QG Airsoft

O 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) foi criado em 1962, e sua missão principal é realizar a parte prática de voo do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO), a fim de complementar o ensino teórico ministrado no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN) na formação de Oficiais Aviadores Navais.

O HI-1 dispõe de helicópteros Bell Jet Ranger III (IH-6B), conhecidos como “Garças”, para instrução básica de voo.

Seu atual Comandante é CF Fábio Angelo de Araujo.

“Ensinamos aos homens o que Deus legou apenas aos pássaros”

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

‘Big E’ quase pronto para o retorno

O navio-aeródromo USS Enterprise (CVN 65), fotografado na semana passada navegando no Atlântico, em treinamento para as tripulações. O mais velho porta-aviões da Marinha dos EUA está fazendo os preparativos para a sua vigésima primeira comissão.

FOTOS: US Navy

A Marinha do Brasil (MB) organizará a 24ª Conferência Naval Interamericana (CNI), entre os dias 13 e 17 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro.

Essa Conferência foi criada para proporcionar um foro para o intercâmbio de ideias, conhecimentos e entendimento mútuo dos problemas marítimos que afetam o Continente Americano, com o propósito fundamental de estimular os contatos profissionais permanentes entre as Marinhas dos países participantes, a fim de promover a solidariedade hemisférica.

Fazem parte da CNI as Marinhas dos seguintes países: Argentina; Bolívia; Brasil; Canadá; Chile; Colômbia; Equador; El Salvador; EUA; Guatemala; Honduras; México; Nicarágua; Panamá; Paraguai; Peru; República Dominicana; Uruguai; e Venezuela, bem como a Junta Interamericana de Defesa (JID) e a Rede Naval Interamericana de Telecomunicações (RNIT).

Neste ano, o Brasil é a Nação-Sede e a MB é a organizadora do evento, que ocorrerá no Hotel Windsor (Barra – Rio de Janeiro).

O Poder Naval OnLine está trazendo de volta para a internet uma série de artigos exclusivos que foram publicados no passado pelo site e que são, até hoje, referência no assunto.

É uma chance para que os nossos leitores possam rever alguns dos principais textos já publicados aqui. Aos leitores mais recentes trata-se de uma oportunidade única de manter contato com informações que se tonaram referência no meio.

Iniciamos este projeto com a reedição do texto sobre a Quarta Frota e a  estrutura militar unificada dos EUA. O texto em questão foi publicado originalmente em 2008.

Aproveitamos para abrir este espaço também para que os nossos leitores enviem mensagens sobre os textos que gostariam de ver novamente publicados.

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Atividades acontecem sob ameaça de um contra-ataque da Coreia do Norte, acusada de atingir a embarcação sul-coreana Cheonan

SEUL – Os exércitos da Coreia do Sul e dos Estados Unidos iniciaram nesta segunda-feira, 16, (horário local) suas manobras militares anuais no meio do clima de tensão com a Coreia do Norte por causa do afundamento em março da corveta sul-coreana Cheonan.

Os exercícios se prolongarão durante 11 dias ao sul da Península de Coreia e dele participarão 56 mil soldados sul-coreanos e 30 mil americanos, segundo informou a agência sul-coreana Yonhap.

Como já é habitual cada vez que acontecem estas manobras anuais, a Coreia do Norte ameaçou através da agência estatal KCNA com “um contra-ataque sem piedade”, já que na sua opinião os exercícios são um ensaio de invasão do país comunista.

As manobras, chamadas “Ulchi Freedom Guardian”, acontecem pouco depois que no final de julho EUA e Coreia do Sul realizaram quatro dias de manobras conjuntas em grande escala no Mar do Leste (Mar do Japão).

FONTE: Efe, via Estadão

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A China não tem condições de impedir exercícios navais dos EUA perto das suas costas, mas essas atividades podem agravar a desconfiança de Pequim em relação a Washington, além de aumentar a pressão pelo fortalecimento militar chinês, disse na segunda-feira o contra-almirante Yang Yi, pesquisador-sênior da Universidade Nacional de Defesa.

Yang afirmou à Reuters que a China também está “preocupada” com os exercícios conjuntos desta semana envolvendo EUA e Coreia do Sul. São atividades principalmente terrestres, que segundo Yang poderiam “inflamar” a vizinha Coreia do Norte e alimentar tensões regionais.

Mas a China vê uma ameaça muito mais direta nos planos do Pentágono para a realização de novos exercícios navais com a aliada Coreia do Sul, que envolveriam o envio de um porta-aviões ao mar Amarelo, entre a China e a península da Coreia.

O Pentágono não informou a data desses exercícios, que Yang afirmou que seriam provocativamente próximos do norte da China.

“Se os Estados Unidos entrarem de fato no mar Amarelo, a China possivelmente não poderá usar a força militar para impedi-los. Isso criaria o risco de um confronto militar, e seria pouco inteligente por parte da China e dos Estados Unidos”, afirmou ele na entrevista telefônica.

“Mas se os Estados Unidos insistirem em levar isso adiante, estarão jogando uma pedra no próprio pé. Eles irão prejudicar as relações de longo prazo entre China EUA.”

Yang e outros oficiais de alta patente já haviam expressado sua preocupação em artigos num jornal militar

“Como os planejadores estratégicos militares da China verão isso? Quando os Estados Unidos se preparam para usar o poderio militar para ameaçar os interesses nacionais da China, o que podemos fazer? Precisamos fortalecer nossa força militar”, disse Yang.

O contra-almirante não é um porta-voz oficial dos militares, mas um influente estrategista. Ele já foi diretor do Instituto de Estudos Estratégicos, da Universidade Nacional de Defesa, que treina oficiais promissores.

Os atritos entre Pequim e Washington por causa de reivindicações marítimas da China e das atividades navais dos EUA se somam a uma lista de outros motivos de irritação entre as duas partes, como as vendas de armas norte-americanas a Taiwan, a repressão no Tibete, as restrições chinesas na Internet e a política cambial da China.

FONTE: Chris Buckley – Reuters, via Estadão

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O 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), é primeira unidade aérea operativa da MB e foi criado em 1961 e desde a sua ativação, vem participando de quase todas as operações aeronavais.

Dispõe de helicópteros Helibrás Esquilo monomotor (UH-12) e Esquilo biturbina (UH-13) para emprego em missões de ligação e observação; esclarecimento ; lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate; transporte de tropa; serviços hidrográficos; guarda de aeronaves no NAe São Paulo (Pedro); busca e salvamento (SAR); apoio humanitário; apoio às atividades na Antártica e muitas outras, razão pela qual lhe foi conferido o título de: “O FAZ TUDO” ou “TUDÃO”.

Seu atual Comandante é o CF Alberto Barbosa Nascimento.

” IN OMNIA PARATUS”

(Pronto para Tudo)

FOTOS: Guilherme Wiltgen/Poder Naval

NOTA do EDITOR: Iniciamos hoje uma série de matérias, alusivas aos 94 anos da Aviação Naval Brasileira, que irão ao ar todos os dias durante esta semana iniciando com o Esquadrão HU-1, mais antiga das unidades aéreas da Marinha do Brasil.

O Governo Indiano sancionou um aumento de preço de US$ 1 bilhão nos custo dos 6 submarinos Scorpène que foram encomendados.

O aumento nos custos é resultado de problemas de construção, absorção de tecnologia e aumento da infraestrutura e compra de materiais para a Mazagon Dock Ltd.

Foi dito que o último dos seis submarinos será entregue na segunda metade de 2018.

FONTE: Forecast International

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A Marinha Russa

Clique no gráfico para conhecer a distribuição das Frotas Russas e seus navios.

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Os peritos reconhecem não estarem ainda esclarecidas as causas do afundamento do submarino nuclear Kursk, quando a Rússia se prepara para assinalar, na sexta feira, o décimo aniversário do acidente que provocou 118 mortos.

“A causa da explosão do torpedo no submarino nuclear Kursk continua por explicar”, declarou Igor Kudrin, capitão de mar e guerra, presidente do Clube de Tripulantes de Submarinos de São Petersburgo.

A catástrofe ocorreu no dia 12 de agosto de 2000 no Mar de Barents durante manobras navais.

FONTE: LUSA

COLABOROU: Leosg

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Anúncio da implantação da 2ª Esquadra era esperado, mas base deve ficar no Maranhão

O Ministério da Defesa cancelou, ontem à tarde, em telefonema de Brasília para a Seccional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Pará, a visita que o ministro Nelson Jobim faria nesta segunda-feira (16) a Belém. O ministro viria falar sobre o Plano Nacional de Defesa e a implantação da 2ª Esquadra da Marinha do Brasil na Região Amazônica.

No telefonema, a assessoria do ministro alegou como justificativa para a suspensão da viagem uma cirurgia de catarata a que Nelson Jobim precisaria ser submetido. A razão, porém, deve ser bem outra, e está provavelmente associada à decisão, que agora já se acredita formalmente tomada, de levar para o Estado do Maranhão a base naval da Segunda Esquadra.

Esta era, desde o início, a expectativa de setores do Comando da Marinha e do próprio Ministério da Defesa. O Governo do Estado do Maranhão, aliás, já vem considerando há meses a escolha de São Luís como fato consumado.

A decisão do cancelamento, porém, foi uma surpresa. Entre outros motivos, porque uma equipe de assessores do ministro já estava ontem em Belém para acertar detalhes da viagem e do programa que ele deveria cumprir na capital paraense.

Uma condição imposta pela equipe precursora do Ministério da Defesa foi muito mal recebida pelos dirigentes das instituições que aqui deveriam recebê-lo. Certamente cumprindo ordens expressas de Brasília, eles impuseram como exigência que Nelson Jobim seria o único a usar a palavra.

Ocorre que são muitas as entidades que, no Pará, vêm participando de debates e estudos em defesa da escolha do Pará como sede da futura Base Naval da Marinha. Entre outras, participam do grupo de trabalho a OAB, a Federação das Indústrias (Fiepa), a UFPA, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) e a Comissão Pró-Base do Arquipélago do Marajó.

O professor Hito Braga de Moraes, docente e pesquisador da Faculdade de Engenharia Naval da UFPA, tinha pronto um estudo que seria entregue ao ministro mostrando a viabilidade da escolha de Belém como sede da Base Naval da 2ª Esquadra. Agora, não se sabe sequer se o estudo chegará às mãos do ministro a tempo de influenciar na escolha.

O estranho cancelamento de sua viagem a Belém, na última hora, sugere que não, e indica que todo o trabalho resultou em vão. Os maranhenses ganharam. O Pará, mais uma vez, perdeu.

FONTE: Diário do Pará

 

Nas fotos, o HMAS Melbourne, antes e depois da modernização, com diferentes grupos aéreos.

A Austrália não opera mais navios-aeródromo e decidiu operar apenas aviões de ataque baseados em terra. O navio de 20.000t, da classe “Majestic” (irmã da “Colossus”, do nosso NAeL Minas Gerais), operou de 1955 a 1982.

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros temas navais no ‘Xat’ do Poder Naval, clicando aqui.

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