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Nas imagens, um dos 4 rebocadores iraquianos apreendidos durante a Guerra do Golfo de 2003. Os navios transportavam cerca de 100 minas navais ocultadas dentro de galões de petróleo escamoteáveis.

Por sorte os navios foram descobertos antes de lançar suas minas.

Operation Iraqi Freedom is the multi-national coalition effort to liberate the Iraqi people, eliminate Iraq’s weapons of mass destruction, and end the regime of Saddam Hussein.

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FOTOS: US Navy

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USS GEORGE WASHINGTON (CVN73)

Na imagem, uma mina naval de exercício sendo detonada por explosivos durante treinamento de mergulhadores de combate na US Navy.

A ameaça das minas navais continua cada vez mais presente, pois são de fácil aquisição no mercado internacional e também podem ser produzidas de forma rudimentar. O estrago produzido por minas navais é inversamente proporcional ao seu custo.

Uma mina de fundo pode, por exemplo, colocar fora de operação um submarino nuclear cujo custo de aquisição é da ordem de bilhões de dólares.

Por essa razão, a Marinha do Brasil planeja adquirir navios caça-minas no estado-da -arte que deverão limpar a entrada e saída da base onde o primeiro submarino nuclear brasileiro vai operar.

Por enquanto, a Marinha vai mantendo uma Força de Minagem e Varredura com navios adquiridos na década de 1970, sem equipamentos adequados para enfrentar as ameaças mais modernas nesta modalidade de guerra.

 

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Imagens  ilustrativas de um eventual Wasp ESG (Expeditionary Strike Group),  capitaneado pelo proprio USS ‘Wasp’ (LHD 1), composto pelo USS ‘San Antonio’ (LPD 17) e um LCAC, escoltados pelo CT USS ‘Roosevelt’ (DDG 80) .

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Os modelos na escala 1/1250 pertencem ao nosso amigo Dalton Luiz que gentilmente enviou as fotos para mostrar na proporção as dimenções de um classe San Antonio em relação a um classe Wasp, um LCAC  e um CT classe Arleigh Burke.

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As fotos possibilitam também visualizar o espaço disponível do convôo dos classe San Antonio em relação a operação com os helicopteros CH 53 do USMC, sua ocupação de area x tamanho da aeronave e ao mesmo tempo sua proporçao  em relação ao SH 60.

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Fotos: Dalton Luiz

 

 

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Brasileiros que trabalham em locais isolados e de acesso difícil foram tema do documentário “Nos confins do Brasil e do mundo”, lançado ontem à noite no centro cultural Oi Futuro, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. O vídeo traz depoimentos de homens e mulheres – militares e civis – que se dedicam em missões na Base Comandante Ferraz, na Antártica, e na Ilha da Trindade, a 1,2 mil quilômetros da costa do estado do Espírito Santo.

Na plateia, o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, dividiram espaço com intelectuais, jornalistas e fotógrafos. No palco, antes de exibir a fita, a diretora e produtora Glaucia Camargos explicou que o filme deixaria o público muito melhor do que quando chegou ao espaço cultural.

O diretor, Marco Schiavon, assegurou que há uma parceria em curso com a Marinha para divulgar à sociedade as atividades da Força Naval. “Iniciamos o trabalho em 2004. Esse documentário é resultado daquilo que estamos produzindo”, contou Schiavon.

O filme

“Nos confins do Brasil e do mundo” intercala informações do projeto antártico e da ocupação da ilha. No vídeo, destacam-se as estórias de militares e pesquisadores que deixaram suas famílias no Brasil e assumiram o desafio do embarque para regiões inóspitas. Os depoimentos, que revelam estórias de amor à causa de projetos apoiados pelo governo brasileiro, arrancaram lágrimas dos depoentes e da plateia.

Entre as situações apresentadas, o documentário mostra as manobras feitas pela Marinha no sentido de embarcar e desembarcar tropas e suprimentos nas duas regiões. O filme resgata também as imagens do incêndio da base antártica e os escombros que sobraram após serem debeladas as chamas.

A sequência de imagens mostra a retirada dos destroços e o embarque dos contêineres para o Brasil. Ao final, nos créditos, os produtores dedicam o documentário aos dois militares mortos quando tentavam controlar o fogo.

Após a exibição do filme, o ministro Amorim conversou com o diretor Schiavon, a produtora Gláucia e o almirante Moura Neto. Para o ministro, o documentário ilustra o trabalho realizado pela Marinha e a dedicação da tropa e dos pesquisadores. “Todos estão de parabéns. Quero me congratular com os produtores por essa iniciativa”, disse.

FONTE: Ministério da Defesa

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DESTAQUE

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Órgão de direção geral da Marinha e segundo mais importante da Força Naval, o Estado-Maior da Armada (EMA) está sob novo comando. Trata-se do almirante Eduardo Monteiro Lopes, que substitui o almirante Fernando Eduardo Studart Wiemer. A troca de função foi presidida pelo ministro da Defesa, Celso Amorim, na manhã de hoje, no Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (DF).

Na ocasião, o chefe substituído, almirante Wiemer, discursou despedindo-se do serviço ativo da Marinha, o qual permaneceu por 46 anos. Relembrou os tempos de aspirante da turma Barão de Tefé e definiu sua jornada em duas palavras: carreira e aventura. “A carreira repleta de responsabilidades. A aventura, o prazer de vivê-la”, explicou.

Destacou, também, que pôde “participar da evolução de uma Marinha romântica para uma Marinha profissional que goza de prestígio junto à nossa sociedade”. O almirante lembrou, ainda, cargos já exercidos, como o de comandante da Escola Naval e o de comandante de Operações Navais, além de diretor-geral de Navegação.

E encerrou: “É tempo de desembarcar (…) Passo o timão às firmes e competentes mãos do almirante Monteiro Lopes”. Wiemer agora vai atuar como conselheiro militar da missão permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU).

Em ordem de serviço lida na solenidade, o comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, enfatizou as principais realizações do almirante substituído, que encerra o período de cerca de um ano à frente do EMA.

“Conduziu com notável competência as desafiantes tarefas do EMA, trazendo uma marcante contribuição para o processo de desenvolvimento e aprimoramento contínuo da nossa instituição”, afirmou o comandante da Marinha. Moura Neto completou dizendo que um dos feitos da administração de Wiemer foi “o estudo sobre a importância político-estratégica do Atlântico Sul, apontando as possibilidades de operação com os países da África Ocidental”, diretriz reiterada pelo ministro da Defesa em sua gestão.

Novo chefe

INTERNA IVComo palavras iniciais na função que agora ocupa, o almirante Eduardo Monteiro Lopes disse que estava assumindo o cargo mais importante de sua carreira e afirmou estar ciente das responsabilidades a ele atribuídas.

Entre as “profundas operações” em realização na Força Naval, citou o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) e o Programa Nuclear da Marinha. Sobre este último, disse que pode ser chamado de “Programa Nuclear do Brasil”.

Com relação aos investimentos em andamento na Força, alertou para o enfrentamento das novidades. “Devemos ser capazes de absorver as novas tecnologias (…) Procurar novas e modernas formas de gestão. Temos que enfrentar o novo e não podemos temer as mudanças.” O almirante Monteiro Lopes ocupava o cargo de secretário-geral da Marinha.

A cerimônia foi encerrada com desfile militar. Estiveram presentes os comandantes do Exército, general Enzo Martins Peri, e da Força Aérea, brigadeiro Juniti Saito, além do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, e o chefe do gabinete de Segurança Institucional, general José Elito Siqueira.

Sobre o EMA

interna IO Estado-Maior da Armada tem como missões planejar a mobilização marítima e a logística naval; assessorar o comandante da Marinha; coordenar e controlar a participação da Força Naval em grupos de trabalhos no âmbito do Ministério da Defesa, entre outros.

FONTE: Ministério da Defesa

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petrobrasA Petrobras vai dobrar de tamanho até 2020. A afirmação foi feita hoje pela presidente da Companhia, Maria das Graças Silva Foster, durante a Offshore Technology Conference (OTC), que acontece em Houston, nos Estados Unidos. A executiva apresentou a palestra “O Futuro da Energia no Brasil: o Papel da Petrobras”, durante o painel “Perspectivas no Mercado Global de Energia – Moldando o Futuro!”, que reuniu mais de 250 pessoas.

A produção do Brasil, destacou a presidente, de 2,2 milhões de barris equivalentes (petróleo e gás natural) por dia (2012), chegará a 5,7 milhões em 2020, considerando a produção da Petrobras e de parceiras. E o pré-sal será o grande responsável por esse aumento. “Fizemos (Petrobras) 53 descobertas no Brasil nos últimos 14 meses. Só no pré-sal, foram 15″, destacou. “As reservas da Petrobras têm potencial para dobrar de tamanho e atingir 31,5 bilhões de barris de óleo equivalente nos próximos anos”, acrescentou. Para ela, não há dúvida de que os resultados são fruto dos investimentos da Companhia, que cresceram 21,5% ao ano desde 2000 e atingiram US$ 42,9 bilhões em 2012.

Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento também foram expressivos no período e importantes para o alcance de metas: nos últimos doze anos, os investimentos nessa área cresceram 18,3% ao ano; em 2012 atingiram US$ 1,1 bilhão. O plano de investimentos da Petrobras para o período de 2013 a 2017 é de US$ 236,7 bilhões.

Graça Foster também ressaltou o crescimento da demanda do mercado brasileiro, bem acima da média mundial. Entre 2000 e 2012, a demanda por gasolina no Brasil cresceu 73% contra 17% no mundo. No mesmo período, a demanda por diesel no país subiu 52%, enquanto o crescimento mundial foi de 31%. “E a comparação quando falamos em querosene de aviação é ainda mais impressionante: enquanto no Brasil cresceu 58%, no mundo, caiu 3%”, comparou a presidente.

A executiva lembrou ainda que os investimentos da Companhia, aliados à política de valorização do conteúdo local, estimularam a ida de estaleiros estrangeiros para o Brasil, a fim de tornarem-se parceiros tecnológicos dos estaleiros que estão sendo implementados no país. Entre eles, estão parceiros com origem no Japão, China e na Coreia.

Também participaram do painel o ministro do petróleo da Angola, José de Vasconcelos, o ministro da Indústria, Turismo e Investimentos do Canadá, David Ramsey e o diretor de exploração e produção da Pemex, Carlos Morales-Gil. O painel foi mediado pelo responsável pela programação da OTC, Gamal Hassan.

FONTE: Agência Petrobras

 

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Imagens do PCTC (Pure Car and Truck Carrier) da classe B213 ‘Galaxy Leader’, de 48.710 grt, 189,20 m de comprimento total e capacitado para transportar 5.110 veiculos (autos) , suspendendo de Santos em 17/02/2013.

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A embarcação, foi contruída pelo estaleiro Stocznia Gdynia SA, em Gdynia, Polônia em julho de 2002 é a primeira unidade da classe B213, de um total de duas unidades.

Para mais imagens e informações: http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/pctc-galaxy-leader-c6so2.html

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galaxy-leader-9237307-C6SO2-ml-17-02-13-3 copyFotos: Marcelo ‘MO’ Lopes – 17/02/2013

 

 

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No último sábado (04) foi realizado com sucesso o primeiro pouso enganchado de um X-47B, aeronave não-tripulada desenvolvida pela Northrop Grumman em pareceria com a Marinha dos EUA. O exemplar do Unmanned Combat Air System (UCAS) passou pelo teste na base aeronaval de Patuxent River, no estado de Maryland. O experimento marca a fase final de avaliações antes dos testes a serem realizados no convoo de um porta-aviões, ainda neste mês. Na foto abaixo, feita ontem, o X-47B aparece já embarcado para os testes que ocorrerão nos próximos dias a bordo do USS George H.W. Bush (CVN 77).

George H.W. Bush is scheduled to be the first aircraft carrier to catapult launch an unmanned aircraft from its flight deck. George H.W. Bush is preparing to conduct training operations in the Atlantic Ocean.

FONTE: Gizmag

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vinheta-clipping-navalEm expedição feita em parceria com o Japão, geólogos brasileiros encontraram a presença de granito em uma formação rochosa conhecida como Elevado Rio Grande, uma cordilheira submersa a mais de mil quilômetros da costa brasileira.

Antes, especulava-se que a formação poderia ser de rochas vulcânicas, as mais comuns no fundo do oceano.

A presença de granito nas rochas comprovaria a tese de que parte desse elevado –uma área equivalente à metade do Estado de São Paulo– é a continuidade da plataforma continental brasileira, que teria caído no fundo do oceano na época da separação do continente sul-americano da África, há cerca de 130 milhões de anos.

O achado pode estender a zona econômica exclusiva na costa brasileira, aumentando o monopólio do país sobre riquezas no fundo do oceano.

A pesquisa, divulgada ontem, faz parte de uma campanha iniciada em janeiro pelo navio japonês Yokosuka, que hospeda o submersível Shinkai 6500, equipamento de alta tecnologia que tornou possível o estudo das rochas.

A expedição é fruto de uma parceria entre a CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), a Jamstec (Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar) e a USP.

Patrocinado pela Jamstec, o Shinkai 6500 viajará por um ano pelo mundo investigando formações como a brasileira, um projeto estimado em US$ 10 milhões.

“A ida do Shinkai à região fortaleceu o que antes era hipótese. Granito não é uma rocha vulcânica, é um pedaço do continente que foi deixado para trás”, disse o diretor da CPRM, Roberto Ventura, dando como exemplo de granito o Pão de Açúcar, um dos cartões postais do Rio.

MERGULHOS

O geólogo da CPRM Eugênio Pires Frasão, um dos seis brasileiros que participaram da expedição, passou cerca de oito horas por dia submerso fazendo a pesquisa.

De 30 de abril a 2 de maio, foram sete mergulhos para coletar amostras.

Mas, para comprovar a tese, a CPRM terá ainda que fazer perfurações no local, o que está previsto para ocorrer ainda neste ano.

Entre agosto e setembro, será lançada uma licitação para contratar uma empresa de perfuração no local.

Para a professora da USP Naomi Ussami, que estuda a formação da Elevado Rio Grande, a descoberta, se comprovada, vai mudar a história do Atlântico Sul, além de resolver um debate que se arrasta há anos sobre a extensão da plataforma continental brasileira.

“Se for pedaço da crosta continental, é um pedaço de Brasil, e aí passa a ser área exclusiva de exploração pelo país”, disse.

O navio custou US$ 100 milhões ao governo japonês e o Shinkai 6.500, US$ 130 milhões, investimentos que, segundo pesquisadores brasileiros, estão além das possibilidades do Brasil.

Sem esses equipamentos, o país levaria anos para confirmar as suspeitas de que uma parte do continente se desprendeu na separação do Brasil e da África. Nos últimos quatro anos, o Brasil investiu R$ 80 milhões em pesquisas na Elevado Rio Grande.

FONTE: Folha de S. Paulo via Resenha do Exército

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Portos e Terminais Marítimos do Brasil - 3

vinheta-clipping-navalO Brasil precisaria aumentar em três vezes os índices de desempenho da infraestrutura de transportes nacional para chegar aos melhores níveis praticados pelos competidores internacionais do país, conclui estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que será apresentado hoje. “Os investimentos feitos nos últimos 12 anos na área de transporte estão muito aquém das necessidades”, comentou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. “O que falta é uma gestão eficiente, muitos dos investimentos são feitos e acabam custando muito mais do que deveriam”, disse. “Falta planejamento, estratégia, seriedade e coragem para tirar as coisas do papel e fazer acontecer.”

O estudo da Fiesp constatou que a maior malha viária no país, a de rodovias, com uma média de 2,5 km por 10 mil habitantes, é, ainda, 43% menor que o padrão de excelência internacional, de quase 4,8 km por 10 mil habitantes.

Desde o ano 2000 o indicador brasileiro oscila em torno dos 50%. E esse é o item onde o Brasil tem menor diferença em relação ao padrão desejável, o chamado “benchmark”, no jargão técnico. O frete rodoviário, de US$ 51,75 para cada mil toneladas por km (em 2010, último ano com dados internacionais para comparação, pelo estudo da Fiesp) é 270% maior que a média de excelência mundial, de US$ 14.

“Temos rodovias, hidrovias, ferrovias, portos e aeroportos com defasagem, custos altos, tudo isso atrapalha muito a competitividade e o desenvolvimento do Brasil”, reclama Skaf. Os dados sobre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos foram reunidos em um único indicador, o Índice de desempenho Comparado da Infraestrutura de Transportes (IDT), que, em 2010 (o último ano da serie calculada pela Fiesp), chegou a 33%. Esse índice indica uma infraestrutura com um terço do desempenho existente nos países que mais competem com o Brasil no mercado internacional.

O IDT, calculado com base em dados das 50 principais regiões metropolitanas brasileiras, e 18 indicadores diferentes, é a primeira tentativa de quantificar a insuficiência e ineficiência da estrutura de transportes no país. “Nossa intenção, com o IDT, é fazer uma radiografia, não estamos apontando as politicas públicas a serem adotadas”, diz o diretor do departamento de infra-estrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti.

Ele comenta, porém, que, ao adotar marcos regulatórios que deixam ao setor público o planejamento e controle e ao setor privado a execução e gestão de obras e serviços, o governo caminha para enfrentar os problemas apontados pelo indicador da Fiesp. “O Brasil adotou, nos últimos anos políticas públicas muito consistentes, muito corretas no sentido defendido pela Fiesp”, disse Cavalcanti.

O caminho a percorrer é longo, no entanto, como apontam os indicadores de oferta, intensidade de uso, qualidade e custo da infraestrutura de transportes reunida pela Fiesp. O Brasil está bem servido de aeroportos, mas com baixa capacidade: em 2010, enquanto os melhores aeroportos mundiais abrigavam 88 pousos e decolagens por hora, os aeroportos da Infraero registravam 38. Esse número representa 43% do benchmark internacional, uma evolução dos 32% referentes ao IDT calculado para o ano 2000.

Os piores desempenhos do Brasil em relação ao padrão de excelência mundial são os relativos a ferrovias (20%) e hidrovias (21%). No caso do transporte ferroviário, embora a capacidade de transporte (tonelagem por quilômetro de linha férrea) seja equivalente ao benchmark internacional, a extensão da malha ferroviária está 93% abaixo do ideal, e o frete por ferrovia é quase 16 vezes maior que o melhor padrão praticado no mundo – no quesito frete ferroviário o benchmark internacional é de apenas 6% do custo brasileiro.

Cavalcanti comenta os altos custos de logística, que fazem, por exemplo, com que as mercadorias que levam 324 minutos para ser liberadas nos aeroportos de padrão mundial levassem quase 3,2 mil minutos nos aeroportos da Infraero, em 2010. O custo de se levar um contêiner de 20 pés da região metropolitana ao local da exportação era de, em média, US$ 621 mil no exterior e de quase US$ 1,8 mil no Brasil – indicador que, no começo de 2012, deve ter sofrido deterioração, com os engarrafamentos da safra nos gargalos logísticos do país. “Uma das medidas urgentes é fazer o desembaraço de carga 24 horas por dia, cargas de bilhões esperam nos portos e os funcionários públicos param de trabalhar às 17 horas”, critica o diretor da Fiesp.

FONTE: Valor Econômico/Sergio Leo | De Brasília

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comandante

A Marinha do Brasil (MB) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) premiam, no dia 7 de maio, os projetos selecionados no concurso público de arquitetura para reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), lançado, no dia 28 de janeiro, na sede do IAB.

O Termo de Referência, que orientou os 74 arquitetos que participaram do Concurso, foi elaborado com base nas informações obtidas em dois Seminários. No primeiro, a comunidade científica antártica especificou os laboratórios internos e remotos da nova EACF. No segundo, realizado na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), os Consultores Técnicos da Marinha, da Petrobras e de diversas Universidades estabeleceram: sistemas construtivos, materiais e técnica; conforto ambiental; água e sistema hidráulico; esgoto e sistema sanitário; resíduos sólidos; energia; qualidade do ar; segurança; logística; e rede de dados e voz.

Em 22 de fevereiro, foi conduzido um Seminário, na sede do IAB, com o propósito de levar ao conhecimento de todos os concorrentes alguns aspectos técnicos do objeto do Concurso. Foram proferidas palestras por representantes dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação, do Meio Ambiente, da Marinha e de Consultores Técnicos, que trabalharam no Termo de Referência.

A divulgação do resultado do Concurso ocorreu no dia 15 de abril, onde estavam expostos os 74 projetos concorrentes. O Projeto de Estudo no Nível Preliminar vencedor foi idealizado pelo Arquiteto e Urbanista FÁBIO HENRIQUE FARIA, do Estúdio 41, de Curitiba.

Segundo a Comissão julgadora, composta por cinco arquitetos, “O projeto apresenta uma composição formal singela e ao mesmo tempo marcante. A proposta é compacta, sem deixar de responder à setorização funcional esperada. Destaca-se a adequação à topografia, potencializando visuais a partir dos volumes implantados em níveis diferenciados, a modulação e o sistema construtivo, que favorece a racionalidade da execução.”

Na proposta vitoriosa para a Estação Ferraz, os setores funcionais estão organizados em blocos que distribuem os usos. O bloco superior, a ser construído a 9,10 metros de altitude, abrigará os camarotes, áreas de serviço de jantar/estar. Ao bloco inferior, a 5,95 metros, serão incorporados os laboratórios e as áreas de operação e manutenção. Este mesmo bloco contemplará as garagens e o paiol central, localizados a 2,50 metros de altitude.
Um bloco transversal reunirá os usos social e de trabalho. Neste trecho serão posicionados a sala de vídeo/auditório, a lan house, a sala de reuniões/videoconferência, a biblioteca, e o estar.

O primeiro colocado, além do prêmio de 100 mil reais, será contratado para realizar adaptações nos Estudos Preliminares, fazer o Anteprojeto e os Projetos Executivo e Complementares, além de acompanhar todo o processo licitatório da obra de construção da nova EACF. Este contrato custará cerca de 5 milhões de reais. Em paralelo, será contratada uma empresa especializada para fazer o Estudo de Avaliação Preliminar de Impacto Ambiental da nova EACF.

Após a finalização dos trabalhos, será realizada uma licitação para contratação da obra, com previsão de início no verão de 2013/14.

Foram também premiados os seguintes arquitetos:
2º lugar, com uma premiação de 50 mil reais,
Luiz Adriano Trindade de Almeida (São Paulo);

3º lugar, com uma premiação de 30 mil reais,
Igor Soares Campos (Brasília)

E os projetos dos arquitetos abaixo foram agraciados com Menções Honrosas:
Anália Maria de Carvalho Amorim (São Paulo)
Mário Biselli (São Paulo)
Ricardo Jorge Pessôa de Mello (Recife)
Vera Magiano Hazan (Rio de Janeiro).

DIVULGAÇÃO: Centro de Comunicação Social da Marinha

COLABOROU: Ezequiel Ferreira Leite

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O navio de assalto anfíbio USS Anchorage (LPD-23), da classe San Antonio, foi comissionado no último sábado (04), em cerimônia realizada na cidade que dá nome ao navio, no estado do Alasca.

O LPD, construído pela Huntingnton Ignalls, teve a quilha batida em setembro de 2007 e foi lançado em fevereiro de 2011. O Anchorage desloca 25 mil toneladas, tem 208 metros de comprimento, 31m de boca, 7m de calado e alcança velocidade de até 22 nós. A vida útil da embarcação é estimada em 40 anos.

FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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Dia da Vitória

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No dia 08 de maio, será realizada a Cerimônia do 68º Aniversário do Dia da Vitória. A solenidade tem como objetivo rememorar os principais feitos das Forças Armadas Brasileiras durante a Segunda Guerra Mundial. O Ministro da Defesa, Embaixador Celso Amorim, presidirá a cerimônia; que está sob a coordenação da Marinha do Brasil .

Na ocasião, o Ministério da Defesa concederá a Medalha da Vitória, que homenageia os ex-combatentes, a Força Expedicionária Brasileira, instituições e cidadãos que contribuíram para a difusão de suas ações. Serão agraciadas 331 personalidades.

Uma Guarda de Honra, formada por Grupamentos da Marinha do Brasil, Marinha Mercante, Exército e Aeronáutica, desfilará em continência ao Ministro da Defesa. Um Grupamento de ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e de veteranos da Força Expedicionária Brasileira também participará do desfile, em viaturas pertencentes ao Clube de Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro.

Os jornalistas interessados em cobrir o evento devem obter credenciamento no e-mail [email protected] até às 15h do dia 07 de maio.

Informações:

  • Data: 08 maio
  • Local: Monumento Nacional em Homenagem aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, Aterro do Flamengo.
  • Horário: 11h
  • Horário limite de chegada: 10h
  • Estacionamento na Marina da Glória – Área do G-PARK

DIVULGAÇÃO: Assessoria de Imprensa do Comando do 1º Distrito Naval / FOTO: Alexandre Galante

 

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FOTO: Vosper Thornycroft, do livro Modern Combat Ships 5 – Type 21

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No último sábado, a Marinha do Exército de Libertação Popular da China comissionou sua nova fragata de vigilância. A cerimônia aconteceu na cidade de Sanya, no sul da província de Hainan. O navio deve reforçar a presença do país no Mar Meridional.

Segundo informações da agência de notícias estatal Xinhua, o O Yueyang é capacitado para operações de vigilância de longa distância, defesa antiaérea e operações antissubmarinos.
FONTE: Naval Open Source Intelligence (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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