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Durante a Operação “ASPIRANTEX”, na área marítima do litoral do Rio Grande do Sul, os Aspirantes da Escola Naval (EN), embarcados no Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Sabóia”, planejaram e conduziram o exercício de manobras táticas com os navios do Grupo-Tarefa (GT) comandado pelo Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende, Comandante da 1ª Divisão da Esquadra.

Os Aspirantes reuniram-se, sob a supervisão dos Oficiais instrutores da Escola Naval, do Estado-Maior do Comando-em-Chefe da Esquadra (ComemCh) e do NDCC “Almirante Sabóia”. Após isso, os alunos planejaram e executaram formaturas e manobras táticas com os navios do GT.

Participaram do exercício o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Sabóia”, o Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta”, as Fragatas “Greenhalgh” e “Niterói”, a Corveta “Barroso”, e uma Aeronave UH-13 “Esquilo”, que realizou o evento FOTEX.

Durante a realização do evento, os Aspirantes assumiram o controle da manobra, as comunicações – através da linha Principal de Manobras Táticas e Alarmes (PMTA), por onde determina-se aos navios do GT o cumprimento das ordens de formatura – e tiveram a oportunidade de dar ordens de rumo e velocidade ao navio onde estavam. Além disso, viram e sentiram a reação dos navios executando todas as formaturas e dispositivos planejados com os subsídios e conhecimentos adquiridos nas salas de aula da Escola Naval. No Passadiço do navio, durante o evento, os Aspirantes contaram com a orientação dos Oficias Instrutores. Foi a primeira vez que esses Aspirantes tiveram a oportunidade de participar de um exercício como esse.

A Operação “ASPIRANTEX” termina dia 01 de fevereiro e os navios ainda passarão pelos portos de Montevidéu (Uruguai), Mar Del Plata (Argentina) e Itajaí, no Estado de Santa Catarina, fazendo parte do Estágio de Verão do Ciclo Escolar dos Aspirantes da Escola Naval, futuros Oficiais da Marinha do Brasil.

Fonte: MB

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ENTRE O CÉU E O MAR – PORTA-AVIÕES DO BRASIL
ASX Produções Artísticas – Rio de Janeiro – 2012 – 144 páginas
ISBN: 978-85-65235-00-6
Já nas livrarias

Capaz de impor paz e segurança em cenários agressivos, o porta-aviões é um dos mais valiosos equipamentos navais em ação ao redor do mundo. Sua capacidade de projetar força é estratégica e insubstituível. A Marinha do Brasil é uma das poucas a deter a tecnologia necessária a sua operação, uma conquista feita ao longo de 50 anos de serviços prestados pelos porta-aviões Minas Gerais e São Paulo. Lançado em 2012 pela ASX Produções Artísticas, o livro “Entre o Céu e o Mar – Porta-Aviões do Brasil” resgata a trajetória dos dois navios.

O livro traz imagens raras, infografias e depoimentos sobre o Navio-Aeródromo Ligeiro (NAeL) Minas Gerais, indicativo A-11, e o Navio-Aeródromo (NAe) São Paulo, indicativo A-12. Escrito pelo pesquisador e jornalista Guilherme Aragão, o livro é divido em três partes. A primeira narra o desenvolvimento dos porta-aviões no mundo, da criação no início do século passado às épicas batalhas do Pacífico, na Segunda Guerra Mundial, e sua consolidação como arma multitarefa.
A segunda parte resgata a história do NAeL Minas Gerais. Adquirido em 1956, foi incorporado em 1960, após uma reforma. Durante as quatro décadas seguintes, todas de serviço ativo, ele navegou 285.972 milhas náuticas, em 1.967 dias de mar. A história do NAe São Paulo é contada na terceira parte. Símbolo maior do poder naval brasileiro, o navio foi incorporado em 2000 e, como Capitânia da Esquadra, participou de uma série de comissões nacionais e internacionais. Após um minucioso processo de modernização, está de volta a ativa.

Um trecho:

As águas brasileiras guardam um verdadeiro tesouro: na indústria da energia são 15,3 bilhões de barris de petróleo, 133 plataformas de processamento da Petrobras e investimentos previstos de US$ 224 bilhões até 2015. O navio-aeródromo é fundamental para a garantia da soberania brasileira nessa área. Na Esquadra, é o principal elemento estratégico-naval, pois está capacitado a controlar o espaço marítimo, negar o uso do mar, projetar poder sobre terra e contribuir para a dissuasão estratégica.

Informações sobre o livro pelo email contato@asxprodutora.com.br ou com o autor Guilherme Aragão pelo email gparagao@gmail.com

Reféns foram libertados sem ferimentos e todos os nove sequestradores que estavam com eles foram mortos durante a operação. Veja clipping no ForTeForças Terrestres.

 

No dia 14 de janeiro, os Aspirantes da Escola Naval embarcados nos navios da Operação “ASPIRANTEX”, participaram de exercícios com o Submarino “Timbira” (S-32).

Foram realizados dois tipos de atividades. Na primeira, o Submarino “Timbira” permaneceu navegando próximo à superfície (cota periscópica), cumprindo uma programação de exposição dos seus mastros a fim de familiarizar os aspirantes, as equipes de vigilância e o pessoal de serviço no passadiço, com o aspecto visual apresentado pelo submarino quando navegando nestas condições.

No segundo exercício, os Aspirantes puderam observar a realização de ataques coordenados simulados pelos navios contra o submarino mergulhado a uma maior profundidade, com o emprego de seus sonares.
Os Aspirantes demonstraram um grande interesse pelos exercícios, onde puderam observar as formas utilizadas e a dificuldade para detecção de um submarino, além das manobras realizadas pelos navios para executarem os ataques. Os navios da Esquadra, participantes da Operação “ASPIRANTEX”, atracam nas cidades de Mar Del Plata, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, em 19 de janeiro.

FONTE: MB

Clique na imagem para acessar o ‘Xat’ do Poder Naval e conversar em tempo real com outros entusiastas, estudiosos e profissionais da área.

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Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva – de Manaus

São passadas três décadas e o Reino Unido se decidiu por alinhavar um plano de defesa para suas ilhas ao sul do Atlântico. Não demorou e o Daily Mail publicou recentemente que fontes do Ministério da Defesa britânico reportaram ao noticioso que um submarino nuclear da Royal Navy está de prontidão justo no entorno do litoral das “suas” Ilhas Falkland. Já os fraco-abusados do Mercosul, por sua vez, resolveram, ao que parece, mas ainda sem a competência para tanto, procurar sarna para se coçar:
“Atenção cucarachada luso-hispânica, vamos fazer um acordo proibindo a passagem de barcos com bandeiras ilegais das Malvinas, que absurdo, as ilhas estão ocupadas pelos piratas de Sua Majestade desde 1833!”.

O fato, como só em ser, já serviu para atiçar o espírito bucaneiro do velho lobo do mar inglês que, sem titubear, classificou de escandalosa a decisão dos atrevidos “cucarachos”. Parece que estou a ver o marinheiro graduado, veterano da Guerra das Malvinas, quando ele estufou seu peito cheio de medalhas e sugeriu que “o submarino deveria mostrar seu mastro e deixar claro que está lá!”. Sim, é bom que não se esqueçam os ufanistas dos programas paliativos, a longuíssimos prazos, de modernização das forças navais sul-americanas, que bastou um submergível destes para negar à Marinha argentina a competência de se fazer ao mar, e quando o fez, deu no que deu: o Cruzador Belgrano simplesmente foi a pique!

É de se perguntar se já temos cacife para sermos atrevidos neste nível. Devo me reportar agora ao nosso país. E atenção, porque não estou a culpar ou a criticar nossas Forças Armadas pelo seu atual desmanche. Todos sabem muito bem quem são os responsáveis pela nossa absoluta incapacidade de defesa frente às grandes potências militares que ameaçam a posse de nossas riquezas naturais. Ah! Mas o Brasil está providenciando para aumentar o seu poder naval. E daí? Minha gente, nada contra a compra de navios, submarinos, porta-aviões, caças ou helicópteros, afinal de contas ainda não fabricamos nada mesmo e temos que sair do zero! Mas importa, sim, que comprar com transferência de tecnologia é um processo muito moroso e nossos oponentes não vão esperar os anos 2020 para se aventurarem nas amazônias verde e azul que queremos garantir. Alerta! Precisamos adquirir capacidade de dissuadir desde já!

Que se diga, hoje, as nove fragatas (de fabricação “britânica” para variar), os cinco submarinos movidos a diesel e o porta aviões comprado na França não representam absolutamente nada em termos de poder naval para quem nos ameaça. Para que se tenha uma idéia, estas belonaves começariam a ser acrescidas com um submarino convencional só em 2016, e isto que gente entendida levantou as necessidades para uma defesa efetiva do entorno do pré-sal, da bacia do Amazonas mais os 7.941 Km de extensão litorânea, de nada mais nada menos do que: seis submarinos nucleares, 20 convencionais mais uma frota a ser baseada no nordeste, o que seria logrado, é de pasmar, somente a partir de 2030. Acontece que a “gangue dos cinco” não sofre do mesmo “amadorismo antiestratégico” dos nossos governantes e políticos a ponto de esperar mais 20 anos para se apossar de nossos mananciais hídricos.

Os maiores responsáveis pela nossa integridade territorial e marítima têm que se convencer que as grandes potências militares não vão observar prazos para por à prova a defesa nacional.

Em assim sendo, Brasil e Argentina, que já dominam o processo de enriquecimento de urânio há algum tempo, sem desconfianças mútuas, precisam ser capazes de redigirem juntos um tratado militar para desenvolvimento de um projeto defensivo nuclear, binacional, em arsenais comuns, que diminua os gastos com aquisições de material bélico nos mesmos ”mercadores da morte encastelados no CDS/ONU”. E atenção hermanos, é bom que partamos para esta linha de ação o quanto antes porque, como disse outra fonte militar de Sua Majestade: “no momento em que eles (argentinos) cruzem sua costa, desceremos do ar. Seria uma caça de perus”, ao que acrescento: ”no instante em que eles (brasileiros) se aproximem do pré-sal, desceremos do ar. Seria uma caça aos “papagaios”.

Acorda cucarachada !

Paulo Ricardo da Rocha Paiva é coronel de Infantaria e Estado-Maior.

FONTE: Correio do Brasil

 

O JABMM da Boeing

A Boeing está desenvolvendo o míssil Joint Air-Breathing Multi-Role Missile (JABMM) para equipar os navios LCS da US Navy. O novo míssil será usado como interceptador aéreo e para atacar alvos na superfície como embarcações rápidas, aeronaves e talvez até mísseis. A propulsão será a jato para aumentar o alcance. O míssil será disparado de container no convés para facilitar a integração. O projeto ainda está na fase conceitual.

 

Invencible x CVF

A imagem acima é uma comparação do hangar do NAe Invencible e do novo NAe britânico CVF. Nas minhas contas cabem oito F-35B no hangar do Invencible (ou Sea Harrier) contra 22 F-35B no CVF. Mantendo uma forma corrida no hangar do Invencible, sem afulinar no meio, me parece que caberiam 14 F-35 no hangar.

Nos porta-aviões americanos é comum ver dezenas de aeronaves estacionadas no convés de voo. O desgaste é maior, principalmente devido a água do mar, mas também não é um problema para um país rico. Para países com menos recursos é de se esperar que um porta-aviões opere com menos aeronaves para manter o máximo possível dentro do hangar.

 

A Segunda Armada da Marinha

Na reunião setorial sobre assuntos de Defesa Nacional, ontem, a presidente Dilma autorizou o ministro Celso Amorim a criar um grupo de trabalho com o objetivo de constituir a Segunda Armada da Marinha. Essa é uma reivindicação do comandante da Marinha, Júlio Soares de Moura Neto, visando a proteger as reservas de petróleo do pré-sal na plataforma continental do Brasil.

FONTE: Panorama Político/Ilimar Franco – O Globo

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As novas Saar 4.5 israelenses

Devido a limitações no orçamento a marinha israelense cancelou planos de compra de dois navios LCS americanos e depois duas fragatas MEKO 200 alemãs. Agora estão estudando a compra de duas corvetas classe Saar 4.5 por cerca de US$ 500 milhões. Parte do financiamento virá da retirada de serviço de duas corvetas classe Saar 4.

O que chama a atenção na Saar 4.5 é a densidade de armamentos em um navio tão pequeno: um canhão Oto Melara de 76mm (2), um sistema Phalanx (15), oito mísseis Harpoon (5) e seis Gabriel II (3) anti-navio, 32 mísseis Barak antiaéreos (18), além de dois canhões Oerlikon de 20mm (17) e duas metralhadoras M2 (16) operadas manualmente. A imagem é de uma versão mais antiga das Saar 4.5. É bom provável que os novos navios sejam equipados com a torreta Typhoon equipada com um canhão de 25 mm e mísseis Spike-ER guiados por fibra ótica.

A escolha de um navio pequeno faz sentido em um cenário onde os adversários estão bem do lado e para uma marinha que não tem que operar a longa distância. Um mar fechado como o Mediterrâneo também é bem mais calmo comparado com mares abertos.

A imagem abaixo é de uma versão da Saar 4.5 equipada com hangar que aparece na página da internet do estaleiro Israel Shipyards. Israel já operou duas Saar 4.5 equipadas com hangar que foram vendidas para o México. Agora devem operar com apoio de aeronaves não tripuladas.

 

Estacionamento móvel

Nas imagens, o porta-aviões USS Ronald Reagan (CVN 76) transporta veículos de seus tripulantes enquanto transita pela costa do Pacífico para a Base Naval de Kitsap, durante a mudança de porto para docagem do navio e reparos no Puget Sound Naval Shipyard & Intermediate Maintenance Facility.

FONTE: US Navy

O porta-aviões dos Estados Unidos USS Abraham Lincoln cruzou no domingo o Estreito de Ormuz e chegou ao Golfo Pérsico, informou o Pentágono. O fato acontece semanas após o Irã ameaçar fechar a estratégica rota marítima em represália às sanções impostas pelos países ocidentais à economia do país.

“USS Abraham Lincoln completou um trânsito regular e de rotina pelo Estreito de Ormuz para realizar operações previstas de segurança marítima”, disse o porta-voz do departamento de Defesa, John Kirby, à AFP em um e-mail. “O trânsito foi completado como estava previsto e sem incidentes”.

O porta-aviões, que pode transportar até 80 aviões e helicópteros, foi escoltado pelo cruzador de mísseis USS Cape St. George e por dois destroyers.

Mais cedo, o ministério da Defesa do Reino Unido informou que uma fragata britânica e um navio francês se uniram ao grupo do porta-aviões para cruzar o estreito.

Apesar de barcos aliados costumarem participar de exercícios navais dos Estados Unidos, a presença britânica e francesa no estreito parece ser uma mensagem ao Irã sobre a determinação ocidental de manter aberta esta via marítima.

FONTE: AFP

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