU ao Ministério da Defesa (MD) que, por sua vez, oficiou à Marinha do Brasil.

Em face da citada denúncia, o Comandante da Marinha enviou, oficialmente, um relatório pormenorizado ao MD sobre a compra do imóvel, abordando detalhadamente: a sua situação legal à época; os compradores; o seu valor; os impostos e taxas; e a origem dos recursos financeiros. Finalmente, o MD, após analisá-lo, expediu ofício à CGU informando que considerava o assunto encerrado e que arquivaria o referido processo naquele Ministério.

- No que concerne às viagens do Comandante da Marinha ao exterior, elas foram realizadas visando a participação em seminários, conferências e reuniões com outras Forças Navais, além de compor comitiva do MD, cabendo ressaltar que as mesmas foram oficiais, tendo sido realizadas a serviço, devidamente autorizadas pelo Ministro da Defesa através de Portarias publicadas no Diário Oficial da União.

- Em referência à designação de Oficial para servir na Organização Marítima Internacional (IMO), compete ao Comandante da Marinha, por delegação do Presidente da República, previsto em diploma legal, a nomeação e exoneração de militares para cargos e comissões no exterior. Além disso, norma interna estabelece que o interesse maior do serviço será sempre o fator preponderante na fase de decisão.

É oportuno salientar ainda que, devido à necessidade de conhecimentos específicos para a seleção de um integrante da Representação Permanente do Brasil junto a Organização Marítima Internacional (RPB-IMO), a Administração Naval procura, sempre que possível, selecionar Oficiais que sirvam no Estado-Maior da Armada (EMA), onde são tratados e acompanhados os assuntos mais sensíveis relacionados com o uso do mar, tendo sido essa a situação do referido Oficial por ocasião da designação.

Atenciosamente,
JOSÉ ROBERTO BUENO JUNIOR
Contra-Almirante
Diretor

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Lancha Patrulha de Rio começa a operar na Tríplice Fronteira http://www.naval.com.br/blog/2014/04/14/lancha-patrulha-de-rio-comeca-a-operar-na-triplice-fronteira/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/14/lancha-patrulha-de-rio-comeca-a-operar-na-triplice-fronteira/#comments Mon, 14 Apr 2014 17:26:27 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62069 Lancha de Rio

No dia 31 de março, após uma travessia de seis dias navegando na calha do Rio Solimões, de Manaus a Tabatinga, no Amazonas, a Lancha Patrulha de Rio (LPR-01), subordinada ao Comando da Flotilha do Amazonas chegou à região de Tríplice Fronteira entre o Brasil, Colômbia e Peru.

Durante todo o percurso, a Lancha teve o apoio do Navio-Patrulha Fluvial (NPaFlu) “Raposo Tavares”, com fornecimento de combustível, água e gêneros, o que possibilitou a realização da logística inerente à região amazônica.

Em Tabatinga, a LPR será empregada nas ações de patrulha naval, sob coordenação do NPaFlu “Raposo Tavares” e atuará, também, em inspeções navais coordenadas pela Capitania Fluvial de Tabatinga (CFT).

Devido a sua blindagem completa e equipamento FLIR, instalado a bordo, a operação da LPR-01 em Tabatinga garantirá maior segurança para o pessoal a bordo, além do incremento na qualidade e quantidade das abordagens às embarcações daquela região, especialmente no período noturno.

As Lanchas Patrulhas de Rio foram adquiridas na Colômbia em decorrência do contrato firmado entre a empresa Corporacion de Ciencia y Tecnologia para El Desarrollo de La Industria Naval Maritima e Fluvial e a Marinha do Brasil.

FONTE: Marinha do Brasil

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Acervo Documental da DPHDM recebe registro no Programa Memória do Mundo da UNESCO http://www.naval.com.br/blog/2014/04/14/acervo-documental-da-dphdm-recebe-registro-no-programa-memoria-do-mundo-da-unesco/ http://www.naval.com.br/blog/2014/04/14/acervo-documental-da-dphdm-recebe-registro-no-programa-memoria-do-mundo-da-unesco/#comments Mon, 14 Apr 2014 17:22:17 +0000 http://www.naval.com.br/blog/?p=62064 Certificado da UNESCO

No dia 27 de março, a “Coleção Eduardo De Martino/Guerra da Tríplice Aliança”, do acervo da Marinha do Brasil, recebeu o diploma de registro regional da Memória do Mundo da UNESCO. Essa Coleção faz parte de um conjunto iconográfico e cartográfico proposto por nove instituições arquivísticas e museus nacionais, que se reuniram no Museu Naval (RJ), sede da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

Pertencente ao acervo da Marinha do Brasil, essa Coleção reúne um conjunto de desenhos e aquarelas do artista Eduardo de Martino, que esteve na linha de frente dessa guerra.

Este é o quarto registro de acervos documentais da Marinha no Programa Memória do Mundo e o primeiro que ascendeu à relevância regional aprovado pelo Comitê Regional para a América Latina e Caribe.

Visite o Museu Naval e veja as mais de 40 imagens multimídias da Coleção na sala 6 da exposição “O Poder Naval na Formação do Brasil”. www.dphdm.mar.mil.br / www.dphdm.mb.

FONTE: Marinha do Brasil

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