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No dia 11 de janeiro, em cerimônia realizada no hangar do 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4), presidida pelo Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Márcio Ferreira de Mello, o CC Charles do Carmo Carvalho passou o Comando do Esquadrão ao CC (FN) Marcelo Fortunato Heringer Rosa.

Durante a solenidade, o ex-comandante proferiu palavras de agradecimento e externou o sentimento de dever cumprido.

Já o Comandante nomeado, expressou o seu orgulho ao assumir o EsqdHU-4, e o seu compromisso de cumprir a tarefa que lhe foi atribuída, qual seja, de transferir três aeronaves IH-6B Bell Jet Ranger III para o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1), bem como receber e preparar a tripulação para operar com as três aeronaves UH-12 (Esquilo) oriundas do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1).

‘Desafio Poder Naval’ 21

Identifique o navio da foto.

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Na foto acima, um bombardeiro Tupolev Tu-95RTS Bear soviético operando a partir de uma base no Vietnã. Abaixo, algumas fotos feitas por esse tipo de aeronave russa durante os anos 1970 e 1980.

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Estrago no convoo

Quando o convés de voo de um porta-aviões ainda não era em ângulo como os atuais, esse tipo de acidente podia causar um grande estrago no grupo aéreo embarcado. Nas imagens, um bombardeiro AJ Savage com problemas no sistema hidráulico tenta fazer um pouso com barreira no porta-aviões USS Coral Sea em 1956.

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Tracker pega fogo

Nas fotos dramáticas, um avião antissubmarino TS-2A Tracker do esquadrão de treinamento VT-27 pega fogo no motor esquerdo logo após a decolagem em 2 de novembro de 1964, do USS Essex (CVS 9). Segundo um comentarista, o piloto fez um pouso de emergência no mar e os tripulantes foram salvos.

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Brasília, 26/01/2012 — A incorporação da fragata F-45 União, enviada em 6 de outubro de 2011 pela Marinha do Brasil, ampliou a capacidade operacional da Força-Tarefa Marítima (FTM) que integra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). O total de navios encaminhados para inspeção subiu 94,86% desde a chegada do navio brasileiro ao teatro de operações.

As principais missões da fragata União são evitar o contrabando de armas e oferecer condições de treinamento para a Marinha do Líbano.

Segundo o procedimento adotado pela ONU, cabe à FTM detectar e interrogar os navios que se aproximam da costa libanesa. As embarcações suspeitas são acompanhadas até um porto para serem examinadas pela força naval daquele país.
A chegada do navio brasileiro também permitiu a ampliação do número de cascos em operação diária, que saltou de 2,5 para 3,7. Por seu maior porte, a União, capitânia da força, pode permanecer em operação mesmo em condições adversas de tempo e de mar, normais durante o inverno no Mediterrâneo Oriental, que obrigam os navios menores a buscar abrigo.

Graças aos sensores da fragata brasileira, o número de detecções de violações ao espaço aéreo libanês também aumentou. O navio está equipado com uma aeronave AH-11A Super Lynx, um Grupo de Mergulhadores de Combate (GruMeC) e um Destacamento de Fuzileiros Navais.

Participam da MTF nove navios cedidos por seis países – Alemanha, Bangladesh, Brasil, Grécia, Indonésia e Turquia. Desde o início de suas operações, em 15 de outubro de 2006, a MTF abordou cerca de 36 mil navios. Desse total, 900 embarcações suspeitas foram encaminhadas às autoridades libanesas para investigações ou inspeções mais detalhadas.

Cerimônia de incorporação

Em reconhecimento à participação brasileira, a capa da edição de dezembro da revista Litani, publicada pela própria Unifil, traz uma imagem da fragata F-45 União, com sua tripulação formada no convés. O registro foi realizado durante a cerimônia de incorporação da unidade à Força-Tarefa Marítima, realizada no porto de Beirute em 14 de novembro último.

Presidido pelo comandante da FTM, contra-almirante Luiz Henrique Caroli, o evento contou com a presença do embaixador do Brasil em Beirute, Paulo Roberto Campos Tarrisse da Fontoura, acompanhado de diplomatas e funcionários da Embaixada do Brasil.

A Litani é uma publicação mensal de fotos e pequenos artigos que tem como propósito divulgar as atividades e eventos realizados pelos contingentes dos 35 países que compõem os destacamentos terrestre e marítimo da Unifil. O rio Litani, localizado junto à fronteira com Israel, deu nome à revista, editada para o público interno da missão.

Modificações

Antes de partir, a fragata recebeu algumas modificações para se adequar às novas funções. Para comandar a força-tarefa, ela recebeu dois sistemas de comunicação de dados, um operando na Banda X e outro na Banda Ku, e dois sistemas de comunicação por satélite.

Uma lancha inflável de casco rígido substituiu a baleeira de bombordo, para permitir a abordagem de navios suspeitos.

Quatro metralhadoras de calibre 12,7 mm foram distribuídas nos bordos para complementar o armamento da fragata, formado por um canhão de 4,5 polegadas, dois canhões antiaéreos de 40 mm, mísseis antinavio e antiaéreos.

Arma não-letal

Nas asas do passadiço foi instalado, em cada bordo, um tripé fixo para sustentar um sistema LRAD (Long Range Acoustic Device – Aparelho Acustico de Longo Alcance). Esta é uma arma não-letal constituída de autofalante direcional de grande potência.

O sistema pode ser usado de duas maneiras distintas: para mandar mensagens audíveis para pessoas localizadas até 3 mil metros de distância e que, por alguma razão, não respondam aos contatos por rádio; ou para causar desconforto por meio de fortes ondas sonoras dirigidas a tripulantes de embarcações que se aproximem da União sem autorização.

Ministério da Defesa
Assessoria de Comunicação Social 

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ITAJAÍ – O Porto de Itajaí e o píer turístico abrem as portas neste fim de semana para a apresentação de navios de guerra da Marinha. O navio de desembarque de carros de combate Almirante Saboia, a Fragata Greenhalgh e a Corveta Barroso ficarão abertos à visitação pública sábado e domingo, das 14h às 18h.

O Almirante Saboia estará atracado no Píer Turístico de Itajaí. A Fragata Greenhalgh e a Corveta Barroso estarão atracadas no berço nº 4 do Porto de Itajaí, com acesso pelo Portão 2.

A atracação dos navios faz parte da programação da Operação Aspirantex-12, que ocorre de 13 de janeiro a 1º de fevereiro, na área marítima entre o Rio de Janeiro e a cidade de Mar Del Plata, na Argentina. A ação inclui exercícios no mar de caráter estritamente militar, com ações de ataque, antissubmarino, esclarecimento e apoio logístico móvel. Também serão conduzidas atividades de patrulha naval nas proximidades da Bacia Petrolífera de Santos.

FONTE: Jornal de Santa Catarina

No mês de janeiro, o Esquadrão HA-1 ampliou consideravelmente o poder combatente das aeronaves AH-11A Super Lynx. Essa ampliação se deu com o recebimento, instalação e operação da Metralhadora FN HERSTAL M3M calibre 0.50 pol.

Fruto de entendimentos com a Marinha Alemã, iniciados nos Encontros Multilaterais de Operadores de Aeronaves Lynx (Multilateral Lynx Support Comitte – MLSC), o DAE da Fragata União na Operação LÍBANO I recebeu em Beirute Líbano, em 13 de janeiro de 2012, a referida metralhadora daquela Marinha. Esta deverá ser operada até que a MB receba seu próprio armamento, já adquirido junto ao fabricante.

Dando início aos testes com o armamento, no dia 17 foi realizado o primeiro voo com o Lince 11 armado, durante um adestramento de “Fast Rope” a bordo da F-45. No dia seguinte, foram realizados os primeiros disparos.

Na ocasião, os primeiros militares a pressionarem o “gatilho” foram o SO-AM João Luiz, Supervisor da Divisão de Armamento do Esquadrão e o CB-MV Gonzaga, Fiel da Aeronave e Caverna Mestra do HA-1.

Após mais esta realização, somente nos resta parabenizar e agradecer a todos aqueles que contribuíram direta ou indiretamente para mais esta conquista do HA-1.

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O fim de uma era

Após 70 anos construindo submarinos, o estaleiro Thyssen Nordseewerkr GmbH (TNSW), em Emden, Alemanha, realiza sua ultima entrega, a seção de ré  do submarito classe Tipo 212 “U 36″ (S 186). Na foto acima, a seção é vista sendo transportada pela barcaça EMS Pontoon 7, a reboque do Rebocador EMS Tug, no Canal de Kiel, entrando na eclusa de Holtenau no dia 16 de janeiro para término de construção no HDW Kiel.

No casco do submarino foi colocada uma derradeira faixa onde estava escrito “Die leezte lieferung aus Emden, 70 jahre U-Boot bau gehe haute zu ende”,  significando “A última entrega de Emden, hoje se encerra 70 anos de construção de submarinos”.

FOTO: Willeem Hartman

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A mulherada de olho nos alvos

Foto da Marinha dos EUA (USN), mostrando a Capitão-Tenente Ashley Ruic (Piloto), à esquerda, a Capitão-de-Corveta Tara Refo (Comandante da Aeronave) e a Primeiro-Tenente Ashley Ellison (Operador de Radar), todas integrantes do 125º Esquadrão de Alerta Aéreo Antecipado Embarcado (VAW 125), se vestindo no camarote de alerta do esquadrão.

Pouco depois, elas iriam se juntar a outras duas oficiais para voar a primeira missão de combate de uma aeronave E-2C Hawkeye com uma tripulação totalmente formada por mulheres, que ocorreu em 25 de janeiro a partir do NAe USS Carl Vinson (CVN 70). O navio integra a Ala Aérea Embarcada 17 (CVW 17) que está operando na área de responsabilidade da 5ª Esquadra.

Alexandre, bom dia. Fala Roberto Lopes, jornalista e historiador da USP.
Tomo a liberdade de te repassar, em primeira mão, a capa do meu livro sobre a guerra submarina no conflito das Malvinas.
A obra sairá pela Civilização Brasileira (uma das mais tradicionais do país, pertencente ao Grupo Record), e chega às livrarias em abril deste ano — 30º aniversário do confronto.
Se vc achar útil a teus leitores, pode divulgá-la.
Aproveito a oportunidade para, mais uma vez, te agradecer a ajuda, e desejar ao Poder Naval, em 2012, o sucesso que não tem faltado ao trabalho de vcs.
Um Abraço.
Roberto.

Descoberta de petróleo e presença do príncipe William acirram disputa entre Argentina e Reino Unido pelas ilhas, 30 anos depois da guerra declarada pela ditadura militar

 

CAROLINA VICENTIN

O governo argentino luta para sair de uma crise financeira, enfrenta acusações sobre leis dúbias aprovadas pela presidente Cristina Kirchner e ainda precisa lidar com uma espinhosa disputa internacional. Nos últimos meses, a Argentina aumentou a munição na batalha verbal sobre o controle das Malvinas, geladas ilhas ao sul do continente que estão sob domínio britânico há décadas. Desde o fim da guerra pela posse do arquipélago, há quase 30 anos, os argentinos tentam levar o assunto à mesa de negociações, sem sucesso. Agora, com as Malvinas prestes a se tornarem um lucrativo campo de extração de petróleo, a troca de farpas entre os dois países ficou ainda maior. E, segundo analistas ouvidos pelo Correio, o impasse está longe de uma solução.

Prova disso foram as declarações de Cristina Kirchner no primeiro discurso após o fim da licença médica que a afastou do poder por 20 dias. Na quarta-feira à noite, a presidente rebateu as acusações do primeiro-ministro britânico, David Cameron, que classificou a postura argentina como “colonialista”. Para o governo de Londres, a tentativa de Buenos Aires de retomar o controle das ilhas fere o princípio da autodeterminação dos povos. Em uma pesquisa recente, os moradores das Malvinas afirmaram que querem continuar como cidadãos do Reino Unido. “Ninguém está pedindo que eles (os malvinenses) deixem de ser ingleses. Esses argumentos caem por si sós”, disse Cristina. “Vamos seguir com nossa política de sempre, para que seja cumprida a resolução das Nações Unidas sobre se sentar, dialogar e negociar.”

A mandatária já conseguiu importantes vitórias diplomáticas. Em novembro, os demais países do Mercosul, entre eles o Brasil, aceitaram não receber em seus portos navios com bandeiras das Ilhas Falkland — o nome inglês do território. “O apoio que a Argentina obteve foi extraordinário. Tanto o Mercosul como a Unasul (União das Nações Sul-Americanas) toparam restringir a navegação”, afirma Carlos Vidigal, professor de relações internacionais na Universidade de Brasília (UnB) e especialista em política argentina. “Foi a primeira vez que o país conseguiu uma posição sem dualidades por parte dos países sul-americanos”, lembra Juan Recce, diretor do Centro Argentino de Estudos Internacionais. “Trata-se de um revés que reivindica o poder de Davi frente ao gigante Golias”, exagera.

Príncipe a serviço
O Reino Unido não deixou por menos. O governo autorizou o aumento das atividades militares nas ilhas e, no mês que vem, o príncipe William desembarca por lá para seis semanas de exercícios aeronáuticos na região. Segundo o jornal britânico The Times, o príncipe fez lobby para que o deixassem viajar às Malvinas, nas proximidades do aniversário de 30 anos da guerra entre a Argentina e o Reino Unido pelo controle do território (leia o Para saber mais). “Isso não é um problema apenas para a Argentina, mas também para todos os países que são signatários de acordos de paz. Trata-se de uma potência militarizando uma região que não deveria ter presença tão ostensiva de forças de segurança”, critica o professor Hector Saint-Pierre, argentino, diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Assim como Saint-Pierre, muitos argentinos se sentem afrontados pelo domínio britânico nas Malvinas. Na semana passada, logo após as polêmicas declarações do premiê David Cameron, manifestantes foram para a frente da embaixada britânica em Buenos Aires e demonstraram repúdio à acusação de “colonialismo”. Eles também pediram a Cristina Kirchner que rompesse as relações diplomáticas com Londres. “Se há uma coisa em que peronistas, antiperonistas, comunistas e conservadores concordam é sobre o lema “las Malvinas son argentinas”", comenta o professor Mark Jones, da Universidade de Houston, especialista em questões latino-americanas. A reivindicação tem apoio de muitos governos de fora da América do Sul, exceto na Europa.

Sem guerra
Assim, é provável que a relação diplomática entre argentinos e britânicos fique cada vez pior. A tensão, no entanto, não deve provocar outra ofensiva armada. Além do risco da perda de vidas — algo que Cristina Kirchner não está disposta a enfrentar —, as forças armadas do país vizinho estão praticamente abandonadas. “O Exército está em tal estado de decomposição, em termos funcionais, que seria incapaz de ter algum êxito contra as bem treinadas forças britânicas”, diz o professor Jones. Engessados, os argentinos só têm como escolha continuar fazendo barulho. “Não existe uma solução próxima para esse problema. Ambos querem a soberania e, em termos históricos, quando há uma disputa assim, a coisa só se resolve por meio da força”, observa o professor da UnB Carlos Vidigal.

FONTE: Correio Braziliense

SAIBA MAIS:

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