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A Lockheed Martin informou que o destróier sul-coreano ROKS Sejong the Great (DDG-991) passou nos testes de três semanas apoiados pela empresa e pela U.S. Navy, nos sistema de combate Aegis do navio.

Os Combat System Ship Qualification Trials (CSSQT) foram conduzidos no mar e foram realizados nas instalações do Pacific Missile Range ao largo da ilha havaiana de Kauai.

Durante o CSSQT, o sistema de combate Aegis foi avaliado para prontidão de combate atravéns de abrangentes exercícios de superfície, antissubmarino e antiaéreos, bem como um teste completo do data link do sistema tático. Os exercícios antiaéreos incluíram ataques de aeronaves tripuladas, cenários de ataque eletrônico e disparos reais de mísseis Standard SM-2 e Rolling Airframe Missile., com o sistema Aegis funcionando perfeitamente sem falhas.

O ROKS Sejong the Great (DDG-991) foi lançado ao mar em 25 de maio de 2007 e comissionado em 2 de janeiro de 2009. É o primeiro dos destróieres KDX-III da República da Coreia.

O navio desloca 8.500 toneladas normalmente e 10.000 toneladas carregado, sendo os maiores navios de superfície dotados com o sistema Aegis, que compreende o sistema de radar SPY-1 de antenas planas e o sistema de lançamento vertical (VLS) de mísseis Mk.41.

O sistema Aegis já equipa 93 navios e tem mais 13 navios planejados. Além da Coreia e EUA, o Aegis é usado pelas marinhas da Austrália, Japão, Noruega e Espanha.

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Uma fragata para o Brasil?

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SAMSUNG DIGITAL CAMERAA fragata F-101 “Álvaro de Bázan” está este fim-de-semana em Ponta Delgada, ilha de S. Miguel, Açores para uma pequena escala técnica. Excelente oportunidade para assistir à manobra de atracação, conhecer mais de perto este navio que tanto sucesso tem tido no mercado da exportação, mas também de tomar um café com o seu comandante, capitán-de-fragata Íñigo de la Puente.

Este navio, inicialmente integrado no desenvolvimento do projecto europeu NFR90, do qual tem no casco grandes influências, foi um enorme sucesso dos estaleiros espanhóis NAVANTIA. Para além dos cinco navios da armada espanhola, teve uma versão de exportação representada por cinco navios noruegueses da classe “Fridtjof Nansen” e ganhou recentemente um contrato para mais três navios para a marinha australiana, a futura classe “Hobart”.

A “Álvaro de Bázan” tem 146,7 metros de comprimento, desloca 6.260 tons e atinge um velocidade máxima de 28.6 nós impulsionada por dois veios accionados por uma instalação propulsora CODOG (Instalação combinada ou Diesel ou Turbina a Gás).

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Mas o que mais impressiona na F-101 é o seu sistema de armas edificado em torno dum sistema de combate norte-americano AEGIS apoiado no radar 3-D SPY-1D e constituido por 48 células de lançamento vertical para mísseis AA Standard SM-2 Block IV, AA RIM-7P ESSM ou de cruzeiro RGM-109 Tomahawk. Para além deste armamento ainda dispõe duma peça de 127mm Mk45, de 8 células de lançamento de Mísseis anti-navio RGM-84 Harpoon, bem como torpedos Mk46 e um helicóptero orgânico SH-60B Seahawk.

Tendo saído de Ferrol no princípio de Janeiro deste ano, a fragata espanhola leva já quase três meses de missão. No entretanto, procedeu ao disparo de 5 mísseis ESSM e à qualificação do sistema de combate em conjunto com duas “Arleigh Burke” da USNavy na zona de S. Diego, CA e prestou apoio no Haiti, onde se encontrou com o navio anfíbio espanhol “Castilla”. Depois de Ponta Delgada, a próxima escala será em “casa”, de novo na base naval de Ferrol.

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F 101 em CSSQT - foto 2 Armada Espanola

No último dia 11 de março, a Lockheed Martin informou que, em apoio à Marinha dos EUA (U.S. Navy ), completou com sucesso os testes de qualificação de sistema de combate (Combat System Ship Qualification Trials – CSSQT) em sistemas de combate AEGIS instalados em navios da U.S.Navy e da Marinha Espanhola (Armada Española). A última vez em que os dois países participaram de um CSSQT combinado foi em 2007.

A avaliação foi conduzida, na semana anterior, ao largo do estado da Califórnia (EUA), e envolveu dois navios da U.S. Navy: o USS Dewey (DDG 105) e o USS Wayne E Meyer (DDG 108), ambos destróieres da classe Arleigh Burke incorporados recentemente. Por parte da Armada Española, esteve presente a fragata de defesa aérea Álvaro de Bazan (F-101), que recentemente teve incorporado ao seu sistema de combate os mísseis ESSM, sendo que o propósito maior da avaliação, para o navio espanhol, foi testar o emprego desse míssil em variadas situações, além dos SM-2 que a F-101 já emprega.

F 101 em CSSQT - foto Armada Espanola

F 101 em CSSQT - foto 3 Armada Espanola

A caminho do exercício, a Ávaro de Bazan escalou nos Açores, em Santo Domingo (República Dominicana) e atravessou o canal do Panamá. O trajeto de volta inclui Cartagena de Índias (Colômbia), San Juan (Porto Rico) e Funchal, no arquipélago da Madeira (esta última escala está prevista para 27 e 28 deste mês).

Voltando ao assunto dos CSSQT, os sistemas AEGIS dos navios foram avaliados em sua prontidão por meio de exercícios de superfície, submarinos e antiaéreos, incluindo raids tripulados e cenários de ataques eletrônicos.O AEGIS inclui o sistema de radar SPY-1 combinado com o sistema de lançadores verticais MK 41, sendo capaz de lançar mísseis para todas as missões e ameaças do ambiente de combate naval. Atualmente, o sistema equipa mais de 90 navios no mundo, com ao menos mais 14 encomendados. Além da Marinha dos EUA, as marinhas da Austrália, Japão, Coreia do Sul, Noruega e Espanha fazem parte do “clube” do AEGIS.

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Aegis - foto Lockheed Martin

FONTES: Lockheed Martin e Armada Española

FOTOS (de cima para baixo): Armada Española, U.S. Navy e Lockheed Martin – obs: as fotos da Armada Española são referentes ao CSSQT. As da USN são da ocasião do comissionamento dos DDG 105 e DDG 108.

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Vem mais DDG-51 por aí

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A Marinha dos EUA adiantou 171 milhões dólares à Grumman Corporation para a continuação da produção dos destróieres Aegis classe “Arleigh Burke” (DDG-51).

Os recursos serão utilizados na compra de materiais que levam mais tempo para fabricar, grandes equipamentos de apoio ao novo navio, incluindo os motores de propulsão principal, geradores de turbina a gás, hélices e sistemas de ar condicionado. A cadeia de produção dos DDG-51, que se espalha pelos EUA, será beneficiada. Os materiais serão usados na construção do DDG-113.

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A Marinha dos Estados Unidos marcará forte presença nas águas em torno da Europa a partir de 2011, informou o Pentágono no último dia 17 de setembro. Pelo menos duas ou três escoltas dotadas de capacidade BMD (Ballistic Missile Defense) ficarão nas proximidades do continente com o propósito de conter eventuais ataques com míssies balísticos a partir do solo iraniano.

Os navios patrulharão as águas desde o Mar do Norte até o Mediterrâneo. “Dependendo da situação podemos ter reforços de outras unidades”, informou o general James Cartwright, membro do Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA.

Esta nova missão para os navios faz parte da estratégia do Presidente dos EUA Barack Obama para uma proteção ao continente europeu, uma vez que o “escudo anti-míssil” terrestre proposto pelo ex-presidente George W. Bush foi concelado.

O Secretário de Defesa Robert Gates e o Estado Maior da Forças Armadas recomendaram a mudança baseados nas informações dos serviços de inteligência que detectaram um desenvolvimento mais rápido de mísseis iranianos.

Um único navio da classe Arleigh Burke pode armazenar e disparar perto de uma centena de mísseis e um cruzador Ticonderoga possui 122 silos VLS. No entanto, nem todos os silos são ocupados por mísseis SM-3 BMD (Ballistic Missile Defense) e muitas escoltas ainda não estão preparadas para este tipo de missão.

Por esse motivo a USN corre para contar com um número maior de unidades BMD o mais breve possível. Atualmente existem 18 escoltas Aegis BMD e somente duas estão baseadas na costa leste dos EUA.

Segundo recomendações da MDA, agência norte-americana reponsável pelo desenvolvimento e integração dos sistemas anti-mísseis balísticos, nove navios serão modernizados com capacidade BMD até 2014. Todas estas unidades ficarão baseadas no Atlântico.

Dentre as unidades já selecionadas para o programa de modernização estão os crusadores Vella Gulf e Monterey eo contratorpedeiro The Sullivans.

FONTE/FOTO: Navy Times

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Morre “pai do Aegis”

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O almirante da reserva da USN Wayne E. Meyer, também conhecido como o “pai do sistema Aegis”, faleceu neste terça-feira, 2 de setembro aos 83 anos de idade no hospital central de Washington.

Meyer coordenou a equipe de profissionais que na década de 1970 concebeu o sistema de defesa aérea conhecido com “Aegis”, uma combinação de poderosos radares 3D integrados a sistemas de mísseis para defesa de grandes unidades de superfície. Desde então o sistema sofreu diversas melhorias, sendo atualmente capaz de rastrear e abater mísseis balísticos e satélites em órbitas baixas.

Wayne E. Meyer nasceu em 1926, no estado de Missouri. Entrou para a reserva da marinha dos EUA em 1943. Formou-se em engenharia na Universidade do Kansas e, posteriormente, foi designado para a frota de superfície. Meyer também realizou outros cursos ao longo de sua carreira, sempre orientados para a área de mísseis e sistemas de armas. No MIT (Massachusetts Institute of Technology) adquiriu seu título de mestre.

Sua carreira foi dedicada à mudança da mentalidade da USN, passando de uma força de superfície embasada por canhões de grosso calibre para uma marinha dedicada aos mísseis guiados. Meyer envolveu-se em praticamente todos os projetos de mísseis da USN, desde os primórdios dos programas Terrier e Talos até o Standard.

Depois de promovido ao posto de contra-almirante (merecidamente por tudo que fez pela Marinha dos EUA), Meyer passou para a reserva em 1985 e iniciou sua carreira de consultor, mas sempre próximo de sua criação. Quase todas as cerimônias de incorporação de navios com sistemas Aegis, Meyer esteve presente.

Em 2006 o então secretário da Marinha Donald Winter anunciou que o contratorpedeiro DDG 108 (classe Arleigh Burke) seria batizado com o nome “Wayne E. Meyer.” Gozando de uma saúde decadente, Meyer compareceu à cerimônia de batismo do DDG 108 em 18 de outubro de 2008. O USS Meyer deverá ser comissionado no próximo dia 10 de outubro.

DDG-108

FOTOUSS  Wayne E. Meyer – DDG 108

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ddg70

Durante o exercício Stellar Avenger, o destróier “Aegis” USS Hopper (DDG 70) lança um míssil Standard (SM) 3 Blk IA, que interceptou com sucesso um míssil balístico tático, lançado no Pacific Missile Range Facility (PMRF), em Barking Sans, Kauai.

Esta foi a 19a. interceptação em 23 testes de disparos no mar, dentro do Programa BMD, incluindo a destruição de um satélite acima da atmosfera. Para o sistema Aegis, o céu não é o limite.

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