Por Francisco Góes | Do Rio
Até 2013, a dinamarquesa Maersk Line terá concluído a renovação da frota de navios de contêineres que servem o Brasil. A empresa tem em curso desde 2011 um programa de investimentos de US$ 2,2 bilhões que contempla a entrega de 16 novos navios. Desse total, dez estão em operação entre a Costa Leste da América do Sul, a Ásia e a Europa. A previsão é de que os outros seis navios, todos pertencentes à classe Sammax (iniciais de South America Max), comecem a operar até o início do próximo ano.
Os Sammax são importantes na estratégia da Maersk de garantir economia de escala, disse Robbert Jan van Trooijen, presidente da Maersk Line para a América Latina. “Vemos o investimento de US$ 2,2 bilhões nos navios como um investimento para o Brasil”, diz Trooijen. Os novos navios, com capacidade de 7,5 mil TEUs (contêiner equivalente a 20 pés), estão substituindo parte da frota em operação. Mas a Maersk, a maior empresa de navegação do mundo no transporte de contêineres, não vai aumentar a capacidade total de sua frota na região. Isso porque as novas embarcações vão substituir parte da frota da Maersk hoje em operação na costa leste da América do Sul, composta por 33 navios.
Segundo Trooijen, o planejamento da nova série de embarcações, encomendadas a estaleiros na Coreia do Sul, começou em 2007. A renovação da frota é acompanhada de um esforço da Maersk em melhorar o retorno financeiro de rotas-chave, caso da América Latina, região na qual a empresa tem 15% de participação de mercado. No Brasil, a Maersk foi a terceira no ranking na navegação de longo curso, entre operações de exportação e importação, em 2011, com um market share médio de 11%.
A Maersk vem fazendo um trabalho para aumentar os preços dos fretes como forma de tornar o negócio novamente rentável. A alta de custos tem levado as empresas de navegação de contêineres a registrar prejuízos. No primeiro trimestre, a Maersk Line registrou prejuízo de US$ 599 milhões. Na política de recomposição de preços, a empresa já anunciou ao mercado novas tarifas que devem entrar em vigor em junho.
O frete para carga seca e refrigerada na rota intra-Américas, que inclui o Brasil, outros países latino-americanos e do Caribe, Canadá e Estados Unidos, vai aumentar US$ 100 por TEU a partir de 11 de junho. No dia 15 do mesmo mês, haverá aumento de US$ 500 por TEU para cargas na importação da Ásia. E na rota de exportação do Brasil para a África Ocidental o aumento será de US$ 200 por contêiner a partir de 1º de junho.
Esses reajustes dão continuidade a um movimento que começou em março e prosseguiu em abril. Os reajustes variam de acordo com a linha e os clientes, mas, em média, ficam em cerca de 30%. Os aumentos buscam compensar a alta de custos, em especial do combustível de navegação, que representa mais de 40% dos gastos das empresas de navegação. No primeiro trimestre, o bunker (o combustível usado nos navios) atingiu US$ 710 por tonelada, com alta de 9% sobre os US$ 652 por tonelada do trimestre anterior, de acordo com a Alphaliner, publicação especializada no setor.
No primeiro trimestre, porém, os aumentos nos fretes ainda não se refletiram nos resultados financeiros da Maersk. A expectativa é de que isso ocorra a partir do segundo trimestre do ano.
FONTE: Valor Econômico
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Será que haverá um navio de apoio logístico na Marinha do Brasil com o indicativo G 41? E seria esse indicativo uma possibilidade? Quais as características de dois dos concorrentes a essa possível encomenda, um da francesa DCNS e outro da espanhola Navantia? Como é o restante do perfil de um deles, desenhado por nosso colaborador José da Silva, que também é editor do site “Navios de Guerra Brasileiros”?

E que navios são esses na imagem abaixo, em que três embarcações aparecem navegando lado a lado? Parecem ser uma fragata, um navio de apoio logístico e um navio-aeródromo. Como? Uma oferta de um novo navio-aeródromo para a Marinha do Brasil? É isso que está mostrando essa concepção artística?

Para todas essas perguntas, a resposta é uma só: a revista Forças de Defesa número quatro! É lá que está uma reportagem especial sobre dois concorrentes para uma possível (e imprescindível) encomenda da Marinha do Brasil para um moderno navio de apoio logístico. Fotos (incluindo belas imagens de página dupla), características técnicas, históricos dos projetos, capacidades, ilustrações, tudo isso e muito mais você encontra numa matéria que vai da página 14 à 25, e que traz algumas surpresas muito interessantes, como essas imagens em tamanho grande.

Mas não é só de navios que se faz um novo exemplar da Forças de Defesa. Como você pode ver na reprodução do índice mais abaixo, a parte naval e aeronaval ainda traz um extenso artigo sobre os 30 anos da Guerra das Malvinas, a seção dedicada às Forças Terrestres conta toda a história sobre o projeto do carro de combate Osório, o SAS britânico, o desembarque em que o almirante Horatio Nelson recebeu o ferimento que caracterizou muitas de suas imagens para a posteridade.
Sem falar na grande reportagem sobre os programas de aquisição de caças pelo mundo neste Século XXI na seção do Poder Aéreo, a cobertura da FIDAE 2012 e muito mais!
Não espere que o número 4 se esgote, como já aconteceu com o número 2, garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço já inclui o envio pelos Correios com embalagem protetora.

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Para adquirir os números anteriores (o número 2 está esgotado), tirar dúvidas sobre outras formas de pagamento e demais informações, envie um e-mail para revista@fordefesa.com.br
Ao comprar a revista, o leitor torna-se assinante dos sites das Forças de Defesa, podendo postar comentários (desde que sejam obedecidas as boas regras de convívio) após o seu cadastramento.
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OrkutA Câmara analisa o Projeto de Lei 3538/12, do Executivo, que cria a empresa pública Amazônia Azul Tecnologias e Defesa S.A. (Amazul) para fomentar e desenvolver o setor nuclear brasileiro, especialmente na parte relativa à construção do submarino nuclear.
A nova empresa será vinculada ao Ministério da Defesa e é originária da divisão parcial da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron). Essa divisão, no entanto, precisa ser homologada pelo Conselho de Administração da Emgepron, depois de ouvido o seu Conselho Fiscal.
“A criação de uma nova empresa por cisão é a melhor alternativa para gerenciamento dos recursos humanos e a consequente retenção de conhecimento no setor, o que irá proporcionar o desenvolvimento de projetos e a construção dos meios navais necessários para que o Comando da Marinha possa melhor desempenhar sua missão constitucional”, argumentou o Poder Executivo em exposição de motivos assinada pelos ministros Celso Amorim (Defesa), Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchior (Planejamento).
O quadro de pessoal da Amazul será composto por empregados da Emgepron vinculados ao Programa Nuclear da Marinha (PNM) e transferidos para a Amazul, nos cargos para os quais fizeram concurso público; profissionais captados no mercado de trabalho, submetidos ao regime celetista, cujo ingresso se dará, obrigatoriamente, por meio de aprovação prévia em concurso público; e militares da Marinha e servidores públicos civis postos à sua disposição.
A Amazul também fica autorizada a patrocinar entidade fechada de previdência complementar, inclusive aderindo a alguma entidade já existente.
Segundo a proposta, a Amazul terá sede e foro na cidade de São Paulo (SP), e prazo de duração indeterminado, podendo estabelecer escritórios, dependências e filiais em outras unidades da federação e no exterior.
Atribuições
Entre as competências da nova empresa estão:
- implementar ações necessárias à promoção, ao desenvolvimento, à absorção, à transferência e à manutenção de tecnologias relacionadas às atividades nucleares da Marinha, ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e ao Programa Nuclear Brasileiro;
- colaborar no planejamento e na fabricação de submarinos, com a prestação de serviços de seus quadros técnicos;
- fomentar a implantação de novas indústrias do setor nuclear e prestar a assistência técnica necessária;
- estimular e apoiar técnica e financeiramente as atividades de pesquisa e desenvolvimento do setor nuclear, inclusive pela prestação de serviços;
- captar, em fontes internas ou externas, recursos a serem aplicados na execução de programas aprovados pelo comando da Marinha;
- promover a capacitação do pessoal necessário ao desenvolvimento de projetos de submarinos, articulando-se com instituições de ensino e pesquisa do país e do exterior; e
- elaborar estudos e trabalhos de engenharia, realizar projetos de desenvolvimento tecnológico, construir protótipos e outras tarefas relacionadas ao desenvolvimento de projetos de submarinos.
O governo pede urgência na aprovação do texto para garantir um quadro de pessoal qualificado. “Com o mercado altamente aquecido e a crescente procura por profissionais altamente qualificados, aumenta substancialmente a probabilidade de se perder empregados vitais para o prosseguimento do Programa Nuclear Brasileiro, em especial nas atividades estratégicas ligadas ao enriquecimento de urânio e às tecnologias de projeto e construção de reatores”.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e está sendo analisado por comissão especial.
FONTE: Agência Câmara
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OrkutNesta segunda-feira, 14 de maio, a Fragata “União” (F45) deixou o Porto de Beirute – Líbano – para realizar sua última patrulha na área de operações marítimas do Mediterrâneo. O navio, que integra a Força Tarefa-Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) desde novembro de 2011, será substituído, em 17 de maio, pela Fragata “Liberal” (F43).
A principal atividade realizada pelo navio brasileiro no Líbano é o controle do trânsito de embarcações e aeronaves, na área de operações. “Nosso navio tem que estar sempre pronto para, se necessário, abordarmos um navio suspeito. Por isso, efetuamos treinamentos constantes com nosso Grupo de Visita e Inspeção (GVI) e com o nosso Grupo de Presa (GP)”, explicou o Comandante do Navio, Capitão-de-Fragata Ricardo Gomes.
O adestramento da tripulação é uma preocupação permanente, mesmo nos dias que precedem o encerramento da participação da Fragata na FTM. Além de exercícios com o GVI/GP – quando são praticadas abordagens cooperativas e não-cooperativas – foram realizados, nos últimos dois dias, adestramentos de combate a incêndio e alagamento pelo grupo de controle de avarias do navio e de qualificação e requalificação de pouso a bordo, com o helicóptero orgânico AH-11A “Super Linx”. “Chegar até aqui nos fez revisar tudo aquilo que aprendemos, para avaliarmos a aplicabilidade de nossos procedimentos”, expôs o CF Ricardo Gomes.
Segundo o Comandante da FTM-UNIFIL, Contra-Almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith, “a participação de uma Fragata brasileira na FTM foi um grande desafio e um intenso aprendizado, onde obtivemos pleno êxito. Para a Marinha, é motivo de imenso orgulho”.
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OrkutDurante as atividades na área de operações marítimas da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL), que ocorrerá até a manhã do dia 17 de maio, a Fragata “União” realizou adestramentos de tiros diversos.
Foram disparados 50 tiros do canhão de 4.5 pol em um alvo flutuante chamado de killer tomato, distante cerca de cinco milhas náuticas (10 km) do navio. Em seguida, foram efetuados 11 disparos com os canhões de 40 mm presentes no navio.
Para participar da UNIFIL, a Fragata “União” foi equipada com quatro metralhadoras de .50 pol, utilizadas pelo Grupo de Reação a Ameaças Assimétricas, composto por 15 fuzileiros navais. O propósito do grupo é a defesa contra embarcações civis que podem se aproximar do navio com intenções adversas. Durante o exercício, as quatro metralhadoras realizaram aproximadamente 800 disparos.
O adestramento foi realizado a cerca de 50 milhas náuticas da costa do Líbano.
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OrkutCom o propósito de prover os meios aéreos integrantes do sistema de armas das Fragatas Classe “Niterói”, foi criado em 15 de maio de 1978, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque Anti-Submarino (HA-1), tendo sido ativado em 17 de janeiro de 1979.
O Esquadrão inicialmente contou com nove aeronaves Westland Sea Lynx Mk-21, designadas na MB como SAH-11 Lynx. Em 1995, as 5 aeronaves SAH-11, remanescentes do lote inicial, foram enviadas para o fabricante, para serem modernizadas na nova versão Westland Super Lynx 100 Mk-21A, passando a ter, junto com as 9 novas aeronaves, a designação AH-11A Super Lynx. Hoje o HA-1 possui doze aeronaves no seu inventário.
Em virtude da aquisição pela MB de novos navios e da flexibilidade que o Lynx demonstrou em operação, o Esquadrão recebeu a apartir de 1997, uma missão mais abrangente e teve a sua designação alterada para 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), permanecendo assim até os dias atuais.
O HA-1 executa, preferencialmente, missões de esclarecimento e ataque a alvos de superfície (ASuW) utilizando o míssil ar-superfície Sea Skua e ataques vetorados a alvos submarinos (ASW) com torpedos e cargas de profundidade, podendo ainda ser empregado em diversas outras missões a bordo dos meios da Esquadra.
O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) participa das operações aéreas pela Força Interina da ONU no Líbano (UNIFIL), cujo Comando da Força Tarefa Marítima (MTF) está a cargo do Brasil desde fevereiro.
O Super Lynx do HA-1 compõe o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) da Fragata União (F45) (e da Liberal (F43) que vai substituí-la na missão), capitânia da MTF, provendo o apoio aéreo durante as patrulhas na Operação Líbano I, com o objetivo de impedir a entrada de armas ou material conexo por via marítima para o Líbano.
O Super Lynx pode ser armado com até quatro MAS Sea Skua, para missões ASuW, além de realizar operações de VBSS (Visit, Board, Search and Seizure), MIO (Maritime Interdiction Operations) e SAR (Search and Rescue).
As aeronaves do HA-1 estão empregando o imageador térmico (FLIR) Star SAFIRE III recém adquirido, sensor passivo adequado na identificação positiva de alvos, tanto no período noturno como diurno, gerando imagens com o máximo de detalhamento a uma distância segura para a aeronave, além de possuir equipamento de Medidas de Apoio à Guerra Eletrônica (MAGE/ESM – Electronic Support Measures) Orange Crop/Racal MIR II e o potente radar 360° Seaspray 3000.
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A vida a bordo de um navio em meio a uma guerra é uma das sensações que a exposição de longa duração “A Participação da Marinha do Brasil na Segunda Guerra Mundial” provocará no público que visitar o Contratorpedeiro “Bauru” no Espaço Cultural da Marinha (ECM), a partir do dia 8 de maio, data que o Brasil comemora “O Dia da Vitória”.
A exposição ocorre dentro de uma embarcação que participou da Segunda Guerra Mundial e foi toda revitalizada para ambientalizar os visitantes nesse período e detalhar a rotina da tripulação durante essa guerra. O foco desta mostra está na Campanha do Atlântico – conjunto de combates navais ocorridos no Oceano Atlântico entre os Aliados e seus inimigos impedindo o transporte marítimo, que era essencial à economia do País – e a razão do Brasil ter entrado na Segunda Guerra.
Apoiada pelo Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD), a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha realizou a revitalização desta exposição museográfica no Contratorpedeiro de Escolta Bauru.
Um dos últimos remanescentes de sua classe ainda existente, o Bauru foi adquirido pela Marinha do Brasil em 1944 e desde 1982 está docado no ECM, como Navio-Museu.
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OrkutO Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia” realizará, no período de 21/05 a 02/08, a Comissão Haiti XIV, terá como missão transportar material da Força de Fuzileiros da Esquadra e do Exército Brasileiro, a fim de contribuir com o esforço logístico em apoio ao contingente brasileiro da Missão de estabilização das Nações Unidas no Haiti.
A carga total a ser transportada é de cerca de 260 toneladas, composta de viaturas e contêineres, e se destina a suprir os contingentes de tropas brasileiras no Haiti e substituir o material que será repatriado e que necessita de reparos e manutenções de grande monta.
A partida do navio, programada para o dia 21/05, ocorrerá na Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ).
Além do destino principal, Porto Príncipe, o navio aportará, por motivos logísticos, nos portos de Natal-RN, Itaqui-MA, Fortaleza-CE e Salvador-BA, no Brasil e Norfolk, Yorktown, dos Estados Unidos, San Juan, de Porto Rico, no exterior. Na capital haitiana está prevista a permanência do navio por três dias.
O NDCC “Almirante Sabóia”, incorporado à Marinha do Brasil em 2009, é um navio de 137,5 metros de comprimento, e com 6.750 toneladas de deslocamento, e possui o seguinte emprego:
- Realizar o transporte de carga e tropa, transbordos de pessoal, Movimento Navio-Terra (MNT), por superfície ou helitransportado, abicagens e Operações Aéreas, podendo ainda realizar, com restrições, lançamentos e recolhimentos de Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf), a fim de contribuir para a realização de Operações Anfíbias, Ribeirinhas e de Apoio Logístico Móvel.
O término da missão no Haiti e o retorno do NDCC “Almirante Sabóia” ao Rio de Janeiro está previsto para agosto de 2012.
Os órgãos da mídia interessados em cobrir a saída do navio poderão credenciar-se previamente junto ao Comando da Força de Superfície pelos telefones (21) 2189-1940 ou (21) 7699-8710 (Primeiro-Tenente Paulo Sérgio) ou pelo e-mail: paulo.sergio@forsup.mar.mil.br.
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A Universidade de São Paulo (USP) repassou o navio oceanográfico de pesquisas Professor W. Besnard para a Prefeitura de Santos. A embarcação que durante 45 anos contribuiu para o desenvolvimento científico e exploração oceânica do país, deve integrar o museu marítimo. O quipamento está previsto no Projeto Porto Valongo Santos – que será instalado na área dos antigos armazéns 1 a 8, no Centro Histórico.
A transferência do naio será possível porque a instituição universitária incorporou uma nova e mais moderna embarcação de pesquisas, o Alpha Crusis.
A proposta para o uso do ‘ Professor Besnard’ foi feita pelo prefeito João Paulo Tavares Papa, nesta segunda-feira, a professora Elisabete Saraiva, do Instituto Oceanográfico (IO), da universidade, durante a assinatura do convênio entre a USP e a Codesp. O ato oficializou o repasse ao instituto do armazém 8, na faixa do cais do Valongo.
“A direção da USP tem toda vontade que o navio fique em Santos e seja aberto à visitação, para que as novas gerações possam conhecer um pouco de sua história”, disse Elisabete. As bases do acordo para o repasse do navio serão discutidas durante reunião entre representantes da USP e da prefeitura, que deve acontecer nos próximos dias.
O ‘Professor W. Besnard’ tem uma grande folha de serviços prestados à comunidade científica. Entre elas, as mais importantes foram as seis missões na Antártida, onde eram realizadas pesquisas marinhas e meteorológicas. A última aconteceu em 1988. Construído em 1966, em Bergen, na Noruega, o navio tem capacidade para 17 pesquisadores, além da tripulação.
“O projeto foi desenvolvido a partir de projeto da Faculdade de Engenharia da USP. Portanto, podemos dizer que é um navio exclusivamente brasileiro”, destaca Elisabete.
Em 2008, quando estava fundeado na baía de Guanabara, no Rio, um incêndio atingiu o navio, encurtando sua vida útil. Foi a última missão do ‘Besnard’. O tempo de serviço e as avarias fizeram com que a USP decidisse aposentar o ‘Professor Besnard’, que está atracado no cais entre os armazéns 7 e 8.
FONTE: A Tribuna de Santos
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OrkutCENTRO DE INSTRUÇÃO ALMIRANTE GRAÇA ARANHA
Rio de Janeiro, 16 de maio de 2012.
O Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA) participa que o aluno CAIO AUGUSTO CASTRO COSTA, 18 anos, do 1° ano da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM), foi encaminhado para o Hospital Naval Marcílio Dias (HNMD) no dia 14 de maio, por volta das 22h30, apresentando febre elevada e mal estar.
Após avaliação, foi identificado grave quadro infeccioso, sendo internado em isolamento na UTI. Infelizmente, apesar de todos os cuidados, o militar veio a falecer às 23h20 de ontem (15). Exames laboratoriais estão em andamento, a fim de estabelecer o agente causador da infecção.
Medidas profiláticas necessárias, na área do CIAGA, foram adotadas conforme orientação do HNMD em coordenação com os órgãos de saúde pública.
A família do aluno falecido está recebendo o apoio total da Marinha do Brasil, nesse momento de extrema dor.
Assessoria de Comunicação Social do CIAGA
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Custo de frete menor do que o caminhão, integridade da carga e redução das emissões de gás carbônico. São com esses benefícios que as empresas de transporte marítimo tentam atrair clientes para os navios que trafegam nas águas brasileiras.
Hoje, cerca de 15% das cargas transportadas no país usam a navegação costeira. Já o modal rodoviário representa mais de 60% da matriz de transporte do Brasil.
Para o diretor executivo da Hamburg Süd, Julian Thomas, a cabotagem tem muito o que crescer no país, mas esbarra na falta de infraestrutura dos portos brasileiros e nos custos de operação, hoje muito mais altos que o do caminhão.
“O que mais pesa no custo operacional é realmente o combustível, cerca de 60%. Para navegação o preço de referência é cotado em Roterdã e uma tonelada de bunker (conteiners), chega a US$ 690, o maior da história”, explica o executivo.
Em 2009, recorda ele, no auge da crise econômica mundial, o combustível era cotado a US$ 450 a tonelada.
No caminho inverso, o caminhão tem o diesel que é subsidiado pelo governo federal. Hoje, o preço do combustível é de cerca de R$ 2 o litro.
“A cabotagem tem um potencial enorme para crescimento no país. Mas, temos que nos desdobrar para trazer para os navios cargas que são transportadas pelo caminhão. Somos economicamente mais viáveis em grandes distâncias, emitimos menos poluentes e somos mais seguros”.
Em distâncias acima de 1,5 mil quilômetros entre a origem e o destino, a navegação costeira é até 15% mais barata que o transporte rodoviário. “Há cargas que já migraram para a navegação, como o arroz. Hoje, 100% do arroz é transportado por navio”, disse Thomas.
Com o aumento do interesse pela cabotagem, a concorrência entre as empresas que realizam esse serviço no Brasil está mais acirrada.
A Aliança Navegação e Logística é quem lidera o setor, seguido pela Log-In Intermodal. A Aliança, que é a subsidiária brasileira do armador alemão, Hamburg Süd, tem dois serviços de cabotagem, cada um com quatro navios. Já a Log-In nasceu para a navegação costeira.
“O serviço para Manaus geralmente é o que tem menos capacidade ociosa. Cerca de 40% das cargas que chegam nas empresas da região são transportadas por navios. Mas, a volta tem muito o que crescer ainda”, disse o executivo. A empresa tem oito navios em operação.
Mas, mesmo com o cenário adverso, Thomas acredita que o frete no serviço deve apresentar uma recuperação este ano.
Segundo ele, as medidas macroprudenciais adotadas pelo governo federal para estimular a economia serão sentidas no segundo semestre deste ano. E com a indústria em pleno vapor o transporte por navios pode ser mais demandado.
“O primeiro trimestre a economia brasileira estava estagnada, isso fez os volumes transportados ficarem iguais ao do ano passado. Mas, já percebemos que o setor industrial está se recuperando comprando mais matéria prima.” Ele acredita que o a cabotagem no país vai crescer cerca de 8% este ano em relação a 2011.
FONTE: Brasil Econômico/Ana Paula Machado
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Todos os detalhes da resposta a esta pergunta estão na revista Forças de Defesa número 4, que também traz uma entrevista exclusiva e reveladora com um dos engenheiros que trabalharam no projeto, Reginaldo Bacchi. Clique aqui para sentir mais um “gostinho”, no site das Forças Terrestres, desta matéria imperdível do novo exemplar da revista.
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OrkutTerminou na última quinta-feira (10.05) o III Simpósio das Marinhas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizado no período de 8 a 10 de maio, na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro. Na cerimônia de encerramento, foi realizada a leitura da ata final do encontro, assinada posteriormente pelos delegados das Marinhas dos países participantes – Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Na ocasião, o Chefe da Delegação de Cabo Verde, Tenente-Coronel Antônio Duarte Monteiro, convidou todos os países para o IV Simpósio das Marinhas da CPLP, a ser realizado em seu país, em 2014. Durante a cerimônia, houve ainda o descerramento da placa alusiva ao evento e palavras finais do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.
Em seguida, os integrantes das delegações se dirigiram ao Comando de Operações Navais, onde conheceram o Centro de Comando do Teatro de Operações Marítimo (CCTOM). A visita se estendeu ao Comando do Controle Naval do Tráfego Marítimo (ComCoNTraM), com a apresentação dos sistemas usados pela Marinha do Brasil para o monitoramento de navios e embarcações pesqueiras.
À tarde, as delegações visitaram quatro navios construídos no Brasil: o Aviso de Patrulha “Albacora”, o Navio-Patrulha de 200t “Grajaú”, o Navio-Patrulha de 500t “Macau” e a Corveta “Barroso”. Após assistirem as apresentações sobre as principais características de cada navio, delegados e assessores conheceram os principais compartimentos das embarcações.
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OrkutNa semana passada, durante o III Simpósio das Marinhas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) realizado na Escola de Guerra Naval, foram feitas várias conferências para discussão dos temas do encontro.
No dia 8, terça-feira, o Prof. Dr. Antônio Celso Alves Pereira ministrou a Conferência “Reforço na fiscalização conjunta das águas jurisdicionais”. Para o conferencista, a CPLP é um dos fóruns internacionais mais importantes para os países que a compõem devido à possibilidade de cooperação em diversos âmbitos, do desenvolvimento de projetos em diferentes campos a reuniões setoriais, como o III Simpósio das Marinhas da CPLP.
Entre as delegações presentes, a Marinha de Guerra de Angola tratou do papel relevante da Marinha no desenvolvimento das economias dos países africanos e ressaltou a importância do Golfo da Guiné. Em seguida, a Guarda Costeira de Cabo Verde abordou os desafios impostos ao país devido à extensão de seu espaço marítimo e apresentou os meios dos quais dispõe para garantir a segurança marítima na região.
Dando continuidade às apresentações, a Marinha de Guerra de Moçambique tratou do impacto da pirataria e dos crimes marítimos no Oceano Índico, como o aumento dos custos de transporte de mercadorias pelo mar, esclarecendo as ações tomadas pelo país para solucionar este problema.
Posteriormente, a Marinha Portuguesa também destacou a extensão do mar português, que corresponde a 19 vezes o território nacional, e o duplo uso do mar, o militar e o não militar, além de ressaltar a importância da produção, disseminação e integração das informações para garantir o pleno uso do mar entre os países membros. Em seguida, a Guarda-Costeira de São Tomé e Príncipe apresentou a missão, a situação atual e as necessidades futuras da Força, visando o seu fortalecimento e desenvolvimento.
Na quarta-feira (9), no segundo dia de conferências, houve a apresentação do Chefe da Delegação do Componente Naval da Força de Defesa do Timor-Leste, que tratou do processo de desenvolvimento e do planejamento futuro da Força Naval, criada há dez anos.
Em seguida, o Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, iniciou sua apresentação destacando a segurança marítima como um tema crucial não só para a CPLP, mas para toda comunidade internacional. Segundo o Almirante Moura Neto, a segurança marítima está presente desde o tempo de paz e exige preparo constante e emprego permanente, estando relacionada à garantia dos interesses e da soberania nacional nas águas jurisdicionais de cada país.
Sobre a cooperação com os países da CPLP, o Comandante da Marinha do Brasil lembrou que a intensificação das relações com os países de língua portuguesa é indicada na Política de Defesa Nacional como uma das prioridades da política externa do País.
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OrkutClique na imagem para acessar o ‘Xat’ do Poder Naval e conversar em tempo real com outros entusiastas, estudiosos e profissionais da área.
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Uma expedição binacional das Marinhas do Brasil e do Chile detectou vazamento de combustível em um iate brasileiro que naufragou há um mês na Antártica com quatro passageiros a bordo. Eles faziam um documentário e foram resgatados ilesos.
A embarcação Mar Sem Fim afundou na baía Fildes, a 500 m da costa chilena, a uma profundidade de 10 m a 12 m, levando em seus tanques 8 mil l de combustível. Uma quantidade não informada desse combustível foi liberado nas águas antárticas, segundo a expedição binacional.
“Nove homens da Armada do Chile e da Marinha do Brasil entraram nas águas antárticas para verificar os níveis de contaminação na área onde está afundado o iate brasileiro”, destacou a Marinha chilena em um comunicado.
Nessa expedição “se confirmou um vazamento de combustível diesel proveniente dos tanques da embarcação, que armazenam um total aproximado de 8 mil litros. Além disso, foram retirados os resíduos sólidos produtos do naufrágio, como tonéis de benzina vazios, flutuadores e cilindros de gás que estavam presos no gelo”, acrescentou o texto. Os homens tentam selar os tanques para evitar que o diesel continue vazando, explicou o capitão de fragata Eduardo Rubillar à Televisão Nacional do Chile.
“A ideia é trazer o iate à tona e selar seus tanques”, disse Rubillar. O iate naufragou em 7 de abril passado devido a uma compressão do gelo e das condições climáticas adversas. A embarcação levava quatro brasileiros que faziam um documentário sobre a navegação e a paisagem da Antártica. Eles foram resgatados três dias depois do naufrágio por militares de uma base antártica chilena situada 1,2 mil km ao sul do continente americano.
FONTE:AFP, via Terra
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O Ministério da Defesa do Reino Unido deve abandonar os planos para comprar o seu caça preferido para os novos porta-aviões da Royal Navy em uma situação bastante embaraçosa para o Primeiro Ministro David Cameron.
O primeiro-ministro, pessoalmente, endossou a decisão pela adoção de catapultas e sistema de parada por cabos (meio convencional) nos porta-aviões para que fosse possível empregar a versão naval do caça F-35 Joint Strike (JSF).
Mas o custo para converter os porta-aviões britânicos já atingiu a marca de 2 bilhões de libras esterlinas e modelo do JSF que Downing Street gostaria segue atolado em atrasos e problemas técnicos.
A aeronave não estará pronta antes de 2023, na melhor das hipóteses, forçando o governo a reverter sua decisão para os planos originais do governo dos ‘Trabalhistas’ para compra do modelo STOVL, menos capaz.
Philip Hammond, secretário de Defesa, deve fazer um anúncio na Câmara dos Comuns na quinta-feira explicando a reviravolta, que foi aprovada pelo Conselho de Segurança Nacional na terça-feira.
Ele tinha a esperança de persuadir Downing Street para fazer o movimento no final de Março, para que o Ministério da Defesa pudesse finalizar seu orçamento antes do início do novo ano fiscal. Mas Cameron havia vetado o movimento, insistindo na realização de uma nova análise dos custos pelo Tesouro, enquanto o Ministério da Defesa deveria verificar os seus próprios cálculos mais uma vez.
Agora o Primeiro Ministro teve que aceitar a posição de Hammond, e vai enfrentar provocações dos Trabalhistas, que denunciaram o “upgrade” do JSF quando ele foi inicialmente anunciado com certo furor durante a “2010 strategic defence and security review” (SDSR).
“A decisão de voltar foi bem clara”, disse uma alta fonte da Defesa. “O governo não pode aceitar os atrasos. Uma vez que os fatos haviam mudado, que seria errado seguir em frente. Os ministros sempre disseram que não teriam medo de mudar de rumo.”
O governo vai argumentar que haverá benefícios se a decisão for tomada agora. Desconsiderando a conversão dos porta-aviãoes para lançamento por catapultas e recuperação poe cabos, o primeiro deles poderá estar pronto para o serviço em 2018, dois anos antes do previsto.
Embora a Marinha não vá ter o JSF que queria, o modelo alternativo já está em produção e o Ministério da Defesa pode receber a primeira aeronave em 2016.
Mas o anúncio é um “tiro no pé” de Cameron e do seu vice, Nick Clegg.
A decisão sobre quais dos modelos seriam empregados nos dois novos porta-aviões da classe Queen Elizabeth foi um dos anúncios mais significativos na SDSR e veio conjuntamente com os cortes no orçamento para as três Forças Armadas. O porta-aviões Ark Royal foi retirado de serviço juntamente com a frota de jatos Harrier, para economizar o dinheiro que seria necessário para financiar o programa dos novos porta-aviões.
Cameron forçou os militares a abandonar a versão F-35B do JSF, uma aeronave que pode decolar e pousar como o Harrier. Em vez disso, ele e Clegg escolheram o F-35C, que tem um maior alcance e pode carregar mais armas.
Explicando a decisão para os parlamentares britânicos, Cameron disse que os Trabalhistas tinham conseguido isso “muito mal”, e insistiu em mudar o projeto dos porta-aviões para uma versão convencional, facilitando a cooperação com as marinhas da França e dos EUA.
Uma fonte disse haver distância entre esta argumentação e o Ministério da Defesa, informando que tratava-se de uma “jogada para a torcida”, mas admitiu que os custos e os atrasos da variante naval do JSF – e os recursos que seriam necessários para converter os navios – foram impostos a Hammond. A Marinha espera que o segundo porta-aviões, que estava previsto para ser docado assim que fosse concluído, agora espera colocá-lo em serviço.
Jim Murphy, a sombra do secretário de Defesa, criticou repetidamente o SDSR, e disse que a confusão sobre qual JSF representa uma “completa bagunça de autoria dos ministros”.
“A política caótica do governo em relaçõa aos porta-aviões mina toda a sua credibilidade em relação ao assunto ‘defesa’. Esta é uma humilhação pessoal para David Cameron, que terá que voltar para a política do Partido Trabalhista, que ele anteriormente condenou. Este é um elemento de vital importância estratégica do programa de reequipamento militar e da dependência milhaes de empregos e os ministros trataram com incompetência arrogante.
“Acabar com a frota de Harriers para deixar a Grã-Bretanha sem aeronaves para voar a partir de porta-aviões por menos uma década parece cada vez mais inexplicável. Precisamos de um plano para restaurar o poder e o pretígio da Grã-Bretanha no mar, que foi tão prejudicado pela revisão, e há questões cruciais tanto em relação a custos como em capacidade que os ministros devem respondetr. ”
O governo argumenta que as críticas dos Trabalhistas são oportunistas, apontando um buraco negro de £ 38 bilhões do orçamento da Defesa deixado pelo governo anterior.
FONTE: Guardian
TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Naval
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