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Marinha confirma resgate de 64 pessoas de veleiro que naufragou no litoral do RJ

vinheta-clipping-naval Todas as 64 pessoas que estavam no veleiro Concórdia que naufragou na tarde de ontem (18) a cerca de 300 milhas náuticas (aproximadamente 550 km) do litoral do Rio de Janeiro já foram resgatados.  As informações são do Comando do Primeiro Distrito Naval, do Rio de Janeiro.

A Fragata Constituição da Marinha Brasileira, que leva uma aeronave a bordo, deve chegar ao ponto do naufrágio às 13h de hoje. Navios mercantes que navegam naquela área marítima também estão seguindo para participar da operação.

A Marinha não informou a nacionalidade das vítimas do naufrágio, nem tampouco em que condições de saúde elas se encontram.

Segundo um dos tripulantes resgatado, durante a travessia o a embarcação enfrentou fortes ventos antes de naufragar.

A Marinha informa que por volta das 17h de ontem (18) solicitou à Força Aérea Brasileira que uma aeronave investigasse a emissão de um sinal de emergência acionado pelo navio. Por volta das 20h, a aeronave localizou uma balsa salvavidas com pessoas nas proximidades do local onde foi detectada aquela emissão.

O navio veleiro Concórdia, que pertencente à “West Island College International” do Canadá, estava realizando a travessia de Recife para Montevidéu, no Uruguai. A partida foi dia 08 de fevereiro e a previsão de chegada era o próximo dia 23.

FONTE: UOL Notícias COLABOROU: Osvaldo Antunes

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Marinha Dinamarquesa resgata tripulantes de ação pirata

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O HMDS Absalon (L 16), que integra o Standing NATO Maritime Group 1 (SNMG 1), resgatou a tripulação do navio MV Ariella, pertencente a empresa Splosna Plovba International Shipping and Chartering Ltd , em 5 de fevereiro, depois que o mesmo foi sequestrado por piratas no Golfo de Aden.

Vinte e cinco marinheiros estavam a bordo, quando o navio foi abordado por dois botes ocupado por piratas armados com AK-47.

O MV Ariella estava navegando dentro do Internationally Recommended Transit Corridor, sob a proteção de forças navais da coalizão, quando ocorreu o ataque.

Como os piratas tentaram tomar o controle do navio, um pedido de socorro foi emitido e recebido pela fragata indiana INS Tabar que, segundo a UE NAVFOR, transmitiu um alerta geral.

Um helicóptero Super Lynx Mk-90B foi lançado pela HMDS Absalon e disparou tiros de advertência, tendo os piratas revidado o fogo antes de fugirem rapidamente, abandonando o navio e seus tripulantes.

Super Lynx Mk90B

FONTE: JANES    Colaborou: Osvaldo Antunes

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Jaguar Naval

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O Jaguar M, a versão naval do jato de ataque SEPECAT Jaguar, foi testada a bordo do PA Clemenceau em 1970 e 1971, em três campanhas de pousos e decolagens.

Nos testes a aeronave revelou alguns defeitos graves para operar em navio-aeródromo e seriam necessárias muitas modificações para torná-la adequada a operar embarcada com segurança. Em 1973, a Marine Nationale cancelou o programa do Jaguar M.

Alguns dos defeitos relatados do Jaguar M que resultaram em seu cancelamento:

  • Era mais pesado que a versão baseada em terra => performance reduzida
  • Pouca potência
  • Usava mais o afterburner => alcance menor
  • Sistema de navegação primitivo
  • Necessidade de fazer modificações no navio-aeródromo (catapultas mais longas, sistema de refrigeração à água nos defletores dos jatos e reforço no convoo)
  • A aeronave sofreu danos estruturais devido à aceleração da catapulta
  • Problemas de corrosão

Para aliviar os problemas foram sugeridas extensivas modificações, incluindo uma nova asa, novos motores e novo sistema de armas, que o transformariam em praticamente um novo avião e um programa de alto risco para apenas 100 aeronaves.

Jaguar no Clemenceau

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Reino Unido está preparado para proteger as Malvinas, diz premiê

HMS York

vinheta-clipping-navalO primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou nesta quinta-feira que seu país já fez “todos os preparativos necessários” para proteger sua soberania sobre as ilhas Malvinas (chamadas de Falklands pelos britânicos). As declarações foram feitas em meio ao aumento da tensão diplomática com a Argentina na disputa pelo controle das ilhas.

“Fizemos todas as preparações que são necessárias para garantir que as ilhas Malvinas estejam adequadamente protegidas”, disse o premiê. Apesar disso, Brown disse que não planeja o envio de um reforço militar à região e que espera que prevaleçam as “discussões sensatas” com a Argentina.

Um decreto do governo argentino na terça-feira determinou a exigência de que todos os barcos que transitarem entre o país e as Malvinas peçam autorização prévia às autoridades argentinas.

A medida foi anunciada após o governo britânico ter autorizado, no começo de fevereiro, o início da exploração de petróleo na região nesta semana. A disputa sobre as ilhas Malvinas, sob controle britânico desde 1833, já foi objeto de uma guerra em 1982, quando os argentinos foram derrotados após tentarem uma invasão.

Reforço

O Ministério da Defesa britânico negou relatos publicados pelo tabloide britânico “The Sun” de que estaria ordenando o envio de um reforço naval para as Malvinas. Em uma entrevista à BBC nesta quinta-feira, o deputado William Hague, ex-líder do Partido Conservador (oposição) e atual porta-voz do partido para assuntos de Defesa, defendeu em entrevista à BBC o aumento da presença  naval britânica na região.

“Algum tipo de presença naval maior -pode ser somente um navio em visitas regulares–, este tipo de coisa mostraria claramente à Argentina -com quem, novamente, queremos manter relações amistosas- que estamos firmes em relação a isso”, disse Hague.

“Seria um sinal para que não interpretassem mal as intenções britânicas. Uma das coisas que deram errado nos anos 1980 foi que os argentinos acharam que nós não estávamos realmente comprometidos com as ilhas Falklands. Então, não podemos cometer o mesmo erro novamente. Nosso comprometimento deve ser muito claro”, afirmou.

O Ministério da Defesa britânico afirmou que não necessita aumentar sua presença na região por já contar com uma presença permanente que inclui quatro navios e mais de mil soldados estacionados nas ilhas. A presença britânica foi reforçada após a guerra de 1982, que resultou na morte de 649 soldados argentinos e de 255 britânicos.

Escalada

Para a especialista da BBC em questões de Defesa Caroline Wyatt, o governo britânico parece disposto a evitar uma escalada na disputa sobre a exploração de gás e petróleo no Atlântico Sul, apesar das medidas anunciadas pela Argentina na terça-feira.

O correspondente da BBC em Buenos Aires Andrew Harding diz que é difícil encontrar alguém na Argentina que acredite que haja algum risco de as Malvinas gerarem um novo conflito militar. Mas o vice-ministro das Relações Exteriores da Argentina, Victorio Taccetti, disse que seu país tomará “as medidas adequadas” para impedir a exploração do petróleo na região.

Antes de estabelecer o controle do tráfego naval para as ilhas, o governo argentino já havia ameaçado proibir as empresas que participassem da exploração de gás e petróleo nas águas do entorno do território de operar na Argentina. Apesar disso, a empresa britânica Desire Petroleum, que ganhou uma concessão para a exploração na região, afirmou que poderia iniciar as perfurações já na próxima semana.

Na semana passada, um navio levando equipamentos para perfuração foi interceptado pelas autoridades argentinas.

Grandes reservas

Geólogos dizem que o leito oceânico no entorno das Malvinas pode conter grandes reservas de gás e petróleo. No ano passado, a Argentina submeteu às Nações Unidas um pedido para o reconhecimento de soberania sobre uma vasta extensão do Atlântico Sul, baseado em pesquisas sobre a extensão da plataforma continental do país. O pedido aumentaria o território marítimo argentino em 1,7 milhão de quilômetros quadrados e incluía as ilhas controladas pelo Reino Unido. As águas no entorno das Malvinas são consideradas pelo Reino Unido como território britânico além-mar.

Nesta quinta-feira, um porta-voz do Ministério da Defesa britânico disse que o governo está “totalmente comprometido” com as ilhas Malvinas. O Ministério das Relações Exteriores britânico, por sua vez, disse que o Reino Unido e a Argentina são “parceiros importantes” em questões como a economia global e o combate às mudanças climáticas.

“E queremos, e já oferecemos, uma cooperação em questões relacionadas ao Atlântico Sul. Vamos trabalhar para desenvolver ainda mais este relacionamento”, afirmou um porta-voz.

FONTE: BBC Brasil, via Folha online

FOTO: Royal Navy (Marinha Real) – HMS York, destróier de defesa aérea Tipo 42, que no ano passado fez viagem ao Atlântico Sul, fazendo escala no Rio de Janeiro. O navio rendeu o HMS Gloucester (outro destróier Tipo 42) na patrulha da região austral, que inclui as Malvinas / Falklands. A matéria do jornal The Sun, citada no texto acima, era ilustrada por esta foto – mas vale lembrar mais uma vez que a presença naval britânica na região é constante.

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Rafale e CdG

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HMS ‘Daring’ e ‘Dauntless’ juntos no mar

HMS Daring and HMS Dauntless

Pela primeira vez o HMS Daring (D 32) e HMS Dauntless (D 33) navegaram juntos, lado a lado.

Tal fato ocorreu no dia 15.02, ao sul da ilha Wight, quando os dois destróieres de defesa aérea Type 45 partiram para simular a defesa a um importante navio de guerra.

O treinamento também consistiu em testar os equipamentos de comunicação dos navios, visando um treinamento operacional em alto mar a ser realizado ainda este ano.

HMS Daring and HMS Dauntless

HMS Daring and HMS Dauntless

HMS Daring and HMS Dauntless

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AMX Naval

Volta e meia recebemos e-mails e comentários de leitores perguntando sobre o desenvolvimento de uma versão naval do AMX para emprego embarcado em navio-aeródromo.

Por mais que tenhamos esclarecido a questão em vários posts ela renasce. Pedimos então a ajuda dos leitores mais antigos, para darem sua opinião sobre a questão e esclarecerem os neófitos nesta dúvida que sempre renasce.

amx-corte

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Pausa no Carnaval

Aproveitamos o feriadão para fazer manutenção nos sites da Trilogia Blog de Defesa. Sentiram a nossa falta?

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Belgas vão modernizar fragatas classe ‘M’

Seastar

A Marinha da Bélgica fará um upgrade de suas duas fragatas classe “M”, a Leopold I e a Louise-Marie. As atualizações serão conduzidas em 2011 e 2013, com a instalação dos sensores Seastar e Gatekeeper da Thales (imagem acima).

O radar “phased array” Seastar e o sistema eletroóptico Gatekeeper de busca e alerta 360° foram projetados para prover os navios de guerra com a capacidade de detectar pequenos alvos e atuar em operações de vigilância, anti-drogas e anti-pirataria.

A Marinha Belga está exercitando a opção contida no contrato de aquisição dos navios de 2008, assinado com a Thales para equipar as duas fragatas com o Seastar e o Gatekeeper. A Leopold I e a Louise-Marie são fragatas holandesas transferidas para a Bélgica em 2007-2008.

Abaixo, uma fragata belga na configuração atual.

F931

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Thales anuncia upgrade para o sonar 2076

Sonar 2076 hardware

A companhia Thales UK anunciou que fechou um contrato com a BAE Systems para atualizar o sonar de três submarinos da classe “Trafalgar” e três da classe “Astute”, com o sonar 2076 Stage 5. Os submarinos atualmente estão equipados com o sonar 2076 Stage 4.

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Cacciatorpediniere ‘Andrea Doria’ (D 553) em Mocanguê

  a-doria-mauricio-brescia-livorno-160208

a-doria-sealSob  o Comando do Capt. Giacinto Ottavini é prevista para hoje a atracação do CT Andea Doria (D 553), da classe Orizzonte (Horizon), no cais da Base Naval de Mocanguê em Niterói. Mais uma Horizon visitando o Brasil.

FOTO: Mauricio Brescia – Livorno – 16.02.08

NOTA do EDITOR: Marcelo Ostra, direto do Hospital do Rim, Vila Clementino, São Paulo,9o. andar, quarto 1908, com creatinina em 1,2, para o Blog Naval.

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Ministério da Pesca vai entregar 23 lanchas para aumentar fiscalização da atividade

lancha da patrulha ambiental

vinheta-clipping-navalO ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, defendeu na quinta-feira (11) maior fiscalização no setor. “É importante ter regras que os pescadores respeitem e que os órgãos fiscalizem”, disse. Além disso, até o final deste ano, a pasta deve entregar 23 novas lanchas rápidas para o patrulhamento de atividades pesqueiras em 17 estados brasileiros.

Ano ano passado, cinco lanchas foram entregues no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Ceará e no Pará. O custo total soma R$ 23 milhões – pagos pelo próprio ministério – mas a operacionalização ficará a cargo de órgãos parceiros em cada estado. “Assumimos parte da responsabilidade”, ressaltou Gregolin.

Ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, ele cobrou que a fiscalização seja acompanhada de ações de fomento, para que os trabalhadores recebam maior impulso no desenvolvimento da pesca sustentável.

Gregolim citou como exemplo a produção da sardinha na Região Sudeste que, na década de 70, chegava a 220 mil toneladas anuais. Em 2000, a produção chegou a 17 mil toneladas e só começou a se recuperar depois que o período de proibição da pesca passou de quatro para seis meses. Em 2008, aproximadamente 100 mil toneladas foram pescadas.

As áreas prioritárias para receber as lanchas de patrulhamento são a região amazônica e o Pantanal, onde há conflito entre a pesca artesanal e a pesca amadora. Gregolin não soube definir, entretanto, quando as lanchas serão entregues.

“Há um consenso de que a estrutura de fiscalização precisa ser aumentada, os pescadores pedem isso. Se não houver fiscalização, o peixe acaba. O peixe não é propriedade privada”, destacou, ao pedir que os governos estaduais implementem secretarias de pesca, como já existe no Pará. “É importante ter estrutura e ter condições de investir”, finalizou.

FONTE: Agência Brasil / Ambiente Brasil

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