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O estadista britânico Winston Churchill disse uma vez que na guerra a verdade é tão importante, que ela normalmente vem escoltada por muitas mentiras.

O Irã parece que aprendeu bem a lição e volta e meia lança na mídia imagens de “novos” mísseis e armamentos que muitas vezes são velhas armas adquiridas há decadas, mas que são apresentadas com nova roupagem e novos nomes.

Tente descobrir qual é o verdadeiro míssil que nesta semana foi apresentado com o nome de Mehrab e que teria longo alcance e capacidade de escapar de detecção de radares.

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WASHINGTON, 6 Jan 2012 (AFP) -Uma embarcação da Marinha dos Estados Unidos resgatou 13 iranianos que estavam há um mês e meio sequestrados por piratas somalis no Mar Arábico, disseram nesta sexta-feira funcionários militares americanos.

O destroier “USS Kidd” respondeu a um chamado de socorro de um barco pesqueiro de bandeira iraniana e, após abordá-lo, uma equipe da Marinha americana liberou a tripulação iraniana e deteve 15 supostos piratas, informou o Pentágono em um comunicado.

O incidente foi uma reviravolta inesperada depois de dias de tensões crescentes entre o Irã e os Estados Unidos, com Teerã lançando advertências aos americanos de que não permitiriam a passagem do porta-aviões “USS John C. Stennis” através do estreito de Ormuz.

Mas um dos barcos que acompanha o “Stennis”, o “USS Kidd”, foi nesta quinta-feira ao resgate dos iranianos que tripulavam o pesqueiro ”Al Molai”, cujo capitão lançou um pedido de ajuda dizendo que “estava sequestrado pelos piratas”, segundo o comunicado da Quinta Frota americana, com sede no Bahrein.

“Uma equipe de supervisão, abordagem, revista e apreensão do ”Kidd” abordou o ”Al Molai” e deteve 15 supostos piratas que haviam mantido reféns 13 membros da tripulação iraniana durante várias semanas”, destacou o comunicado.

“O ”Al Molai” havia sido sequestrado e utilizado como ”nave mãe” para as operações dos piratas no Golfo Pérsico, segundo membros da tripulação do navio iraniano”, explicou.
Os piratas, supostamente somalis, estão detidos no “Stennis”, destacou um porta-voz do Pentágono, capitão John Kirby.

“Os iranianos e o ”dhow” (o pesqueiro) foram libertados e estão a caminho de casa”, disse Kirby à AFP.

Antes do resgate desta quinta-feira, outro barco iraniano, a motor, havia emitido também um pedido de socorro ao suspeitar de um ataque de piratas.

Um helicóptero de outro navio da Marinha dos Estados Unidos, o “USS Mobile Bay”, que também estava embarcado no porta-aviões “Stennis”,  respondeu ao chamado, segundo Kirby.
Mas os piratas lançaram objetos na água e “subiram no barco e não pudemos deter os piratas porque não havia provas”, acrescentou.

FONTE: AFP, via Terra / FOTO: USN

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O presidente dos EUA, Barack Obama, formalizou nesta quinta-feira, 5, a nova estratégia militar do país – reduz o orçamento do setor, estabelece uma diferente orientação das Forças Armadas ante ameaças na Ásia e na região do Pacífico, mantém uma forte presença no Oriente Médio e deixa claro que as forças terrestres deixarão de ter condições de empreender campanhas prolongadas e em grande escala simultâneas, como no Iraque e no Afeganistão.

Numa rara aparição na sala de imprensa do Pentágono, Obama apresentou uma diretriz militar que se afasta da adotada nas guerras arrasadoras herdadas do governo de George W. Bush e dependerá mais do poderio naval e aéreo no Pacífico e no Estreito de Ormuz para contrabalançar as ações da China e do Irã.

A estratégia de Obama inclui cortes de centenas de bilhões de dólares nas forças armadas, o que a torna um inábil complemento de suas difíceis relações com os militares desde seu primeiro dia na presidência. Numa carta que acompanha a nova estratégia, o presidente escreveu: “Precisamos colocar em ordem nossa situação fiscal e recompor nosso poder econômico em longo prazo”.

Mas, num ano eleitoral, em que ele está sendo atacado pelos candidatos republicanos por enxugar o orçamento militar e, conforme afirmam, por sua fraca reação às ameaças iranianas, Obama disse também que os EUA “evitarão repetir os erros do passado, quando as Forças Armadas não estavam bem preparadas para o futuro”.

Com isso em mente, disse o presidente, seu governo continuará investindo nas medidas de combate ao terrorismo, na coleta de informações, na guerra cibernética e na dissuasão da proliferação das armas nucleares.

Obama discutiu pela manhã a nova estratégia com seu secretário da Defesa, Leon Panetta, e com o general Martin E. Dempsey, chefe do Estado-Maior Conjunto. Funcionários comentaram que foi a primeira vez na história que um presidente convocou uma coletiva no Pentágono.

“Agora, estamos virando a página de uma década de guerra”, declarou Obama. O país precisa estar preparado, acrescentou. “Não podemos repetir os erros do passado – depois da Segunda Guerra, depois do Vietnã -, quando as nossas Forças Armadas não estavam devidamente preparadas. Portanto, elas serão menores, mas o mundo deve saber que os EUA manterão sua superioridade militar.”

Porta-aviões poupados

Panetta concluiu que, na próxima década, o Exército terá de encolher até mesmo em relação às metas atuais, para 490 mil soldados, mas os EUA não cortarão nenhum dos seus 11 porta-aviões, acrescentaram representantes do Pentágono e analistas militares sobre as propostas de orçamento apresentadas pelo secretário.

A nova estratégia militar tem como base cortes no Pentágono de pelo menos US$ 450 bilhões, nos próximos dez anos. Outros US$ 500 bilhões poderão ser cortados pelo Congresso no mesmo período.

Nesta nova realidade, Panetta deverá, nas próximas semanas, propor cortes na produção da nova geração de armas e até mesmo adiamentos na compra de caças F-35, um dos programas de armamentos mais caros da história. O adiamento das compras de F-35, no entanto, não deve impedir que as fábricas continuem em funcionamento – dando à fabricante Lockheed-Martin a possibilidade de corrigir os constantes problemas no desenvolvimento do avião.

Nos últimos dias, assessores de Panetta e Dempsey informaram que será possível divulgar alguns detalhes específicos sobre os cortes do Pentágono, antes que a proposta final do orçamento seja concluída, no final do mês. Mas vários representantes do Pentágono, militares e especialistas em orçamento militar criticaram os cortes específicos, embora não quisessem se identificar.

O secretário da Defesa deixou claro que a redução das tropas será feita criteriosamente e levará alguns anos, de forma que os veteranos não sejam jogados num mercado difícil em matéria de emprego, e as famílias dos militares não acreditem que o governo deixou de merecer a sua confiança depois de uma década de sacrifícios, afirmaram.

Um Exército menor seria uma clara indicação de que o Pentágono não prevê outra campanha para combater a insurgência. Tampouco os militares teriam condições de sustentar duas guerras terrestres ao mesmo tempo, como exigiram as estratégias militares nacionais passadas.

Mas as Forças Armadas terão de ter capacidade para frustrar as aspirações beligerantes de um adversário e ao mesmo tempo dedicar-se a operações de ajuda humanitária.

De Elisabeth Bumiller e Thom Shanker

FONTE: The New York Times / WQ, via Midiamax news

Montevidéu – O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Uruguai defendeu a presença, no Porto de Montevidéu, de uma embarcação científica da Marinha britânica que partiu na quarta-feira com destino às Ilhas Malvinas, território sobre o qual a Argentina reclama soberania.

O vice-ministro do Uruguai, Roberto Conde, disse ao jornal uruguaio El Observador que “não podem entrar barcos com bandeira das Malvinas ou barcos de guerra” no país, mas que “este é científico, e por isso pode ingressar”.

Trata-se do HMS Protector, um navio quebra-gelo que desde o ano passado realiza tarefas de patrulhamento e exploração científica no Atlântico Sul, no entorno das Malvinas e da Antártida.

O governo de José Mujica anunciou, em Dezembro do ano passado, a proibição da entrada de embarcações com bandeira inglesa. A medida teve fins pacíficos e foi realizada em apoio à Argentina, mas provocou mal-estar com o governo britânico.

As Ilhas Malvinas estão sob controlo da Grã-Bretanha desde 1833.

Buenos Aires travou com um conflito armado com Londres, em 1982, mas não conseguiu conquistar o arquipélago.

FONTE: Angolapress

Show para os familiares de tripulantes

Participantes do “Tiger cruise” ou “Family Day Cruise”  assistem a decolagem de um caça F/A-18C Hornet do Strike Fighter Squadron (VFA) 25 a bordo do navio-aeródromo USS Carl Vinson (CVN 70). A foto foi feita durante a demonstração para familiares e amigos de tripulantes do Carl Vinson no retorno do navio após o desdobramento nas áreas de responsabilidade nas Quinta e Sétima Frotas e o retorno ao seu porto base em San Diego. No vídeo abaixo, o Tiger Cruise a bordo do CVN 77.

Em dezembro de 2011, a Marinha do Brasil adquiriu, por “compra de oportunidade”, a um custo de R$ 380 milhões, três navios-patrulha oceânicos (NPaOc) da classe “Port of Spain”, originalmente construídos para a Guarda Costeira de Trinidad-Tobago, que cancelou a encomenda quando os navios já se encontravam em provas de mar.

Os três navios provavelmente receberão os nomes de Apa, Araguari e Apodi em nossa Marinha. Deslocam cerca de 1.800 toneladas, podendo desenvolver velocidades de até 25 nós. Seu comprimento é de 90 metros, com boca de 13,5 metros e autonomia para 35 dias. A tripulação será constituída por 60 oficiais e praças.

É possível que esta compra tenha sido uma medida emergencial, para compensar a demora do governo em iniciar o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper). Este programa visa à construção de cinco NPaOc, cinco fragatas polivalentes e um navio de apoio logístico (NApLog), além da obtenção de capacitação tecnológica para projetar modernas belonaves no país.

A implementação do Plano de Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (Paemb) vem sendo dificultada pelos baixos orçamentos e pela baixa prioridade atribuída à Defesa no país. A Marinha teria estabelecido como meta prioritária a obtenção de um mínimo de 61 navios de superfície e cinco submarinos. Tais unidades devem constar do Plano de Articulação e Equipamento da Defesa (Paed), em fase inicial de elaboração.

O Paed consolidará as prioridades das três forças singulares, segundo metas de curto (2012-15), médio (2016-23) e longo prazos (2024-31). Sempre que possível, os meios e equipamentos serão produzidos no Brasil, com transferência obrigatória da tecnologia estrangeira para empresas nacionais. Em princípio, as “compras de oportunidade” deveriam ser evitadas.

Os planos de longo prazo da Marinha incluem a duplicação do principal componente operativo do Poder Naval brasileiro, por meio da criação de uma segunda esquadra e um segundo núcleo anfíbio, sediados no litoral Norte/Nordeste do país. Ainda que tal perspectiva não se concretize, é urgente a necessidade de renovação e ampliação dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, bem como de aumento do efetivo de pessoal da Marinha do Brasil.

O Prosuper só perde em prioridade para o Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (Prosub), o principal programa de reequipamento da Marinha. Este prevê a construção, com assistência técnica francesa, até meados da próxima década, de quatro submarinos com propulsão convencional (S-BR) e um com propulsão nuclear (SN-BR), além de uma base e um estaleiro em Itaguaí, RJ.

As 11 unidades previstas no Prosuper devem ser entregues até meados da próxima década, assim como diversas unidades menores, com características de emprego costeiro e fluvial. A Aviação Naval está recebendo novas aeronaves e modernizando as existentes. O Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), por sua vez, deve ampliar seu efetivo e modernizar ou adquirir diversos tipos de equipamentos.

A inclusão do Prosuper no orçamento da Marinha em 2012 garantiria a recomposição, nos próximos anos, do efetivo de navios de superfície. À taxa de câmbio de 30 de junho de 2009, o valor total deste programa foi estimado em R$ 7,6 bilhões (2,8 bilhões de euros). Como comparação, o valor total estimado do Prosub, à mesma taxa de câmbio, seria de R$ 18,3 bilhões (6,7 bilhões de euros).

As seis fragatas classe Niterói, cuja modernização foi concluída em 2005, têm sua baixa prevista para o período 2021-26. As três fragatas classe Greenhalgh, cuja revitalização deve ser concluída até 2013, devem deixar o serviço entre 2020 e 2022. As quatro corvetas classe Inhaúma devem ter sua modernização concluída até 2014, estando sua baixa prevista para 2030-34. A baixa da corveta Barroso (se esta não receber modernização) está prevista para 2035.

A entrega de cinco novas fragatas entre 2017 e 2022 possibilitará a substituição, nos prazos previstos, das três unidades remanescentes da classe Greenhalgh e das duas primeiras da classe Niterói. Para substituir as demais unidades desta classe, depois de 2022, assim como as cinco corvetas, entre 2030 e 2035, haverá necessidade de construir outras nove, perfazendo um total de 14 unidades de escolta.

Para completar o efetivo previsto de 18 navios de escolta, da esquadra sediada no Rio de Janeiro, será preciso construir mais quatro novas unidades. Outras 12 seriam necessárias, a fim de viabilizar uma segunda esquadra para operar em águas do Norte/Nordeste (acima da cintura Natal-Dakar). Com isso, chegaríamos ao total previsto no Paemb, de 30 unidades de escolta a serem obtidas até 2034 (ou pouco depois disso).

Nos próximos anos, a Marinha prosseguirá na renovação de seu material. Devem ser iniciados estudos para obtenção de unidades de maior porte, como navios-aeródromo (NAe) e navios de propósitos múltiplos (NPM). Além disso, a capacidade de comando e controle deve ser incrementada, pela ampliação do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), com sensores fixos e móveis, e pela modernização das comunicações via satélite.

A fim de possibilitar a renovação e ampliação do Poder Naval brasileiro, será preciso garantir, por cerca de duas décadas, o fluxo dos recursos financeiros necessários, o que talvez só seja possível quando o Orçamento da União se tornar impositivo. Dono da sexta economia mundial, o Brasil necessita de uma Marinha polivalente com capacidade oceânica, apta a desempenhar todas as tarefas que lhe forem atribuídas, na Amazônia Azul ou fora dela.

Eduardo Italo Pesce

Especialista em Relações Internacionais, professor no Cepuerj e colaborador permanente do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Escola de Guerra Naval (Cepe/EGN).

FONTE: Monitor Mercantil

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A Corveta “Barroso”, mais novo navio escolta da Marinha do Brasil, está sendo submetida, ao longo de 2011 e 2012, a uma importante etapa da sua vida operativa, a Avaliação Operacional (AO), com o propósito de verificar o desempenho dos principais sistemas do navio.

Atendendo à programação da sua AO, a Corveta realizou, na primeira quinzena de dezembro de 2011, testes com o canhão de 4,5” e com o sonar. Os testes do canhão visaram determinar a capacidade de engajamento em Apoio de Fogo Naval, utilizando as instalações da Raia de Tiro Almirante Newton Braga de Faria, do Centro de Apoio a Sistemas Operativo, localizada na Ilha de Alcatrazes, em São Paulo. Os tiros efetuados pelo navio impressionaram a todos os envolvidos na condução do teste, devido à precisão das salvas e à eficácia do sistema em atender às correções introduzidas durante a espotagem. As mais de 50 granadas disparadas confirmaram, também, a confiabilidade do sistema de armas para emprego em engajamentos prolongados.

Para os testes do sonar, a “Barroso” contou com o apoio do Submarino “Timbira”. Nessa ocasião, foram realizados exercícios em que o sonar do navio mantinha o acompanhamento do submarino, em diferentes condições.

Os dados de todos os testes realizados serão, agora, analisados em detalhe pelo Centro de Análises de Sistemas Navais. Entretanto, os resultados preliminares altamente satisfatórios atestam a capacidade da Marinha do Brasil em projetar e construir um escolta eficaz, cujo sistema de armas tem capacidade de atuar contra ameaças, tanto acima como abaixo d’água.

FONTE: Nomar / FOTO: Guilherme Wiltgen

NOTA DO PODER NAVAL: Bravo Zulu à Fênix e toda sua tripulação! “Sustentar o fogo que a vitória é nossa!”

O ministro da Defesa do Irã, general Ahmad Vahidi, reiterou nesta quarta-feira a advertência contra a presença da Marinha americana no Golfo Pérsico.

“Sempre afirmamos que a presença de forças não regionais no Golfo Pérsico era nociva e só poderia criar distúrbios. Portanto, pedimos que não estejam presentes nesta via marítima”, declarou o militar, citado pela agência iraniana Mehr.
“O Irã fará todo o possível para preservar a segurança no Estreito de Ormuz”, completou. Na terça-feira, o general Ataollah Salehi advertiu o porta-aviões americano USS John C. Stennis, que atrevessou o Estreito de Ormuz e está no Mar de Omã, que não retorne ao Golfo Pérsico.

A passagem do USS John C. Stennis pelo Estreito de Ormuz aconteceu durante as manobras navais iranianas que duraram 10 dias na mesma região. Apesar das ameaças, Washington prometeu na terça-feira manter os navios de guerra mobilizados na região do Golfo.

Na segunda-feira, último dia das manobras navais, o Irã testou vários mísseis de cruzeiro, em particular os Ghader e Nur, com alcance de 200 km e que podem atingir alvos no Estreito de Ormuz, no Mar de Omã e no Golfo Pérsico.

FONTE: AFP via Terra / FOTOS: US Navy

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Um seminário realizado no final do ano – o Port Finance International Brazil – mostrou aos investidores estrangeiros quais são as perspectivas de investimentos que o Brasil oferece na área portuária

Operadores portuários, empresas de terminais privados, brasileiras e estrangeiras, representantes de instituições financeiras, economistas, consultores e advogados chegaram a um consenso de que o Brasil oferece excelentes oportunidades de negócios.

Os portos brasileiros movimentaram 800 milhões de toneladas de mercadorias em 2010, sendo que 400 milhões de toneladas foram de produtos para exportação e 120 milhões de toneladas de bens importados. A expectativa para 2012 é de movimentar um bilhão de toneladas.

A operação portuária sempre esteve nas mãos do poder público por razões econômicas e estratégicas. Todavia, o crescimento do comércio internacional, com volumes de transporte de cargas aumentado a cada dia, seja pela maior capacidade de produção de bens das empresas, seja pela maior possibilidade de armazenamento de carga em navios de grande porte, fez com que houvesse uma mudança nesse cenário. Importantes economias mundiais passaram a admitir a participação da iniciativa privada no setor. Com isso, o setor pôde se desenvolver a passos rápidos para acompanhar o crescimento da demanda do transporte de carga e passageiros.

No Brasil, esse movimento não foi diferente. Em 1993, houve a regulamentação do setor, com a publicação da lei nº 8.630/93. A partir disso, o setor portuário passou a ter regras específicas que antes estavam dispersas no sistema jurídico brasileiro. Mas, efetivamente, no Brasil, esse setor da economia sofrerá um impacto ainda maior em razão das descobertas do pré-sal. Estamos convencidos de que haverá um interesse dos investidores em diversificarem seus portfólios de investimento, nele incluindo os setores portuário, marítimo e fluvial, bem como o de infraestrutura. E isso será assim porque a realidade que se apresenta em nosso país, hoje, é, sabidamente, deficitária em termos de operação logística.

A crescente demanda por investimentos em portos e em infraestrutura logística é consequência dos seguintes fatores: insuficiência de estradas e de terminais de acesso a conexões de modal logístico, congestionamento nos acessos aos portos, aumento de custos relativos a atrasos de embarque e desembarque de mercadorias, de perda de “slots” de atracação, de reagendamento de horários em razão do congestionamento de embarcações, dentre outros.

Para sanar esses problemas, nos últimos dez anos a iniciativa privada investiu quantias expressivas. O Brasil, a China e a Índia foram recordistas de investimentos. Durante os anos 2006 e 2009, à China foram destinados US$ 4 bilhões, ao Brasil US$ 1,5 bilhão e à Índia US$ 2,5 bilhões. Isso é reflexo do rápido crescimento das relações comerciais dessas economias.

O investimento em infraestrutura portuária não só melhora as condições de competitividade de um país no que se refere ao comércio internacional de mercadorias e o transporte de passageiros, como também pode trazer efeitos benéficos para o índice de crescimento de ofertas de emprego. Dados apresentados no Port Finance International dão conta de que o projeto do “London Gateway” promoverá o maior crescimento de empregos que um projeto pode oportunizar. Esse projeto, que ainda está em construção, criará 12 mil novos postos de trabalho diretos e mais 20 mil indiretos.

Ciente das novas exigências que o mercado impõe, o poder público, por intermédio das autoridades que regulam o setor portuário, publica, com frequência, novas regras para o aproveitamento das áreas portuárias. Nesse sentido, recente resolução da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) deu novos contornos à exploração dessas áreas. A resolução de número 2.240, que substitui a 55, traz inovações que dão mais flexibilidade à gestão portuária e permite a utilização mais eficiente de áreas portuárias. Essa nova regulamentação não se limita apenas aos arrendamentos, mas a qualquer tipo de ocupação. E traz também algumas novidades, pois ela autoriza a celebração de contratos de uso temporário, de cessão de uso onerosa e não onerosa, de passagem e de autorização de uso.

Os contratos de uso temporário, que têm duração de até 36 meses, permitem que os interessados, ainda que não sejam titulares de arrendamento no porto, movimentem cargas não consolidadas no porto ou destinadas a plataformas offshore, mediante o pagamento de tarifas. Os contratos de cessão onerosa, ao seu turno, possibilitam que interessados explorem atividade econômica com vista à prestação de serviços àqueles que atuam no porto, como, por exemplo, agências bancárias e lanchonetes.

Os contratos de cessão não onerosa são aqueles firmados com os órgãos públicos que atuam no porto, tais como Polícia Federal, Corpo de Bombeiros e Anvisa. Outra novidade são os denominados instrumentos de passagem, que autorizam, sobre áreas de uso comum ou ocupadas por terceiros, a passagem dos interessados que desenvolvam atividades de movimentação e armazenagem de cargas destinadas ou provenientes de transporte aquaviário. Já a autorização de uso possibilita que a administração do porto ceda áreas por um prazo de até 90 dias para a realização de eventos de natureza recreativa, esportiva, cultural, religiosa ou educacional.

Há, ainda, os arrendamentos não operacionais, que permitem o arrendamento de áreas para atividades econômicas não diretamente ligadas à movimentação de cargas, como shoppings, cinemas, áreas culturais, estacionamentos, entre outras.

Mas não basta somente a regulamentação do uso de áreas portuárias. Um país que deseja receber capital estrangeiro, não especulativo, tem de ter um número elevado de tratados intencionais contra dupla tributação para que os investimentos de não residentes estejam protegidos.

Temos absoluta convicção de que medidas de proteção ao capital, associadas a regulamentações normativas modernas e transparentes de áreas portuárias e também à divulgação, em 2012, do Plano Nacional de Logística Portuária farão com que o Brasil entre, definitivamente, na rota de investimentos internacionais em obras de infraestrutura portuária, bem como de grandes empresas de operação portuária, as quais poderão aliar-se a empresas nacionais que já têm experiência nesse setor da economia.

FONTE: Valor Econômico/Felipe Ferreira Silva é sócio do Emerenciano, Baggio e Associados Advogados.

O Irã encerrou seus jogos de guerra no Golfo Pérsico nesta terça-feira praticamente da mesma forma como os iniciou no mês passado: com um tom de desafio militar enquanto potências ocidentais se reúnem em busca de sanções mais duras nos setores financeiro de petróleo como ferramenta contra o programa nuclear de Teerã.

A atmosfera de impasse – menos de uma semana depois de o Irã ter alertado que poderia bloquear uma das mais importantes rotas marítimas de petróleo mar do mundo em resposta às pressões econômicas – parece se aprofundar após um general iraniano sugerir que porta-aviões norte-americanos não são bem vindos no Golfo.

O Pentágono respondeu posteriormente que as embarcações manterão suas ações no local como programado. George Little, secretário de imprensa do Pentágono, disse que a Marinha dos Estados Unidos opera no Golfo de acordo com a lei internacional para manter “um constante estado de alta vigilância” e assegurar o fluxo de comércio marítimo.

Em Paris, o ministro de Relações Exteriores Alain Juppé disse que “não há dúvidas” de que o Irã está buscando a fabricação de armas nucleares e pediu que a Europa siga os Estados Unidos na imposição de sanções mais duras contra o país. Juppé disse que as medidas poderiam incluir alvos como o banco central do Irã e a imposição de embargos ao petróleo iraniano.

Caso o Ocidente deixasse de adquirir petróleo de um dos mais importantes exportadores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) ainda deixaria o Irã com muitos mercados compradores como China e Índia e daria a Teerã força econômica para resistir aos Estados Unidos e seus aliados.

Mas preocupações de que as tensões no Golfo poderiam prejudicar o fornecimento de petróleo elevaram o preço do barril para acima de US$ 101 e acrescentaram mais pressão à moeda iraniana, o rial, que atingiu recordes de baixa ante o dólar nesta semana.

Ao final dos 10 dia de manobras navais, o chefe do Exército iraniano, general Ataollah Salehi, disse que um “navio de guerra norte-americano” que deixou o Golfo não devia retornar. Ele não citou uma embarcação específica, mas a 5ª Frota Naval dos Estados Unidos disse que o porta-aviões USS John C. Stennis e outro navio deixaram o Golfo pelo Estreito de Ormuz na semana passada após a vista ao porto Jebel Ali, em Dubai.

A 5ª Frota, sediada no Bahrein, é um dos principais contrapesos do Pentágono à expansão militar do Irã no Golfo Pérsico. As informações são da Associated Press.

FONTE: Estadão

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A Marinha iraniana lançou de forma bem sucedida o míssil “Noor” terra-mar nos exercícios militares que realiza no Golfo Pérsico, informou a agência de notícias estatal Irna.

Este modelo do projétil, que está muito avançado em relação aos sistemas anti-radar, atingiu os alvos previstos e os destruiu, segundo a agência. O míssil foi projetado e produzido por especialistas da marinha e cientistas da indústria de Defesa do país.

Também nesta segunda-feira, a marinha iraniana lançou mísseis terra-mar de longo alcance (Ghader) e de baixo alcance (Nasr), ambos com sucesso, segundo a fonte.
A armada iraniana começou no último dia 24 de dezembro suas manobras navais Velayat 90 nas águas do sul do país entre o estreito de Ormuz e o oceano Índico.

O Irã vive uma polêmica por causa de seu programa nuclear, sobre o qual parte da comunidade internacional, liderada pelos EUA, acredita que tem uma vertente militar destinada à fabricação de bombas atômicas, o que Teerã nega, alegando que ele tem caráter exclusivamente civil e com objetivos pacíficos.

FONTE: Terra/EFE

NOTA DO PODER NAVAL: o Noor é uma versão modificada do míssil antinavio chinês C-802.

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Hoje, dia 2-1-12, foi despachado o 2º lote da Revista Forças de Defesa número 3. O número de rastreio será enviado por e-mail aos compradores.

Brasil compra navios de patrulha

Londres, Reino Unido: A Marinha do Brasil assinou um contrato no valor de 133 milhões de libras esterlinas com a BAE Systems para o fornecimento de três Navios de Patrulha Oceânica e serviços auxiliares de apoio. O contrato inclui, também, Licença de Fabricação, que permite a construção de outros navios da mesma classe no Brasil.

Os três navios de 90 metros, originalmente construídos para o governo de Trinidad e Tobago, proverão a Marinha do Brasil com capacidade marítima reforçada no curto prazo, enquanto se aguarda a aquisição futura de navios no âmbito do programa PROSUPER (atual plano de aquisição de navio de superfície do Brasil). Os dois primeiros navios serão entregues em 2012 e o terceiro no início de 2013.

Como parte da Licença de Fabricação, será fornecido um Pacote de Informação de Projeto contendo informações relevantes sobre o projeto e fabricação, que permitirão à Marinha do Brasil construir outros Navios de Patrulha Oceânica aqui, dando suporte ao programa de reequipamento naval do país e fortalecendo a capacidade industrial marítima do Brasil.

“Este é um passo significante para o nosso relacionamento com o país. Os Navios de Patrulha Oceânica são embarcações altamente capazes e tenho certeza de que serão um ativo extraordinário para a Marinha do Brasil”, disse Andrew Davies, Diretor Administrativo da Divisão Marítima da BAE Systems.

“Estamos ansiosos para trabalhar juntos e espero que este seja o início de uma parceria de longo prazo com o Brasil no setor marítimo”.

“A aquisição destes três Navios de Patrulha Oceânica da BAE Systems será uma importante contribuição tanto para nossa habilidade em prover segurança e proteção para as Águas Jurisdicionais brasileiras quanto para a entrega dos nossos compromissos com a Autoridade Marítima Brasileira”, disse o Contra-Almirante Francisco Deiana, Diretor de Engenharia Naval da Marinha do Brasil.

“Esta aquisição não muda o escopo do PROSUPER, nosso programa de aquisição futura de navios que também inclui outros cinco Navios de Patrulha Oceânica de 1.800 toneladas a serem construídos no Brasil”.

Os Navios de Patrulha Oceânica são capazes de ultrapassar a velocidade de 25 nós e pesam 2.200 toneladas quando totalmente carregados. Com um canhão de 30mm e duas metralhadoras de 25mm, bem como convés de voo para operar helicóptero e um bote inflável rígido, os navios são ideais para a realização de funções de segurança marítima nas águas territoriais do Brasil. Projetados para acomodar uma tripulação de até 70 pessoas, com acomodação adicional para 50 tropas embarcadas ou passageiros e amplo espaço de convés para armazenagem de contêineres, as embarcações também são eficazes para busca e salvamento e operações de socorro.

Os navios foram originalmente construídos pela BAE Systems para o governo de Trinidad e Tobago sob um contrato assinado em 2007. Este contrato foi encerrado no final de 2010 e BAE Systems, desde então, tem oferecido os navios para países interessados. O primeiro navio foi construído nas instalações da BAE Systems de Portsmouth e os outros dois em seu estaleiro no Clyde.

FONTE: Gaspar e Associados Comunicação Empresarial

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A Rússia finalmente entregou oficialmente à Índia o submarino nuclear Nerpa, cujo acidente em 2008 provocou a morte de 20 técnicos e tripulantes.

A cerimônia oficial da assinatura da entrega foi realizada ontem (quinta-feira) em Bolchoi Kamen (Extremo Oriente russo), onde está atualmente o Nerpa, segundo o Estado-Maior da frota russa.
O K-152 Nerpa, um submarino de ataque de propulsão nuclear classificado pela Otan como “Shuka-B” ou “Akula”, pode levar torpedos e mísseis de cruzeiro.

Uma falha no sistema anti-incêndio em novembro de 2008 provocou a morte de 20 pessoas por asfixia, entre os quais 17 civis do estaleiro no qual foi construído o submarino, quando realizava testes no mar do Japão.

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DUBAI, 28 Dez – A Quinta Frota dos Estados Unidos afirmou nesta quarta-feira que não permitirá nenhuma interrupção do tráfego no estreito de Ormuz, depois que o Irã ameaçou impedir os navios de passarem pela estratégica rota de escoamento de petróleo.

“O livre fluxo de mercadorias e serviços pelo estreito é vital para a prosperidade regional e global”, disse um porta-voz da frota, baseada no Barein, em resposta por escrito perguntas da Reuters sobre a possibilidade de o Irã fechar a passagem.

“Quem quer que ameace prejudicar a liberdade de navegação em um estreito internacional está claramente fora da comunidade de nações. Nenhuma interrupção será tolerada”, disse o porta-voz.

Indagado sobre se estava adotando alguma medida específica em resposta à ameaça de fechamento do estreito, o assessor respondeu que a frota “mantém uma presença robusta na região para deter ou conter atividades desestabilizadoras”, e não deu mais detalhes.

A declaração do porta-voz da frota é uma resposta a declarações recentes de autoridades iranianas. Nesta quarta-feira, o mais alto comandante naval do Irã afirmou que bloquear o estreito de Ormuz, no Golfo, a petroleiros seria “mais fácil que beber um copo de água” para o Irã, se o país considerar a ação necessária, aumentando assim os temores sobre a mais importante rota de passagem do produto no mundo.

“Fechar o estreito de Ormuz é realmente muito fácil para as Forças Armadas do Irã… ou, como os iranianos dizem, será mais fácil que beber um copo de água”, disse Habibollah Sayyari à emissora iraniana de língua inglesa Press TV.

“Mas, neste momento, não precisamos fechá-lo, já que temos o Mar de Omã sob controle, e podemos controlar o trânsito”, disse Sayyari, que está no comando de dez dias de manobras militares iranianas em Ormuz. (Reportagem de Humeyra Pamuk e Andrew Hammond)

FONTE: Reuters

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A mais recente avaliação dos segredos militares da China e a rápida modernização dos seus submarinos, tem boas e más notícias para a Marinha dos EUA. Por um lado, cerca de 60 submarinos da frota da Marinha do Exército de Libertação Popular (PLAN) estão gastando mais e mais tempo nas patrulhas de combate  -  sinalizando o aumento da competência naval da China e a crescente seriedade em influenciar o oeste do Oceano Pacífico.

Por outro lado, a agitação da atividade submarina dá às forças norte-americanas mais oportunidades de acompanhar e examinar os submarinos chineses. Analistas dos EUA descobriram uma fresta de esperança no encontro com as nuvens da tempestade estratégica. Submarinos chineses são muito mais barulhentos do que o esperado. O som que se ouve é o do equilíbrio de poder do Pacífico em favor de Washington.

Em 2007, submarinos a diesel da China e um punhado de submarinos de propulsão nuclear conseguiram apenas algumas poucas patrulhas  por ano, combinados. Dois anos antes disso, nenhum dos submarinos de Pequim saiu para patrulha. Durante anos, a maioria dos submarinos da PLAN permaneceu amarrada em bases navais, afastada por problemas mecânicos e falta de equipes devidamente treinadas.

Enquanto os submarinos da PLAN estavam ociosos, os aviões de espionagem da Marinha dos EUA, navios de vigilância e submarinos tiveram poucas oportunidades para avaliar as capacidades submarinas da China – e, mais importante, quanto ruído os chineses geram submersos e em movimento, ao mesmo tempo. Marinhas podem usar sonares passivos para rastrear submarinos pelos sons que eles fazem. Quanto mais alto o ruído de um navio, mais fácil de detectar. E destruir.

Com pouca informação para prosseguir, oficiais da inteligência americana tinham de adivinhar. Em casos como este, “adivinha-se conservadoramente”, disse um respeitado analista naval ao Danger Room, sob a condição de anonimato. As estimativas conservadoras colocaram o submarinos mais recentes da PLAN cerca de uma década atrás do “estado-da-arte” dos submarinos russos – e, potencialmente, 20 anos atrás a tecnologia submarina dos EUA.

Agora os submarinos chineses estão patrulhando com mais freqüência. ”Nos últimos dois anos, os chineses começaram a desdobrar submarinos diesel com mais frequência em lugares como o Mar das Filipinas”, revela o analista. Mais e melhores dados estão fluindo das forças dos EUA. Com esses dados, a Marinha realizou uma nova avaliação dos submarinos da PLAN. O analista não identificado participou de uma apresentação secreta com base na avaliação.

A maior surpresa da avaliação: deixando de lado uma dúzia de submarinos russos da PLAN importados, os novos submarinos chineses podem ser detectadas na conhecida ”primeira zona de convergência”, um anel de cerca de 25 milhas a partir de um submarino onde as ondas sonoras viajam juntas.

Durante a Guerra Fria, a Marinha dos EUA organizava seus submarinos em linhas onde cada navio ficava 25 milhas distante da próxima, formando uma espécie de rede para apanhar submarinos soviéticos. Com a introdução da mais recente geração de submarinos sileciosos russos a diesel na década de 1990, os americanos achavam que a detecção na zona de convergência não era mais possível. Mas a Marinha acaba de descobrir que os submarinos de fabricação chinesa são ainda mais barulhentos que os submarinos russos de 20 anos de idade. ”Aparentemente, os submarinos americanos estão fazendo detecções na primeira zona de convergência e rastreando-os”, relata o analista.

Assumindo que os chineses vão manter os projetos dos submarinos atuais, os submarinos americanos devem ser capazes de derrotar rapidamente os submarinos chineses em qualquer guerra futura potencial – ajudando a abrir caminho para que os porta-aviões dos EUA possam atacar alvos terrestres chineses. Combinado com uma desaceleração na produção de submarinos chineses, e a recente duplicação da produção de submarinos nos EUA, a revelação de ruído pode levar a um recálculo radical do equilíbrio de poder do Pacífico.

A Marinha dos EUA tinha uma vantagem tecnológica confortável sobre a PLAN antes mesmo da atividade chinesa aumentada alimentar a inteligência. Agora essa vantagem ficou ainda ainda maior. E mais ruidosa.

FONTE: Wired, Danger Room/ TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: Poder Naval

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