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No dia 23 de agosto, foi realizada cerimônia militar na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia em comemoração ao dia do Aviador Naval e aos 94 anos da Aviação Naval Brasileira.

O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, presidiu a cerimônia, que contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, além de convidados e familiares dos militares do complexo Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

Além da exposição estática de cada aeronave operada pela Aviação Naval, a apresentação aérea contou com três UH-12 Esquilo do Esquadrão HU-1, dois IH-6B Jet Ranger do Esquadrão HI-1, três AH-11A Super Lynx do Esquadrão HA-1, dois UH-14 Super Puma do Esquadrão HU-2 e um SH-3B do Esquadrão HS-1.

Fechando a apresentação aérea, houve a apresentação do Esquadrão VF-1 com um AF-1 e dois AF-1A, que após a passagem baixa sobre a pista, encerraram a apresentação aérea com um “break” em frente ao palanque, onde se encontravam as autoridades e demais convidados.

NOTA do PODER NAVAL: os editores Alexandre Galante e Guilherme Wiltgen continuam na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, realizando diversas matérias exclusivas com a Aviação Naval, e em breve vão trazer muitas novidades.

Conforme informado pelo site Flight Global ontem (23/08), as oito células do Grumman C-1A Trader adquiridas pela Marinha do Brasil (MB) junto aos EUA através do programa FMS serão empregadas em atividades tipo COD (Carrier On-board Delivery) e reabastecimento aéreo. Ainda segundo o site seis células seriam modernizadas, sendo quatro como COD e duas como reabastecedores.

Estas não são as células que serão transformadas em aeronaves especializadas em AEW (Airborne Early Warning). Espera-se que as futuras aeronaves AEW da MB sejam modificadas a partir das quatro células da Grumman S-2G que estão armazenadas no Uruguai e pertencem à marinha aquele país.

Até o momento não há definição sobre o grupo propulsor que substituirá os Wright R-1820 originais. Estes motores radiais que equipam os Traker/Trader carecem de peças sobressalentes no mercado (um dos problemas enfrentados pela FAB no final da vida dos P-16). Acredita-se que a escolha recairá sobre os turboélices TPE331 da Honeywell, cuja versão militar é conhecida como T76 nos EUA.

Estes motores produzidos pela Honeywell são bastante confiáveis e possuem uma longa carreira. A produção da primeira versão ocorreu em 1963, a partir do projeto desenvolvido pela Garrett. Desde então foram mais de 14.000 unidades produzias sendo que suas variantes equipam ou equiparam perto de 30 aeronaves diferentes incluindo o Shorts Tucano, o OV-10 Bronco, o FMA Pucará, o CASA 212 e versões do Turbo Tracker.

As células dos C-1A deverão ser vistoriadas e colocadas em condições de voo ainda nos EUA e então enviadas para o Brasil. Em relação aos futuros AEW, discute-se ainda a adoção do radar Eliradar HEW-784 ou do Thales Searchwater 2000AEW.

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A história da Aviação Naval Brasileira se inicia em 23 de agosto de 1916, com a assinatura do decreto de criação da Escola de Aviação Naval (EAvN), pelo então Presidente Wenceslau Braz, sendo ela a primeira escola de aviação militar do Brasil e, portanto, o berço de nossa aviação militar.

Nesses 93 anos de existência, a Aviação Naval vem traçando um trajetória marcada pelo pioneirismo e bravura, lembrando que apenas dez anos após o primeiro voo do 14Bis por Santos Dumont, a Marinha do Brasil já fazia história com a aeronave Curtiss F 1916, iniciando a conquista da operação aérea em proveito dos meios da Esquadra.

Fatos que vão desde a realização do primeiro deslocamento aéreo no Brasil, passando pela participação na 1ª Grande Guerra, integrando o 10° Grupo de Operações de Guerra da RAF, até os dias atuais, nas operações com asa-fixa embarcada no Nae São Paulo (A12), o que coloca a MB em um seleto grupo dentre as marinha do Mundo.

A Aviação Naval se faz hoje presente em todo o território nacional, desde a Amazônia Azul até a Verde, através de seus Esquadrões Distritais (HU-3 em Manaus-AM, HU-4 em Ladário-MS e o HU-5 em Rio Grande-RS) e dos demais Esquadrões (HI-1, HU-1, HU-2, HA-1, HS-1 e VF-1) que formam o complexo aeronaval de São Pedro da Aldeia, que ainda compreende o Comando da Força Aeronaval, Base Aéra Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN), Depósito Naval de São Pedro da Aldeia (DepNavSPA) e a Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA), contribuindo assim para a Defesa da pátria.

No mundo verde da Amazônia, presta apoio na área da saúde às populações ribeirinhas e patrulha nossa vias fluviais, no Pantanal, protegendo as nossa fronteiras e se estendendo até o Continente Antártico, apoiando a Estação Antártica Comte. Ferraz (EACF) e compondo o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) no Napoc Ary Rongel, apoiando também o desenvolvimento científico do Brasil.

A Aviação Naval Brasileira está preparada para atuar em qualquer outro cenário onde a sua presença se faça necessária.

O atual Comandante da Força Aeronaval é o CA Liseo Zampronio.

“Aviação Naval.

No Ar, os Homens do Mar.”

LOGOMARCA: 3SG Pinheiro (CIAAN)

FOTO: Alexandre Galante/Poder Naval

 

 

Em 29 de julho de 1996, o então Ministro de Estado da Marinha encaminhou ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República, a carta de exposição de motivos n° 091/96 onde, com base na edição da Lei Complementar n° 069/91, que dispõe sobre o preparo e o emprego das Forças Armadas, participou que a Marinha havia iniciado seus esforços para a correção da grande deficiência com que convivia a Esquadra: a falta de uma arma de interceptação e ataque.

Foram iniciados então estudos preliminares visando a possibilidade de aquisição de aeronaves de asa fixa, com a missão principal de prover meios aéreos de interceptação e ataque às unidades navais e de fuzileiros navais, a fim de contribuir para o aumento da capacidade operativa das Forças Navais e secundariamente, em outras tarefas de interesse da Marinha do Brasil.

Durante a condução dos trabalhos, a análise do elenco de propostas apresentadas por fornecedores e empresas à Marinha indicou que as aeronaves A-4 Skyhawk pertencentes à Força Aérea do Kuwait, e em disponibilidade para venda, atendiam às necessidades da MB.

Foi então realizada uma Inspeção Técnica no Exterior, na Cidade do Kuwait, que avaliou como satisfatório o estado das aeronaves e de interesse para a Marinha.

Além das aeronaves, foram também vistoriados equipamentos de aviônica, armamento, material de apoio e sobressalentes incluídos no pacote de oferta. Estes itens, apesar de estarem na condição de usados, também foram considerados de interesse para aquisição.

Pelo Decreto Presidencial nº2.538, de 8 de abril de 1998, que dispõe sobre os meios aéreos da Marinha e dá outras providências, foi estabelecido, no Art. 1º que: “a Marinha disporá de aviões e helicópteros destinados ao guarnecimento dos navios de superfície e helicópteros de emprego geral, todos orgânicos e por ela operados, necessários ao cumprimento de sua destinação constitucional”.

Em 30 de abril de 1998, foi assinado um “Purchase Agreement” entre a MB e o Governo do Kuwait para a obtenção de 20 aeronaves tipo A-4KU monoplace e 3 TA-4KU biplace.

A Marinha contratou a Boeing para, junto com um grupo por ela designado, realizar um teste de aceitação de fábrica e supervisionar as ações necessárias à inspeção, preparo, embarque e translado das aeronaves e itens associados do Kuwait para o Brasil.

Os aviões e todo o seu material chegaram ao Brasil no dia 5 de setembro de 1998, no Porto do Forno, em Arraial do Cabo/RJ, de onde foram levados para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA).

O 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (EsqdVF-1) opera os jatos A-4 Skyhawk, designados na MB como AF-1 Falcão (monoplace) e AF-1A Falcão (biplace).

Por operar uma aeronave de alta performance, cada piloto deve cumprir, no mínimo, 100 horas de voo por ano, para manter a qualificação obtida na formação feita na US Navy, ao custo de US$ 1 milhão por piloto.

Durante a LAAD 2009 foi assinado um contrato entre a MB e a EMBRAER para modernização dos A-4Ku Skyhawk (AF-1 e AF-1A), que será semelhante àquela realizada nos F-5 da FAB e visando manter as aeronaves operacionais até 2025.

Seu atual Comandante é o CF Augusto José da Silva Fonseca Junior.

“IN ARE DEFENSIO MARIS”

(No Ar a Defesa do Mar)

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval e MB

O envio de pilotos da Marinha Real para treinar em caças F-18, segundo jornal inglês, levanta especulações sobre compra de caças navais mais baratos do que o F-35 B

 

O Portsmouth Today noticiou nesta sexta-feira, 20 de agosto, que pilotos da Royal Navy (Marinha Real) foram mandados para a América para treinar em caças a jato lançados por catapulta, o que levanta especulações de que caças mais baratos deverão ser comprados para os novos navios-aeródromo britânicos, que serão baseados em Portsmouth.

Os dois navios, da classe Queen Elizabeth, deverão ter capacidade para abrigar até 150 aviões F-35, segundo o jornal. Os F-35 B, produzidos pela Lockheed Martin, deverão decolar em pista curta e pousar verticalmente(VSTOL) – a mesma técnica utilizada pelos Harriers. Porém, os custos estimados para esse modelo cresceram dramaticamente nos últimos nove anos, ainda segundo o Portsmouth Today.

O Ministério da Defesa (MoD) confirmou que um grupo de 12 pilotos da Marinha Real passará por treinamento junto ao Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (US Marine Corps) pelos próximos oito anos, incluindo treinamento em caças a jato F-18, lançados por catapulta.

Discute-se que, como parte da revisão de gastos do governo britânico com defesa, o MoD esteja procurando outras opções, podendo comprar a versão do F-35 que pode ser lançada por catapulta, e que é mais barata (nota do Blog: trata-se da versão F-35 C, enquanto que a versão VSTOL da aeronave é a F-35 B. Para mais detalhes, ver o primeiro link da lista ao final da matéria).

Mas, recentemente, uma companhia especializada em conversão de energia, a Converteam, informou o recebimento de um contrato de 650.000 libras do Ministério da Defesa, com o objetivo de desenvolver uma catapulta eletromagnética apta aos novos navios-aeródromo. A decisão sobre qual modelo do F-35 adquirir não precisa ser feita antes do início de 2011, segundo o jornal. O MoD negou que estivesse pensando em cortar os jatos. 

O Portsmouth Today tambén informou que  um porta-voz do MoD disse que “não seria errado supor” que haja uma preferência para a versão do F-35 lançada por catapulta.

A BAE, que constrói os novos navios-aeródromo, afirmou que não seria necessário um reprojeto significativo nos navios para equipá-los com catapultas, pois  foram projetados como plataformas flexíveis. A entrada em serviço dos dois classe Queen Elizabeth está planejada para 2016 e 2018 e há temores, na Câmara dos Comuns, de que os caças que deverão operar só sejam entregues depois da entrada dos navios em serviço.

NOTA DO BLOG: no blog Poder Aéreo há um resumo desta matéria, aberta a comentários. Se em seu comentário você desejar relacionar esta notícia ao programa F-X2 da FAB (e atualmente sempre há quem queira fazê-lo), sugerimos que o faça somente no Poder Aéreo, deixando o foco da discussão aqui em navios-aeródromo e caças embarcados (e, preferencialmente, a questão britânica).

FONTE: Portsmouth Today

FOTO DO ALTO (lançamento de F-18): U.S. Navy (Marinha dos EUA)

FOTO DE BAIXO (F-35 no convoo de NAe britânico) via Militaryphotos.net

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Jornal traz reportagem sobre incidentes que vão de avarias no sistema hidráulico e de geradores, à explosão de compressor de ar condicionado e diz que ‘situação pressiona que debate sobre reaparelhamento das Forças Armadas seja feito na sucessão presidencial’

POR MARCO AURÉLIO REIS

Rio – A Corveta Frontin da Marinha, com 145 militares a bordo, três canhões e seis lançadores de mísseis, reúne uma série de incidentes recentes que forçarão que o reaparelhamento das Forças Armadas seja discutido abertamente na sucessão presidencial. Os casos vão de avaria no sistema hidráulico e de geradores até explosão de um compressor de ar condicionado. Os problemas tiram o sono de esposas de militares embarcados e preocupam alguns praças e oficiais.

A Coluna reuniu relatos de episódios ocorridos na Corveta Frontin. Todos dizem respeito a ocorrências vividas ao longo dos últimos 12 meses, notadamente nas manobras militares de defesa da plataformas de petróleo do litoral brasileiro, batizadas de Operação Atlântico I e II (setembro de 2008 e julho passado). Pediu e recebeu explicações para cada um deles (confira abaixo). O quadro descrito sublinha a necessidade de a proposta de reaparelhamento da Força Naval ser discutida abertamente durante a campanha eleitoral deste ano.

Cabe destacar que a Frontin, quarta e última de quatro corvetas da classe Inhaúma (projeto de aparelhamento dos anos 80) entrou em serviço em 1994. Fez 16 anos em março passado.

Comentando os relatos, todos mantidos no anonimato pela Coluna, a Marinha, em nota assinada pelo comandante-em-chefe da Esquadra, vice-almirante Eduardo Monteiro Lopes, afirmou que parece claro para a Força “que algumas pessoas, motivadas por interesses que desconhecemos, procuram trazer à baila assuntos e aspectos com evidente interesse de denegrir a nossa Instituição”.

TAMPA CHEGOU ATINGIR BRAÇO DE MILITAR: EDUARDO M. LOPES – COMANDANTE DA ESQUADRA

— Leitores informam que nenhum navio da Esquadra possuiria Epirb (equipamento responsável por enviar mensagem de socorro aos satélites, em caso de sinistro ou afundamento) com revisão em dia. A denúncia procede?
— Os navios da Esquadra possuem os meios necessários e previstos nas normas da Marinha para comunicação em caso de emergência, que são outros além do Epirb.

— No caso da Frontin, todos falam que o Epirb não está operando. Procede?
— Sim.

—Na Frontin, após os consertos feitos na última semana de julho, teria ocorrido avarias no sistema hidráulico do hélice (tecnicamente no ângulo das pás de boreste). Isso com derramamento de mais de 700 litros de óleo no mar.
— De fato ocorreu avaria (tecnicamente no sistema de passo do eixo de BE — HPC), quando o navio estava no mar, antes de iniciar a aterragem para o porto de Vitória. A avaria consistiu de ruptura de conexão da rede hidráulica (do HPC), gerando perda momentânea de controle do passo e vazamento de óleo para o porão (piso da Praça de Máquinas). O reparo foi realizado antes de o navio entrar no porto e o óleo foi retirado após atracação, por caminhão.

— Já em Vitória, a tripulação da Frontin teria constado avaria no gerador numero 2. Foi quando uma rede de resfriamento se rompeu (por desgaste de material e atraso no reparo programado). Foi tentado reparo, mas o gerador teria se incendiado. O próprio chefe de máquinas é que teria apagado o incêndio, com ajuda de três homens. Isso teria ocorrido num momento crítico uma vez que, em junho, o único grupo gerador que funcionava (o número 1) também teria sofrido avaria (água no motor). Para a operação Atlântico teriam sido reparados os números 3 e 2. Ou seja, a corverta teria viajado só com metade dos geradores. A situação é normal em tempos de paz?
— Durante o teste de funcionamento, após reparo da avaria no gerador citado, ocorreu centelhamento (do relé de proteção), gerando fumaça. O chefe de máquinas, estava presente ao teste, participou da contenção da avaria. Admite-se o emprego do navio com apenas dois geradores em determinadas missões, onde se espera não necessitar da máxima disponibilidade de energia e em áreas próximas ao porto sede.

— Já de volta ao Rio, a Frontin teria apresentado avaria no grupo gerador número 3. Motivo teria sido a entrada de água no motor. A corveta teria ficado apenas com o gerador número um, pois quatro estariam desmontado há mais de um ano. A informação procede?
— Sim. Essa avaria aconteceu no motor gerador número 1, quando o selo da bomba de água salgada para resfriamento se rompeu.

— Sobre o episódio que noticiado pelo DIA em 20 de março, (dando conta que havia água dentro do navio) procede a informação que aquele problema teria sido fruto da explosão de um compressor de ar condicionado, que quase teria vitimado o cabo Constâncio. A tampa de aço do compressor teria sido ejetada, raspando a testa do cabo e destruindo a rede?
— A tampa se chocou com a rede de incêndio, rompendo-a, atingindo o braço do referido militar, que foi atendido na enfermaria.

NOTA DO PODER NAVAL, por Alexandre Galante: a corveta Frontin ainda não passou pelo PMG e “MOD” de meia-vida, programado para os navios da classe “Inhaúma”. Todos os navios estão sujeitos a problemas técnicos, mesmo os novos e que saem do estaleiro, pois são plataformas complexas.

A chamada do jornal que diz “situação pressiona que debate sobre reaparelhamento das Forças Armadas seja feito na sucessão presidencial” infelizmente não é verdadeira. A Defesa do Brasil não dá voto, por isso os candidatos à Presidência não dão a devida atenção à questão.

Como disse o comandante-em-chefe da Esquadra ao jornal, vice-almirante Eduardo Monteiro Lopes, “algumas pessoas, motivadas por interesses que desconhecemos, procuram trazer à baila assuntos e aspectos com evidente interesse de denegrir a nossa Instituição”.

FONTE: O Dia Online

SAIBA MAIS SOBRE AS CORVETAS CLASSE INHAÚMA:

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

Esquadrão HU-3 ( Esquadrão Tucano)

O 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-3), Esquadrão Tucano, foi criado pela Portaria Ministerial nº 0054 de 31 de janeiro de 1994 e ativado no dia 14 de abril do mesmo ano, tendo suas origens no Destacamento Aéreo Embarcado da Flotilha do Amazonas (DAE-FlotAM), criado em 1979 na cidade de Manaus, Amazonas.

No início de suas atividades, o Esquadrão Tucano utilizava helicópteros Bell Jet Ranger II (UH-6) de fabricação norte americana, atualmente utiliza o Helibrás  Esquilo (UH-12).

O Esquadrão Tucano apóia prioritariamente os navios da Flotilha do Amazonas, participando de operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

“Sobre rio, selva e mar … Tucano!”

Esquadrão HU-4 ( Esquadrão Gavião Pantaneiro)

O 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-4), Esquadrão Gavião, foi criado pela Portaria Ministerial nº 0292 de 16 de maio de 1995, tendo suas origens no 1º Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) criado na Base Fluvial de Ladário, nas margens do Rio Paraguai, no Mato Grosso do Sul, atuando sob o comando do Sexto Distrito Naval.

No início de suas atividades o Esquadrão Gavião utilizou os helicópteros UH-12 Esquilo, mas atualmente utiliza os helicópteros Bell Jet Ranger III (UH-6B), apoiando prioritariamente os navios da Flotilha de Mato Grosso e o Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário (GptFNLa), participando de operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

“Gavião, as asas da Marinha no Pantanal”

Esquadrão HU-5 ( Esquadrão Albatroz)

O 5º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-5), Esquadrão Albatroz, foi ativado no dia 25 de junho de 1998, nas antigas instalações da Base de Aviação Naval do Rio Grande, na Ilha do Terrapleno de Leste na Lagoa dos Patos, Rio Grande do Sul.

O Esquadrão Albatroz utiliza os helicópteros Helibras UH-12 Esquilo, realizando operações ribeirinhas e patrulhas fluviais, realizando missões de busca e salvamento (SAR), esclarecimento visual, transporte de tropa, evacuação aeromédica (EVAM), ligação e observação, apoio logístico, apoio às operações especiais, reconhecimento armado e ataque aéreo.

“Albatroz, as asas da Marinha no Sul”

FOTOS: MB

Ontem, 19 de agosto, pela manhã, foi realizada a cerimônia de passagem do cargo de Comandante de Operações Navais / Diretor-Geral de Navegação. O evento aconteceu a bordo do porta-aviões São Paulo e contou com a presença do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, e de diversas autoridades civis e militares. Na ocasião, o Almirante-de-Esquadra Marcus Vinicius Oliveira dos Santos passou o cargo para o Almirante-de-Esquadra Luiz Umberto de Mendonça.

O Poder Naval esteve presente para registrar o evento. Pudemos constatar o excelente estado do navio-aeródromo São Paulo (A-12) e fazer ótimas fotos do navio e equipamentos.

No final da cerimônia, dois jatos AF-1 Skyhawk fizeram duas passagens a baixa altitude, uma paralela ao navio e outra na transversal, com um som estrondoso.

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O 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (Esqd HU-2) foi criado em 1986 e dispõe das aeronaves UH-14 Super Puma (Pégasus), estando capacitado para as mais diversas missões, principalmente transporte de tropa, esclarecimento marítimo, lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate, guarda de aeronaves no NAe São Paulo (Pedro) e operações de Busca e Salvamento (SAR).

Em 2008, o Ministério da Defesa assinou com a Helibras um contrato para construção de 50 helicópteros EC-725 Super Cougar (Caracal).

Serão destinadas 16 aeronaves para a Marinha do Brasil, sendo 08 unidades designadas UH-15 Super Cougar, com capacidade de realizar missões de esclarecimento, SAR, apoio às Operações Anfíbias e Operações Especiais e 08 unidades designadas UH-15A Super Cougar, com capacidade de realizar esclarecimento e ataque em missões de guerra de superfície (ASuW), missões de Combate SAR (C-SAR), Busca e Salvamento (SAR), apoio às Operações Anfíbias, Operações Especiais e Guerra Eletrônica.

Seu atual Comandante é o CF Paulo Renato Rohwer Santos.

“IN ALIS VIS ET VIRTUS!”

(Nas Asas a Força e a Virtude!)

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval e MB

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) foi criado em 1978 com a missão de prover os meios aéreos do sistema de armas das fragatas classe “Niterói”, a fim de ampliar as possibilidades dos sensores de bordo, assim como a capacidade de reação destes navios.

Ao HA-1 são também atribuídas missões de esclarecimento de área marítima, acompanhamento de alvos além do horizonte radar dos navios, busca e salvamento (SAR) e EVAM.

O HA-1 atualmente opera com 12 aeronaves Westland Super Lynx Mk-21A (AH-11A), sendo 7 novas e cinco remanescentes dos Sea Lynx Mk-21 (SAH-11), que sofreram atualização para a versão Super Lynx, na fábrica da Westland em Yeovil.

Com a chegada das novas aeronaves, a missão do Esquadrão foi ampliada para atender a todos os meios de superfície, com plataforma de pouso, da Esquadra.

Armamentos como torpedos anti-submarino (Mk-44 e 46), bombas de profundidade e os mísseis ar-superfície Sea Skua, fazem parte de sua configuração de combate.

Em 2008 foi assinado contrato com a empresa FLIR Systems INC. para a aquisição do sistema estabilizado multi-sensor de vigilância “FLIR” (Equipamento de Observação Infravermelho) SEA STAR SAFIRE III, a ser instalado nas aeronaves do HA-1, como parte do programa de modernização da frota dos AH-11A da MB.

Seu atual Comandante é o CF Fabio Muller Vidal.

“Invenire Hostem et Delere”

(Encontrar o Inimigo e Destruí-lo)

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

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O primeiro Esquadrão de Helicóptero Anti-Submarino (HS-1), foi criado em 1965, e tem como missão principal a detecção, localização, acompanhamento e ataque a submarinos (ASW) e alvos de superfície(ASuW), contribuindo dessa maneira para a proteção de nossas Forças Navais.

Além de sua missão principal, o HS-1 também pode ser utilizado em outras missões secundárias tais como: transporte de tropas, evacuação aeromédica (EVAM), busca e salvamento (SAR), humanitárias, espotagem de tiro torpédico ou de foguetes, entre outras.

Para cumprir sua missão, o HS-1 dispõe de aeronaves Sea King SH-3A (Agusta SH-3D) e SH-3B (Sikorsky SH-3H), conhecidos como Guerreiros, que podem ser armadas com torpedos anti-submarino Mk.46, bombas de profundidade MK.9 ou mísseis Exocet (AM-39), usados contra alvos de superfície.

Configurado para transporte, pode levar até 24 passageiros ou 15 macas para evacuação aeromédica.

Em 2008 foram adquiridas 4 unidades, com opção para mais 2 helicópteros S-70B Sea Hawk, de um total que poderá chegar a 12 unidades.

O modelo adquirido pela MB é semelhante ao modelo Strikehawk (MH-60R) da US Navy, capaz de realizar missões ASuW e ASW , e receberam a designação de MH-16 Sea Hawk e as matrículas de N-3032 a N-3035.

Para missões ASuW utiliza seu radar AN ∕ APS-143(V) e mísseis AGM 119B Penguin MK2 MOD7 e para as missões ASW, utiliza o sonar AN ∕ AQS-18(V), torpedos MK.46 e cargas de profundidade.

Seu atual Comandante é o CF Claudio Grilli.

” AD ASTRA PER ASPERA”

(É Árduo o Caminho para os Astros)

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

ILUSTRAÇÃO: MB

O novo míssil de defesa aérea da Royal Navy, destinado a armar os novos destróieres type 45, concluiu com êxito o seus testes durante os ensaios no Mediterrâneo.

Segundo a Royal Navy (RN) o Sea Viper, o inovador sistema de mísseis anteriormente chamado PAAMS e renomeado pela RN, irá estabelecer novos padrões de defesa aérea.


Ele é capaz de defender os Type 45, bem como os demais navios que compõe o seu  Grupo Tarefa, contra ameças múltiplas, desde ataques de aeronaves a mísseis disparados por embarcações inimigas, de qualquer direção e em velocidade supersônica, sendo capaz de engajar até dez alvos simultaneamente, representando desta forma um salto enorme na capacidade de defesa aérea da Royal Navy.

FONTE: Royal Navy

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