Os futuros navios-aeródromo (CVF) britânicos HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales deverão entrar em serviço em 2014 e 2016 respectivamente.
Deslocarão 65.000 toneladas, com comprimento de 280m. Tão logo estejam operacionais, o Reino Unido possuirá novamente uma força aeronaval de peso. Serão equipados com os caças F-35B STOVL Lightning II, aeronaves AEW e helicópteros. Mas os navios poderão sofrer upgrades ao longo de sua vida útil (estimada em 40 ou 50 anos) para operar aeronaves de pouso e decolagem convencionais e UCAVs (aeronaves de combate não-tripuladas).
Gilberto Amaral
Brasília receberá no dia 22 de dezembro a visita do presidente da França Nicolas Sarkozy. Vem assinar acordos que trarão grandes novidades para a nossa Marinha. Como em sociedade tudo se sabe, principalmente envolvendo submarinos nucleares.
(Clicando na imagem, pode-se ver o corte seccional da classe francesa “Rubis/Amethyste”. O número 5 aponta para a seção onde fica o reator PWR).
Fonte: Jornal de Brasília 16/07/2008
O Pentágono informou na quarta-feira o Congresso sobre a possível venda a Israel de novos navios de combate literâneo, peças de reposição, softwares, outros produtos e serviços avaliados em 1,9 bilhão de dólares.
Os principais beneficiários dos contratos seriam as empresas Lockheed Martin, General Dynamics e Raytheon, segundo a Agência de Cooperação de Segurança e Defesa, que supervisiona as vendas de armas ao exterior.
Israel solicitou autorização para adquirir até quatro navios de combate litorâneo, usados para operações próximas à costa. O Congresso tem 30 dias para impedir a venda, o que dificilmente ocorre.
“É vital para o interesse nacional dos EUA assistir Israel no desenvolvimento e manutenção de uma capacidade de autodefesa forte e preparada”, disse a agência em nota.
Fonte: Reuters/O Globo Online
O comandante da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto, reconheceu ontem que não tem como garantir total segurança às plataformas marítimas da Petrobras. “Não estamos suficientemente preparados para tomar conta das nossas águas jurisdicionais”, disse o almirante, atribuindo a fraqueza à falta de investimentos na Marinha nos últimos anos.
Moura Neto aproveitou o exercício de autocrítica para reforçar sua tentativa de convencer o governo a desbloquear recursos orçamentários. Cabem à Marinha, conforme a Lei do Petróleo, 15% dos sobre a produção de petróleo no mar. Segundo o comandante, só em 2008 estão sendo contingenciados R$ 700 milhões em royalties que pertenceriam à Força. Desde 1997, ano de promulgação da lei, foram mais de R$ 3 bilhões. É em parte devido a essas retenções que os projetos de reaparelhamento engatinham e o programa nuclear ficou em “estado vegetativo” até o fim de 2007, afirmou Moura.
Para uma necessidade mínima de R$ 1,842 bilhão – em despesas que vão de manutenção dos quartéis a pagamento de salários, além de reposição dos armamentos gastos -, o orçamento da Marinha caiu para R$ 1,521 bilhão com o contingenciamento anunciado após o fim da CPMF.
O comandante informou ter encaminhado ao Ministério da Defesa uma lista com oito prioridades de reaparelhamento, que incluem submarinos convencionais, torpedos, navios-patrulha e helicópteros. Os gastos estimados para atender essas prioridades alcançam R$ 5,8 bilhões no período que vai de 2008 a 2014.
Em penúria financeira, a Marinha tem se empenhado na área diplomática para defender os interesses do país no novo cenário mundial do petróleo. Os grandes campos de Tupi e Júpiter se localizam a menos de 200 milhas náuticas (cerca de 350 quilômetros) da costa brasileira, limite da zona econômica exclusiva (ZEE), mas nada impede que as jazidas petrolíferas da camada pré-sal ultrapassem essa distância. Por isso, pediu às Nações Unidas o reconhecimento de mais 950 mil km2 de plataformas continentais, até 350 milhas náuticas do litoral. Moura revelou que a ONU já indicou “tacitamente” aceitar um pedido de acrescentar 750 mil km2 de jurisdição brasileira.
Fonte: Valor Econômico
Estamos disponibilizando uma Galeria Especial com 76 fotos do Navio-Hidroceanográfico Cruzeiro do Sul (H 38), mostrando a sua transferência para a guarnição brasileira e alguns detalhes dos trabalhos executados no Estaleiro Jurong, em Singapura. As fotos são uma colaboração do ultimo Chefe de Maquinas (Chief Engineer) do “Surveyor”, Sr. Rein Van Manen.
Nossos agradecimentos ao Chief Van Manen, ao Capitão-de-Fragata H. Straus, e aos outros membros da ultima tripulação do “Surveyor” que são os autores das fotos, sem esquecer do nosso amigo Luiz Carlos Padilha que intermediou esse contato.
O submarino italiano Salvatore Todaro (S-526), Type 212, equipado com sistema de propulsão independente da atmosfera (AIP), chegou à Estação Naval de Mayport no dia 11 de julho, marcando a primeira visita de um submarino italiano aos EUA depois da Segunda Guerra Mundial.
A visita do Todaro tem como objetivo apoiar a Grupo de Batalha do navio-aeródromo Theodore Roosevelt, no exercício denominado JTFEX (joint task force exercise), planejado para testar e avaliar as reações dos navios americanos em múltiplos cenários. O JTFEX é a certificação final para a preparação do Grupo de Batalha.
O cruzador de mísseis guiados USS Lake Erie (CG 70), da classe “Ticonderoga”, dispara um míssil antinavio Harpoon durante a Operação Rim of the Pacific (RIMPAC) 2008.
Além da visita dos navios HMS Liverpool (D 92) e RFA Black Rover (A 273), da Marinha Inglesa, o mês de julho ainda terá a visita de vários navios da nossa Marinha ao Porto de Santos, são eles:
No dia 18 de julho:
- Fragata Defensora (F 41)
- Corveta Julio de Noronha (V 32)
No dia 25 de julho
- Fragata Bosisio (F 48)
- Fragata Rademaker (F 49)
- Corveta Inhaúma (V 30)
- Corveta Frontin (V 33)
- Navio-Tanque Almirante Gastão Motta (G 23)
- Navio de Desembarque de Carros de Combate (G 28)
- Submarino Tamoio (S 31)
- Navio Varredor Anhatomirim (M 16)
- Navio Varredor Albardão (M 20)
Duas curiosidades: a presença de três Corvetas classe “Inhaúma” aparecendo em Santos, quase ao mesmo tempo, um fato raro, e, o retorno de Navios-Varredores da classe “Aratu” (Schültze). Os Varredores da classe “Aratu” aparecem pouco pelos portos do Sul e Sudeste, mesmo porque são deslocamentos penosos para navios do seu porte, ainda assim, sempre que possível, participam das manobras da Esquadra nessas águas.
Os navios devem atracar no trecho de cais entre os Armazéns 29 e 31 e ainda não está confirmado se serão abertos para a visitação pública.
COMANDO DO 1º DISTRITO NAVAL
SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
“NOTA À IMPRENSA”
Rio de Janeiro, 10 de julho de 2008.
Como ocorre todos os anos no mês de julho, serão realizadas duas solenidades em memória aos integrantes da Marinha do Brasil e da Marinha Mercante Brasileira que perderam a vida em operações de guerra. Essas homenagens têm o propósito de exaltar o exemplo de coragem, determinação, desprendimento e dedicação que os marinheiros, fuzileiros e tripulantes dos navios brasileiros mortos em combate deixaram para as gerações futuras.
No dia 15 de julho, às 10h, a Marinha do Brasil, o Clube Naval e a Sociedade Amigos da Marinha – Rio de Janeiro farão uma Missa Solene, celebrada pelo Capelão-Chefe da Marinha do Brasil, Capitão-de-Mar-e-Guerra (Capelão-Naval) Nelson Dendena, na Igreja Nossa Senhora da Candelária.
No dia 17 de julho, às 10:30h, acontecerá a Cerimônia de Aposição Floral no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, que será presidida pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Aurélio Ribeiro da Silva Filho. Nesse mesmo horário, veteranos de guerra lançarão flores no mar, nas proximidades de Copacabana, a bordo do Navio-Patrulha “Guajará”.
Fonte: G1
Ele parece um pássaro, talvez um urubu. Mas pode ser uma arma em defesa da segurança pública. Contra o tráfico de drogas, por exemplo.
Câmeras de vigilância estão em todas as partes. Agora, elas também voam. De longe, a câmera de vídeo de uma pequena aeronave é parecida com um pássaro, e por isto ganhou o apelido de ‘Carcará’.
Com dois quilos de peso e menos de um metro e meio de envergadura, o ‘Carcará’ foi criado por dois jovens empreendedores brasileiros.
O aparelho segue os princípios dos aviões de brinquedo controlados por rádio, mas é muito mais sofisticado. Ele captura imagens, que são mostradas em tempo real por um programa de computador.
O avião até fala. Em inglês, ele diz “perigo: baixa altitude”. A Marinha brasileira já está usando o Carcará para operações táticas.
Sem arriscar vidas
Esta tecnologia, que vem sendo utilizada na ocupação do Iraque, permite vigiar e filmar quaisquer objetivos sem pôr vidas em risco, já que o avião não tem tripulação.
A Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro assistiu a demonstrações no exterior e agora vai conhecer o Carcará, em apresentação marcada para esta semana.
“Você pode usar um aparelho desse para acompanhar o tráfico de drogas. Por exemplo, para acompanhar a entrada e saída dos locais em que se acredita que haja concentração de drogas. Se eu acredito que existe um cativeiro em alguma região, eu posso usar um aparelho desse para cobrir uma grande área. Com isso, você consegue melhorar a sua capacidade de vigilância reduzindo seu custo. E isso é uma tendência”, explica Hélio Moura, professor de Gestão de Segurança.
Autonomia
Um dos modelos pode voar durante uma hora e meia, num raio de oito quilômetros. Chega a 3.000 metros de altura, e tem velocidade máxima de 75 quilômetros por hora.
Ele funciona assim: satélites enviam sinais a uma das três antenas que o aparelho carrega. O avião sabe então em que lugar está. A segunda antena se comunica com o programa de controle que, em terra, transmite ao avião a direção desejada.
Uma vez no ar, a aeronave segue as ordens pelo programa. E a terceira antena cuida do envio das imagens capturadas pela câmera. “Esse avião tem uma câmera que gira 360 graus, ela é retrátil. E com essa câmera você consegue clicar num alvo, e ele segue automaticamente esse alvo”, esclarece o empresário Gabriel Klabin.
O uso desta tecnologia não se limita à segurança pública e à defesa. Ela serve também para planejamento de trânsito, monitoramento ambiental e pesquisas agrícolas.
A Índia receberá um submarino nuclear russo da classe ”Akula-II, em setembro de 2009, equipando sua marinha com uma máquina de guerra subaquática silenciosa e letal, a fim de reforçar sua capacidade de combate em águas azuis.
O submarino, batizado como INS Chakra, foi arrendado por 10 anos com opção de compra, e vai ajudar a Índia a preencher o lacuna provocada pelos atrasos no projeto do seu próprio submarino nuclear de ataque.
Três tripulações indianas para o submarino nuclear já foram treinadas no centro de formação em Sosnovy Bor, perto de St. Petersburg.
Este centro também será utilizado para a formação das tripulações dos submarinos nucleares indianos ATV, projeto atualmente em fase avançada de desenvolvimento.
Apesar de algumas fontes terem dito que a Índia financiou a conclusão da construção de um submarino projeto 971 “Shchuka B” (codinome “Akula” na OTAN), no valor de US$ 650 milhões, em acordo assinado em 2004 como parte do pacote Gorshkov, o custo de locação do Chakra não foi revelado.
O “Akula” é o mais silencioso submarino de ataque russo e foi batizado Chakra como seu antecessor. Em janeiro de 1988, o submarino nuclear K-43 do projeto 670 (codinome “Charlie” na OTAN), foi arrendado pela Marinha Indiana e rebatizado como INS Chakra, operando até março de 1991, quando sob a pressão intensa dos EUA, o presidente soviético Mikhail Gorbachev se recusou a prorrogar o arrendamento.
Embora os submarinos classe “Akula-II” possam ser equipados com mísseis de cruzeiro nucleares Kh-55 Granat com raio de ação de 3.000km, da mesma classe do Tomahawk americano, a versão indiana será armada com mísseis antinavio 3M-54 Klub, com 300km de alcance, já que armas com alcances superiores a esse não podem ser exportados pela Rússia, devido a acordos de controle de armas, pois a mesma é signatária do tratado MTCR.
NOTA DO BLOG: Será que o Brasil poderia seguir o mesmo caminho da Índia, alugando um submarino nuclear para treinar tripulações e formar doutrina operacional, enquanto o nosso não fica pronto? E qual país teria interesse em nos prestar tal serviço?
Aproveitando a visita do secretário-adjunto de Estado dos EUA para o Hemisfério Ocidental, Thomas Shannon, funcionários do governo argentino pediriam ontem explicações sobre a reativação da Quarta Frota americana nas águas da América do Sul e do Caribe.
“Estamos preocupados com o tema da Quarta Frota (…), pois não sabemos por que está sendo reativada e qual é seu sentido”, disse o vice-chanceler argentino, Victorio Taccetti, à imprensa local, antes da visita de Shannon. “Vamos comunicar essa preocupação e pedir ao enviado de Washington que explique o alcance da decisão.”
Os EUA argumentam que a frota não tem capacidade ofensiva e que seu principais objetivos são ajuda humanitária e combate ao tráfico de drogas.
Shannon teria na noite de ontem um encontro com a presidente Cristina Kirchner.
Fonte: Folha de São Paulo
Em estação de patrulha pelo Atlântico Sul, através da Atlantic Patrol Task (South), estão previstos para chegar no porto de Santos, dois navios da Marinha Real Britânica. No dia 19 de julho chega o navio-tanque da Frota Real Auxiliar, o RFA Black Rover (A 273), unidade da mesma classe do “Gold Rover”, que esteve por aqui em fevereiro e março de 2007.
Já no dia 23 de julho, chega o contratorpedeiro Type 42 Batch 2 HMS Liverpool (D 92), que visitou a cidade em junho de 2006, e dessa vez substituiu na patrulha o HMS Nothingham (D 91), que esteve no Rio de Janeiro em novembro do ano passado.
Em agosto de 2007, também esteve em Santos o HMS Southampton (D 90).
Depois de muitos anos escalando somente no porto do Rio de Janeiro, os navios da Royal Navy estão visitando outros portos, como Recife e Rio Grande, além de Santos. As últimas visitas, antes dessas, foram dos navios oceanográficos Hecla e Herald e o navio de apoio oceanográfico HMS Endurance (A 171), o antigo, anterior ao que está em serviço atualmente. O HMS Endurance e os dois navios oceanográficos eram veteranos da Guerra das Malvinas/Falklands, em 1982.
Ainda não está confirmada a possibilidade dos navios abrirem para visitação pública, mas vale a pena ficar alerta, pois é uma boa oportunidade de conhecer esses navios de perto.
Existem informes de que o Irã chegou a adquirir mísseis russos SS-N-22 Sunburn (Moskit) e P-800 Oniks (designado SS-N-26 na OTAN). São os mais letais mísseis antinavio do mundo, porque são supersônicos (quase mach 3), alcançam até 300km, voam na fase terminal a poucos metros sobre o mar e deixam os navios alvo com apenas 25 segundos para reagir.
Há quem diga que as baterias terrestres iranianas dotadas com esses mísseis poderiam destruir a V Frota da US Navy. Será?
O Cavour [550] é o novo navio-aeródromo italiano, construído pela Fincantieri em 2001 e lançado ao mar pelo estaleiro Riva Trigoso em 20 de julho de 2004. Os testes de mar começaram em dezembro de 2006, o comissionamento ocorreu em 27 de março de 2008 e a entrada em serviço será em 2009.
O navio foi projetado para operar aeronaves STOVL (poderá acomodar até 24 caças F-35B) e helicópteros; tem 27.000t de deslocamento, 244m de comprimento e um hangar de 134m, com 2,500 m², que pode receber aeronaves e veículos (24 carros de combate ou 50 Dardo IFV, 100+ Iveco LMV). Rampas de acesso nas laterais e na popa permitem o embarque de veículos de até 70 toneladas.
O Cavour também pode operar como LPH (Landing Platform Helicopter), acomodando helicópteros EH101 e até 325 marines.
O armamento antiaéreo do navio é composto de 32 mísseis Aster-15, em 4 lançadores verticais A43 SYLVER.
O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Clifford Sobel, disse hoje (9) a senadores brasileiros que o reparecimento da Quarta Frota da Marinha americana – que estava desativada desde 1950 – em águas da América Latina visa a construir e reforçar parcerias com nações da região.“O embaixador disse aos senadores que a Quarta Frota é unidade administrativa projetada para oferecer uma organização mais eficiente e facilitar o uso de recursos navais na região em apoio a missões de paz, esforços de assistência humanitária, respostas a desastres, operações contra o tráfico de narcóticos e exercícios tradicionais com as marinhas de nações parceiras”, informa comunicado divulgado pela embaixada norte-americana no Brasil.
Sobel ainda teria enfatizado aos senadores Pedro Simon (PMDB-RS), Eduardo Suplicy (PT-SP), Cristovam Buarque (PDT-DF) e João Pedro (PT-AM) que a Quarta Frota não terá navios permanentes e será composta por 120 pessoas baseadas no estado da Flórida.
O encontro foi solicitado pelos senadores porque existiam rumores de que a reativação da Quarta Frota teria sido motivada pela descoberta de petróleo a 300 quilômetros da costa marítima brasileira ou por uma tentativa de controlar países da região com governos considerados “incômodos” por Washington, especialmente a Venezuela.
“Nós gestionamos a preocupação porque historicamente ocorreram na América Latina situações de intervenções norte-americanas que resultaram em fatos que não trazem boas lembranças. Vamos continuar acompanhando e manifestamos intenção de, se possível, dialogarmos com os candidatos à presidência dos Estados Unidos nas eleições deste ano”, relatou Suplicy.
No último dia 2, em entrevista coletiva no encerramento da 35ª Reunião de Cúpula do Mercosul, na cidade argentina de San Miguel de Tucumán, o presidente Lula afirmou que seria necessário os Estados Unidos “explicarem a lógica desta Quarta Frota .”
Fonte: Agência Brasil



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