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vinheta-clipping-naval“As coisas não ficarão assim por muito mais tempo!”. A frase foi pronunciada na última terça-feira, 2, pela presidente Cristina Kirchner em alusão ao controle britânico sobre as Malvinas, arquipélago do Atlântico Sul reivindicado desde 1833 pela Argentina. Cristina, durante as cerimônias realizadas nesta terça-feira, dia de comemoração do veterano da Guerra das Malvinas – e dos 31 anos do desembarque das tropas do ditador Leopoldo Fortunato Galtieri nas ilhas – exigiu que Londres sente à mesa de negociações para discutir a entrega do arquipélago à administração da Argentina, país que dominou esse território durante treze anos, entre 1820 e 1833.

“É uma incongruência”, sustentou Cristina, em referência aos 180 anos de posse britânica das ilhas, às quais denomina de “anacrônico encrave colonial” e de “lacraia que envergonha a Humanidade”.

Cristina fez um discurso cheio de acusações à Grã-Bretanha na cidade de Puerto Madryn, na província patagônia de Chubut. A presidente citou como verdadeiros rumores da época da Guerra das Malvinas (1982), sustentando que Londres havia “ameaçado” bombardear Rio Gallegos, onde morava na época com seu marido, Nestor Kirchner, onde ainda existe a base aérea de onde partiam aviões argentinos que combatiam sobre as ilhas.

A presidente argentina intensificou as reivindicações sobre as ilhas a partir de 2009, ano no qual companhias britânicas iniciaram a exploração de petróleo na plataforma marítima ao redor das Malvinas. No ano passado, quando comemoraram-se os 30 anos da guerra, ela aumentou as pressões internacionais nas esferas diplomáticas.

Há poucas semanas, um referendo realizado nas Malvinas indicou que os “kelpers” (denominação dos ilhéus) indicaram de forma quase unânime que pretendem continuar sob a administração de Londres. Em Buenos Aires, o governo argentino indicou que a votação era “ilegal”. Cristina exige que Londres sente à mesa das negociações, embora sem a presença dos kelpers, ignorados pelo governo argentino.

Acompanhada de grande parte de seu gabinete de ministros, governadores, lideranças parlamentares, além de representantes de organizações de veteranos de guerra alinhados com o governo, Cristina acusou Londres de “militarizar” o Atlântico Sul. Segundo ela, a Argentina, ao contrário da Grã-Bretanha, pretende lançar em breve um “navio científico” que navegará na região.

Neste ano a cerimônia coincide com o recente pedido feito pela presidente argentina ao papa Francisco (o cardeal argentino Jorge Bergoglio) para que o Vaticano ajude Buenos Aires a intermediar nas negociações que Cristina pretende estabelecer com o governo britânico de David Cameron.

A presidente destacou que seu governo pretende investigar o DNA dos restos mortais de 123 soldados argentinos que morreram nos combates nas ilhas e que nunca puderam ser identificados. “São soldados argentinos somente conhecidos por Deus”, disse a presidente, em referência aos soldados argentinos enterrados pelos britânicos no cemitério de Port Darwin.

Cristina Kirchner também acusou a Grã-Bretanha de insistir na posse das Malvinas “para esconder os problemas econômicos” que o governo Cameron enfrenta.

FONTE: O Estado de S. Paulo

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Nova tabela de soldos das Forças Armadas

nova tabela de soldas das forcas armadas

Tabela foi publicada pelo site “correio24horas” ontem (dia 2/3), quando começou a ser paga a primeira parcela. Veja matéria completa do site das Forças Terrestres.

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O Navio-Veleiro “Cisne Branco” da Marinha do Brasil atracará no pvinheta-clipping-navalorto de Natal na próxima quinta-feira (4), às 10h, e estará aberto à visitação pública nos dias 5 e 6 de abril, nos horários entre 14h e 17h. A entrada é gratuita. A sua missão é representar o Brasil em eventos náuticos nacionais e internacionais, divulgar a mentalidade marítima na sociedade civil e preservar as tradições navais. 
O “Cisne Branco” é um veleiro de grande porte, construído em Amsterdã, Holanda, pelo Estaleiro Damen. Teve sua quilha batida em 9 de novembro de 1998, tendo sido lançado ao mar e batizado em 4 de agosto de 1999, entregue à Marinha do Brasil em 4 de fevereiro de 2000. Realizou sua viagem inaugural, na travessia comemorativa dos “500 anos de Descobrimento do Brasil”, cruzando o Atlântico da mesma forma que o fez Pedro Álvares Cabral, no ano de 1500. O projeto do “Cisne Branco” inspira-se nos desenhos dos últimos “Clippers” construídos no final do século XIX.
A construção do navio ocorreu em tempo recorde – um ano e três meses – e teve, como principal propósito, permitir ao Brasil participar com um navio de propulsão à vela da histórica travessia comemorativa dos 500 anos do seu descobrimento.

Características do navio 

Tripulação: 57 militares 
Comprimento Total: 76,0 m
 
Largura: 10,5 m
Altura do Mastro Grande: 46,4 m / 152,2 pés
 
Deslocamento: 1.038 ton
 
Velocidade máxima à vela: 32 km/h
 
Velocidade máxima a motor: 20 km/h

Fonte: AssComSoc do Com3ºDN

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O Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Garcia D’Avila” realizará, no período de 03/04 a 20/05, a Comissão Haiti XVI e terá como missão transportar material da Força de Fuzileiros da Esquadra e do Exército Brasileiro, a fim de contribuir com o esforço logístico em apoio ao contingente brasileiro da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH).

Desde 2004, quando chegou o primeiro contingente de tropas brasileiras no Haiti, navios da Marinha realizam viagens de Apoio Logístico, como a Comissão Haiti XVI, que são essenciais para a continuidade das operações de paz desenvolvidas naquele País.

A partida do navio, programada para o dia 03/04, ocorrerá na Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ), às 17 horas.

Além do destino principal, Porto Príncipe, o navio aportará, por motivos logísticos, no porto de San Juan, em Porto Rico. Na capital haitiana está prevista a permanência do navio por três dias.

O NDCC “Garcia D’Avila” tem como principais características:

  • 140,5 metros de comprimento, 19,5 metros de boca e 4,50 metros de calado, com deslocamento de 8.751 toneladas (carregado);
  • propulsão a diesel (2 Motores de Combustão Principal Mirrlees Black Stone, HPC Vickers e Bow-Thruster); e
  • armamento constituído de  2 metralhadoras Gamb-01.

Possui o seguinte conceito de emprego:

a) em situação de conflito: transportar e desembarcar pessoal e material em proveito de operações diversas, em especial de Operações Anfíbias, com emprego de rampas de proa e de popa; e

b) em situação de paz: transportar pessoal e material em Operações de Paz; transportar pessoal e material em Operações Humanitárias; transportar pessoal e material, em apoio ao emprego de força, para Garantia da Lei e da Ordem; realizar transporte para Apoio Logístico dos Distritos Navais; contribuir para o adestramento e formação do pessoal; e realizar ações de presença em portos que atendam às necessidades da política externa brasileira.

Os órgãos da mídia interessados em cobrir o suspender do navio poderão credenciar-se previamente junto ao Comando da Força de Superfície pelos telefones (21) 2189-1940 ou (21) 7699-8710 (Tenente Paulo Sérgio) ou pelo e-mail: [email protected], ou a partir das 15:00h do dia 03 de abril na Base Naval do Rio de Janeiro localizada na Ilha de Mocanguê – Niterói – RJ.

DIVULGAÇÃO: Comando da Força de Superfície

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Após a primeira escala no Havaí, o navio de combate litorâneo (LCS) USS Freedom, da Marinha americana, chegou na última quinta-feira (28) à ilha de Guam para um desdobramento de oito meses no Sudeste Asiático.

Essa será a primeira missão do Freedom na área de jurisdcição da 7ª Frota da Marinha americana. Durante a passagem do LCS pela ilha, o navio passará por manutenção e será aberto para visitação, e os tripulantes realizarão trabalhos voluntários com a comunidade local.

A área de atuação da 7ª Frota compreende 48 milhões de milhas quadradas, que vão da Linha Internacional da Data a oeste, até a costa da Índia a leste. O LCS se juntará a um contingente de aproximadamente 100 navios e submarinos que cobrem a região

Durante o desdobramento na Ásia, o USS Freedom participará da International Maritime Defence Exhibition (IMDEX), entre os dias 14 e 16 de maio deste ano, além de manobras.

FONTE: Naval Today (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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O presidente da estatal russa United Shipbuilding Corporation, Andrei Dyachkov, declarou ontem (01) que o terceiro submarino estratégico de propulsão nuclear da classe Borei (Projeto 955) começará a fase de provas de mar em junho deste ano, no Mar Branco. O Vladimir Monomakh foi lançado em dezembro do ano passado, e a previsão é de que seja comissionado em 2014.

O primeiro navio do Projeto 955, Yury Dolgoruky, foi comissioado à Frota do Norte em janeiro deste ano, e o segundo, Alexander Nevsky, deve ser entregue até o fim de 2013, segundo informaçõs concedidas pela Marinha russa à RIA Novosti.

O Alexander Nevsky está em fase de provas de mar desde 2012 no estaleiro Sevmash. Os testes deste ano serão combinados com os dos mísseis balísticos Bulava, desenvolvidos para serem o sistema de armas principal da classe Borei. Os quatro primeiros submarinos levarão 16 mísseis cada um.

O estaleiro Sevmash deve começar ainda este ano a construção de dois navios do projeto modernizado (955A), o Alexander Suvorov e o Mikhail Kutuzov, capazes de transportar 20 mísseis Bulava. A previsão é que os oito submarinos nucleares sejam entregues à Marinha russa até 2020.

A classe Borei se tornará a peça-chave da força de submarinos russa, e substituirá as classes Typhoon (Projeto 941), Delta-3 e Delta4 (Projeto 667), já obsoletas.

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FONTE: RIA Novosti (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Cleared for public release by Lt.Cmdr. Terry Dudley, USS Kitty Hawk Public Affairs Officer

vinheta-clipping-navalAs tensões na Península Coreana sugerem que qualquer provocação ou exagero pode levar a um conflito de proporções inimagináveis. No fim da tarde de ontem, a Marinha dos Estados Unidos anunciou o envio do contratorpedeiro USS Fitzgerald — equipado com o sistema de mísseis Aegis — e uma estação de radar em banda X (SBX, pela sigla em inglês) para a costa da Coreia do Norte. A decisão se segue à mobilização de bombardeiros B-2 Spirit e de caças F-22 Raptor e à realização de testes militares conjuntos com a Coreia do Sul. O USS Fitzgerald participava dos exercícios e foi transferido para o sudoeste da Península Coreana, em vez de retornar à base de origem, no Japão. “O deslocamento (do navio) é uma iniciativa prudente, para oferecer mais opções de defesa antimísseis, se forem necessárias”, confidenciou uma autoridade norte-americana à agência France-Presse, sob condição de anonimato.

Ao mesmo tempo que as manobras militares aconteciam, a Casa Branca colocava em xeque a ameaça representada pelo ditador Kim Jong-un, que declarou guerra ao vizinho e prometeu “dissolver” o território norte-americano. “Apesar da dura retórica que estamos ouvindo de Pyongyang, não estamos vendo mudanças na posição militar norte-coreana, como mobilizações em larga escala e posicionamento de forças”, afirmou o porta-voz da Presidência dos Estados Unidos, Jay Carney. “Não vimos ação que apoie a retórica. (…) Deixo para os analistas avaliarem o significado desta desconexão entre a retórica e as ações”, acrescentou.

A presidente sul-coreana, Park Geun-hye, não parece disposta a esperar por sinais concretos. Ela aumentou ontem o tom beligerante e mandou um recado claro e direto aos vizinhos comunistas. “A razão da existência do Exército é proteger o país e o povo de ameaças. Se houver qualquer provocação contra a Coreia do Sul e contra seu povo, haverá uma resposta poderosa e imediata, sem quaisquer considerações políticas”, declarou. “Como comandante em chefe das forças armadas, eu confio no julgamento dos militares sobre provocações abruptas e de surpresa, por parte da Coreia do Norte. (…) Por favor, cumpram com sua missão de zelar pela segurança do povo, sem se distrair um minuto”, emendou a presidente, citada pela agência de notícias Yonhap.

“É preciso ter em mente que tanto Park quanto o norte-coreano, Kim Jong-un, são líderes novos e tentam estabelecer sua credibilidade, por meio da liderança militar. Na prática, a presidente da Coreia do Sul terá a palavra final sobre uma eventual retaliação”, afirmou ao Correio Steven Weber, professor de ciência política e de relações internacionais da Universidade da Califórnia-Berkeley. Ele alerta para o risco de os envios do radar e do destróier à costa norte-coreana serem interpretados como um convite à guerra. “As manobras defensivas de um país geralmente parecem ofensivas para o outro lado”, observa.

Diretor do Centro para Estudos Coreanos da Universidade de Columbia, em Nova York, o historiador Charles K. Armstrong adverte que uma resposta poderosa de Seul a uma provocação de Pyongyang, ou até mesmo um ataque preventivo, poderia escalar a tensão até uma guerra aberta. “Seria uma catástrofe para ambas as Coreias”, sustenta, em entrevista por e-mail. Ele também aposta que o regime de Kim Jong-un vai considerar a presença do radar naval norte-americano e do destróier como uma “ação provocativa” e mais um sinal da “política hostil” americana para com a Coreia do Norte. Um cenário que, segundo Armstrong, obrigará Pyongyang a intensificar ainda mais suas ameaças, levando os Estados Unidos a anunciarem novas ações militares. Um círculo vicioso perigoso e imprevisível.

Armas nucleares

Em sua edição de ontem, o jornal The Washington Post afirmou que autoridades norte-americanas e especialistas independentes concluíram que a Coreia do Norte deu passos incomuns para ocultar detalhes da arma nuclear testada em fevereiro. Duas análises da detonação de 12 de fevereiro confirmam que os efeitos da explosão foram excepcionalmente contidos, com poucos traços radioativos liberados na atmosfera. Um provável indicativo de mudança do projeto da bomba atômica, com o uso de urânio altamente enriquecido em seu núcleo.

Ponto de vista

Jogo perigoso e barganha

“Os norte-coreanos têm um histórico de provocar a Coreia do Sul, inclusive com ataques mortíferos contra alvos menores. A melhor forma de pensarmos sobre o panorama na Península Coreana é visualizarmos uma competição de tomada de riscos. Pyongyang tenta levantar o perigo de uma guerra, a fim de aumentar o seu poder de barganha. Trata-se de um jogo perigoso, que funcionou no passado. Os EUA farão tudo o que puderem para melhorar sua capacidade de defesa na região, enquanto tentam se abster de realizar manobras que possam ser consideradas agressivas e provocadoras, por parte da Coreia do Norte.”

Steven Weber – Professor de ciência política e relações internacionais da Universidade da Califórnia-Berkeley

Uma situação muito perigosa

“Eu não acho que a Coreia da Norte deliberadamente tentará provocar o Sul. No entanto, ela pode responder ao que vê como provocação — exercícios militares sul-coreanos no mar, por exemplo — com algum ataque em pequena escala. Isso é o que a Coreia do Norte fez em novembro de 2010, quando bombardeou uma ilha sul-coreana. Infelizmente, o que cada lado vê como dissuasão é visto pelo outro lado como provocação. Permanecemos em uma situação muito tensa e perigosa. A Coreia do Sul adotou, desde ontem, um novo nível de retórica. Em parte, é uma tentativa da presidente Park Geun-hye de mostrar que ela é uma líder forte e que se levantará contra as ameaças norte-coreanas.”

Charles K. Armstrong – Professor de história e diretor do Centro para Estudos Coreanos da Columbia University (em Nova York)

Um “espião” em alto-mar

A estação de radar em banda X pode rastrear e avaliar mísseis balísticos e está conectado a 10 sistemas interceptadores sediados em Fort Greely (Alasca) e na Base da Força Aérea Vandenberg (Califórnia). Com 73m de largura por 118m de comprimento (o tamanho de dois campos de futebol), e 85m de altura, o SBX detecta os mísseis balísticos no espaço, durante os 20 minutos nos quais esses artefatos permanecem fora da atmosfera da Terra. O radar transmite informações para uma central de operações, que calcula uma missão de interceptação e lança um novo míssil. O SBX consegue diferenciar as ogivas das chamadas iscas — ogivas falsas para confundir os sistemas de detecção. O custo estimado do projeto é de US$ 900 milhões.

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FONTE: Correio Braziliense via Resenha do Exército (adaptação do Poder Naval. Título original “Manobras de Guerra“)

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Renata Giraldi

vinheta-clipping-navalAo mesmo tempo em que o governo brasileiro concentra esforços na reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, na Ilha Rei George, destruída por um incêndio em fevereiro de 2012, cientistas buscam consolidar a presença de pesquisadores do país mais ao Sul, dentro do Continente Antártico.

Cientistas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) pretendem montar uma base com capacidade para oito pesquisadores, no local onde já funciona o módulo autônomo Criosfera 1, que opera sem a presença de cientistas, na latitude 85 Sul, a 500 quilômetros do Polo Sul.

A informação foi divulgada pelo pesquisador Heitor Evangelista, da Uerj, coordenador do Criosfera. Segundo ele, um módulo dormitório, com quatro beliches e uma cozinha, deverá ser instalado ao lado do Criosfera a partir do final do ano que vem. Há ainda a possibilidade de ter  e um minimódulo, que funcionará como banheiro.

A estação garantirá a presença brasileira no continente, já que a Comandante Ferraz e os refúgios mantidos pelo Brasil na Antártica ficam todos em ilhas, fora da massa continental. O módulo Criosfera 1 foi instalado em janeiro de 2012, para fazer pesquisas sobre mudanças da atmosfera, do clima e da camada de gelo.

O módulo funciona sem a necessidade de pesquisadores, com o auxílio de geradores solares e eólicos e de baterias, além de equipamentos posicionados dentro e fora do contêiner. Os dados coletados são enviados por satélite para o Brasil. Uma missão com pesquisadores brasileiros foi enviada no final do ano passado para avaliar o funcionamento do módulo e fazer coletas de mais materiais.

No entanto, o grupo precisou dormir, comer e improvisar banheiros em barracas, que foram posicionadas no entorno do Criosfera 1. Sob essas condições, explica Evangelista, não é possível ficar mais do que um mês no local. “Hoje é muito difícil ficar mais do que 30 dias. Em uma missão dessa de 30 dias, nas condições que você encontra lá, você praticamente chega ao seu limite físico. Isso é muito comprometedor.”

A instalação do módulo dormitório permitirá que os pesquisadores permaneçam até três meses no local, durante o verão antártico. “Será muito bom, porque vai permitir uma ampliação das pesquisas”, disse o cientista.

Hoje toda a operação logística do Criosfera é feita por uma empresa privada, contratada pelo consórcio universitário que opera o módulo de pesquisa. Os pesquisadores devem conversar com a Força Aérea Brasileira (FAB) para pedir que pilotos brasileiros sejam capacitados e aprendam a pousar seus aviões Hércules (que transportam os equipamentos) no Continente Antártico, em uma pista de pouso existente na latitude 80, próximo à Criosfera 1.

Isso, segundo o cientista, baratearia os custos de operação do Criosfera. “Queremos que a FAB faça algo que os chilenos já fazem, que é pousar um Hércules na latitude 80. O pouso é feito no gelo. É um tipo de gelo, formado na base das montanhas, que tem uma densidade bem alta, o gelo azul. Nesse gelo azul, uma aeronave pode pousar com rodas”, disse Evangelista.

FONTE: Agência Brasil via Resenha do Exército

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A Marinha americana e a equipe de resgate a bordo do navio-guindaste M/V Jascon 25 concluíram no último sábado (30) a remoção da seção restante da popa do caça-minas USS Guardian (MCM 5), encalhado no recife de corais de Tubbataha, nas Filipinas. Agora, os esforços se concentram em retirar entulhos menores e avaliar os danos causados ao santuário ecológico onde se localiza o recife de corais.

Desde o encalhe do Guardian, a Marinha veio trabalhando para resgatar qualquer equipamento reaproveitável e remover resíduos de potencial poluente, como produtos derivados de petróleo, além de destroços. Segundo informações da US Navy, não houve vazamento de combustível, e os 15 mil galões foram transferidos do caça-minas logo nos primeiros dias após o acidente.

“Nós continuamos a trabalhar junto com a Marinha e a Guarda Costeira das Filipinas, e com a patrulha do parque ecológico de Tubbataha. Somos muito gratos pelo apoio que recebemos para resgatar o Guardian e minimizar os danos ao recife de corais”, declarou o supervisor da operação de resgate do navio, capitão-de-mar-e-guerra Mark Matthews

Além do navio-guindaste Jascon 25, permanecem no local os navios USNS Safeguard (T-ARS 50), SMIT Borneo, o TrabajadorIntrepid e o Archon Tide para a remoção de destroços e resíduos.

O USS Guardian encalhou no recife de corais de Tubbatha, a 80 milhas da ilha filipina de Palau, em 17 de janeiro deste ano. Após a retirada dos 79 tripulantes a e transferência do combustível, a US Navy decidiu desmantelar o caça-minas e retirá-lo aos pedaços. O Guardian foi descomissionado em março deste ano, e o USS Warrior (MCM 10) será enviado à base da Marinha americana em Sasebo, no Japão, para substituí-lo.

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FONTE: Naval Today (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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A Marinha do Brasil e a Armada Chilena realizaram intercambio relativo ao mergulho profundo (mais profundo que 50 m). Por ocasião da primeira visita do NSS Felinto Perry a Punta Arenas, o intercambio ocorreu abordo do navio e tinha como objetivo a troca de conhecimento e experiências em mergulho profundo entre a duas marinhas.

Esta atividade foi coordenada pelo Chefe do Departamento de Logística da Terceira Zona Naval Comandante Mauricio Linderman, foi realizada a fim de aumentar o conhecimento sobre o mergulho profundo em profundidades acima 50 metros e uso de misturas de hélio, oxigênio e nitrogênio – aproveitando a nível operacional – a presença do navio em Punta Arenas antes de seu retorno às águas brasileiras.

Assim, o Comandante em Chefe da Terceira Zona Naval, contra-almirante Kurt Hartung, juntamente com a presença de parte de mergulhadores de salvamento, compostas por 12 especialistas em salvaguarda da vida humana no mar e reparação de navios danificados, foram recebidos a bordo pelo Comandante unidade, Comandante Luiz Filipe Queijo, que discutiu as capacidades do NSS.

O “Felinto Perry”, único do seu gênero na América do Sul, é um navio de 77 metros de comprimento e 18 de boca, caracterizada pelo seu convoo e sua capacidade para acomodar até oito mergulhadores em câmara hiperbárica.

O NSS Felinto Perry possui ainda um equipamento de apoio a mergulho, capaz de realizar mergulhos profundos saturados até 300 metros de profundidade, junto com um Sistema de Posicionamento Dinâmico (SPD), que controla automaticamente o leme e hélices dinamicamente de modo a manter a embarcação em relação um ponto de referência.

A exposição contou com a presença do Assessor de Mergulho do Comando de Operações Navais, Comandante Luis Mora, junto com Vice-Chefe do Estado-Maior Geral Planejamento, Comandante José Hernández, que reconheceu a grande experiência e qualificações técnicas de mergulho brasileiras.

Almirante Hartung observou que esta atividade constitui uma troca de técnicas e experiências para manter o pessoal de salvamento atualizados e motivados para dar uma resposta de emergência imediata ao longo da costa do país.

FONTE: Armada Chilena, com adaptação e tradução do Poder Naval.

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Na última quinta-feira (28), o presidente russo, Vladmir Putin, deu ordem para a realização de exercícios surpresa em todo o litoral sul do país, mobilizando cerca de 7 mil militares, 30 navios, 250 blindados, 20 peças de artilharia e 20 aeronaves. O foco das manobras foi avaliar a prontidão para o combate no Distrito Militar do Sul.Os navios da Frota do Mar Negro realizaram exercícios de tiro no último sábado (30).

Putin, eleito para seu terceiro mandato no ano passado, tem feito da recuperação do poder militar da Rússia uma de suas prioridades. O governo destacou 20 trilhões de rublos (perto de US$ 645 bilhões) até 2020 para um programa de modernização militar prevendo a aquisição de centenas de aviões e helicópteros e centenas de navios militares entre outros armamentos.

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FONTE: RIA Novosti e Agência Estado (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

Marinheiros correm no convoo do USS John C Stennis - CVN 74 - em 29-3-2012 - navio na área da 7th Fleet - foto USN

A foto acima, de aparente tranquilidade, mostra marinheiros praticando corrida no convoo do porta-aviões de propulsão nuclear USS John C. Stennis  (CVN 74), da Marinha dos Estados Unidos (USN). Mas no dia em que a imagem foi divulgada, 29 de março, as coisas não andavam muito tranquilas na área da 7ª Frota da USN, que inclui as águas do Mar Amarelo que banham as costas da Coreia do Norte e do Sul, no lado oeste (veja matéria do dia 29 publicada no blog das Forças Terrestres clicando aqui, sobre as crescentes tensões na região).

É nessa imensa área de responsabilidade da 7ª Frota onde hoje está o navio. Trata-se de uma área de mais de 124 milhões de quilômetros quadrados que inclui 35 países marítimos e cinco países com grandes forças armadas: China, Rússia, Índia, Coreia do Norte e Coreia do Sul.

Porém, há poucos dias o John C. Stennis se encontrava, segundo a USN, bem mais para o oeste dessa região. Quem acompanha as fotos divulgadas pela USN pode até imaginar que uma outra corrida (diferente da dos marinheiros no convoo) tenha se desencadeado nesses últimos de março, conforme as descrições de onde estava o porta-aviões.

Até o dia 22, era divulgado que o porta-aviões se encontrava na área de responsabilidade da 5ª Frota, participando da operação “Enduring Freedom” de apoio a missões no Afeganistão. A foto abaixo, com esse descritivo, é do dia 22.

Super Hornets sobrevoam USS John C Stennis - CVN 74 - em 22-3-2012 - navio na área da 5th Fleet - foto USN

Dois dias depois a 5ª Frota divulgava notícias de que a Ala Aérea 7 (Carrier Air Wing  – CVW7) embarcada em outro porta-aviões, o USS Dwight D. Eisenhower (CVN 69), realizava suas primerias surtidas de combate de 2013 para a Enduring Freedom.

Enquanto isso o CVN 74, que antes estava naquela mesma região, aparentemente se deslocava rumo ao leste. Isso porque, já no dia 25, era divulgado que se encontrava na área da 7ª frota. No dia 29, foram publicadas  fotos de uma comitiva da República das Ilhas Maldivas (no meio do Oceano Índico) em visita ao navio, incluindo o vice-presidente e o ministro da Defesa (foto abaixo).

Vice president Mohamed Waheed Dean das Maldivas a bordo do CVN 74 em 29-3-2013 - foto USN

Essa, aparentemente, indicaria um deslocamento de rotina incluindo visitas já planejadas. Mas, como as coisas andam bem quentes mais para o leste, ou mais exatamente a nordeste, nunca se sabe.

Onde estará o USS John C Stennis hoje? Será que continua indo para o leste? Será que depois mudará o rumo para o norte, na direção do Mar Amarelo?

EC-2 Hawkeye decola do CVN 74 na área da sétima frota - 27-3-2013 - foto Marinha dos EUA

FOTOS: USN (Marinha dos EUA)

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Após quatro meses em missões de escolta de navios civis e mercantes no Golfo de Aden, a força-tarefa da Marinha do Exéricito de Libertação Popular da China chegou hoje à Grande Baía de Malta, na cidade de Valleta. A flotilha, composta pelas fragatas tipo 054A Huangshan e Hengyang, e pelo navio de reabastecimento Qinghaihu estão na ilha a convite das Forças Armadas maltesas, e foram recebeidas com festa pela comunidade chinesa no país.

O embaixador da China na ilha, Cai Jinbiao, declarou que a presença dos navios é “uma visita de boa fé, e esperamos que o povo (maltês) corresponda”. A força-tarefa ficará em Malta até sábado, e entre as atividades de intercâmbio com as forças maltesas, estão previstos seminários sobre combate à pirataria, e demonstrações dos sistemas de defesa das fragatas.

A flotilha ainda passará pela Argélia, Marrocos, Portugal e França antes de voltar para casa.

FONTE: timesofmalta.com via Naval open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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vinheta-clipping-navalOs investimentos nos nove estaleiros em construção no Brasil somam R$ 8,7 bilhões, segundo expôs o Sindicato da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) em seminário promovido no Rio.

O secretário-geral do Sinaval, Sergio Leal, reconhece que alguns dos estaleiros estão com o cronograma atrasado, mas diz acreditar que a indústria vai conseguir atender às demandas do setor.

O diretor de engenharia naval da Marinha, Almirante Francisco Deiana, reclamou de dificuldades para conseguir abrir licitações, dado o alto número de encomendas para o setor de petróleo. A Marinha, diz, tem demanda por embarcações menores, mas com tecnologia avançada, como no caso de navios-patrulha.

“A indústria naval está com carteira lotada até 2017, sem capacidade de absorver essas (demandas) de alto valor agregado”, disse. “Não conseguimos espaço para colocar nossas encomendas”.

O almirante, responsável pela área de licitações, também fala da dificuldade de estaleiros estrangeiros fazerem parcerias com brasileiros para transferência de tecnologia.

Leal, do Sinaval, reconhece que há um atraso nesta área, mas que o sindicato está estudando o plano de reaparelhamento da Marinha e espera apresentar melhora no próximo ano.

O secretário executivo informa que há cerca de duas semanas foi assinado o contrato de terraplenagem do novo estaleiro EBR, que será construído na pequena São José do Norte (RS). Hoje a cidade produz cebolas e pescado. “Uma cidade que praticamente parou no século XIX e agora vai mudar sua vocação”, disse.

A empresa Estaleiros do Brasil (EBR) e a Technip/Techint venceram a concorrência da Petrobras para integração das plataformas P-74 e P-76, programadas para a área da cessão onerosa.

O estaleiro tinha início de construção esperado para janeiro ou início de fevereiro, de forma a cumprir o cronograma de início de construção dos primeiros módulos em outubro.

Emprego

O Sinaval também informou que o número de empregos gerados pela indústria naval caiu quase 10% no primeiro trimestre deste ano, de 62 mil postos até dezembro de 2012, para 54 mil postos em março de 2013.

Sergio Leal disse que a redução é considerada normal, já que o setor apresenta oscilações naturais. “Não há como o número ser constante”, disse no seminário.

A previsão do sindicato é de que o emprego vai aumentar para 100 mil postos até 2017, considerando-se os nove estaleiros virtuais em implantação no Brasil (24,7 mil postos) e a demanda nos estaleiros já em operação (15,3 mil).

FONTE: O Estado de S. Paulo

FOTO: Agência T1

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O último dos contratorpedeiros tipo 42 da Marinha Real britânica deve voltar em breve de seu último desdobramento. O HMS Edinburgh passou os últimos seis meses patrulhando o oceano Atlântico, e será descomissionado em junho – acumulando quase 800 mil milhas navegadas.

O Edinburgh é o último dos tipo 42 ainda em serviço. O modelo será substituído pela nova geração de contratorpedeiros tipo 45.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

MH-16 na ADEREX-I-2013

Foram nove dias de exercícios operativos no mar. Durante a Operação “ADEREX-I/2013”, realizada, no período de 19 a 27 de março de 2013, sob o comando da Segunda Divisão da Esquadra, mais de 700 militares, da Marinha do Brasil, participaram de atividades voltadas para o adestramento da Força Naval, com operações coordenadas focadas no aprimoramento de procedimentos táticos.

Nos dias 25 e 26 de março, após desatracação do porto de Santos em direção ao Rio de Janeiro, os navios do Grupo-Tarefa (GT) 703.1 – as Fragatas “Liberal” e “Bosisio” e o Navio-Tanque “Marajó”, fizeram o exercício de trânsito sob múltiplas ameaças, em prol do adestramento dos navios. Foi realizada, também, uma atividade de reabastecimento em voo (HIFR) na Fragata “Liberal”, com as aeronaves UH-14 e MH-16, bem como Transferência de Óleo no Mar (TOM) sob ameaça aérea, envolvendo todos os navios do GT. Ao final do dia 26, todas as tripulações se reuniram para o cerimonial à Bandeira Nacional, entoando o Hino Nacional.

Esse tipo de operação permite que as tripulações adquiram um crescente grau de adestramento e se tornem cada vez mais familiarizadas com os procedimentos e equipamentos, o que resulta em uma maior coordenação e agilidade das equipes componentes dos meios navais e aeronavais da Marinha do Brasil.

FONTE: Nomar

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A fragata tipo 23 HMS Richmond, da Marinha Real britânica, realizou com sucesso o disparo de dois mísseis superfície-ar Sea Wolf como parte de treinamentos realizados no litoral sudoeste do Reino Unido.

O primeiro míssil disparado foi carregado com sensores para captação de dados acerca da performance do sistema. As informações serão posteiormente analisadas pela Maritime Commissioning Trials and Assessments (MCTA), autoridade da Marinha Real encarregada de avaliar e validar o desempenho do equipamento. O segundo disparo foi com um míssil convencional, e ambos atingiram com sucesso alvos do tamanho de uma bola de críquete se movendo a velocidades supersônicas.

O HMS Richmond permanece no mar, em preparação para o Exercise Joint Warrior – um grande exercício naval multinacional a ser realizado no litoral da Escócia.

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FONTE: royalnavy.mod.uk (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

A terceira corveta antissubmarino desenvolvida pelo Directorate of Naval Design dentro do Projeto-28 para a Marinha indiana foi lançada ontem. O navio está sendo construído por um dos maiores estaleiros do país, o Garden Reach Shipbuilders and Engineers Ltd (GRSE).

O desenvolvimento e posterior lançamento da corveta – batizada de Kiltan – impulsionou fortemente o esforço da Marinha e dos estaleiros indianos rumo à nacionalização e à autossuficiência nas tecnologias de projeto e construção naval.

Estiveram presentes na cerimônia de lançamento o representante do GRSE, Chitra Joshi, o chefe de Estado-maior da Marinha indiana, almirante DK Joshi, o presidente do GRSE, contra-almirante da reserva A K Verma e demais autoridades do ministério da Defesa e das Forças Armadas indianas.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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