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Testes de mar do navio de patrulha Scarborough começaram em 16 de julho

O segundo Offshore Patrol Vessel (OPV) da série de três para a Guarda Costeira de Trinidad e Tobago está em sua fase final de testes. Durante o período de duas semanas no mar, o navio construído em Clyde, estaleiro da BAE Systems em Scotstoun, Escócia, embarca em um programa de testes extensivos que inclui a verificação da propulsão, velocidade, dirigibilidade e de armas.

Os navios fazem parte do contrato assinado em 2007 para construção, integração, testes e comissionamento de três navios para o Governo da República de Trinidad e Tobago. Eles têm 90 metros de comprimento e serão usados para a proteção da Zona Econômica Exclusiva (ZEE), em operações que vão desde o combate ao tráfico de drogas até o apoio em missões de socorro. A BAE Systems providenciará manutenção e suporte durante os próximos cinco anos.

Nesse mesmo dia foi inaugurado o navio San Fernando, da mesma classe do Scarborough.

“Os eventos de hoje são prova da habilidade e do trabalho árduo de todos envolvidos no programa e destacam o tremendo progresso feito ao longo deste último ano. O lançamento do San Fernando ocorre apenas oito meses após o lançamento do primeiro e do segundo navios da classe, e isso, junto com o embarque do Scarborough para testes finais, demonstra nosso comprometimento em entregar estes navios ao Governo da República de Trinidad e Tobago”, disse Scott Jamieson, Diretor de Programas internacionais da BAE Systems Surface Ships.

Em um momento em que a BAE Systems pretende expandir as oportunidades de exportação, os versáteis navios de patrulha marítima são capazes de acomodar uma diversidade de papéis, o que os torna atraentes para outras marinhas ao redor do mundo. É o caso da experiência comprovada dos OPV da Classe “River”, em serviço na Royal Navy do Reino Unido.

SAIBA MAIS:

 

SÃO PAULO – Com uma fila de mais de 450 caminhões no Porto de Santos (SP) e aproximadamente 150 veículos no Porto de Paranaguá (PR), diversos importadores brasileiros de açúcar reclamam que o sistema logístico do País está criando uma situação complicada para o escoamento de cargas. Em meio a isso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) firmou na última sexta (30), um termo aditivo com a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), para garantir novos prazos com vistas ao cumprimento das exigências para obtenção do licenciamento ambiental dos portos.

Com previsão de desembarcar mais de 13 mil toneladas no Porto de Santos, e com previsão de embarque para exportação somente em setembro, o diretor comercial da empresa Açúcar Guarani, Paulo José Mendes Passos, acredita que por conta desse gargalo os fretes subiram 15% nos últimos meses. “Existe hoje uma forte demanda por açúcar brasileiro que, vinculada a uma deterioração das condições logísticas, cria uma situação complicada para a exportação. Os caminhões ficam presos nas filas mais tempo que o normal o que acaba criando um gargalo porque outras commodities, como o milho, também precisam chegar ao porto via rodoviária. O resultado é um aumento do frete em cerca de 15% nos últimos meses”, disse ele.

Contudo, algumas empresas estão tentando usar alternativas intermodais para fugir dos gargalos logísticos; entretanto, o diretor comercial do Grupo São Martinho, Helder Gosling afirmou que o problema portuário afeta inclusive as ferrovias. “Não há muitos vagões disponíveis para o transporte de açúcar porque muitos estão presos no porto. O problema de escoamento do porto afetou até as ferrovias“, garantiu ele.

Licença ambiental

Diante deste cenário, o Ibama e a Appa firmaram um termo aditivo, com intuito de garantir novos prazos para o cumprimento das exigências para obtenção do licenciamento ambiental dos Portos de Paranaguá e de Antonina, no Paraná. Com isso, a licença de operações dos portos públicos do Paraná deve ser conquistada nos próximos 4 meses. O documento para o acordo foi assinado pelo presidente do Ibama, e pelo superintendente da Appa.

FONTE: DCI/Daniel Popov/Agência Estado

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Em 31 de julho de 1943, o submarino alemão U-199 foi surpreendido na superfície ao largo do Rio de Janeiro, atacado e afundado na posição 23º54′S – 42º54′W, por cargas de profundidade, por um avião americano Mariner (Esquadrão VP-74 – Marinha dos EUA) e dois aviões brasileiros (Catalina “Arará” e Hudson), resultando em 49 mortos e 12 sobreviventes. Leia sobre o ataque aqui.

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Egito compra navios da Noruega

KNM Horten

Sete navios descomissionados são uma boa compra de oportunidade

De acordo como o jornal Aftenposten, o Egito vai comprar o navio de apoio KNM Horten e seis FACs (Fast Attack Crafts) da classe “Hauk”. O KNM Horten já tinha até sido anunciado num leilão online anteriormente.

Os FACs serão entregues totalmente operacionais ao Egito, como todos os sistemas de armas funcionando. O valor do negócio estaria em torno de 210 milhões de coroas norueguesas (cerca de US$ 34,5 milhões).

Os EUA são agora um dois mais chegados parceiros militares e o Pentágono não deve fazer objeções ao negócio.

Ficha técnica do Horten

Tipo: Navio de Apoio e Salvamento
Construtor: A/S Horten Verft
Lançamento: 12 de agosto de 1977
Comissionamento: 9 de junho de 1978
Descomissionamento: 11 de junho de 2008

Características gerais

  • Deslocamento: 2.535t full load
  • Comprimento: 87,4 m
  • Boca: 13,0 m
  • Calado: 4,86 m
  • Propulsão: dois motores diesel de 4.200 HP
  • Velocidade: 15 nós (27,78 km/h)
  • Tripulação: 86 homens
  • Armamento: 2 canhões de 40mm

Ficha técnica dos “Hauk”

Nome: Hauk (classe de 14 navios)
Tipo: Navio-Patrulha Rápido

Construtores: Bergens Mek Verksteder e Westamarin A/S, Alta
Comissionamento: 1977-2001, 2001-2008 (Super-Hauk)
Completados: 14

Características gerais

  • Deslocamento: 120 toneladas standard, 160 t full load
  • Comprimento: 36.5 m
  • Boca: 6.2 m
  • Calado: 1.5 m
  • Propulsão: 2 x MTU 16V 538 TB92 diesel; 2 eixos, 6,820 hp(m), 5 ‘‘MW‘‘
  • Velocidade: 32 nós (59 km/h)
  • Alcance: 440 milhas (710 km) a 30 nós (56 km/h)
  • Tripulação: 24 (incluindo 6 oficiais)

Sensores e sistemas de armas:

  • 2 radares de busca e navegação Litton radars (Banda I)
  • Direção de tiro: Kongsberg MSI-80S ou Sagem VIGY-20 optrônico
  • Sistema de combate: DCN SENIT 2000 (depois de 2001) e Link 11
  • Sensor eletroótico

Armamento:

  • 6 mísseis antinavio Penguin Mk.2 (guiagem IR, com alcance de 15 milhas (27 km)  Mach 0.8, cabeça de guerra de 120kg)
  • Dois lançadores de mísseis antiaéreos (SAM) Simbad Matra Sadral,
  • 1 canhão de duplo emprego Bofors 40 mm L/70,
  • 2 lançadores de torpedos antinavio TP 613 de 533mm, para torpedos pesados FFV Type 613, guiagem passiva, alcance de 15 milhas (27 km), velocidade de 45 nós, cabeça de guerra de 240 kg.

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Ação, perigo e muita adrenalina. Foi nesse ritmo que os Mergulhadores de Combate (MEC) da Marinha se infiltraram na Plataforma de Petróleo P-43, da Petrobrás, na Bacia de Campos, litoral norte do Rio.

A missão era retomar o local, dominado por terroristas, e resgatar os reféns com vida.

Mesmo se tratando de uma simulação preparada especialmente para a Operação Atlântico II, a ousadia das ações do Grupo Especial de Retomada e Resgate (GERRMEC), impressionou pela veracidade e precisão das manobras.

A operação foi apoiada por duas aeronaves UH-14 Super Puma, que efetuaram a aproximação, cumprindo requisitos de apoio mútuo. Enquanto uma delas efetuava o lançamento dos militares, a outra permanecia em posição propícia para efetuar a cobertura e proteção, no momento crucial da ação, a descida por fast rope.

Por este método, o grupo especial desce por um cabo fixado na aeronave e se posiciona para efetuar o reconhecimento da área.

Após a descida, a aeronave se afasta e os MEC iniciam a busca pelos elementos hostis e seus reféns, até encontrá-los, dois conveses abaixo do heliponto da plataforma.

O Comandante do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC), Capitão-de-Fragata Carlos Eduardo Horta Arentz, descreve as atividades realizadas pelos mergulhadores: “Nós fazemos operações em ambientes de risco elevado, empregamos táticas e equipamentos não convencionais, além de utilizarmos vários tipos de armamentos”.  Segundo o Comandante, os militares também passam por muitas provações físicas e psicológicas, durante os adestramentos, a fim de exercitar o autocontrole e o domínio emocional.

Ele considera que os MEC utilizam seu entusiasmo, para, com patriotismo, manter elevada a chama da motivação, pela pátria e pela nação.

Mergulhador de Combate há 20 anos, o Primeiro-Sargento Heleno é o líder da equipe de assalto do GERRMEC.

Orgulhoso, ele revela como se tornou um MEC: “Para se transformar num mergulhador de combate é preciso ter muita determinação, companheirismo e paixão pelo que faz”, conclui.

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O porta-aviões americano USS Harry S. Truman (CVN 75) continua apoiando operações de segurança marítima, na área de responsabilidade da Quinta Frota da Marinha dos EUA. Fotos feitas anteontem.

SAIBA MAIS:

Operação Atlântico 2 mobilizou 10 mil homens das 3 Forças durante 12 dias

Depois de simulações que incluíram uma operação de resgate em uma plataforma de petróleo, um desembarque-surpresa no litoral capixaba e a ocupação estratégica do arquipélago de Fernando de Noronha, termina hoje o maior exercício conjunto já realizado pelas Forças Armadas – o primeiro com foco na defesa dos poços da camada pré-sal.

Por 12 dias, cerca de 10 mil homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica enfrentaram situações de ameaça criadas especialmente para a Operação Atlântico 2 em uma área que vai do litoral paulista ao arquipélago de São Pedro e São Paulo (1.010 km a nordeste de Natal). A região, que faz parte da chamada Amazônia Azul, foi escolhida por abrigar portos estratégicos, usinas nucleares e reservas gigantescas de petróleo.

“A defesa da Amazônia Azul deveria se transformar em uma das prioridades da Nação. Se nós confirmarmos a magnitude das reservas de petróleo na camada pré-sal, o Atlântico Sul passa a ser uma área de interesse dos grandes atores globais”, avalia o comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais, almirante de esquadra Álvaro Augusto Dias Monteiro.

Em um dos exercícios, um grupo de mergulhadores de combate da Marinha usou cordas para descer rapidamente de um helicóptero Super Puma sobre a plataforma P-43 da Petrobrás, na Bacia de Campos, com o objetivo de prender terroristas e resgatar reféns com vida. No centro de operações montado no Rio, comandantes monitoravam cada ação a distância e orientavam a reação dos criminosos com equipamentos de videoconferência.

As Forças Armadas também simularam cenários de ameaça aos campos de petróleo do Sudeste – rapidamente protegidos por navios prontos para reagir a ataques de forças hostis – e o desembarque de tropas no arquipélago de Fernando de Noronha, cuja ocupação imediata é considerada essencial para a defesa do território brasileiro.

Fuzileiros

Durante a Operação Atlântico 2, o Corpo de Fuzileiros Navais assumiu a responsabilidade por parte das ações que exigem movimentação ágil e precisa. Nas primeiras horas da manhã do dia 23, seis carros anfíbios desembarcaram rapidamente na Praia de Itaoca, litoral sul do Espírito Santo. Em pouco tempo, um grupo de fuzileiros percorreu quase 7 quilômetros e derrotou sequestradores que haviam tomado uma cooperativa de pesca na região.

“O Corpo de Fuzileiros Navais é uma tropa muito peculiar por sua característica expedicionária, que permite atuar fora de suas bases e em condições austeras”, explica o comandante Dias Monteiro. “Como as tropas são leves, o deslocamento e a ocupação rápidos são típicos dos fuzileiros.”

Ao fim do exercício, o Ministério da Defesa pretende avaliar em detalhes a capacidade de integração das três Forças em operações conjuntas.

Balanço

“A operação atendeu plenamente seu propósito, mas mostrou que o Brasil tem vulnerabilidades que demandam decisões políticas”, diz o comandante dos Fuzileiros Navais, Dias Monteiro

FONTE: O Estado de S. Paulo – 30/07/2010

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Fotos enviadas pelo leitor Vitor Cardoso, do NAe São Paulo visto do escritório da empresa onde trabalha.

FOTOS: Vitor Cardoso

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A empresa japonesa de navegação Mitsui OSK Lines anunciou na quinta-feira a contratação de um especialista em ataques militares para participar da investigação sobre danos ocorridos em um navio-tanque no estreito de Ormuz, supostamente envolvido numa colisão.

O supernavio-tanque, chamado M.Star, foi desviado na quarta-feira para o porto de Fujairah, nos Emirados Árabes. O Estreito de Ormuz é o único acesso ao Golfo Pérsico, e por ali passa 40 por cento do petróleo transportado por via marítima no mundo.

Funcionários inicialmente disseram que os danos foram causados por uma onda de origem sísmica, mas um gerente-geral do porto de Fujairah descartou essa hipótese, e as autoridades árabes começaram a investigar.

“O que sabemos é que alguma colisão aconteceu. Não sabemos o que foi”, disse o capitão Mousa Mourad. “É possível que tenha sido uma colisão com submarino, ou que fosse uma mina marítima”, especulou.

Chegou-se a cogitar que o M. Star tivesse sido vítima de um ataque, pois a Al Qaeda já ameaçou ações contra embarcações.

Em Tóquio, Masahiko Hibino, gerente-geral da Mitsui OSK para a segurança de navios-tanques, disse ser improvável que o navio tenha sido danificado por uma onda causada por um terremoto. “As portas que foram rompidas não estavam molhadas, então é meio difícil acreditar nesse tipo de coisa”, afirmou ele a jornalistas.

Uma foto divulgada pela agência estatal de notícias dos Emirados Árabes mostra um grande amassado na lateral do navio.

Outras fotos, fornecidas pela empresa de navegação, mostram vidros estilhaçados e painéis arrancados das paredes.

A empresa irá iniciar a investigação na quinta-feira.

Um especialista militar de Dubai foi contratado para comandar o inquérito, disse a empresa, sem dar detalhes. Membros da Marinha dos EUA e das Operações Comerciais Marítimas do Reino Unido também participam.

Hibino disse ainda que a empresa não descarta totalmente a possibilidade de um ataque externo ou de uma implosão interna no navio. Mas acrescentou que não havia a bordo nada que pudesse explodir.

O porta-voz afirmou também que a empresa está ciente da informação dada pela publicação Lloyd’s List sugerindo que o dano havia sido causado por uma granada, mas não pode aferir sua veracidade.

Mourad, gerente-geral do porto de Fujairah, disse que o navio permanecerá lá por cerca de uma semana, à espera da investigação e de reparos no convés superior.

Um dos 31 tripulantes sofreu ferimentos leves no braço.

FONTE: Reuters, via O Globlo

 

O navio-aeródromo francês Foch (R99) da classe “Clemenceau” executando uma curva de alta velocidade, durante o exercício Distant Drum, em 19 de maio de 1983.

O Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD) está investindo no desenvolvimento de um sistema de catapulta eletromagnética para os navios-aeródromo da classe “Queen Elizabeth”, para o caso da compra do caça F-35B (versão STOVL) ser cancelada.

A empresa especialista em conversão de energia Converteam do Reino Unido anunciou em 20 de julho que me 2009 recebeu um contrato de US$ 1 milhão para continuar com o projeto, desenvolvimento e demonstração de um sistema elétrico de alta energia para a sua EMCAT (electro-magnetic catapult) e o trabalho está quase pronto.

O diretor naval na Converteam UK, Mark Dannatt, disse ao Jane’s em 22 de julho, que um pequeno sistema em escala da EMCAT foi completado em 2007 para provar o funcionamento do motor linear, armazenadores de energia e sistemas de controle. Desde então, testes extensivos têm sido feitos com sucesso, bem como o trabalho adicional da requisição do MoD para ampliar o modelo em escala ao tamanho do sistema a ser usado na catapulta dos novos navios-aeródromo britânicos.

“A EMCAT é projetada para caber no espaço disponível para a catapulta no navio-aeródromo. A intenção de construir e projetar uma pequena catapulta eletromagnética e desenvolver a tecnologia para ampliá-la é um exercício de diminuir o risco no caso do MoD não comprar a aeronave STOVL ou considerar a necessidade de lançar outras aeronaves do navio. A opção então existe para colocar a catapulta e operar aeronaves convencionais”, disse Dannat.”

FONTE: Jane’s

NOTA DO EDITOR:  O modelo em miniatura da catapulta eletromagnética pode ser visto aqui. Será que algum empresa brasileira teria o know-how em conversão de energia e o interesse de desenvolver um equipamento semelhante para os futuros navios-aeródromo brasileiros?

SAIBA MAIS:

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A Direction Generale de l’Armement (DGA), entregou, no último dia 22, o torpedo leve MU 90 de número 200 para a Marine Nationale.

A entrega faz parte de um contrato assinado em dezembro de 1997 para o fornecimento de 300 unidades para a Marinha francesa e mais 200 unidades para a Marinha italiana.

Em serviço no país desde fevereiro de 2008, o MU 90 pode ser lançado tanto por aeronaves quanto por navios e atualmente é utilizado nos aviões patrulha Atlantique II, helicópteros Lynx e pelas fragatas da Classe F70 e da Classe Horizon.

O MU 90 também será utilizado nos novos helicópteros NH90 e nas fragatas da Classe FREMM, quando estas entrarem em serviço.

Trata-se de um torpedo leve, de terceira geração, desenvolvido para guerra antissubmarina, capaz de neutralizar todas as ameaças, sendo elas convencionais ou nucleares, em qualquer tipo de cenário.

O torpedo é efetivo tanto quando utilizado para atacar alvos a grandes profundidades, como também em águas rasas (menos de 25 metros).

O MU 90 é fabricado pela joint venture europeia Eurotorp, que é formada pela DCNS, Thales e WASS, do grupo Finmeccanica.

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