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“A Presidência da República aplicou um calote na Marinha e até hoje não a reembolsou dos gastos com a busca dos destroços do vôo da Air France, que caiu no mar em 31 de maio deste ano. A Marinha está em dificuldades. O Palácio do Planalto deveria fazer o reembolso em novembro, mas, até agora, nada. São R$ 212 milhões gastos com combustíveis e a utilização de navios brasileiros e franceses envolvidos nas buscas.” (Claudio Humberto)

FONTE: http://pracadarmas.zip.net/

NOTA DO EDITOR: sem comentários. E ainda acreditam quando dizem que haverá recursos para o projeto e construção de um submarino nuclear…

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mercante airbus

vinheta-clipping-navalOs destroços do Airbus 330 da Air France que caiu no Oceano Atlântico na madrugada de 1 de Junho, quando fazia a ligação entre o Rio de Janeiro e Paris, chegaram esta terça-feira a Pauillac, no sudoeste da França, a bordo de um cargueiro da Airbus.

As peças foram recolhidas em alto-mar por embarcações do Brasil e de França e estavam num depósito no Porto do Recife, no Brasil. Os destroços serão agora encaminhados para o Centro Aeronáutico de Testes em Toulouse, onde serão analisados pelos investigadores franceses. A Marinha e Aeronáutica brasileiras afirmaram que foram recolhidos cerca de 600 destroços do Airbus A330.

O cargueiro «Ville de Bordeaux», que fez o transporte dos destroços, é um dos três utilizados normalmente pela Airbus para transportar partes do A380, o maior avião de carreira do mundo. O avião da Air France, que partiu do Rio de Janeiro com destino a Paris no dia 31 de Maio, caiu no oceano com 228 pessoas a bordo. Em 26 dias de buscas, 50 corpos de vítimas foram encontrados, dos quais 43 já foram identificados. As buscas dos corpos já terminaram.

FONTE: Jornal Digital / FOTO: Ferrypics

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vinheta-clipping-navalO site na Internet do jornal Le Monde disse que sinais das caixas-pretas do Airbus que caiu no mar com 228 pessoas a bordo durante o trajeto Rio-Paris tinham sido detectados, e que um minisubmarino fora enviado para tentar recuperar os equipamentos, que podem conter informações para elucidar as causas do acidente ocorrido em 31 de maio.

Mas o BEA, órgão francês que investiga o acidente, disse que as equipes de busca não captaram nenhum sinal que pudessem ter certeza que era das caixas-pretas.

“Nenhum sinal transmitido pelos localizadores das caixas-pretas foi validade até agora”, disse o BEA em comunicado.

“No contexto das buscas marítimas que estão em andamento, o trabalho segue normalmente com o objetivo de eliminar dúvidas relacionadas a qualquer som que tenha sido captado, e qualquer descoberta será anunciada publicamente”, acrescentou.

Um porta-voz do BEA afirmou que muitos sons são captados no fundo do mar, e investigadores não têm certeza de que o que eles detectaram tenha origem nos equipamentos do avião.

As caixas-pretas são equipadas com um localizador, conhecido como “pinger”, que emite sinais eletrônicos a cada segundo por pelo menos 30 dias. O sinal pode ser captado a até 2 quilômetros de distância.

Embarcações francesas envolvidas nas operações de busca incluem um submarino nuclear com um avançado equipamento de sonar e um navio de pesquisa equipado com minissubmarinos.

A remota localização no Atlântico, a mais de 800 km do arquipélago de Fernando de Noronha, assim como a profundidade e características do leito do oceano têm dificultado as buscas, e os destroços podem estar a profundidades que variam de 1.000 a 4.000 metros.

FONTE: Reuters

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vinheta-clipping-navalO jornal Le Monde informou que embarcações militares franceses detectaram sinais das caixas-pretas do voo 447 da Air France nas profundezas do Oceano Atlântico. Segundo a reportagem, um mini-submarino de pesquisa, o Nautile, mergulhou na segunda-feira para procurar as caixas com a base num “sinal muito fraco” dos gravadores de voo captado pelos barcos franceses.

O relato apresentado nesta terça-feira no site do Le Monde não cita fontes nem fornece mais detalhes. Nem os militares franceses nem os funcionários do instituto marítimo que opera o mini-submarino estavam disponíveis para comentar a informação, assim como os investigadores de acidentes aéreos.

O avião caiu no Atlântico em 31 de maio na rota entre o Rio de Janeiro e Paris. Todas as 228 pessoas a bordo morreram. As caixas-pretas continuarão a emitir sinais apenas até o fim deste mês.

FONTE: Associated Press

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