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HMS ‘Astute’: o primeiro mergulho

HMS Astute - emersão após primeiro mergulho - foto RN

Na sexta-feira passada, 5 de março, a Royal Navy (Marinha Real) divulgou fotos de provas de mar que estão sendo realizadas pelo HMS Astute, o primeiro de uma nova classe de submarinos nucleares de ataque britânicos. Na foto acima, de 18 de fevereiro, o submarino é visto emergindo em área de exercício da Escócia, após realizar seu primeiro mergulho (foto abaixo). A  RN não informou mais detalhes sobre o mergulho e esta nova série de provas, apenas que foram iniciadas com a saída do submarino da base de Clyde Faslane, em 16 de fevereiro, e que contam com o apoio do HMS Montrose (fragata Tipo 23).

HMS Astute - primeiro mergulho - foto RN

FONTE / FOTOS: Royal Navy

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Incorporado o 55° destróier da classe ‘Arleigh Burke’

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A Marinha dos EUA incorporou no dia 06.03 seu 55° navio da classe ‘Arleigh Burke’, o USS Dewey (DDG 105).

O mais novo destróier dotado do sistema de combate Aegis custou cerca de US$ 1 bilhão e é capaz de realizar missões contra alvos aéreos, de superfície e submarinos.

O navio, que tem uma tripulação de 276 oficiais e praças, desloca 9.200 toneladas carregado, tem 155m de comprimento e 18m de boca. É propulsado por 4 turbinas à gás LM2500.

O USS Dewey ficará baseado em San Diego.

Arleigh Burke Flight IIA

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Você conhece esse navio?

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Esse é o Contratorpedeiro de Escolta USS Bradley (DE 1041), reclassificado como Fragata (FF 1041) em 1975.

Poucos, a não ser os mais aficionados, sabem que a Bradley foi a primeira unidade a receber o BPMDS (Basic Point Missile Defense System), na forma de protótipo. O BPMDS é a primeira versão do sistema de lançamento de mísseis Sea Sparrow, versão superfície-ar embarcada do já famoso Sparrow. O sistema foi instalado no navio em fevereiro de 1967 e submetido a testes entre maio e setembro, quando foi desembarcado.

O BPMDS tornou-se o sistema padrão de defesa antiaérea dos porta-aviões de ataque (classes Enteprise, Saratoga, Kitty Hawk/John F. Kennedy e Nimitz), dos navios de assalto anfíbio e de comando (classes Iwo Jima, Tarawa e Blue Ridge) e nas fragatas da classe Knox, no lugar do Sea Chaparral (cancelado) antes dos navios receberem o Phalanx Mk-15.

Veja mais fotos do navio quando ainda servia a U.S. Navy na página do Pernambuco (D 30)/USS Bradley (FF 1041) no NGB.

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Venezuela recebe primeiro BVL da Navantia

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O estaleiro espanhol Navantia entregou na última semana o primeiro de quatro navios de vigilância marítima (Buques de Vigilancia del Litoral-BVL) a ‘Armada Bolivariana de Venezuela’.

O navio, batizado com o nome indígena “Guaicamacuto”, tem o porte de corveta (1.500 toneladas) e é comparável ao futuro NaPaOc da Marinha do Brasil, cujo program prevê a construção de cinco unidades.

FONTE/FOTO: ADN/24 horas

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Futuro NaPaOc da MB

Três projetos que podem se encaixar nos requisitos da MB para o Navio de Patrulha Oceânico. Qual deles deve ganhar a concorrência?

ThyssenKrupp Sentinel

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Navantia OPV 99m

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Fincantieri Comandante Cigala Fulgosi

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Marinha entrega primeira lancha-escola

vinheta-clipping-navalA Marinha do Brasil entrega ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) as duas primeiras “lanchas-escola” desenvolvidas especialmente para o programa “Caminho da Escola”, que tem como objetivo, renovar a frota de veículos escolares do país, garantir mais conforto e segurança aos estudantes e contribuir para o acesso e a permanência na escola dos alunos de educação básica das redes públicas que moram na zona rural. A solenidade será realizada na Base Naval de Val-de-Cães, às 15 horas. No total, a Marinha vai construir 600 lanchas para o transporte dos estudantes das áreas ribeirinhas, usando a infraestrutura das bases navais de Belém, Natal e Salvador. Em 2010, 180 embarcações devem ser distribuídas para municípios da região.

As lanchas-escola estão sendo produzidas pela Marinha especificamente para o transporte dos estudantes. Assim, levou-se em consideração a idade e as necessidades desse público durante o trajeto casa-escola-casa. Construídas em alumínio naval, com 7,3m de comprimento, as lanchas-escola incluem itens de segurança, como coletes salva-vidas, extintor de incêndio, sirene, luzes de navegação, rádio comunicador e defensas. Podem transportar até 20 alunos, incluído um lugar para portador de necessidades especiais.

Essas lanchas serão entregues antecipadamente ao FNDE para que tenha início a primeira pesquisa nacional sobre transporte escolar aquaviário. Promovido pelo Fundo e desenvolvido pela Universidade de Brasília, o levantamento vai apontar a realidade vivida pelos estudantes das cidades ribeirinhas da Amazônia na hora de ir para a escola. Também vai identificar as rotas fluviais utilizadas na região, o número de alunos transportados em embarcações, as condições técnicas desses barcos, o tempo gasto e a expectativa de pais e alunos, autoridades municipais e comunidades ribeirinhas.

Durante três meses, os pesquisadores do Centro Interdisciplinar de Estudos de Transportes (Ceftru) da UnB percorrerão cinco mil quilômetros pelos rios Guamá, Tapajós, Amazonas e Solimões, entre Belém (PA) e Tefé (AM), analisando pelo menos 65 rotas percorridas por alunos que moram em áreas ribeirinhas para chegar às salas de aula.

Segundo a assessoria do FNDE, o barco “Natureza” parte de Belém nesta segunda-feira, com a meta inicial de testar duas lanchas desenvolvidas pela Marinha para o programa Caminho da Escola. As duas embarcações são o modelo para as lanchas que devem ser distribuídas para o transporte dos estudantes. Além de testar os barcos, a pesquisa vai apontar sua adequação e verificar se há necessidade de ajustes.

Segundo o coordenador-geral dos programas de transporte escolar do FNDE, José Maria Rodrigues de Souza, serão estudadas as condições em 16 municípios. “Percorreremos quatro rotas bastante diferenciadas em cada município, para termos uma visão completa da situação”, diz. “Ao unirmos os resultados desse levantamento com o do ônibus escolar rural, teremos conhecimento mais profundo para servir de base às políticas públicas a serem desenvolvidas pelo governo federal nesta área”.

Para a professora do programa de pós-graduação em transportes da Universidade de Brasília, Yaeko Yamashita, as pesquisas do transporte aquaviário e do ônibus escolar integram a perspectiva maior do FNDE de buscar parceria com a UnB para identificar e caracterizar os aspectos sociais, econômicos e culturais do transporte escolar rural, aproximando necessidades e propostas de soluções técnicas para a gestão do transporte, fundamentais para garantir o acesso ao ensino, a inclusão e a redução das desigualdades sociais. Hoje, a cerimônia de entrega das lanchas contará com a presença do presidente do FNDE, Daniel Balaban, do comandante do 4º Distrito Naval, vice-almirante Rodrigo Otávio Fernandes de Hônkis, do diretor de engenharia naval da Marinha, contra-almirante Francisco Roberto Portella Deiana, e do diretor de Administração e Tecnologia do FNDE, José Carlos Freitas.

FONTE: Diário do Pará

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Vale a pena ver e ouvir de novo

Vídeo promocional da Marinha da Austrália

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O Poder Naval na História do Brasil

O Poder Naval na formação do Brasil

vinheta-destaqueO Museu Naval, situado em um prédio centenário na Rua Dom Manuel, no Centro do Rio de Janeiro, apresenta a exposição permanente “O Poder Naval na Formação do Brasil”, que ocupa sete salas do pavimento térreo.

O tema destaca a participação do Poder Naval na História do Brasil, a importância que teve na formação do País e nos dias atuais. O descobrimento, a colonização e a maioria das invasões e ameaças vieram do mar. Daí a importância da História Naval brasileira, ainda tão pouco conhecida.

Diversos objetos importantes fazem parte do acervo exposto: modelos navais (maquetes de navios), obras de arte, canhões resgatados de navios naufragados, figuras de proa, medalhas, entre outros objetos.

Tudo isso é mostrado aos visitantes através dos fatos históricos, numa linguagem e contexto contemporâneos, empregando-se também recursos interativos de som e imagem.

Pátio D'Armas Museu Naval RJ

No Pátio d’Armas destaca-se o móbile “Aves dos Mares do Brasil”, com 52 pássaros, idealizado para ocupar o vão central do prédio de três andares. No local, pode-se conhecer 12 espécies de aves que sobrevoam os mares do Brasil.

Ao percorrer o Pátio d’Armas, o visitante também poderá “pisar” em uma mina utilizada na Segunda Guerra Mundial ou num torpedo B-57 de 1894. Esses exemplares estão em grandes vitrines construídas no piso.

Pátio d'Armas Museu Naval RJ 2

No segundo andar do prédio são realizadas exposições temporárias; há também uma Sala de Educação, para receber turmas de escolas. O Museu ainda conta com um auditório, no terceiro andar, para eventos.

O Museu Naval está localizado na Rua Dom Manuel, 15, Centro (próximo à Praça XV), Rio de Janeiro. E funciona de terça a domingo, das 12h às 17h. Entrada Franca.

Mais informações (21) 2233-9165 ou (21) 2104-6851.

Museu Naval 1

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Fragata alemã ‘Hessen’ no porto de Ponta Delgada, São Miguel, Açores

F221 “Hessen”

vinheta-destaqueA fragata da marinha da Alemã F221 “Hessen” fez hoje (6 de Março) uma breve escala para reabastecimento em Ponta Delgada. A “Hessen” saiu de Wilhemshaven com destino a Boston em missão de representação e para treino e exercícios com a marinha dos E.U.A. Para o seu comandante, o Capitão-de-mar-e-guerra Dirk Gärtner esta será a sua última navegação, finalizando quase três anos em funções.

F221 “Hessen”

Tendo entrado ao serviço em Abril de 2006, a fragata é ainda um navio novo. Pertence a uma série de três navios da qual fazem também parte a F219 “Sachsen” e a F220 “Hamburgh”. São navios especializados em defesa aérea, para o que fazem uso dos seus sofisticados radares SMART-L e APAR, capazes de seguir um elevado número de alvos, que podem destruir (ou não), com os seus potentes mísseis Standard SM-2 IIIA com 80 km de alcance, para os quais possuem 32 células de lançamento vertical situadas a vante da ponte.

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Apesar de ser especializada na defesa aérea, a “Hessen” está equipada para enfrentar muitas outras ameaças, incluindo submarinos, outros navios e a denominada ameaça assimétrica (terrorismo).

A “Hessen” tem 143 m de comprimento e desloca 5.600 toneladas, é movida por uma turbina a gás e dois motores a diesel, conseguindo atingir velocidades próximas dos trinta nós (aprox. 55 km/h).

F221 “Hessen”

Um navio de defesa aérea é um navio essencial para qualquer marinha moderna. Portugal ambiciona ainda ter dois navios deste tipo, pois são vitais para a protecção da esquadra. As actuais fragatas da marinha portuguesa, deslocam entre 3.200 tons e 3.300 tons e possuem apenas capacidade de defesa aérea própria, com mísseis com 20 km de alcance.

REPORTAGEM: João Gonçalves

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Marinha do Paquistão vai comprar fragata ‘OHP’ por US$ 78 milhões

McInerney

A fragata USS McInerney, da classe “Oliver Hazard Perry” será adquirida pelo Paquistão, pelo valor de 78 milhões de dólares.

O navio tem 30 anos de idade e deverá ser transferido para Karachi no final de 2010.

Foi noticiado que Islamabad está negociando com Washington a compra de mais 5 fragatas da classe.

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A evolução das escoltas chinesas

Os destróieres da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) avançaram muito no design e no poder de fogo em 30 anos. Será que o leitor do Poder Naval consegue identificar as classes?

destroyers PLA Navy

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Imagens da Passex do ‘Vinson’ feitas pela US Navy

SH-3 Sea King da MB pousando no cruzador USS Bunker Hill (CG 52)

Um Skyhawk da MB passa sobre oficiais brasileiros do Esquadrão VF-1 a bordo do Vinson

Passagem de um F/A-18F Super Hornet

The aircraft carrier USS Carl Vinson (CVN 70), center, and the guided-missile cruiser USS Bunker Hill (CG 52), center right, transit in formation off the coast of Rio de Janeiro with the Brazilian navy ships BNS Independência (F44), BNS Constituição (F44) and BNS Niterói (F40).

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